Aqui vai um dos contos mais safados que já escrevi. Espero que gostem... se curtirem, comentem. Abraços.
DUAS PRIMAS SAFADINHAS
Faz um tempo, fui a uma loja de roupas que ficava numa esquina, na mesma calçada de uma escola. Embora fosse um lugar movimentado, na temporada de férias estava quase vazio. No dia em que aconteceu o que vou contar, era feriado e a rua estava bem deserta.
A loja era de tamanho médio, mas bem arrumada. Tinha uma iluminação boa e madeira por toda parte, era um lugar que convidava a ficar em paz e tranquilo. Entrei para perguntar o preço de uma roupa que estava exposta na vitrine que dava para a rua.
Quando entrei, vi uma garota e pedi o preço de uma calça jeans. Ela me respondeu com todo prazer. Era uma garota magra e de corpo pequeno, embora usasse uma lycra esportiva, dava pra ver uma bundinha pequena, mas gostosa (vocês sabem do que estou falando). Ela vestia uma blusa esportiva escura com relevos fluorescentes, dava pra ver os peitinhos firmes e justos, mesmo sem mostrar muito decote, ela era atraente. Além disso, tinha um rostinho bonito, era o tipo de jovem que ainda não amadureceu completamente e, mesmo sendo maior de idade, ainda parecia mais nova. Tinha um certo charme e, nos seus movimentos, uma delicadeza que beirava a sensualidade inocente, mas safada. Daquelas garotas que sabem da própria aparência e usam isso totalmente a seu favor.
Ela me convenceu a experimentar a calça jeans porque, no fim da temporada, não teria mais tamanhos até o ano seguinte. Então, era melhor eu provar para fazer uma compra segura. Os argumentos dela eram convincentes, dava pra ver que a garota tinha experiência no comércio de roupas. Gostei da simpatia dela e aceitei entrar no provador.
O provador ficava atrás do caixa. Para entrar, havia uma portinha de madeira, e era ao lado do banheiro. Como em quase todos os provadores, tinha um espelho enorme — do tamanho da parede inteira, bem no estilo daqueles que também têm nas academias — e uma iluminação suave vinda de dois pequenos holofotes no teto.
Eu estava experimentando a calça jeans quando ouvi a garota lá fora conversando com alguém, dava pra ouvir o murmúrio de duas vozes. Prestando mais atenção, percebi que eram duas minas. Olhei como a calça ficou em mim e decidi comprar — era um jeans bege claro e vi que combinaria perfeitamente com as camisetas estampadas de capas de rock que às vezes uso. Tirei a calça, fiquei só com a camiseta e a calcinha que eu tava usando, me olhei no espelho e me abaixei pra largar o jeans novo e pegar minha calça de brim pra vestir.
De repente, ouvi um barulho como se tivessem batido na porta ao lado. Pensei que alguém tivesse abrindo pra entrar no banheiro, mas me assustei e tomei um susto quando vi um feixe de luz branca entrando no provador vindo de fora — tinham aberto a porta do provador! Como se fosse sem querer — ou essa impressão quiseram passar — virei rápido pra fora e vi a garota magra olhando, sentada de costas pra mim, mas virando o rosto pra dentro, enquanto outra mina se afastava da porta dando uma risadinha safada. A moça da loja fechou a porta discretamente e só vi ela falar pra outra, que devia ser amiga dela: "já", num tom imperativo, mas sem parecer irritada. E depois, de fora, a encarregada da loja gritou: — Desculpa! E ouvi as duas caindo na risada.
Era mais que óbvio que estavam zoando. No começo, fiquei meio sem graça, sim. Mas depois até me deu uma risada interna. Coloquei minha calça e tava fechando o cinto quando ouvi elas gritarem de novo lá fora, mas agora era a amiga:
— Ei... me faz um favor? E de novo as duas riram.
— Bom, depende... foi a única coisa que consegui responder.
E de novo ouvi elas se aproximando do provador, mas como eu já estava totalmente vestido, não me preocupei nada. Abriram a porta e me entregaram algo, e a vendedora da loja disse:
- Que tal você experimentar esses pra minha prima ver se vale a pena dar de presente?
