Depois daquela primeira experiência com o Cholito, veio o "remember" com o Vicente. Eu teria adorado continuar com ele, transar nem que fosse só como amigos, mas, como ele deixou claro desde o começo, tinha uma parceira e estava muito apaixonado por ela. Também me queria, mas fazer o quê... eu sou casada e sabia que nunca largaria meu marido, por mais que ele jurasse de pés juntos. Então aquele reencontro também foi uma despedida.
O problema com o filho do Cholo é que, desde o dia seguinte ao que ficamos juntos, ele começou a me ligar e a deixar mensagens no celular. Chegou até a me ligar insistentemente na mesma hora em que eu estava "me reencontrando" com o Vicente. Ele dizia como tinha sido bom e como queria me ver de novo, até me convidava pra sair. Tive que dar um chega pra lá, pra não me trazer complicações, imagina se ele me ligava ou mandava mensagem num momento em que eu estava com a minha família? Nessa altura, já sou doutora em desculpas e justificativas, mas também não é questão de deixar a putaria de um cara me trazer problema com meu marido. Então, um belo dia, antes de entrar no escritório, liguei pra ele pra esclarecer as coisas.
— Olha, Júlio, se te dei meu número é porque você me interessou e também tô a fim de te ver de novo, mas não pra você ficar me ligando a toda hora ou mandando mensagem de madrugada. Sou casada e meu marido pode desconfiar se ver que não atendo uma ligação ou apago uma mensagem. Quando tô no escritório, pode me ligar ou mandar mensagem à vontade, mas de noite e nos fins de semana, peço que não faça isso, ok?
Fui um pouco dura e direta, mas precisava que ele entendesse.
— Prometo que não faço mais, não quero te comprometer, mas...
— Mas o quê?
— Quando te liguei na terça à tarde e você disse pra não encher o saco, você tava...?
Ele queria saber, mas não tinha coragem de perguntar.
— Tava sim, tava transando — revelei por fim.
— Com seu marido?
Quase ri, mas me segurei.
— Cê acha que eu ia... Posso estar transando com meu marido num dia de semana às sete da noite?
– E daí?
– Tava num hotel com um amigo.
Ele não fala nada.
– Julio, o que você precisa entender é que sou uma mulher que tem muitos amigos, amigos... especiais. Agora você e eu somos amigos, mas isso não quer dizer que eu não tenha outros amigos com quem gosto de passar o tempo.
Parecia que eu tava explicando a relação entre mamãe e papai pra um moleque de dez anos.
– Meu... velho é seu amigo?
– Sim, um amigão – confirmo.
Melhor esclarecer as coisas logo de cara do que ficar dando explicação depois.
Ele fica em silêncio, como se tivesse processando o que acabei de falar.
– Quer que a gente se veja? – sugiro então.
– Sim, adoraria.
– Eu também.
De novo, saindo do trampo, vou até San Justo. Mando um zap pro Cholo pra ele não aparecer em casa por um bom tempo.
"Hoje é treino intensivo", escrevo.
Pouco depois ele responde:
"E pra quando uma aula especial com o pai?"
"Combinamos quando você quiser", falo.
Claro que não saía da minha cabeça a ideia de ficar com pai e filho ao mesmo tempo, o Cholo e o Cholito, os dois juntos, me comendo ao mesmo tempo. Essa sim seria uma experiência pra contar pras minhas netas, supondo que elas fossem tão pervertidas quanto eu, claro. Imaginava a cena: eu de quatro, o Cholito me bombando por trás, e o Cholo aparecendo com uma ereção foda, colocando à minha disposição pra eu curtir os dois sem nenhum preconceito. Sim, sou muito tarada, já sei.
Pensando nisso tudo, chego na casa do Cholo com um tesão que derreteria os polos sem precisar de aquecimento global nenhum. Mal ele abre a porta, me jogo no Cholito e encho ele de beijos. A bolsa e o casaco caem no chão, enquanto a gente se beija e se acaricia de um jeito bem gostoso e apaixonado. As mãos dele vão direto pros meus peitos, assim como as minhas vão pra virilha dele, apalpando e amassando aquela dureza monstra que... fecho por baixo das roupas dela.
—Mmmhhh..., como você tá duro! — falo ao sentir.
—Tô assim desde que a gente conversou — ele me diz.
