Voltei pra agência.

Bom dia, depois de um tempo, tô de volta à ativa.
Me desculpem pelo abandono, mas por causa de uma cirurgia no menisco, fiquei de molho por um tempo.
Depois da Alicia e da Alma, as coisas seguiram normais.
O magrelo tava numa fase de paixão besta até a Alicia cortar a ideia dele pela raiz.
Por outro lado, a Alma arrumou um namorado e tudo seguiu como sempre segue… Sem parada.
Naquela época, por causa da idade, meu joelho começou a dar problema e, ao descer de uma caminhonete, ouvi aquele barulhinho característico de rompimento do menisco. Depois de consultar o médico, artroscopia no meio, repouso e de volta ao trampo.
Quando volto, depois dos cumprimentos cordiais e do interesse dos colegas, falo com o gerente, que me diz que 2016 começou com muitas expectativas e que tinha um mercado em movimento. Então, ele me pede pra ir pra mesa e me atualizar com tudo que tava pendente.
Ele me conta que já tinha gente de férias e que tinha um par de vendedores novos.
Ao chegar na minha mesa, vejo uma pilha de papéis do caralho. Envelopes, pastas, dossiês.
Acabou sendo o depósito de todo mundo.
Dediquei a primeira hora a organizar aquela bagunça e, quando terminei, comecei a JOGAR em cima de cada mesa o que não era meu. Por isso, comecei a ouvir xingamentos de todo lado.
Quando vou pra área dos vendedores, vejo três novatos perdendo tempo no celular e um, em particular, tentando despachar uma mulher.
Fico olhando a cena e penso comigo: “mano… vão foder tudo…”
Escutando e observando sem vergonha, vejo que a cara da mulher tava ficando vermelha e o tom de voz começava a ficar mais alto.
Quando me aproximo, cumprimento com um “Bom dia” bem alto, pra chamar atenção.
A mulher me olhou e continuou discutindo e pedindo explicações. Pediu o livro de reclamações.
O vendedor, sem me dar a mínima, disse que não tinha e, quando virou a cabeça, me fala: “Vai pegar uma senha que quando eu terminar com a essa gata aí te atendo, irmão..."
Me deu um tesão danado...!
Olho pra mulher, que meio envergonhada, baixava a cabeça e falo: "Senhora, a senhora não merece esse tratamento, então peço desculpas pelo ocorrido.
Deixo claro que não sei qual era o assunto em questão, mas não ia permitir esse desaforo..."
A mulher me olha e diz: "Não se preocupe, já vou embora daqui."
O cara pulou igual uma lebre e me fala: "Falei pra esperar, que vão te atender."
Perdi a paciência de vez e, olhando o vendedor nos olhos, falo alto: "Senhora, isso é pra senhora, então peço que não vá embora e curta, isso é só o começo."
Me coloquei na frente do cara a cinco centímetros e falo: "Moleque, você não tinha nem nascido e eu já trabalhava nessa agência, então não vou permitir que, por sua falta de educação, uma dama seja maltratada nem o nome dessa agência seja sujado. Então agora só te restam duas coisas:
1º, você vai pedir cem vezes desculpas e perdão pra senhora de um jeito bem convincente, e a
2ª, você vai sumir do salão antes de terminar de falar o último perdão..."
O cara deu um passo pra trás e me fala: "E você, quem se acha que é, seu idiota?"
Foi nesse momento que o magrelo, meu colega, que sempre foi um cagão mas um fofoqueiro, tentou me tirar o cara das mãos. Eu já tava segurando ele pelo pescoço, levando pra oficina, pronto pra encher ele de porrada.
Quando o magrelo interfere, percebo que a senhora estava paralisada...
Me aproximei e pedi mil desculpas por aquele momento, expliquei que era funcionário da firma e que não aguentei ver fazerem aquilo com ela nem com nenhuma mulher.
Virou uma confusão tão grande que, quando o gerente chegou, já me via numa merda danada, mas a mulher disse, virando pro gerente: "Não sei quem o senhor é nem me importa, mas se não fosse por esse cavalheiro, eu estaria muito envergonhada pelo tratamento humilhante que aquele rapaz me deu, então me faça um favor e deixe que Esse senhor (por mim) me atenda como deve ser."
O gerente deu meia-volta e foi encarar o cara que estava branco igual papel.
