Oi, voltei depois de um tempo afastado por motivos de força maior desse espaço de catarse sexual. Pra quem não me conhece, meu nome é Alejo e dedico esse espaço pra contar a série de eventos excitantes que rolaram na minha casa desde a chegada da minha filha gostosa pra caralho, a Lourdes. Quem não tá acompanhando a história ou quer refrescar a memória, deixo o resto dos relatos aqui embaixo.http://www.poringa.net/posts/relatos/2723179/Mi-hija-Lourdes-Primera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723417/Mi-hija-Lourdes-Segunda-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723690/Mi-hija-Lourdes-Tercera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2725152/Mi-hija-Lourdes-Quinta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2727063/Mi-hija-Lourdes-Sexta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2728754/Mi-hija-Lourdes-Septima-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2732594/Mi-hija-Lourdes-Octava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2736011/Mi-hija-Lourdes-Novena-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2741906/Mi-hija-Lourdes-Decima-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2750247/Mi-hija-Lourdes-Onceaba-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2753768/Mi-hija-Lourdes-Doceava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2757408/Mi-hija-Lourdes-Treceava-Parte.htmlSe já estavam viciados ou acabaram de se atualizar com minha história, continuamos.
Desnecessário dizer que não conseguia parar de pensar na minha filha linda e putinha. Não parava de me surpreender com o quão astuta e manipuladora ela estava ficando. Esses comportamentos só a tornavam mais atraente e despertavam ainda mais curiosidade em mim. "Até onde ela estaria disposta a ir com esse corpão?" era sem dúvida a pergunta que mais rondava minha mente. Ela aproveitava sua sensualidade para tirar proveito de cada situação. Isso estava me excitando muito. Estava cada vez mais atento aos seus comportamentos que demonstravam ser calculados e pensados para nos manter todos no ápice do tesão permanentemente.
Enquanto preparava um café na mais absoluta solidão e tranquilidade da manhã, ouço os passos descalços da minha garotinha. Viro para oferecer uma xícara e quase mando tudo pro inferno. Lourdes estava absolutamente pelada com um daqueles sorrisos de gata safada que ela faz quando está decidida. Fiquei paralisado por toda aquela carne jovem exibida para o papai.
- O que você está fazendo assim? Não podemos, não aqui e não agora! - disse, tentando me convencer na verdade a não agarrá-la e foder selvagemente ali mesmo como desejava.
- Bom dia, né? - Ela disse, se aproximando com aqueles mamilos rosadinhos dominando meu olhar. Continuei olhando mais abaixo e aquela bucetinha apertada e totalmente depilada era um banquete para o café da manhã.
Quando ela ficou colada ao meu lado e aqueles lábios de fogo se aproximaram dos meus, todas as minhas defesas caíram. Ao primeiro toque da boca carnuda dela com a minha, agarrei sua nuca e nos envolvemos em um dos beijos mais apaixonados e excitantes que só a língua da minha garotinha pode oferecer.
Minha rola estava fazendo uma pressão animal debaixo da calça e ela sabia, então sem largar o beijo molhado de bom dia, foi desabotoando minha calça e acariciando a ponta da minha pica com a ponta dos dedos. Ela sabia como fazer para me fazer tremer de prazer. Esse... O controle sobre mim sempre a excitou. Ela parou de me beijar por um segundo e disse:
- Agora quero tomar o leitinho, papi - e se agachou, engolindo completamente minha pica inchada.
- Isso, meu amor! Assim... mexe a linguinha - eu a incentivava, totalmente excitado por aquela boca sedenta.
Ela não respondeu, mas sua resposta foi um movimento rápido por toda a cabeça da minha pica com aquela língua incrível que sempre lambe perfeitamente.
Ela a enfiou novamente por completo, e eu estava curtindo tanto o prazer desse despertar pecaminoso que agarrei seu cabelo com as duas mãos e enfiei até a garganta. Assumi o controle da situação e afoguei ela de pica como a vadia tarada que é. Sentia as engasgadinhas de sua doce voz e morria de tesão.
- Ah, nossa! - ouvi entre o som dominante dos meus próprios gemidos. Era a voz do meu irmão, com Diego e Enzo atrás dele, com o mesmo nível de surpresa.
Me senti exposto e totalmente vulnerável. Os olhares acusatórios dos três me queimavam e me enchiam de vergonha. Senti uma angústia tremenda, mas Lou não parava de chupar com a mesma paixão e voracidade, como se nada tivesse acontecido.
Apesar de não querer, continuei curtindo e estava prestes a gozar. A vadia da minha filha não me deixava pensar em nada além do prazer e sabia como aumentá-lo gradualmente. Fechei os olhos novamente e me entreguei àquela deusa, sem me importar com mais nada.
Em um momento, sinto sua boca deixar o blowjob superlativo que ela estava me dedicando, fazendo o efeito de vácuo com aquele barulho tão característico. Abro os olhos depois de alguns segundos e, para minha surpresa, os outros três estavam com as picas para fora, apresentadas ao redor da cabeça de Lourdes.
- Não sei com qual ficar! - ela disse com um tom brincalhão, mas com um olhar muito sensual que percorreu todos nós quatro. Ela olhou para cima e, com um sorriso irresistível, ficou esperando. Como se tentássemos fazê-la escolher, nós quatro começamos a esfregar nossos paus na linda pele branca de seu rosto, que contrastava com as picas. Aquela suavidade e beleza com quatro... paus batendo e esfregando em cada parte do rosto dela era sublime. Ela movia a cabeça em círculos para que a gente passeasse por todo o seu rosto. Cada vez que uma passava pela boca dela, ela botava a língua pra fora e dava uma lambida sutil que era recebida como água no deserto. Essas lambidas foram ficando quase permanentes e não demorou muito para ela começar a enfiar cada uma das cabeças na boca. Os gemidos eram gerais e ininterruptos. Aqueles lábios gostosos nos deixavam loucos. Eu estava à beira do orgasmo com esse boquete e essa imagem digna de um pornô do mais alto nível quando uma enorme pressão na minha perna me fez perder o equilíbrio, caindo para trás.
Acho que de alguma forma adivinhei o que estava acontecendo, porque me recusei a abrir os olhos depois da queda. Os gemidos tinham desaparecido e a única coisa que se ouvia eram umas vozes ao longe. Resignado, olhei em volta e lá estava eu, caído ao lado da cama com os lençóis enroscados na minha perna direita. Como acontecia com frequência, tinha tido outro sonho incestuoso e ardente com minha linda Lourdes. A frustração era tão grande quanto a excitação, mas já vivia isso com certa normalidade. O que não me pareceu nada normal foi aquela sensação horrível no sonho. Aquele momento de ser descoberto dificilmente terminaria resolvido tão fácil como aconteceu na fantasia do meu subconsciente. Aquela mistura de culpa e angústia voltou e me invadiu totalmente. Não sou bobo e percebia que tudo o que estava fazendo era uma loucura que podia terminar em escândalo.
Todas essas coisas giravam na minha cabeça como um carrossel, enquanto me arrumava no banheiro. Desci para o café da manhã pensativo e preocupado. Para minha surpresa, minha filha já não estava. Sim, o resto da família, incluindo o parasita do meu irmão. Cumprimentei a todos e me servi café. De relance, pude ver um pote cheio de arroz com o celular do Diegote no meio. Parece que ele não quis se arriscar a acusar a Lou sem provas e teve que engolir a raiva. Era isso ou aquele tremendo... O ménage com a irmã dele tinha mudado sua atitude. Era difícil saber sem tê-los juntos.
- Lourdes, cadê? - perguntei ao ar, pra ver quem pegava a deixa.
- Saiu cedo. Acho que minha cunhada ligou pra ela - disse com certa malícia o Enzo, que depois de ter comido a loira sempre fazia algum gesto que o entregava quando mencionava ela. Acho que sem a putaria que tomou conta da casa desde que a irmã dele chegou, esse cara teria ficado virgem a vida toda com essa inocência quase besta que ele tem.
Então lembrei que a Barbie queria vir visitar o Javi antes dele ir embora, e pensar numa visita da platinada em casa era sinônimo de tesão pra todo mundo. Essa putinha adora uma rola mais que qualquer mulher que eu conheço. Todo mundo naquela mesa sabia e já tinhamos curtido ela. Aquela sensação angustiante que eu tinha ao acordar sumiu com a ideia de ver a Barbie.
Precisei tomar ar e saí de casa depois de só alguns goles de café. O dia seguiu com aquela sensação enganosa de normalidade que me fazia esquecer o nível de provocação com que eu convivia. As horas escorreram como num relógio de areia e, antes de perceber, já estava de volta em casa. Sem saber o que ia encontrar, entrei quieto que nem ladrão.
- Ai, Al, você me assustou! Não te ouvi - disse rindo a amiga gostosa da minha filha.
- Foi mal! Não foi minha intenção. Oi, linda - falei e tentei dar um beijo na bochecha dela. A safadinha fez o beijo acabar meio na boca.
