ANDREA E CORNÉLIO
Episódio 01:
No Cinema.
Vocês acreditariam se eu dissesse que conheci minha namorada através de um anúncio de coração?
Pois vão ter que acreditar, porque foi assim. Era nos anos 80 e fomos apresentados por um classificado de uma revista (não existia internet). Já fazia duas semanas que estávamos saindo, mas só como amigos, entende-se. Tava claro que íamos acabar namorando, porque era evidente que a gente se curtia pra caralho. Claro que pra isso eu precisava me animar a dar o primeiro passo e me declarar, como o cavalheiro que sou.
Escolhi pra esse evento o anonimato de uma sala de cinema. Ali eu poderia dizer pra ela o que sentia sem que ela me visse ficar vermelho.
Nos encontramos no cinema e só de vê-la já comecei a ficar excitado. Ela se chamava Andrea e era uma dessas minas chamativas, sem preconceitos pra mostrar o corpo meio exuberante. Ela se vestiu pra me impactar, com botas pretas de couro até os joelhos e minissaia também preta, que eu adorava. Em cima, tava coberta só com um top de lycra que segurava os peitões enormes dela, mas por sorte a Andre também tinha colocado um coletinho preto que de vez em quando cobria um pouco. Aos olhos de um inexperiente, pareceria uma puta do caralho, mas vocês já vão ver que ela se vestiu assim pra me conquistar.
Nos cumprimentamos com carinho. Ver uma mulher daquelas do meu lado me deixou um pouquinho nervoso. Ela se movia segura e gostosa, atraindo o olhar de todo mundo sem se importar com nada. Me sorriu feliz e eu me perguntei o que seria que atraía tanto duas pessoas tão diferentes. No fim, as velhas têm razão quando dizem que os opostos se atraem.
Entramos na sala. Eu já tinha dito pra Andre que ia fazer uma proposta importante e ela tinha se mostrado empolgada e receptiva, e a gente tinha combinado de se ver primeiro num cinema pra quebrar o gelo (o meu, claro, ela já me conhecia bem.)
Era um sábado de madrugada e o filme era um desses eróticos e europeus, supostamente "sérios", que atraem tanto o público. Tinha pensado em levá-la lá pra ir preparando o terreno, mas não tinha contado com a quantidade impressionante de gente que tinha. A sala estava lotada. Completamente lotada.
Como não podia ser diferente, e na linha da minha sorte de sempre, a gente pegou um lugar onde os espectadores da frente eram altíssimos. Não íamos conseguir ver o filme direito quando apagassem as luzes; embora naquela noite isso não fosse tão importante.
— Depois você vai ter que me explicar por que me trouxe pra ver esse filme, seu safado... — me acusou, divertida.
Ia continuar falando comigo, mas fomos interrompidos. Era um cara jovem e alto que ficou de pé ao nosso lado, olhando pra gente. Tava sozinho.
Ele e a Andrea se olharam por um segundo. O cara devorou ela com os olhos. Sem mostrar nenhum tipo de preconceito ou respeito pelo André ou por mim, cravou o olhar nos peitos que apareciam no decote. Como tava de pé, acho que viu bastante. Até bem mais do que eu veria por um tempo.
Quando a Andre virou a cabeça pra mim, o rosto dela tava sorrindo. Igual ao do cara.
— Tão sentados no meu lugar... — ele concluiu.
Olhamos os números e comparamos. O ingresso da Andre tinha o mesmo lugar que o do magrelo.
O problema é que no cinema não cabia um alfinete. Não dava pra gente se espremer em outros assentos nem trocar de lugar.
O cara reclamou o lugar de novo e a situação ficou constrangedora.
— Olha... — consegui falar. — A gente é um casal e você tá sozinho... Seria mais fácil pra você conseguir um lugar só.
Mas realmente não tinha, e o cara não aceitou.
Assim a noite tava indo pro saco e eu já via que eu e a Andre íamos ter que vazar dali sem ver o filme. A noitada ia começar mal.
Mas felizmente minha futura namorada teve uma ideia.
— Bom, já que os dois têm o mesmo lugar... — sorriu pra ele de um jeito que eu nunca tinha visto antes. — Por que a gente não senta os dois juntos...?
Não entendi No começo.
—Ele senta na poltrona e eu sento em cima dele... —me explicou enquanto piscava um olho— Assim você não aguenta meu peso e eu fico um pouco mais alta pra ver o filme...
