depois do primeiro anal dela, minha mina teve que continuar gravando cenas. pra sorte dela, só foram vaginais porque o médico falou que ela tava com um rasgo no cu (e não é à toa). eu queria que continuassem fodendo o rabo dela mesmo rasgado, que se foda. porque ainda por cima agora ela queria que eu ficasse com ela quando gravasse as cenas, dizendo que não queria se sentir sozinha... desde que assinou o contrato, tratavam ela com mais desprezo. por isso ela tava doida pra fazerem algo com ela igual da outra vez. como que a putinha podia me pedir pra acompanhar ela?
um dia ligaram pra casa pedindo um "serviço especial" pra minha mina.
- alô?
- oi, somos da produtora. a Marina tá em casa?
- saiu pra fazer compras
- então fala pra ela que amanhã tem uma cena um pouco diferente
- que tipo de diferente?
- ela vai ter que transar com uma mulher
- acho que ela não vai gostar muito
- isso ela resolve com o diretor, mas ele não gosta de ouvir não. que venha às 9:00 no lugar de sempre
- combinado
- tchau
não pintava nada bom pra ela. quando pensei que o diretor não gostava de ouvir não, tive uma ideia: só ia falar que ela tinha outro trabalho, mas não que era com uma mulher.
quando ela chegou das compras com o mario (nosso filho), falei que tinha um recado. o mario tinha que ajudar a mãe porque o cu dela ainda doía. a gente falou que ela tinha operado hemorroida e por isso não conseguia andar direito. inventamos isso porque a marina saía sempre chorando do banheiro de tanta dor pra sentar e de tanto sangue.
- que tipo de recado?
- um trabalho que tão querendo que você faça
- porra, tô cheia do saco. não me deixam nem de licença
tinha que disfarçar na frente do mario, embora um dia ele fosse ter que foder a própria mãe do jeito mais sujo possível. mas pelos vídeos que vi no computador dele, acho que ele não teria nojo de comer uma mulher mais velha. quem sabe se a gente colocar a marina de quatro, ele não vai se importar de meter nela. princípio. Depois, quando estiver no meio do sexo, acho que não vai ligar de ver que é a mãe dele.
No dia seguinte, Marina foi às 9:00, eu iria um pouco mais tarde porque não gostava de esperar enquanto a maquiavam. Quando cheguei às 9:30, já quase tinham terminado, e ela ainda não sabia o que a esperava.
- Porra, se você tivesse se maquiado assim pra mim alguma vez, a gente teria pelo menos 12 filhos
- Cala a boca, idiota, pareço uma puta
- Não parece, você é uma puta
- Juan, querido, não me fala isso
- Se você cobra pra dar, é uma puta, não tinha que ter entrado nessa
Ela não me respondeu mais nada, vestiu a lingerie que a produtora deu. Era um sutiã e uma tanga azul, eu teria adorado arrancar aquilo com a boca. Começaram a gravar, Marina fez uma dança sexy na frente da câmera e a outra garota apareceu. Embora fosse mais nova que ela, dava pra ver que era lésbica de verdade. Tinha cabelo curto e era musculosa, com a barriga tanquinho, eu não dava mais de 25 anos... Naquele momento, pensei em como ia me divertir porque ia destruir ela.
A garota abraçou ela por trás, começou a beijar o pescoço dela e enfiou a mão na frente da tanga pra tocar a buceta dela, parou de beijar o pescoço e disse:
- Você cheira bem, puta
- Que porra é essa? (ela disse)
- Corta!!! (o diretor parecia puto)
- Eu não transo com mulheres
- Você vai fazer o que mandarem, puta!
Deu um tapa nela que até eu senti dor, agarrou ela pelo pescoço e disse, chegando o rosto perto do dela:
- Se não quiser fazer, paga os 365 mil, senão vai se foder
Eu vi o terror nos olhos de Marina. Ela começou a chorar desesperada, acho que agora se sentia uma puta de verdade. Ela foi até a garota, se abraçaram e começaram a se beijar, Marina enfiou um dedo no cu dela.