A senhora, convidei pra minha mesa e mal sentou… começou a tremer que nem uma folha.
Vendo isso, trouxe um copo d'água, um café e perguntei se ela tava bem..
Com os olhos cheios de lágrimas, me disse que tava com uma vergonha danada do que tinha rolado e começou a chorar. Estendi a mão por cima da mesa, peguei a mão dela e falei "Desculpa se o 'você' incomoda… mas fica tranquila, esse momento já passou e não vou deixar ninguém te maltratar. Vou te atender como uma rainha e você vai ver que não tô mentindo…"
Ela levantou a cabeça e, tentando rir, disse "hahaha, certeza que você fala isso pra todas…" "mas eu só queria saber de um carrinho…! A gente riu junto.
Quando ela se sentiu melhor, falou "Que vergonha, se você tem uma manta, me enrola e me leva pra rua porque não quero que ninguém veja minha cara."
Falei pra ela ficar sossegada, disse meu nome e, pra ver que não ia ter treta, perguntei que carro ela tinha vindo procurar.
Ela foi se soltando e disse que queria um pequeno, usado, pra levar e trazer ela.
Quando relaxou, parei pra reparar nela: uma mulher de uns 50 anos bem vividos, magra, sóbria, com uns peitos que não eram lá essas coisas; cabelo preso, da cor de alguma tintura, emoldurando uns olhos pretos penetrantes, com um vestido listrado. Era mais baixa que eu, com uns saltinhos médios e umas panturrilhas lindas — consegui ver graças ao vidro da minha mesa. Resumindo, uma mulher comum, mas interessante.
Convidei ela pra me acompanhar até o setor de usados enquanto pegava a pasta, já que não fazia ideia do que tinha nos depósitos.
Subimos pela rampa em silêncio, falei pra ela se segurar no corrimão enquanto eu revisava a lista enorme de usados e tentava no Handy falar com o chefe da oficina.
Quando Chegamos ao primeiro andar, tava cheio de carro usado.
Como eu tinha voltado pro trampo fazia pouco, dei uma pausa e fiz umas perguntas pro chefe da oficina, que me disse que com certeza tinha dois Clios bem recomendáveis, um vermelho e um branco.
A gente viu os dois juntos e ela ficou encantada com ambos.
Perguntei se ela queria testar algum e ela disse SIM…! Perguntei se tinha carteira e ela disse SIM, mas que dirigia muito pouco.
Olhei os dois carros e escolhi um vermelho de 5 portas.
Convidei ela pra entrar no banco do carona, abrindo a porta e segurando a mão dela… Ela me olhou e disse: "Nossa, você é um verdadeiro cavalheiro. Obrigada."
Saímos do depósito, pegamos a rampa e avisei que ia dar uma volta pra testar. Já na rua, com luz natural, o carro se destacava muito mais.
Ela pediu pra eu parar pra poder ver ele em detalhes e pra eu explicar os pontos positivos.
Parei na sombra e dei só MINHA OPINIÃO: cinco portas, ar condicionado, direção, trava, CD, airbag, muito bom de chapa e pintura, pouquíssimos km e muito bom de peitos…
Depois de um silêncio, ela me olha e diz… "Bom, se eu comprar, finalmente vou poder me gabar dos meus peitos, porque até hoje, só tenho peitos pequenos… hahahahaha" e ajeitou os seios com as duas mãos. Ao perceber o que fez, ficou vermelha e pediu desculpas…!
Eu não parava de olhar pra ela e respondi: "A cor agora combina com seu rosto, de tão vermelha, não quero nem pensar se sua roupa fosse vermelha…! Você seria uma gracinha…!"
Ela virou e me perguntou se dava pra ver a calcinha dela..! Tinha entendido que dava pra ver a roupa íntima e, por acaso, era vermelha…!
A gente riu pra caramba por um tempinho e ela disse: "Hoje é um dia de loucos." "Comecei com a ilusão de comprar um carro, depois passei por um baita desgosto e, no final, antes de ir trabalhar, encontro um cavalheiro que veio me ajudar… O que mais posso pedir pro meu dia…?"
Eu olhei pra ela e falei: "Você pode pedir um final com tudo…!"
A gente percebeu que os dois tinham começado a falar com duplo sentido e que tava Saindo do curso, ela me olha com cara séria e fala: "Peço desculpas. Eu nunca ajo assim. Sou professora, trabalho em quatro escolas e por isso quero o carro. Não pense que estou atrás de outra coisa."