Genial!, pensei. O cara ia ter que aguentar ela em cima por duas horas, bancando o peso e os cabelos dela; e desviando a toda hora a cabeça dela pra conseguir ver alguma coisa. Se o cara aceitasse, Andre podia ver o filme e talvez ficasse um pouco excitada. E isso me interessava ainda mais.
O rapaz sorriu com um ar de lobo e Andre devolveu o sorriso. Tinha um toque de sadismo naquela troca de olhares que eu não percebi.
Assim que o cara aprovou dizendo "beleza", as luzes se apagaram.
Andre se levantou. Ajeitou um pouco a minissaia de couro e arrumou os peitos e o decote. Deixou eles mais empinados e o top deixou entrever o começo rosado dos bicos.
O cara sentou. Não acreditava no que tava vivendo. Andre era uma mulher escultural e tava prestes a apoiar a bunda estupenda dela em cima do volume dele (porque na área genital já tinha um volume enorme).
Andre ficou na frente dele, ainda de pé. Olhou o rapaz nos olhos. O cara ajeitou a piroca dentro da calça com pouco disfarce, mas como as luzes já estavam apagadas quase ninguém percebeu. Andre começou a sentar em cima dele. Enquanto descia, o cara segurou ela pelas coxas e cuidou pra que a bunda perfeita da que seria minha futura esposa caísse bem em cima da piroca dele, totalmente dura.
Andre sentou de um jeito meio exagerado. Se inclinou tanto antes de sentar que praticamente colocou a bunda na cara dele. A minissaia de couro levantou e deixou metade das nádegas dela no ar. A calcinha fio dental de renda branca se enterrava entre as bandas e o cara tinha tudo aquilo a uns dez centímetros do rosto dele.
Enquanto os créditos começavam, o cara apoiou as mãos nas coxas dela.
Eu tava olhando pra tela e não conseguia perceber. Quando o filme começou, o cara também. Ele mexia os dedos suavemente, acariciando as coxas dela e respirando no pescoço dela. As mãos dele iam cada vez mais pra trás, procurando devagar se aproximar da raba. Já estavam entrando por baixo da minissaia de couro sem encontrar nenhum tipo de resistência.
Subida no magrelo, a Andre conseguia enxergar bem. Às vezes escapavam uns diálogos da legenda e ela precisava se esticar um pouquinho. A tal da mimosa, toda vez que se esticava, se apoiava em mim; e o magrelinho aproveitava pra meter uma mão sorrateira na raba dela. Tentava fazer disfarçado, mas quando a Andre se levantou quatro ou cinco vezes, as mãos do cara começaram a ficar mais tempo e a entrar mais fundo. Acabou enfiando a lateral da mão entre as nádegas dela e serrando pra alcançar áreas mais na frente. Cada vez que enfiava a pontinha de um dedo na porta do cu dela, a Andre me segurava pelo braço e me olhava contente. Sorria pra mim de um jeito estranho e dizia que o filme tava deixando ela um pouco excitada.
E eu achando que ela não tava vendo o filme! O magrelo se mexia debaixo dela cada vez com mais insistência e intensidade; e a Andre me segurava cada vez mais.
As mãos do cara começaram a explorar outros terrenos. Pela cintura foram subindo devagar até achar a base dos peitos. Entraram por baixo e começaram a acariciar as tetas. A Andre começou a suspirar cada vez mais alto. A outra mão do magrelo continuava fuçando por baixo e já tava chegando na frente. A calcinha fio dental da minha futura namorada, esposa e mãe dos meus filhos tava ficando toda molhada enquanto ela me segurava e apertava meu braço.
Quando o magrelinho enfiou um dedo na buceta e começou a dedar ela, a Andre apertou meu braço tão forte que me fez virar pra ela. Vi ela meio fora de si. Tava de olhos fechados e mordendo o lábio inferior.
— Andre, o que que cê tem...?
A Andre se assustou como se eu tivesse pegado ela "em flagrante" fazendo algo. O magrelo beijava o pescoço dela do outro lado, por atrás, e apalpava os peitos e os mamilos dela, e lá embaixo tava fazendo uma punheta fenomenal. O Andre não sabia bem o que me dizer. Ele tava com toda a intenção de "me fisgar" e firmar um compromisso comigo, e não queria me perder. Só conseguiu falar:
– É... é o filme... – ele me olhava como quem espera que ninguém acredite em nada. – Me excita muito e... – o magrelo tinha tirado os dedos da buceta dela e tava enfiando um no cu dela. – ...e... eu fico... estranha... – e completou como se quisesse ver se eu finalmente criava coragem pra dar em cima. – ...me descontrolo e... sou capaz de fazer... qualquer coisa...
