Fala galera, vim contar uma experiência que tive recentemente com minha meia-irmã, filha da esposa do meu pai com outro cara, e a vida, nessas voltas que dá, fez ela morar no mesmo teto que o meu.
Ela tem 19 anos, típica carinha de quem não quebrou um prato na vida, uns peitos naturais pra idade dela, mas bem grandes. Mas minha perdição é a raba dela. Uma maçã esculpida pelos próprios anjos, não exagero, leitores, é uma das bundas mais perfeitas que já vi na vida. Deve ser por causa do exercício que ela faz todo dia, ela se mantém em forma impecável o ano inteiro. Eu, com um físico normal, nem muito nem pouco, me considero de boa.
Bom, vou parar de encher o saco com descrições e partir pra história.
Tudo começou numa tarde, uma tarde em que ficamos sozinhos em casa porque meus pais saíram. Essa tarde eu lembro pra sempre.
Tava um calorão, porque era pleno janeiro e aqui na Argentina, nessa época, é uma das mais quentes do ano. Vale dizer que em casa temos um jardim bem grande com uma piscina no meio, e minha irmã vivia dentro dela, já que também era período de férias. A janela do meu quarto dá pro jardim, que fica nos fundos da casa, e eu sempre aproveitava pra olhar minha irmã passando protetor solar e tomando sol. A única época do ano que eu podia admirar aquela raba magnífica ao ar livre. Com a fio dental bem enfiada, imaginem as punhetas que eu dedicava só de olhar ela.
Isso acontecia sempre, até que um dia...
Eu tava apreciando aquela paisagem e recebo uma mensagem. Inacreditavelmente, era da minha irmã. Ela sempre ficava com o celular enquanto tomava sol. Antes de abrir, meu coração deu uma virada. Será que ela percebeu? Será que notou que eu tava olhando? Tremendo, abri a mensagem e, pra minha surpresa, ela pedia pra eu descer. Que precisava de mim pra alguma coisa.
Com medo de que ela fosse me falar algo, desci e lá estava ela, na mesma posição de sempre, com a bunda pra cima. Eu parei um pouco. pra apreciar ela melhor sem que ela me visse, e saí.
Eu, nessa altura, imaginem só, tava com o pau duro, dava pra notar bastante, acho que ela percebeu desde o começo.
Quando cheguei onde ela tava, eu de pé e ela deitada de barriga pra baixo, e quando viu que eu tava ali, me pediu se eu podia limpar a piscina um pouco, que queria entrar, aí eu aceitei e comecei a fazer. Depois de uns minutos, já tava terminando quando, sem pensar, fui empurrado por trás pra dentro, minha irmã tinha me empurrado na piscina.
Quando consegui reagir, vi ela parada do lado de fora, toda imensa, usando um biquíni minúsculo, ela só ria e eu só olhava pra ela, besta.
De repente, ela também pulou, e encostados na borda, começamos a conversar sobre tudo um pouco, dos estudos dela, do namorado, e ela mencionou algo que nunca tinha contado pra ninguém: me disse que ainda era virgem. Que o namorado achava que ela não era virgem e não sabia o que fazer sobre isso, porque me contou que o relacionamento deles era tudo baseado em sinceridade e blá blá blá.
Esse dia passou, e na minha cabeça ecoava que minha irmã era virgem, sonhava em ser eu quem a desvirginasse, sonhava em ser eu quem a fizesse mulher pela primeira vez, mas era mais que tudo isso, um sonho, uma utopia.
Conforme os dias passavam, as conversas de tarde com minha irmã ficavam cada vez mais frequentes, e sempre do mesmo jeito, na piscina.
Até que uma noite, eu já tava me preparando pra dormir, minha irmã tava na casa do namorado e eu já me resignava cada vez mais com aquele sonho, mas pra minha surpresa, acabou de chegar uma mensagem da minha irmã perguntando se eu podia buscá-la na casa do namorado, porque tinham discutido. Me vesti rápido, passei um perfume e saí no meu carro.
A viagem era pouco mais de 20 minutos, mas fiz durar 10, já tava preparado pra brigar com o namorado, mas quando tava chegando, minha irmã tava parada na esquina da casa daquele idiota. Ele tinha batido a porta na cara dela, e já era muito tarde, eu tava fervendo de raiva. Quando minha irmã entrou no carro, começou a me contar que tinha terminado porque ele queria se impor o tempo todo com ela, sem se importar com o que ela sentia. Ela chorava, e eu, com as mãos no volante, tentava consolá-la.