Encosto ele contra a porta da rua, e desabotoo a braguilha, puxando um pedaço suculento de pau que parece pulsar com vida própria.
—Então tem que fazer alguma coisa — falo, me agachando e encarando a verdadeira razão de eu estar em San Justo naquela hora.
Já ouviram aquele ditado: "Um pelo da buceta puxa mais que uma junta de bois"? Pois é, no meu caso é um pau, por um pau eu sou capaz de... estar em San Justo naquela hora, exatamente.
Dessa vez chupo ele sem reservas, não preciso mais ficar cuidando, eu mesma o transformei em homem, e eu mesma ia ensinar ele a satisfazer uma mulher.
Tô chupando com gosto, deslizando lábios e língua por aquele monte de nervos que, da raiz, se espalha por cada canto daquela superfície tensa e dura, quando ele pergunta:
—Você consegue engolir ele inteiro?—
Tiro o pau da boca e fico olhando pra ele com cara de "WTF...?"
—É que vi num vídeo e pensei... que talvez você conseguisse...—
Ele falou com tanto entusiasmo, tanta vontade de experimentar, que nem se quisesse eu conseguiria dizer não.
—Mmmm..., não sei... — falo, me fazendo de indecisa, olho pro pau dele como se estivesse medindo com os olhos e completo —Posso tentar, você ia gostar?—
—Sim, por favor... — ele concorda, com os olhos brilhando de empolgação.
—Ok—
Me ajoelho pra ficar mais confortável, me posicionando bem de frente pra esse êmbolo de carne que parece vibrar no próprio ritmo, seguro a cintura dele com as duas mãos pra medir a distância, abro a boca o máximo que consigo e...
—Lá vou eu...!—
...avanço até a ponta bater na minha garganta. Seguro um ânsia de vômito da invasão repentina e volto.
—Você tem ele muito grande! — falo com os olhos lacrimejando pela tentativa falha.
Já chupei paus maiores, mas nunca inteiros. Quando como uma pica até os pelos é porque tem um tamanho padrão, um tamanho que me permite brincar de gulosa. E se não consigo comer ela toda, bom, eu como até onde dá, mas não dava pra fazer isso com o filho do Cholo, não dava pra deixar ele na mão. Ele tava tão empolgado pra eu fazer um deep throat que eu tinha que tentar ou morrer tentando.
Me preparei de novo, com a meta no alvo, boca bem aberta, as mãos medindo a distância..., um, dois e avanço de novo. Mexo a cabeça de um jeito que toda aquela deliciosa comprimento desliza ainda mais pra lá da minha glote, sem engasgos dessa vez. Olho pra ele de baixo e sorrio mesmo com a boca cheia da virilidade dele. Tenho ela quase toda dentro, na minha garganta, pulsando, tensa e trepidante, inchando minhas bochechas com o volume gostoso. Mexo a língua em volta, lambendo, chupando, sugando, sentindo ela endurecer e crescer ainda mais. Aguento até ficar sem ar, e aí solto ela com uma longa exalação, os fios de baba e porra formando uma ponte entre nós. O Cholito também solta um suspiro. Me olha fixo, cheio de tesão e lascívia, me deixando recuperar o fôlego por um instante, e depois agarra a pica com uma mão e bate com ela nas minhas bochechas.
"Ele realmente andou vendo pornô", penso, recebendo com um sorriso umas palmadas tão gostosas. "Se ele quer brincar de ator pornô, vamos brincar então", falo pra mim mesma e começo a chupar as bolas dele, sentindo na palma da minha língua aquela fervura densa que já ameaça explodir.
Subo por toda a pica, lambendo e beijando cada pedaço, cada veia, até chegar na ponta e engolir de novo até os pelos, segurando ela dentro da minha boca o máximo que consigo..., seguro, seguro, até ficar sem ar e soltar ela entre tosses e sons guturais, cuspindo uma mistura espumosa de porra e saliva.
Levanto, limpo a boca com as costas da mão, e tiro o resto da roupa. Os olhos parecem não bastar pro Cholito pra percorrer meu corpo todo. Sorrio pra ele, me viro e atravesso a sala, andando feito uma top model gostosa. Me encosto na parede oposta, empino a raba, rebolando sensual, e com a mão faço um sinal pra ele vir até mim. Claro que ele vem, a pica dura e inchada, a cabeça vermelha, as veias marcadas a fogo, dá pra sentir o cheiro daqui, cheiro de putaria, de prazer, de Glória.
