Minha Madrasta Natalia

Depois da minha noite de núpcias, que terminei com um belo dolor nos ovos. No dia seguinte, tinha que ir abrir o mercadinho — a gente abre sábado de manhã das 9h às 14h —, então levantei pra trabalhar.

No caminho pro mercadinho, no carro, meu pai me ligou pra saber como tinham sido as coisas. Contei pra ele enquanto ele se acabava de rir. A manhã foi super normal até umas 12h, quando a Natalia me ligou resmungando, acabando de acordar, pela minha ausência em casa e por ter interrompido nossa lua de mel…

Depois de dar as devidas explicações sobre minha ausência, combinamos de almoçar às 15h e que ela viria até o mercadinho. Naquele momento, planejei uma tarde divertida que me desse uma certa folga pra me recuperar e renovar as forças, porque tava muito claro o que a Natalia queria de mim naquele fim de semana…

Lá pelas 15h20, a Natalia chegou — pontualidade não é o forte dela —, mas a danada vinha espetacular: maquiada, penteada e linda, com um vestido branco estilo ibicenco, decote em V bem profundo, e umas sapatilhas de palha brancas com aquelas fitas que amarram no tornozelo.

N: Ooolhaaaa, meu Rafa!

R: Oi, mãe.

N: Tamos sozinhos?

R: Sim, vamo fechar. (Sem me dar tempo, ela se jogou em cima de mim e me deu um beijão na boca.)

N: Vamo pro escritório do seu pai e fazemos lá, que você ainda me deve a trepada matinal de hoje…

R: Não dá, vai ser outro dia. Além disso, tem câmeras de segurança no escritório do pai, e reservei mesa no seu restaurante favorito…

N: Ah, você é um amor, sempre me mimando. Gostou que me vesti assim pra você, meu rei?

R: Sim, você tá espetacular…

N: Então, que bom que você gostou, amor. Fica sabendo que não tô de calcinha, pra quando meu homem quiser me foder não ter nenhuma barreira impedindo, e porque eu sei que você gosta que eu esteja sem nada…

Dei um beijo nos lábios dela e apertei com força os peitos dela com as duas mãos pra agradecer o detalhe…

N: Adoro quando você me trata assim, me faz sentir tão… mulher tão desejada, tão puta…
Aquela frase me deixou sem saber o que dizer. Peguei ela pela cintura e, entre beijos e carinhos, fomos até o carro dela. Uma vez lá dentro, limpei o batom dos meus lábios, ela retocou a maquiagem e seguimos rumo ao restaurante…

Chegamos no restaurante e lá estavam Adolfo, Paulina e Lili, que ficou super feliz em nos ver…

N: E esses o que tão fazendo aqui?

R: Sei lá…

Cumprimentos de praxe e a conversa típica quando se encontra os amigos. Paulina decidiu que a gente comesse junto, porque estavam ali por terem me ouvido falar do lugar…

A comida não era do gosto de Adolfo nem do meu, mas sim das damas que nos acompanhavam…

No meio da refeição, meu celular tocou. Levantei da mesa pra atender a ligação, e Adolfo me seguiu, já que ele precisava fazer uma chamada urgente. Quando terminei de falar, Adolfo, com cara bem séria, me perguntou se tinha algo entre a filha dele e eu…

R: Não tem nada além de uma boa amizade, e eu gosto muito dela.

A: Já me parecia que essa era mais uma das fantasias da minha filha.

R: Sem ofensa, mas eu busco outras qualidades numa mulher…

A: Entendo, mas minha filha é muito teimosa e você tá na mira dela…

R: Vai passar, fica tranquilo…

A: Pena que sejam só ilusões da minha filha e da minha mulher, porque você é um grande rapaz…

Voltamos pra mesa e terminamos de comer. Já nas sobremesas, Lili, não sei como, me arrastou pra um compromisso de ir com ela ao clube numa festa. Pela cara da Natalia, ela desaprovava esse plano…

Passamos o resto da tarde e parte da noite, mais ou menos até as onze, no clube. Natalia, embora parecesse chateada, tava feliz com as amigas e fazendo negócios. Não tão feliz quando via a Lili grudada em mim que nem carimbo em carta…

Lá pelas 23:30, fui pra casa. No caminho, quase me lasquei, porque a Natalia tava igual uma puta no cio e meio bêbada, não parava de me apalpar e me beijar…

Entro em Em casa, feito uma gostosa desbocada no meio da sala, ela tirou o vestido e as alpargatas, jogando tudo pro alto… Pulou em cima de mim, e eu segurei ela nos braços como pude.

