Relato de como eu comi minha namorada, a mãe dela e as irmãs dela
SEXTA PARTE: Karma ou KarlaO dia da nossa chegada não poderia ter sido melhor. Eu e a Majo finalmente matamos aquela vontade que a gente vinha guardando por longos quinze dias. Naquela primeira noite, ficamos exaustos. No dia seguinte, foi muito difícil acordar. Lembro que acordei porque ouvi a Majo discutindo. Ela estava reclamando com a Esperança por andar pelada pelo quarto. Por estar dormindo, não consegui vê-la, embora, claro, eu já conhecesse bem o corpo dela, mas não faria mal uma segunda olhada depois de tanto tempo. De qualquer forma, não consegui vê-la, pelo menos completamente nua.
Depois de me banhar, sentei para tomar café da manhã com o Mariano, o pai da Majo. Fomos os últimos a acordar, por isso comemos mais tarde que o resto. Esse senhor tinha uma boa impressão de mim, parecia gostar bastante de mim. O Mariano achava que eu era um jovem responsável e muito dedicado ao meu trabalho, então aprovava totalmente meu relacionamento com a filha dele. Quando terminamos de comer, ele me convidou para acompanhá-lo até a cidade; precisava comprar umas coisas e queria que eu fosse com ele. Não era o melhor plano que eu tinha, mas, fazer o quê, era uma boa forma de melhorar o relacionamento e ganhar a confiança do pai da minha namorada.
Quando voltamos para a cabana, o Mariano me convidou para tomar uns goles de uísque com ele. Fomos até a piscina do complexo turístico e abrimos a garrafa. Sentamos para beber perto da piscina; logo depois chegaram a Majo, a Karla e a mãe dessas belas mulheres. A Karla entrou na piscina por um tempo, enquanto a Majo, os pais dela e eu conversávamos na mesa.
A Karla saiu da piscina, claro, completamente molhada; eu a observei disfarçadamente; as gotas escorriam devagar pela pele dela enquanto ela pegava a toalha para se secar. Depois de secar o corpo, sentou-se perto da gente para beber um gole e bater um papo. Era uma mulher muito extrovertida, muito alegre e aberta a falar sobre quase qualquer coisa. Obviamente, nenhum assunto quente foi colocado na mesa; era mais uma conversa de família, bem agradável e tranquila. Mariajosé, a Mãe da minha namorada percebeu como a Karla roubava minha atenção de vez em quando. Ela me olhava e com os olhos tentava me avisar, "nem pense nisso". Aos poucos, o licor foi fazendo efeito; aquele delicioso Macallan 1947 tinha conseguido tirar cada um de nós da realidade ali na mesa. Eu tentava não me perder no corpo trabalhado da Karla, nem no decote da mãe dela. Fazendo um esforço danado, desviava os olhos toda vez que tentavam mirar essas mulheres gostosas. Tentava focar nos lindos olhos da Majo, mas era difícil. Quando não aguentei mais, levantei; de um jeito bem decente, me despedi da Karla e dos pais dela, peguei a Majo pela mão e falei que a gente ia dar uma volta pela cidade.
Não íamos voltar pra praia, não depois do que tinha rolado na noite anterior. Pensei por um momento que, mesmo sendo alta temporada, alguma das casas alugadas no complexo turístico devia estar vazia. Fomos olhando uma por uma, espiávamos pela janela, via e avaliava se dava pra ter gente lá. Quando vimos que não tínhamos sorte, que todas estavam ocupadas, decidimos voltar pra nossa, pra nossa cabana, e arriscar a trepar ali. Torcendo pra não ter ninguém; que a Esperança e o namorado dela não estivessem, igual a Laura e o marido, e obviamente torcendo pra Karla e os pais dela resolverem esticar a estadia na piscina. E como em tantas outras vezes, tivemos sorte. A cabana tava vazia, toda nossa pra deixar a gente se levar pelos impulsos e desejos.
