Como eu disse antes, tinha um terceiro, mas entre tanta metida na minha buceta e ouvindo as vozes deles e os outros se movendo de um lado pro outro procurando alguma coisa. Mas eu continuei com a ideia de uma tentativa de sequestro, só que me forcei a lembrar daquela voz em particular enquanto ele continuava me penetrando forte e inteiro, porque era assim que eu sentia ele. Lembrei da voz de um dos primos do meu ex-marido, que eram tão parecidos, ainda mais porque sempre tinha reunião de família, aniversário ou coisas assim, o olhar dele em mim não largava e eu peguei ele várias vezes olhando pra minha bunda!
Um daqueles caras gritou: "olha o que eu achei", pensando comigo que eu não tinha dinheiro nem nada de valor na casa toda, exceto o DVD, a televisão, o computador da minha filha mais velha ou o micro-ondas. Mas eles não tinham saído do meu quarto porque fecharam a porta, e foi isso que eu vi no começo. Mas como eu tava naquela posição entregue, só pensei... "então você gosta de se fantasiar?... colegial... enfermeira... secretária... dançarina..." eles foram falando todas as minhas fantasias que eu tinha no armário escondido em sacolas. Até que me obrigaram a vestir uma. Ele tirou o pau da minha buceta e me desamarrou da cama, mas só tocando e sem poder falar nem ver, eles mandavam o que eu tinha que fazer... só senti que colocaram uma cinta-liga e as meias de rede, não sei qual das duas que tenho eles colocaram. Mas não foi só isso, me colocaram em cima de um quando chegamos num lugar, senti um ventinho, ar fresco, desconfiei que estávamos no quintal da minha casa, que é um quintal bonito, o barulho dos carros e das pessoas que passavam por ali dava pra ouvir bem perto, não podia reclamar e nada de nada. Eles se prepararam pra continuar me comendo mais do que tinham feito antes no meu quarto. Me penetravam forte e dava pra ouvir bem alto também os tapas das barrigas deles na minha bunda e mais os cascudos que me davam enquanto um passava pro outro, eu percebia. As diferenças pelo tamanho dos membros deles, mas só com um eu me entregava completamente. E entre meus gemidos, um se aproximou e sussurrou no meu ouvido que eu era uma puta. Eu queria gritar de prazer. Ele tirou a fita da minha boca, me fazendo gritar, e com as mãos eu tentava tatear algo para me segurar, porque realmente sentia que ele estava destruindo toda a minha bunda! E como o outro percebeu que eu queria expressar meu prazer, comecei a gemer e, enquanto tateava e me agarrava, sentia a grade da frente de casa, que fica coberta por lonas, de modo que de dentro para fora ou de fora para dentro dava pra ver, mas só pelos lados dos muros. Minha bunda praticamente eu não sentia, mas sentia como eles metiam forte, um de cada vez, sem contar quantas vezes senti aquelas gozadas gostosas e eletrizantes na grama da entrada. E eles me chamavam de puta, mas no fundo eu realmente me sentia uma tremenda puta e gritei isso milhares de vezes enquanto o mais pauzudo dos três me comia pelo cu — eu gritava sem perceber que a meio metro de mim os vizinhos passavam caminhando. Cada um gozava dentro de mim e depositava o esperma no meu cu, e foi tão gostoso que me deixaram livre... Consegui me jogar no chão e descansar, sentindo os passos deles correndo. Aproveitei que mal conseguia me mexer e, com os pulsos amarrados com corda, fui até a cozinha da minha casa procurar algo que me libertasse, mas minhas pernas tremiam tanto que mal consegui chegar. Só que tive o azar de alguém mais entrar e, para minha surpresa, era um vizinho que passava. Reconheci a voz clara do vizinho da frente, que sempre me cumprimenta, e sem me deixar escapar ele disse: "Te peguei de surpresa, que linda você está. Tem uma bunda aberta pra ser comida." E eu sabia que era pra isso, e realmente não queria, mas já era tarde quando ouvi o zíper da calça dele descendo e acabei soltando: "Ai, não, mano..."
Fim
Um daqueles caras gritou: "olha o que eu achei", pensando comigo que eu não tinha dinheiro nem nada de valor na casa toda, exceto o DVD, a televisão, o computador da minha filha mais velha ou o micro-ondas. Mas eles não tinham saído do meu quarto porque fecharam a porta, e foi isso que eu vi no começo. Mas como eu tava naquela posição entregue, só pensei... "então você gosta de se fantasiar?... colegial... enfermeira... secretária... dançarina..." eles foram falando todas as minhas fantasias que eu tinha no armário escondido em sacolas. Até que me obrigaram a vestir uma. Ele tirou o pau da minha buceta e me desamarrou da cama, mas só tocando e sem poder falar nem ver, eles mandavam o que eu tinha que fazer... só senti que colocaram uma cinta-liga e as meias de rede, não sei qual das duas que tenho eles colocaram. Mas não foi só isso, me colocaram em cima de um quando chegamos num lugar, senti um ventinho, ar fresco, desconfiei que estávamos no quintal da minha casa, que é um quintal bonito, o barulho dos carros e das pessoas que passavam por ali dava pra ouvir bem perto, não podia reclamar e nada de nada. Eles se prepararam pra continuar me comendo mais do que tinham feito antes no meu quarto. Me penetravam forte e dava pra ouvir bem alto também os tapas das barrigas deles na minha bunda e mais os cascudos que me davam enquanto um passava pro outro, eu percebia. As diferenças pelo tamanho dos membros deles, mas só com um eu me entregava completamente. E entre meus gemidos, um se aproximou e sussurrou no meu ouvido que eu era uma puta. Eu queria gritar de prazer. Ele tirou a fita da minha boca, me fazendo gritar, e com as mãos eu tentava tatear algo para me segurar, porque realmente sentia que ele estava destruindo toda a minha bunda! E como o outro percebeu que eu queria expressar meu prazer, comecei a gemer e, enquanto tateava e me agarrava, sentia a grade da frente de casa, que fica coberta por lonas, de modo que de dentro para fora ou de fora para dentro dava pra ver, mas só pelos lados dos muros. Minha bunda praticamente eu não sentia, mas sentia como eles metiam forte, um de cada vez, sem contar quantas vezes senti aquelas gozadas gostosas e eletrizantes na grama da entrada. E eles me chamavam de puta, mas no fundo eu realmente me sentia uma tremenda puta e gritei isso milhares de vezes enquanto o mais pauzudo dos três me comia pelo cu — eu gritava sem perceber que a meio metro de mim os vizinhos passavam caminhando. Cada um gozava dentro de mim e depositava o esperma no meu cu, e foi tão gostoso que me deixaram livre... Consegui me jogar no chão e descansar, sentindo os passos deles correndo. Aproveitei que mal conseguia me mexer e, com os pulsos amarrados com corda, fui até a cozinha da minha casa procurar algo que me libertasse, mas minhas pernas tremiam tanto que mal consegui chegar. Só que tive o azar de alguém mais entrar e, para minha surpresa, era um vizinho que passava. Reconheci a voz clara do vizinho da frente, que sempre me cumprimenta, e sem me deixar escapar ele disse: "Te peguei de surpresa, que linda você está. Tem uma bunda aberta pra ser comida." E eu sabia que era pra isso, e realmente não queria, mas já era tarde quando ouvi o zíper da calça dele descendo e acabei soltando: "Ai, não, mano..."
Fim
6 comentários - Por estar separada (2ª parte)