Lógico, isso me animou. Eu continuava tímido até a burrice, mas pelo menos ia declarar meu amor pra ela.
– Andre, eu...
Eu tinha começado, mas o Andre tava se ajeitando na hora. Tinha se levantado pra enxergar melhor e puxado a calcinha pro lado. A racha da bunda e a buceta dela ficaram expostas pra qualquer coisa. O magrelo já tinha aberto o zíper num movimento anterior e aproveitou que o Andre se levantou um pouco pra tirar a pica dura e empinada pra fora.
O Andre começou a descer. Ia sentar de novo no colo do magrelo, mas o magrelo tinha posto a pica antes da calça, e então foi descendo enquanto abria a bunda disfarçadamente.
A penetração foi limpa, perfeita. O Andre enfiou a pica até o talo de uma vez só e sentou. Soltou um suspiro forte enquanto me perguntava:
– O que... você... tava... falando...?
– Tava falando que... – eu olhava pra ela e pra tela ao mesmo tempo. Tava com muita vergonha. – ...bom, que já faz duas semanas que a gente tá saindo...
O magrelo tinha colocado as mãos debaixo da bunda do Andre e se mexia bem devagar. A ideia era disfarçar que tava aproveitando a buceta gostosa. O Andre sentia a pica roçando por dentro, entrando e saindo. Me via segurando a mão dele e todo mundo assistindo o filme, e ficava excitado.
– ...duas semanas se vendo e se conhecendo... – o magrelo começava a bombar com menos disfarce. Andre se perdia no prazer segundo a segundo e já começava a ofegar. Uma mão do magrinho foi pros peitos e agarrou os dois seios cheios e empinados. Os bicos duros se juntavam nas mãos dele, excitando ela cada vez mais. — Acho... — eu tava encontrando as palavras certas enquanto Andre encontrava a rola certa. A baba largou meu braço e se agarrou com violência nas coxas do magrinho. Eu continuava tímido e olhava pra tela.
Os movimentos do magro já eram categóricos. Os da Andre, também. O magro segurava ela pela cintura, subindo e descendo o corpo dela em movimentos curtos, balançando ela no ritmo dele como se tivessem transado a vida toda. Andre já não disfarçava porra nenhuma. Ofegava como uma endemoniada e se sacudia como se tivesse dançando. A rola entrava e saía limpinha, e isso deixava ela cada vez mais tesuda. Quem tava atrás não reclamava porque tava entretido demais olhando. E eu falava sem tirar os olhos da tela.
—... queria te dizer que... — a Andre tavam metendo fenomenalmente. Cada vez ela ofegava mais forte. —... que acho que você e eu... bem...
—... Vai...! Vai, por favor...! — exclamou Andre, me incentivando entre ofegos. Que doce!
—... bem, que eu queria que a gente ficasse... hum! ...de namorados...
— Mais forte! Mais forte, filho da puta! — Andre já se mexia selvagemente. O magro quase não aguentava mais. Podia gozar a qualquer momento.
— Mais forte? Quer que eu grite nosso amor...?
O magro tirou a rola. Com uma mão levantou a bunda da Andre.
— Quero que a gente seja namorados! — gritei, como nos filmes.
Mas Andre me surpreendeu:
— Não... Não seja filho da puta... — o magrinho tava encostando a ponta da rola na porta do cu. E o cu da Andre tava excitado e dilatado, e molhado de sexo e suor.
— Não...? — me desiludi. Ia me virar pra ver a cara dela, mas a negativa me deixou mais tímido ainda. Continuei na tela. tela.
O magrelo empurrou a rola um pouquinho. A cabeça foi entrando devagar.
-Ah...! -um gemido seco, cortado. Andre tava me deixando louco.
A rola começou a entrar devagar, mas sem parar. Andre abria a boca e soltava um gemido abafado. A rola tava entrando nela aos poucos.
-Ahhh...! Filho da puta...! Oh...!
-Bom, não é pra tanto... Se você não quiser sair comigo...
O magrelo parou de empurrar. Andre começou a descer sozinha, enterrando a rola na mesma velocidade que o cara vinha. A rola ia entrando e já tinha passado da metade, ameaçando ir até o talo.
-Sim...! -disse Andre. E eu me surpreendi.
-O quê?
Ela tava enfiando a rola até o fundo. A putinha tinha a rola quase até a base e tava gozando igual uma gostosa.
-Sim...! Sim... sim... -repetia.
Foi como se eu voltasse a viver. Andre tava me aceitando.
-Então... a gente tá namorando...?