Ficamos em silêncio por uns 5 minutos que pareceram horas, até que em um momento ela me disse: "Valeu, mano, por cuidar de mim e se preocupar que eu fique bem." E aí aconteceu algo que eu nunca esperaria. Quando olhei pra ela pra falar que não precisava se preocupar, que pra isso serviam os irmãos postiços, ela me roubou um beijo. Um beijo curto, rápido, mas intenso.
Depois, ficamos em silêncio de novo, até que eu decidi parar o carro no acostamento e comecei a beijá-la. Ao contrário do que eu pensava, ela correspondeu ao meu beijo. Minutos atrás ela estava mal, e agora a língua dela se encontrava com a minha, brincando com nossas bocas. Foi um beijo tão intenso que os dois estavam ofegantes. Eu achava que não passaria daquilo, mas ela interrompeu o beijo por um segundo, chegou perto do meu ouvido e falou baixinho: "Quero que você seja minha primeira vez."
Essa frase eu nunca vou esquecer. Na hora, olhei pra ela e perguntei de novo se era realmente o que ela queria. E, decidida, ela respondeu que sim, que comigo tinha mais confiança do que com qualquer um, então estava completamente segura.
Olhei pra ela, segurei seu rosto e a beijei com mais paixão do que nunca. Meu sonho ia se realizar naquela noite...
Liguei o carro e fui pro motel mais perto. No caminho, senti a mão dela na minha perna, cada vez mais perto da minha virilha. As ruas passavam e nossa respiração ficava mais intensa. Ninguém falava, só se ouvia o motor do carro.
Quando chegamos, paguei um dos melhores quartos com ela e entramos. Quando chegamos no quarto, estava bem perfumado, com luzes baixas, ideal pra primeira vez de uma mulher.
Ela estava nervosíssima, não me dizia, mas eu percebia pela respiração e pelo olhar.
Mas decidida. Nós dois estávamos parados no pé da cama, nos olhando sem dizer uma palavra, e comecei a tocar os peitos dela, meio trêmulos mas quentinhos, a pele dela sempre macia e gostosa. Ela tava com um vestido preto bem curto, com um decote médio, que mostrava um pouco mas também escondia bastante. Peguei ela pela cintura e, por reflexo, ela se agarrou no meu pescoço; tava convencido de que isso tinha que ser suave, com paciência. Aproximei minha boca do pescoço dela, tão esbelto, tão perfeito. O perfume dela era maravilhoso, queria ficar morando ali. Ela se arrepiava com minha respiração sobre ela, e a respiração dela começava a ficar mais ofegante. Eu já tava bem excitado e me aproximei mais dela, fiz nossos corpos se juntarem pra ela sentir tudo, pra sentir meu pau por cima da roupa pela primeira vez na buceta virgem dela.
Resolvi avançar mais e comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela soltava uns gemidinhos de satisfação. Fui descendo sem deixar um centímetro daquele pescoço lindo sem beijar. Quando cheguei na borda do decote, olhei pra ela, ela me olhou e fez um gesto de aprovação, e aquilo foi meu sinal pra tirar devagar o vestido que tava colado nela. Fiquei pasmo ao ver aqueles peitos que tanto tinha desejado olhando pela janela ao vivo e à minha disposição. Comecei a tocar eles, eram lindos, daqueles peitos naturais que são perfeitos. Já de calcinha na minha frente, ela resolveu tomar a iniciativa e tirou minha camiseta, passando a mão no meu torso todo nu.
Já semi-nus os dois, agarrei ela com força pela bunda, aquela bunda que seria o sonho de qualquer um tocar, dura e muito malhada. Começamos a nos beijar apaixonadamente como se não houvesse amanhã. Eu continuava tocando aquela bunda que, desculpa a insistência, mas é perfeita. Ela tava de fio dental preta e um sutiã branco, fazendo um conjunto lindo no corpo dela.
Depois de gastar nossos lábios nos beijando, levantei ela e deitei ela na cama. Me joguei por cima dela e, entre risadas, continuamos nos beijando, agora deitados, eu por cima. Ela, até que chegou o momento em que decidi tirar o sutiã dela. Depois de um pouco de dificuldade, consegui tirar e finalmente vi aqueles peitos ao ar livre. Era uma das coisas mais lindas que já vi. Uns mamilos rosados de tamanho médio, fiquei louco na hora e comecei a chupá-los, olhando no rosto dela, que olhava para cima de tanto prazer.
