Continuo a saga, preciso me atualizar...
Claudia é uma puta vingativa 91
E finalmente o doutor virou o amante oficial dela, Claudia não queria mais ver ninguém. Mesmo assim, as visitas dele foram ficando mais espaçadas. Pouco tempo depois nasceu nosso bebê, um menino lindo que chamamos de Máximo. Ele era realmente lindo, eu achava ele o mais lindo de todos, segurava ele nos braços e não acreditava. Uma tarde depois que ele nasceu, Claudia ainda estava de licença, já tinha completado um mês e meio, e o amante dela veio visitar. As meninas brincavam na sala de jantar e a Lucia estava com o namorado no quarto dela. Recebemos ele na sala. As crianças brincavam ao nosso redor, ele falava baixinho.
— Dá pra ver que você tá uma gostosa… nessas sacolas trouxe um vestido pra você… é com saia curta… quero que você vista… não coloca calcinha… calça seus sapatos brancos…
— Mas minha filha mais velha tá aqui… — ele só olhou fixo pra ela, Claudia saiu pro quarto, o bebê estava no nosso quarto, por enquanto o berço dele ficava lá. Claudia apareceu depois de um tempo, fazia muito tempo que não se vestia elegante, a gente não saía muito.
— Beleza, senta agora… — ele disse e sentou no sofá da frente, de vez em quando mandava ela abrir as pernas e ele ficava olhando a buceta dela do sofá da frente, Claudia ficava toda vermelha. As crianças brincavam ao nosso redor como se nada fosse, eu tava sentado do lado da Claudia. Depois ele veio pro nosso sofá e sentou do outro lado da Claudia. — Hoje tô com vontade de te comer…
— Mas todo mundo tá em casa…
— Não tenho pressa… quando você for dar de mamar pro bebê… no quarto… aí a gente vai transar… sem pressa… relaxa, sua putinha… — e ele colocou a mão na perna dela, acariciando de leve, nisso o namorado da Lucia saiu do quarto, o doutor tirou a mão, o Carlos passou pro banheiro sem falar nada, a gente conversou besteiras, quando ele voltou pro quarto, o doutor brincava com a mão dela de vez em quando.
— Cuidado que as crianças tão por perto…
— Cuidado com o quê… — e ele subiu A mão dele agora massageando a buceta dela. Claudia gemia, tentando não fazer barulho.
- Eles ainda são crianças... e além disso, se têm uma mãe tão puta quanto você... vão ter que se acostumar...
- Não fala assim comigo...
- Porque te deixa com muito tesão, puta...
- Aaa... que filho da puta você é... perverso...
- Como sua buceta ficou molhada... tá bem gostosa, hein?... Me fala..
- Tô com tesão... quero sentir seu pau...
- Isso eu já sei... mas você tem que esperar... - ele voltou pro sofá da frente e ficava olhando de vez em quando entre as pernas dela, nisso a Lucia veio perguntar uma coisa-
- Que linda você se vestiu, mamãe. Oi, senhor...
- Ah, filha... - disse Claudia - esse é o obstetra que me atendia no começo. Acabamos virando amigos...
- Muito prazer, senhor... - disse Lucia e se abaixou pra dar um beijo nele.
Quando ela foi embora, o doutor garantiu que ela era linda, que era digna filha da mãe. Que esperava que um dia ela fosse paciente dele. Claudia olhava pra ele entre brava e divertida. Eu fui preparar o mate, o doutor sentou de novo do lado dela, brincava de vez em quando entre as pernas dela, tomamos uns mates e depois de um tempo o neném começou a chorar.
- Finalmente acordou esse preguiçoso... - disse o doutor. Vamos pro quarto ver o que ele precisa... deve estar com fome... - fomos os três pro quarto, eu fechei a porta ao entrar. Tinha o sofá onde eu costumava sentar pra olhar, do lado da cama. O doutor falou pra Claudia sentar ali e pra mim disse pra eu entregar o bebê pra ela, que com certeza tava com fome.
Eu entreguei, Claudia liberou um dos peitos dela bem sensual e colocou o bebê pra mamar.
- Que gostosa você é... adoro... e seu mamilo tava bem duro... você gosta que eu olhe, hein...
- Sim, gosto que você seja tão perverso... - ele se aproximou, só abaixou o zíper, se ajoelhou na frente do sofá e se meteu entre as pernas de Claudia, brincou um pouco com o pau dele nos lábios dela e depois a penetrou devagar.
- Você gosta, mamãe...
- Ai... não pensei que você ia me comer assim...
- Não pensa... você gosta... te dá tesão... porque você tá linda assim... e ainda mais cheia. do meu pau…
— mas o bebê…
— outro que se acostuma com a mãe que tem… além disso, gozar faz bem… então pra ele também… sente como tá gorda e dura…
— sim, adoro… cê gosta de como dou a teta pro meu bebê…
— ele soltou a outra e começou a chupar.
