Verão na cama

Deixo um presentinho pra vocês antes do ano acabar. Espero que gostem tanto quanto eu. Bati uma punheta gostosa enquanto escrevia e tem aquele toque de sacanagem que tanto excita vocês. Só que dessa vez de um ponto de vista diferente. Amo vocês, meus poringueritos.


Espero seus comentários e dedinhos.
Beijinhos, meus amores.
Verão na cama

Lá estava eu com aquele gesso gigante que cobria minha perna inteira, largado na cama. Meus amigos, por outro lado, como não iam passar metade do verão assim, estavam mais animados.

- Conta direito, Nico, como foi a parada. Você tentou desviar de um moleque com a moto e bateu num caminhão, foi? - perguntou Juan Cruz.

- Não, seu idiota, foi desviando de um cachorro e bati numa caminhonete - respondi, enquanto Pedro, Nelson, Diego e Ezequiel riam. Sinceramente, dentro do que foi o acidente, podia ter quebrado muito mais; no resto do corpo só tinha uns arranhões. A outra parte ruim foi que minha moto ficou destruída.

- Você não faz ideia das gostosas que perdeu por não sair sábado - disse Pedro.

- As minas que subiram no balcão pra dançar? No final, levaram elas? - perguntou Ezequiel.

- Cara, para de contar dinheiro na frente do pobre - cortei antes que continuassem. A verdade é que eu tava morrendo de inveja. Com tudo isso, já tava há umas semanas sem ação e não tava a fim de ouvir meus amigos aproveitando as bucetas que eu tava perdendo.

- Vamos trazer uma enfermeira gostosa pra você, amigão. Assim você acaba com a seca, hehe - completou Pedro, enquanto os outros riam.

Pra piorar a humilhação, naquele momento entrou minha mãe perguntando se alguém queria alguma coisa. Não sei se ouviu algo da conversa, mas fiquei vermelho só de pensar nessa possibilidade. Pelo visto, nenhum dos punheteiros dos meus amigos percebeu meu constrangimento. Esqueceram do acidentado do Nico assim que minha velha passou pela porta.

"Velha" é como eu chamo, já que sou filho, mas a verdade é que ela não é tão coroa assim. Me teve aos 18 e se mantém em forma. Na verdade, desde pequeno foi uma tortura as piadas por ela ser tão gostosa. Pra vocês entenderem melhor: ela é morena, alta, de pernas longas e tonificadas pela academia, assim como a raba imponente, uma cintura de pilão e, sem dúvida, os donos de todos os olhares, os peitos dela.

O pior é que de alguma forma o Culpado de que minha mãe seja a MILF do grupo sou eu. Depois que nasci, pelo que contam, ela ficou bem encanada com o corpo, aí virou obcecada em malhar e ficar gostosa. Mesmo tendo um rostão lindo, pele morena e uns lábios carnudos, ela insistiu até meu pai pagar a plástica nos peitos. Desde então, com o corpo sarado na perfeição, virou o xodó de todo mundo.

Bom, esclarecido isso, vou continuar. Quando a véia entrou no quarto, uma porrada de sorrisos e olhares safados tomou conta do ambiente. Não curti nada, mas tive que engolir. Enquanto eu arrumava as almofadas onde apoiava o gesso, geral se derreteu com a rabetona da minha mãe enfiada numa legging branca. Não sei se foi pela minha abstinência sexual forçada ou pelo tesão de ver meus amigos de olho na minha coroa, mas não consegui evitar de olhar pros peitos dela, apertados numa regata turquesa. Uma sensação estranha, entre tesão e culpa, me invadiu, e senti algo acordar dentro da minha cueca.