Entramos no quarto, fechamos a porta, mas não deu pra trancar porque não tinha chave. E ali estava a Majo, de novo 'cara a cara' com meu pau, colocando ele na boca e me fazendo tocar o céu com as mãos de novo. Depois de um passeio curto, mas completo, do meu sexo pela boca sensual da Majo, levantei ela com cuidado, coloquei de pé e encostei na parede. Subi saia dela e comecei a acariciá-la com meus dedos por cima da calcinha fio dental. Quando ela já estava concentrada em aproveitar, fechando os olhinhos e reclinando a cabeça contra a parede, puxei a calcinha dela bruscamente. Adorava fazer isso com ela, mimá-la, acariciá-la devagar e com suavidade, e depois surpreendê-la com uma mudança de atitude. Então me inclinei, quase sentando no chão, mas sem colocar a bunda nas lajotas frias; ou seja, fiquei sentado no ar, me apoiando com as mãos e as pernas. Majo ficou de frente pra mim, a princípio colocando a buceta na minha cara, e quando eu ia lamber ela por um tempo, ela desceu e enfiou meu pau devagar na boceta apertada dela. Não deu tempo de transar devagar, desde o começo a gente meteu forte; Majo pulava e quicava no meu corpo enquanto eu curtia sem poder tocá-la, deixando que ela fosse a dona da situação.
Tava meio difícil me segurar, afinal, eu tava sustentando meu peso e o da Majo com as pernas e os braços, mas o que mais me fodia era ver os peitinhos dela pulando na minha cara sem poder tocá-los; chegar meu rosto perto do dela pra beijar e aceitar o momento em que ela quisesse fazer isso, sem poder agarrar a cabeça dela pra trazer pra perto e comer a boca dela. A gente nunca tinha feito assim, e embora essa posição tivesse suas limitações, tenho que admitir que curti pra caralho.
Majo e eu transávamos sem restrição nenhuma, estávamos imersos no prazer e por isso tínhamos esquecido do tempo e do espaço. E quando a gente achava que tudo tava indo do melhor jeito, alguém abriu a porta. Karla colocou um pé no quarto e nos viu. Imediatamente abaixou um pouco a cabeça, se virou e disse que tava procurando a Esperanza, depois pediu desculpas pela interrupção e foi embora. Que constrangedor foi aquilo, muito constrangedor; bom, principalmente pra Majo. Eu fiquei meio sem graça, mas ao mesmo tempo acho que ser pego pela Karla me excitou. Mesmo assim, a gente teve que parar. Majo ficou Ruiva, levantou rápido e saiu correndo, entrou no banheiro e abriu o chuveiro. Pelo menos foi o que eu ouvi. Karla já tinha virado as costas e saído do quarto. Eu tava puto de tesão, Karla tinha nos interrompido no melhor momento, bem na hora que eu ia gozar. Aí fui atrás da Majo, entrei no banheiro pra terminar o que a gente tinha começado, mas Majo me afastou: "Agora não, sério, agora não quero", ouvi ela falar quando eu entrava no chuveiro.
Entendi o que Majo tava dizendo, ela tava realmente abalada com o que tinha acabado de rolar. Pra mim não podia ser pior; eu tava louco de tesão, minha mina não queria transar e, na real, ia ser foda tentar de novo durante o passeio, porque a lembrança da primeira vez que fomos pegos ainda tava fresca. Desabafar com alguma das irmãs dela não era opção; Laura me odiava, além de estar com o marido e, pior, pelo menos pra mim, é que tava grávida, e eu com grávida não encaro, não sei vocês...
Ir atrás da Esperanza podia ser tentador, afinal ela sempre mostrou que queria transar de novo comigo, mas agora tinha namorado, supostamente tava apaixonada. Além disso, não queria passar pela intensidade dela de novo, já tinha me atormentado o bastante com as indiretas dela, que por sinal eram nada discretas. Mariajosé, a mãe gostosa dessas minas, também não era opção; durante o passeio, ela tava quase sempre junto do marido, além de achar muito arriscado fazer de novo. E então? Ia ter que me conformar em passar o resto das férias sem transar?