E fecharam a porta de novo enquanto riam e conversavam entre si. Eu, que tinha pegado o pacote inocentemente, vi que era um pacote de três slips. Soltei uma gargalhada, elas me ouviram e riram também. Eu nunca tinha usado slips, mas são muito parecidos com as calcinhas comuns, só que cobrem um pouquinho menos. Os que me entregaram pareciam até elegantes, nada vulgares, com cores sóbrias e finas: um azul cerúleo, outro preto e mais um cinza escuro, com o elástico branco.
E gritaram de fora:
- Já vestiu um?
- Ou precisa de um maior? - disse a outra.
Eu só ri. E não sabia que porra responder numa situação dessas. Mas respondi a primeira coisa que veio na cabeça...
- Tá bom... tá bom. Kkkkk pois é, eu ri. Mas não ia vestir aquilo, isso era certeza. As garotas estavam se divertindo e só. Terminei de amarrar os tênis e saí. As duas estavam lá, uma sentada atrás do balcão - a que estava de costas pra mim - e a outra na frente. Quando saí, a que estava do lado de fora me olhou e começou a rir. As duas riram safadamente. Eu saí e coloquei no balcão a calça jeans e o pacote de slips. Ninguém dizia nada.
- Desculpa minha prima... ela é muito brincalhona. - disse a que atendia a loja.
- Tô vendo... sem problemas, kkk. - ri feito um idiota. A verdade é que a que atendia era magra e bonitinha, a amiga-prima era diferente, mais cheinha, com uns peitões grandes e umas pernas que na calça jeans que ela usava pareciam apertadas. Também era gostosa, mesmo não se parecendo muito com a prima.
Quando eu pensei que já tinha passado, a prima pegou o pacote de slips, olhou e disse, debochada e com segundas intenções:
- Mas se você nem abriu, como sabe que tá bom?
E nós três Rimos. Se alguém tivesse olhado, pensaria que éramos amigos de infância. E eu, sinceramente, desde o ensino médio não tinha amigas assim, com quem rir de besteiras. Então, de certa forma, estava me divertindo.
— Ei, escuta... que tal experimentar uma? — disse a prima.
E a gerente da loja respondeu de forma imperativa: — Não... Como assim?
— Sim, vai lá... eu pago — ela respondeu pra atendente. Entre elas havia um dilema simples: uma queria fazer, e a outra preferia manter a compostura, já que devia estar cuidando da imagem da loja e dos clientes.
— Sério? — só falei isso e ri. A ideia começava a me dar um certo tesão. Eu, que sempre tive tendências exibicionistas, mas nunca realizei. Pensei que talvez fosse minha chance. Além disso, as duas eram gostosas.
— Não... — disse a vendedora.
— Só uma... tá? — e abriu o pacote de repente, olhando com malícia pra prima.
— Ah, Julia! — Então descobri que a prima, a mais peituda, se chamava Julia. Vi ela tirar uma peça, com as mãos tremendo um pouco.
— Relaxa, Paulina... — e descobri o nome da magrinha — pega essa... experimenta.
Entrei no provador e ouvia elas rindo de forma brincalhona. Isso estava me excitando. Ouvir as duas brincando assim, rindo com tanta cumplicidade. Me excitava. E a sensação era melhor do que qualquer filme pornô que já tivesse visto. Me despi e vesti a sunga rapidinho. Já estava com o pau meia-bomba, naquele ponto em que vai ganhando volume e ficando duro, mas ainda não está totalmente ereto e não aparece tanto. Por isso a sunga ficava bem preenchida, dava pra ver o volume claramente, e até parecia maior do que eu nunca tinha visto. Eu mesmo me surpreendi com como estava aparecendo.
— Já? — Julia perguntou de fora.
— Sim — respondi.
— Como ficou, bem? — Paulina gritou, e as duas riram.