N: Vamos pra cama que vou te foder como nunca, assim essa puta da Lili sai da sua cabeça, e vou lamber até tirar o cheiro dela dessa vagabunda…

Fomos pra cama… Ela arrancou minha roupa, me jogou de barriga pra cima na cama e montou em mim…

Colocou aquele rabão na minha cara, enfiou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete, mas uns minutos depois começou a ter convulsões. Achei que era algo novo, mas sem dizer palavra, saiu correndo pro banheiro. Levantei e fui atrás dela, e encontrei ela de quatro, com a cabeça enfiada na privada, vomitando. Tava mais que claro que tinha bebido demais… Limpei meu pau cheio de baba, ajudei ela e coloquei de volta na cama, fiz um chá de camomila e servi pra ela. Assim terminou minha noite de super sexo. Passamos a noite dormindo abraçados juntos.

Na manhã seguinte, acordei cedo e preparei o café da manhã dos campeões: suco de laranja, café puro bem carregado, umas torradas com manteiga, geleia de amora e uma omelete de dois ovos com ketchup, além de dois remédios pra ressaca: o dos meus amigos, que dizem que o melhor é um Red Bull, e o do meu pai, que toma suco de tomate com bastante tabasco e aipo (tem um gosto nojento).

Enquanto eu preparava tudo isso, minha avó ligou pra dizer que ela e minha tia adiantariam a chegada pro meio-dia, em vez de segunda… Acordei a Natalia com o maior cuidado, porque ela acorda muito mal, ainda mais de ressaca. Servi o café da manhã e contei sobre a mudança de planos da minha avó e minha tia, enquanto ela tentava se desculpar pelo que aconteceu na noite… Além disso, lembrei ela que devia beber menos nas próximas vezes e que tinha combinado com umas senhoras do clube de abrir a loja em particular naquela manhã… Combinamos às 12:30 pra ir juntos buscar minha avó e minha tia, e ela saiu voando. Aproveitei o banho e fui correr…

Às 12:30 me apresentei na boutique e encontrei a Natalia toda feliz porque as vendas tinham ido muito bem… No caminho pra estação de trem deixamos a Ana em casa e, já sozinhos, combinamos que enquanto minha tia e a avó estivessem em casa, não íamos transar — era assumir muito risco de sermos pegos com mais gente em casa. A ideia não agradou nada a Natalia, que resmungou, fez biquinho e reclamou, mas percebeu que era o melhor.

Chegamos na estação e recebemos minha avó. Tenho que dizer que, mesmo como ela sempre me lembra, não tenho o sangue dela por não ser filho biológico da Natalia, ela me ama muito, me mima pra caralho e me consente quase tudo (dá pra dizer que sou o favorito dela). Além disso, preciso explicar um costume peculiar: com todos os netos e netas, quando fazem 4 ou 5 anos, ela beija na boca, não importa quem esteja na frente…

Minha avó Macarena é andaluza dos pés à cabeça e orgulhosa sevilhana, de boa figura apesar da idade e de ter tido 5 filhos. É elegante, vaidosa, muito religiosa e certinha, e fanática pelo Sevilla FC ou pelo "Seu Sevilla", como ela diz. Gostosona, com peitões e uma bunda enorme, simpática e engraçada… Professora primária e dona de casa no passado, já que é aposentada.

