Olá, a história que vou contar, pra começar, saibam que é verdade. Com o tempo, muitos detalhes eu esqueci, mas a parte principal não. Meu nome é Ana, acabei de fazer 33 anos, há 5 anos morando junto com Marcos, três de casados, ele tem 35. Me descrever fisicamente não vou fazer, com certeza no decorrer da história isso vai se revelando, só vou dizer que meço 1,67 descalça e peso 62 kg, bem distribuídos, segundo minha mãe, hahaha. Filhos ainda não vieram, embora a gente tenha tentado, mas é, ainda não. Não perdemos as esperanças, ainda mais agora. Marcos é um cara bonitão, 1,80 e uns 78 kg. Ele se cuida bastante, corre regularmente três vezes por semana. Ele é contador e trabalha numa fábrica de óleo, e eu sou funcionária de uma siderúrgica importante, também na parte administrativa. Há 10 anos trabalho no mesmo lugar, sou bem conceituada, não reclamo do meu salário. Marcos também ganha bem, o que nos permite ter uma vida bem confortável. Compramos nosso primeiro apartamento, um lindo três cômodos, numa boa área de Caballito. Fazemos uma viagem por ano pra fora do país, e no verão em Mar del Plata, no apartamento dos pais do Marcos. Tudo normal, bom, não tão normal. O que vou contar começou há uns dois anos mais ou menos. Não vou repetir o que quase todos os casais contam, que a rotina sexual começa a entediar e empurra pra fazer umas coisinhas diferentes, porque na real isso não é mentira, em quase nenhum casal. É assim que começa e, claro, os homens propõem. É bom, porque pelo menos eles não se distraem com alguma louca e compartilham com a gente suas taras, além de nos elogiarem com o que a gente quer ouvir: que você é gostosa, que me excita, que você é uma delícia, etc. etc. Marcos não é exceção, e uma noite enquanto a gente transava como uns desesperados, ele soltou a frase inesperada: "Que delícia você estar levando booty enquanto eu te como por frente. Um lindo menage." Surpresa, verdade, não Esperava isso dele, sempre fomos muito ativos nesse assunto e nunca precisei nem de um filme pornô, mas tá, lá estava eu, perplexa com a proposta. Ia entediar vocês se contasse tudo que veio depois: reclamações, acusações, "você não me ama mais", "seu nojento", blá, blá, blá, vários dias sem nos falar. Numa noite de reconciliação, a gente conversou de forma mais adulta, fui eu que puxei o assunto. Marcos usou as palavras que eu com certeza queria ouvir, e os argumentos dele, mesmo não me convencendo nem um pouco, digamos que deixamos pra lá, pra retomar outro dia.
Nas semanas seguintes, Marcos foi um doce de pessoa, me trouxe flores duas vezes, um dia preparou um jantar na varanda, até com velas, não sabia como me mimar. Naquela noite, na sobremesa, eu perguntei: Marcos, você precisa tanto me ver sendo possuída por um completo estranho? Usei outras palavras. Ele: Devo estar louco, né? Eu: Não me responda com outra pergunta, me responde. Ele: Você não sabe, li numa revista, e quando tava lendo, sua imagem veio na minha cabeça, você gozando nos braços de outro, além de me dar raiva, fiquei com o pau duro como pedra. A partir daí, não penso em outra coisa. Eu: Não acredito. Ele: Bati várias punhetas imaginando você, na cama enquanto você dormia, olhando pra essa bunda linda que Deus te deu, é caso de psicólogo?, é, já sei... Eu: Marcos, deixa eu esvaziar a mente e pensar, por enquanto não vamos falar mais disso.
E ficou por isso, sem tocar no assunto, até várias semanas depois...
Onde trabalho, somos umas 20 pessoas no mesmo escritório grande, moderno, com todo conforto, tem mais mulheres que homens, e quase todo mundo jovem, tirando nosso chefe e mais uns dois que passam dos 40. Os caras são jovens, e como todo mundo nessa idade, 24, 25 anos, tão sempre dando em cima das colegas, comigo eles se cuidam, primeiro porque sabem que sou casada, e porque normalmente no trabalho sou bem séria. Vocês sabem, se a gente não dá abertura pra ninguém, os outros cuidam e jogam os dardos pra outro lado. Aliás, eu gosto de me vestir bem decente, sem mostrar nada, no geral.
Um deles, que trabalha comigo, a gente toca junto com ele e outra garota a parte de cobrança da empresa. Ele é quem normalmente sai pra rua, fazendo os trâmites do meu setor, e muitas vezes fica o dia todo fora. O nome dele é Juan, 25 anos, 1,82m e um físico de academia de dar inveja. As meninas novas ficam olhando, além de bonito, ele é simpático e chegado.
Um dia de inverno, ele chegou morrendo de frio e a Laura, minha colega, falou: "vem que eu faço um café pra você". Eu disse "vou junto". Era um daqueles dias raros de muito frio que ainda tem no nosso inverno.
Então a gente deu uma pausa e foi pra cozinha tomar um café quente, nós três.
