Já tinha passado quase 1 ano desde as últimas linhas que vocês leram e meus peitos já estavam começando a aparecer (pouco, é verdade, mas também não é que eu tenha muito agora) e, mesmo que soe como uma menina querendo um brinquedo no Natal, eu queria experimentar um pênis, tocar e acariciar, além de que talvez eu estivesse considerando o sexo oral, ainda tinha medo de me entregar... não via com bons olhos que me "penetrassem", então talvez eu me animasse a ser eu quem levasse o ritmo. O problema é sério: o mundo é machista, mas meu país está na lista dos mais machistas do mundo civilizado, então se você é um cara e quer experimentar sexo, é um desesperado ou coisa parecida, mas se você é uma garota que quer experimentar, te chamam de puta, safada ou "madura", só Deus sabe por quê. Por isso, eu precisava de alguém que nunca contaria pra ninguém... pensei em maturidade e, pensando em maturidade, pensei em adultos, mas olhando pro meu pai, me dava um negócio... e a vontade sumia na hora. Então simplesmente procurei um garoto que estudasse perto, que quisesse fazer esse "teste", com maturidade e discreto... difícil, né?
Mas tive um pouco de sorte, porque sendo discreta, encontrei o candidato quase perfeito: era um garoto dois anos mais velho que eu, eu o achava fisicamente atraente (de roupa), não era daqueles garotos bagunceiros, mas também não era antissocial, e parecia que ele topava "experimentar". Além disso, e mesmo que o inferno me leve por mulher má, eu sabia que o garoto era católico, e se ele falasse, eu poderia falar e perderíamos os dois, embora eu fosse marcada por toda a cidade pra sempre, com certeza.
Agora tinha o segundo problema, que eu já tinha pensado antes de encontrar esse garoto (que não vou dizer o nome nem aí): onde poderíamos fazer pra não sermos pegos? Pensei muito, mas não me veio nada à cabeça, exceto minha tia. Sei que sou repetitiva, mas minha vida sexual é como é graças à minha tia, que muito tempo depois eu soube que era solteira porque ela quis assim, mas vamos voltar a falar disso alguma vez.
Pedi por favor à minha tia a casa dela só pra ficarmos a sós, Prometi que não queria fazer nada com ele, menti um pouco, mas acho que ela sabia como é que era e me deixou ir pra casa dela, mas com uma condição: ela ficaria no quarto dela caso acontecesse alguma coisa com o cara... fiquei tensa, com medo, mas mesmo custando, confiava nela, é da minha família, né...
Levei o menino católico lá e menti de novo...
- Minha tia não tá, tranquilo, mas a gente não pode perder tempo, tá?
- Tá... me disse só
Fomos pro quarto onde eu dormia quando ficava lá e a primeira coisa que ele fez foi pegar meus dois peitos por cima da roupa, sem apertar nem fazer nada, ele tinha travado. E pra falar a verdade, a ideia tava começando a não me agradar e eu queria parar. A gente, mulher, é muito mais madura antes dos caras serem meio homens mentalmente, mas a gente hesita porque é o lógico. E beijar o pescoço dele não ajudou, na real, o cheiro dele me desagradava, mas só porque minha mente queria que meu corpo fugisse, mas já era tarde demais. Então a gente sentou na cama e ficou se beijando e se tocando com roupa...
- Você é muito gostosa, Amanda, que macia você é...
Ele me tocava e fazia com muita falta de jeito, então tentei salvar a situação, não tava com vontade de ouvir ele...
- Vamos tirar a roupa pra gente se tocar de leve e aí eu... vejo um pouco, você sabe
O menino teve dificuldade pra tirar toda a roupa, só ficou de cueca. Na verdade, ele não ter pelos me ajudou, porque cabelo teria me dado nojo... meu erro era pensar que eu tinha pouco pelo. Eu me despi também, joguei o moletom e o sutiã no chão, mas o resto deixei e não ia tirar. Queria ver as partes dele, mas sem ele ver as minhas. Se fosse eu, talvez nem tivesse aceitado o convite. Deixei ele acariciar meus peitos, mesmo que mal passasse de colocar as mãos e fazê-los subir e descer. Coitado, ele ficou vermelho, eu também, mas eu era a vulnerável naquela situação. Já não aguentava mais e decidi começar. Deitei ele na cama e tirei a cueca dele. Ele não me viu direito, mas ao deixar cair, minha mão tremia muito, e aí estava ele, ainda sem acordar. e enruguei seu pênis branquinho e pequeno com suas duas bolinhas embaixo e pensei, enquanto olhava para ele e sorria com o sorriso mais falso possível, o que eu faço agora?... como é que se faz isso?... na revista dizia muito confortavelmente "deixe sua imaginação voar" pois parecia que eu não tinha nenhuma, já tinha o que tanto tinha desejado na minha frente e ao alcance e nem sequer tinha tocado ainda, então fui tocá-lo com meus dedos indicador e médio apertando de leve para não machucá-lo, o toque é peculiar, é pele mas mais fina, claro, solta calor, fiquei alguns minutos pensando no que fazer e parece que ele ficava nervoso, mas pouco a pouco crescia, era muito estranho, mas notava aquela coisinha crescendo entre meus dedos, também ia soltando mais calor e ficando mais dura, embora com o toque suave da pele do pênis, eu gostava do toque, mas era vergonhoso, muito vergonhoso.
