Relato 100% real
Karina chegou na hora, subiu no carro e fomos pro hotel. "Bom, quais são as mudanças que você me falou?", perguntei. "Espera ansioso, já já chegamos, você vai ficar sabendo." "Fala logo, me adianta alguma coisa", pedi, e ela respondeu com um sorriso.
Entramos no quarto, começamos a nos beijar, minhas mãos percorriam as costas dela e tocavam a bunda dela, enquanto ela com as duas mãos envolvia meu pescoço. Desabotoei o botão da calça jeans e puxei o zíper. "Ainda tô esperando", sussurrei no ouvido dela. "A partir de hoje, a gente vai fazer pela bunda", foi a resposta dela. Fiquei sem palavras. "Sim, você vai me fazer bem no cu", repetiu pra não deixar dúvidas. Me chamou a atenção porque ela não era de se expressar nesses termos.
Tirei a roupa dela e a minha, os beijos ficaram mais profundos. Tentei levar a mão dela pro meu pau, que tava durasso, mas ela não quis. Não insisti. Levei ela pra cama, ela deitou de barriga pra cima, abrindo bem as pernas. Com minha língua, fui percorrendo as costas dela até chegar nas nádegas. Continuei e tentei chegar no buraquinho dela, e ela disse: "Não, não assim, você sabe que eu não gosto. Coloca o pau em mim, por favor." Obedeci e comecei a penetrar ela. "Sim, assim eu gosto, devagar, com carinho", disse Karina. Continuei metendo e ela pediu: "Um pouquinho mais forte, e coloca tudo, por favor. Vai, não me faz esperar." Obedeci e comecei a acelerar o ritmo. "Assim, assim, vai até o fundo e me dá todo o leiteeeee", implorou. Gozei, e tenho que admitir que ouvir ela me deixou muito excitado.
Descansamos abraçados e perguntei: "Como você tá?" "Bem, feliz de ter sentido você dentro de mim. E você?" "Muito, muito bem, acho que nós dois gozamos pra caralho. Agora acende uma luz fraca, por favor", pediu. Outra novidade: antes a gente ficava no escuro.
Comecei a beijar e tocar ela. Como sempre, meu pau já tava duro. Pedi: "Você não chupa meu pau?" "Você sabe que eu não gosto", respondeu. "Só um pouquinho, nada mais", implorei. Com a mão, ela tampou a cabeça do meu pau e passou a língua no meio duas vezes. "Pronto", disse. Não consigo entender ela. Eu, quando chupo um pau... Ela tá molhada, me deixa ainda mais tesudo, mas definitivamente sexo oral não era a praia dela.
Começamos a nos beijar, rapidamente o tesão foi aumentando, tento ir pra buceta dela, mas ela vira e me oferece o cu. Começo a penetrar devagar, passo as duas mãos por baixo do corpo dela, com uma mão começo a estimular o clitóris e com a outra meus dedos brincam com os lábios dela. Sinto o corpo dela tremer, se contrair, sinto meu pau sendo apertado pelo cu dela. Assim, assim mesmo, continua me comendo e me punheta, eu gosto. Em poucos minutos não consigo me segurar e gozo, ela percebe e me fala: por favor, não para, continua me punhetando. Ela geme, se contorce de prazer até gozar, encharcando minhas mãos com o fluxo dela.
Ela vira, com os olhos brilhando, e me diz: obrigado, você não sabe há quanto tempo eu não gozava assim. Nos abraçamos e ficamos um tempão nessa posição.
No encontro seguinte, na primeira transa, ela goza antes de mim e quando eu tô quase gozando, ela fala: não goza dentro de mim, não. Goza nas minhas costas e passa seu gozo como se fosse um creme por toda a minha costa. Atendo o pedido dela e aproveito enquanto descansamos pra contar o que quero fazer.
Karina, quero incluir uma terceira pessoa nos nossos encontros. Ela se surpreende, me pergunta se eu não tô satisfeito com o que a gente faz. Tô sim, e muito, respondo, mas eu preciso, desejo algo a mais. Conto como foi meu início como bissexual, como me comeram pela primeira vez quando tava com minha namorada. E quem você quer convidar?, ela pergunta. Não sei, respondo. E se a gente falar pro seu marido? Nem louca, ela responde na hora. Como vou falar uma coisa dessas?! Fala que pra tentar resolver os problemas que vocês têm, você pensou nisso. Além disso, eu tava pensando: se o marido tem aquela pica enorme como ela diz e ela só punheta ele de vez em quando, eu não vou perder a chance de chupar aquela pica imensa. Não sei se deixaria ele me comer, dado o tamanho, mas chupar com certeza.