Minha mãe me perguntou como eu tava e um troço sobre o remédio, eu respondi tudo que sim pra ela vazar, mas verdade seja dita, eu não tava pensando direito. Foi um momento muito bizarro. Nunca tinha rolado algo assim comigo. Meus amigos, por outro lado, continuaram cochichando e olhando com uma certa excitação a figura da mamãe. Provavelmente por aquele sentimento estranho de culpa, já não me incomodou tanto. Assim que a véia saiu, o Nelson chegou perto e, sob o olhar atento do resto, falou:

- Tenho que te perguntar, mano: são naturais?
- O quê? - respondi eu, ainda perdido nos meus pensamentos
- Essas tetas, cara - ele disse na maior cara de pau
- Não, óbvio que não! - respondi entre risadas
- Mesmo assim, são sensacionais - completou o Eze, já saindo totalmente da linha
- Essa mina é toda gostosa, mano - o Diego também se soltou. O Juan Cruz só ria da tagarelice dos nossos amigos.
- Calma aí, pessoal. Também não se passem, que é a minha mãe! - esclareci
As gozações continuaram um pouco, mas no fundo sabia que eles falavam sério. Não sou cego.

Os caras me aguentaram por mais um tempo, deixando a tarde um pouco mais divertida, postaram umas fotos comigo no twitter acompanhadas de umas piadas sobre minha situação e a necessidade de arranjar "uma enfermeira gostosa p/ me cuidar" citando o último tweet. Depois disso, começaram a juntar as coisas deles entre risadas e foram todos embora. Já tava ficando tarde e, com certeza, os desgraçados já tinham planos pra noite, mesmo sem me contar.

Minha mãe se despediu deles e depois veio me avisar que ia tomar um banho e depois esquentar a janta. Quando ouvi o chuveiro da minha cama, não consegui evitar de pensar que ela tava se despindo e lembrei dos olhares tarados dos meus amigos em cada curva dela, além da tesão que aquelas tetonas enormes me causaram. Escondido pela impunidade de estar totalmente sozinho, deslizei minha mão por baixo da cueca e comecei a me tocar. Precisava me aliviar, e a falta de atenção sexual era notória. Mal comecei e já tava duro. Ouvia a água e, de olhos fechados, imaginava as gotas percorrendo todo aquele corpo escultural.

Tava quase gozando quando o telefone fixo começou a tocar. Minha mãe se cobriu com uma toalha e saiu correndo pra atender.
- Mas, gordo... aham... sim... bom... tá bem - foi parte do pouco que ouvi. Ela desligou e me avisou gritando:
- Seu pai não vai vir pra janta - visivelmente irritada. Faz tempo que ela desconfia de uma traição, mas a verdade é que, conhecendo meu pai, é bem improvável; ele é velho e tem menos lábia que o ajudante do Zorro.
Parece que eu ia passar a noite inteira sozinho com a minha mãe. O que já era normal, mas naquela noite ia ser longa.

Quando minha mãe veio me trazer a bandeja com a comida, pra piorar, ela tava vestida com o pijama de seda dela, que é um shortinho que mal cobre a bunda dela e uma camiseta com alças que deixam o decote super cavado e sensual. Ela se aproximou pra colocar a bandeja no meu colo e falou:
- tá tudo bem, bebê? quer que eu abra a janela? cê tá muito vermelho - eu disse que era uma boa ideia.

Enquanto abria a janela, a campainha tocou várias vezes. Ela se inclinou pela janela e me disse:
- É o garoto do curly de hoje - referindo-se a Juan Cruz
Enquanto eu me perguntava o que ele queria, ela se apressou pra abrir.
- Com licença, senhora, não viram um celular com capa amarela? - ouvi ele dizer, todo agitado
- Entra, dá uma olhada, vou perguntar pro Niquito - disse a mamãe. Enquanto vinha vindo, notei o telefone na mesa do meu quarto. Tinha usado pras fotos e deixou lá.
- Tá aqui, ó, carregando! - gritei, rindo.

Quando ele veio pro quarto, me deu um abraço e se acalmou por não ter perdido o tal do celular. Minha velha teve uma ideia que jogou no ar sem nem me perguntar.
- Por que não fica pra jantar, querido? - perguntou pra um surpreso Juan Cruz
- Não quero incomodar - ele conseguiu dizer, sei lá se pra não ser mal-educado
- Não seja bobo, não é incômodo, além disso temos um prato a mais porque o Cláudio não vem jantar. Vou trazer um prato pra você, fiquem aí tranquilos - minha mãe encerrou a discussão.