- Minha filha, cadê? Ela te deixou sozinha aqui? - tentei continuar conversando.
- Tô aqui, pai - ela disse, vindo da cozinha com o chimarrão e biscoitos. Atrás dela vinha o Javier com a chaleira e o resto das coisas do mate. Enquanto se sentava, o cara se protegeu dizendo que não sabia se a água estava boa.
- Pergunta pra sua sobrinha, se tem uma coisa que ela sabe é esquentar a chaleira - a loira disse, cruzando as pernas e deixando ainda mais expostas aquelas pernas lindas debaixo de um vestido branco que ela... Ficou infernal. Javier ficou vermelho com o comentário e olhou para a minha reação. Eu fingi não ter entendido para passar o momento.
As duas garotas riram com aqueles olhares brincalhões e um pouco infantis que fazem quando querem me provocar, mas ao mesmo tempo carregados de sensualidade.
Barbie o convidou para sentar ao lado dela com a desculpa de ser a primeira a beber. Foi assim que ficamos distribuídos da seguinte maneira: Bárbara, Javier, Lourdes e eu. Ao vestido provocante da amiga, minha filha competia com uma calça tão apertada que parecia que ia estourar as costuras e uma blusa decotadíssima. Aqueles peitos deliciosos queriam escapar por todos os lados, dava para ver parte pela lateral e parte pelo meio do decote. Para minha surpresa, ela não parecia estar usando sutiã. Algo pouco comum nela. Era um banquete ter as duas maiores putinhas do mundo juntas em casa de novo, o fato de uma delas ser minha filha era um detalhe quando a tesão me invadia.
Por mais que no fundo houvesse uma voz interna me dizendo que não devia, eu sentia um desejo incontrolável de tê-las as duas. Se meu irmão participasse, eu não me importava, não conseguia parar de olhá-las com vontade. Por cima da calça, sobressaía uma fina tira rosa que estava queimando minha cabeça. Não sei bem em que momento começou, mas de repente notei que estava com uma ereção total. As garotas estavam mais interessadas em sorrir e comemorar cada comentário do meu irmão, então nenhuma das duas percebeu. Eu estava entre ciumento e excitado. Muito excitado, para dizer a verdade. Em um momento, de forma totalmente inconsciente, peguei a mão da Lou e coloquei sobre meu volume inflamado. Ela fez por um instante uma cara de surpresa, mas logo me olhou de lado com aquele sorriso brincalhão e começou a mover os dedos para acariciar meu pau por cima da calça. Eu tentava me controlar para disfarçar, mas as carícias da minha garota são incrivelmente prazerosas.
Pensei que ela ia me fazer gozar quando as carícias pararam e Barbie me... ele disse - Ei, Al, tô falando com você! Tá acompanhando? Eu vou pro jardim com o Javi ver as roseiras - Eu sabia que era uma desculpa pra ficar a sós com ele. Com certeza a putinha da minha filha contou pra ele sobre a foda que eles tiveram na noite anterior e essa gostosa queria a dela. - Tudo bem, sem problema - eu disse quando já estavam indo. A loira ia na frente, balançando aquele bumbum espetacular pro meu irmão. Era digno de inveja, mas então lembrei que da minha escrivaninha eu podia ver tudo. As roseiras ficam no meio do pátio. Eu teria saído correndo na hora, mas assim que eles foram embora, a Lourdes começou a desabotoar minha calça. - Vamos aproveitar, papi - ela disse enquanto tirava meu pau duro e molhado com as mãos delicadas. Eu encaixei a cabeça no encosto e me preparei pra gozar. Minha gatinha não me decepcionou. Logo senti aqueles lábios lindos na ponta do meu pau. Depois, aquela língua pornográfica começou a fazer das suas. Ela me deixa louco quando passa por cada ponto do meu pau. Logo ela estava toda deitada no sofá, subindo e descendo aquela cabecinha linda, e eu, louco de prazer. Era impossível pensar em outra coisa com aquela deusa me dando o melhor boquete do mundo. O que mais me deixava com tesão era quando ela tirava da boca pra lamber e me perguntava com aqueles olhos de fogo: - Você gosta, papi? - essa frase sempre me deixa à beira do orgasmo, e a putinha sabe muito bem. - Vem cá, meu amor, o papi tem uma surpresa pra você - eu disse, peguei ela pelo braço e fomos pra escrivaninha, assim que subi minha calça. Não pensava em terminar ali. Eu a levei quase correndo pra minha escrivaninha. A mesma onde a gente tinha transado com a Ova. Acho que alguma lembrança voltou, porque assim que entramos, ela sorriu e me olhou com aquela carinha de cúmplice que ela faz às vezes. Me aproximei da janela e, pela primeira vez, sabia o que ia encontrar. Meu irmão estava com a calça caída nos tornozelos, e a putinha da Barbie estava agachada na frente dele, dando um boquete tão intenso quanto o que minha gostosa me deu. Aquela juba dourada... o sol se movendo suavemente e aquela boquinha pintada de rosa devorando como uma profissional era super erótico. Ela tinha um peito para fora do vestido que meu irmão acariciava permanentemente, enquanto olhava de vez em quando para a porta do pátio. Minha linda Lou se aproximou por trás e me masturbava enquanto contemplávamos juntos o espetáculo. Sua língua subia e descia pelo meu pescoço enquanto sua mão se movia num ritmo delicioso.
- Te esquenta minha amiga, né? - me dizia no ouvido
- Sim, meu amor, as duas são umas putas tremendas - respondi com um fio de voz
- Mas eu sou a neném do papai - ela disse, virando e devorando minha boca com um beijo. Daqueles beijos que esquentam até as geleiras. Aquela língua me perde. Comecei a apalpar ela toda, especialmente aquele booty lindo que estava tão apertado que me deixava louco de tesão. Com sua ajuda, abri sua calça apertada e a baixei até a cintura. Deitei-a sobre a escrivaninha e meti minhas mãos sob sua camiseta. Aqueles peitos estavam mais gostosos que nunca. Por não estar usando nada por baixo, aqueles mamilos eram tão acessíveis que não conseguia parar de tocá-los. Ela mesma posicionou meu pau em sua buceta divina e a penetrei com força.
- Isso, papai! Assim! Isso! Issooo! - ela dizia para me incentivar, e eu ficava louco com seu corpo tremendo e sua voz de menina safada. Aqueles quadris monumentais acompanhavam o movimento com maestria. Eu não conseguia soltar aqueles peitões enormes. Agora que tinha sentido a maravilha de gozar naquela bucetinha doce, queria repetir sempre que pudesse.
- Quer leitinho, meu amor? - disse no ouvido dela enquanto aumentava a velocidade
- Sim, pai, me enche de porra - ela respondeu e, aproveitando a proximidade, me deu outro beijo profundo.
Sem parar de beijá-la, continuei aumentando a força até sentir o inevitável, e a explosão de prazer dentro da minha neném aconteceu. Os gemidos dos dois ao enchê-la de sêmen foram sublimes, e ficamos parados, prolongando aquele prazer por alguns segundos.
Como sempre, meu mundo se reduziu naquele momento ao corpo infernal da minha neném. de tão vadia que eu me sentia, superando meus próprios limites a cada momento. Mas essa sensação durou apenas alguns segundos. Os gemidos dos outros dois no quintal me lembraram do que estava acontecendo e nós dois nos olhamos e fomos quase correndo para a janela polarizada mais uma vez. A cena era extremamente quente. A vadia da Bárbara estava ajoelhada sobre meu irmão com as pernas abertas e os peitos totalmente à mostra. Javier, deitado na grama, observava como essa boneca com mais de 20 anos a menos que ele se movia como uma ninfomaníaca. Ela estava totalmente despenteada e tinha os peitos vermelhos de tanto serem apalpados e chupados, com certeza. Eu sabia o quanto era prazeroso entrar naquela mulher e sentir os movimentos daquele corpaço.
— É bom olhar juntos, né? — me disse Lou com uma cara de vadia
— Tudo que faço com você é bom, meu amor — respondi, acariciando seu rosto
Me perdi olhando para aquele rosto angelical e perverso ao mesmo tempo, até que os gritos de Javier me distraíram novamente.
— Vem, vadia, engole tudo! — ele ordenou à loira, que sem hesitar se ajoelhou e engoliu toda a pica do meu irmão, ajudada pelas duas mãos na nuca. Os gemidos não demoraram e, sem soltar a cabeça da Barbie, ele gozou várias vezes, esvaziando toda a porra que tinha dentro. Obediente como sempre, a jovem engoliu tudo e saboreou. Naquele momento, percebi que eles iam entrar e apressei Lourdes para que se arrumasse e voltássemos para a sala.