Andre tinha os olhos fechados, mas o cu bem aberto. E tavam abrindo mais ainda. Ela tinha engolido a rola até a base praticamente sem reclamar. O magrelo tava no céu. Começou a tirar devagar só pra enfiar de novo. Andre delirava. A rola enorme tava serrando ela de vai e vem, bombando como Deus manda.
-Sim...! Sim...! Sim...! SIIIMM...!
Aí eu me virei pra dar um beijo nela e vi. Tava quase sem luz, então dava pra ver mal. Parecia que ela tava se mexendo ritmadamente pra cima e pra baixo, sempre sentada e com a boca entreaberta. O magrelo debaixo parecia que tava movendo a rola ou algo assim. Andre tinha os olhos fechados e o top de lycra desencaixado e corrido, os peitos vermelhos e duros pra fora, e uma mão do cara apalpando eles sem parar um segundo.
-Andre! -falei sorrindo, nessa hora mais de nervoso do que de feliz.
Só aí ela abriu os olhos. Me agarrou pelo braço e me beijou. Não consegui ver o que eles tavam fazendo. Nem ela nem o magrelo. Também não quis saber muito. Tinha conseguido uma namorada gostosa pra caralho e era só isso que importava.
O O beijo foi estranho. Ela não me soltava nem por um segundo, como se não quisesse que eu voltasse pra posição normal, e ainda se mexia de um jeito super esquisito. Ficava subindo e descendo num ritmo cada vez mais acelerado, ofegando igual uma louca, mas sem parar de me beijar.
Eu tava no paraíso. Finalmente tinha conseguido que uma mulher me desse bola. E que mulher! O único problema aparente era que eu tinha a sensação de que estavam mexendo com ela. Claro que tudo aquilo devia ter uma explicação...
Beijei ela com mais força. Se ela tava fazendo algo estranho, já teria tempo de me explicar depois. E se não explicasse nada, devia ter seus motivos. A única coisa que eu queria era namorar a Andre e nada nem ninguém ia me impedir.
Mas tive que encarar um novo teste.
Andre parou de me beijar e olhou nos meus olhos. Não parava de rebolar enquanto o magrelo metia por baixo. Minha cara devia estar patética. Andre percebeu que eu tava ligado. Sorriu, meio babona, meio doce, e segurou meu rosto.
— Agora... a gente tá namorando... — a pica do cara entrava e saía do cu dela, arrancando gemidos abafados a cada estocada. — ...a única coisa... que vou... te pedir... — o magrelo mexia nos peitos dela. As mãos iam e vinham, brincando com os bicos. — ...é que... na intimidade... — Andre passou a língua nos lábios. — ...você me deixe... te chamar de... "cuckhold"...
Fiquei mudo. Meu nome é (e era) Cornélio, então provavelmente ela queria me chamar carinhosamente pelo diminutivo, mas com a cabeça de noiva se confundiu e saiu "cuckhold". Olhei ela dos pés à cabeça. O tanto que era linda, o tanto que era distraída! Era tão gostosa e boazinha, com um corpo tão voluptuoso... que passaram pela minha cabeça mil coisas que eu poderia fazer com ela. — ...vai me dar esse gosto, cuckhold...? — era óbvio que ela já sabia minha resposta. — ...sim, meu amor...?
O que eu podia dizer?
O magrelo gozou dentro dela enquanto eu gaguejava um tímido "sim". Andre começou a se mexer. freneticamente pra cima e pra baixo, sem dar a mínima pro que eu tinha falado. Ela tava cavalgando ele e gozando no cu enquanto segurava a mão do namorado novo. Tava no paraíso.
A gente levantou do cinema no meio do filme. Eu, Andre e, atrás da gente, o magrelo. O magrelo a gente nunca mais viu; e, na real, ele vazou assim que passou pela porta. Melhor assim, pensei. Não ia saber como olhar pra ele. Andre foi no banheiro e eu esperei ela no saguão. Achei que depois de tudo aquilo a gente ia pra um hotel por hora.
— Cê tá louco? — ela falou, entre surpresa e ofendida. — Não vai pensar que eu sou uma dessas... — eu não tava entendendo direito. Embora nunca tivesse comido nenhuma gatinha, sabia pelos meus amigos que as mulheres eram levadas pra um hotel pra fazer o love. — Não fica brava, meu bem... Mas... quero continuar virgem até o casamento...
Eu desabei. De todas as gatinhas de Buenos Aires, justo eu tinha me amarrado numa virgem... Que sorte a minha...!
E paciência, ia ter que esperar um pouco. Afinal, quando a gente casasse e eu pegasse ela na noite de núpcias... que delícia que ia ser!
