Cogí con mi novia, su madre y sus hermanas (Capítulo 6)

Relato de como comi minha namorada, sua mãe e suas irmãs

SEXTA PARTE: Karma ou Karla
O dia da nossa chegada não poderia ter sido melhor. Majo e eu finalmente sacamos aquela vontade que estávamos guardando por quinze longos dias. Naquela primeira noite, ficamos exaustos. No dia seguinte, foi muito difícil acordar. Lembro que acordei porque ouvi Majo discutindo. Ela estava brigando com Esperanza por andar nua pelo quarto. Por estar dormindo, não pude vê-la, embora, claro, já conhecesse bem o corpo dela, mas não faria mal dar mais uma olhada depois de tanto tempo. De qualquer forma, não pude vê-la, pelo menos completamente nua.

Depois de tomar banho, sentei para tomar café da manhã com Mariano, o pai da Majo. Fomos os últimos a acordar e por isso tomamos café mais tarde que o resto. Esse senhor tinha uma boa impressão de mim, parecia gostar bastante. Mariano achava que eu era um jovem responsável e muito dedicado ao trabalho, então aprovava totalmente meu relacionamento com a filha dele. Quando terminamos o café, ele me convidou para acompanhá-lo à cidade; ele precisava comprar algumas coisas e queria que eu fosse junto. Não era o melhor plano do mundo, mas fazer o quê, era uma boa forma de melhorar o relacionamento e ganhar a confiança do pai da minha namorada.

Quando voltamos para a cabana, Mariano me convidou para tomar uns tragos de uísque com ele. Fomos até a piscina do complexo turístico e abrimos a garrafa. Sentamos para beber à beira da piscina, e depois de um tempo chegaram Majo, Karla e a mãe dessas mulheres lindas. Karla ficou um tempo na piscina enquanto Majo, os pais dela e eu conversávamos na mesa.

Karla saiu da piscina, claro, completamente molhada. Observei disfarçado; as gotas escorriam devagar pela pele dela enquanto ela pegava a toalha para se secar. Depois de secar o corpo, sentou-se junto a nós para tomar um drink e conversar um pouco. Ela era uma mulher muito extrovertida, alegre e aberta para falar sobre quase qualquer coisa. Obviamente, não entramos em nenhum assunto picante, foi mais uma conversa de família, bem agradável e tranquila. Mariajosé, a A mãe da minha namorada percebeu como a Karla roubava minha atenção de vez em quando. Ela me olhava e com os olhos tentava me advertir, "nem pense nisso". Aos poucos, o licor foi fazendo efeito; aquele requintado Macallan 1947 conseguira tirar da realidade cada um de nós que estávamos reunidos naquela mesa. Eu tentava não me perder no corpo trabalhado da Karla, nem no decote da mãe dela. Fazendo um grande esforço, tentava desviar meus olhos sempre que tentavam mirar essas mulheres lindas. Tentava focar minha atenção nos belos olhos da Majo, mas era difícil. Quando não resisti mais, me levantei; de uma forma bem decente me despedi da Karla e dos pais dela, peguei a Majo pela mão e disse que ela e eu iríamos dar uma volta pela cidade.

Não voltaríamos para a praia, não depois do que tinha acontecido conosco na noite anterior. Pensei por um momento que, por mais que fosse temporada turística, alguma das casas que eram alugadas no complexo turístico deveria estar vazia. Fomos checando uma por uma, espiávamos pela janela, víamos e avaliávamos se existia a possibilidade de ter gente lá. Quando vimos que não tínhamos sorte, que todas estavam ocupadas, decidimos voltar para a nossa, para nossa cabana e arriscar transar lá. Esperando que não tivesse ninguém; que a Esperanza e o namorado não estivessem, assim como a Laura e o marido, e obviamente esperando que a Karla e os pais dela decidissem prolongar a estadia na piscina. E como em tantas outras ocasiões, tivemos sorte. A cabana estava vazia, à nossa completa disposição para nos deixarmos levar pelos nossos impulsos e nossos desejos. Entramos no quarto, fechamos a porta mas não conseguimos trancar porque não tinha tranca.

