Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 24
E assim as férias continuavam. No dia seguinte, coloquei uma tanga da Denisse por baixo do biquíni. Isso me deu uma sensação diferente, tipo um foco novo. Nem olhava pra Lucía, me sentia possuído pela Denisse, era só dela e ela tava encantada. Mesmo assim, o que eu tinha falado — que o Sergio comia a Lucía com certeza — ficou martelando na cabeça dela. Na praia, ela ficava doida quando o Sergio passava bronzeador na bunda da Lucía, dava pra ver que os dois curtiam. Eu tentava não olhar, me sentia estranhão com uma tanga enfiada no cu na praia. Que bicho esquisito, pensei.
À noite, depois do jantar, a Denisse supostamente ia encontrar umas amigas. Na real, ela ia pra uma balada, e depois o Sergio encontrava ela lá. Não saíam juntos, não por causa da Lucía, mas porque supostamente eu não sabia nada do rolo deles. Denisse tomou um banho, me deixava louco ver a marca do biquíni minúsculo nela, a diferença de cor entre a pele branca e o bronzeado. Ela já tinha começado a pegar cor, tava uma gostosa. Queria que eu ficasse no banheiro com ela pra gente conversar.
— Você se comportou muito bem hoje... te parabenizo... parece que te ajuda ter a tanga vestida, hein...?
— Sim, e o que você me fala também... sabe que sou seu...
— Ah, que feio isso... você não é uma propriedade minha... pode escolher... senão não tem graça... hoje acho que vou deixar o Sergio louco... vou arrumar um cara forte e dançar com ele... tanto que ele ficava passando a mão na bunda daquela puta...
— Que bom, amor... que ele aprenda a te respeitar... — eu tava encantado, esperava que ela conseguisse se afastar um pouco dele.
Ela saiu do chuveiro, me fez secar ela, e me beijou com muito tesão. Me fez acariciar ela, se jogou na cama e pediu pra eu massagear e passar creme no corpo todo dela.
— Principalmente na bundinha... senão com o sol... vou machucar toda a pele... sim, meu bem...
— Sim, meu amor, com todo prazer...
— Que bom que você é tão prestativo... depois vou te fazer uma punheta, assim
você dorme cedo e descansa tranquilo... quer que eu te acorde quando
chegar...
-Sim, se você me contar...
-mas olha que você vai ter que usar a língua... vou estar
suja com certeza...
-E você vai me deixar te comer...
-Sim, coitadinho... se você for educado e me satisfazer bem com a língua, vou
te deixar me comer muito... mas sem gozar dentro, claro...
sabe que não pode...
-Que bom, amor...
-Bom, fica do lado da cama...
Eu abaixo a calcinha e começo a bater uma pra ele.
-Vamos fazer uma boa punheta pra você... você é um cuckold muito educado...
te parabenizo... você vai dar todo o gozo pra sua senhora...
-sim, my wife... tudo pra você...
-Muito bem, porquinha... me dá tudo, vai... cospe no chão que depois
você vai limpar... vai... que você vai ter que usar a linguinha
depois... hein... você gosta de me chupar toda suja...?
Aí eu comecei a gozar com a risada sarcástica da Denisse que me
humilhava e eu adorava. Ela se vestiu depois deliciosa, vestido curto
um casaquinho por cima, sapatos brancos de salto. Ela estava gostosa, fio dental bem
enterrado na bunda, me fez colocar o fio dental que ela tinha usado no dia
anterior, tinha gozo seco do Sergio.
-Se acostuma a usar minhas calcinhas manchadas com gozo de outro...
hein... assim você se sente mais menininha... hein...? -Meu pau começou a reagir
de novo. -Bom, não esquenta que você tem que ir dormir, daqui a pouco chegou o remise e a Denisse foi embora. Fiquei ouvindo um pouco de música e tomando uns vinhos, realmente a noite estava linda, nem olhei pela janela naquele momento, não me importava nada com a Lucía. Finalmente fui dormir, quando acordei eram oito horas, a Denisse estava entrando, vinha alegre, relaxada. Ela se aproximou, me deu um beijo e se acomodou com os dois joelhos do lado da minha cara, levantou o vestido curto, puxou o fio dental pro lado.
-Mexe a língua, vai... assim... como você faz bem... sente o gozo... é do Sergio... eu pensei que ia ter de mais alguém, mas é só dele... -ela virou pra ver meu pau que tava dura igual um cacete, apertei ela - como fica dura... você gosta de chupar eu...
-adoro você...
-Que bom, love... quer que eu te conte...
-Sim, me conta...
