Afinal, ser distraído pode acabar sendo um pecado.
Digo isso porque às vezes a gente quer procurar algo lá fora, tendo bem do nosso lado.
E digo isso porque foi exatamente o que aconteceu comigo.
Vamos começar.
Sou viciado em lingerie erótica — seja corselet, cinta-liga, fio dental, sutiã, meia de seda, baby doll, etc. Esse vício encontrou eco na minha esposa desde o início do nosso casamento. Ela é uma mulher linda, 1,68m de altura, 49 quilos e um corpo espetacular de 90-60-95, que fica perfeito em qualquer tipo de lingerie.
Ela sempre topou usar tudo que eu comprava, mas só na intimidade. No dia a dia, ela usava os conjuntos de calcinha e sutiã mais comportados e sem graça.
Acho que nada deve ser feito na marra, então aceitava a decisão dela. Mas, a partir das 7h30 da noite, na tranquilidade depois do trabalho, o corpo dela se enfeitava do jeito mais provocante possível. Ela mesma escolhia a roupa da noite, mostrando muito bom gosto.
Na maioria das vezes, ela me acompanhava em lojas especializadas e grandes magazines para escolher e comprar modelos novos, transformando a prova de roupa num verdadeiro show erótico. Várias vezes a gente acabava transando nos provadores, com o silêncio cúmplice das vendedoras, que eu recompensava com gorjetas generosas.
Outras vezes, eu ia sozinho, e isso me servia para convencer algumas vendedoras — claro, só as mais ousadas — a modelar as peças que eu ia comprar, podendo apreciar os corpos gostosos delas sem problema nenhum.
Essa última parte me deu uma ideia para um negócio que talvez eu monte num futuro próximo: "Loja de Lingerie Fina com Manequins Vivos".
Bom, voltando à história: depois de quase dois anos convivendo com esse hobby, Mariana me diz que "decidiu parar de usar qualquer tipo de lingerie que não seja utilitária" e que "é uma decisão definitiva e não negociável". Dessa forma simples, de um dia para o outro me vi com três caixas da mais fina lingerie jogadas no esquecimento, com uma frustração enorme e na mais completa confusão, resolvi guardá-las no fundo do sótão, esperando por momentos melhores. Dizem que "a esperança é a última que morre".
Vou contar pra vocês que desde o começo do nosso casamento, uma jovem mulher trabalha como empregada aqui em casa, a Viviana, uns 25 anos, olhos verdes, pele morena, cabelo curto e preto como carvão, 55 quilos, 1,75m de altura, com um corpão de dar inveja: 98-60-98, que ela sempre tentou esconder com roupas largas e pesadas. Nunca tinha prestado muita atenção nela, mas ela teria um papel enorme na minha vida pessoal e no meu casamento, assumindo tarefas extras que, na hora certa, vou contar.
Mas vamos continuar a história.
Uns meses depois de saber da decisão da minha esposa, por causa do trabalho, cheguei mais cedo em casa do que de costume. Minha esposa ainda não tinha voltado do trabalho e, querendo pregar uma peça na Viviana, entrei em casa sem fazer barulho e fui procurando ela, mas não achei na cozinha, nem na lavanderia, nem na sala. Intrigado, subi pro segundo andar, indo em direção aos quartos, quando ouvi barulhos no sótão. Fui investigar, subi e espiei devagar, ficando impressionado com a visão mais incrível que eu poderia imaginar.
A Viviana estava no meio do sótão, completamente pelada. Meus olhos percorreram o corpo escultural dela, que brilhava com a luz fraca que entrava pelos vitrais do teto. Aos pés dela, as três caixas de lingerie estavam abertas, e nas mãos ela segurava um par de meias pretas com renda de laço. Devagar, ela começou a vestir uma delas. Com calma, levantou uma das pernas longas e torneadas e foi colocando bem devagar o tecido delicado de seda, que percorreu toda a extensão da perna dela, terminando na coxa linda, onde a silicone da renda grudou suavemente. Satisfeita. Com o que foi feito. Continua com a outra perna, fazendo do mesmo jeito. Depois de terminar, fica na frente do espelho de corpo inteiro e dá uma revisada final. É agora que eu curto a visão direta da bunda redonda e perfeita dela, assim como da buceta depilada refletida no espelho.