Quando retornamos, havia uma adrenalina contida em todos, difícil de controlar, mas ninguém saía do papel de disfarçar tudo o que havia acontecido. Os cruzamentos de olhares e os gestos cúmplices entre as garotas, que certamente tinham planejado tudo para que as enchessem de porra, me deixavam com a cabeça fervendo. Essas putas estavam indo cada vez mais longe. Se aquele clima continuasse, eu não ia me segurar mais e ia foder elas sem me importar com a presença do meu irmão. As garotas continuavam conversando, e eu só ouvia suas vozes e via seus lábios, que tanto prazer costumam oferecer. mas não estava acompanhando nada do que diziam. Lou percebeu que eu estava perdido e de vez em quando me olhava e sorria. No meio daquela espécie de flerte das gatas, chegaram Diego e Enzo, como sempre falando alto demais desde a porta. A presença deles meio que cortou aquele clima de tensão sexual que ainda rolavam. As meninas começaram a zoar com eles assim que chegaram, e a loira, depois de ter passado por todos os homens da casa, já era bem recebida por todos.
A Barbie insistiu com o Diego para sair com elas pra dançar, mas como meu filho vinha de vários dias de discussão com a Lourdes, ele resistiu pra caralho e ela não conseguiu fazer ele mudar de ideia.
— Por que não convida o Javi? — foi a resposta que ele ensaiou pra passar a bola pra outro.
— Ai, que ideia boa! Vem com a gente? — pediu, fazendo carinha de menina pedindo favor, minha linda da Lou. Ninguém em sã consciência conseguiria resistir a essa gostosa maravilhosa.
O que eu não esperava, enquanto observava essa cena de menina mimada e cheia de manha, era que eu mesmo ia acabar caindo na mesma armadilha logo em seguida.
— Por que os dois não vêm? — sugeriu, virando-se e me encarando com aqueles olhões lindos.
— Acha mesmo? O que vou fazer numa balada? Faz anos que não piso numa, tô enferrujado — falei com toda a razão. Me sobram dedos das mãos pra contar quantas vezes saí pra dançar em décadas de casamento. As duas ficaram que nem crianças manhosas insistindo.
Acho que os comentários do Diego dias antes, sobre o comportamento da Lourdes quando saía, me deixaram com muita curiosidade. Queria ver minha garota na sua zona de caça.
Decidi aceitar o convite.
Como sempre acontecia quando me metia em alguma enrascada por causa da minha filha. Não parei de pensar nisso o dia todo. À noite, me preparei. Lustrei meus sapatos, coloquei uma camisa legal e, enquanto me penteava, vejo a luxúria personificada entrar no banheiro pra dividir o espelho. Lourdes estava ardendo. realmente. Uma saia rosa bem chamativa, super curta e justinha. Aquelas pernas brancas como neve com uns saltos que as deixavam muito mais sensuais. Tudo isso era pouco perto do decote imponente da sua blusa. Ela parou do meu lado e começou a pintar os lábios de vermelho. Essa imagem ficou martelando na minha cabeça durante o resto dos preparativos. Javier já estava pronto há tempos com uma camiseta de macho que não combinava com sua cabeça careca e os cabelos grisalhos da barba de alguns dias. Saímos de carro a caminho da casa da Barbie. Ao chegar, ela saiu com umas botas bem de puta e um short branco e uma blusinha preta que parecia pintada na pele de tão justa. As duas minas estavam arrasando. Mal chegamos, as duas cumprimentaram os seguranças que as conheciam pelo nome. Ao entrar, o cenário foi parecido, pedimos uns drinks e enquanto eu me mexia o mínimo para não fazer feio ao lado daquelas minas que dançavam como possessas, eu via gente passando e cumprimentando a Lou e a Barbie toda hora. Elas eram tipo famosas e eu imaginava o porquê. Dançavam de um jeito muito provocante, mexiam os quadris suavemente, mas com muita sensualidade e, às vezes, com uma intensidade que era impossível não olhar aqueles corpos se rebolando no ritmo latino da música.
Era quase a mesma coisa que vê-las fazendo amor. Só que aqui tinha centenas de caras com tesão curtindo o espetáculo dos corpinhos delas.
Como de vez em quando aparecia algum corajoso tentando chamá-las para dançar e se retirava humilhado pelos gestos de desprezo de ambas, decidimos dançar em casais. Barbie cruzou os braços no pescoço do cara e minha filha dançava para mim. Ela me guiava e eu olhava para as pernas dela para tentar acompanhar.
— Olha, parece que ficamos sozinhos — Lou me diz no ouvido. Eu me viro e Javier estava encostado numa columna perto beijando a Barbara como se fosse comer ela ali mesmo. Ele metia a mão na bunda toda e a putinha deixava, na frente de todo mundo. Com tão pouco as duas já conseguiam me deixar com tesão.
— Vamos deixar eles. um pouco sozinhos - foi sugestão da minha gata. Ela colocou minhas mãos na cintura dela e se enfiou no meio da galera, nos afastamos da pista e chegamos numa porta que achei que era a saída dos fundos. Pra minha surpresa, quando abriu tinha um corredor comprido e lá no fundo mais dois seguranças. Não tava entendendo nada. Instintivamente parei, mas a Lou me pegou pela mão e acelerou o passo.
- E aí, rapaziada, o Fran tá? - perguntou com toda naturalidade. Os dois brutamontes balançaram a cabeça que sim e o mais moreno abriu a porta.
- O senhor? - perguntou o mais gordo, que tinha uma barba bem volumosa.
- Vem comigo, tá de boa - minha filha respondeu dando risada. Eu não tava entendendo nada. Tava num cenário totalmente desconhecido e numa situação super confusa.
Ao cruzar a porta, entramos numa sala não muito grande onde tinha uns sofás em forma de U, um balcão lá no fundo e um par de garçonetes com muita cara de puta. Nos aproximamos de um dos sofás onde tinha um magrelo com uma aparência de mafioso que dava medo. Ele tava conversando com uma daquelas gatas. Assim que nos viu, fez sinal pra outra gostosa se afastar e mudou a expressão.
- Mas olha quem chegou! A alegria dos meus olhos! - disse ao ver a Lou se aproximar.
- Oi, Fran! - ela falou de longe e depois me apresentou - Ele é o dono desse lugar, pai - depois disso o cara estendeu a mão pra cumprimentar. Enquanto fazia isso, comentou:
- Veio cuidar da sua princesa? Aqui pode ficar tranquilo que ela tá segura. É amiga da casa - me disse enquanto arrumava o cabelo da Lou atrás da orelha, e ela retribuiu com um sorriso.
Era evidente como a Lourdes tinha conseguido aquele tratamento preferencial. Não queria pensar nisso, mas era inevitável. O cara não se privava de olhar pra ela, apesar da minha presença.
- Bom lugar o senhor tem, parabéns - comentei só pra falar alguma coisa e pelo menos ele notar que eu ainda tava ali.
- Fico feliz que tenha gostado... principalmente do serviço, né? - me disse, indicando com o olhar uma das garçonetes voluptuosas que vinha com umas taças pra todo mundo.
- Jasmim, O cavalheiro é novo e queremos que ele tenha uma boa impressão - ela indicou. A moça em questão estava tremenda. Um par de tetas realmente escandalosas, muito maiores que as da Lou e uma bunda que brigava de igual para igual com a da minha gata. E como se isso não bastasse, ela tinha algo especial. Era uma morena tipo mulata com uns lábios bem grossos que pareciam uma garantia de prazer.
Ela se sentou ao meu lado e começou a puxar papo. Eu sabia como essa coisa toda funcionava, pelo canto do olho eu via a outra garota no bar cochichando com o bartender e observando como a morena me provocava. Em determinado momento, esse tal Fran fez um sinal com a mão e as luzes baixaram. Ficamos iluminados apenas por umas luzes violetas. O sorriso da morena ganhou mais destaque. Eu estava hipnotizado pela boca dela. Tanto que, em um momento, desviei o olhar e vi que Lourdes já estava envolvida num beijo dos mais eróticos com seu amigo endinheirado. Jasmim percebeu minha distração e se apressou em me beijar. Aqueles lábios eram imponentes e a língua dela enfiada no meio da minha boca me deixou louco. A gatinha era extremamente rápida. Em poucos segundos, eu já a tinha ajoelhada em cima de mim, me beijando e movendo os quadris sobre mim no ritmo da música.
Eu tentava espiar pro lado e a Lou já tinha a saia na cintura e estava sendo apalpada sem vergonha na sua raba e nas pernas. A boca de fogo da minha mina estava ocupada beijando o pescoço do Fran.
Continuei aproveitando a mulata linda. Eu a acariciava e sentia aquelas pernas firmes e carnudas, mas queria mais, então apertei com força a bunda dela, que era das melhores. A gatinha nunca dizia não, então eu ia ficando cada vez mais excitado. Mergulhei dentro do decote dela e imediatamente ela puxou um daqueles mamilos, como me convidando a chupar. Não pensei nem um segundo, comecei a passar a língua. Enquanto a garçonete tirava a camisinha minúscula e expunha aqueles peitos gigantescos, eu perdi tudo o que me restava de sanidade. Agarrei-a e a joguei, deitando-a sobre o couro do sofá. Apanhava aquelas tetas de todo jeito lados e os chupava com loucura. A gostosa segurava minha cabeça para que eu continuasse em seus peitos, mas com a outra mão procurava meu cinto e começava a desabotoçar em busca do pau. Nessa altura, eu já estava com uma ereção que queria escapar. Endireitei-me no assento e a morena se ajoelhou na minha frente. Procurei por Lourdes, que havia desaparecido do meu lado. A poucos metros havia outra poltrona, e o que vi foi tremendo.