Apesar da vergonha, tinha que fazer o que queria, queria desistir, mas pensei que tinha que ser mulher de palavra e aproveitar ter encontrado um garoto adequado, então me ajoelhei na cama e me inclinei para aquela pequena coisinha que tinha ficado "grande" para me fazer feliz... embora, bem, é um pouco ao contrário, claro. Agora vinha o interessante que todas e alguns, o sabor de um pênis... que sabor tem?... pois não tinha pensado nisso até agora, para você ver... beijei aquela cabecinha com cuidado, até manchei um pouco com meu brilho labial, foi uma má ideia tê-lo colocado hoje e... nada, não tinha gosto de nada sem a língua, então esperei um pouco para ver o que acontecia com ele e parecia que ele gostava, então lambi um pouco perto dos testículos dele, a verdade é que o gosto e o toque não são ruins, mas a aparência dos testículos é feia... pelo menos foi o que pensei na hora... ainda não tinha gosto de nada, só a pele, como lamber meu próprio braço, então puxei levemente a pele dele para expor aquela coisinha roxa, lambi aquela parte e tinha um gosto diferente, não tenho nada para comparar o sabor, mas comecei a introduzi-lo até colocá-lo inteiro, a verdade é que era pequeno mas era bem gostosinha e macia, sem pelos, nem veias marcadas, então era perfeita para começar. Chupei devagar e fui gostando aos poucos, além de ouvir um som molhado da minha saliva com a pele. E em apenas 5 minutos, ele se levantou nervoso. Me afastei envergonhada e ele começou a vestir a roupa...
- Preciso ir, é que... tô com pressa porque tá tarde... - ele disse todo nervoso.
- Eu... tudo bem, mas... ia dizer "eu não terminei".
- Tá bom, adorei, você é muito boa... isso...
E ele saiu enquanto se vestia. Vi uma mancha que, com o tempo, entendi o que era. Só com o que fiz, ele já tinha gozado e ficou envergonhado. Depois, minha tia tentou conversar comigo sobre o que tinha acontecido, mas prometi contar quando estivesse pronta.
Bom, é isso de novo... calma que isso não é nada comparado com o que espera. Obrigada e continuem me lendo. Beijos...
Mas tive um pouco de sorte, porque sendo discreta, encontrei o candidato quase perfeito: era um garoto dois anos mais velho que eu, eu o achava fisicamente atraente (de roupa), não era daqueles garotos bagunceiros, mas também não era antissocial, e parecia que ele topava "experimentar". Além disso, e mesmo que o inferno me leve por mulher má, eu sabia que o garoto era católico, e se ele falasse, eu poderia falar e perderíamos os dois, embora eu fosse marcada por toda a cidade pra sempre, com certeza.
Agora tinha o segundo problema, que eu já tinha pensado antes de encontrar esse garoto (que não vou dizer o nome nem aí): onde poderíamos fazer pra não sermos pegos? Pensei muito, mas não me veio nada à cabeça, exceto minha tia. Sei que sou repetitiva, mas minha vida sexual é como é graças à minha tia, que muito tempo depois eu soube que era solteira porque ela quis assim, mas vamos voltar a falar disso alguma vez.
Pedi por favor à minha tia a casa dela só pra ficarmos a sós, Prometi que não queria fazer nada com ele, menti um pouco, mas acho que ela sabia como é que era e me deixou ir pra casa dela, mas com uma condição: ela ficaria no quarto dela caso acontecesse alguma coisa com o cara... fiquei tensa, com medo, mas mesmo custando, confiava nela, é da minha família, né...
Levei o menino católico lá e menti de novo...
- Minha tia não tá, tranquilo, mas a gente não pode perder tempo, tá?
- Tá... me disse só
Fomos pro quarto onde eu dormia quando ficava lá e a primeira coisa que ele fez foi pegar meus dois peitos por cima da roupa, sem apertar nem fazer nada, ele tinha travado. E pra falar a verdade, a ideia tava começando a não me agradar e eu queria parar. A gente, mulher, é muito mais madura antes dos caras serem meio homens mentalmente, mas a gente hesita porque é o lógico. E beijar o pescoço dele não ajudou, na real, o cheiro dele me desagradava, mas só porque minha mente queria que meu corpo fugisse, mas já era tarde demais. Então a gente sentou na cama e ficou se beijando e se tocando com roupa...