Minha tia Rocío está no meio do processo de divórcio. É uma morenona do caralho, linda e sexy, que era a rainha das minhas fantasias sexuais desde os 13 anos. Linda, elegante, muito bem vestida, maquiada como uma modelo e, como todas as mulheres da família, com uns peitões generosos e uma bunda à altura, além de ser alegre, divertida e muito carinhosa. Mas quando desceu do trem, a vi mudada: triste, deprimida, sem brilho e não tão bonita e arrumada como costumava ser. Achei que era normal, ainda mais quando você se divorcia de alguém com quem dividiu mais de metade da vida…

No caminho pra casa, paramos pra comer e fomos num supermercado comprar comida e pratos congelados ou pré-prontos, que é o que Normalmente a Natalia usa ou então liga pra gente pedir pra entregar em casa. Enquanto a gente fazia as compras, meu pai ligou e ficou super feliz com a visita, principalmente da minha avó, porque ele adora a comida caseira de sempre que ela faz. Ele é meio comilão, kkkkk, ainda mais se a comida for boa…

Eles se instalaram em casa, se arrumaram, descansaram um pouco e minha avó fez o jantar. Durante o jantar, a gente conversou sobre várias coisas e percebi que minha tia não era a mesma de sempre, ela tá meio deprimida e confusa…

Na segunda-feira, meu pai chegou, a gente conversou e ele me pediu pra fazer de tudo pra que elas se divertissem, especialmente minha tia… Fomos almoçar em casa porque minha avó cozinhou… Depois da soneca, levei minha avó, minha tia e a Natalia pra fazer compras. Quando a gente saiu de uma das lojas, apareceu meu tio Luís meio bêbado — ele é o marido da Rocío. Minha avó e minha mãe ficaram doidas quando viram ele, levaram minha tia embora, e eu fiquei com meu tio tentando acalmar as coisas… Levei ele pra um bar e a gente conversou… Deixei bem claro que minha tia não queria nem ver ele mais, ainda mais considerando que ela pegou ele na cama com outra, bem mais nova que ela…

Umas duas horas depois, cheguei em casa, onde todo mundo tava me esperando, na expectativa de notícias.

Minha tia tinha tomado vários chás de camomila, mesma coisa que minha avó… Pela conversa com meu tio, cheguei à conclusão de que ele tinha instalado no celular da minha tia algum tipo de aplicativo de localização, por isso ele sabia onde a gente tava. Minha tia ficou puta da vida, daquelas que viram história, e disse que com certeza era algo assim, e que além disso, ela suspeitava que o advogado que tava cuidando do divórcio dela e do meu tio pareciam muito amigos, pelo jeito que meu tio falava dele e pelos detalhes que ele contou — coisas que, se fosse pelo advogado, meu tio não poderia saber, e por causa da bebedeira ele acabou deixando escapar… A raiva da minha tia deve ter sido ouvida na China, ela não gosta de ser usada nem de se aproveitarem dela. E não tem nada pior do que uma mulher pistola, e nesse caso, não era brincadeira. Não uma, mas três, já que minha avó e a Natália também estavam lá, fumando cachimbo.

Jantamos e fomos dormir bem tarde. No primeiro dia depois de um tempão, fui pra cama sem sexo, e achei estranho. Peguei no sono lá pelas 3 da madrugada.

Minha tia passou os três dias seguintes meio deprimida por causa do que aconteceu... Enquanto isso, ela foi a uma loja de celulares pra saber se tinha algum programa de rastreamento ou algo assim no aparelho, e descobriu que sim. Isso fez minha tia explodir, e ela começou a conversar com amigas divorciadas pra trocar de advogado. A Natália, vendo minha tia assim, decidiu me propor...

N: Você tem que me ajudar com sua tia e fazer ela se animar.

R: Pois é, não sei bem como vou conseguir ajudar.

N: Seducê-la e comer ela bem comida, não vai te dar muito trabalho.

R: Você é louca, a tia vai armar um deus me livre, vai pensar que sou um tarado...

N: Não, nada disso. Além do mais, sei muito bem que minha irmã te atrai desde que você era um guri, e ela tá sem homem pra cuidar das necessidades dela há muito, muito, muito tempo. E você não reparou como ela te olha?

R: Como você sabe disso?

N: Sou sua mãe e sou mulher, é minha obrigação saber certas coisas sobre você.

R: Não sei se isso vai funcionar, e ainda mais com a avó por perto, não vai ser fácil.

Ela me beijou na boca, dizendo:

N: Minha irmã é uma mulher como eu, e nós duas fomos criadas do mesmo jeito em tudo. Promete que vai tentar.