Minha filha, sem a blusa e o sutiã, estava sendo penetrada de quatro como uma puta qualquer pelo dono do lugar, enquanto revezava para chupar o bartender e um dos seguranças. Naquele instante, a boca de Jazmín começou a me dar um boquete incomparável. Aqueles lábios grossos apertavam, e sua língua inquieta tocava cada ponto de prazer. Isso, somado ao que eu via, me deixou à beira do orgasmo. Na escuridão, eu não sabia se eles me viam. Provavelmente se sentiam muito espertos por me distraírem para foder minha filha a poucos metros. A garçonete, nessa altura, já subia e descia a cabeça sem parar, e eu fazia força com todo o corpo para não gozar. Enquanto isso, sinto atrás de mim alguém acariciando meu ombro. Ao virar, me deparo com a outra garçonete que, agora sem o bartender, decidiu se juntar a nós. Ela deu a volta e sentou ao meu lado.
— Tá gostando daqui? — me perguntou com certa ironia, no ouvido.
— O atendimento é espetacular — respondi no mesmo tom.
— Estamos aqui para servi-lo — ela disse e passou a língua na minha bochecha.
Essa outra gostosa era tão puta quanto sua companheira, mas manjava melhor o jogo da sedução. Branca como porra, de olhos claros e com uma cabeleira laranja como uma chama. Só se parecia com a amiga nas curvas imponentes.
Enquanto brincava com essas duas putas, lembrei de Lourdes e, ao virar para vê-la, vi que ela tinha dois caras atrás, provavelmente penetrando seu cu e sua buceta, e agora era seu amigo Fran quem recebia os favores de sua boca em pleno êxtase. Mal consegui olhar por uns segundos porque a ruiva procurou minha boca imediatamente com sua língua que passeava pelo meu rosto e me esquentou demais com seu beijo. Enquanto a ruiva descia para se juntar à sua amiga, vi que passavam alguns casais para se acomodar em outra das poltronas sem a menor surpresa por tudo que estava acontecendo. Percebi que todos estavam ali para a mesma coisa. Naquele momento, as bocas das duas putinhas se juntaram no meu pau e eu fiquei louco de prazer. Seus lábios e línguas, uma de cada lado do meu pau, faziam maravilhas. Com os dois casais novos que começaram a transar assim que chegaram, eu não conseguia mais ver a Lourdes e pensar no que ela estaria fazendo me deixava com a cabeça a mil. Os quatro que eu tinha perto eram todos loiros e as gostosas eram mais velhas, mas com uns corpos tremendos. Nunca tinha visto tanta gente transando no mesmo lugar. Dava pra ver que eram no estilo swingers porque, enquanto beijava a Jazmín de novo, uma das loiras se aproximou e disse algo no ouvido dela. Ela respondeu que sim com a cabeça e me disse:
- Vamos nos divertir muito esta noite - depois continuou me beijando enquanto a ruiva seguia com o sexo oral que me deixava tão excitado.
Não passaram mais que alguns segundos e os gringos apareceram todos juntos. A pouca roupa que ainda tínhamos voou pelo ar. Isso já era uma orgia. A loira que tinha vindo antes subiu em cima de mim e, sem dizer uma palavra, enfiou meu pau dentro dela. Não podia ser verdade. Eu olhava para todos os lados e via gente pelada se beijando e transando. Sentia os gemidos da Jazmín ao meu lado, que estava sendo comida com tudo por um dos caras, enquanto a ruiva estava sendo comida em cima da mesa pelo outro e, ao mesmo tempo, chupava a buceta da loira restante. Eu já estava metendo com tudo nessa completa estranha. Para dar mais tesão à situação, peguei o cabelo da Jazmín e a fiz beijar a loira. Nenhuma das duas hesitou. O cara que estava comendo ela também curtiu o show lésbico. As gostosas iam trocando de pau como se trocassem de roupa. Logo eu tinha a... Ruiva de quatro e eu metia com a mesma vontade, apertava uma bunda e pegava num peito de passagem enquanto as outras garotas se acomodavam. Foi sem dúvida a coisa mais excitante que me aconteceu na vida - o tempo todo tinha um peito à mão para chupar. Fomos transando com as quatro, mas como era de se esperar, o físico não aguentou mais. Enquanto penetrava o cu de uma das loiras, não aguentei e tirei - jatos de porra começaram a voar entre as garotas, e as duas desconhecidas se encarregaram de tirar até a última gota com suas bocas. Fiquei exauto vendo aquelas línguas percorrendo meu pau enquanto os amigos delas comiam as garçonetes.
De repente me levantei e Lourdes não estava em lugar nenhum. O pai em mim se ativou de novo e comecei a me preocupar. Enquanto me vestia para sair procurando por ela, as quatro gostosas de joelhos recebiam as porradas de porra grossa e abundante dos dois gringos. Com essa última imagem, fechei o cinto e fui procurar minha menina. Na porta estavam os dois gorilas da segurança, inclusive aquele que tinha transado com a Lou. Perguntei por ela.
"Tava entretido, mestre. Ela saiu faz uns 15 minutos, voltou pra pista", me respondeu o gordo.
"Ah, ok", respondi seco. Estava um pouco envergonhado pelo meu comportamento. Aquele não era eu. Transando com gente que não conheço, no meio de uma orgia num lugar daqueles. Não conseguia acreditar.
O curioso é que para todos aquilo era normal. Comecei a entender o que Diego quis dizer quando falou sobre "as coisas que você faz quando sai", em referência à Lou. Provavelmente todo mundo que nos viu entrar ali já sabia o que íamos fazer.
Dei uma volta procurando minha filha e aí vejo a Barbie e o Javier. Os três procuramos minha filha até encontrá-la saindo de um banheiro. Ela tinha se maquiado como se tivesse acabado de chegar, e era muito óbvio. Eu não aguentava mais. Estava morto entre o sexo e os nervos. Bárbara e Javier insistiram em ficar mais um pouco, e assim foi. O trajeto de poucas quadras da balada até em casa com minha filha pareceu uma eternidade. eterno. No carro reinava um silêncio tão desconfortável que parecia uma parede entre nós dois. Eu não sabia se ela estava brava, talvez envergonhada, ou o que diabos estava acontecendo. Quando eu olhava pra ela, ela desviava o olhar de forma violenta. A imagem que eu passei lá dentro com certeza não era o que ela esperava de mim. Me senti um pouco mal. A última coisa que eu queria era que a noite terminasse daquele jeito. Não encontrava palavras, e não falei nada durante todo o caminho. Quando chegamos em casa, ela desceu rápido e bateu a porta. Eu estava muito confuso e me sentia terrivelmente culpado.
"Isso por bancar o gostosão", "Que necessidade de sair com sua filha" ou "Você não é pra isso, Alejo"
eram os pensamentos que rondavam permanentemente minha cabeça. Cheguei e Lourdes já tinha entrado no quarto dela. Com o humor que eu tava, não quis me enfiar na boca do lobo e fui pro meu. Estava quase pegando no sono quando ouvi a porta e risadas. Pude ver Javier totalmente bêbado passando pro quarto improvisado que ele usava na ausência dos meus filhos, acompanhado de Bárbara. Mal fecharam a porta, comecei a ouvir o barulho inconfundível da cama, seguido pelos gemidos suaves da loira infernal. Aquela gostosa era quente demais pra ficar na vontade. Ela tinha passado a noite toda esperando por pica e tava recebendo com gosto. Quase certeza que a Lou também tava ouvindo, e só por isso não me juntei à festa que era transar com aquele caminhão. Com aqueles gemidos, fechei os olhos e lembrei da orgia no privê da balada. As duas loiras festeiras, a morena gostosa e a ruiva ardente. Tudo voltava à minha mente e a culpa se desfazia como se derretesse com meu tesão. Apesar do cansaço, ele ficou duro de novo. Eu já ia começar a me masturbar quando os gemidos pararam.
Fiquei um pouco decepcionado, mas não podia reclamar. Já tinha comido feito um animal. Fiquei de barriga pra cima até a ereção amolecer um pouco e fechei os olhos pra dormir. Aí sinto alguém puxando o lençol. "Parece que alguém vem fazer as pazes", pensei, e a vontade me invadiu. Abri os olhos e, para minha surpresa, era a putinha da Barbie, nua.
- Shh, todo mundo tá dormindo - ela disse quase em segredo e começou um boquete espetacular, como de costume. Sentia falta desses lábios e dessa língua. A filha do meu amigo é uma mestra no oral. Além disso, aqueles olhos claros fixos nos meus enquanto ela devorava meu pau me deixavam louco.