Era uma tortura pensar nisso, só de ver a Majo já ficava de pau duro, e aqui era pior, porque era ver ela, as irmãs dela e a mãe, ver todas, às vezes juntas, de biquíni.
No dia seguinte, todo mundo tomou café junto. Majo ainda tava meio sensível por causa do dia anterior, evitava olhar na cara da irmã mais velha. Eu conversava com ela, com a Karla, como se nada tivesse acontecido e ela respondia do mesmo jeito. Karla mantinha uma compostura foda, e eu realmente não entendia por que Majo era tão sensível com esse tipo de situação; afinal, era óbvio pra família dela que a gente devia estar transando.
E foi assim que começou um dia infernal, um verdadeiro tormento, um dia de merda. Passamos quase o dia inteiro na praia com a família toda dela. Quando começou a anoitecer, convidei a Majo pra jantar num restaurante no centro da cidade. Depois disso, demos um passeio num carro antigo e terminamos com uma volta no píer. Tentei criar um momento romântico com a Majo, pra ver se ela se acalmava, mas tudo que consegui foram uns beijinhos.
Voltamos pra casa e fomos dormir. Eu tava meio puto e achei que ia passar dormindo, até porque não tinha mais nada pra fazer. Parecia que ia ser uma noite qualquer, mas no meio da madrugada meu sono foi interrompido por algo que eu nem imaginava.
Karla tava ajoelhada do lado da cama, chupando meu pau enquanto eu dormia. Na hora, empurrei ela com as mãos, pedindo baixinho pra parar e ir pro quarto dela. Majo tava dormindo do meu lado, enrolada no lençol, dormindo tranquila, bem pesado, até aquele momento não tinha visto nada. Insisti com a Karla, implorei pra ela ir embora, mas ela era teimosa, tava determinada a continuar o que tava fazendo; pior, nem diminuía o volume da voz quando falava. Não tava nem aí se a Majo, a Esperança ou o namorado dela acordassem. Como vi que ela tava decidida a continuar, que nada ia pará-la; e eu não queria fazer escândalo, levantei e saí do quarto com ela. Assim que fechamos a porta, pedi de novo pra ela ir pro quarto dela, não queria mais problemas com a Majo. Mas enquanto eu falava, Karla só fazia me beijar no pescoço. Pegava minhas mãos e colocava nos peitos dela.
Como eu já contei antes, Karla era a mais velha Esse grupo de irmãs. Ela era alta, a pele branca e muito macia; o cabelo preto, liso e bem comprido. As pernas tinham uma forma e volume muito bons, a bunda dela também era grande; na verdade, não faltava carne em nenhuma parte do corpo dela. Era uma mulher de uns 32 anos, mais ou menos. Os peitos dela não eram pequenos, nem muito grandes; de tamanho médio e bem empinados. O corpo dela era fenomenal, uma verdadeira delícia, mas o que mais me atraía nela era o rosto. À primeira vista, um rosto normal, que não merecia estar na capa de uma revista, mas no fim das contas, um rosto feito pra mostrar expressões de prazer.
Não posso negar que a situação me deixava com tesão, ainda mais pensando que a Majo não tinha querido transar comigo na noite anterior, nem durante aquele dia. Mas eu sabia que precisava me segurar; já fazia um bom tempo desde que tinha rolado com as irmãs dela e com a mãe, e durante esse tempo, não parava de martelar na minha cabeça a sensação de culpa que aquilo tinha me causado. Mesmo assim, a Karla não parava, não ouvia razão. Ela me dizia que desde a noite anterior, quando tinha nos pego eu e a Majo, um desejo incontrolável de transar comigo tinha começado nela. Vendo que não tinha jeito de convencer a Karla, eu disse que ia ceder ao pedido dela, mas com uma condição. Sair dali.