Conversamos sobre trabalho e um pouco de tudo, a Laura voltou e eu me ofereci pra lavar as xícaras. "Te ajudo", disse o Juan. Beleza, eu tava lavando e sinto um roçado na minha bunda, como quem passa de leve. Me viro, meio furiosa, e dou de cara com aquele rostinho lindo dele, sorrindo como se nada tivesse acontecido, bem perto de mim, e ele fala: "ai, desculpa, foi sem querer", como se tivesse tropeçado. Terminei de lavar e saí com cara de bunda. Pensei: ou foi de propósito ou ele é um sem-vergonha. Eu nunca dei abertura pra ele fazer uma parada dessas, de me apoiar, como quem não quer nada. E não foi um apoio suave, foi de propósito, pra eu sentir. E eu senti, sim. Certeza que ele tava com o pau meio duro, porque uma coisa meio dura se apoiou no meio da minha bunda. Filho da puta, pensei, esse aí se acha o tal.
Sentei na minha mesa, e daqui a pouco ele vem, se abaixa e bem devagar no meu ouvido fala: "Ana, me desculpa, fui um merda. Você é tão séria e eu me passei mal. Não sei como fazer você me perdoar, mas não consegui resistir. Essa bunda que você tem, com essa saia, me venceu. Não aguentei mais. São muitas punhetas pensando em você. Desculpa, agora você sabe que me deixou louco." E foi embora...
Fiquei paralisada, não conseguia entender. Se eu nunca, mas nunca mesmo, dei a menor expectativa pra ele. Me deixou estranha, tudo o que ele falou, não. Não sabia se era raiva ou tesão.
Continua...
Nas semanas seguintes, Marcos foi um doce de pessoa, me trouxe flores duas vezes, um dia preparou um jantar na varanda, até com velas, não sabia como me mimar. Naquela noite, na sobremesa, eu perguntei: Marcos, você precisa tanto me ver sendo possuída por um completo estranho? Usei outras palavras. Ele: Devo estar louco, né? Eu: Não me responda com outra pergunta, me responde. Ele: Você não sabe, li numa revista, e quando tava lendo, sua imagem veio na minha cabeça, você gozando nos braços de outro, além de me dar raiva, fiquei com o pau duro como pedra. A partir daí, não penso em outra coisa. Eu: Não acredito. Ele: Bati várias punhetas imaginando você, na cama enquanto você dormia, olhando pra essa bunda linda que Deus te deu, é caso de psicólogo?, é, já sei... Eu: Marcos, deixa eu esvaziar a mente e pensar, por enquanto não vamos falar mais disso.
E ficou por isso, sem tocar no assunto, até várias semanas depois...
Onde trabalho, somos umas 20 pessoas no mesmo escritório grande, moderno, com todo conforto, tem mais mulheres que homens, e quase todo mundo jovem, tirando nosso chefe e mais uns dois que passam dos 40. Os caras são jovens, e como todo mundo nessa idade, 24, 25 anos, tão sempre dando em cima das colegas, comigo eles se cuidam, primeiro porque sabem que sou casada, e porque normalmente no trabalho sou bem séria. Vocês sabem, se a gente não dá abertura pra ninguém, os outros cuidam e jogam os dardos pra outro lado. Aliás, eu gosto de me vestir bem decente, sem mostrar nada, no geral.
Um deles, que trabalha comigo, a gente toca junto com ele e outra garota a parte de cobrança da empresa. Ele é quem normalmente sai pra rua, fazendo os trâmites do meu setor, e muitas vezes fica o dia todo fora. O nome dele é Juan, 25 anos, 1,82m e um físico de academia de dar inveja. As meninas novas ficam olhando, além de bonito, ele é simpático e chegado.
Um dia de inverno, ele chegou morrendo de frio e a Laura, minha colega, falou: "vem que eu faço um café pra você". Eu disse "vou junto". Era um daqueles dias raros de muito frio que ainda tem no nosso inverno.
Então a gente deu uma pausa e foi pra cozinha tomar um café quente, nós três.
Conversamos sobre trabalho e um pouco de tudo, a Laura voltou e eu me ofereci pra lavar as xícaras. "Te ajudo", disse o Juan. Beleza, eu tava lavando e sinto um roçado na minha bunda, como quem passa de leve. Me viro, meio furiosa, e dou de cara com aquele rostinho lindo dele, sorrindo como se nada tivesse acontecido, bem perto de mim, e ele fala: "ai, desculpa, foi sem querer", como se tivesse tropeçado. Terminei de lavar e saí com cara de bunda. Pensei: ou foi de propósito ou ele é um sem-vergonha. Eu nunca dei abertura pra ele fazer uma parada dessas, de me apoiar, como quem não quer nada. E não foi um apoio suave, foi de propósito, pra eu sentir. E eu senti, sim. Certeza que ele tava com o pau meio duro, porque uma coisa meio dura se apoiou no meio da minha bunda. Filho da puta, pensei, esse aí se acha o tal.
Sentei na minha mesa, e daqui a pouco ele vem, se abaixa e bem devagar no meu ouvido fala: "Ana, me desculpa, fui um merda. Você é tão séria e eu me passei mal. Não sei como fazer você me perdoar, mas não consegui resistir. Essa bunda que você tem, com essa saia, me venceu. Não aguentei mais. São muitas punhetas pensando em você. Desculpa, agora você sabe que me deixou louco." E foi embora...
Fiquei paralisada, não conseguia entender. Se eu nunca, mas nunca mesmo, dei a menor expectativa pra ele. Me deixou estranha, tudo o que ele falou, não. Não sabia se era raiva ou tesão.
Continua...
3 comentários - Meus Dois Maridos
Pero vi un bache en los primeros relatos que no aparecen