Enquanto me entregava aos prazeres dessa mulher incrível, me passou pela cabeça, por alguns segundos, a mesma coisa de sempre. Não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, como acontecia todas as noites desde que minha filha Lourdes pisou nessa casa.
PS: Se conseguirem resistir a isso, eu parabenizo. Eu não aguento a Barbie.
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2757408/Mi-hija-Lourdes-Treceava-Parte.htmlSe já estavam viciados ou acabaram de se atualizar com minha história, continuamos.
Desnecessário dizer que não conseguia parar de pensar na minha filha linda e putinha. Não parava de me surpreender com o quão astuta e manipuladora ela estava ficando. Esses comportamentos só a tornavam mais atraente e despertavam ainda mais curiosidade em mim. "Até onde ela estaria disposta a ir com esse corpão?" era sem dúvida a pergunta que mais rondava minha mente. Ela aproveitava sua sensualidade para tirar proveito de cada situação. Isso estava me excitando muito. Estava cada vez mais atento aos seus comportamentos que demonstravam ser calculados e pensados para nos manter todos no ápice do tesão permanentemente.
Enquanto preparava um café na mais absoluta solidão e tranquilidade da manhã, ouço os passos descalços da minha garotinha. Viro para oferecer uma xícara e quase mando tudo pro inferno. Lourdes estava absolutamente pelada com um daqueles sorrisos de gata safada que ela faz quando está decidida. Fiquei paralisado por toda aquela carne jovem exibida para o papai.
- O que você está fazendo assim? Não podemos, não aqui e não agora! - disse, tentando me convencer na verdade a não agarrá-la e foder selvagemente ali mesmo como desejava.
- Bom dia, né? - Ela disse, se aproximando com aqueles mamilos rosadinhos dominando meu olhar. Continuei olhando mais abaixo e aquela bucetinha apertada e totalmente depilada era um banquete para o café da manhã.
Quando ela ficou colada ao meu lado e aqueles lábios de fogo se aproximaram dos meus, todas as minhas defesas caíram. Ao primeiro toque da boca carnuda dela com a minha, agarrei sua nuca e nos envolvemos em um dos beijos mais apaixonados e excitantes que só a língua da minha garotinha pode oferecer.
Minha rola estava fazendo uma pressão animal debaixo da calça e ela sabia, então sem largar o beijo molhado de bom dia, foi desabotoando minha calça e acariciando a ponta da minha pica com a ponta dos dedos. Ela sabia como fazer para me fazer tremer de prazer. Esse... O controle sobre mim sempre a excitou. Ela parou de me beijar por um segundo e disse:
- Agora quero tomar o leitinho, papi - e se agachou, engolindo completamente minha pica inchada.
- Isso, meu amor! Assim... mexe a linguinha - eu a incentivava, totalmente excitado por aquela boca sedenta.
Ela não respondeu, mas sua resposta foi um movimento rápido por toda a cabeça da minha pica com aquela língua incrível que sempre lambe perfeitamente.
Ela a enfiou novamente por completo, e eu estava curtindo tanto o prazer desse despertar pecaminoso que agarrei seu cabelo com as duas mãos e enfiei até a garganta. Assumi o controle da situação e afoguei ela de pica como a vadia tarada que é. Sentia as engasgadinhas de sua doce voz e morria de tesão.
- Ah, nossa! - ouvi entre o som dominante dos meus próprios gemidos. Era a voz do meu irmão, com Diego e Enzo atrás dele, com o mesmo nível de surpresa.
Me senti exposto e totalmente vulnerável. Os olhares acusatórios dos três me queimavam e me enchiam de vergonha. Senti uma angústia tremenda, mas Lou não parava de chupar com a mesma paixão e voracidade, como se nada tivesse acontecido.
Apesar de não querer, continuei curtindo e estava prestes a gozar. A vadia da minha filha não me deixava pensar em nada além do prazer e sabia como aumentá-lo gradualmente. Fechei os olhos novamente e me entreguei àquela deusa, sem me importar com mais nada.
Em um momento, sinto sua boca deixar o blowjob superlativo que ela estava me dedicando, fazendo o efeito de vácuo com aquele barulho tão característico. Abro os olhos depois de alguns segundos e, para minha surpresa, os outros três estavam com as picas para fora, apresentadas ao redor da cabeça de Lourdes.
- Não sei com qual ficar! - ela disse com um tom brincalhão, mas com um olhar muito sensual que percorreu todos nós quatro. Ela olhou para cima e, com um sorriso irresistível, ficou esperando. Como se tentássemos fazê-la escolher, nós quatro começamos a esfregar nossos paus na linda pele branca de seu rosto, que contrastava com as picas. Aquela suavidade e beleza com quatro... paus batendo e esfregando em cada parte do rosto dela era sublime. Ela movia a cabeça em círculos para que a gente passeasse por todo o seu rosto. Cada vez que uma passava pela boca dela, ela botava a língua pra fora e dava uma lambida sutil que era recebida como água no deserto. Essas lambidas foram ficando quase permanentes e não demorou muito para ela começar a enfiar cada uma das cabeças na boca. Os gemidos eram gerais e ininterruptos. Aqueles lábios gostosos nos deixavam loucos. Eu estava à beira do orgasmo com esse boquete e essa imagem digna de um pornô do mais alto nível quando uma enorme pressão na minha perna me fez perder o equilíbrio, caindo para trás.
Acho que de alguma forma adivinhei o que estava acontecendo, porque me recusei a abrir os olhos depois da queda. Os gemidos tinham desaparecido e a única coisa que se ouvia eram umas vozes ao longe. Resignado, olhei em volta e lá estava eu, caído ao lado da cama com os lençóis enroscados na minha perna direita. Como acontecia com frequência, tinha tido outro sonho incestuoso e ardente com minha linda Lourdes. A frustração era tão grande quanto a excitação, mas já vivia isso com certa normalidade. O que não me pareceu nada normal foi aquela sensação horrível no sonho. Aquele momento de ser descoberto dificilmente terminaria resolvido tão fácil como aconteceu na fantasia do meu subconsciente. Aquela mistura de culpa e angústia voltou e me invadiu totalmente. Não sou bobo e percebia que tudo o que estava fazendo era uma loucura que podia terminar em escândalo.
Todas essas coisas giravam na minha cabeça como um carrossel, enquanto me arrumava no banheiro. Desci para o café da manhã pensativo e preocupado. Para minha surpresa, minha filha já não estava. Sim, o resto da família, incluindo o parasita do meu irmão. Cumprimentei a todos e me servi café. De relance, pude ver um pote cheio de arroz com o celular do Diegote no meio. Parece que ele não quis se arriscar a acusar a Lou sem provas e teve que engolir a raiva. Era isso ou aquele tremendo... O ménage com a irmã dele tinha mudado sua atitude. Era difícil saber sem tê-los juntos.
- Lourdes, cadê? - perguntei ao ar, pra ver quem pegava a deixa.
- Saiu cedo. Acho que minha cunhada ligou pra ela - disse com certa malícia o Enzo, que depois de ter comido a loira sempre fazia algum gesto que o entregava quando mencionava ela. Acho que sem a putaria que tomou conta da casa desde que a irmã dele chegou, esse cara teria ficado virgem a vida toda com essa inocência quase besta que ele tem.
Então lembrei que a Barbie queria vir visitar o Javi antes dele ir embora, e pensar numa visita da platinada em casa era sinônimo de tesão pra todo mundo. Essa putinha adora uma rola mais que qualquer mulher que eu conheço. Todo mundo naquela mesa sabia e já tinhamos curtido ela. Aquela sensação angustiante que eu tinha ao acordar sumiu com a ideia de ver a Barbie.
Precisei tomar ar e saí de casa depois de só alguns goles de café. O dia seguiu com aquela sensação enganosa de normalidade que me fazia esquecer o nível de provocação com que eu convivia. As horas escorreram como num relógio de areia e, antes de perceber, já estava de volta em casa. Sem saber o que ia encontrar, entrei quieto que nem ladrão.
- Ai, Al, você me assustou! Não te ouvi - disse rindo a amiga gostosa da minha filha.
- Foi mal! Não foi minha intenção. Oi, linda - falei e tentei dar um beijo na bochecha dela. A safadinha fez o beijo acabar meio na boca.
- Minha filha, cadê? Ela te deixou sozinha aqui? - tentei continuar conversando.
- Tô aqui, pai - ela disse, vindo da cozinha com o chimarrão e biscoitos. Atrás dela vinha o Javier com a chaleira e o resto das coisas do mate. Enquanto se sentava, o cara se protegeu dizendo que não sabia se a água estava boa.
- Pergunta pra sua sobrinha, se tem uma coisa que ela sabe é esquentar a chaleira - a loira disse, cruzando as pernas e deixando ainda mais expostas aquelas pernas lindas debaixo de um vestido branco que ela... Ficou infernal. Javier ficou vermelho com o comentário e olhou para a minha reação. Eu fingi não ter entendido para passar o momento.