Episódio 01:
No Cinema.
Vocês acreditariam se eu dissesse que conheci minha namorada através de um anúncio de coração?
Pois vão ter que acreditar, porque foi assim. Era nos anos 80 e fomos apresentados por um classificado de uma revista (não existia internet). Já fazia duas semanas que estávamos saindo, mas só como amigos, entende-se. Tava claro que íamos acabar namorando, porque era evidente que a gente se curtia pra caralho. Claro que pra isso eu precisava me animar a dar o primeiro passo e me declarar, como o cavalheiro que sou.
Escolhi pra esse evento o anonimato de uma sala de cinema. Ali eu poderia dizer pra ela o que sentia sem que ela me visse ficar vermelho.
Nos encontramos no cinema e só de vê-la já comecei a ficar excitado. Ela se chamava Andrea e era uma dessas minas chamativas, sem preconceitos pra mostrar o corpo meio exuberante. Ela se vestiu pra me impactar, com botas pretas de couro até os joelhos e minissaia também preta, que eu adorava. Em cima, tava coberta só com um top de lycra que segurava os peitões enormes dela, mas por sorte a Andre também tinha colocado um coletinho preto que de vez em quando cobria um pouco. Aos olhos de um inexperiente, pareceria uma puta do caralho, mas vocês já vão ver que ela se vestiu assim pra me conquistar.
Nos cumprimentamos com carinho. Ver uma mulher daquelas do meu lado me deixou um pouquinho nervoso. Ela se movia segura e gostosa, atraindo o olhar de todo mundo sem se importar com nada. Me sorriu feliz e eu me perguntei o que seria que atraía tanto duas pessoas tão diferentes. No fim, as velhas têm razão quando dizem que os opostos se atraem.
Entramos na sala. Eu já tinha dito pra Andre que ia fazer uma proposta importante e ela tinha se mostrado empolgada e receptiva, e a gente tinha combinado de se ver primeiro num cinema pra quebrar o gelo (o meu, claro, ela já me conhecia bem.)
Era um sábado de madrugada e o filme era um desses eróticos e europeus, supostamente "sérios", que atraem tanto o público. Tinha pensado em levá-la lá pra ir preparando o terreno, mas não tinha contado com a quantidade impressionante de gente que tinha. A sala estava lotada. Completamente lotada.
Como não podia ser diferente, e na linha da minha sorte de sempre, a gente pegou um lugar onde os espectadores da frente eram altíssimos. Não íamos conseguir ver o filme direito quando apagassem as luzes; embora naquela noite isso não fosse tão importante.
— Depois você vai ter que me explicar por que me trouxe pra ver esse filme, seu safado... — me acusou, divertida.
Ia continuar falando comigo, mas fomos interrompidos. Era um cara jovem e alto que ficou de pé ao nosso lado, olhando pra gente. Tava sozinho.
Ele e a Andrea se olharam por um segundo. O cara devorou ela com os olhos. Sem mostrar nenhum tipo de preconceito ou respeito pelo André ou por mim, cravou o olhar nos peitos que apareciam no decote. Como tava de pé, acho que viu bastante. Até bem mais do que eu veria por um tempo.
Quando a Andre virou a cabeça pra mim, o rosto dela tava sorrindo. Igual ao do cara.
— Tão sentados no meu lugar... — ele concluiu.
Olhamos os números e comparamos. O ingresso da Andre tinha o mesmo lugar que o do magrelo.
O problema é que no cinema não cabia um alfinete. Não dava pra gente se espremer em outros assentos nem trocar de lugar.
O cara reclamou o lugar de novo e a situação ficou constrangedora.
— Olha... — consegui falar. — A gente é um casal e você tá sozinho... Seria mais fácil pra você conseguir um lugar só.
Mas realmente não tinha, e o cara não aceitou.
Assim a noite tava indo pro saco e eu já via que eu e a Andre íamos ter que vazar dali sem ver o filme. A noitada ia começar mal.
Mas felizmente minha futura namorada teve uma ideia.
— Bom, já que os dois têm o mesmo lugar... — sorriu pra ele de um jeito que eu nunca tinha visto antes. — Por que a gente não senta os dois juntos...?
Não entendi No começo.
—Ele senta na poltrona e eu sento em cima dele... —me explicou enquanto piscava um olho— Assim você não aguenta meu peso e eu fico um pouco mais alta pra ver o filme...
Genial!, pensei. O cara ia ter que aguentar ela em cima por duas horas, bancando o peso e os cabelos dela; e desviando a toda hora a cabeça dela pra conseguir ver alguma coisa. Se o cara aceitasse, Andre podia ver o filme e talvez ficasse um pouco excitada. E isso me interessava ainda mais.