Ele coloca a camisinha do jeito que ensinei e se posiciona atrás de mim, esfregando a pica no meu cu todo, igual deve ter visto em algum pornô, mas por mais que tente, não acha o buraco certo. Ainda é cedo pra ensinar as delícias do sexo anal, então eu mesma seguro e guio pro destino certo, ou seja... minha buceta. Nós dois soltamos um suspiro de alívio quando sentimos ela entrar e ir até o fundo, eu satisfeita por ter ele dentro de novo, ele por me possuir mais uma vez...
Tá tudo dentro de mim, grande, duro, quente.
— Isso, bebê... me come... vai... me arromba toda! — peço suplicante, jogando a raba pra trás pra grudar ainda mais na pélvis dele, sentindo no fundo aquela pulsação feroz que só pode prometer momentos bons.
Ele não demora nada pra me satisfazer, porque logo me agarra pelos peitos e começa a bombar forte e ritmado, me fazendo pular a cada estocada. Cada vez que chega no fundo, me levanta uns centímetros do chão, me deixando suspensa entre o corpo dele e a parede enquanto fica dentro, só quando sai é que meus pés tocam o chão de novo. Assim, uma vez atrás da outra, me levanta quando entra, me abaixa quando sai, me fazendo flutuar na base da foda. Me sinto nas nuvens, empalada até o talo, bem cheia de pica. Se fecho os olhos e me deixo levar por esse tsunami de sensações, parece que tô transando com o Cholo. Não que o filho seja tão bom garanhão quanto o pai, Lembra que ela tá só começando, mas já tá num caminho muito bom, ainda mais tendo eu como professora.
Sinto a respiração excitada dele na minha nuca, o calor do corpo dele esmagando o meu, o barulho das bolas dele batendo na minha buceta, não consigo evitar ficar tão molhada que parece que tô mijando.
Quando ele sai de dentro, num daqueles tantos empurrões, eu me viro e dou um empurrão nele, fazendo ele recuar uns passos. Sorrio com malícia e me penduro no pescoço dele pra beijar a boca dele. Adoro beijar ele enquanto ele acaricia minha bunda e meus peitos se espremem contra o peito dele. Assim, enroscados, entre carícias e chupões, a gente continua recuando, até que ele cai sentado no sofá. Me ajeito no chão, entre as pernas dele, e tiro a camisinha. A pica aparece em toda sua exuberância, dura, quente, cheia de veias, quase roxa de tão vermelha. Engulo ela de uma bocada, chupando gulosamente cada pedaço desse manjar suculento. Ela tá toda molhada, então minha boca enche logo de uma espuminha grossa e salgada.
Quero sentir ela assim, a carne viva, em todo seu vigoroso esplendor, então decido dispensar a camisinha. Sento em cima dele e enfio ela até o fundo, arqueando as costas e soltando um suspiro rouco de prazer ao sentir ela de novo no meu interior mais profundo. O Cholito pega nos meus peitos e aperta, enquanto eu começo a cavalgar ele de forma ansiosa e desenfreada. Quero ela TODA dentro, e é isso que faço cada vez que bato contra a pélvis dele, afundando toda aquela carne até as entranhas.
— Ahhh..., ahhhhhh..., ahhhhhhhh...! — meus gemidos aumentam conforme eu sobe e desce, balançando em torno desse gratificante salame que me trespassa e atravessa como se minha buceta fosse feita na medida certa pra ele.
A foda chega de repente, primeiro eu gozo, me molhando de um jeito que deixa mais de uma lembrança molhada no estofado do sofá, e na hora o Cholito goza. Ele goza dentro de mim. Lá dentro, regando minhas entranhas com uma enxurrada de porra que parecia que ia sair até pelas orelhas.
Deixando as delícias do orgasmo se espalharem pelo meu corpo todo, desabo entre suspiros no peito dele, e beijo ele de novo, mostrando com cada beijo o quanto ele acabou de me satisfazer. E sim, mais uma vez, o velho ditado não erra: "Tal pai, tal filho".