Olho pra ela e digo: "Não me importa o que você está atrás, desde que você se anime a viver, vai valer a pena." "Se você gosta do carro, te vendo ele." "Se precisa ir trabalhar, vai." "Se quiser, te levo."

Voltamos pra agência sem falar nada, ela olhava o carro e todos os detalhes.

Quando sentou na mesa, me disse: "Mariela." "Mariela é meu nome..." "Gostaria de pensar um pouco sobre a compra, posso?" "Pode guardar pra mim...?"

Olhei pra ela e falei: "Mariela, prazer, pega meu cartão, aí tem meu número. A questão dos usados é a seguinte: quem paga, leva. Não posso guardar pra você..."

"Mas posso mandar pra oficina dar uma revisada, porque acho algo errado e isso te dá um dia pra pensar..."

Ela ergueu os olhos pretos, franziu a testa e disse: "E essa atenção, por quê? Como devo pagar por isso? Desse jeito, vou ficar te devendo...! Melhor não. Obrigada."

Levantou, olhou meu cartão, guardou e disse: "Vou indo, porque estou atrasada pra escola."

E foi embora...!

Levantei, fui pra gerência onde estava o gerente, o guy, o magrelo e os vendedores novos.

Quando entro, encaro o guy gritando: "Vou te encher de porrada, filho da puta!!!"

Todo mundo me segurou e o gerente disse pra eu dar uma volta, que o guy era sobrinho dele e pra eu me acalmar.

O guy, de trás do tio, gritou: "Se o Clio vender, a comissão é minha...!"

Eu, com os olhos cheios de ódio, falei: "TE MATO..." e quando estavam me tirando empurrado da gerência pra eu não comer aquele guy de merda, meu celular começou a tocar com um número desconhecido e eu gritei: "QUEM FALA...!?"

Do outro lado, depois de um silêncio sepulcral, ouço: "Sou eu, Mariela... desculpa." E desligou.

