Continuação de:http://www.poringa.net/posts/relatos/2801639/En-el-bar-con-el-cornudo-2-Llegamos-a-su-casa.htmlPrimeira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2801616/En-el-bar-con-el-cornudo-La-primera.html
A sacanagem de ver a namorada dele gozando gritando que nem uma puta no cio, de quatro, arqueando as costas, empinando a raba enquanto eu puxava o cabelo dela feito domando uma gostosa fez ele não aguentar mais.
A Vane ficou largada no sofá e eu respirando fundo.
— Filhos da puta, não aguento mais. — Diz o Javi.
— Fica tranquilo — falo eu.
E pegando a Vane pelos cabelos, arrasto ela até o Javi.
— Olha o que você fez ele fazer, puta, tá sendo malvada com seu namorado... Agora limpa tudo.
E enfiei a cabeça dela na perna do Javi.
A Vane começou a lamber a porra da perna do namorado. Ela colocava a pontinha da língua pra fora e enfiava a porra na boca... até que eu encostei a cara dela na perna, aí ela esticou a língua toda e deixou a perna dele limpinha.
Botei uma mão no peito do Javi, deitando ele contra o sofá, e ainda segurando a Vane pelo cabelo, levei ela até a pica do Javier, que tava querendo explodir...
— Começa pela cabeça, puta, e com as mãos nas costas também...
E assim a puta, com as mãos pra trás, começou a lamber a cabeça da pica do namorado...
Eu marcava o ritmo. Primeiro pela cabeça... fazia ela chupar e afastava, o Javi se arqueava. De vez em quando, fazia ela engolir até a metade, apertava... apertava e, quando ela engasgava, puxava forte o cabelo dela pra cima. O Javi não aguentava mais, e a minha pica tinha endurecido de novo.
— Olha como a puta da sua namorada me deixou duro de novo.
— Viu como ela é puta?
— Sim, sim... merece ficar com as algemas.
E foi aí que soltamos o Javi e colocamos as algemas na Vane.
Se eu já contei que ela tinha uma carinha de puta do caralho... imaginem como tava agora, depois de uma fodida violenta, toda despenteada e com a boca vermelha de tanto me beijar e chupar pica.
Sentei no sofá, bem na ponta, abri as pernas e, segurando a Vane com as duas mãos na nuca, enfiei ela na minha pica, botei ela A boca nas bolas. Ainda meio molhadas do suor e dos fluidos que escorriam da buceta dela na foda. Ela começou a chupar, primeiro lambendo, passando a língua de baixo pra cima, em círculos. Depois começou a enfiar na boca, eu guiava ela, com as duas mãos segurando a nuca dela.
Javi atrás fazia ela levantar a raba.
— Olha como você se deixou comer, puta do rabo
e deu um tapa violento na bunda dela.
— Ai, filho da puuuutaaa
e outro, e outro...
— Gostou de ser comida, puta? Agora você vai chupar essa pica
Pegou a Vane pela cintura e começou a meter a pica nela.
Enquanto comia ela, continuava dando tapas na bunda dela. Agarrou ela pelo cabelo, beliscava a bunda. Vane gemia, e já tinha passado das bolas pra chupar minha pica.
Vane ficou parada, recebendo a pica do Javi por trás e inclinada pra frente chupando minha pica. De vez em quando, Javi tinha que segurar ela pra não cair.
A coisa foi ficando mais intensa, Javi metia com mais violência e eu acabei levantando pra segurar ela pelo rosto e comer ela pela boca... entrava e saía metade da minha pica, até que de repente diminuía a velocidade mas começava a enfiar até o fundo...
Vane só conseguia gemer. As mãos algemadas (ela na frente, não atrás como o Javi), com o namorado comendo ela por trás e eu enfiando a pica na boca dela. Continuamos assim por um tempo até que eu tirei a pica toda babada da boca da Vane. Vários fios de baba escorriam do queixo dela. Ela tinha cara de cansada e safada ao mesmo tempo.
— É a vez do cu, falou Javi, deixo você começar
E sentou na ponta do sofá, fazendo a Vane de quatro começar a chupar a pica dele igual ela tava chupando a minha há pouco. Com a raba da Vane empinada e à minha disposição, fiquei atrás dela e cuspi. Meu dedo indicador começou a fazer círculos com a cusparada no buraquinho dela. Continuei mexendo em círculos e pressionando aos poucos. A raba abria fácil, já vinham fazendo isso há um tempo, pelo visto.