- Então você gosta de enfiar coisinhas aí atrás. Fica tranquila que vou enfiar tanta coisa aí atrás que você nunca mais vai precisar fazer força pra cagar.
- Não por favor, tô com o cu rasgado, vai doer?
- po, isso só me deixa mais excitada porque eu adoro dominar, e não se preocupa que vou colocar uma mordaça em você pra não gritar. hoje você é minha putinha, nunca tive uma putinha quarentona. e pode ter certeza que vou aproveitar.
depois disso, a mulher empurrou ela e jogou na cama, colocou a buceta na cara dela, deixando ela olhando pros pés da minha mulher, e a Marina não teve escolha senão lamber e seguir o jogo por um tempo.
- cê tá gostando, né, putinha?
- sim, adoro, lambe a minha também
- como assim? eu não chupo buceta de puta! agora me diz quem você é!
- Marina
- não entendeu, foxy, você é minha putinha (deu um soco na barriga dela)
- aaaaaagh (ela perdeu o ar)
- não tô te ouvindo, quer outro?
- sou sua putinha (falou enquanto tossia e tentava recuperar o ar)
- assim que eu gosto, continua chupando até eu gozar.
depois de 10 minutos, ela finalmente gozou, minha mulher já não aguentava mais. a sapatão pegou ela pelo cabelo e começou a dar tapas na cara.
- por que você demorou tanto, filha da puta?
- nunca fiz isso com uma mulher
- então já tá na hora de aprender, lambe meu cu, deixa bem limpinho, foxy.
a garota ficou de quatro, e minha mulher começou a lamber o cu dela, pensei que depois disso não ia beijar ela por um tempo... vi ela meter a língua dentro do cu da garota. a menina tava adorando, e minha mulher tava com cara de nojo.
- gostou do gosto do meu cu, filha da puta?
- sim, amor, amei (falou enquanto se tocava nos mamilos, tinha que ficar bem na câmera)
- você vai ver que isso vai te dar mais prazer do que com homem! tragam a mordaça e o cinto com o consolo! (disse a garota)
Marina arregalou os olhos e me olhou. parecia pedir ajuda, mas não mexi um dedo. se quer alguém pra defendê-la depois de tudo isso, que chame a irmã dela. colocou ela de quatro no chão, e ela foi penetrada na buceta pelo consolo que aquela garota usava preso na cintura. - ummmmh
- sabia que você ia gostar, sua puta de merda
- sim, porra, você tava certa. eu gosto muito, aaaaah, ummmmmh
durante meia hora ela ficou fudendo a buceta da minha mulher, trocando de posição várias vezes. minha esposa achou que ia curtir até que ela levou ela pra um sofá, colocou a mordaça e deitou ela de bruços.
- agora é a vez do seu cu. se você realmente tem um rasgo anal, vai se divertir pra caralho.
- ¡mmmmmh! ¡mmmmmh!
- me fala de um jeito que eu entenda e eu não vou te comer o cu.
Marina tava com a mordaça e não podia falar, então ela se levantou. a garota deu um chute na barriga dela. Marina se curvou, aí a mina pegou minha mulher pelo cabelo, endireitou ela e deu outro chute na buceta dela.
- gata, agora você vai "curtir" de verdade por tentar fugir. eu ia ser carinhosa com você, mas você ferrou tudo. ninguém me desobedece.
- ¡mmmmmmmmh!
Marina balançava a cabeça dizendo não, mas a garota jogou ela no chão, virou ela e colocou de bruços. e começou a foder o cu dela com o cinto-consolo. não sei o que minha mulher tava pensando, mas parecia que não tava gostando. ela tava com os olhos e os punhos fechados. depois de 10 minutos, a garota pegou ela pelo cabelo e esmagou ela contra a parede, continuando a foder o cu dela. Marina chorava e não conseguia falar nada com a mordaça na boca, só soltava uns barulhos que pareciam gritos. depois de um tempo, ela parou de foder, tirou a mordaça e afastou o rosto da minha mulher uns centímetros da parede.