O problema com o filho do Cholo é que, desde o dia seguinte ao que ficamos juntos, ele começou a me ligar e a deixar mensagens no celular. Chegou até a me ligar insistentemente na mesma hora em que eu estava "me reencontrando" com o Vicente. Ele dizia como tinha sido bom e como queria me ver de novo, até me convidava pra sair. Tive que dar um chega pra lá, pra não me trazer complicações, imagina se ele me ligava ou mandava mensagem num momento em que eu estava com a minha família? Nessa altura, já sou doutora em desculpas e justificativas, mas também não é questão de deixar a putaria de um cara me trazer problema com meu marido. Então, um belo dia, antes de entrar no escritório, liguei pra ele pra esclarecer as coisas.
— Olha, Júlio, se te dei meu número é porque você me interessou e também tô a fim de te ver de novo, mas não pra você ficar me ligando a toda hora ou mandando mensagem de madrugada. Sou casada e meu marido pode desconfiar se ver que não atendo uma ligação ou apago uma mensagem. Quando tô no escritório, pode me ligar ou mandar mensagem à vontade, mas de noite e nos fins de semana, peço que não faça isso, ok?
Fui um pouco dura e direta, mas precisava que ele entendesse.
— Prometo que não faço mais, não quero te comprometer, mas...
— Mas o quê?
— Quando te liguei na terça à tarde e você disse pra não encher o saco, você tava...?
Ele queria saber, mas não tinha coragem de perguntar.
— Tava sim, tava transando — revelei por fim.
— Com seu marido?
Quase ri, mas me segurei.
— Cê acha que eu ia... Posso estar transando com meu marido num dia de semana às sete da noite?
– E daí?
– Tava num hotel com um amigo.
Ele não fala nada.
– Julio, o que você precisa entender é que sou uma mulher que tem muitos amigos, amigos... especiais. Agora você e eu somos amigos, mas isso não quer dizer que eu não tenha outros amigos com quem gosto de passar o tempo.
Parecia que eu tava explicando a relação entre mamãe e papai pra um moleque de dez anos.
– Meu... velho é seu amigo?
– Sim, um amigão – confirmo.
Melhor esclarecer as coisas logo de cara do que ficar dando explicação depois.
Ele fica em silêncio, como se tivesse processando o que acabei de falar.
– Quer que a gente se veja? – sugiro então.
– Sim, adoraria.
– Eu também.
De novo, saindo do trampo, vou até San Justo. Mando um zap pro Cholo pra ele não aparecer em casa por um bom tempo.
"Hoje é treino intensivo", escrevo.
Pouco depois ele responde:
"E pra quando uma aula especial com o pai?"
"Combinamos quando você quiser", falo.
Claro que não saía da minha cabeça a ideia de ficar com pai e filho ao mesmo tempo, o Cholo e o Cholito, os dois juntos, me comendo ao mesmo tempo. Essa sim seria uma experiência pra contar pras minhas netas, supondo que elas fossem tão pervertidas quanto eu, claro. Imaginava a cena: eu de quatro, o Cholito me bombando por trás, e o Cholo aparecendo com uma ereção foda, colocando à minha disposição pra eu curtir os dois sem nenhum preconceito. Sim, sou muito tarada, já sei.
Pensando nisso tudo, chego na casa do Cholo com um tesão que derreteria os polos sem precisar de aquecimento global nenhum. Mal ele abre a porta, me jogo no Cholito e encho ele de beijos. A bolsa e o casaco caem no chão, enquanto a gente se beija e se acaricia de um jeito bem gostoso e apaixonado. As mãos dele vão direto pros meus peitos, assim como as minhas vão pra virilha dele, apalpando e amassando aquela dureza monstra que... fecho por baixo das roupas dela.
—Mmmhhh..., como você tá duro! — falo ao sentir.
—Tô assim desde que a gente conversou — ele me diz.
Encosto ele contra a porta da rua, e desabotoo a braguilha, puxando um pedaço suculento de pau que parece pulsar com vida própria.
—Então tem que fazer alguma coisa — falo, me agachando e encarando a verdadeira razão de eu estar em San Justo naquela hora.
Já ouviram aquele ditado: "Um pelo da buceta puxa mais que uma junta de bois"? Pois é, no meu caso é um pau, por um pau eu sou capaz de... estar em San Justo naquela hora, exatamente.
Dessa vez chupo ele sem reservas, não preciso mais ficar cuidando, eu mesma o transformei em homem, e eu mesma ia ensinar ele a satisfazer uma mulher.