— Como ela se deixa... falei
— Viu? Ela tava Roto quando conheci a vadia gostosa
e ao entrar a primeira parte do meu dedo, ouvi a Vane gemer.
Continuei passando saliva e enfiando um dedo, depois dois. Agora sim... enquanto via ela rebolar na pica do namorado, coloquei a ponta da minha pica na entrada do cu dela. Abrindo as nádegas dela e segurando firme, comecei a pressionar.
O cu apertava minha pica pra caralho... Era quente. Tirei a cabeça, passei um sachê de vaselina que vinha com as camisinhas e voltei a pica nela. Agora a cabeça entrou melhor e comecei a meter e tirar... até chegar na metade da pica.
Javi se levantou e sentou no sofá. Colocou a Vane por cima e de uma vez enfiou a pica toda na buceta. Vane começou a subir e descer devagar. Javi se reclinou mais pra trás e Vane mais pra frente... deixando o cu dela à minha disposição.
Nunca tinha feito uma dupla penetração. Se já apertava quando enfiava no cu, agora era o dobro. Os gemidos da Vane aumentaram ao máximo... principalmente no momento em que conseguimos pegar um ritmo constante nós três. Era uma metida e tirada de pica na Vane incrível. A intensidade foi subindo. Pegávamos ela pelo cabelo, dávamos tapas. Vane pedia mais. Deu dois tapas no namorado.
— Me comam assim. Sou a putinha de vocês, a buceta da mãe de vocês...
Já era desespero o que ela gritava. Segundos depois, ela estava gozando num orgasmo, a grande vadia. O tesão que ela nos fez pegar foi foda.
Javi gozou dentro da buceta. Eu deixei a pica dentro do cu e assim que ele acabou, puxei ela pelos cabelos, aproximei da minha pica e estourei a porra na cara dela... Nós três caímos no sofá. Ela se levantou. Mandou um beijo e entrou no quarto.
Era hora de voltar pra casa...
Obrigado por ler.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Enquanto a gente gozava que nem bichos, do lado, o Javi deixou escapar uns jatos de porra na perna dele. A sacanagem de ver a namorada dele gozando gritando que nem uma puta no cio, de quatro, arqueando as costas, empinando a raba enquanto eu puxava o cabelo dela feito domando uma gostosa fez ele não aguentar mais.
A Vane ficou largada no sofá e eu respirando fundo.
— Filhos da puta, não aguento mais. — Diz o Javi.
— Fica tranquilo — falo eu.
E pegando a Vane pelos cabelos, arrasto ela até o Javi.
— Olha o que você fez ele fazer, puta, tá sendo malvada com seu namorado... Agora limpa tudo.
E enfiei a cabeça dela na perna do Javi.
A Vane começou a lamber a porra da perna do namorado. Ela colocava a pontinha da língua pra fora e enfiava a porra na boca... até que eu encostei a cara dela na perna, aí ela esticou a língua toda e deixou a perna dele limpinha.
Botei uma mão no peito do Javi, deitando ele contra o sofá, e ainda segurando a Vane pelo cabelo, levei ela até a pica do Javier, que tava querendo explodir...
— Começa pela cabeça, puta, e com as mãos nas costas também...
E assim a puta, com as mãos pra trás, começou a lamber a cabeça da pica do namorado...
Eu marcava o ritmo. Primeiro pela cabeça... fazia ela chupar e afastava, o Javi se arqueava. De vez em quando, fazia ela engolir até a metade, apertava... apertava e, quando ela engasgava, puxava forte o cabelo dela pra cima. O Javi não aguentava mais, e a minha pica tinha endurecido de novo.
— Olha como a puta da sua namorada me deixou duro de novo.
— Viu como ela é puta?
— Sim, sim... merece ficar com as algemas.
E foi aí que soltamos o Javi e colocamos as algemas na Vane.
Se eu já contei que ela tinha uma carinha de puta do caralho... imaginem como tava agora, depois de uma fodida violenta, toda despenteada e com a boca vermelha de tanto me beijar e chupar pica.