R: Só prometo que vou pensar.

Passei o dia inteiro matutando na proposta da Natália e observando minha tia.

Enquanto isso, minha avó pediu pro meu pai me liberar nas tardes, porque ela precisava de mim pra visitar as amigas na cidade. Embora ela dirija, prefere ser levada, especialmente se eu for o motorista, já que nunca nego nada a ela. Meu pai também respeita muito minha avó e não quer problemas com ela, além de querer que ela cozinhe o que ele gosta de comer e o mime com sobremesas, petiscos, etc. etc, etc, é melhor deixar ela contente, então aceito…

Passamos o resto do dia em família, pensando no que a Natalia me propôs. É verdade que desde os 13 ou 14 anos eu fantasiava com minha tia, os peitos dela e aquela rabuda, e sempre no verão, quando ela usava maiô ou biquíni, eu tentava olhar escondido o máximo possível os peitos e a bunda dela, e depois ficava roxo de vergonha pra disfarçar minha ereção, e me acabava na punheta lembrando à noite o que via durante a tarde na praia ou na piscina.

No dia seguinte, como de costume, saí pra correr e depois fui trabalhar até as 14h, quando busquei minha avó e a levei na casa de umas amigas. Me apresentei e ela se gabou do neto pras amigas, feito um rato em cima de um queijo. Voltei pra casa, e meu pai e a Natalia já tinham voltado ao trabalho. Então minha tia me serviu a comida e, depois de almoçar, fomos pro jardim. Ela tava com um maiô preto anos 70, feio pra caralho, nada sexy e bem desanimador. Além disso, se você prestasse atenção, dava pra ver uns pentelhos saindo da região da buceta, coisa que não combinava com o jeito que minha tia costumava ser e se arrumar. Vendo isso, me abstive de fazer qualquer coisa, exceto passar protetor nas costas dela, a pedido dela, o que ela gostou e agradeceu… Fui buscar minha avó umas 20h.

Quando a Natalia voltou pra casa e ficamos sozinhos no meu quarto, ela me beijou na boca.

N: Meu amor, você não sabe o quanto senti sua falta e a vontade que tô de você me foder.

R: Calma, a gente pode ser pego.

N: Você não tá com saudades de mim?

R: Tô, claro que tô, mas a gente pode ser pego…

Ela fez cara de menina mimada.

N: E aí, como foi com sua tia? Hoje vocês ficaram sozinhos…

R: Não deu pra fazer nada. Ela tava com um maiô do tempo da ditadura, muito feio, e descuidada, sem se arrumar, dava até pra ver os pentelhos da buceta…

N: Mmmmmmmmmmmmm, o que acontece é que eu te acostumei muito mal, te mimei demais…

R: Não, não, é a verdade, amadureci e olha, você vai ver.

Com cara feia e, eu diria, um pouco irritada, ela saiu do meu quarto em direção ao quarto da minha tia… um tempo depois, ouvi minha avó Natália e minha tia Rocío conversando. Elas precisavam se animar, se cuidar, se arrumar e voltar a ser quem eram. No dia seguinte, iriam as três a um salão de beleza…

Jantamos, fomos dormir e, na manhã seguinte, a mesmice de sempre, exceto pelas três senhoras da casa, que saíram juntas enquanto a gente também ia… Lá pelas 14h, saí do Conselho pra buscar minha avó e levá-la com as amigas, como havíamos combinado…

Quando voltei pra casa, qual não foi minha surpresa ao ver minha tia vestindo um biquíni branco que ficava espetacular nela, daqueles que a calcinha tem laços nas laterais, deixando a raba dela cinematográfica, e a parte de cima amarrada atrás do pescoço com uma tira fina, marcando os peitos dela de um jeito fenomenal, com chinelos combinando, além do cabelo arrumado no salão, mas sem maquiagem. Quase caí de costas quando a vi… Enquanto eu trocava de roupa por algo mais confortável e me refrescava, ela colocou a comida na mesa pra mim, e depois que eu recolhi os pratos, saí com ela pro jardim…

R: Muito obrigado, tia, mas eu podia ter me servido sozinho.