Tô chupando com gosto, deslizando lábios e língua por aquele monte de nervos que, da raiz, se espalha por cada canto daquela superfície tensa e dura, quando ele pergunta:
—Você consegue engolir ele inteiro?—
Tiro o pau da boca e fico olhando pra ele com cara de "WTF...?"
—É que vi num vídeo e pensei... que talvez você conseguisse...—
Ele falou com tanto entusiasmo, tanta vontade de experimentar, que nem se quisesse eu conseguiria dizer não.
—Mmmm..., não sei... — falo, me fazendo de indecisa, olho pro pau dele como se estivesse medindo com os olhos e completo —Posso tentar, você ia gostar?—
—Sim, por favor... — ele concorda, com os olhos brilhando de empolgação.
—Ok—
Me ajoelho pra ficar mais confortável, me posicionando bem de frente pra esse êmbolo de carne que parece vibrar no próprio ritmo, seguro a cintura dele com as duas mãos pra medir a distância, abro a boca o máximo que consigo e...
—Lá vou eu...!—
...avanço até a ponta bater na minha garganta. Seguro um ânsia de vômito da invasão repentina e volto.
—Você tem ele muito grande! — falo com os olhos lacrimejando pela tentativa falha.
Já chupei paus maiores, mas nunca inteiros. Quando como uma pica até os pelos é porque tem um tamanho padrão, um tamanho que me permite brincar de gulosa. E se não consigo comer ela toda, bom, eu como até onde dá, mas não dava pra fazer isso com o filho do Cholo, não dava pra deixar ele na mão. Ele tava tão empolgado pra eu fazer um deep throat que eu tinha que tentar ou morrer tentando.
Me preparei de novo, com a meta no alvo, boca bem aberta, as mãos medindo a distância..., um, dois e avanço de novo. Mexo a cabeça de um jeito que toda aquela deliciosa comprimento desliza ainda mais pra lá da minha glote, sem engasgos dessa vez. Olho pra ele de baixo e sorrio mesmo com a boca cheia da virilidade dele. Tenho ela quase toda dentro, na minha garganta, pulsando, tensa e trepidante, inchando minhas bochechas com o volume gostoso. Mexo a língua em volta, lambendo, chupando, sugando, sentindo ela endurecer e crescer ainda mais. Aguento até ficar sem ar, e aí solto ela com uma longa exalação, os fios de baba e porra formando uma ponte entre nós. O Cholito também solta um suspiro. Me olha fixo, cheio de tesão e lascívia, me deixando recuperar o fôlego por um instante, e depois agarra a pica com uma mão e bate com ela nas minhas bochechas.
"Ele realmente andou vendo pornô", penso, recebendo com um sorriso umas palmadas tão gostosas. "Se ele quer brincar de ator pornô, vamos brincar então", falo pra mim mesma e começo a chupar as bolas dele, sentindo na palma da minha língua aquela fervura densa que já ameaça explodir.
Subo por toda a pica, lambendo e beijando cada pedaço, cada veia, até chegar na ponta e engolir de novo até os pelos, segurando ela dentro da minha boca o máximo que consigo..., seguro, seguro, até ficar sem ar e soltar ela entre tosses e sons guturais, cuspindo uma mistura espumosa de porra e saliva.
Levanto, limpo a boca com as costas da mão, e tiro o resto da roupa. Os olhos parecem não bastar pro Cholito pra percorrer meu corpo todo. Sorrio pra ele, me viro e atravesso a sala, andando feito uma top model gostosa. Me encosto na parede oposta, empino a raba, rebolando sensual, e com a mão faço um sinal pra ele vir até mim. Claro que ele vem, a pica dura e inchada, a cabeça vermelha, as veias marcadas a fogo, dá pra sentir o cheiro daqui, cheiro de putaria, de prazer, de Glória.
Ele coloca a camisinha do jeito que ensinei e se posiciona atrás de mim, esfregando a pica no meu cu todo, igual deve ter visto em algum pornô, mas por mais que tente, não acha o buraco certo. Ainda é cedo pra ensinar as delícias do sexo anal, então eu mesma seguro e guio pro destino certo, ou seja... minha buceta. Nós dois soltamos um suspiro de alívio quando sentimos ela entrar e ir até o fundo, eu satisfeita por ter ele dentro de novo, ele por me possuir mais uma vez...
Tá tudo dentro de mim, grande, duro, quente.