Depois de me cansar de chupar tanto aqueles seios que eram inacreditáveis, fui descendo e passei pelo abdômen dela, que era definido, e ela começou a enlouquecer. Passei minha língua pela barriga dela, e ela fazia movimentos subindo e descendo o corpo.
Me aproximei mais do tesouro dela, tinha um cheiro glorioso que nunca vou esquecer. Ela soltava suspiros que já eram gemidos de excitação, mas minha ideia era excitá-la bem, bem antes de tocá-la com meu pau. Ela era minha irmãzinha, e eu queria que ela sofresse o mínimo possível. Comecei a lamber entre as pernas dela, perto da buceta, e ela enlouquecia. Começou a me pedir para fazer dela minha. Ela ficava louca para eu chupar a buceta dela. E então, finalmente, dei o gosto a ela. Tirei rapidamente a calcinha fio dental que estava encharcada de fluidos e tinha na minha frente a buceta virgem mais linda, cuidadosamente depilada por todos os lados, não tinha um único fio de cabelo em lugar nenhum. Comecei dando um beijo nela e depois continuei enfiando a língua naquele tesouro lindo que era virgem e que ela estava me entregando.
— Irmãozinho, continua assim, não para, não para, por favoooor — gritava ela, segurando minha cabeça e agarrando meus cabelos como se tivesse medo de eu sair daquela posição que tanto a excitava. Continuei satisfazendo ela por um tempo assim até que ela teve um orgasmo. Senti todos os líquidos e fluidos dela terminando nos meus lábios e boca. Uma sensação indescritível.
Me levantei, naquele momento beijei ela, e ela respondeu ao beijo como se também quisesse provar os próprios sucos. Ela também se levantou e me deitou de barriga para cima. Eu ainda estava de calças, tirei rápido, junto com a cueca, e meu pau ficou ereto, apontando diretamente para ela. Cara angelical. Meu pau de 20x5 na frente dela e, sem saber muito o que fazer, ela meteu na boca. Que imagem linda da minha irmã enfiando meu membro na boca, com aquela bundinha minúscula, aquela bundinha que me deixava tão louco, pra cima, toda nua.
Depois de um boquete que nunca vou esquecer, peguei ela pela cintura e começamos a nos beijar de novo. Dessa vez, um pouco suados, colados, sentindo os peitos dela contra o meu peito, agarrando a raba dela e abrindo do jeito que eu queria.
Virei ela de bruços e comecei a chupar a bunda dela. Tava vivendo um sonho, chupar aquela bunda que eu tanto desejava, era uma sensação magnífica. Até que finalmente chegou o momento tão esperado: mandei ela deitar de barriga pra cima e me deitei sobre ela. Olhei nos olhos dela e perguntei se tava pronta. Ela sorriu, me beijou e disse que nunca esteve tão segura de nada. Então comecei a brincar com meu pau na entrada da buceta dela, até que penetrei. Ela soltou um gritinho abafado, como se fosse de dor e prazer. Fui enfiando devagar, até entrar tudo. A gente se mexia no ritmo das bombadas que eu dava, que cada vez ficavam mais rápidas. A gente se beijava enquanto eu comia ela, ela mordia minha orelha de leve, tava adorando. A gente fez mais um tempo naquela posição de papai e mamãe, até que montei ela em cima de mim. Ela pulava sem muita experiência, mas eu amava, os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo. Eu segurava a raba dela e ajudava nos movimentos.
Depois de um bom tempo assim, falei que ia gozar, já que não tínhamos camisinha. Ela saiu de cima de mim e, pra minha surpresa, começou a me masturbar. Finalmente gozei e ela chupou tudo, engoliu um monte de porra. A gente ficou abraçado um tempo, pelados, e dormimos. Quando saímos, paguei a conta extra por não respeitar o tempo que tínhamos e fomos embora. Chegamos em casa às 9 da manhã e falamos pros meus pais que tinha ido buscar minha irmã cedo, na casa do namorado.
Tenho mais experiências na piscina. Na cama do papai e da mamãe, e o cuzinho preciado, quando eu entrego aquela rabuda majestosa. Espero os comentários de vocês, quase não tenho pontos porque nunca posto nada, mas vou começar a fazer isso mais vezes. Espero que gostem. Um abraço.