— Bom, a sensação é boa... — e elas abriram a porta de novo. Era Julia, parada bem na minha frente. A porta e a expressão dela me deixaram com um tesão danado. Ela me viu e ficou me encarando, abrindo um pouco a boca enquanto o olhar dela descia direto pra minha virilha. Paulina ainda estava sentada, mas se virou completamente pra me ver e também olhou direto pro meu volume, abrindo a boca enquanto encarava intensamente. Elas se olharam sem dizer nada, enquanto Julia levava a mão ao cabelo e lambia os lábios, mas Paulina fechou a porta de novo.
Eu, que tinha visto elas me olhando, já tava com uma ereção total. Ouvi elas murmurando e discutindo de novo: Não, sim, não porque... mas sim, anda logo... não tem problema, sim, não, tá bom, mas rápido.
Eu já tava tirando a cueca quando ouvi: — Sim, tá bom, mas fecha a porta e cobre ele com os manequins. Tava pelado quando abriram a porta de novo, e as duas estavam de pé olhando pra dentro. Elas riram, e eu instintivamente levei a mão pra esconder o pau. Paulina fechou a porta do provador, mas Julia segurou ela no meio do caminho e me encarou intensamente, sorrindo, e disse:
— Posso te ver?
— Hã... mas...
— Mostro meus peitos se você mostrar seu pau...
— Hã... tá bom, mas...
E ela levantou a blusa devagar. Vi o umbigo sensual e gostoso dela. Paulina só olhava pra porta da loja e depois virava pra mim, e disse pra Julia:
— Anda logo, Julia.
Julia levantou a blusa toda e apertou os seios com o sutiã ainda posto. Pfff, era uma imagem das mais gostosas.
— Tira a mão, ela falou.
Eu tirei uma mão e disse: — Tira o sutiã, Julia... eu tô quase pelado e você não. E Paulina mordeu os lábios, enquanto olhava pra porta. Julia tirou o sutiã e eu pude ver os bicos escuros, grandes, com a pontinha bem dura... dava vontade de chupar tudo. Eu tirei a outra mão e meu pau tava duríssimo, ficou esticado. Paulina soltou um suspiro-gemido de surpresa. Julia se aproximou de mim. Eu coloquei as mãos no pau de novo, mas ela pegou uma das minhas mãos e... Ela tirou devagar... e segurou meu pau firmemente pela base e gemeu bem gostoso Mmmm, com um som que era suave mas forte, intenso como uma voz trêmula. Paulina saiu e eu ouvi ela trancar a porta do lado de fora.
Quando ela entrou de novo no provador, Julia já estava me masturbando, enquanto pedia pra eu passar a mão nos peitos dela. Comecei a lamber os seios dela e Paulina chegou tão perto que me deu um beijo. Acariciei os peitos pequenos dela por cima da blusa esportiva e vi que ela enfiava a mão por baixo da legging esportiva. Julia se inclinou mais e começou a me chupar, enquanto eu beijava Paulina. Gozei intensamente na boca dela, mas ela só gemeu sem dizer nada. Ela se levantou e deixou o gozo escorrer dos lábios dela sobre os peitos. Paulina continuava me beijando e se masturbando. Depois as duas se levantaram e quando Paulina viu que eu já tinha gozado na boca da prima, só se aproximou dela e lambeu os lábios dela pra provar meu gozo e riram de novo, essa dupla era explosivamente safada e se entendiam muito bem entre si.
Elas se ajudaram a se despir, ficando só de calcinha. E Paulina me disse de novo, imperativamente: "Qual você come primeiro?" E abriu a calcinha dela pra eu ver a buceta. "Você, primeiro você", respondi. E então ela ficou de quatro, na frente do espelho, eu me ajoelhei e coloquei meu pau atrás dela, na buceta, pra meter por trás. E Julia sentou na frente da Paula, encostada no espelho, e abriu a calcinha, enquanto Paulina começou a chupar a buceta da prima. Eu comecei a meter devagar, mas logo Paulina mexia a pelve pedindo mais violência, eu comecei a bater mais forte, minhas pernas batiam contra as nádegas pequenas dela fazendo um barulho simples mas excitante, tipo "Clac, clac, plac". Era o som de duas peles se chocando.
"E aí, prima?", perguntou Julia, entre gemidos de tão extasiada que estava com o oral que Paulina, a prima dela, tava fazendo.
