Karina, a amiga gostosa da minha mulher - parte 2

Relato 100% real
Karina chegou na hora, subiu no carro e fomos pro hotel. "Bom, quais são as mudanças que você me falou?", perguntei. "Espera ansioso, já já chegamos, você vai ficar sabendo." "Fala, me adianta alguma coisa", pedi. Ela respondeu com um sorriso.
Entramos no quarto, começamos a nos beijar, minhas mãos percorriam as costas dela e tocavam a bunda dela, ela com as duas mãos envolvia meu pescoço. Desabotoei o botão da calça jeans dela e abaixei o zíper. "Ainda tô esperando", sussurrei no ouvido dela. "A partir de hoje, a gente vai fazer pela booty", foi a resposta dela. Fiquei sem palavras. "Sim, você vai me fazer bem o cu", ela repetiu pra não deixar dúvidas. Me chamou a atenção porque ela não era de se expressar nesses termos.
Tirei a roupa dela e a minha, os beijos ficaram mais profundos. Tentei levar a mão dela pro meu pau que tá durasso, mas ela não quis. Não insisti. Levei ela pra cama, ela deitou de barriga pra cima, abrindo bem as pernas. Com minha língua, fui percorrendo as costas dela até chegar nas nádegas. Segui e tentei chegar no buraquinho dela, e ela disse: "Não, não assim, você sabe que eu não gosto. Coloca o pau em mim, por favor." Obedeci e comecei a penetrar ela. "Sim, assim eu gosto, devagarzinho, com carinho", disse Karina. Continuei metendo e ela pediu: "Um pouco mais forte e coloca tudo, por favor. Vai, não me faz esperar." Obedeci e comecei a acelerar o ritmo. "Assim, assim, vai até o fundo e dá todo o leite pra mim", ela implorou. Gozei, e tenho que admitir que ouvir ela me deixou muito excitado.
Descansamos abraçados e perguntei: "Como você tá?" "Bem, feliz de ter sentido você dentro de mim. E você?" "Muito, muito bem, acho que nós dois gozamos muito. Agora acende uma luz fraca, por favor", ela pediu. Mais uma novidade: antes a gente ficava no escuro.
Comecei a beijar e tocar ela. Como sempre, meu pau já tava duro. Pedi: "Você não chupa meu pau?" "Você sabe que eu não gosto", respondeu. "Só um pouquinho", implorei. Com a mão, ela tampou a cabeça do meu pau e passou a língua no meio duas vezes. "Já deu", disse ela. Não consigo entender ela. Eu, quando chupo um pau... Ela tá molhada, me deixa ainda mais excitado, mas definitivamente sexo oral não era a praia dela.
Começamos a nos beijar, rapidamente o tesão foi aumentando, tento ir pra cima da buceta dela, mas ela vira e me oferece o cu. Começo a penetrar devagar, passo as duas mãos por baixo do corpo dela, com uma mão começo a estimular o clitóris e com a outra meus dedos brincam com os lábios dela. Sinto o corpo dela tremer, se contrair, sinto meu pau sendo apertado pelo cu dela. "Assim, assim, continua, me come e me bate punheta que eu gosto", em poucos minutos não consigo me segurar e gozo. Ela percebe e me fala: "Por favor, não para, continua batendo punheta pra mim". Ela geme, se contorce de prazer até gozar, encharcando minhas mãos com o fluxo dela.
Ela vira, com os olhos brilhando, e me diz: "Valeu, você não sabe há quanto tempo eu não gozava assim". Nos abraçamos e ficamos um tempão naquela posição.
No encontro seguinte, durante a primeira transa, ela goza antes de mim e, quando eu tô quase gozando, ela fala: "Não goza dentro de mim, não. Goza nas minhas costas e passa seu gozo como se fosse um creme por toda a minha costa". Atendo o pedido dela e, enquanto descansamos, aproveito pra contar o que quero fazer.
"Karina, quero incluir uma terceira pessoa nos nossos encontros." Ela se surpreende e me pergunta: "Você não goza com o que a gente faz?" "Sim, e muito", respondo, "mas eu preciso, desejo algo a mais." Conto como foi meu início como bissexual, como me comeram pela primeira vez quando tava com minha namorada. "E quem você quer convidar?", ela pergunta. "Não sei", respondo, "e se a gente falar com seu marido?" "Nem louca!", ela responde na hora. "Como vou falar uma coisa dessas!!" "Fala que pra tentar resolver os problemas que vocês têm, você pensou nisso." Além disso, eu pensava: se o marido tem aquela pica enorme, como ela diz, e ela só bate punheta pra ele de vez em quando, eu não vou perder a chance de chupar aquela pica imensa. Não sei se deixaria me comer, dado o tamanho, mas chupar com certeza.
Insisti mais um pouco, mas ela continuava negando a possibilidade. de incluir um terceiro, e menos ainda o marido dela. Depois, pensei melhor e imaginei nós três num hotel: eu comendo a Karina e chupando o pau do marido. O marido ia ficar de fogo. Ele encara a minha mulher e diz: "Sábado que vem, não marca nada, que nós quatro vamos pra um lugar." "Pra onde?", ela pergunta. "No mesmo onde sábado passado seu marido comeu minha mulher e chupou meu pau." "Nãooooo, impossível isso acontecer." Não cite mais o marido.