Ela tem 19 anos, típica carinha de quem não quebrou um prato na vida, uns peitos naturais pra idade dela, mas bem grandes. Mas minha perdição é a raba dela. Uma maçã esculpida pelos próprios anjos, não exagero, leitores, é uma das bundas mais perfeitas que já vi na vida. Deve ser por causa do exercício que ela faz todo dia, ela se mantém em forma impecável o ano inteiro. Eu, com um físico normal, nem muito nem pouco, me considero de boa.
Bom, vou parar de encher o saco com descrições e partir pra história.
Tudo começou numa tarde, uma tarde em que ficamos sozinhos em casa porque meus pais saíram. Essa tarde eu lembro pra sempre.
Tava um calorão, porque era pleno janeiro e aqui na Argentina, nessa época, é uma das mais quentes do ano. Vale dizer que em casa temos um jardim bem grande com uma piscina no meio, e minha irmã vivia dentro dela, já que também era período de férias. A janela do meu quarto dá pro jardim, que fica nos fundos da casa, e eu sempre aproveitava pra olhar minha irmã passando protetor solar e tomando sol. A única época do ano que eu podia admirar aquela raba magnífica ao ar livre. Com a fio dental bem enfiada, imaginem as punhetas que eu dedicava só de olhar ela.
Isso acontecia sempre, até que um dia...
Eu tava apreciando aquela paisagem e recebo uma mensagem. Inacreditavelmente, era da minha irmã. Ela sempre ficava com o celular enquanto tomava sol. Antes de abrir, meu coração deu uma virada. Será que ela percebeu? Será que notou que eu tava olhando? Tremendo, abri a mensagem e, pra minha surpresa, ela pedia pra eu descer. Que precisava de mim pra alguma coisa.
Com medo de que ela fosse me falar algo, desci e lá estava ela, na mesma posição de sempre, com a bunda pra cima. Eu parei um pouco. pra apreciar ela melhor sem que ela me visse, e saí.
Eu, nessa altura, imaginem só, tava com o pau duro, dava pra notar bastante, acho que ela percebeu desde o começo.
Quando cheguei onde ela tava, eu de pé e ela deitada de barriga pra baixo, e quando viu que eu tava ali, me pediu se eu podia limpar a piscina um pouco, que queria entrar, aí eu aceitei e comecei a fazer. Depois de uns minutos, já tava terminando quando, sem pensar, fui empurrado por trás pra dentro, minha irmã tinha me empurrado na piscina.
Quando consegui reagir, vi ela parada do lado de fora, toda imensa, usando um biquíni minúsculo, ela só ria e eu só olhava pra ela, besta.
De repente, ela também pulou, e encostados na borda, começamos a conversar sobre tudo um pouco, dos estudos dela, do namorado, e ela mencionou algo que nunca tinha contado pra ninguém: me disse que ainda era virgem. Que o namorado achava que ela não era virgem e não sabia o que fazer sobre isso, porque me contou que o relacionamento deles era tudo baseado em sinceridade e blá blá blá.
Esse dia passou, e na minha cabeça ecoava que minha irmã era virgem, sonhava em ser eu quem a desvirginasse, sonhava em ser eu quem a fizesse mulher pela primeira vez, mas era mais que tudo isso, um sonho, uma utopia.
Conforme os dias passavam, as conversas de tarde com minha irmã ficavam cada vez mais frequentes, e sempre do mesmo jeito, na piscina.
Até que uma noite, eu já tava me preparando pra dormir, minha irmã tava na casa do namorado e eu já me resignava cada vez mais com aquele sonho, mas pra minha surpresa, acabou de chegar uma mensagem da minha irmã perguntando se eu podia buscá-la na casa do namorado, porque tinham discutido. Me vesti rápido, passei um perfume e saí no meu carro.
A viagem era pouco mais de 20 minutos, mas fiz durar 10, já tava preparado pra brigar com o namorado, mas quando tava chegando, minha irmã tava parada na esquina da casa daquele idiota. Ele tinha batido a porta na cara dela, e já era muito tarde, eu tava fervendo de raiva. Quando minha irmã entrou no carro, começou a me contar que tinha terminado porque ele queria se impor o tempo todo com ela, sem se importar com o que ela sentia. Ela chorava, e eu, com as mãos no volante, tentava consolá-la.