As meias ficaram perfeitas, soltavam reflexos dourados com os raios de sol batendo nelas.
Ela se abaixa e pega um delicado espartilho preto, que começa a colocar em volta da cinturinha fina. O ajuste é perfeito. Os peitos dela são sustentados a duras penas pelas meias taças e levantados pelo efeito push-up. Ela regula as alças para um ajuste perfeito e prende as meias com as ligas, ajustando ao longo das pernas.
Ela se abaixa de novo e pega uma microtanga de renda preta, vestindo bem devagar. É lindo ver como a tirinha de trás se perde entre as duas massas de carne que formam a bunda mais gostosa que já vi. Tem umas marquinhas brancas finas, que combinam perfeitamente com as tiras da tanga, sinal claro da preferência dela por roupas de banho.
A cinturinha dela é abraçada pelas tiras laterais da tanga, que completa o conjunto divinamente.
Fico babando com a visão. Quanto tempo eu tive essa monumenta de mulher por perto e nem percebi. O que me admira ainda mais é o tesão que ela tem pela lingerie que está usando, porque as mãos dela não param de acariciar uma e outra vez todas as peças que está vestindo. Ela se olha de frente e de costas, ajeita coquetamente a tirinha que some entre as nádegas firmes, se agacha pra ver como fica na buceta depilada. Ajeita os peitos dentro das taças, deixando quase pra fora os bicos durinhos. É um espetáculo que fazia tempo que eu não curtia.
Meu pau reagiu, tá durasso como aço. Fazia um bom tempo que não ficava tão duro assim. a excitação.
Não sei o que fazer, desejo me aproximar dela, tocá-la, beijar seu corpo inteiro, percorrê-lo uma e mil vezes com meus dedos e acabar fazendo amor com ela, chupar aquela buceta linda, colocar suas pernas maravilhosas sobre meus ombros e enfiar meu pau até o fundo da sua vagina, mas quando, armado de coragem, me preparo para sair do meu esconderijo, ouço chegar o carro da minha esposa, que pelo visto também adiantou seu retorno. Viviana se assusta com o barulho que ouviu e, com um gesto de surpresa, se vira na minha direção, e é assim que nossos olhares surpresos se encontram, mas o dela vem acompanhado de um pouco de vergonha e raiva, mas não a deixo dizer nada porque, com um gesto da minha mão, indico que ela fique em silêncio e deixe comigo.
Desço e vou ao encontro da minha esposa, ajudo-a a descer as coisas que trouxe, puxo conversa e a levo para os fundos, distraindo-a o suficiente para que Viviana possa se trocar e retomar suas tarefas.
Ao voltar para casa, a encontramos em plena lida terminando de cozinhar o almoço, seus olhos travessos fogem dos meus, mas seu tratamento continua o mesmo.
Os dias passam e não há oportunidade de conversar, mas no sábado seguinte minha esposa precisa viajar cedo para uma reunião de trabalho e me avisa que estará chegando possivelmente no domingo de manhã, dependendo de como o trabalho se desenrolar. Peço que ela não se apresse e que, se a reunião se estender muito, durma na casa da irmã e viaje mais tranquila no domingo cedo. Ela concorda e me garante que me avisará o que decidir.
No sábado bem cedo, me despeço de Mariana e, assim que ela some de vista, começo a desenvolver meu plano.
Depois de me banhar e já sentado à mesa da cozinha, Viviana me serve o café da manhã de sempre, só que desta vez ela o faz vestida com seu robe. Nos cumprimentamos como todos os dias, mas desta vez a convido para que me acompanha na mesa, ela não quer no começo, mas insisto e ela aceita.
Tomamos café da manhã comentando as notícias que passam na TV, eu tô com um olho na tela e outro no corpo dela, porque a leveza do robe não deixa nada pra imaginação.
Percebo fácil que ela usa só um fio dental minúsculo como pijama, os peitos dela, durinhos e nus por baixo do robe, aparecem claramente. Os bicos dela tão eretos, rodeados pelas auréolas marrons. Quando ela ficou de pé, pude ver como o fio dental é curto, por trás é só uma tirinha, que vira na frente um triângulo minúsculo, cobrindo o mínimo da buceta depilada dela.