Na hora, retornei a ligação e quando ela atendeu, pedi desculpas e contei tudo. o que aconteceu.
Ela me diz: "Olha, estou esperando o ônibus e ele não vem, ainda está de pé aquela história de me buscar?"
Entrei no carro que queria comprar e a encontrei a duas quadras.
Ela estava muito nervosa e disse: "Isso é uma loucura, né? Melhor eu ir embora..."
Olhei pra ela e falei: "Mariela, entra no carro e vamos pro teu trabalho." Ela me contou que era professora e vice-diretora, que ia pra um instituto terminar algo que precisava entregar em fevereiro, mas queria garantir antes de sair de férias. Disse que era divorciada, que estava sozinha e que tinha medo dessa situação.
Perguntei onde ficava o instituto e a levei. Ela falou: "Vem comigo, fica feio me verem descendo de um carro e sendo trazida por um homem, por favor."
Acompanhei ela até a sala e disse que aquele passeio me fazia bem, já que meu primeiro dia de trabalho tinha sido uma loucura. E me sentei num sofá ao lado da mesa dela.
Contei que estava voltando ao trabalho, da operação, que não conhecia os vendedores...
E naquele momento ela me olha e pergunta: "E por que você está aqui agora...?"
Olhei pra ela e falei: "Porque acho que você é uma mulher gostosa, que estava sozinha, sendo maltratada por um moleque. Porque você tem milhões de dúvidas, como comprar o carro, mandar aquele pivete que te atendeu pra puta que pariu, medo de dirigir, medo de entrar sozinha, medo, medo, medo... e medo!"
Ela se apoiou na mesa com as duas mãos e disse: "Você não me conhece, não sabe quem eu sou nem como sou, por que estamos falando dessas coisas?"
E respondi: "Porque você perguntou e porque você quer que algo aconteça, mas tem medo."
"Acho que, como não sou um cara ruim, devo ter inspirado alguma confiança em você e, sinceramente, se dependesse de mim, pararia de falar e te beijaria na boca, só pra começar...!"
Olhei fixo pra ela e me levantei ao lado dela.
Mariela mantinha o olhar fixo em mim até que me levantei tão perto que ela fechou os olhos e, sem hesitar, dei um beijo muito doce. Comecei com um selinho bem suave e, como não houve rejeição, peguei ela pela cintura e nos acabamos de beijar...
Comecei a Percorri a silhueta dela e percebi que era uma mulher gostosa pra caralho. Tava pegando fogo e nós dois começamos a queimar de tesão.
Sem pensar duas vezes, levantei ela na mesa e minhas mãos já estavam apertando os peitos dela.
Com a cara descomposta, com um sorriso safado, ela me olha e fala: “Viu? São small tits…”
“Ainda não vi elas” foi minha resposta, e comecei a descer uma alça do vestido dela pra aparecer o sutiã e o branco do peito.
Quando consegui meu objetivo, tava brincando com minha língua num mamilão duro enquanto ouvia um gemido lindo… Fundo e meio rouco…
Mariela tava fervendo e num segundo de lucro ela fala: “PARA” “Aqui NÃO”, se alguém entrar, vão me mandar pra puta que pariu….! “Vamos embora daqui”
Sem hesitar, subimos no carro e fomos pra um motel.
Ela ficou olhando pra baixo o tempo todo da viagem.
Quando me indicaram o quarto, ela se agarrou no meu braço, de cabeça baixa.
Ao fechar a porta, sentou na cama e falou: “Isso é uma loucura, não te conheço”
Minha resposta foi: “Fica tranquila…” e me deitei na cama.
Vi ela chorando sem fazer barulho e me senti muito mal.
Falei pra ela ficar de boa, que em alguns minutos, quando se acalmasse, a gente ia embora dali.
Peguei o controle e liguei a TV.
Apareceu uma cena pornô, normal num motel, e ao ouvir os gemidos, ela virou a cabeça.
Olhei pra ela e falei: “Se quiser, troco…!”
Com os olhos cheios de lágrimas, ela falou: “Posso ver com você?” e se deitou do meu lado.
Tenho que admitir que não era um filme lá essas coisas, mas tinha uma história onde uma professora tentava seduzir um aluno, e quando a gente entendeu, falei: “É igual a gente…”
“Ela levantou os olhinhos e falou: ‘Eu nunca quis te seduzir, e além disso, olha o corpo daquela mulher, você não ia me dar bola nem fodendo…!’
“Tirei uma mecha de cabelo que caía no rosto dela, dei um beijinho e falei: ‘Você é uma mulher de verdade, e isso me atrai muito mais do que qualquer corpo de TV…’”
Sem hesitar, Recebi a resposta e a Mariela estava me abraçando e me comendo a boca.
De um pulo, ela subiu em cima de mim, abaixou meu zíper e puxou minha calça pra baixo, deixando a cueca comprimindo minha ereção…
Ela olhou pra ele e me disse: “Você vai cuidar de mim? É saudável? Tô com medo…”
Dei um beijo na boca dela, falei que me importava, que ela ficasse tranquila e que aproveitasse.
Saí de debaixo dela, pedi uma caixa de camisinha e falei… NADA QUE VOCÊ NÃO QUEIRA…
Num movimento só, ela tirou o vestido, a calcinha vermelha e se enfiou na cama.