- sabe de uma? eu gostei.
- vai tomar no cu (respondeu Marina, com o rosto cheio de lágrimas e a maquiagem borrada)
- resposta errada.
na hora, ela bateu a cabeça da minha mulher contra a parede, deixando ela meio atordoada com o golpe e caída no chão, nua.
- corta! bravo, improvisação foda. adorei a parte da batida na parede.
...me deixou com um tesão do caralho ver aquela cena, tanto que fui falar com o produtor:
- você podia me fazer um favor? (falei)
- claro, do que se trata?
- eu gosto quando vocês torturam minha mulher desse jeito. Claro, é claro. Você poderia me mandar um DVD com as cenas mais selvagens dela quando o contrato acabar?
- Claro, mas em troca você tem que me arrumar ideias novas. Aqui está meu cartão, quando tiver algo, me liga.
- Combinado, mas a Marina não pode saber de nada. Vai continuar sendo o castigo dela.
- Pode ficar tranquilo, sua mulherzinha tá nos fazendo ganhar muita grana. E espero que com suas ideias a gente ganhe todo mundo... menos ela hahaha.
Voltamos pra casa de carro, a Marina não parava de chorar de dor por causa do desconforto de estar sentada. Além disso, tinha um pequeno corte na sobrancelha por causa da batida na parede.
- E aí, o que achou da sua primeira experiência com uma mulher?
- Você não faz ideia da vergonha que passei, me sinto humilhada.
- Pois pra mim foi tesão puro.
- Você é um filho da puta, como pode gostar de ver sua mulher sendo humilhada?
- Se você tivesse deixado eu te humilhar assim como uma brincadeira sexual, eu não sentiria tanta inveja. Então a culpa é sua.
- E se eu tivesse deixado, o que você teria feito?
- Te comer na frente da sua irmã Mônica, pelo cu e pela boca.
- Nunca deixei porque não sou uma puta.
- Prefere ser a puta de um moleque ou de uma garota que acabou de sair da adolescência do que do seu próprio marido.
Ela baixou a cabeça, sabia que eu tava certo. Tava doido pra ver a próxima cena da minha mulher. Queria saber qual ia ser a próxima loucura que iam inventar, ou que eu ia inventar. Tava começando a gostar de ver ela sendo humilhada. Queria que ela sofresse mais um pouco, ela merecia.
um dia ligaram pra casa pedindo um "serviço especial" pra minha mina.
- alô?
- oi, somos da produtora. a Marina tá em casa?
- saiu pra fazer compras
- então fala pra ela que amanhã tem uma cena um pouco diferente
- que tipo de diferente?
- ela vai ter que transar com uma mulher
- acho que ela não vai gostar muito
- isso ela resolve com o diretor, mas ele não gosta de ouvir não. que venha às 9:00 no lugar de sempre
- combinado
- tchau
não pintava nada bom pra ela. quando pensei que o diretor não gostava de ouvir não, tive uma ideia: só ia falar que ela tinha outro trabalho, mas não que era com uma mulher.
quando ela chegou das compras com o mario (nosso filho), falei que tinha um recado. o mario tinha que ajudar a mãe porque o cu dela ainda doía. a gente falou que ela tinha operado hemorroida e por isso não conseguia andar direito. inventamos isso porque a marina saía sempre chorando do banheiro de tanta dor pra sentar e de tanto sangue.
- que tipo de recado?
- um trabalho que tão querendo que você faça
- porra, tô cheia do saco. não me deixam nem de licença
tinha que disfarçar na frente do mario, embora um dia ele fosse ter que foder a própria mãe do jeito mais sujo possível. mas pelos vídeos que vi no computador dele, acho que ele não teria nojo de comer uma mulher mais velha. quem sabe se a gente colocar a marina de quatro, ele não vai se importar de meter nela. princípio. Depois, quando estiver no meio do sexo, acho que não vai ligar de ver que é a mãe dele.
No dia seguinte, Marina foi às 9:00, eu iria um pouco mais tarde porque não gostava de esperar enquanto a maquiavam. Quando cheguei às 9:30, já quase tinham terminado, e ela ainda não sabia o que a esperava.