"Ah... Oh... essa... gostosa... é grande e oh... siiiim- ela ficou calada porque tava sem ar, de tanto prazer que tava recebendo e dando.
- Você gosta? Perguntei pra Paulina enquanto olhava pra Julia e de relance via a Julia no reflexo do espelho e perguntei também - Cê gosta, sua safadinha? -.
- Sim... vai, vai fundo, quase gozo e ela se inclinou de novo pra chupar a buceta da prima. Eu via os peitos da Julia e depois o rosto da Paulina refletido no espelho quando ela se levantava e era uma cena do caralho.
Depois senti a buceta dela apertar e me apertar e soltar, ela começou a gemer forte e a se mexer violentamente. Tava no auge do orgasmo. E eu ainda não sentia que ia gozar.
- Falta muito? Julia me perguntou.
- Um pouco, porque com seu boquete você me fez jorrar uma porrada de porra...
- Então come ela também, disse Paulina se levantando e tomando o lugar da prima, se apoiando no espelho enquanto Julia ficava de quatro na minha frente...
E coloquei a pica na entrada da buceta dela...
- Não, em mim enfia no cu. Ela disse e eu tava ali pra agradar. Além disso, a bunda dela era gostosa. Então coloquei na entrada e senti que entrava com dificuldade, mas foi abrindo aos poucos e era uma delícia. Depois ela apertou e pediu pra eu me mexer... eu tava comendo ela enquanto ela chupava a buceta da prima.
Como o cu dela era apertado e eu nunca tinha sentido aquilo, não demorei pra gozar. Ela pediu pra eu gozar dentro e foi o que fiz, com duas esguichadas de porra e um gemido que me dobrou até os joelhos. E a Paulina teve o segundo orgasmo dela agora com o boquete da prima e isso me excitou pra caralho.
Enquanto me vestia, ainda tava duro. Mas já tinha que ir. Paulina ia ficar pra limpar tudo antes do patrão dela chegar. Ninguém nos descobriu e foi uma delícia.
J.R. 2015
*Comentem e abraços.
DUAS PRIMAS SAFADINHAS
Faz um tempo, fui a uma loja de roupas que ficava numa esquina, na mesma calçada de uma escola. Embora fosse um lugar movimentado, na temporada de férias estava quase vazio. No dia em que aconteceu o que vou contar, era feriado e a rua estava bem deserta.
A loja era de tamanho médio, mas bem arrumada. Tinha uma iluminação boa e madeira por toda parte, era um lugar que convidava a ficar em paz e tranquilo. Entrei para perguntar o preço de uma roupa que estava exposta na vitrine que dava para a rua.
Quando entrei, vi uma garota e pedi o preço de uma calça jeans. Ela me respondeu com todo prazer. Era uma garota magra e de corpo pequeno, embora usasse uma lycra esportiva, dava pra ver uma bundinha pequena, mas gostosa (vocês sabem do que estou falando). Ela vestia uma blusa esportiva escura com relevos fluorescentes, dava pra ver os peitinhos firmes e justos, mesmo sem mostrar muito decote, ela era atraente. Além disso, tinha um rostinho bonito, era o tipo de jovem que ainda não amadureceu completamente e, mesmo sendo maior de idade, ainda parecia mais nova. Tinha um certo charme e, nos seus movimentos, uma delicadeza que beirava a sensualidade inocente, mas safada. Daquelas garotas que sabem da própria aparência e usam isso totalmente a seu favor.
Ela me convenceu a experimentar a calça jeans porque, no fim da temporada, não teria mais tamanhos até o ano seguinte. Então, era melhor eu provar para fazer uma compra segura. Os argumentos dela eram convincentes, dava pra ver que a garota tinha experiência no comércio de roupas. Gostei da simpatia dela e aceitei entrar no provador.
O provador ficava atrás do caixa. Para entrar, havia uma portinha de madeira, e era ao lado do banheiro. Como em quase todos os provadores, tinha um espelho enorme — do tamanho da parede inteira, bem no estilo daqueles que também têm nas academias — e uma iluminação suave vinda de dois pequenos holofotes no teto.