O interfone tocou, peguei a caixa de camisinhas e me despi do outro lado da cama, com uma na mão.
Quando me meti, ela me abraçou e começou a me beijar.
Em um segundo, já estava virando pra montar em mim de novo.
Pedi pra ela deixar eu colocar a camisinha e quando olhei pra ela, aqueles olhos eram de uma pantera…
Ela me diz: “Jura que você é saudável…! Jura que vai me tratar bem…!”
Falei, até com um pouco de medo: “Sim, eu juro…! Por que você tá me perguntando isso?”
E gemendo como uma gostosa, ela me diz: “Porque faz três anos… Três anos…! Que eu não dou…!”
“Por favor, coloca devagar…” “Mas na primeira vez, manda no pelo, pra sentir como uma rola deve ser…!” Ela falou.
Tomei cuidado pra achar a entrada, deslizei até o lugar certo e quando chegou a hora, comecei a fazer pressão com a cabeça da minha pica.
Sentia os lábios da buceta dela pulsando. Devo dizer que era uma sensação única…!
Ela começou a tremer como se tivesse frio…
Começou a fazer pressão e, aos poucos, a cabeça da glande foi abrindo o que há tempos estava fechado e, junto com isso, ela começou a gemer de um jeito que me alucinava.
Fiquei parado pra ela ir sentindo tudo do mesmo jeito que eu sentia.
Devo admitir que era bem apertada, dava pra ver que não transava há anos e que não tinha tido filhos. Mas a lubrificação que ela tinha começou a me molhar todo.
Muito devagar e aos poucos, ela foi introduzindo todo o meu pau na buceta dela até que, quando chegou no fundo, fez o Fingiu que ia se levantar e sentou com toda a força.
Meu pau entrou até o fundo e ela abriu a boca, soltando um OOOOOOHHHH profundo.
Era um espetáculo lindo ver aquela mulher se penetrando do jeito que queria, de olhos fechados, os peitos inchados porque eu tinha chupado eles e deixado uns chupões enquanto ela me deixava penetrar ela, ou melhor, ela se penetrava.
Quando relaxou, se jogou no meu peito e comecei a beijar ela na boca.
Olhei no espelho e lá estava ela, com as perninhas tremendo, em cima de mim, fazendo um movimento pélvico sem parar…
Num instante, apoiou nos cotovelos e falou: “Valeu… Tô amando… Tava precisando disso.”
Na hora, peguei ela pela bunda e comecei uma penetração mais rápida e mais forte.
Ver a cara dela era uma maravilha. Ela gemia que nem uma louca e se arqueava mais.
Num momento ela falou: “Para… Não goza dentro de mim, olha que não tô me cuidando…”
Beijei ela de novo e falei pra ficar tranquila, mas ela insistiu: “NÃO… você vai querer gozar dentro…!”
Tenho que admitir que me irritou, porque eu tava começando a aproveitar e ela me cortou no melhor momento. Aí meio que tentei tirar ela de cima e ela gritou: “NÃOOOO… não tira, por favor…!”
Olhei pra ela e falei: “QUAL É O TEU PROBLEMA…? Você montou em mim do jeito que quis e quando eu quero te dar um pouco de prazer, você me para na hora…! Quem te entende?”
Ela me abraçou e falou: “Sabe o que rola? Meu último parceiro metia, dava duas bombadas e gozava, e por culpa dele uma vez tive que fazer um aborto…”
Falei pra ela não se preocupar, que não ia gozar dentro, que só queria ver ela gozar e que queria gozar também.
Ela me olhou e falou: “NÃO GOZA DENTRO… PELO AMOR DE DEUS…!”
Falei que ia colocar uma camisinha, pra ela ficar tranquila e a gente poder aproveitar.
Ela se mexeu de novo e falou: “Vai, bota…”
Como não entendi, perguntei o que ela quis dizer… E ela respondeu: “Vai, você embaixo, eu em cima e goza…!”
QUEEEEEE…? Foi minha reação. Resposta…!
Você não conhece outra posição?
Foi aí que ela me disse que o último parceiro dela, de… 15… anos, a única posição que praticava era aquela e que ela tinha se acostumado a ficar assim, e que já nem lembrava mais o que era transar…!
Perguntei como ela se sentia ao gozar e, surpresa, ela me disse: Gozar? Nunca tive um orgasmo…!
Naquele momento, desci da cama, levantei ela no colo, coloquei ela de barriga pra cima e me posicionei pra começar a posição do missionário… e ela disse “Siiim, papai…”
Beijei ela na boca, continuei descendo até os peitos dela, segui pelo abdômen até chegar numa pequena montanha peludinha…
Quando cheguei lá, comecei com beijos a abrir caminho até sentir dois lábios carnudos que se contorciam e ela me apertava com as pernas…
De onde estava, ela tentou se soltar e disse “Para, não gosto disso…”
Levantei a cabeça, subi de volta até a boca dela e, quando comecei a beijá-la, fiz uma leve pressão e enfiei a cabeça inteira… Ela abriu a boca e gemeu, e eu coloquei até o fundo…!
Tirei bem devagar e falei: “Deixa eu fazer… hoje você vai voar…”
Me posicionei entre as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela de um jeito especial. Devagar, misturando beijos e lambidas, brincando com os dedos… Era uma cachoeira.
