A MILF da bata preta - 1º conto

Por causa do trabalho, a gente já tinha tido algum contato pessoal, muitos e-mails trocados e tal. Nunca reparei no corpo dela, não por não olhar, mas por falta de oportunidade. Meses depois, na Florida, vi ela parada num semáforo — na verdade, não vi ela, vi uma MILF... que acabou sendo ela. Sorri pra ela, ela sorriu de volta, não avançou e me esperou do lado dela da rua. Cumprimentei com um beijo na bochecha, nada demais.

Uns dias depois, ela me adiciona no Facebook, a gente bateu um papo, besteiras, não dei importância, mas fiquei curioso: como será que ela é na cama? Não queria pisar na bola, a timidez ainda me pegava, mesmo atrás de um teclado. Sentia tanto o tesão quanto a vergonha. Como é que eu ia dar em cima de uma mulher casada, com colar de figurinhas de criança que mostrava que tinha família?

Talvez o sexto sentido feminino seja detectar, mesmo através de uma tela, o nosso desejo. Ela me perguntou como andava a vida, e foi fundo: "você tá sozinho? é uma pena que um gato que nem você não tenha namorada." Acabamos falando sobre a situação dos dois — eu solteiro, ela recém-divorciada... Minha vontade aumentou, minhas chances também.

A conversa foi ficando cada vez mais quente, acabei propondo a gente se ver, dois pontos e sem resposta. Aí eu perdi a mão, me culpei um pouco e tentei me desculpar por ter passado do ponto. Passaram uns dois dias e nada, não tive coragem de insistir.

Sexta à noite, um baixo-astral da semana, sem gozada, sem planos, sem vontade. O celular vibra, é ela. "Não tem nada pra se desculpar." Minutos de suspense e ela retoma a conversa... mais a fundo do que antes. Pergunta se tenho planos e oferece a gente se encontrar pra tomar algo — os filhos dela estão com o pai e ela se sente mal sozinha. A casa dela me pareceu um bom lugar. Não faço ideia do que vai rolar.

Prédio com entrada pelos apartamentos e câmeras no hall, ela me dá umas instruções pra evitar os vizinhos fofoqueiros. Entro e subo, chego no apê, porta aberta, ouço a voz dela dizendo: "fecha devagar."

Ela de roupão, mas não daqueles de velha. Vestido de seda preta bem justinho e aberto na altura do decote, uma perna saindo pela lateral. Não é uma vintona, mas como esse corpo é gostoso. Vê minha expressão de surpresa: "Você não veio pra conversar e jogar canastra, né? Então por que essa carinha?" Termina de falar, abre e fecha o roupão, não tem nada por baixo, ou tem tudo daquele corpo que eu quero que seja meu naquele instante.

Me aproximo, mas ela coloca uma mão no meu peito: "Não se apressa, não vai sair de graça." Primeiro, tira os sapatos, um beijo e tira a camiseta. Minha mão entra no roupão e ela dá um passo pra trás: "Não se apressa." Levanto as mãos, sou todo seu, ela afrouxa meu cinto, enfia a mão e toca toda a minha pica já dura por cima da cueca, a calça jeans pra baixo, a cueca também, fico pelado na sala dela.

Ela me beija e me acaricia, pega uma das minhas mãos e leva até os peitos dela, com a outra me bate uma punheta bem devagar. Passo as mãos por todo o corpo dela e chego na buceta dela, tá molhada, meus dedos ficam encharcados, eu toco e ela me guia, leva minha mão com a dela e se masturba usando minha mão como instrumento. "Te fodo no sofá, contra a parede ou vamos pra sua cama..." "Não se apressa, me come aqui no sofá, paciência tem recompensa." Beijo os peitos dela, os mamilos tão tão duros, "desce, filho, me come toda" enquanto a mão dela guia a minha mais rápido e mais fundo. Sinto como ela curte, ofega e levanta meu queixo, é hora do meu prêmio. Os lábios dela se abrem e sinto a língua, um boquete de cinema, ela para no meio, fica me olhando, junta os peitos com as mãos e esfrega com força na minha pica, me fala pra gozar quando quiser, que eu mereci. Volta a chupar, meu gozo morno desce pela garganta dela... "Tá afim de outra, ou vamos ter que sentar e conversar?"

Quem quer ser hoje my wife do roupão preto?

1 comentários - A MILF da bata preta - 1º conto

muy perra y sin vueltas pero sin prisa muy bueno amigo que bueno encontrarse una madurita así 😉 saludos