Eu estava experimentando a calça jeans quando ouvi a garota lá fora conversando com alguém, dava pra ouvir o murmúrio de duas vozes. Prestando mais atenção, percebi que eram duas minas. Olhei como a calça ficou em mim e decidi comprar — era um jeans bege claro e vi que combinaria perfeitamente com as camisetas estampadas de capas de rock que às vezes uso. Tirei a calça, fiquei só com a camiseta e a calcinha que eu tava usando, me olhei no espelho e me abaixei pra largar o jeans novo e pegar minha calça de brim pra vestir.
De repente, ouvi um barulho como se tivessem batido na porta ao lado. Pensei que alguém tivesse abrindo pra entrar no banheiro, mas me assustei e tomei um susto quando vi um feixe de luz branca entrando no provador vindo de fora — tinham aberto a porta do provador! Como se fosse sem querer — ou essa impressão quiseram passar — virei rápido pra fora e vi a garota magra olhando, sentada de costas pra mim, mas virando o rosto pra dentro, enquanto outra mina se afastava da porta dando uma risadinha safada. A moça da loja fechou a porta discretamente e só vi ela falar pra outra, que devia ser amiga dela: "já", num tom imperativo, mas sem parecer irritada. E depois, de fora, a encarregada da loja gritou: — Desculpa! E ouvi as duas caindo na risada.
Era mais que óbvio que estavam zoando. No começo, fiquei meio sem graça, sim. Mas depois até me deu uma risada interna. Coloquei minha calça e tava fechando o cinto quando ouvi elas gritarem de novo lá fora, mas agora era a amiga:
— Ei... me faz um favor? E de novo as duas riram.
— Bom, depende... foi a única coisa que consegui responder.
E de novo ouvi elas se aproximando do provador, mas como eu já estava totalmente vestido, não me preocupei nada. Abriram a porta e me entregaram algo, e a vendedora da loja disse:
- Que tal você experimentar esses pra minha prima ver se vale a pena dar de presente?
E fecharam a porta de novo enquanto riam e conversavam entre si. Eu, que tinha pegado o pacote inocentemente, vi que era um pacote de três slips. Soltei uma gargalhada, elas me ouviram e riram também. Eu nunca tinha usado slips, mas são muito parecidos com as calcinhas comuns, só que cobrem um pouquinho menos. Os que me entregaram pareciam até elegantes, nada vulgares, com cores sóbrias e finas: um azul cerúleo, outro preto e mais um cinza escuro, com o elástico branco.
E gritaram de fora:
- Já vestiu um?
- Ou precisa de um maior? - disse a outra.
Eu só ri. E não sabia que porra responder numa situação dessas. Mas respondi a primeira coisa que veio na cabeça...
- Tá bom... tá bom. Kkkkk pois é, eu ri. Mas não ia vestir aquilo, isso era certeza. As garotas estavam se divertindo e só. Terminei de amarrar os tênis e saí. As duas estavam lá, uma sentada atrás do balcão - a que estava de costas pra mim - e a outra na frente. Quando saí, a que estava do lado de fora me olhou e começou a rir. As duas riram safadamente. Eu saí e coloquei no balcão a calça jeans e o pacote de slips. Ninguém dizia nada.
- Desculpa minha prima... ela é muito brincalhona. - disse a que atendia a loja.
- Tô vendo... sem problemas, kkk. - ri feito um idiota. A verdade é que a que atendia era magra e bonitinha, a amiga-prima era diferente, mais cheinha, com uns peitões grandes e umas pernas que na calça jeans que ela usava pareciam apertadas. Também era gostosa, mesmo não se parecendo muito com a prima.
Quando eu pensei que já tinha passado, a prima pegou o pacote de slips, olhou e disse, debochada e com segundas intenções:
- Mas se você nem abriu, como sabe que tá bom?
E nós três Rimos. Se alguém tivesse olhado, pensaria que éramos amigos de infância. E eu, sinceramente, desde o ensino médio não tinha amigas assim, com quem rir de besteiras. Então, de certa forma, estava me divertindo.