— não tira meu leite não… que é pro bebê…
— vou só estimular um pouquinho… — e começou a meter com a cintura. Pegou o mamilo entre os dedos e beliscou de leve. Espirrou um pouco de leite. — que leite lindo que você dá, puta… que gostosa você é… vou te dar leite também…
— ainda não… faz eu sentir mais… faz tempo que não me come… adoro quando me come assim… e meu marido olhando… como sempre, né… — e me deu um olhar de desprezo.
— que peitos cheios você tem… que mulher deliciosa… faz uns dias que não te como… queria juntar tesão pra você… sente como eu tô…
— sim, adoro… fica pulsando o tempo todo… bem dura… linda como sempre…
— e vai cuspir dentro da sua buceta…
— mas ainda não comecei a me cuidar…
— não tem problema… fica tranquila…
— tô muito tarada… nada tranquila… adoro que me coma… — falavam quase num sussurro.
— tô muito perto… não aguento muito mais… que lindo que esse vestido fica em você… pena que já vai sujar tudo…
— não importa, lava.
Ele começou a acelerar as metidas até travar. Quando tava gozando, começou a chupar o outro peito da Cláudia, que também tava gozando. Os dois ficaram em silêncio. Gemendo baixinho.
— quanto leite você guardou pra mim… e ainda continua dura…
— encosta um pouco na beirada pra eu meter um pouco no seu cu… vai… mexe… — ela obedeceu e ele foi enfiando devagar. As pernas da Cláudia abertas ao lado dele, que acariciava suavemente enquanto furava o cu dela com calma. O bebê parecia ter dormido, e a Cláudia ficou com ele.
— quer continuar assim… ou deixo o bebê…
— adoro te comer assim… vou gozar no seu cu, sabia…?
— sim, quero sentir você no meu cu… vai me dar muito de novo…
— sim, mamãe… te vou encher essa buceta…
- se for sua, meu amor…
Ele acelerou os movimentos de novo até chegar lá, e aí se beijaram por um tempão. Quando o pau dele saiu, ele limpou no vestido dela. Ele ajeitou a roupa e eu acompanhei ele até a porta. Quando voltei, a Cláudia quis que eu chupasse ela, do jeito que tava, com o neném no colo. Ela gozou várias vezes enquanto eu chupava, depois colocou o neném pra dormir e foi tomar banho.
Claudia é uma puta vingativa 91
E finalmente o doutor virou o amante oficial dela, Claudia não queria mais ver ninguém. Mesmo assim, as visitas dele foram ficando mais espaçadas. Pouco tempo depois nasceu nosso bebê, um menino lindo que chamamos de Máximo. Ele era realmente lindo, eu achava ele o mais lindo de todos, segurava ele nos braços e não acreditava. Uma tarde depois que ele nasceu, Claudia ainda estava de licença, já tinha completado um mês e meio, e o amante dela veio visitar. As meninas brincavam na sala de jantar e a Lucia estava com o namorado no quarto dela. Recebemos ele na sala. As crianças brincavam ao nosso redor, ele falava baixinho.
— Dá pra ver que você tá uma gostosa… nessas sacolas trouxe um vestido pra você… é com saia curta… quero que você vista… não coloca calcinha… calça seus sapatos brancos…
— Mas minha filha mais velha tá aqui… — ele só olhou fixo pra ela, Claudia saiu pro quarto, o bebê estava no nosso quarto, por enquanto o berço dele ficava lá. Claudia apareceu depois de um tempo, fazia muito tempo que não se vestia elegante, a gente não saía muito.
— Beleza, senta agora… — ele disse e sentou no sofá da frente, de vez em quando mandava ela abrir as pernas e ele ficava olhando a buceta dela do sofá da frente, Claudia ficava toda vermelha. As crianças brincavam ao nosso redor como se nada fosse, eu tava sentado do lado da Claudia. Depois ele veio pro nosso sofá e sentou do outro lado da Claudia. — Hoje tô com vontade de te comer…
— Mas todo mundo tá em casa…
— Não tenho pressa… quando você for dar de mamar pro bebê… no quarto… aí a gente vai transar… sem pressa… relaxa, sua putinha… — e ele colocou a mão na perna dela, acariciando de leve, nisso o namorado da Lucia saiu do quarto, o doutor tirou a mão, o Carlos passou pro banheiro sem falar nada, a gente conversou besteiras, quando ele voltou pro quarto, o doutor brincava com a mão dela de vez em quando.
— Cuidado que as crianças tão por perto…
— Cuidado com o quê… — e ele subiu A mão dele agora massageando a buceta dela. Claudia gemia, tentando não fazer barulho.
- Eles ainda são crianças... e além disso, se têm uma mãe tão puta quanto você... vão ter que se acostumar...