“O mais longe que eu tô disposta a ir é até a varanda.” Parecia uma loucura, mas eu ainda mantinha a esperança de que, por ser um lugar aberto, o barulho ia se dissipar rápido. A varanda daquela casa ficava bem atrás do quarto onde os pais da Majo dormiam. Já sabendo do que era inevitável, sabendo que ia transar com a Karla, a mulher mais gostosa e linda dessa família, eu pensava em tudo que ia fazer com ela. Mas quando cheguei na varanda, me decepcionei. A Karla se apoiou no parapeito, abaixou a calça e a calcinha fio dental até a metade das pernas, virou o rosto e ficou me olhando, como se me convidasse pra meter nela. Me aproximei dela e me agachei pra retribuir o favor que ela tinha me feito uns minutos atrás no quarto, mas ela não quis. Só queria que eu metesse nela. E foi o que fiz, sem nenhum nojo ou pena, também não deu tempo pra ir devagar; Karla era daquelas mulheres que sempre pedem mais e mais. E ali eu tava metendo, pegando ela enquanto o corrimão tremia aguentando nosso peso, parecia que a Karla não tava nem aí, essa mulher não gemia, ela gritava. Quando eu ouvia, diminuía a intensidade da metida, mas ela pedia pra eu meter com mais força; ela gostava de sexo bruto. Não sabia o que fazer, não dava pra meter tranquilo porque sabia que era questão de tempo até sermos descobertos com aquele jeito dela de gritar. E foi o que aconteceu.
Enquanto eu deixava meu pau se perder nas profundezas dessa buceta quente e já bem usada, a mãe desse grupo de meninas saiu na sacada. Ficou olhando pra gente, depois se aproximou e nos encarou: "O que vocês pensam que tão fazendo?"
Eu tava desesperado, dizendo que não era o que ela imaginava, claro, por mais que eu inventasse qualquer desculpa, era impossível negar o que ela tinha visto. Quando tudo parecia ir pro caralho, quando ela se virou pra ir chamar a Majo e me expor, a Karla interveio. "Qual é o problema?... Você também comeu ele, mãe, vai negar? Eu percebi no dia que a gente tava perto da piscina, o jeito que vocês se olhavam entregou tudo. Se quiser, vai lá e conta pra Majo, mas aí ela também vai saber que você foi parte disso."
A senhora, quente e naquele momento furiosa, ficou em silêncio. Ficou ali, como se estivesse supervisionando o que a gente fazia. Eu tava bem nervoso, não conseguia me concentrar em comer a Karla, a presença da mãe da minha namorada naquele lugar era insuportável. Karla se soltou de mim, se virou e começou a me fazer um boquete, parou de repente pra perguntar pra mãe se ela queria entrar na brincadeira: "Vamo ver se esse garoto termina o serviço..."
Mas ali ficou, Mariajosé. Perplexa. estática, nos encarando com raiva pelo que a gente tava fazendo. Enquanto isso, a Karla tava mexendo na boca dela com a mão, e o resultado foi uma baita gozada nos peitos lindos dela. Assim que isso aconteceu, ela olhou pra mãe e deu risada, eu também olhei com cara de arrependimento pra mãe furiosa da minha namorada. Depois a Karla limpou o peito, levantou, subiu a calça e foi saindo devagar, e bem na hora que passou do lado da mãe, falou: "tô deixando ele aí... sei lá, só falei, caso você tenha ficado com vontade".Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos das protagonistas desse relato é só me avisar.
SÉTIMA PARTE: Tudo tem seu fimEstando só nós dois na sacada, me aproximei da Mariajosé, ela ainda tava brava, o jeito dela era firme. Nunca passou pela minha cabeça seguir a sugestão da Karla, eu só queria contar minha versão do que tinha rolado pra desmentir o que ela viu. Quando eu ia explicar que o que aconteceu com a Karla foi praticamente uma obrigação, ela me interrompeu e, sem hesitar, disse: “Aproveita os dias que vai passar aqui com a Majo, porque assim que essa viagem acabar, quero que você se afaste dela. Não quero ver ela nem mais um dia do seu lado. E se eu tiver que confessar que até eu fui cúmplice disso, vou fazer”...