Conversando besteiras, terminamos o café e ajudo ela a levantar a mesa, tô nisso quando vejo ela de costas pra mim, não consigo me segurar mais e fico atrás dela, pego as mãos dela e seguro elas sobre a mesa, separadas, e encostando minha boca no ouvido dela, falo com doçura:
- Vivi, como você tá gostosa, sente o efeito que você causa em mim. - enquanto falo isso, coloco meu pau duro entre as nádegas dela, ao mesmo tempo que passo meus lábios pelo pescoço nu dela.
Sinto uma resistênciazinha, que some rápido, ela relaxa e se deixa levar pelas sensações, agora ela cola ainda mais no meu pau, empinando a bunda linda dela.
Esse é o sinal que eu tava esperando.
Tiro o robe dela devagar, que cai nos pés dela, enquanto isso passo meus lábios pelas costas delicadas dela e me delicio com o corpo gostoso dela, só interrompido pelas tiras finas do fio dental, que agora que olho de perto, me parece conhecido.
- Eu conheço esse fio dental - sussurro no ouvido dela.
- Peguei de uma das caixas, me dá muita pena do desperdício - ela sussurra com um tom de pena.
- Concordo com você. Além disso, você usa ele muito melhor. Na sua bunda fica fabuloso - falo isso enquanto acaricio com a ponta dos dedos as nádegas redondas dela.
- Valeu. Mas para de falar e continua com o que você estava fazendo.
Volto a encostar meu pau nas nádegas dela e minhas mãos começam a percorrer o corpo dela.
Acaricio suavemente as costas dela com meus dedos, pressionando de leve, vou dando um massagem gostosa, ela se delicia com as sensações e com movimentos sabidos de quadril encaixa meu pau duro e pelado entre as nádegas dela, onde desaparece de vista.
Meus dedos, que não pararam de percorrer as costas deliciosas dela, descem até chegar no ponto onde nasce aquele rabo incrível.
Pressiono com mais força no cóccix, e seguindo a linha dos quadris faço ela gozar no primeiro orgasmo, que ela acompanha com gritos de prazer.
Depois que acaba, viro ela e tiro com todo carinho aquele fio dental pequenininho.
Faço ela sentar na mesa e me delicio com a visão daquela buceta linda, completamente depilada, o clitóris dela tá duro, e desafiador mostra a cabecinha dele pra cima, me chamando pra beijar e brincar um pouco com ele.
Não me faço de rogado e começo a percorrer com meus lábios a barriga lisa dela, brinco com minha língua no umbigo pequenininho, brinco com os pelinhos pubianos mínimos dela e finalmente desço até o clitóris gostoso dela.
Me delicio com o sabor e curto o cheiro diferente de maçã, ele tá duro e é fácil pegar entre meus lábios e chupar de leve. Minha língua percorre suavemente todo o comprimento dele, pressionando e chupando só o necessário, os suspiros de prazer dela me mostram que tô fazendo certo e continuo.
Minhas mãos percorrem as coxas macias dela e coloco elas nos meus ombros, pra ela ficar mais confortável. Minha mão esquerda, enquanto isso, encontrou a entrada da vagina dela e dois dos meus dedos já tão explorando lá dentro em busca do ponto G dela.
Acho ele e começo a estimular, quase na hora o corpo dela se contorce num segundo e terceiro orgasmos seguidos, ela deitada na mesa se entrega totalmente e me deixa agir do meu jeito.
Aproveitando a pequena morte que acompanha A cada orgasmo, o dedo médio da minha mão direita se posiciona na entrada do cu apertado dela, que ao sentir a leve pressão que faço, relaxa e deixa entrar a primeira falange.
Tiro ele e lubrifico com bastante cuspe e volto pra onde estava, agora entra até o nó e deixo ali por um momento, mas não passa muito tempo até ela começar a apertar ele ritmicamente com o esfíncter, convidando pra ações mais ativas.
Sem esperar mais convite, começo a fazer amor com meu dedo, logo adicionando mais dois. Agora que tem três dentro dela, os movimentos dela viram verdadeiros espasmos de prazer, ela encolhe as pernas contra o peito e, me olhando nos olhos com um desejo profundo, me pede pra meter no cu dela, de frente.