-Bom, cheguei no lugar e logo vários caras me rodearam... escolhi um que era fortão... bundinha bronzeada... ele me disse depois que jogava rugby. Quando percebi, o Sergio me olhava de um canto... aí me aproximei do cara e beijei ele na boca... o Sergio veio até nós e falou pro cara que eu tava com ela e que a gente tinha que ir embora... o cara olhou sério pra ele e disse "Vaza, velho"... o Sergio ficou na defensiva... o cara também... e sem perceber, o cara já tava dormindo no chão... continuei mexendo a língua... vai... viadinho... nisso apareceram dois caras... também grandões que estavam com o sujeito e meteram a porrada no Sergio... mas ele se defendeu bem... veio a segurança e a gente foi pro apê dele... Aí... ele disse que era hora do meu castigo... me deu com força na bunda... tapas que me faziam pirar de tesão... falei que tava com ciúmes da esposa dele... que com certeza ele comia aquela puta... ele disse que era óbvio... que eu tava com meu marido... porque ele não ia poder comer a esposa dele... que se quisesse, ele podia se divorciar e casar comigo... mas eu tinha que me divorciar também... aí continuei, cheguei lá... ahhhh... que língua habilidosa você tem... chupa bem, viadinho... que língua gostosa você tem...
-meu pau dava pulinhos no ar, a Denisse se deitou na cama e me pediu pra ir comer ela. Percebi que ela tem razão... e falei "e se você casasse comigo...?" eu continuaria comendo ela porque é minha primeira esposa e me dá muito tesão... enquanto me dizia isso, ela enfiava os dedos na minha buceta e me fez gozar assim... deitada sobre as coxas dela... Por outro lado, fiquei pensando... - montei nela e penetrei bem devagar, que delícia a buceta dela bem apertada, gostosa-
-Que gostosa você é... que delícia te comer assim...
-mas lembra que não pode gozar Lá dentro...
—Que puta você é...
—Sim, mas mulher de outro... voltando ao que te falei... sobre ele querer me engravidar... —meu pau começou a pulsar e ela me fez gozar, fiquei deitado na cama, ela se deitou ao meu lado e sussurrou no meu ouvido.— Fiquei pensando... você não vai mais usar minha calcinha fio dental... e quero que passe mais tempo com a Lucía... só uma coisa... se você acabar comendo ela... vou tirar meu DIU e vou transar com o Sergio sem proteção por quatro meses... —aí começou a me bater uma de novo— então tomara que você coma ela... tô com vontade de ser toda preenchida pelo Sergio...
Meu pau cuspiu jatos de porra, senti uma pontada no cu. Denisse estava sorrindo.
—Vou dormir, amor... tô cansada... O Sergio disse que a esposa não tem com quem ir pra praia... ela te espera às dez... te amo... —e me deu um beijo antes de dormir.
E assim as férias continuavam. No dia seguinte, coloquei uma tanga da Denisse por baixo do biquíni. Isso me deu uma sensação diferente, tipo um foco novo. Nem olhava pra Lucía, me sentia possuído pela Denisse, era só dela e ela tava encantada. Mesmo assim, o que eu tinha falado — que o Sergio comia a Lucía com certeza — ficou martelando na cabeça dela. Na praia, ela ficava doida quando o Sergio passava bronzeador na bunda da Lucía, dava pra ver que os dois curtiam. Eu tentava não olhar, me sentia estranhão com uma tanga enfiada no cu na praia. Que bicho esquisito, pensei.
À noite, depois do jantar, a Denisse supostamente ia encontrar umas amigas. Na real, ela ia pra uma balada, e depois o Sergio encontrava ela lá. Não saíam juntos, não por causa da Lucía, mas porque supostamente eu não sabia nada do rolo deles. Denisse tomou um banho, me deixava louco ver a marca do biquíni minúsculo nela, a diferença de cor entre a pele branca e o bronzeado. Ela já tinha começado a pegar cor, tava uma gostosa. Queria que eu ficasse no banheiro com ela pra gente conversar.
— Você se comportou muito bem hoje... te parabenizo... parece que te ajuda ter a tanga vestida, hein...?
— Sim, e o que você me fala também... sabe que sou seu...
— Ah, que feio isso... você não é uma propriedade minha... pode escolher... senão não tem graça... hoje acho que vou deixar o Sergio louco... vou arrumar um cara forte e dançar com ele... tanto que ele ficava passando a mão na bunda daquela puta...
— Que bom, amor... que ele aprenda a te respeitar... — eu tava encantado, esperava que ela conseguisse se afastar um pouco dele.
Ela saiu do chuveiro, me fez secar ela, e me beijou com muito tesão. Me fez acariciar ela, se jogou na cama e pediu pra eu massagear e passar creme no corpo todo dela.
— Principalmente na bundinha... senão com o sol... vou machucar toda a pele... sim, meu bem...
— Sim, meu amor, com todo prazer...
— Que bom que você é tão prestativo... depois vou te fazer uma punheta, assim
você dorme cedo e descansa tranquilo... quer que eu te acorde quando
chegar...
-Sim, se você me contar...
-mas olha que você vai ter que usar a língua... vou estar
suja com certeza...
-E você vai me deixar te comer...