Ro: Não precisa me agradecer, é um prazer. Além disso, você quer que sua avó me castigue como quando eu era pequena se ela descobrir que não te servi a comida?

Falamos besteiras enquanto eu comia. Quando terminei, minha tia levou os pratos pra cozinha e, na volta, se deitou numa das espreguiçadeiras…

R: Tia, você tá linda demais, maravilhosa, espetacular…

Ro: Obrigada, amor. Faz tempo que ninguém me elogia. Pena que seu tio não pensa igual a você e me trocou por essa puta mais nova…

Pensei: é agora ou nunca, e que eu devia contar a verdade com cuidado. Então criei coragem e me abri com ela…

R: Tia, sem querer ofender, mas meu tio é um burro. Trocar você, que é linda demais, maravilhosa, gostosa, com esses peitos perfeitos, essa raba e essas pernas de matar?

Ro: Kkkkkkk, obrigada, amor. kkkkkkk obrigado, tesouro, com essas palavras você anima qualquer um...

R: Mais te vou contar uma coisa que acho que você não sabe: desde os 12 ou 13 anos, todo verão quando íamos pra piscina ou pra praia, eu ficava de olho nos decotes dos seus maiôs e biquínis e odiava quando você tirava da fenda da bunda o pano que entrava na sua racha e se ajeitava...

Ro: Sério, Rafael!!!!!! kkkkkk, e eu sem perceber nada.

R: Eu me acabava na punheta lembrando das suas curvas, seu corpo, suas tetas, sua bunda, teria dado dinheiro pra te ver pelada...

Ro: Sério? Como não percebi nada? Deus do céu.

R: O pior era disfarçar minhas ereções.

Ro: Tesouro, kkkkkkkk.

R: Quando você vestia aqueles vestidos de verão com aqueles decotes e aqueles jeans justos que marcavam sua bunda no milímetro e aquelas regatas justas que marcavam suas tetas e especialmente os bicos quando eles ficavam duros com aqueles saltões...

Ro: Jesus, você me estudou bem, hein, safado?

R: Você sempre foi tão gostosa...

Ro: Eu? kkkkkkkk.

Dava pra perceber pelo tom da voz e pela expressão no rosto da minha tia que o que eu tava contando agradava ela e deixava ela feliz.

R: E a essência Women, isso sim me matava, era sentir seu cheiro e ficava dura feito cimento.

Ro: kkkkkk essência Women, o que é isso?

R: Um perfume que você usava...

Ro: Usei vários esses anos, mas com tanto elogio e cantada você subiu minha temperatura, me traz algo gelado, por favor.

R: Já vou.

Levantei, fui pra cozinha e levei uma taça de um bom vinho branco. Chegando no jardim, entreguei a taça pra minha tia. Ela deu dois goles de vinho, se deitou de bruços e pediu pra eu passar protetor solar nas costas. Ela soltou a parte de cima do biquíni e eu passei o protetor nas costas dela, suave e com muito cuidado, devia estar fazendo muito bem...

Ro: Que delícia, assim, assim, não para...

Pra melhorar minha massagem, mais do que só passar Passei protetor solar montado na bunda enorme da minha tia, aumentando à força a intensidade da massagem. Aproveitando minha posição e já que eu tava com o pau meio duro, aproximei ele da bunda dela e, pra minha surpresa, ela nem se mexeu. Como se não tivesse percebido minhas intenções, encostei mais, com um pouco mais de força, deixando claro que minha tia ia notar, sem rodeios. Mas ela continuou sem fazer ou falar nada, e tava muito óbvio que ela tinha percebido minhas intenções. Esfreguei de leve naquela bundona, eu tava no paraíso, quando o telefone tocou. Levantei pra atender, era minha avó pedindo pra eu buscá-la. Contei pra minha tia, com todo o pesar…

Ro: Tá bom, sol. Mas espero que você passe protetor solar de novo em mim, foi maravilhoso.

R: Quando você quiser…

Fui me trocar e buscar minha avó…

O resto do dia e da noite foram como os anteriores, e no dia seguinte, depois de deixar minha avó com as amigas dela, como sempre, fui almoçar e lá estava minha grande surpresa… Lasanha caseira de carne, bolinhos de creme e chocolate, e limonada caseira na mesa. E quando tava no meio da minha deliciosa comida, minha tia apareceu de biquíni, igual ao dia anterior, só que vermelho e, na minha opinião, mais cavado e mais decotado.