— Ei, escuta... que tal experimentar uma? — disse a prima.
E a gerente da loja respondeu de forma imperativa: — Não... Como assim?
— Sim, vai lá... eu pago — ela respondeu pra atendente. Entre elas havia um dilema simples: uma queria fazer, e a outra preferia manter a compostura, já que devia estar cuidando da imagem da loja e dos clientes.
— Sério? — só falei isso e ri. A ideia começava a me dar um certo tesão. Eu, que sempre tive tendências exibicionistas, mas nunca realizei. Pensei que talvez fosse minha chance. Além disso, as duas eram gostosas.
— Não... — disse a vendedora.
— Só uma... tá? — e abriu o pacote de repente, olhando com malícia pra prima.
— Ah, Julia! — Então descobri que a prima, a mais peituda, se chamava Julia. Vi ela tirar uma peça, com as mãos tremendo um pouco.
— Relaxa, Paulina... — e descobri o nome da magrinha — pega essa... experimenta.
Entrei no provador e ouvia elas rindo de forma brincalhona. Isso estava me excitando. Ouvir as duas brincando assim, rindo com tanta cumplicidade. Me excitava. E a sensação era melhor do que qualquer filme pornô que já tivesse visto. Me despi e vesti a sunga rapidinho. Já estava com o pau meia-bomba, naquele ponto em que vai ganhando volume e ficando duro, mas ainda não está totalmente ereto e não aparece tanto. Por isso a sunga ficava bem preenchida, dava pra ver o volume claramente, e até parecia maior do que eu nunca tinha visto. Eu mesmo me surpreendi com como estava aparecendo.
— Já? — Julia perguntou de fora.
— Sim — respondi.
— Como ficou, bem? — Paulina gritou, e as duas riram.
— Bom, a sensação é boa... — e elas abriram a porta de novo. Era Julia, parada bem na minha frente. A porta e a expressão dela me deixaram com um tesão danado. Ela me viu e ficou me encarando, abrindo um pouco a boca enquanto o olhar dela descia direto pra minha virilha. Paulina ainda estava sentada, mas se virou completamente pra me ver e também olhou direto pro meu volume, abrindo a boca enquanto encarava intensamente. Elas se olharam sem dizer nada, enquanto Julia levava a mão ao cabelo e lambia os lábios, mas Paulina fechou a porta de novo.
Eu, que tinha visto elas me olhando, já tava com uma ereção total. Ouvi elas murmurando e discutindo de novo: Não, sim, não porque... mas sim, anda logo... não tem problema, sim, não, tá bom, mas rápido.
Eu já tava tirando a cueca quando ouvi: — Sim, tá bom, mas fecha a porta e cobre ele com os manequins. Tava pelado quando abriram a porta de novo, e as duas estavam de pé olhando pra dentro. Elas riram, e eu instintivamente levei a mão pra esconder o pau. Paulina fechou a porta do provador, mas Julia segurou ela no meio do caminho e me encarou intensamente, sorrindo, e disse:
— Posso te ver?
— Hã... mas...
— Mostro meus peitos se você mostrar seu pau...
— Hã... tá bom, mas...
E ela levantou a blusa devagar. Vi o umbigo sensual e gostoso dela. Paulina só olhava pra porta da loja e depois virava pra mim, e disse pra Julia:
— Anda logo, Julia.
Julia levantou a blusa toda e apertou os seios com o sutiã ainda posto. Pfff, era uma imagem das mais gostosas.
— Tira a mão, ela falou.
Eu tirei uma mão e disse: — Tira o sutiã, Julia... eu tô quase pelado e você não. E Paulina mordeu os lábios, enquanto olhava pra porta. Julia tirou o sutiã e eu pude ver os bicos escuros, grandes, com a pontinha bem dura... dava vontade de chupar tudo. Eu tirei a outra mão e meu pau tava duríssimo, ficou esticado. Paulina soltou um suspiro-gemido de surpresa. Julia se aproximou de mim. Eu coloquei as mãos no pau de novo, mas ela pegou uma das minhas mãos e... Ela tirou devagar... e segurou meu pau firmemente pela base e gemeu bem gostoso Mmmm, com um som que era suave mas forte, intenso como uma voz trêmula. Paulina saiu e eu ouvi ela trancar a porta do lado de fora.