- Não fala assim comigo...
- Porque te deixa com muito tesão, puta...
- Aaa... que filho da puta você é... perverso...
- Como sua buceta ficou molhada... tá bem gostosa, hein?... Me fala..
- Tô com tesão... quero sentir seu pau...
- Isso eu já sei... mas você tem que esperar... - ele voltou pro sofá da frente e ficava olhando de vez em quando entre as pernas dela, nisso a Lucia veio perguntar uma coisa-
- Que linda você se vestiu, mamãe. Oi, senhor...
- Ah, filha... - disse Claudia - esse é o obstetra que me atendia no começo. Acabamos virando amigos...
- Muito prazer, senhor... - disse Lucia e se abaixou pra dar um beijo nele.
Quando ela foi embora, o doutor garantiu que ela era linda, que era digna filha da mãe. Que esperava que um dia ela fosse paciente dele. Claudia olhava pra ele entre brava e divertida. Eu fui preparar o mate, o doutor sentou de novo do lado dela, brincava de vez em quando entre as pernas dela, tomamos uns mates e depois de um tempo o neném começou a chorar.
- Finalmente acordou esse preguiçoso... - disse o doutor. Vamos pro quarto ver o que ele precisa... deve estar com fome... - fomos os três pro quarto, eu fechei a porta ao entrar. Tinha o sofá onde eu costumava sentar pra olhar, do lado da cama. O doutor falou pra Claudia sentar ali e pra mim disse pra eu entregar o bebê pra ela, que com certeza tava com fome.
Eu entreguei, Claudia liberou um dos peitos dela bem sensual e colocou o bebê pra mamar.
- Que gostosa você é... adoro... e seu mamilo tava bem duro... você gosta que eu olhe, hein...
- Sim, gosto que você seja tão perverso... - ele se aproximou, só abaixou o zíper, se ajoelhou na frente do sofá e se meteu entre as pernas de Claudia, brincou um pouco com o pau dele nos lábios dela e depois a penetrou devagar.
- Você gosta, mamãe...
- Ai... não pensei que você ia me comer assim...
- Não pensa... você gosta... te dá tesão... porque você tá linda assim... e ainda mais cheia. do meu pau…
— mas o bebê…
— outro que se acostuma com a mãe que tem… além disso, gozar faz bem… então pra ele também… sente como tá gorda e dura…
— sim, adoro… cê gosta de como dou a teta pro meu bebê…
— ele soltou a outra e começou a chupar.
— não tira meu leite não… que é pro bebê…
— vou só estimular um pouquinho… — e começou a meter com a cintura. Pegou o mamilo entre os dedos e beliscou de leve. Espirrou um pouco de leite. — que leite lindo que você dá, puta… que gostosa você é… vou te dar leite também…
— ainda não… faz eu sentir mais… faz tempo que não me come… adoro quando me come assim… e meu marido olhando… como sempre, né… — e me deu um olhar de desprezo.
— que peitos cheios você tem… que mulher deliciosa… faz uns dias que não te como… queria juntar tesão pra você… sente como eu tô…
— sim, adoro… fica pulsando o tempo todo… bem dura… linda como sempre…
— e vai cuspir dentro da sua buceta…
— mas ainda não comecei a me cuidar…
— não tem problema… fica tranquila…
— tô muito tarada… nada tranquila… adoro que me coma… — falavam quase num sussurro.
— tô muito perto… não aguento muito mais… que lindo que esse vestido fica em você… pena que já vai sujar tudo…
— não importa, lava.
Ele começou a acelerar as metidas até travar. Quando tava gozando, começou a chupar o outro peito da Cláudia, que também tava gozando. Os dois ficaram em silêncio. Gemendo baixinho.
— quanto leite você guardou pra mim… e ainda continua dura…
— encosta um pouco na beirada pra eu meter um pouco no seu cu… vai… mexe… — ela obedeceu e ele foi enfiando devagar. As pernas da Cláudia abertas ao lado dele, que acariciava suavemente enquanto furava o cu dela com calma. O bebê parecia ter dormido, e a Cláudia ficou com ele.
— quer continuar assim… ou deixo o bebê…
— adoro te comer assim… vou gozar no seu cu, sabia…?
— sim, quero sentir você no meu cu… vai me dar muito de novo…
— sim, mamãe… te vou encher essa buceta…
- se for sua, meu amor…
Ele acelerou os movimentos de novo até chegar lá, e aí se beijaram por um tempão. Quando o pau dele saiu, ele limpou no vestido dela. Ele ajeitou a roupa e eu acompanhei ele até a porta. Quando voltei, a Cláudia quis que eu chupasse ela, do jeito que tava, com o neném no colo. Ela gozou várias vezes enquanto eu chupava, depois colocou o neném pra dormir e foi tomar banho.
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