Twitter: @felodel2016
SEXTA PARTE: Karma ou KarlaO dia da nossa chegada não poderia ter sido melhor. Eu e a Majo finalmente matamos aquela vontade que a gente vinha guardando por longos quinze dias. Naquela primeira noite, ficamos exaustos. No dia seguinte, foi muito difícil acordar. Lembro que acordei porque ouvi a Majo discutindo. Ela estava reclamando com a Esperança por andar pelada pelo quarto. Por estar dormindo, não consegui vê-la, embora, claro, eu já conhecesse bem o corpo dela, mas não faria mal uma segunda olhada depois de tanto tempo. De qualquer forma, não consegui vê-la, pelo menos completamente nua.
Depois de me banhar, sentei para tomar café da manhã com o Mariano, o pai da Majo. Fomos os últimos a acordar, por isso comemos mais tarde que o resto. Esse senhor tinha uma boa impressão de mim, parecia gostar bastante de mim. O Mariano achava que eu era um jovem responsável e muito dedicado ao meu trabalho, então aprovava totalmente meu relacionamento com a filha dele. Quando terminamos de comer, ele me convidou para acompanhá-lo até a cidade; precisava comprar umas coisas e queria que eu fosse com ele. Não era o melhor plano que eu tinha, mas, fazer o quê, era uma boa forma de melhorar o relacionamento e ganhar a confiança do pai da minha namorada.
Quando voltamos para a cabana, o Mariano me convidou para tomar uns goles de uísque com ele. Fomos até a piscina do complexo turístico e abrimos a garrafa. Sentamos para beber perto da piscina; logo depois chegaram a Majo, a Karla e a mãe dessas belas mulheres. A Karla entrou na piscina por um tempo, enquanto a Majo, os pais dela e eu conversávamos na mesa.
A Karla saiu da piscina, claro, completamente molhada; eu a observei disfarçadamente; as gotas escorriam devagar pela pele dela enquanto ela pegava a toalha para se secar. Depois de secar o corpo, sentou-se perto da gente para beber um gole e bater um papo. Era uma mulher muito extrovertida, muito alegre e aberta a falar sobre quase qualquer coisa. Obviamente, nenhum assunto quente foi colocado na mesa; era mais uma conversa de família, bem agradável e tranquila. Mariajosé, a Mãe da minha namorada percebeu como a Karla roubava minha atenção de vez em quando. Ela me olhava e com os olhos tentava me avisar, "nem pense nisso". Aos poucos, o licor foi fazendo efeito; aquele delicioso Macallan 1947 tinha conseguido tirar cada um de nós da realidade ali na mesa. Eu tentava não me perder no corpo trabalhado da Karla, nem no decote da mãe dela. Fazendo um esforço danado, desviava os olhos toda vez que tentavam mirar essas mulheres gostosas. Tentava focar nos lindos olhos da Majo, mas era difícil. Quando não aguentei mais, levantei; de um jeito bem decente, me despedi da Karla e dos pais dela, peguei a Majo pela mão e falei que a gente ia dar uma volta pela cidade.
Não íamos voltar pra praia, não depois do que tinha rolado na noite anterior. Pensei por um momento que, mesmo sendo alta temporada, alguma das casas alugadas no complexo turístico devia estar vazia. Fomos olhando uma por uma, espiávamos pela janela, via e avaliava se dava pra ter gente lá. Quando vimos que não tínhamos sorte, que todas estavam ocupadas, decidimos voltar pra nossa, pra nossa cabana, e arriscar a trepar ali. Torcendo pra não ter ninguém; que a Esperança e o namorado dela não estivessem, igual a Laura e o marido, e obviamente torcendo pra Karla e os pais dela resolverem esticar a estadia na piscina. E como em tantas outras vezes, tivemos sorte. A cabana tava vazia, toda nossa pra deixar a gente se levar pelos impulsos e desejos.