Sentei no sofá, bem na ponta, abri as pernas e, segurando a Vane com as duas mãos na nuca, enfiei ela na minha pica, botei ela A boca nas bolas. Ainda meio molhadas do suor e dos fluidos que escorriam da buceta dela na foda. Ela começou a chupar, primeiro lambendo, passando a língua de baixo pra cima, em círculos. Depois começou a enfiar na boca, eu guiava ela, com as duas mãos segurando a nuca dela.
Javi atrás fazia ela levantar a raba.
— Olha como você se deixou comer, puta do rabo
e deu um tapa violento na bunda dela.
— Ai, filho da puuuutaaa
e outro, e outro...
— Gostou de ser comida, puta? Agora você vai chupar essa pica
Pegou a Vane pela cintura e começou a meter a pica nela.
Enquanto comia ela, continuava dando tapas na bunda dela. Agarrou ela pelo cabelo, beliscava a bunda. Vane gemia, e já tinha passado das bolas pra chupar minha pica.
Vane ficou parada, recebendo a pica do Javi por trás e inclinada pra frente chupando minha pica. De vez em quando, Javi tinha que segurar ela pra não cair.
A coisa foi ficando mais intensa, Javi metia com mais violência e eu acabei levantando pra segurar ela pelo rosto e comer ela pela boca... entrava e saía metade da minha pica, até que de repente diminuía a velocidade mas começava a enfiar até o fundo...
Vane só conseguia gemer. As mãos algemadas (ela na frente, não atrás como o Javi), com o namorado comendo ela por trás e eu enfiando a pica na boca dela. Continuamos assim por um tempo até que eu tirei a pica toda babada da boca da Vane. Vários fios de baba escorriam do queixo dela. Ela tinha cara de cansada e safada ao mesmo tempo.
— É a vez do cu, falou Javi, deixo você começar
E sentou na ponta do sofá, fazendo a Vane de quatro começar a chupar a pica dele igual ela tava chupando a minha há pouco. Com a raba da Vane empinada e à minha disposição, fiquei atrás dela e cuspi. Meu dedo indicador começou a fazer círculos com a cusparada no buraquinho dela. Continuei mexendo em círculos e pressionando aos poucos. A raba abria fácil, já vinham fazendo isso há um tempo, pelo visto.
— Como ela se deixa... falei
— Viu? Ela tava Roto quando conheci a vadia gostosa
e ao entrar a primeira parte do meu dedo, ouvi a Vane gemer.
Continuei passando saliva e enfiando um dedo, depois dois. Agora sim... enquanto via ela rebolar na pica do namorado, coloquei a ponta da minha pica na entrada do cu dela. Abrindo as nádegas dela e segurando firme, comecei a pressionar.
O cu apertava minha pica pra caralho... Era quente. Tirei a cabeça, passei um sachê de vaselina que vinha com as camisinhas e voltei a pica nela. Agora a cabeça entrou melhor e comecei a meter e tirar... até chegar na metade da pica.
Javi se levantou e sentou no sofá. Colocou a Vane por cima e de uma vez enfiou a pica toda na buceta. Vane começou a subir e descer devagar. Javi se reclinou mais pra trás e Vane mais pra frente... deixando o cu dela à minha disposição.
Nunca tinha feito uma dupla penetração. Se já apertava quando enfiava no cu, agora era o dobro. Os gemidos da Vane aumentaram ao máximo... principalmente no momento em que conseguimos pegar um ritmo constante nós três. Era uma metida e tirada de pica na Vane incrível. A intensidade foi subindo. Pegávamos ela pelo cabelo, dávamos tapas. Vane pedia mais. Deu dois tapas no namorado.
— Me comam assim. Sou a putinha de vocês, a buceta da mãe de vocês...
Já era desespero o que ela gritava. Segundos depois, ela estava gozando num orgasmo, a grande vadia. O tesão que ela nos fez pegar foi foda.
Javi gozou dentro da buceta. Eu deixei a pica dentro do cu e assim que ele acabou, puxei ela pelos cabelos, aproximei da minha pica e estourei a porra na cara dela... Nós três caímos no sofá. Ela se levantou. Mandou um beijo e entrou no quarto.
Era hora de voltar pra casa...
Obrigado por ler.
11 comentários - En el bar con el cornudo. Final
el final de este te digo yo