No encontro seguinte, depois de outra transa bem intensa, enquanto descansávamos, eu falo: "Vou publicar um anúncio procurando um terceiro." De novo com o assunto, ela me responde meio brava: "Já que é isso, o anúncio vai dizer assim: 'Casal procura terceiro para compartilhar encontros. Ela amante do sexo anal, ele bissexual. Os encontros seriam sábados de manhã.'" Não muito convencida, ela fala: "Publica." Eu postei num site de compras e vendas que na época tinha uma seção dedicada a encontros sexuais. Inacreditavelmente, só recebi três respostas, e nenhuma se concretizou: duas por causa da distância, e o terceiro não apareceu no encontro que tínhamos marcado antes do sábado.

Terminamos de foder. Ela tinha me pedido de novo pra gozar fora e passar meu leite como creme nela. Ela me pergunta: "Como posso te ajudar a gozar também? Do jeito que você quer?" "Pau eu não tenho", ela disse. Respondi: "Sexo oral você não gosta, mas podia brincar um pouco com a língua no meu cu e enfiar os dedos. Não são um pau, mas..." Não muito convencida, ela fala: "Deita e abre as pernas." Sinto a língua dela se aproximando, ela passa duas ou três vezes no meu buraco e tenta enfiar um dedo. Eu tava tão tesudo por sentir algo no meu cu que gozei na hora. Ela fez um escândalo, falou que eu era um egoísta, que aquela porra era pra ela, etc. Não respondi, porque ia virar briga. Eu dei tudo, realizei todos os gostos dela. Eu amo sexo oral, ela não. Não forcei. Fiz ela gozar como há anos não gozava. Enfim, melhor ficar calado.

A partir daquele dia, ela relação foi esfriando, mais por minha parte do que pela dela, zero meus gostos, sim, pra todas elas, nossos encontros foram se espaçando até que paramos de nos ver e esse foi o fim, nunca mais nos vimos.

3 comentários - Karina, a amiga gostosa da minha mulher - parte 2

que lastima!!!!! por coger ese culo hambriento te lleno la boca de leche y hasta el culito!!!!
No se, me ha resultado un relato un tanto raro. Quizás haya ayudado a ello la falta de puntuación, eso provocaba que no supiera quien decía que hasta leerlo por segunda vez. En fin.
De todas formas van 7 puntos
Esta bueno..pero de entrada le chujaste.. "se acuesta boca arriba abriendo bien sus piernas, con mi lengua voy recorriendo su espalda hasta llegas a sus nalgas, sigo e intento llegar a su agujero y me dice no no..."
Era boca abajo...jeje..pero no le quita lo caliente.. te faltó pasion por lo que contas. El relato está bueno, pero lo enfrias bastante, ponele que la recontracojiste por el culo, hasta decir basta...por ejemplo.... Saludos.