Entramos no quarto, fechamos a porta, mas não deu pra trancar porque não tinha chave. E ali estava a Majo, de novo 'cara a cara' com meu pau, colocando ele na boca e me fazendo tocar o céu com as mãos de novo. Depois de um passeio curto, mas completo, do meu sexo pela boca sensual da Majo, levantei ela com cuidado, coloquei de pé e encostei na parede. Subi saia dela e comecei a acariciá-la com meus dedos por cima da calcinha fio dental. Quando ela já estava concentrada em aproveitar, fechando os olhinhos e reclinando a cabeça contra a parede, puxei a calcinha dela bruscamente. Adorava fazer isso com ela, mimá-la, acariciá-la devagar e com suavidade, e depois surpreendê-la com uma mudança de atitude. Então me inclinei, quase sentando no chão, mas sem colocar a bunda nas lajotas frias; ou seja, fiquei sentado no ar, me apoiando com as mãos e as pernas. Majo ficou de frente pra mim, a princípio colocando a buceta na minha cara, e quando eu ia lamber ela por um tempo, ela desceu e enfiou meu pau devagar na boceta apertada dela. Não deu tempo de transar devagar, desde o começo a gente meteu forte; Majo pulava e quicava no meu corpo enquanto eu curtia sem poder tocá-la, deixando que ela fosse a dona da situação.
Tava meio difícil me segurar, afinal, eu tava sustentando meu peso e o da Majo com as pernas e os braços, mas o que mais me fodia era ver os peitinhos dela pulando na minha cara sem poder tocá-los; chegar meu rosto perto do dela pra beijar e aceitar o momento em que ela quisesse fazer isso, sem poder agarrar a cabeça dela pra trazer pra perto e comer a boca dela. A gente nunca tinha feito assim, e embora essa posição tivesse suas limitações, tenho que admitir que curti pra caralho.
Majo e eu transávamos sem restrição nenhuma, estávamos imersos no prazer e por isso tínhamos esquecido do tempo e do espaço. E quando a gente achava que tudo tava indo do melhor jeito, alguém abriu a porta. Karla colocou um pé no quarto e nos viu. Imediatamente abaixou um pouco a cabeça, se virou e disse que tava procurando a Esperanza, depois pediu desculpas pela interrupção e foi embora. Que constrangedor foi aquilo, muito constrangedor; bom, principalmente pra Majo. Eu fiquei meio sem graça, mas ao mesmo tempo acho que ser pego pela Karla me excitou. Mesmo assim, a gente teve que parar. Majo ficou Ruiva, levantou rápido e saiu correndo, entrou no banheiro e abriu o chuveiro. Pelo menos foi o que eu ouvi. Karla já tinha virado as costas e saído do quarto. Eu tava puto de tesão, Karla tinha nos interrompido no melhor momento, bem na hora que eu ia gozar. Aí fui atrás da Majo, entrei no banheiro pra terminar o que a gente tinha começado, mas Majo me afastou: "Agora não, sério, agora não quero", ouvi ela falar quando eu entrava no chuveiro.
Entendi o que Majo tava dizendo, ela tava realmente abalada com o que tinha acabado de rolar. Pra mim não podia ser pior; eu tava louco de tesão, minha mina não queria transar e, na real, ia ser foda tentar de novo durante o passeio, porque a lembrança da primeira vez que fomos pegos ainda tava fresca. Desabafar com alguma das irmãs dela não era opção; Laura me odiava, além de estar com o marido e, pior, pelo menos pra mim, é que tava grávida, e eu com grávida não encaro, não sei vocês...
Ir atrás da Esperanza podia ser tentador, afinal ela sempre mostrou que queria transar de novo comigo, mas agora tinha namorado, supostamente tava apaixonada. Além disso, não queria passar pela intensidade dela de novo, já tinha me atormentado o bastante com as indiretas dela, que por sinal eram nada discretas. Mariajosé, a mãe gostosa dessas minas, também não era opção; durante o passeio, ela tava quase sempre junto do marido, além de achar muito arriscado fazer de novo. E então? Ia ter que me conformar em passar o resto das férias sem transar?