Ficamos em silêncio por uns 5 minutos que pareceram horas, até que em um momento ela me disse: "Valeu, mano, por cuidar de mim e se preocupar que eu fique bem." E aí aconteceu algo que eu nunca esperaria. Quando olhei pra ela pra falar que não precisava se preocupar, que pra isso serviam os irmãos postiços, ela me roubou um beijo. Um beijo curto, rápido, mas intenso.
Depois, ficamos em silêncio de novo, até que eu decidi parar o carro no acostamento e comecei a beijá-la. Ao contrário do que eu pensava, ela correspondeu ao meu beijo. Minutos atrás ela estava mal, e agora a língua dela se encontrava com a minha, brincando com nossas bocas. Foi um beijo tão intenso que os dois estavam ofegantes. Eu achava que não passaria daquilo, mas ela interrompeu o beijo por um segundo, chegou perto do meu ouvido e falou baixinho: "Quero que você seja minha primeira vez."
Essa frase eu nunca vou esquecer. Na hora, olhei pra ela e perguntei de novo se era realmente o que ela queria. E, decidida, ela respondeu que sim, que comigo tinha mais confiança do que com qualquer um, então estava completamente segura.
Olhei pra ela, segurei seu rosto e a beijei com mais paixão do que nunca. Meu sonho ia se realizar naquela noite...
Liguei o carro e fui pro motel mais perto. No caminho, senti a mão dela na minha perna, cada vez mais perto da minha virilha. As ruas passavam e nossa respiração ficava mais intensa. Ninguém falava, só se ouvia o motor do carro.
Quando chegamos, paguei um dos melhores quartos com ela e entramos. Quando chegamos no quarto, estava bem perfumado, com luzes baixas, ideal pra primeira vez de uma mulher.
Ela estava nervosíssima, não me dizia, mas eu percebia pela respiração e pelo olhar.
Mas decidida. Nós dois estávamos parados no pé da cama, nos olhando sem dizer uma palavra, e comecei a tocar os peitos dela, meio trêmulos mas quentinhos, a pele dela sempre macia e gostosa. Ela tava com um vestido preto bem curto, com um decote médio, que mostrava um pouco mas também escondia bastante. Peguei ela pela cintura e, por reflexo, ela se agarrou no meu pescoço; tava convencido de que isso tinha que ser suave, com paciência. Aproximei minha boca do pescoço dela, tão esbelto, tão perfeito. O perfume dela era maravilhoso, queria ficar morando ali. Ela se arrepiava com minha respiração sobre ela, e a respiração dela começava a ficar mais ofegante. Eu já tava bem excitado e me aproximei mais dela, fiz nossos corpos se juntarem pra ela sentir tudo, pra sentir meu pau por cima da roupa pela primeira vez na buceta virgem dela.
Resolvi avançar mais e comecei a beijar o pescoço dela, enquanto ela soltava uns gemidinhos de satisfação. Fui descendo sem deixar um centímetro daquele pescoço lindo sem beijar. Quando cheguei na borda do decote, olhei pra ela, ela me olhou e fez um gesto de aprovação, e aquilo foi meu sinal pra tirar devagar o vestido que tava colado nela. Fiquei pasmo ao ver aqueles peitos que tanto tinha desejado olhando pela janela ao vivo e à minha disposição. Comecei a tocar eles, eram lindos, daqueles peitos naturais que são perfeitos. Já de calcinha na minha frente, ela resolveu tomar a iniciativa e tirou minha camiseta, passando a mão no meu torso todo nu.
Já semi-nus os dois, agarrei ela com força pela bunda, aquela bunda que seria o sonho de qualquer um tocar, dura e muito malhada. Começamos a nos beijar apaixonadamente como se não houvesse amanhã. Eu continuava tocando aquela bunda que, desculpa a insistência, mas é perfeita. Ela tava de fio dental preta e um sutiã branco, fazendo um conjunto lindo no corpo dela.
Depois de gastar nossos lábios nos beijando, levantei ela e deitei ela na cama. Me joguei por cima dela e, entre risadas, continuamos nos beijando, agora deitados, eu por cima. Ela, até que chegou o momento em que decidi tirar o sutiã dela. Depois de um pouco de dificuldade, consegui tirar e finalmente vi aqueles peitos ao ar livre. Era uma das coisas mais lindas que já vi. Uns mamilos rosados de tamanho médio, fiquei louco na hora e comecei a chupá-los, olhando no rosto dela, que olhava para cima de tanto prazer.