- Porra, se você tivesse se maquiado assim pra mim alguma vez, a gente teria pelo menos 12 filhos
- Cala a boca, idiota, pareço uma puta
- Não parece, você é uma puta
- Juan, querido, não me fala isso
- Se você cobra pra dar, é uma puta, não tinha que ter entrado nessa
Ela não me respondeu mais nada, vestiu a lingerie que a produtora deu. Era um sutiã e uma tanga azul, eu teria adorado arrancar aquilo com a boca. Começaram a gravar, Marina fez uma dança sexy na frente da câmera e a outra garota apareceu. Embora fosse mais nova que ela, dava pra ver que era lésbica de verdade. Tinha cabelo curto e era musculosa, com a barriga tanquinho, eu não dava mais de 25 anos... Naquele momento, pensei em como ia me divertir porque ia destruir ela.
A garota abraçou ela por trás, começou a beijar o pescoço dela e enfiou a mão na frente da tanga pra tocar a buceta dela, parou de beijar o pescoço e disse:
- Você cheira bem, puta
- Que porra é essa? (ela disse)
- Corta!!! (o diretor parecia puto)
- Eu não transo com mulheres
- Você vai fazer o que mandarem, puta!
Deu um tapa nela que até eu senti dor, agarrou ela pelo pescoço e disse, chegando o rosto perto do dela:
- Se não quiser fazer, paga os 365 mil, senão vai se foder
Eu vi o terror nos olhos de Marina. Ela começou a chorar desesperada, acho que agora se sentia uma puta de verdade. Ela foi até a garota, se abraçaram e começaram a se beijar, Marina enfiou um dedo no cu dela.
- Então você gosta de enfiar coisinhas aí atrás. Fica tranquila que vou enfiar tanta coisa aí atrás que você nunca mais vai precisar fazer força pra cagar.
- Não por favor, tô com o cu rasgado, vai doer?
- po, isso só me deixa mais excitada porque eu adoro dominar, e não se preocupa que vou colocar uma mordaça em você pra não gritar. hoje você é minha putinha, nunca tive uma putinha quarentona. e pode ter certeza que vou aproveitar.
depois disso, a mulher empurrou ela e jogou na cama, colocou a buceta na cara dela, deixando ela olhando pros pés da minha mulher, e a Marina não teve escolha senão lamber e seguir o jogo por um tempo.
- cê tá gostando, né, putinha?
- sim, adoro, lambe a minha também
- como assim? eu não chupo buceta de puta! agora me diz quem você é!
- Marina
- não entendeu, foxy, você é minha putinha (deu um soco na barriga dela)
- aaaaaagh (ela perdeu o ar)
- não tô te ouvindo, quer outro?
- sou sua putinha (falou enquanto tossia e tentava recuperar o ar)
- assim que eu gosto, continua chupando até eu gozar.
depois de 10 minutos, ela finalmente gozou, minha mulher já não aguentava mais. a sapatão pegou ela pelo cabelo e começou a dar tapas na cara.
- por que você demorou tanto, filha da puta?
- nunca fiz isso com uma mulher
- então já tá na hora de aprender, lambe meu cu, deixa bem limpinho, foxy.
a garota ficou de quatro, e minha mulher começou a lamber o cu dela, pensei que depois disso não ia beijar ela por um tempo... vi ela meter a língua dentro do cu da garota. a menina tava adorando, e minha mulher tava com cara de nojo.
- gostou do gosto do meu cu, filha da puta?
- sim, amor, amei (falou enquanto se tocava nos mamilos, tinha que ficar bem na câmera)
- você vai ver que isso vai te dar mais prazer do que com homem! tragam a mordaça e o cinto com o consolo! (disse a garota)
Marina arregalou os olhos e me olhou. parecia pedir ajuda, mas não mexi um dedo. se quer alguém pra defendê-la depois de tudo isso, que chame a irmã dela. colocou ela de quatro no chão, e ela foi penetrada na buceta pelo consolo que aquela garota usava preso na cintura. - ummmmh
- sabia que você ia gostar, sua puta de merda
- sim, porra, você tava certa. eu gosto muito, aaaaah, ummmmmh
durante meia hora ela ficou fudendo a buceta da minha mulher, trocando de posição várias vezes. minha esposa achou que ia curtir até que ela levou ela pra um sofá, colocou a mordaça e deitou ela de bruços.