O rapaz sorriu com um ar de lobo e Andre devolveu o sorriso. Tinha um toque de sadismo naquela troca de olhares que eu não percebi.
Assim que o cara aprovou dizendo "beleza", as luzes se apagaram.
Andre se levantou. Ajeitou um pouco a minissaia de couro e arrumou os peitos e o decote. Deixou eles mais empinados e o top deixou entrever o começo rosado dos bicos.
O cara sentou. Não acreditava no que tava vivendo. Andre era uma mulher escultural e tava prestes a apoiar a bunda estupenda dela em cima do volume dele (porque na área genital já tinha um volume enorme).
Andre ficou na frente dele, ainda de pé. Olhou o rapaz nos olhos. O cara ajeitou a piroca dentro da calça com pouco disfarce, mas como as luzes já estavam apagadas quase ninguém percebeu. Andre começou a sentar em cima dele. Enquanto descia, o cara segurou ela pelas coxas e cuidou pra que a bunda perfeita da que seria minha futura esposa caísse bem em cima da piroca dele, totalmente dura.
Andre sentou de um jeito meio exagerado. Se inclinou tanto antes de sentar que praticamente colocou a bunda na cara dele. A minissaia de couro levantou e deixou metade das nádegas dela no ar. A calcinha fio dental de renda branca se enterrava entre as bandas e o cara tinha tudo aquilo a uns dez centímetros do rosto dele.
Enquanto os créditos começavam, o cara apoiou as mãos nas coxas dela.
Eu tava olhando pra tela e não conseguia perceber. Quando o filme começou, o cara também. Ele mexia os dedos suavemente, acariciando as coxas dela e respirando no pescoço dela. As mãos dele iam cada vez mais pra trás, procurando devagar se aproximar da raba. Já estavam entrando por baixo da minissaia de couro sem encontrar nenhum tipo de resistência.
Subida no magrelo, a Andre conseguia enxergar bem. Às vezes escapavam uns diálogos da legenda e ela precisava se esticar um pouquinho. A tal da mimosa, toda vez que se esticava, se apoiava em mim; e o magrelinho aproveitava pra meter uma mão sorrateira na raba dela. Tentava fazer disfarçado, mas quando a Andre se levantou quatro ou cinco vezes, as mãos do cara começaram a ficar mais tempo e a entrar mais fundo. Acabou enfiando a lateral da mão entre as nádegas dela e serrando pra alcançar áreas mais na frente. Cada vez que enfiava a pontinha de um dedo na porta do cu dela, a Andre me segurava pelo braço e me olhava contente. Sorria pra mim de um jeito estranho e dizia que o filme tava deixando ela um pouco excitada.
E eu achando que ela não tava vendo o filme! O magrelo se mexia debaixo dela cada vez com mais insistência e intensidade; e a Andre me segurava cada vez mais.
As mãos do cara começaram a explorar outros terrenos. Pela cintura foram subindo devagar até achar a base dos peitos. Entraram por baixo e começaram a acariciar as tetas. A Andre começou a suspirar cada vez mais alto. A outra mão do magrelo continuava fuçando por baixo e já tava chegando na frente. A calcinha fio dental da minha futura namorada, esposa e mãe dos meus filhos tava ficando toda molhada enquanto ela me segurava e apertava meu braço.
Quando o magrelinho enfiou um dedo na buceta e começou a dedar ela, a Andre apertou meu braço tão forte que me fez virar pra ela. Vi ela meio fora de si. Tava de olhos fechados e mordendo o lábio inferior.
— Andre, o que que cê tem...?
A Andre se assustou como se eu tivesse pegado ela "em flagrante" fazendo algo. O magrelo beijava o pescoço dela do outro lado, por atrás, e apalpava os peitos e os mamilos dela, e lá embaixo tava fazendo uma punheta fenomenal. O Andre não sabia bem o que me dizer. Ele tava com toda a intenção de "me fisgar" e firmar um compromisso comigo, e não queria me perder. Só conseguiu falar:
– É... é o filme... – ele me olhava como quem espera que ninguém acredite em nada. – Me excita muito e... – o magrelo tinha tirado os dedos da buceta dela e tava enfiando um no cu dela. – ...e... eu fico... estranha... – e completou como se quisesse ver se eu finalmente criava coragem pra dar em cima. – ...me descontrolo e... sou capaz de fazer... qualquer coisa...
Lógico, isso me animou. Eu continuava tímido até a burrice, mas pelo menos ia declarar meu amor pra ela.