Ela tava linda, arrumada, maquiada, com as unhas pintadas de vermelho. Uma deusa. Fiquei duro só de olhar pra ela.

Ela chegou perto de mim e me deu um beijo na bochecha, mas mais longo e intenso que o normal.

Ro: Gostou da comida? Fiz especialmente pra você, meu anjo.

R: Tá muito boa, mas não precisava ter se incomodado.

A gente conversou sobre coisas sem importância até sair pro jardim.

Ro: Ontem você disse que pagaria pra me ver nua…

R: Sim, você é uma gostosa e sabe disso.

Ela chegou perto da minha espreguiçadeira e me deu um selinho nos lábios.

Ro: Hoje você vai ver seus desejos realizados. Vamos pro meu quarto.

Não conseguia acreditar no que ela tava me dizendo nem no que ia rolar. Ela deu uma pequena Corri e fui atrás dela.

Quando entrei no quarto dela, ela estava de costas pra mim, soltando o sutiã do biquíni. Colocou ele em cima de uma cadeira, os antebraços e as mãos cruzados sobre os peitos, se escondendo com as mãos, e se virou pra mim, falando com a voz nervosa e os olhos fixos no chão.

Ro: Se a gente vai fazer isso, é porque te amo muito, e além disso, você sabe que é meu sobrinho favorito.

R: Sim, tata, eu sei, fica tranquila, você sabe que eu também te amo muito.

Ro: Tem que ser nosso segredo, ninguém pode saber nunca.

R: Claro, tata, vai ser nosso grande segredo.

Ro: Me promete que vai cuidar de mim, me mimar e me tratar com respeito e muito carinho.

R: Claro que sim, tata.

Ro: Espero não te decepcionar.

R: Isso nunca, e você sabe disso, você é perfeita e é uma gostosa.

Me aproximei da minha tia e dei um beijo doce, suave e terno nos lábios dela, pra ela relaxar, mas pra minha surpresa, ela respondeu ao meu beijo com um mais longo, intenso e profundo, acompanhado de uma brincadeira leve das nossas línguas que durou uns instantes.

Minha tia relaxou, me deixando ver no máximo esplendor os peitos dela. Eram grandes, com dois tons de moreno: mais intenso nas áreas que pegaram sol e mais claro nas que não pegaram. As auréolas enormes, cor de chocolate, e os mamilos, enormes, estavam durinhos e balançavam ao menor movimento.

Sem pensar, me joguei naquelas maravilhas que eu tanto desejava, pra beijar, chupar e mamar como um louco, e minha tia respondeu com um suspiro forte, fechando os olhos e me deixando fazer o que eu quisesse. Enquanto eu curtia as tetas da minha tia, coloquei minhas duas mãos nas duas bundonas do rabão dela, amassei e apertei com força e firmeza, fazendo ela gemer de aprovação. Depois de um bom tempo dando prazer um pro outro, minha tia pediu desesperada:

Ro: ME COME, RAFAEL, ME COME, QUERO QUE VOCÊ ME COMA COMO NUNCA FIZERAM, MEU AMOR.

Minha tia parecia fora de si, possuída pelo desejo dos instintos mais baixos dela

R: Sim, tata, sim, o que você quiser.

Ela arrancou a camiseta branca que tava vestindo e começou a beijar meu peito e barriga descendo até chegar na minha cintura, e quando encontrou minhas bermudas, arrancou elas também, fazendo meu pau saltar pra fora como se fosse uma mola (como tava muito calor, eu não tava de cueca).

Meu pau duro, rijo como pedra, dava pra ver com muita facilidade as veias inchadas e grossas, com a cabeça do meu pau vermelha, quase vinho, na maior plenitude.

Ro: VIRGEM DA MACARENA, QUE PORRA É ESSA AÍ?