E lá estava a Majo, novamente 'cara a cara' com meu pau, colocando-o na boca e de novo me fazendo tocar o céu com as mãos. Depois de um curto mas completo passeio do meu sexo pela boca sensual da Majo, a levantei com suavidade, a coloquei em pé e a encostei na parede. Subi sua saia e comecei a acariciá-la com meus dedos por cima do calcinha. Assim que ela estava concentrada no prazer, fechando os olhinhos e recostando a cabeça na parede, puxei sua calcinha bruscamente para baixo. Eu adorava fazer isso com ela, mimá-la, acariciar devagar e com suavidade e depois surpreendê-la com uma mudança de atitude. Em seguida, me inclinei, quase sentando no chão, mas sem apoiar a bunda nos azulejos frios; ou seja, ficando sentado no ar, me sustentando com as mãos e as pernas. Majo ficou de frente para mim, primeiro colocando sua buceta na minha cara, e quando eu estava prestes a lambê-la por um tempo, ela desceu e introduziu meu pau lentamente em sua vagina apertada. Não houve tempo para transar devagar, desde o começo foi com força; Majo saltava e batia no meu corpo enquanto eu curtia sem poder tocá-la, deixando que ela fosse a dona da situação.

Era um pouco difícil me segurar, afinal estava sustentando meu peso e o da Majo com minhas pernas e braços, mas o que mais me afetava era ver seus peitinhos pulando na minha cara sem poder tocá-los; aproximar meu rosto do dela para beijá-la e aceitar o momento em que ela quisesse fazer isso, sem poder segurar sua cabeça para trazê-la até mim e devorar sua boca. Nunca havíamos feito assim, e embora essa posição tivesse suas limitações, devo admitir que curti.

Majo e eu transávamos sem restrição alguma, estávamos mergulhados no prazer e por isso havíamos esquecido do tempo e do espaço. E quando achamos que tudo estava fluindo da melhor maneira, alguém abriu a porta. Karla colocou um pé no quarto e nos viu. Imediatamente baixou um pouco a cabeça, se virou e disse que estava procurando a Esperança, depois pediu desculpas pela interrupção e foi embora. Que constrangedor, muito constrangedor; bom, principalmente para a Majo. Eu fiquei um pouco sem graça, mas ao mesmo tempo acho que ser descoberto pela Karla me excitou. No entanto, tivemos que parar. Majo se pôs colorada, ela se levantou rapidamente e saiu correndo, entrou no banheiro e abriu o chuveiro. Pelo menos foi o que ouvi. Karla já tinha virado as costas e saído do quarto. Eu tinha ficado com um tesão da porra, Karla tinha interrompido a gente na melhor hora, justo quando eu estava quase gozando. Então segui a Majo, entrei no banheiro para terminar o que a gente tinha começado, mas Majo me afastou, “agora não, sério, agora não quero”, ouvi ela me dizer quando entrei no chuveiro.

Entendi o que Majo estava me dizendo, ela realmente parecia abalada com o que tinha acabado de acontecer. Para mim não podia ser pior; estava com um tesão absurdo, minha namorada não queria transar e na verdade ia ser difícil fazer de novo durante a viagem, já que a lembrança da primeira vez que a gente tinha sido pego ainda estava fresca. Procurar alívio com alguma das irmãs dela não era uma opção; Laura me detestava, além do mais ela estava com o marido e o pior, pelo menos pra mim, é que ela estava grávida, e eu com uma grávida não me animo, não sei vocês…

Procurar a Esperança podia ser tentador, afinal ela sempre tinha demonstrado querer transar de novo comigo, mas agora ela tinha namorado, supostamente estava apaixonada. Além disso, eu não queria sofrer de novo com a intensidade dela, já tinha me atormentado bastante com as insinuações dela, que por sinal eram pouco ou nada discretas. Mariajosé, a mãe gostosa dessas garotas também não era uma opção; durante a viagem ela estava quase sempre junto do marido, além do mais me parecia muito arriscado fazer de novo. E então? Eu tinha que me conformar em passar o resto das férias sem transar?

Era uma tortura pensar nisso, só de ver a Majo já me dava tesão e aqui era pior, porque era ver ela, as irmãs e a mãe, ver todas elas, às vezes juntas, de biquíni.