– Andre, eu...
Eu tinha começado, mas o Andre tava se ajeitando na hora. Tinha se levantado pra enxergar melhor e puxado a calcinha pro lado. A racha da bunda e a buceta dela ficaram expostas pra qualquer coisa. O magrelo já tinha aberto o zíper num movimento anterior e aproveitou que o Andre se levantou um pouco pra tirar a pica dura e empinada pra fora.
O Andre começou a descer. Ia sentar de novo no colo do magrelo, mas o magrelo tinha posto a pica antes da calça, e então foi descendo enquanto abria a bunda disfarçadamente.
A penetração foi limpa, perfeita. O Andre enfiou a pica até o talo de uma vez só e sentou. Soltou um suspiro forte enquanto me perguntava:
– O que... você... tava... falando...?
– Tava falando que... – eu olhava pra ela e pra tela ao mesmo tempo. Tava com muita vergonha. – ...bom, que já faz duas semanas que a gente tá saindo...
O magrelo tinha colocado as mãos debaixo da bunda do Andre e se mexia bem devagar. A ideia era disfarçar que tava aproveitando a buceta gostosa. O Andre sentia a pica roçando por dentro, entrando e saindo. Me via segurando a mão dele e todo mundo assistindo o filme, e ficava excitado.
– ...duas semanas se vendo e se conhecendo... – o magrelo começava a bombar com menos disfarce. Andre se perdia no prazer segundo a segundo e já começava a ofegar. Uma mão do magrinho foi pros peitos e agarrou os dois seios cheios e empinados. Os bicos duros se juntavam nas mãos dele, excitando ela cada vez mais. — Acho... — eu tava encontrando as palavras certas enquanto Andre encontrava a rola certa. A baba largou meu braço e se agarrou com violência nas coxas do magrinho. Eu continuava tímido e olhava pra tela.
Os movimentos do magro já eram categóricos. Os da Andre, também. O magro segurava ela pela cintura, subindo e descendo o corpo dela em movimentos curtos, balançando ela no ritmo dele como se tivessem transado a vida toda. Andre já não disfarçava porra nenhuma. Ofegava como uma endemoniada e se sacudia como se tivesse dançando. A rola entrava e saía limpinha, e isso deixava ela cada vez mais tesuda. Quem tava atrás não reclamava porque tava entretido demais olhando. E eu falava sem tirar os olhos da tela.
—... queria te dizer que... — a Andre tavam metendo fenomenalmente. Cada vez ela ofegava mais forte. —... que acho que você e eu... bem...
—... Vai...! Vai, por favor...! — exclamou Andre, me incentivando entre ofegos. Que doce!
—... bem, que eu queria que a gente ficasse... hum! ...de namorados...
— Mais forte! Mais forte, filho da puta! — Andre já se mexia selvagemente. O magro quase não aguentava mais. Podia gozar a qualquer momento.
— Mais forte? Quer que eu grite nosso amor...?
O magro tirou a rola. Com uma mão levantou a bunda da Andre.
— Quero que a gente seja namorados! — gritei, como nos filmes.
Mas Andre me surpreendeu:
— Não... Não seja filho da puta... — o magrinho tava encostando a ponta da rola na porta do cu. E o cu da Andre tava excitado e dilatado, e molhado de sexo e suor.
— Não...? — me desiludi. Ia me virar pra ver a cara dela, mas a negativa me deixou mais tímido ainda. Continuei na tela. tela.
O magrelo empurrou a rola um pouquinho. A cabeça foi entrando devagar.
-Ah...! -um gemido seco, cortado. Andre tava me deixando louco.
A rola começou a entrar devagar, mas sem parar. Andre abria a boca e soltava um gemido abafado. A rola tava entrando nela aos poucos.
-Ahhh...! Filho da puta...! Oh...!
-Bom, não é pra tanto... Se você não quiser sair comigo...
O magrelo parou de empurrar. Andre começou a descer sozinha, enterrando a rola na mesma velocidade que o cara vinha. A rola ia entrando e já tinha passado da metade, ameaçando ir até o talo.
-Sim...! -disse Andre. E eu me surpreendi.
-O quê?
Ela tava enfiando a rola até o fundo. A putinha tinha a rola quase até a base e tava gozando igual uma gostosa.
-Sim...! Sim... sim... -repetia.
Foi como se eu voltasse a viver. Andre tava me aceitando.
-Então... a gente tá namorando...?