As duas garotas riram com aqueles olhares brincalhões e um pouco infantis que fazem quando querem me provocar, mas ao mesmo tempo carregados de sensualidade.
Barbie o convidou para sentar ao lado dela com a desculpa de ser a primeira a beber. Foi assim que ficamos distribuídos da seguinte maneira: Bárbara, Javier, Lourdes e eu. Ao vestido provocante da amiga, minha filha competia com uma calça tão apertada que parecia que ia estourar as costuras e uma blusa decotadíssima. Aqueles peitos deliciosos queriam escapar por todos os lados, dava para ver parte pela lateral e parte pelo meio do decote. Para minha surpresa, ela não parecia estar usando sutiã. Algo pouco comum nela. Era um banquete ter as duas maiores putinhas do mundo juntas em casa de novo, o fato de uma delas ser minha filha era um detalhe quando a tesão me invadia.
Por mais que no fundo houvesse uma voz interna me dizendo que não devia, eu sentia um desejo incontrolável de tê-las as duas. Se meu irmão participasse, eu não me importava, não conseguia parar de olhá-las com vontade. Por cima da calça, sobressaía uma fina tira rosa que estava queimando minha cabeça. Não sei bem em que momento começou, mas de repente notei que estava com uma ereção total. As garotas estavam mais interessadas em sorrir e comemorar cada comentário do meu irmão, então nenhuma das duas percebeu. Eu estava entre ciumento e excitado. Muito excitado, para dizer a verdade. Em um momento, de forma totalmente inconsciente, peguei a mão da Lou e coloquei sobre meu volume inflamado. Ela fez por um instante uma cara de surpresa, mas logo me olhou de lado com aquele sorriso brincalhão e começou a mover os dedos para acariciar meu pau por cima da calça. Eu tentava me controlar para disfarçar, mas as carícias da minha garota são incrivelmente prazerosas.
Pensei que ela ia me fazer gozar quando as carícias pararam e Barbie me... ele disse - Ei, Al, tô falando com você! Tá acompanhando? Eu vou pro jardim com o Javi ver as roseiras - Eu sabia que era uma desculpa pra ficar a sós com ele. Com certeza a putinha da minha filha contou pra ele sobre a foda que eles tiveram na noite anterior e essa gostosa queria a dela. - Tudo bem, sem problema - eu disse quando já estavam indo. A loira ia na frente, balançando aquele bumbum espetacular pro meu irmão. Era digno de inveja, mas então lembrei que da minha escrivaninha eu podia ver tudo. As roseiras ficam no meio do pátio. Eu teria saído correndo na hora, mas assim que eles foram embora, a Lourdes começou a desabotoar minha calça. - Vamos aproveitar, papi - ela disse enquanto tirava meu pau duro e molhado com as mãos delicadas. Eu encaixei a cabeça no encosto e me preparei pra gozar. Minha gatinha não me decepcionou. Logo senti aqueles lábios lindos na ponta do meu pau. Depois, aquela língua pornográfica começou a fazer das suas. Ela me deixa louco quando passa por cada ponto do meu pau. Logo ela estava toda deitada no sofá, subindo e descendo aquela cabecinha linda, e eu, louco de prazer. Era impossível pensar em outra coisa com aquela deusa me dando o melhor boquete do mundo. O que mais me deixava com tesão era quando ela tirava da boca pra lamber e me perguntava com aqueles olhos de fogo: - Você gosta, papi? - essa frase sempre me deixa à beira do orgasmo, e a putinha sabe muito bem. - Vem cá, meu amor, o papi tem uma surpresa pra você - eu disse, peguei ela pelo braço e fomos pra escrivaninha, assim que subi minha calça. Não pensava em terminar ali. Eu a levei quase correndo pra minha escrivaninha. A mesma onde a gente tinha transado com a Ova. Acho que alguma lembrança voltou, porque assim que entramos, ela sorriu e me olhou com aquela carinha de cúmplice que ela faz às vezes. Me aproximei da janela e, pela primeira vez, sabia o que ia encontrar. Meu irmão estava com a calça caída nos tornozelos, e a putinha da Barbie estava agachada na frente dele, dando um boquete tão intenso quanto o que minha gostosa me deu. Aquela juba dourada... o sol se movendo suavemente e aquela boquinha pintada de rosa devorando como uma profissional era super erótico. Ela tinha um peito para fora do vestido que meu irmão acariciava permanentemente, enquanto olhava de vez em quando para a porta do pátio. Minha linda Lou se aproximou por trás e me masturbava enquanto contemplávamos juntos o espetáculo. Sua língua subia e descia pelo meu pescoço enquanto sua mão se movia num ritmo delicioso.
- Te esquenta minha amiga, né? - me dizia no ouvido
- Sim, meu amor, as duas são umas putas tremendas - respondi com um fio de voz
- Mas eu sou a neném do papai - ela disse, virando e devorando minha boca com um beijo. Daqueles beijos que esquentam até as geleiras. Aquela língua me perde. Comecei a apalpar ela toda, especialmente aquele booty lindo que estava tão apertado que me deixava louco de tesão. Com sua ajuda, abri sua calça apertada e a baixei até a cintura. Deitei-a sobre a escrivaninha e meti minhas mãos sob sua camiseta. Aqueles peitos estavam mais gostosos que nunca. Por não estar usando nada por baixo, aqueles mamilos eram tão acessíveis que não conseguia parar de tocá-los. Ela mesma posicionou meu pau em sua buceta divina e a penetrei com força.
- Isso, papai! Assim! Isso! Issooo! - ela dizia para me incentivar, e eu ficava louco com seu corpo tremendo e sua voz de menina safada. Aqueles quadris monumentais acompanhavam o movimento com maestria. Eu não conseguia soltar aqueles peitões enormes. Agora que tinha sentido a maravilha de gozar naquela bucetinha doce, queria repetir sempre que pudesse.
- Quer leitinho, meu amor? - disse no ouvido dela enquanto aumentava a velocidade
- Sim, pai, me enche de porra - ela respondeu e, aproveitando a proximidade, me deu outro beijo profundo.
Sem parar de beijá-la, continuei aumentando a força até sentir o inevitável, e a explosão de prazer dentro da minha neném aconteceu. Os gemidos dos dois ao enchê-la de sêmen foram sublimes, e ficamos parados, prolongando aquele prazer por alguns segundos.
Como sempre, meu mundo se reduziu naquele momento ao corpo infernal da minha neném. de tão vadia que eu me sentia, superando meus próprios limites a cada momento. Mas essa sensação durou apenas alguns segundos. Os gemidos dos outros dois no quintal me lembraram do que estava acontecendo e nós dois nos olhamos e fomos quase correndo para a janela polarizada mais uma vez. A cena era extremamente quente. A vadia da Bárbara estava ajoelhada sobre meu irmão com as pernas abertas e os peitos totalmente à mostra. Javier, deitado na grama, observava como essa boneca com mais de 20 anos a menos que ele se movia como uma ninfomaníaca. Ela estava totalmente despenteada e tinha os peitos vermelhos de tanto serem apalpados e chupados, com certeza. Eu sabia o quanto era prazeroso entrar naquela mulher e sentir os movimentos daquele corpaço.
— É bom olhar juntos, né? — me disse Lou com uma cara de vadia
— Tudo que faço com você é bom, meu amor — respondi, acariciando seu rosto
Me perdi olhando para aquele rosto angelical e perverso ao mesmo tempo, até que os gritos de Javier me distraíram novamente.
— Vem, vadia, engole tudo! — ele ordenou à loira, que sem hesitar se ajoelhou e engoliu toda a pica do meu irmão, ajudada pelas duas mãos na nuca. Os gemidos não demoraram e, sem soltar a cabeça da Barbie, ele gozou várias vezes, esvaziando toda a porra que tinha dentro. Obediente como sempre, a jovem engoliu tudo e saboreou. Naquele momento, percebi que eles iam entrar e apressei Lourdes para que se arrumasse e voltássemos para a sala.
Quando retornamos, havia uma adrenalina contida em todos, difícil de controlar, mas ninguém saía do papel de disfarçar tudo o que havia acontecido. Os cruzamentos de olhares e os gestos cúmplices entre as garotas, que certamente tinham planejado tudo para que as enchessem de porra, me deixavam com a cabeça fervendo. Essas putas estavam indo cada vez mais longe. Se aquele clima continuasse, eu não ia me segurar mais e ia foder elas sem me importar com a presença do meu irmão. As garotas continuavam conversando, e eu só ouvia suas vozes e via seus lábios, que tanto prazer costumam oferecer. mas não estava acompanhando nada do que diziam. Lou percebeu que eu estava perdido e de vez em quando me olhava e sorria. No meio daquela espécie de flerte das gatas, chegaram Diego e Enzo, como sempre falando alto demais desde a porta. A presença deles meio que cortou aquele clima de tensão sexual que ainda rolavam. As meninas começaram a zoar com eles assim que chegaram, e a loira, depois de ter passado por todos os homens da casa, já era bem recebida por todos.