- agora é a vez do seu cu. se você realmente tem um rasgo anal, vai se divertir pra caralho.
- ¡mmmmmh! ¡mmmmmh!
- me fala de um jeito que eu entenda e eu não vou te comer o cu.
Marina tava com a mordaça e não podia falar, então ela se levantou. a garota deu um chute na barriga dela. Marina se curvou, aí a mina pegou minha mulher pelo cabelo, endireitou ela e deu outro chute na buceta dela.
- gata, agora você vai "curtir" de verdade por tentar fugir. eu ia ser carinhosa com você, mas você ferrou tudo. ninguém me desobedece.
- ¡mmmmmmmmh!
Marina balançava a cabeça dizendo não, mas a garota jogou ela no chão, virou ela e colocou de bruços. e começou a foder o cu dela com o cinto-consolo. não sei o que minha mulher tava pensando, mas parecia que não tava gostando. ela tava com os olhos e os punhos fechados. depois de 10 minutos, a garota pegou ela pelo cabelo e esmagou ela contra a parede, continuando a foder o cu dela. Marina chorava e não conseguia falar nada com a mordaça na boca, só soltava uns barulhos que pareciam gritos. depois de um tempo, ela parou de foder, tirou a mordaça e afastou o rosto da minha mulher uns centímetros da parede.
- sabe de uma? eu gostei.
- vai tomar no cu (respondeu Marina, com o rosto cheio de lágrimas e a maquiagem borrada)
- resposta errada.
na hora, ela bateu a cabeça da minha mulher contra a parede, deixando ela meio atordoada com o golpe e caída no chão, nua.
- corta! bravo, improvisação foda. adorei a parte da batida na parede.
...me deixou com um tesão do caralho ver aquela cena, tanto que fui falar com o produtor:
- você podia me fazer um favor? (falei)
- claro, do que se trata?
- eu gosto quando vocês torturam minha mulher desse jeito. Claro, é claro. Você poderia me mandar um DVD com as cenas mais selvagens dela quando o contrato acabar?
- Claro, mas em troca você tem que me arrumar ideias novas. Aqui está meu cartão, quando tiver algo, me liga.
- Combinado, mas a Marina não pode saber de nada. Vai continuar sendo o castigo dela.
- Pode ficar tranquilo, sua mulherzinha tá nos fazendo ganhar muita grana. E espero que com suas ideias a gente ganhe todo mundo... menos ela hahaha.
Voltamos pra casa de carro, a Marina não parava de chorar de dor por causa do desconforto de estar sentada. Além disso, tinha um pequeno corte na sobrancelha por causa da batida na parede.
- E aí, o que achou da sua primeira experiência com uma mulher?
- Você não faz ideia da vergonha que passei, me sinto humilhada.
- Pois pra mim foi tesão puro.
- Você é um filho da puta, como pode gostar de ver sua mulher sendo humilhada?
- Se você tivesse deixado eu te humilhar assim como uma brincadeira sexual, eu não sentiria tanta inveja. Então a culpa é sua.
- E se eu tivesse deixado, o que você teria feito?
- Te comer na frente da sua irmã Mônica, pelo cu e pela boca.
- Nunca deixei porque não sou uma puta.
- Prefere ser a puta de um moleque ou de uma garota que acabou de sair da adolescência do que do seu próprio marido.
Ela baixou a cabeça, sabia que eu tava certo. Tava doido pra ver a próxima cena da minha mulher. Queria saber qual ia ser a próxima loucura que iam inventar, ou que eu ia inventar. Tava começando a gostar de ver ela sendo humilhada. Queria que ela sofresse mais um pouco, ela merecia.
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