Ficamos conversando sobre os meninos e nisso minha mãe chegou com o resto dos pratos e se acomodaram numa mesinha perto da cama.
- Que gostoso isso, senhora - meu amigo elogiou
- Não me chame mais de senhora, me chama de Evangelina ou Eva - ela pediu com um sorriso bem caloroso.

Tinha uma troca de olhares que não tava me agradando nada. Me recusava a acreditar, mas parecia que tinha algo de provocação nos gestos e nos olhares da mamãe.
Com certeza era parte da sugestão que eu tinha pelo que vivi à tarde. Era inegável que o Juan se derretia a cada sorriso e que não se privava de olhar o corpo da minha mãe tão exposto naquela roupinha minúscula. De longe dava pra ver que ela não tava usando sutiã e com as pernas cruzadas, as bundas carnudas escapavam do shortinho.

Não sei como, mas o jantar passou sem maiores problemas. Quando estávamos quase terminando, tocou o alarme que indicava a hora do meu calmante. Essa porra me relaxa totalmente, até demais. pra mim, tá de boa, mas se não tomar a dor fica insuportável e eu não consigo dormir. Avisei meu amigo pra ele não se assustar e ele falou:
- Não faz drama, Nico, eu já vou - com muita pressa
Tomei o comprimido e enquanto me despedia do meu amigo, minha mãe juntou os pratos e levou tudo pra cozinha. Comecei a sentir o efeito do remédio e fiquei mais dormindo que acordado. Enquanto tava nessa, alguma coisa me impediu de pegar no sono.

- Mas ele tá aqui! Acho que ainda tá acordado! - disse o Juan Cruz num tom muito nervoso
- Shh, relaxa, guri, que isso aqui vai te encantar - ouvi minha mãe. Aquilo me tirou do estado de relaxamento total e eu abri os olhos de leve. O que vi foi tipo um pesadelo. Meio borrado, vi meu amigo Juan encostado na mesa com uma cara de prazer que falava por si só, e quando minha visão ficou completa, encontrei minha mãe agachada de costas pra mim, com as pernas abertas e a cabeça se movendo de trás pra frente na frente dele. Tava dando um boquete suave e aparentemente super gostoso.

Não conseguia acreditar que ela era tão puta de fazer isso com meu amigo a poucos metros da minha cama. A falta de código do meu amigo também me indignava, mas eu não conseguia parar de olhar. Ela fazia muito bem, pegou a pica dura e molhada entre as mãos e enquanto batia uma punheta fazendo ele delirar, a boca dela foi direto pros ovos. Fazendo isso por baixo, minha visão dos lábios e da língua da minha mãe em ação era completa. Fiquei impressionado como ela era boa, não é algo que alguém pense da própria mãe.

Naquele momento, percebi que a ereção que eu tinha era até maior que a do Juan, que tava aproveitando pra caralho.

- Tá gostando, bombom? Alguma mina já te chupou assim? - falou com uma voz de puta impressionante a minha velha enquanto passava a língua na pica toda até a ponta de novo
- Tô amando, você é uma mestra, Eva - respondeu meu amigo sem código nenhum. Naquela hora, ele viu meus olhos abertos e quando a gente se olhou, deu um pulo pra trás como se tivesse eletrocutado. Minha mãe se virou com um fio de saliva e pré-gozo escorrendo dos lábios dela.

- Que porra é essa?! Como vocês podem fazer isso? Você é casada e é minha mãe! E você, cara, com a minha velha?! Sério?! - comecei com minhas reclamações

- Pe pe pera... - tentou falar Juan Cruz, mas o pânico não deixava

- Fala sério, Nicolas, sou uma mulher e tenho meus desejos igual todo mundo. - limpando a boca cuidadosamente com a ponta dos dedos

- Você tá chupando o pau do meu melhor amigo na minha frente! Você é uma puta, mãe! - falei fora de controle e naquele momento ela se levantou e veio na minha direção. Pensei que ia me dar um tapa pelo que falei ou algo assim

- Então sou uma puta, né? - falou com um olhar penetrante fixo nos meus olhos. As unhas longas e bem cuidadas dela batiam no meu gesso uma e outra vez esperando uma resposta

Eu tava imóvel, entre excitado, puto, nervoso e meio doidão por causa da medicação.