-Sim, coitadinho... se você for educado e me satisfazer bem com a língua, vou
te deixar me comer muito... mas sem gozar dentro, claro...
sabe que não pode...
-Que bom, amor...
-Bom, fica do lado da cama...
Eu abaixo a calcinha e começo a bater uma pra ele.
-Vamos fazer uma boa punheta pra você... você é um cuckold muito educado...
te parabenizo... você vai dar todo o gozo pra sua senhora...
-sim, my wife... tudo pra você...
-Muito bem, porquinha... me dá tudo, vai... cospe no chão que depois
você vai limpar... vai... que você vai ter que usar a linguinha
depois... hein... você gosta de me chupar toda suja...?
Aí eu comecei a gozar com a risada sarcástica da Denisse que me
humilhava e eu adorava. Ela se vestiu depois deliciosa, vestido curto
um casaquinho por cima, sapatos brancos de salto. Ela estava gostosa, fio dental bem
enterrado na bunda, me fez colocar o fio dental que ela tinha usado no dia
anterior, tinha gozo seco do Sergio.
-Se acostuma a usar minhas calcinhas manchadas com gozo de outro...
hein... assim você se sente mais menininha... hein...? -Meu pau começou a reagir
de novo. -Bom, não esquenta que você tem que ir dormir, daqui a pouco chegou o remise e a Denisse foi embora. Fiquei ouvindo um pouco de música e tomando uns vinhos, realmente a noite estava linda, nem olhei pela janela naquele momento, não me importava nada com a Lucía. Finalmente fui dormir, quando acordei eram oito horas, a Denisse estava entrando, vinha alegre, relaxada. Ela se aproximou, me deu um beijo e se acomodou com os dois joelhos do lado da minha cara, levantou o vestido curto, puxou o fio dental pro lado.
-Mexe a língua, vai... assim... como você faz bem... sente o gozo... é do Sergio... eu pensei que ia ter de mais alguém, mas é só dele... -ela virou pra ver meu pau que tava dura igual um cacete, apertei ela - como fica dura... você gosta de chupar eu...
-adoro você...
-Que bom, love... quer que eu te conte...
-Sim, me conta...
-Bom, cheguei no lugar e logo vários caras me rodearam... escolhi um que era fortão... bundinha bronzeada... ele me disse depois que jogava rugby. Quando percebi, o Sergio me olhava de um canto... aí me aproximei do cara e beijei ele na boca... o Sergio veio até nós e falou pro cara que eu tava com ela e que a gente tinha que ir embora... o cara olhou sério pra ele e disse "Vaza, velho"... o Sergio ficou na defensiva... o cara também... e sem perceber, o cara já tava dormindo no chão... continuei mexendo a língua... vai... viadinho... nisso apareceram dois caras... também grandões que estavam com o sujeito e meteram a porrada no Sergio... mas ele se defendeu bem... veio a segurança e a gente foi pro apê dele... Aí... ele disse que era hora do meu castigo... me deu com força na bunda... tapas que me faziam pirar de tesão... falei que tava com ciúmes da esposa dele... que com certeza ele comia aquela puta... ele disse que era óbvio... que eu tava com meu marido... porque ele não ia poder comer a esposa dele... que se quisesse, ele podia se divorciar e casar comigo... mas eu tinha que me divorciar também... aí continuei, cheguei lá... ahhhh... que língua habilidosa você tem... chupa bem, viadinho... que língua gostosa você tem...
-meu pau dava pulinhos no ar, a Denisse se deitou na cama e me pediu pra ir comer ela. Percebi que ela tem razão... e falei "e se você casasse comigo...?" eu continuaria comendo ela porque é minha primeira esposa e me dá muito tesão... enquanto me dizia isso, ela enfiava os dedos na minha buceta e me fez gozar assim... deitada sobre as coxas dela... Por outro lado, fiquei pensando... - montei nela e penetrei bem devagar, que delícia a buceta dela bem apertada, gostosa-
-Que gostosa você é... que delícia te comer assim...
-mas lembra que não pode gozar Lá dentro...
—Que puta você é...
—Sim, mas mulher de outro... voltando ao que te falei... sobre ele querer me engravidar... —meu pau começou a pulsar e ela me fez gozar, fiquei deitado na cama, ela se deitou ao meu lado e sussurrou no meu ouvido.— Fiquei pensando... você não vai mais usar minha calcinha fio dental... e quero que passe mais tempo com a Lucía... só uma coisa... se você acabar comendo ela... vou tirar meu DIU e vou transar com o Sergio sem proteção por quatro meses... —aí começou a me bater uma de novo— então tomara que você coma ela... tô com vontade de ser toda preenchida pelo Sergio...
Meu pau cuspiu jatos de porra, senti uma pontada no cu. Denisse estava sorrindo.
—Vou dormir, amor... tô cansada... O Sergio disse que a esposa não tem com quem ir pra praia... ela te espera às dez... te amo... —e me deu um beijo antes de dormir.
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