- Você é muito gostosa, Amanda, que macia você é...
Ele me tocava e fazia com muita falta de jeito, então tentei salvar a situação, não tava com vontade de ouvir ele...
- Vamos tirar a roupa pra gente se tocar de leve e aí eu... vejo um pouco, você sabe
O menino teve dificuldade pra tirar toda a roupa, só ficou de cueca. Na verdade, ele não ter pelos me ajudou, porque cabelo teria me dado nojo... meu erro era pensar que eu tinha pouco pelo. Eu me despi também, joguei o moletom e o sutiã no chão, mas o resto deixei e não ia tirar. Queria ver as partes dele, mas sem ele ver as minhas. Se fosse eu, talvez nem tivesse aceitado o convite. Deixei ele acariciar meus peitos, mesmo que mal passasse de colocar as mãos e fazê-los subir e descer. Coitado, ele ficou vermelho, eu também, mas eu era a vulnerável naquela situação. Já não aguentava mais e decidi começar. Deitei ele na cama e tirei a cueca dele. Ele não me viu direito, mas ao deixar cair, minha mão tremia muito, e aí estava ele, ainda sem acordar. e enruguei seu pênis branquinho e pequeno com suas duas bolinhas embaixo e pensei, enquanto olhava para ele e sorria com o sorriso mais falso possível, o que eu faço agora?... como é que se faz isso?... na revista dizia muito confortavelmente "deixe sua imaginação voar" pois parecia que eu não tinha nenhuma, já tinha o que tanto tinha desejado na minha frente e ao alcance e nem sequer tinha tocado ainda, então fui tocá-lo com meus dedos indicador e médio apertando de leve para não machucá-lo, o toque é peculiar, é pele mas mais fina, claro, solta calor, fiquei alguns minutos pensando no que fazer e parece que ele ficava nervoso, mas pouco a pouco crescia, era muito estranho, mas notava aquela coisinha crescendo entre meus dedos, também ia soltando mais calor e ficando mais dura, embora com o toque suave da pele do pênis, eu gostava do toque, mas era vergonhoso, muito vergonhoso.
Apesar da vergonha, tinha que fazer o que queria, queria desistir, mas pensei que tinha que ser mulher de palavra e aproveitar ter encontrado um garoto adequado, então me ajoelhei na cama e me inclinei para aquela pequena coisinha que tinha ficado "grande" para me fazer feliz... embora, bem, é um pouco ao contrário, claro. Agora vinha o interessante que todas e alguns, o sabor de um pênis... que sabor tem?... pois não tinha pensado nisso até agora, para você ver... beijei aquela cabecinha com cuidado, até manchei um pouco com meu brilho labial, foi uma má ideia tê-lo colocado hoje e... nada, não tinha gosto de nada sem a língua, então esperei um pouco para ver o que acontecia com ele e parecia que ele gostava, então lambi um pouco perto dos testículos dele, a verdade é que o gosto e o toque não são ruins, mas a aparência dos testículos é feia... pelo menos foi o que pensei na hora... ainda não tinha gosto de nada, só a pele, como lamber meu próprio braço, então puxei levemente a pele dele para expor aquela coisinha roxa, lambi aquela parte e tinha um gosto diferente, não tenho nada para comparar o sabor, mas comecei a introduzi-lo até colocá-lo inteiro, a verdade é que era pequeno mas era bem gostosinha e macia, sem pelos, nem veias marcadas, então era perfeita para começar. Chupei devagar e fui gostando aos poucos, além de ouvir um som molhado da minha saliva com a pele. E em apenas 5 minutos, ele se levantou nervoso. Me afastei envergonhada e ele começou a vestir a roupa...
- Preciso ir, é que... tô com pressa porque tá tarde... - ele disse todo nervoso.
- Eu... tudo bem, mas... ia dizer "eu não terminei".
- Tá bom, adorei, você é muito boa... isso...
E ele saiu enquanto se vestia. Vi uma mancha que, com o tempo, entendi o que era. Só com o que fiz, ele já tinha gozado e ficou envergonhado. Depois, minha tia tentou conversar comigo sobre o que tinha acontecido, mas prometi contar quando estivesse pronta.
Bom, é isso de novo... calma que isso não é nada comparado com o que espera. Obrigada e continuem me lendo. Beijos...
3 comentários - Meu primeiro pau, não "minha primeira vez
A veces, es mejor pedir un consejo, en éste caso a tu tia; que pasarla mal, al intentar obtener "experiencia propia"....
otro dicho...."la experiencia es un peine que te dan..cuando ya estás pelado.."
Las chicas siempre estan más adelantadas que los varones de la misma edad. Pedi consejo a alguien de tu confianza, o directamente a un/a ginecólogo. Besos.