A Barbie insistiu com o Diego para sair com elas pra dançar, mas como meu filho vinha de vários dias de discussão com a Lourdes, ele resistiu pra caralho e ela não conseguiu fazer ele mudar de ideia.
— Por que não convida o Javi? — foi a resposta que ele ensaiou pra passar a bola pra outro.
— Ai, que ideia boa! Vem com a gente? — pediu, fazendo carinha de menina pedindo favor, minha linda da Lou. Ninguém em sã consciência conseguiria resistir a essa gostosa maravilhosa.
O que eu não esperava, enquanto observava essa cena de menina mimada e cheia de manha, era que eu mesmo ia acabar caindo na mesma armadilha logo em seguida.
— Por que os dois não vêm? — sugeriu, virando-se e me encarando com aqueles olhões lindos.
— Acha mesmo? O que vou fazer numa balada? Faz anos que não piso numa, tô enferrujado — falei com toda a razão. Me sobram dedos das mãos pra contar quantas vezes saí pra dançar em décadas de casamento. As duas ficaram que nem crianças manhosas insistindo.
Acho que os comentários do Diego dias antes, sobre o comportamento da Lourdes quando saía, me deixaram com muita curiosidade. Queria ver minha garota na sua zona de caça.
Decidi aceitar o convite.
Como sempre acontecia quando me metia em alguma enrascada por causa da minha filha. Não parei de pensar nisso o dia todo. À noite, me preparei. Lustrei meus sapatos, coloquei uma camisa legal e, enquanto me penteava, vejo a luxúria personificada entrar no banheiro pra dividir o espelho. Lourdes estava ardendo. realmente. Uma saia rosa bem chamativa, super curta e justinha. Aquelas pernas brancas como neve com uns saltos que as deixavam muito mais sensuais. Tudo isso era pouco perto do decote imponente da sua blusa. Ela parou do meu lado e começou a pintar os lábios de vermelho. Essa imagem ficou martelando na minha cabeça durante o resto dos preparativos. Javier já estava pronto há tempos com uma camiseta de macho que não combinava com sua cabeça careca e os cabelos grisalhos da barba de alguns dias. Saímos de carro a caminho da casa da Barbie. Ao chegar, ela saiu com umas botas bem de puta e um short branco e uma blusinha preta que parecia pintada na pele de tão justa. As duas minas estavam arrasando. Mal chegamos, as duas cumprimentaram os seguranças que as conheciam pelo nome. Ao entrar, o cenário foi parecido, pedimos uns drinks e enquanto eu me mexia o mínimo para não fazer feio ao lado daquelas minas que dançavam como possessas, eu via gente passando e cumprimentando a Lou e a Barbie toda hora. Elas eram tipo famosas e eu imaginava o porquê. Dançavam de um jeito muito provocante, mexiam os quadris suavemente, mas com muita sensualidade e, às vezes, com uma intensidade que era impossível não olhar aqueles corpos se rebolando no ritmo latino da música.
Era quase a mesma coisa que vê-las fazendo amor. Só que aqui tinha centenas de caras com tesão curtindo o espetáculo dos corpinhos delas.
Como de vez em quando aparecia algum corajoso tentando chamá-las para dançar e se retirava humilhado pelos gestos de desprezo de ambas, decidimos dançar em casais. Barbie cruzou os braços no pescoço do cara e minha filha dançava para mim. Ela me guiava e eu olhava para as pernas dela para tentar acompanhar.
— Olha, parece que ficamos sozinhos — Lou me diz no ouvido. Eu me viro e Javier estava encostado numa columna perto beijando a Barbara como se fosse comer ela ali mesmo. Ele metia a mão na bunda toda e a putinha deixava, na frente de todo mundo. Com tão pouco as duas já conseguiam me deixar com tesão.
— Vamos deixar eles. um pouco sozinhos - foi sugestão da minha gata. Ela colocou minhas mãos na cintura dela e se enfiou no meio da galera, nos afastamos da pista e chegamos numa porta que achei que era a saída dos fundos. Pra minha surpresa, quando abriu tinha um corredor comprido e lá no fundo mais dois seguranças. Não tava entendendo nada. Instintivamente parei, mas a Lou me pegou pela mão e acelerou o passo.
- E aí, rapaziada, o Fran tá? - perguntou com toda naturalidade. Os dois brutamontes balançaram a cabeça que sim e o mais moreno abriu a porta.
- O senhor? - perguntou o mais gordo, que tinha uma barba bem volumosa.
- Vem comigo, tá de boa - minha filha respondeu dando risada. Eu não tava entendendo nada. Tava num cenário totalmente desconhecido e numa situação super confusa.
Ao cruzar a porta, entramos numa sala não muito grande onde tinha uns sofás em forma de U, um balcão lá no fundo e um par de garçonetes com muita cara de puta. Nos aproximamos de um dos sofás onde tinha um magrelo com uma aparência de mafioso que dava medo. Ele tava conversando com uma daquelas gatas. Assim que nos viu, fez sinal pra outra gostosa se afastar e mudou a expressão.
- Mas olha quem chegou! A alegria dos meus olhos! - disse ao ver a Lou se aproximar.
- Oi, Fran! - ela falou de longe e depois me apresentou - Ele é o dono desse lugar, pai - depois disso o cara estendeu a mão pra cumprimentar. Enquanto fazia isso, comentou:
- Veio cuidar da sua princesa? Aqui pode ficar tranquilo que ela tá segura. É amiga da casa - me disse enquanto arrumava o cabelo da Lou atrás da orelha, e ela retribuiu com um sorriso.
Era evidente como a Lourdes tinha conseguido aquele tratamento preferencial. Não queria pensar nisso, mas era inevitável. O cara não se privava de olhar pra ela, apesar da minha presença.
- Bom lugar o senhor tem, parabéns - comentei só pra falar alguma coisa e pelo menos ele notar que eu ainda tava ali.
- Fico feliz que tenha gostado... principalmente do serviço, né? - me disse, indicando com o olhar uma das garçonetes voluptuosas que vinha com umas taças pra todo mundo.
- Jasmim, O cavalheiro é novo e queremos que ele tenha uma boa impressão - ela indicou. A moça em questão estava tremenda. Um par de tetas realmente escandalosas, muito maiores que as da Lou e uma bunda que brigava de igual para igual com a da minha gata. E como se isso não bastasse, ela tinha algo especial. Era uma morena tipo mulata com uns lábios bem grossos que pareciam uma garantia de prazer.
Ela se sentou ao meu lado e começou a puxar papo. Eu sabia como essa coisa toda funcionava, pelo canto do olho eu via a outra garota no bar cochichando com o bartender e observando como a morena me provocava. Em determinado momento, esse tal Fran fez um sinal com a mão e as luzes baixaram. Ficamos iluminados apenas por umas luzes violetas. O sorriso da morena ganhou mais destaque. Eu estava hipnotizado pela boca dela. Tanto que, em um momento, desviei o olhar e vi que Lourdes já estava envolvida num beijo dos mais eróticos com seu amigo endinheirado. Jasmim percebeu minha distração e se apressou em me beijar. Aqueles lábios eram imponentes e a língua dela enfiada no meio da minha boca me deixou louco. A gatinha era extremamente rápida. Em poucos segundos, eu já a tinha ajoelhada em cima de mim, me beijando e movendo os quadris sobre mim no ritmo da música.
Eu tentava espiar pro lado e a Lou já tinha a saia na cintura e estava sendo apalpada sem vergonha na sua raba e nas pernas. A boca de fogo da minha mina estava ocupada beijando o pescoço do Fran.
Continuei aproveitando a mulata linda. Eu a acariciava e sentia aquelas pernas firmes e carnudas, mas queria mais, então apertei com força a bunda dela, que era das melhores. A gatinha nunca dizia não, então eu ia ficando cada vez mais excitado. Mergulhei dentro do decote dela e imediatamente ela puxou um daqueles mamilos, como me convidando a chupar. Não pensei nem um segundo, comecei a passar a língua. Enquanto a garçonete tirava a camisinha minúscula e expunha aqueles peitos gigantescos, eu perdi tudo o que me restava de sanidade. Agarrei-a e a joguei, deitando-a sobre o couro do sofá. Apanhava aquelas tetas de todo jeito lados e os chupava com loucura. A gostosa segurava minha cabeça para que eu continuasse em seus peitos, mas com a outra mão procurava meu cinto e começava a desabotoçar em busca do pau. Nessa altura, eu já estava com uma ereção que queria escapar. Endireitei-me no assento e a morena se ajoelhou na minha frente. Procurei por Lourdes, que havia desaparecido do meu lado. A poucos metros havia outra poltrona, e o que vi foi tremendo.