Os dedos dela brincavam na minha cabeça e ela só gemia até que, num momento, acho que sem perceber, ela gritou: Filho da puta…! Você tá chupando minha buceta…! Adoro…!
Acelerei o trabalho com a língua e deixei um dedo na buceta dela…
Como ela tava tão molhada, comecei a usar todo o fluxo dela e passei no cuzinho dela…
Ela percebeu e disse pra eu nem pensar…
Como não liguei, ela se deixou cair na cama e abriu mais as pernas, me deixando fazer meu trabalho tranquilo. Gozava igual uma louca…
Depois de um tempo, alternava minha língua entre a buceta e o cuzinho dela.
Mariela se contorcia igual uma enguia e, depois de 15 minutos, já tinha um dedo na buceta e outro no cuzinho… Ela não parava de… chupar ela toda....!
Passados uns 20 minutos, ela ficou tensa... Começou a tremer e gozou na minha cara.
Me encharcou de um jeito inacreditável...! Ela começou a ter umas convulsões e eu continuei chupando. Ela ficou dura e teve outro orgasmo igual ao anterior...!
Ela me puxou pra cima e só gritava "AAAAAAHHHH" "AAAAHHHH".
Quando me levantei, sem perguntar nada, enfiei de uma vez e ela me abraçou cravando as unhas nas minhas costas...!
Comecei com uma metida frenética até que, em dois minutos, ela gozou de novo...!
Aí, ela caiu no colchão.
Me afastei e notei ela super ofegante, com o cabelo bagunçado, os olhos quase virados...
Deitei do lado e abracei ela. Ela me abraçou e começou a lacrimejar...!
Me deu um beijo na boca e disse obrigada...!
Devolvi o beijo e falei "De nada, mas isso tá só começando..."
Ela me olhou surpresa e disse "MAIS?"
Apontei pra baixo e ela viu que eu tava com a pica prestes a explodir.
Com cara de resignação, ela disse "na minha vida nunca fui comida assim... Não aguento mais...!"
Respondi bem sério... Ainda não te comi... só enfiei um pouquinho e chupei, nada mais...!
Ela me olhou surpresa e disse... "Você quer mais?" "Vai me matar... pensa que faz anos que não transo e ainda gozei pela primeira vez na minha vida... e três vezes...!"
Olhei pra ela com cara de tarado e falei "SIIIIIIIII....!
Vou te comer de um jeito diferente, pra entrar tudo e você ficar essa noite relaxada como depois de uma sessão de massagem...!"
Ela me deu um beijo na boca e disse... "Faz o que quiser comigo, mas me cuida..."
Perguntei se ela gostava de chupar e ela disse que nunca faria, que tinha nojo.
Ri sarcasticamente e ela perguntou por que eu ria, e respondi... "Um dia você vai rir também...!"
Ela disse que era tarde, que por que não começávamos a nos preparar, e eu falei antes disso, deixa eu te comer do jeito que eu quero...
Adoro com a bundinha pra cima, com dois travesseiros na barriga...
Preparei ela, coloquei a camisinha, me ajoelhei atrás dela e comecei a penetrar ela.
De ser uma professora ou mestra recatada, ela empurrou a bunda pra trás e enfiou tudo de uma vez.
Quando se sentiu penetrada, tentou gozar, mas não deixei e comecei a meter com muita força…
Eu via ela com a cabeça enfiada no colchão e eu agarrado na cintura dela.
Sentia o quanto a cavidade dela era apertada e era um prazer gostoso em cada estocada…
De repente, se ouve… Ai…! Meu Deus…! Como você tá me comendo bem….! Me dá tudo, papai…!
Foi aí que acelerei e senti um orgasmo incrível vindo…!
Fiquei beijando as costas dela até tirar.
Mostrei a camisinha com o conteúdo e falei: “Vou jogar no banheiro…”
Ela ficou olhando e perguntei o que tinha… Ela respondeu que ficou curiosa pra saber qual era o gosto…
Beijei ela e falei: “Já é tarde pra nós dois”
Você tem meu telefone, se quiser, a gente repete e vai explorando mais coisas…
Ela virou de barriga pra cima, totalmente nua, e me respondeu: “COMO O SENHOR MANDAR, PROFESSOR…!”
Saímos do hotel e ela pediu pra eu deixar ela a duas quadras da agência.
Nos demos um beijo longo e ela disse: “Vou descer, mas amanhã, ao meio-dia, depois de dormir como uma rainha… vou te ver lá pelo carro…”
E voltei pra agência, bem na hora que o horário de almoço terminava…
Ninguém sentiu minha falta, só tinha o cara na recepção tentando pegar a recepcionista… Quando me viu, correu pra entrar na sala dele e ligar pros clientes.
Galera….!
Aguardo as opiniões de vocês…

9 comentários - Voltei pra agência.

Excelente relato. Y, contrariamente a lo que se ve muchas veces por aquí, muy bien escrito.
SIGA TROESMA!
Muy buen relato y bienvenido al ruedo de los relatos. Gracias por compartir
Regresaste! Y con un muy buen relato, por cierto. Estos son los relatos que más me calientan, los de veteranas necesitadas de una buena cogida. Quedo a la expectativa de la continuación. Gracias por compartir.
Genial el relato! usted es un caballero!!
Excelente, pensé que no escribias más.
ldrja
IM PE CA BLE te extrañabamos!!!!! Y Almita? Y Alicia?