Era uma tortura pensar nisso, só de ver a Majo já ficava de pau duro, e aqui era pior, porque era ver ela, as irmãs dela e a mãe, ver todas, às vezes juntas, de biquíni.
No dia seguinte, todo mundo tomou café junto. Majo ainda tava meio sensível por causa do dia anterior, evitava olhar na cara da irmã mais velha. Eu conversava com ela, com a Karla, como se nada tivesse acontecido e ela respondia do mesmo jeito. Karla mantinha uma compostura foda, e eu realmente não entendia por que Majo era tão sensível com esse tipo de situação; afinal, era óbvio pra família dela que a gente devia estar transando.
E foi assim que começou um dia infernal, um verdadeiro tormento, um dia de merda. Passamos quase o dia inteiro na praia com a família toda dela. Quando começou a anoitecer, convidei a Majo pra jantar num restaurante no centro da cidade. Depois disso, demos um passeio num carro antigo e terminamos com uma volta no píer. Tentei criar um momento romântico com a Majo, pra ver se ela se acalmava, mas tudo que consegui foram uns beijinhos.
Voltamos pra casa e fomos dormir. Eu tava meio puto e achei que ia passar dormindo, até porque não tinha mais nada pra fazer. Parecia que ia ser uma noite qualquer, mas no meio da madrugada meu sono foi interrompido por algo que eu nem imaginava.
Karla tava ajoelhada do lado da cama, chupando meu pau enquanto eu dormia. Na hora, empurrei ela com as mãos, pedindo baixinho pra parar e ir pro quarto dela. Majo tava dormindo do meu lado, enrolada no lençol, dormindo tranquila, bem pesado, até aquele momento não tinha visto nada. Insisti com a Karla, implorei pra ela ir embora, mas ela era teimosa, tava determinada a continuar o que tava fazendo; pior, nem diminuía o volume da voz quando falava. Não tava nem aí se a Majo, a Esperança ou o namorado dela acordassem. Como vi que ela tava decidida a continuar, que nada ia pará-la; e eu não queria fazer escândalo, levantei e saí do quarto com ela. Assim que fechamos a porta, pedi de novo pra ela ir pro quarto dela, não queria mais problemas com a Majo. Mas enquanto eu falava, Karla só fazia me beijar no pescoço. Pegava minhas mãos e colocava nos peitos dela.
Como eu já contei antes, Karla era a mais velha Esse grupo de irmãs. Ela era alta, a pele branca e muito macia; o cabelo preto, liso e bem comprido. As pernas tinham uma forma e volume muito bons, a bunda dela também era grande; na verdade, não faltava carne em nenhuma parte do corpo dela. Era uma mulher de uns 32 anos, mais ou menos. Os peitos dela não eram pequenos, nem muito grandes; de tamanho médio e bem empinados. O corpo dela era fenomenal, uma verdadeira delícia, mas o que mais me atraía nela era o rosto. À primeira vista, um rosto normal, que não merecia estar na capa de uma revista, mas no fim das contas, um rosto feito pra mostrar expressões de prazer.
Não posso negar que a situação me deixava com tesão, ainda mais pensando que a Majo não tinha querido transar comigo na noite anterior, nem durante aquele dia. Mas eu sabia que precisava me segurar; já fazia um bom tempo desde que tinha rolado com as irmãs dela e com a mãe, e durante esse tempo, não parava de martelar na minha cabeça a sensação de culpa que aquilo tinha me causado. Mesmo assim, a Karla não parava, não ouvia razão. Ela me dizia que desde a noite anterior, quando tinha nos pego eu e a Majo, um desejo incontrolável de transar comigo tinha começado nela. Vendo que não tinha jeito de convencer a Karla, eu disse que ia ceder ao pedido dela, mas com uma condição. Sair dali.