Quando ela entrou de novo no provador, Julia já estava me masturbando, enquanto pedia pra eu passar a mão nos peitos dela. Comecei a lamber os seios dela e Paulina chegou tão perto que me deu um beijo. Acariciei os peitos pequenos dela por cima da blusa esportiva e vi que ela enfiava a mão por baixo da legging esportiva. Julia se inclinou mais e começou a me chupar, enquanto eu beijava Paulina. Gozei intensamente na boca dela, mas ela só gemeu sem dizer nada. Ela se levantou e deixou o gozo escorrer dos lábios dela sobre os peitos. Paulina continuava me beijando e se masturbando. Depois as duas se levantaram e quando Paulina viu que eu já tinha gozado na boca da prima, só se aproximou dela e lambeu os lábios dela pra provar meu gozo e riram de novo, essa dupla era explosivamente safada e se entendiam muito bem entre si.
Elas se ajudaram a se despir, ficando só de calcinha. E Paulina me disse de novo, imperativamente: "Qual você come primeiro?" E abriu a calcinha dela pra eu ver a buceta. "Você, primeiro você", respondi. E então ela ficou de quatro, na frente do espelho, eu me ajoelhei e coloquei meu pau atrás dela, na buceta, pra meter por trás. E Julia sentou na frente da Paula, encostada no espelho, e abriu a calcinha, enquanto Paulina começou a chupar a buceta da prima. Eu comecei a meter devagar, mas logo Paulina mexia a pelve pedindo mais violência, eu comecei a bater mais forte, minhas pernas batiam contra as nádegas pequenas dela fazendo um barulho simples mas excitante, tipo "Clac, clac, plac". Era o som de duas peles se chocando.
"E aí, prima?", perguntou Julia, entre gemidos de tão extasiada que estava com o oral que Paulina, a prima dela, tava fazendo.
"Ah... Oh... essa... gostosa... é grande e oh... siiiim- ela ficou calada porque tava sem ar, de tanto prazer que tava recebendo e dando.
- Você gosta? Perguntei pra Paulina enquanto olhava pra Julia e de relance via a Julia no reflexo do espelho e perguntei também - Cê gosta, sua safadinha? -.
- Sim... vai, vai fundo, quase gozo e ela se inclinou de novo pra chupar a buceta da prima. Eu via os peitos da Julia e depois o rosto da Paulina refletido no espelho quando ela se levantava e era uma cena do caralho.
Depois senti a buceta dela apertar e me apertar e soltar, ela começou a gemer forte e a se mexer violentamente. Tava no auge do orgasmo. E eu ainda não sentia que ia gozar.
- Falta muito? Julia me perguntou.
- Um pouco, porque com seu boquete você me fez jorrar uma porrada de porra...
- Então come ela também, disse Paulina se levantando e tomando o lugar da prima, se apoiando no espelho enquanto Julia ficava de quatro na minha frente...
E coloquei a pica na entrada da buceta dela...
- Não, em mim enfia no cu. Ela disse e eu tava ali pra agradar. Além disso, a bunda dela era gostosa. Então coloquei na entrada e senti que entrava com dificuldade, mas foi abrindo aos poucos e era uma delícia. Depois ela apertou e pediu pra eu me mexer... eu tava comendo ela enquanto ela chupava a buceta da prima.
Como o cu dela era apertado e eu nunca tinha sentido aquilo, não demorei pra gozar. Ela pediu pra eu gozar dentro e foi o que fiz, com duas esguichadas de porra e um gemido que me dobrou até os joelhos. E a Paulina teve o segundo orgasmo dela agora com o boquete da prima e isso me excitou pra caralho.
Enquanto me vestia, ainda tava duro. Mas já tinha que ir. Paulina ia ficar pra limpar tudo antes do patrão dela chegar. Ninguém nos descobriu e foi uma delícia.
J.R. 2015
*Comentem e abraços.
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