— Isso, bebê... me come... vai... me arromba toda! — peço suplicante, jogando a raba pra trás pra grudar ainda mais na pélvis dele, sentindo no fundo aquela pulsação feroz que só pode prometer momentos bons.
Ele não demora nada pra me satisfazer, porque logo me agarra pelos peitos e começa a bombar forte e ritmado, me fazendo pular a cada estocada. Cada vez que chega no fundo, me levanta uns centímetros do chão, me deixando suspensa entre o corpo dele e a parede enquanto fica dentro, só quando sai é que meus pés tocam o chão de novo. Assim, uma vez atrás da outra, me levanta quando entra, me abaixa quando sai, me fazendo flutuar na base da foda. Me sinto nas nuvens, empalada até o talo, bem cheia de pica. Se fecho os olhos e me deixo levar por esse tsunami de sensações, parece que tô transando com o Cholo. Não que o filho seja tão bom garanhão quanto o pai, Lembra que ela tá só começando, mas já tá num caminho muito bom, ainda mais tendo eu como professora.
Sinto a respiração excitada dele na minha nuca, o calor do corpo dele esmagando o meu, o barulho das bolas dele batendo na minha buceta, não consigo evitar ficar tão molhada que parece que tô mijando.
Quando ele sai de dentro, num daqueles tantos empurrões, eu me viro e dou um empurrão nele, fazendo ele recuar uns passos. Sorrio com malícia e me penduro no pescoço dele pra beijar a boca dele. Adoro beijar ele enquanto ele acaricia minha bunda e meus peitos se espremem contra o peito dele. Assim, enroscados, entre carícias e chupões, a gente continua recuando, até que ele cai sentado no sofá. Me ajeito no chão, entre as pernas dele, e tiro a camisinha. A pica aparece em toda sua exuberância, dura, quente, cheia de veias, quase roxa de tão vermelha. Engulo ela de uma bocada, chupando gulosamente cada pedaço desse manjar suculento. Ela tá toda molhada, então minha boca enche logo de uma espuminha grossa e salgada.
Quero sentir ela assim, a carne viva, em todo seu vigoroso esplendor, então decido dispensar a camisinha. Sento em cima dele e enfio ela até o fundo, arqueando as costas e soltando um suspiro rouco de prazer ao sentir ela de novo no meu interior mais profundo. O Cholito pega nos meus peitos e aperta, enquanto eu começo a cavalgar ele de forma ansiosa e desenfreada. Quero ela TODA dentro, e é isso que faço cada vez que bato contra a pélvis dele, afundando toda aquela carne até as entranhas.
— Ahhh..., ahhhhhh..., ahhhhhhhh...! — meus gemidos aumentam conforme eu sobe e desce, balançando em torno desse gratificante salame que me trespassa e atravessa como se minha buceta fosse feita na medida certa pra ele.
A foda chega de repente, primeiro eu gozo, me molhando de um jeito que deixa mais de uma lembrança molhada no estofado do sofá, e na hora o Cholito goza. Ele goza dentro de mim. Lá dentro, regando minhas entranhas com uma enxurrada de porra que parecia que ia sair até pelas orelhas.
Deixando as delícias do orgasmo se espalharem pelo meu corpo todo, desabo entre suspiros no peito dele, e beijo ele de novo, mostrando com cada beijo o quanto ele acabou de me satisfazer. E sim, mais uma vez, o velho ditado não erra: "Tal pai, tal filho".
24 comentários - Filho de Cholo, Cholito Também
Como siempre te digo querida, quedo con ansias a la espera de tu próxima publicación, que espero sea pronto y no se demore más de un mes como fue entre esta y la anterior!!
Excelente post linda y FELICITACIONES!!...Besos!! +10
besos Misko
" sos tan espectacular que no podes ser mia nada mas, tenes que ser de todos. "
Puntos como siempre. (10)
Recibe los puntos pero sobretodo mi admiración por la forma de disfrutar y de escribir.
Te digo que me calentás mucho, no es la primera vez que me imagino todo lo que contás, como si lo estuviera viendo en una peli. Creo que alguna vez podríamos cruzarnos, que pasara algo, y que yo nunca supiera que sos a quien leo con tantas ganas!
Como alguien más dijo, un beso en todos tus labios 😉
Gracias por compartir!
te mando un beso genia!