“O mais longe que eu tô disposta a ir é até a varanda.” Parecia uma loucura, mas eu ainda mantinha a esperança de que, por ser um lugar aberto, o barulho ia se dissipar rápido. A varanda daquela casa ficava bem atrás do quarto onde os pais da Majo dormiam. Já sabendo do que era inevitável, sabendo que ia transar com a Karla, a mulher mais gostosa e linda dessa família, eu pensava em tudo que ia fazer com ela. Mas quando cheguei na varanda, me decepcionei. A Karla se apoiou no parapeito, abaixou a calça e a calcinha fio dental até a metade das pernas, virou o rosto e ficou me olhando, como se me convidasse pra meter nela. Me aproximei dela e me agachei pra retribuir o favor que ela tinha me feito uns minutos atrás no quarto, mas ela não quis. Só queria que eu metesse nela. E foi o que fiz, sem nenhum nojo ou pena, também não deu tempo pra ir devagar; Karla era daquelas mulheres que sempre pedem mais e mais. E ali eu tava metendo, pegando ela enquanto o corrimão tremia aguentando nosso peso, parecia que a Karla não tava nem aí, essa mulher não gemia, ela gritava. Quando eu ouvia, diminuía a intensidade da metida, mas ela pedia pra eu meter com mais força; ela gostava de sexo bruto. Não sabia o que fazer, não dava pra meter tranquilo porque sabia que era questão de tempo até sermos descobertos com aquele jeito dela de gritar. E foi o que aconteceu.
Enquanto eu deixava meu pau se perder nas profundezas dessa buceta quente e já bem usada, a mãe desse grupo de meninas saiu na sacada. Ficou olhando pra gente, depois se aproximou e nos encarou: "O que vocês pensam que tão fazendo?"
Eu tava desesperado, dizendo que não era o que ela imaginava, claro, por mais que eu inventasse qualquer desculpa, era impossível negar o que ela tinha visto. Quando tudo parecia ir pro caralho, quando ela se virou pra ir chamar a Majo e me expor, a Karla interveio. "Qual é o problema?... Você também comeu ele, mãe, vai negar? Eu percebi no dia que a gente tava perto da piscina, o jeito que vocês se olhavam entregou tudo. Se quiser, vai lá e conta pra Majo, mas aí ela também vai saber que você foi parte disso."
A senhora, quente e naquele momento furiosa, ficou em silêncio. Ficou ali, como se estivesse supervisionando o que a gente fazia. Eu tava bem nervoso, não conseguia me concentrar em comer a Karla, a presença da mãe da minha namorada naquele lugar era insuportável. Karla se soltou de mim, se virou e começou a me fazer um boquete, parou de repente pra perguntar pra mãe se ela queria entrar na brincadeira: "Vamo ver se esse garoto termina o serviço..."
Mas ali ficou, Mariajosé. Perplexa. estática, nos encarando com raiva pelo que a gente tava fazendo. Enquanto isso, a Karla tava mexendo na boca dela com a mão, e o resultado foi uma baita gozada nos peitos lindos dela. Assim que isso aconteceu, ela olhou pra mãe e deu risada, eu também olhei com cara de arrependimento pra mãe furiosa da minha namorada. Depois a Karla limpou o peito, levantou, subiu a calça e foi saindo devagar, e bem na hora que passou do lado da mãe, falou: "tô deixando ele aí... sei lá, só falei, caso você tenha ficado com vontade".Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos das protagonistas desse relato é só me avisar.
SÉTIMA PARTE: Tudo tem seu fimEstando só nós dois na sacada, me aproximei da Mariajosé, ela ainda tava brava, o jeito dela era firme. Nunca passou pela minha cabeça seguir a sugestão da Karla, eu só queria contar minha versão do que tinha rolado pra desmentir o que ela viu. Quando eu ia explicar que o que aconteceu com a Karla foi praticamente uma obrigação, ela me interrompeu e, sem hesitar, disse: “Aproveita os dias que vai passar aqui com a Majo, porque assim que essa viagem acabar, quero que você se afaste dela. Não quero ver ela nem mais um dia do seu lado. E se eu tiver que confessar que até eu fui cúmplice disso, vou fazer”...
Twitter: @felodel2016
4 comentários - Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 6)
Ando trabajando en este momento (spoiler) en el final.