No outro dia, todo mundo tomou café da manhã juntos. Majo ainda estava um pouco abalada por causa do dia anterior, evitava olhar na cara da irmã mais velha. Eu conversava com ela, com a Karla, como se nada tivesse acontecido e ela respondia da mesma forma. Karla mantinha bastante compostura, e eu realmente não entendia porque Majo era tão suscetível diante desse tipo de situação; se no final das contas era óbvio para a família dela que nós deveríamos transar.

E foi assim que começou um dia torturante, um calvário, um dia de merda. Com toda a família dela passamos quase o dia inteiro na praia. Quando começou a anoitecer convidei a Majo para jantar em um restaurante no centro da cidade. Depois disso demos uma volta em um carro antigo e terminamos com um passeio pelo píer. Busquei passar um momento romântico com a Majo, para ver se isso podia acalmá-la, mas a única coisa que consegui foram uns beijinhos.

Voltamos para a casa e fomos dormir. Eu me sentia meio chateado e pensei que passaria dormindo, além do mais não tinha mais nada para fazer. Parecia que ia ser uma noite qualquer, mas no meio da madrugada meu sono foi interrompido por algo que eu nem sequer tinha imaginado.

Karla estava ajoelhada ao lado da cama, estava chupando meu pau enquanto eu dormia. Imediatamente a afastei com as mãos, sussurrando pedi que parasse e fosse para seu quarto. Majo estava dormindo ao meu lado, enrolada no lençol, dormia placidamente, bem profundamente, até aquele momento não tinha visto nada. Insisti com Karla, implorei que fosse embora, mas ela era teimosa, estava disposta a continuar com o que fazia; aliás, nem sequer diminuía o volume da voz ao falar. Não importava se Majo, Esperanza ou o namorado dela acordassem. Como vi que ela estava decidida a continuar, que não haveria nada que a detivesse; e eu não queria armar um escândalo, me levantei e saí junto com ela do quarto. Assim que fechamos a porta, voltei a pedir que fosse para seu quarto, não queria mais problemas com a Majo. Mas enquanto eu falava, Karla não fazia outra coisa senão me beijar pelo pescoço. Agarrou minhas mãos para que eu as passasse sobre seus seios.

Como contei antes, Karla era a mais velha de Esse grupo de irmãs. Ela era alta, a pele branca e bem macia; o cabelo preto, liso e bem comprido. As pernas tinham um formato e volume muito bons, a bunda também era grande; na verdade, não faltava carne em nenhuma parte do corpo. Era uma mulher de uns 32 anos mais ou menos. Os seios não eram pequenos, nem muito grandes; de um tamanho médio e bem empinados. O corpo era fenomenal, uma delícia, mas o que mais me atraía nela era o rosto. À primeira vista, um rosto normal, que não merecia estampar a capa de uma revista, mas no fim das contas, um rosto feito para mostrar expressões de prazer.

Não posso negar que a situação estava me deixando com tesão, ainda mais considerando que a Majo não quis terminar de transar comigo na noite anterior, nem fazer nada durante aquele dia. Mas eu sabia que tinha que resistir; já fazia um bom tempo que aconteceu aquilo com as irmãs e com a mãe dela e, durante esse período, não parava de martelar na minha cabeça a sensação de culpa que aquilo me causou. Mesmo assim, a Karla não parava, não dava ouvidos. Ela me dizia que desde a noite anterior, quando nos pegou eu e a Majo, tinha começado nela um desejo incessante de transar comigo. Vendo que não tinha como dissuadir a Karla, eu disse que cederia ao pedido dela, mas com uma condição. Nos afastarmos dali.