Minha filha, sem a blusa e o sutiã, estava sendo penetrada de quatro como uma puta qualquer pelo dono do lugar, enquanto revezava para chupar o bartender e um dos seguranças. Naquele instante, a boca de Jazmín começou a me dar um boquete incomparável. Aqueles lábios grossos apertavam, e sua língua inquieta tocava cada ponto de prazer. Isso, somado ao que eu via, me deixou à beira do orgasmo. Na escuridão, eu não sabia se eles me viam. Provavelmente se sentiam muito espertos por me distraírem para foder minha filha a poucos metros. A garçonete, nessa altura, já subia e descia a cabeça sem parar, e eu fazia força com todo o corpo para não gozar. Enquanto isso, sinto atrás de mim alguém acariciando meu ombro. Ao virar, me deparo com a outra garçonete que, agora sem o bartender, decidiu se juntar a nós. Ela deu a volta e sentou ao meu lado.
— Tá gostando daqui? — me perguntou com certa ironia, no ouvido.
— O atendimento é espetacular — respondi no mesmo tom.
— Estamos aqui para servi-lo — ela disse e passou a língua na minha bochecha.
Essa outra gostosa era tão puta quanto sua companheira, mas manjava melhor o jogo da sedução. Branca como porra, de olhos claros e com uma cabeleira laranja como uma chama. Só se parecia com a amiga nas curvas imponentes.
Enquanto brincava com essas duas putas, lembrei de Lourdes e, ao virar para vê-la, vi que ela tinha dois caras atrás, provavelmente penetrando seu cu e sua buceta, e agora era seu amigo Fran quem recebia os favores de sua boca em pleno êxtase. Mal consegui olhar por uns segundos porque a ruiva procurou minha boca imediatamente com sua língua que passeava pelo meu rosto e me esquentou demais com seu beijo. Enquanto a ruiva descia para se juntar à sua amiga, vi que passavam alguns casais para se acomodar em outra das poltronas sem a menor surpresa por tudo que estava acontecendo. Percebi que todos estavam ali para a mesma coisa. Naquele momento, as bocas das duas putinhas se juntaram no meu pau e eu fiquei louco de prazer. Seus lábios e línguas, uma de cada lado do meu pau, faziam maravilhas. Com os dois casais novos que começaram a transar assim que chegaram, eu não conseguia mais ver a Lourdes e pensar no que ela estaria fazendo me deixava com a cabeça a mil. Os quatro que eu tinha perto eram todos loiros e as gostosas eram mais velhas, mas com uns corpos tremendos. Nunca tinha visto tanta gente transando no mesmo lugar. Dava pra ver que eram no estilo swingers porque, enquanto beijava a Jazmín de novo, uma das loiras se aproximou e disse algo no ouvido dela. Ela respondeu que sim com a cabeça e me disse:
- Vamos nos divertir muito esta noite - depois continuou me beijando enquanto a ruiva seguia com o sexo oral que me deixava tão excitado.
Não passaram mais que alguns segundos e os gringos apareceram todos juntos. A pouca roupa que ainda tínhamos voou pelo ar. Isso já era uma orgia. A loira que tinha vindo antes subiu em cima de mim e, sem dizer uma palavra, enfiou meu pau dentro dela. Não podia ser verdade. Eu olhava para todos os lados e via gente pelada se beijando e transando. Sentia os gemidos da Jazmín ao meu lado, que estava sendo comida com tudo por um dos caras, enquanto a ruiva estava sendo comida em cima da mesa pelo outro e, ao mesmo tempo, chupava a buceta da loira restante. Eu já estava metendo com tudo nessa completa estranha. Para dar mais tesão à situação, peguei o cabelo da Jazmín e a fiz beijar a loira. Nenhuma das duas hesitou. O cara que estava comendo ela também curtiu o show lésbico. As gostosas iam trocando de pau como se trocassem de roupa. Logo eu tinha a... Ruiva de quatro e eu metia com a mesma vontade, apertava uma bunda e pegava num peito de passagem enquanto as outras garotas se acomodavam. Foi sem dúvida a coisa mais excitante que me aconteceu na vida - o tempo todo tinha um peito à mão para chupar. Fomos transando com as quatro, mas como era de se esperar, o físico não aguentou mais. Enquanto penetrava o cu de uma das loiras, não aguentei e tirei - jatos de porra começaram a voar entre as garotas, e as duas desconhecidas se encarregaram de tirar até a última gota com suas bocas. Fiquei exauto vendo aquelas línguas percorrendo meu pau enquanto os amigos delas comiam as garçonetes.
De repente me levantei e Lourdes não estava em lugar nenhum. O pai em mim se ativou de novo e comecei a me preocupar. Enquanto me vestia para sair procurando por ela, as quatro gostosas de joelhos recebiam as porradas de porra grossa e abundante dos dois gringos. Com essa última imagem, fechei o cinto e fui procurar minha menina. Na porta estavam os dois gorilas da segurança, inclusive aquele que tinha transado com a Lou. Perguntei por ela.
"Tava entretido, mestre. Ela saiu faz uns 15 minutos, voltou pra pista", me respondeu o gordo.
"Ah, ok", respondi seco. Estava um pouco envergonhado pelo meu comportamento. Aquele não era eu. Transando com gente que não conheço, no meio de uma orgia num lugar daqueles. Não conseguia acreditar.
O curioso é que para todos aquilo era normal. Comecei a entender o que Diego quis dizer quando falou sobre "as coisas que você faz quando sai", em referência à Lou. Provavelmente todo mundo que nos viu entrar ali já sabia o que íamos fazer.
Dei uma volta procurando minha filha e aí vejo a Barbie e o Javier. Os três procuramos minha filha até encontrá-la saindo de um banheiro. Ela tinha se maquiado como se tivesse acabado de chegar, e era muito óbvio. Eu não aguentava mais. Estava morto entre o sexo e os nervos. Bárbara e Javier insistiram em ficar mais um pouco, e assim foi. O trajeto de poucas quadras da balada até em casa com minha filha pareceu uma eternidade. eterno. No carro reinava um silêncio tão desconfortável que parecia uma parede entre nós dois. Eu não sabia se ela estava brava, talvez envergonhada, ou o que diabos estava acontecendo. Quando eu olhava pra ela, ela desviava o olhar de forma violenta. A imagem que eu passei lá dentro com certeza não era o que ela esperava de mim. Me senti um pouco mal. A última coisa que eu queria era que a noite terminasse daquele jeito. Não encontrava palavras, e não falei nada durante todo o caminho. Quando chegamos em casa, ela desceu rápido e bateu a porta. Eu estava muito confuso e me sentia terrivelmente culpado.
"Isso por bancar o gostosão", "Que necessidade de sair com sua filha" ou "Você não é pra isso, Alejo"
eram os pensamentos que rondavam permanentemente minha cabeça. Cheguei e Lourdes já tinha entrado no quarto dela. Com o humor que eu tava, não quis me enfiar na boca do lobo e fui pro meu. Estava quase pegando no sono quando ouvi a porta e risadas. Pude ver Javier totalmente bêbado passando pro quarto improvisado que ele usava na ausência dos meus filhos, acompanhado de Bárbara. Mal fecharam a porta, comecei a ouvir o barulho inconfundível da cama, seguido pelos gemidos suaves da loira infernal. Aquela gostosa era quente demais pra ficar na vontade. Ela tinha passado a noite toda esperando por pica e tava recebendo com gosto. Quase certeza que a Lou também tava ouvindo, e só por isso não me juntei à festa que era transar com aquele caminhão. Com aqueles gemidos, fechei os olhos e lembrei da orgia no privê da balada. As duas loiras festeiras, a morena gostosa e a ruiva ardente. Tudo voltava à minha mente e a culpa se desfazia como se derretesse com meu tesão. Apesar do cansaço, ele ficou duro de novo. Eu já ia começar a me masturbar quando os gemidos pararam.
Fiquei um pouco decepcionado, mas não podia reclamar. Já tinha comido feito um animal. Fiquei de barriga pra cima até a ereção amolecer um pouco e fechei os olhos pra dormir. Aí sinto alguém puxando o lençol. "Parece que alguém vem fazer as pazes", pensei, e a vontade me invadiu. Abri os olhos e, para minha surpresa, era a putinha da Barbie, nua.
- Shh, todo mundo tá dormindo - ela disse quase em segredo e começou um boquete espetacular, como de costume. Sentia falta desses lábios e dessa língua. A filha do meu amigo é uma mestra no oral. Além disso, aqueles olhos claros fixos nos meus enquanto ela devorava meu pau me deixavam louco.
Enquanto me entregava aos prazeres dessa mulher incrível, me passou pela cabeça, por alguns segundos, a mesma coisa de sempre. Não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, como acontecia todas as noites desde que minha filha Lourdes pisou nessa casa.
PS: Se conseguirem resistir a isso, eu parabenizo. Eu não aguento a Barbie.
41 comentários - Minha filha Lourdes. Parte Catorze
aunque me pone un poco triste, y lo dejo ahí xq tengo palabra.
gracias por regresar con tan fenomenal relato
gracias x volver!!
Esperamos el proximo...
Saludos
PD: no puedo ver las fotos que dejas siempre a lo ultimo.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2953404/Mi-hija-Lourdes-Decimoquinta-Parte.html