Insisti mais um pouco, mas ela continuava negando a possibilidade. de incluir um terceiro, e menos ainda o marido dela. Depois, pensei melhor e imaginei nós três num hotel: eu comendo a Karina e chupando a rola do marido. O marido ia ficar de pau duro. Ele encara a minha mulher e diz: "Sábado que vem, não marca nada, que nós quatro vamos pra um lugar." "Pra onde?", ela pergunta. "No mesmo de sábado passado, onde seu marido comeu minha mulher e chupou minha rola." "Nãooooo, impossível isso acontecer." Não mencionei mais o marido.
No próximo encontro, depois de outra transa bem intensa, enquanto descansávamos, falei: "Vou publicar um anúncio procurando um terceiro." De novo com o assunto, ela respondeu meio brava: "Já que é isso, o anúncio vai dizer assim: 'Casal procura terceiro para encontros.' 'Ela é amante do sexo anal, ele é bissexual. Os encontros seriam sábados de manhã.'" Não muito convencida, ela disse: "Publica." Eu postei num site de compras e vendas que na época tinha uma seção de encontros sexuais. Inacreditavelmente, só recebi três respostas, e nenhuma deu certo: duas por causa da distância, e o terceiro não apareceu no encontro que tínhamos marcado antes do sábado.
Terminamos de foder. Ela tinha me pedido de novo pra gozar fora e passar meu leite nela como creme. Ela me pergunta: "Como posso te ajudar a gozar também? Do jeito que você quer?" "Rola eu não tenho", ela disse. Respondi: "Sexo oral você não gosta, mas podia brincar um pouco com a língua no meu cu e enfiar os dedos. Não é uma rola, mas..." Não muito convencida, ela manda: "Deita e abre as pernas." Sinto a língua dela se aproximando, passa duas ou três vezes no meu buraco e tenta enfiar um dedo. Tava com tanta tesão de sentir algo no meu cu que gozei na hora. Ela fez um escândalo, falou que eu era um egoísta, que aquela porra era pra ela, etc. Não respondi, porque ia virar briga. Dei tudo pra ela, realizei todos os gostos dela. Eu adoro sexo oral, ela não. Não forcei. Fiz ela gozar como há anos não gozava. Enfim, melhor ficar calado.
A partir daquele dia, a A relação foi esfriando, mais por minha parte do que pela dela, zero meus gostos, sim, pra todas elas, nossos encontros foram ficando mais espaçados até que paramos de nos ver e esse foi o fim, nunca mais nos vimos.
Karina chegou na hora, subiu no carro e fomos pro hotel. "Bom, quais são as mudanças que você me falou?", perguntei. "Espera ansioso, já já chegamos, você vai ficar sabendo." "Fala logo, me adianta alguma coisa", pedi, e ela respondeu com um sorriso.
Entramos no quarto, começamos a nos beijar, minhas mãos percorriam as costas dela e tocavam a bunda dela, enquanto ela com as duas mãos envolvia meu pescoço. Desabotoei o botão da calça jeans e puxei o zíper. "Ainda tô esperando", sussurrei no ouvido dela. "A partir de hoje, a gente vai fazer pela bunda", foi a resposta dela. Fiquei sem palavras. "Sim, você vai me fazer bem no cu", repetiu pra não deixar dúvidas. Me chamou a atenção porque ela não era de se expressar nesses termos.
Tirei a roupa dela e a minha, os beijos ficaram mais profundos. Tentei levar a mão dela pro meu pau, que tava durasso, mas ela não quis. Não insisti. Levei ela pra cama, ela deitou de barriga pra cima, abrindo bem as pernas. Com minha língua, fui percorrendo as costas dela até chegar nas nádegas. Continuei e tentei chegar no buraquinho dela, e ela disse: "Não, não assim, você sabe que eu não gosto. Coloca o pau em mim, por favor." Obedeci e comecei a penetrar ela. "Sim, assim eu gosto, devagar, com carinho", disse Karina. Continuei metendo e ela pediu: "Um pouquinho mais forte, e coloca tudo, por favor. Vai, não me faz esperar." Obedeci e comecei a acelerar o ritmo. "Assim, assim, vai até o fundo e me dá todo o leiteeeee", implorou. Gozei, e tenho que admitir que ouvir ela me deixou muito excitado.
Descansamos abraçados e perguntei: "Como você tá?" "Bem, feliz de ter sentido você dentro de mim. E você?" "Muito, muito bem, acho que nós dois gozamos pra caralho. Agora acende uma luz fraca, por favor", pediu. Outra novidade: antes a gente ficava no escuro.
Comecei a beijar e tocar ela. Como sempre, meu pau já tava duro. Pedi: "Você não chupa meu pau?" "Você sabe que eu não gosto", respondeu. "Só um pouquinho, nada mais", implorei. Com a mão, ela tampou a cabeça do meu pau e passou a língua no meio duas vezes. "Pronto", disse. Não consigo entender ela. Eu, quando chupo um pau... Ela tá molhada, me deixa ainda mais tesudo, mas definitivamente sexo oral não era a praia dela.