“O mais longe que eu tô disposta a ir é até a varanda”. Parecia uma loucura, mas ainda mantinha a esperança de que, por ser um lugar aberto, era propício para o barulho se dissipar rápido. A varanda dessa casa ficava logo atrás do quarto onde dormiam os pais da Majo. Já sabendo do inevitável, sabendo que ia transar com a Karla, a mulher mais gostosa e bonita dessa família, eu pensava em tudo que ia fazer com ela. Mas ao chegar na varanda, me decepcionei. A Karla se apoiou no parapeito, baixou a calça e a calcinha até a metade das pernas, virou o rosto e ficou me encarando, como me convidando para penetrá-la. Me aproximei dela e me abaixei para retribuir o favor que ela tinha feito alguns minutos atrás no quarto, mas ela não quis. Só queria que eu a penetrasse. Foi o que fiz, sem nenhum tipo de nojo ou piedade, também não houve tempo para ir devagar; Karla era daquelas mulheres que sempre pedem mais e mais. E ali eu estava dando, comendo ela enquanto o corrimão tremia suportando nosso peso, parecia que Karla não ligava pra nada, essa mulher não gemía, gritava. Ao ouvi-la, eu diminuía a intensidade com que a comia, mas ela voltava a pedir força; ela gostava de sexo com rudeza. Eu não sabia o que fazer, não conseguia comê-la tranquilo porque sabia que era iminente que, com aquela forma de gritar, íamos ser descobertos mais cedo ou mais tarde. E foi o que aconteceu.

Enquanto eu deixava meu pau se perder nas profundezas dessa buceta quente e rodada, a mãe desse grupo de garotas saiu na varanda. Ficou nos encarando, depois se aproximou e nos repreendeu: "O que vocês acham que estão fazendo?"

Eu dizia desesperadamente que não era o que ela imaginava, claro, porque por mais que eu inventasse o que inventasse era impossível negar o que ela tinha visto. Quando tudo parecia ir pro caralho, quando ela se virou para ir buscar a Majo e me deixar exposto, Karla interveio. "Não sei qual é o problema?... igual você também comeu ele, mãe, ou vai negar? Percebi no dia que tomamos um drink junto à piscina, o jeito que vocês se olhavam os entregou. Se quiser, vai e conta pra Majo, mas aí ela também vai descobrir que você também fez parte disso."

A senhora, antes excitada e agora furiosa, permaneceu em silêncio. Ficou ali, como que supervisionando o que fazíamos. Eu estava bem nervoso, não conseguia me concentrar em comer a Karla, a presença da mãe da minha namorada naquele lugar era insuportável. Karla se separou de mim, se virou e começou a me chupar, parou um momento para perguntar à mãe se ela queria se juntar, "vamos ver se esse menino termina seu trabalho..."

Mas lá continuava ela, Mariajosé. Perplexa. estática, nos encarando com raiva pelo que estávamos fazendo. Enquanto isso, Karla massageava a boca com a mão, e o resultado foi uma tremenda gozada sobre seus belos seios. Assim que aconteceu, ela olhou para a mãe e deu uma risada, eu também olhei com cara de arrependido para a mãe brava da minha namorada. Depois, Karla limpou o peito, se levantou, puxou a calça e foi andando devagar, e justo quando passou pela mãe, soltou: "Aí tá te deixando... sei lá, só falo por se você ficou com vontade".Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram alterados para proteger a identidade das pessoas.

Quem quiser imagens das protagonistas deste relato, é só me avisar.

SÉTIMA PARTE: Tudo tem seu fim
Estávamos só os dois na varanda quando me aproximei da Mariajosé. Ela ainda parecia irritada, tinha um caráter firme. Nunca passou pela minha cabeça a ideia de seguir a sugestão da Karla; eu só queria contar a minha versão do que aconteceu para contrapor o que ela tinha visto. Quando eu estava prestes a explicar que o que rolou com a Karla foi praticamente uma obrigação, ela me interrompeu e, sem hesitar, disse: "Aproveite os dias que você vai passar aqui com a Majo, porque assim que essa viagem acabar, quero que você se afaste dela. Não quero vê-la mais um dia ao seu lado. E se eu tiver que confessar que até eu participei disso, eu vou contar tudo..."

Twitter: @felodel2016

4 comentários - Cogí con mi novia, su madre y sus hermanas (Capítulo 6)

Es excelente esta historia! Se pone cada vez mejor.
Muchas gracias pana!
Ando trabajando en este momento (spoiler) en el final.
buena historia ahora vas a ocupar ayuda con todas, sigue la historia.
Apenas ando leyendo esta historia y me tiene al cien, q suertudo, fotos d las protagonistas como se hace???
https://drive.google.com/open?id=0BzIXFgP_TRXNY1dxMU12QzB5UUU
Fotos de todas las protagonistas de tu historia.