Andre tinha os olhos fechados, mas o cu bem aberto. E tavam abrindo mais ainda. Ela tinha engolido a rola até a base praticamente sem reclamar. O magrelo tava no céu. Começou a tirar devagar só pra enfiar de novo. Andre delirava. A rola enorme tava serrando ela de vai e vem, bombando como Deus manda.
-Sim...! Sim...! Sim...! SIIIMM...!
Aí eu me virei pra dar um beijo nela e vi. Tava quase sem luz, então dava pra ver mal. Parecia que ela tava se mexendo ritmadamente pra cima e pra baixo, sempre sentada e com a boca entreaberta. O magrelo debaixo parecia que tava movendo a rola ou algo assim. Andre tinha os olhos fechados e o top de lycra desencaixado e corrido, os peitos vermelhos e duros pra fora, e uma mão do cara apalpando eles sem parar um segundo.
-Andre! -falei sorrindo, nessa hora mais de nervoso do que de feliz.
Só aí ela abriu os olhos. Me agarrou pelo braço e me beijou. Não consegui ver o que eles tavam fazendo. Nem ela nem o magrelo. Também não quis saber muito. Tinha conseguido uma namorada gostosa pra caralho e era só isso que importava.
O O beijo foi estranho. Ela não me soltava nem por um segundo, como se não quisesse que eu voltasse pra posição normal, e ainda se mexia de um jeito super esquisito. Ficava subindo e descendo num ritmo cada vez mais acelerado, ofegando igual uma louca, mas sem parar de me beijar.
Eu tava no paraíso. Finalmente tinha conseguido que uma mulher me desse bola. E que mulher! O único problema aparente era que eu tinha a sensação de que estavam mexendo com ela. Claro que tudo aquilo devia ter uma explicação...
Beijei ela com mais força. Se ela tava fazendo algo estranho, já teria tempo de me explicar depois. E se não explicasse nada, devia ter seus motivos. A única coisa que eu queria era namorar a Andre e nada nem ninguém ia me impedir.
Mas tive que encarar um novo teste.
Andre parou de me beijar e olhou nos meus olhos. Não parava de rebolar enquanto o magrelo metia por baixo. Minha cara devia estar patética. Andre percebeu que eu tava ligado. Sorriu, meio babona, meio doce, e segurou meu rosto.
— Agora... a gente tá namorando... — a pica do cara entrava e saía do cu dela, arrancando gemidos abafados a cada estocada. — ...a única coisa... que vou... te pedir... — o magrelo mexia nos peitos dela. As mãos iam e vinham, brincando com os bicos. — ...é que... na intimidade... — Andre passou a língua nos lábios. — ...você me deixe... te chamar de... "cuckhold"...
Fiquei mudo. Meu nome é (e era) Cornélio, então provavelmente ela queria me chamar carinhosamente pelo diminutivo, mas com a cabeça de noiva se confundiu e saiu "cuckhold". Olhei ela dos pés à cabeça. O tanto que era linda, o tanto que era distraída! Era tão gostosa e boazinha, com um corpo tão voluptuoso... que passaram pela minha cabeça mil coisas que eu poderia fazer com ela. — ...vai me dar esse gosto, cuckhold...? — era óbvio que ela já sabia minha resposta. — ...sim, meu amor...?
O que eu podia dizer?
O magrelo gozou dentro dela enquanto eu gaguejava um tímido "sim". Andre começou a se mexer. freneticamente pra cima e pra baixo, sem dar a mínima pro que eu tinha falado. Ela tava cavalgando ele e gozando no cu enquanto segurava a mão do namorado novo. Tava no paraíso.
A gente levantou do cinema no meio do filme. Eu, Andre e, atrás da gente, o magrelo. O magrelo a gente nunca mais viu; e, na real, ele vazou assim que passou pela porta. Melhor assim, pensei. Não ia saber como olhar pra ele. Andre foi no banheiro e eu esperei ela no saguão. Achei que depois de tudo aquilo a gente ia pra um hotel por hora.
— Cê tá louco? — ela falou, entre surpresa e ofendida. — Não vai pensar que eu sou uma dessas... — eu não tava entendendo direito. Embora nunca tivesse comido nenhuma gatinha, sabia pelos meus amigos que as mulheres eram levadas pra um hotel pra fazer o love. — Não fica brava, meu bem... Mas... quero continuar virgem até o casamento...
Eu desabei. De todas as gatinhas de Buenos Aires, justo eu tinha me amarrado numa virgem... Que sorte a minha...!
E paciência, ia ter que esperar um pouco. Afinal, quando a gente casasse e eu pegasse ela na noite de núpcias... que delícia que ia ser!
1 comentários - Andrea e Cornélio I