Começamos a nos beijar, rapidamente o tesão foi aumentando, tento ir pra buceta dela, mas ela vira e me oferece o cu. Começo a penetrar devagar, passo as duas mãos por baixo do corpo dela, com uma mão começo a estimular o clitóris e com a outra meus dedos brincam com os lábios dela. Sinto o corpo dela tremer, se contrair, sinto meu pau sendo apertado pelo cu dela. Assim, assim mesmo, continua me comendo e me punheta, eu gosto. Em poucos minutos não consigo me segurar e gozo, ela percebe e me fala: por favor, não para, continua me punhetando. Ela geme, se contorce de prazer até gozar, encharcando minhas mãos com o fluxo dela.
Ela vira, com os olhos brilhando, e me diz: obrigado, você não sabe há quanto tempo eu não gozava assim. Nos abraçamos e ficamos um tempão nessa posição.
No encontro seguinte, na primeira transa, ela goza antes de mim e quando eu tô quase gozando, ela fala: não goza dentro de mim, não. Goza nas minhas costas e passa seu gozo como se fosse um creme por toda a minha costa. Atendo o pedido dela e aproveito enquanto descansamos pra contar o que quero fazer.
Karina, quero incluir uma terceira pessoa nos nossos encontros. Ela se surpreende, me pergunta se eu não tô satisfeito com o que a gente faz. Tô sim, e muito, respondo, mas eu preciso, desejo algo a mais. Conto como foi meu início como bissexual, como me comeram pela primeira vez quando tava com minha namorada. E quem você quer convidar?, ela pergunta. Não sei, respondo. E se a gente falar pro seu marido? Nem louca, ela responde na hora. Como vou falar uma coisa dessas?! Fala que pra tentar resolver os problemas que vocês têm, você pensou nisso. Além disso, eu tava pensando: se o marido tem aquela pica enorme como ela diz e ela só punheta ele de vez em quando, eu não vou perder a chance de chupar aquela pica imensa. Não sei se deixaria ele me comer, dado o tamanho, mas chupar com certeza.
Insisti mais um pouco, mas ela continuava negando a possibilidade. de incluir um terceiro, e menos ainda o marido dela. Depois, pensei melhor e imaginei nós três num hotel: eu comendo a Karina e chupando a rola do marido. O marido ia ficar de pau duro. Ele encara a minha mulher e diz: "Sábado que vem, não marca nada, que nós quatro vamos pra um lugar." "Pra onde?", ela pergunta. "No mesmo de sábado passado, onde seu marido comeu minha mulher e chupou minha rola." "Nãooooo, impossível isso acontecer." Não mencionei mais o marido.
No próximo encontro, depois de outra transa bem intensa, enquanto descansávamos, falei: "Vou publicar um anúncio procurando um terceiro." De novo com o assunto, ela respondeu meio brava: "Já que é isso, o anúncio vai dizer assim: 'Casal procura terceiro para encontros.' 'Ela é amante do sexo anal, ele é bissexual. Os encontros seriam sábados de manhã.'" Não muito convencida, ela disse: "Publica." Eu postei num site de compras e vendas que na época tinha uma seção de encontros sexuais. Inacreditavelmente, só recebi três respostas, e nenhuma deu certo: duas por causa da distância, e o terceiro não apareceu no encontro que tínhamos marcado antes do sábado.
Terminamos de foder. Ela tinha me pedido de novo pra gozar fora e passar meu leite nela como creme. Ela me pergunta: "Como posso te ajudar a gozar também? Do jeito que você quer?" "Rola eu não tenho", ela disse. Respondi: "Sexo oral você não gosta, mas podia brincar um pouco com a língua no meu cu e enfiar os dedos. Não é uma rola, mas..." Não muito convencida, ela manda: "Deita e abre as pernas." Sinto a língua dela se aproximando, passa duas ou três vezes no meu buraco e tenta enfiar um dedo. Tava com tanta tesão de sentir algo no meu cu que gozei na hora. Ela fez um escândalo, falou que eu era um egoísta, que aquela porra era pra ela, etc. Não respondi, porque ia virar briga. Dei tudo pra ela, realizei todos os gostos dela. Eu adoro sexo oral, ela não. Não forcei. Fiz ela gozar como há anos não gozava. Enfim, melhor ficar calado.
A partir daquele dia, a A relação foi esfriando, mais por minha parte do que pela dela, zero meus gostos, sim, pra todas elas, nossos encontros foram ficando mais espaçados até que paramos de nos ver e esse foi o fim, nunca mais nos vimos.
3 comentários - Karina,la amiga de mi mujer 2da y caliente parte
De todas formas van 7 puntos
Era boca abajo...jeje..pero no le quita lo caliente.. te faltó pasion por lo que contas. El relato está bueno, pero lo enfrias bastante, ponele que la recontracojiste por el culo, hasta decir basta...por ejemplo.... Saludos.