- Shh, você fica aí! - falou pro Juan, que já tinha subido a calça e apontava pra porta. O cara ficou duro que nem uma estátua

- Você gosta da putinha da mamãe? - falou, enquanto as unhas dela percorriam minha perna engessada até chegar na pele e finalmente encontraram meu volume que já tava completamente duro. Achei que era imaginação minha, mas o sorriso de gata da minha mãe me deixou muito excitado.

Como se tivesse hipnotizado, respondi - Sim - sem pensar e fiquei de boca aberta. A mão dela apertou meu pau por cima da cueca enquanto ela mordia os lábios.

- Olha como você tá, meu amor, parece que precisa de mais cuidados da mamãe - sussurrou no meu ouvido. Com a outra mão, pegou a minha e colocou em cima do peito direito dela. Enquanto tirava meu pau da cueca e começava a me masturbar com um movimento de pulso que me deixava à beira do êxtase

- Eu não... - tentei ensaiar uma negativa lógica, com o último resquício de bom senso, mas ela colocou o dedo indicador na minha boca e com aquela boca sensual falou

- Shh, deixa que você vai sentir coisas que nenhuma mina sabe fazer como eu - dito isso, ela deslizou pra baixo me olhando nos olhos. Quando chegou na minha pica, começou a rodar a língua em volta da cabeça e isso me deixou louco. Não acreditava que ela fosse tão boa. Enfiou a cabeça da minha rola inteira dentro da boca e continuou percorrendo cada cantinho com a língua. Tava me enlouquecendo. Apertei os lençóis e o travesseiro, não conseguia me mexer muito por causa da minha lesão, mas não pensava em nada além da boca magistral da minha mãe.

Como se lesse minha mente, ela mudou o movimento e começou a bombar, deslizando os lábios deliciosos por todo o comprimento até chegar nas minhas bolas. Fazia um vácuo perfeito e a língua se mexia no ponto certo, mas cada vez que fazia isso era orgásmico. Ela tinha toda razão. Nenhuma das gatinhas da minha idade se comparava à habilidade dela. A beleza do rosto dela com as bochechas apertadas fazendo sucção e os lábios molhados percorrendo minha pica era a perfeição.

- Mmm, mas que puta - ouvi o Juan quase sussurrando. Tinha esquecido completamente da presença dele. De certa forma, entendi a reação que ele teve. Ele tava se masturbando freneticamente com a cena incestuosa imbatível que a minha velha tava dando. Pra completar, a bunda dela apontava direto pra ele.

- Vem cá, bebê - disse minha mãe enquanto passava minha pica na bochecha dela.
Ela me olhou por um segundo pra ver se eu ia reclamar, mas eu não conseguia pensar em outra coisa além da pele macia da minha mãe roçando na minha pica.

- Tudo isso só pra mim? Tô me sentindo muito gulosa hoje - disse enquanto pegava a pica do Juan Cruz e nos punhetava os dois ao mesmo tempo. Enquanto falava, dava lambidas lentas em cada uma das picas, e aquele prazer de conta-gotas nos fazia delirar.
Ela tirou a miniblusa de seda e finalmente nos presenteou com aquela maravilha de peitos. Nós dois ficamos perplexos. Ela me empurrou um pouco e se deitou do meu lado. Eu me joguei em um deles e, ajoelhado no chão, o Juan fez o mesmo. o outro. Não conseguia parar de chupar aquele gostoso mamilo. Sentia a mão dela na minha nuca me incentivando a continuar e isso me deixava mais excitado.

Levantei o olhar ao sentir movimento e vi que ela estava se beijando de forma obscena com meu amigo. Na verdade, tudo que estava acontecendo me excitava ainda mais. Peguei os dois peitos só pra mim e enchi a boca com eles, passava de um para o outro, lambia, chupava, apertava bem. Tava possesso lambendo um daqueles mamilos deliciosos quando ela decidiu que era minha vez. Me puxou pelo cabelo e me comeu a boca.