Depois de me cansar de chupar tanto aqueles seios que eram inacreditáveis, fui descendo e passei pelo abdômen dela, que era definido, e ela começou a enlouquecer. Passei minha língua pela barriga dela, e ela fazia movimentos subindo e descendo o corpo.
Me aproximei mais do tesouro dela, tinha um cheiro glorioso que nunca vou esquecer. Ela soltava suspiros que já eram gemidos de excitação, mas minha ideia era excitá-la bem, bem antes de tocá-la com meu pau. Ela era minha irmãzinha, e eu queria que ela sofresse o mínimo possível. Comecei a lamber entre as pernas dela, perto da buceta, e ela enlouquecia. Começou a me pedir para fazer dela minha. Ela ficava louca para eu chupar a buceta dela. E então, finalmente, dei o gosto a ela. Tirei rapidamente a calcinha fio dental que estava encharcada de fluidos e tinha na minha frente a buceta virgem mais linda, cuidadosamente depilada por todos os lados, não tinha um único fio de cabelo em lugar nenhum. Comecei dando um beijo nela e depois continuei enfiando a língua naquele tesouro lindo que era virgem e que ela estava me entregando.
— Irmãozinho, continua assim, não para, não para, por favoooor — gritava ela, segurando minha cabeça e agarrando meus cabelos como se tivesse medo de eu sair daquela posição que tanto a excitava. Continuei satisfazendo ela por um tempo assim até que ela teve um orgasmo. Senti todos os líquidos e fluidos dela terminando nos meus lábios e boca. Uma sensação indescritível.
Me levantei, naquele momento beijei ela, e ela respondeu ao beijo como se também quisesse provar os próprios sucos. Ela também se levantou e me deitou de barriga para cima. Eu ainda estava de calças, tirei rápido, junto com a cueca, e meu pau ficou ereto, apontando diretamente para ela. Cara angelical. Meu pau de 20x5 na frente dela e, sem saber muito o que fazer, ela meteu na boca. Que imagem linda da minha irmã enfiando meu membro na boca, com aquela bundinha minúscula, aquela bundinha que me deixava tão louco, pra cima, toda nua.
Depois de um boquete que nunca vou esquecer, peguei ela pela cintura e começamos a nos beijar de novo. Dessa vez, um pouco suados, colados, sentindo os peitos dela contra o meu peito, agarrando a raba dela e abrindo do jeito que eu queria.
Virei ela de bruços e comecei a chupar a bunda dela. Tava vivendo um sonho, chupar aquela bunda que eu tanto desejava, era uma sensação magnífica. Até que finalmente chegou o momento tão esperado: mandei ela deitar de barriga pra cima e me deitei sobre ela. Olhei nos olhos dela e perguntei se tava pronta. Ela sorriu, me beijou e disse que nunca esteve tão segura de nada. Então comecei a brincar com meu pau na entrada da buceta dela, até que penetrei. Ela soltou um gritinho abafado, como se fosse de dor e prazer. Fui enfiando devagar, até entrar tudo. A gente se mexia no ritmo das bombadas que eu dava, que cada vez ficavam mais rápidas. A gente se beijava enquanto eu comia ela, ela mordia minha orelha de leve, tava adorando. A gente fez mais um tempo naquela posição de papai e mamãe, até que montei ela em cima de mim. Ela pulava sem muita experiência, mas eu amava, os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo. Eu segurava a raba dela e ajudava nos movimentos.
Depois de um bom tempo assim, falei que ia gozar, já que não tínhamos camisinha. Ela saiu de cima de mim e, pra minha surpresa, começou a me masturbar. Finalmente gozei e ela chupou tudo, engoliu um monte de porra. A gente ficou abraçado um tempo, pelados, e dormimos. Quando saímos, paguei a conta extra por não respeitar o tempo que tínhamos e fomos embora. Chegamos em casa às 9 da manhã e falamos pros meus pais que tinha ido buscar minha irmã cedo, na casa do namorado.
Tenho mais experiências na piscina. Na cama do papai e da mamãe, e o cuzinho preciado, quando eu entrego aquela rabuda majestosa. Espero os comentários de vocês, quase não tenho pontos porque nunca posto nada, mas vou começar a fazer isso mais vezes. Espero que gostem. Um abraço.
15 comentários - Encontro incestuoso com minha meia-irmã
Ya quisiera una hermanastra asi
Espera mas de esta serie de relatos
Salu2 y van puntos
Te los ganaste
Van Puntos.