Sem me dar tempo de responder, ela enfiou a cabeça do meu pau na boca dela, a língua passava por ela e, do jeito que gostava, enfiava o máximo que podia na boca, saboreava. Eu deixei ela fazer e aproveitei as habilidades dela. Minha tia parecia uma verdadeira especialista em chupar pica, e começou a lamber meu pau, saboreando o membro ereto e duro do sobrinho. Ajoelhada na frente dele, pegou meu pau, colocou entre os peitos dela, duros e firmes como aço, e passeou ele entre as tetas, apertando elas com força.

Ro: Cê tá gostando, meu amor?

R: SSSSSSSIIIIIIIIIIM, você é fabulosa.

O rosto da minha tia se iluminou e ela deu um sorrisão de satisfação.

Ro: ME FUDA, amor, ME FUDA.

Eu entendi que ela queria que eu fodesse os peitos dela e gozasse neles, então comecei a me mover pra frente e pra trás dentro deles…

Ro: NÃO, amor, EU QUERO VOCÊ DENTRO, BEM DENTRO DE MIM.

Minha tia pulou e ficou de pé enquanto meus olhos se deliciavam com o balanço descontrolado daquelas duas maravilhas da natureza. Minha tia tirou a calcinha do biquíni e se deitou de barriga pra cima na cama, enquanto eu tirava as havaianas, jogando elas pelo quarto, e logo as bermudas, enquanto minha tia fazia sinal com a mão pra eu ficar entre as pernas dela, coisa que fiz na hora.

Depois de me posicionar, pude contemplar a buceta da minha tia, com os pelos pubianos aparados, mas a buceta dela era grande. carnudo, bem inchado, de onde saía um fluxo transparente abundante que brilhava.

Ro: Com calma, querido, devagar, faz mais de um ano que não transo com um homem.

Não podia acreditar que meu tio não tocava nela há mais de um ano.

R: Fica tranquila, paro quando você pedir, seria incapaz de te machucar…

Beijei ela nos lábios suavemente, com delicadeza, pra acalmar ela e deixar ela relaxada, continuei beijando ela devagar em direção aos peitos dela, minha tia só fechou os olhos e me deixou fazer.

Beijei os peitos da minha tia, alternando meus beijos com pequenos chupões nos bicos dos peitos dela, e minha tia só respondia com gemidos suaves e profundos…

Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da buceta da minha tia, introduzi com muito cuidado a cabeça do meu pau na buceta quente e muito molhada da Rocío, sem quase esforço enfiei todo o meu pau lá dentro, quando sentiu a penetração, o corpo da minha tia se convulsionou, gozando pela primeira vez…

R: Quer que eu pare?

Ro: Não, não, não!!!!!!, ME COME ME COME ME COME NÃO PARA.

Em seguida, chupei com mais força e intensidade os bicos dos peitos da minha tia, e ela correspondia com mais gemidos e gritos e uma grande e quente gozada que transbordou, que me indicou que eu podia começar a foder ela dentro fora, dentro fora, dentro fora, no ritmo da cintura dela, imprimindo mais força no final das minhas estocadas CLON CLON CLON…

Ro: ME COME ME COME ME COME MAIS FORTE, MAIS FORTE, MAIS FORTE, MMMMMMMMMMMAAAAAAISSSSSSS RRRAAAAPPPIIIDDDOOO.

Coloquei minhas mãos sobre os peitos dela, forte e firmemente, e minha tia respondeu com um grito profundo SSSSSSSIIIIIII acompanhado de uma onda de fluidos que inundavam a buceta dela de novo, com meu pau prestes a explodir, montei na minha tia com todas as forças que minha cintura aguentava DENTRO FORA, DENTRO FORA, DENTRO FORA, GOZANDO COM TODA MINHA VONTADE…

Caindo exausto sobre o corpo da minha tia enquanto ela acariciava minha cabeça dizendo.

Ro: QUE PUTA EU SOU (enquanto me beijava). A frase que minha tia disse, eu não sabia o que fazer nem o que pensar. Pra mim, ela não era uma puta, mas sim uma deusa que tinha realizado o sonho mais desejado da minha puberdade.

Depois de um tempinho trocando carinhos e afagos… minha tia se levantou e foi pro banheiro. Eu me levantei porque o telefone tocou, atendi a ligação, fui me lavar no banheiro de baixo e fui buscar minha avó.

CONTINUA…

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