Com tudo que tinha rolado, pode parecer bobo, mas senti uma sensação única ao provar os lábios dela e sentir a língua dentro da minha boca. Além do mais, que jeito de beijar! Uma loucura. Cada vez que me afastava um pouco, ela mordia meu lábio e me puxava de volta. A cada beijo, ficava mais excitado.

— Acho que quer mais, não é, meu bebê? — falou com voz de puta.
— Sim, quero tudo! — respondi, ansioso por aquele corpo imponente. Apertei a bunda dela com as duas mãos enquanto nossos beijos ardentes continuavam.
— Vem cá, gatinho, me ajuda — disse pro Juan Cruz, que ainda tava mergulhado entre os peitos dela.
— Sim, sim, o que você quiser — ele respondeu, enxugando a boca. Ele puxou o shortinho junto com a calcinha fio dental, deixando nua aquela linda pussy e a bunda enorme. A gente não parava de se impressionar com a gostosona da minha mãe. Ela sentou na borda do colchão e esticou as pernas pra cima. Juan, meio lerdo, demorou mas entendeu o que tinha que fazer. Pegou as roupas que estavam na altura dos joelhos mais ou menos e terminou de tirar.
— Obrigada, gostoso, agora vem buscar teu prêmio — disse ela, abrindo as pernas e puxando ele pela nuca. A cara do meu amigo sumiu entre aquelas pernas sensuais e ele não hesitou um segundo em começar a chupar.

Os gemidos da minha mãe eram como música, mas a tesão me dominou e tive que calá-los. Não consegui me segurar, peguei ela de surpresa pela cabeça e enchi a boca dela de pau. O melhor foi que ela não resistiu nada.
— Nossa, que puta você é, hein pares - eu dizia, quase gozando. A puta foi se ajeitando até ficar de joelhos na minha frente enquanto recebia a língua do magrelo, era uma imagem muito erótica. Aqueles peitos pareciam mais desejáveis do que nunca naquela pose.

Como uma fera no cio, ela empurrou João Cruz com o pé no peito e subiu em mim, pegou meu pau entre as mãos e, mordendo os lábios, começou a enfiar naquela buceta totalmente molhada pelo trabalho do outro desgraçado, mas também pela própria excitação dela. Ela foi descendo devagar, como se quisesse fazer aquela primeira penetração perfeita, e realmente estava conseguindo. Nunca na minha vida senti tanto prazer, nunca uma mulher teve tanto controle sobre mim, os gemidos dela me perdiam.

Ela me olhou e sorriu com todo o meu pau dentro dela. Apoiou as mãos no meu peito e, com os pés firmes no colchão, começou a subir e descer. Primeiro devagar, se deliciando com meus gemidos, e aos poucos foi aumentando a velocidade e a força. Eu sentia o som do corpo dela batendo nas minhas pernas.

- Me chama de puta de novo - ela disse, com o cabelo no rosto por causa dos fortes solavancos que dava ao pular.
- Sim, puta, você é a melhor puta que já comi na minha vida - falei, louco.

Ela se ajeitou mais em cima de mim, de joelhos no colchão sem tirar meu pau daquela buceta quente, e eu mergulhei de novo naqueles peitos espetaculares que ficaram bem na altura da minha boca. Eu estava chupando quando senti um movimento estranho na cama e um grito forte dela, que devia ter sido ouvido lá fora. Quando levantei a cabeça do travesseiro, pude ver João Cruz agarrado na cintura da mãe, entrando devagar no cu dela. O sorriso de prazer que se desenhou nela enquanto ainda gritava me convenceu de vez de que ela era realmente a maior puta que já tinha conhecido.

- Você gosta, Eva? Tem uma bunda linda - ele dizia entre espasmos de prazer, meu amigo.
- Sim, me comam forte, os dois! Façam o que quiserem comigo - exclamou ela, com o rosto vermelho.
- Desde a primeira vez que te vi que quero comer essa bunda gostosa - gritou Juan, que já estava metendo com tudo. Saber que ela era tão puta me deixou louco de tesão e me apertei naquele corpo encharcado de suor sem parar de chupar aqueles peitos monumentais

- Siiim, que puta que você é, vou gozar! - gritei entregue ao prazer
- Ainda não! - ela disse parando e dando um pulo. Nem eu nem Juan entendemos, mas quase na mesma posição ela desceu esfregando os peitos no meu peito e apertou meu pau entre eles.
- É isso que todos querem, meu amor - ela disse começando um boobs fuck com os peitos deliciosos dela. Eu a via gozar a cada movimento, vendo minhas expressões de prazer. Ela fazia como uma profissional.

Não podia acreditar que ela era tão puta! Aquele sorriso perverso e aqueles olhos cheios de luxúria que não saíam dos meus. Não consegui me segurar mais. Era demais. Os jatos incontroláveis de porra começaram a espirrar no rosto lindo dela. A cara de satisfação com o leite quente escorrendo na boca, nariz e testa dela era pornográfica.

Um jato inesperado de porra do Juan Cruz acertou a bochecha dela e com todo aquele sêmen acariciando a pele do rosto dela, ela meteu os dois paus na boca e depois lambeu como se estivesse brincando com os restos de porra que sobraram.

Eu fiquei impactado, meio em choque com tudo que aconteceu. Ela, com toda calma, se limpou um pouco com os dedos e fez meu amigo jurar silêncio antes de se despedir dele com outro beijo ardente.

Ela voltou pra cama comigo e passando a língua na minha bochecha, sussurrou no meu ouvido
- Uma enfermeira assim que você pediu hoje no Twitter? - com uma cara cúmplice e provocadora
- Não pensei que ela estava tão perto - respondi com o mesmo olhar
Ela me beijou e eu fiquei boquiaberto vendo ela se afastar, rebolando sensual com aquele corpo nu com a roupa na mão
- Descansa, meu amor, mamãe cuida de você - ela disse saboreando os lábios

Parece que meu verão na cama não ia ser tão ruim assim, afinal.

16 comentários - Verão na cama

hay morocha morocha...el proximo año espero cogerte si o si jajaja 🤤 🤤 te dejo +10 che, sos excelente, como siempre!
gracias bebé! besitos
excelente relato como siempre!! van +10 y q tengas un feliz año 🙂
gracias amor! por los puntis tambien
Siempre siendo tan grandiosa, me calentaste mucho. Siempre te superas nenita, y esa futura mamita sos vos.
gracias bebé, besitos y gracias por los puntis tb 😃
Muy buen relatoooo me dejaste al palo, espero q esto continue porq la historia me volo la cabeza quiero seguir leyendooo
la idea es provocar eso bombón, gracias besitos 😃
@Mishiand69 te aseguro q lo lograste termine al re palo me super toque todo llene de leche todo me re volo la cabeza calentura mal!
@cassanmartin eso es lo que más me gusta, provocar orgasmos
Excelente.....
gracias amor! besitos ya vamos a hablar en privado 😉
muy buen relato van puntitos otra cosa ¿este relato tiene continuacion?
gracias! no lo sé tal vez jijiji
@Mishiand69 dale cuaquier cosa esperamos besos y cada vez que leo tus relatos te imagino como la protagonista con ese lomaso hermoso besos bebota
@james_braddock nunca escribo nada que no sepa hacer en la cama así que no estas lejos jiji besitos
ramsser +1
Divinos tus relatos ampr me encantan me pones la verga al palo
gracias bebé. besitos!
Sos una perra me dejaste durisimo y a full! Me enca to el relato! Te dejo mis 10 de hoy!!!! Besos bombon!
gracias bombón!
uhhh mi amor me vas a matar!!! que caliente que estoy...
gracias amor! besitos
@Mishiand69 gracias a vos... siempre me sacas una pajita
+10 mi amor! ♥ (Fijate que te hable en tu shout)
Si estaría bueno una continuación donde Nicolás se ponga celoso con su madre y le reproche que le entregó la cola a Juan Cruz y ella le demuestre que para el ella le puede dar mucho más que eso