Não faço questão de esperar e direciono minha rola dura pro cu dilatado dela, encaixo e, sem muita cerimônia, enfio até a raiz. Tô vendo o rosto dela se contorcer pela porra enorme que recebe até o fundo do cu, mas logo a careta de dor vira gosto e depois prazer ao sentir meu vai e vem lá dentro.
Fico enfiado na bunda dela por vários minutos, ela se masturba furiosamente com as mãos livres, enquanto eu aperto selvagemente os peitos durinhos dela. Ela vai pro quinto orgasmo e eu consigo segurar minha gozada até dar o sexto pra ela. Não aguento mais e despejo meu leite no fundo do ser dela. Com os últimos gramas de força, levanto ela da mesa e levo até a sala, onde me deito no sofá, mantendo minha rola bem no fundo do ser dela. Ficamos assim deitados por um tempo, curtindo a sensação que vem depois de um bom sexo.
Desde aquele dia, aproveitamos as ausências frequentes da minha esposa pra resgatar do esquecimento as lingeries que ela desprezou.
Viviana se revelou uma manequim perfeita, o corpo dela serve pra usar qualquer tipo de lingerie, desde a mais simples fio dental. desde a mais simples até o mais enfeitado dos corseletes ou bodies.
Começamos a fazer compras, percorrendo meu antigo roteiro de provadores, repetindo as experiências vividas anteriormente com a Mariana.
É uma experiência de arrepiar comprar lingerie pra ela, cada peça é uma nova experiência, que sempre termina numa trepada frenética.
Comecei comprando primeiro lingerie barata, não tão boa quanto as que eram da Mariana, mas ela tá mais do que satisfeita com o que recebe, contanto que depois eu deixe ela desfilar na minha frente e acabe empalando ela pelo cu, boca ou buceta, ou então decore os peitos dela com meus jatos de porra quente.
Ela sugeriu usar lingerie erótica só durante os dias de trabalho em casa, porque prefere deixar as peças aqui no dia de folga dela, até voltar no dia seguinte. Isso pra evitar qualquer mal-entendido na casa dela. Aproveito isso pra curtir o cheiro de mulher no cio que ela deixa impregnado em cada peça, muitas vezes me masturbei em cima das calcinhas, sutiãs e corseletes dela, gozando neles e, depois de decorados com minha porra, fazia ela vestir no dia seguinte. Ela nota os enfeites, mas nunca reclamou, acho que ela curte ainda mais vestir as peças com minhas secreções.
Essa ajudante foi um achado e tanto.
E pensar que eu tava pensando em arrumar uma amante fora. Sem saber a joia que tinha perto de mim.
Digo isso porque às vezes a gente quer procurar algo lá fora, tendo bem do nosso lado.
E digo isso porque foi exatamente o que aconteceu comigo.
Vamos começar.
Sou viciado em lingerie erótica — seja corselet, cinta-liga, fio dental, sutiã, meia de seda, baby doll, etc. Esse vício encontrou eco na minha esposa desde o início do nosso casamento. Ela é uma mulher linda, 1,68m de altura, 49 quilos e um corpo espetacular de 90-60-95, que fica perfeito em qualquer tipo de lingerie.
Ela sempre topou usar tudo que eu comprava, mas só na intimidade. No dia a dia, ela usava os conjuntos de calcinha e sutiã mais comportados e sem graça.
Acho que nada deve ser feito na marra, então aceitava a decisão dela. Mas, a partir das 7h30 da noite, na tranquilidade depois do trabalho, o corpo dela se enfeitava do jeito mais provocante possível. Ela mesma escolhia a roupa da noite, mostrando muito bom gosto.
Na maioria das vezes, ela me acompanhava em lojas especializadas e grandes magazines para escolher e comprar modelos novos, transformando a prova de roupa num verdadeiro show erótico. Várias vezes a gente acabava transando nos provadores, com o silêncio cúmplice das vendedoras, que eu recompensava com gorjetas generosas.
Outras vezes, eu ia sozinho, e isso me servia para convencer algumas vendedoras — claro, só as mais ousadas — a modelar as peças que eu ia comprar, podendo apreciar os corpos gostosos delas sem problema nenhum.
Essa última parte me deu uma ideia para um negócio que talvez eu monte num futuro próximo: "Loja de Lingerie Fina com Manequins Vivos".
Bom, voltando à história: depois de quase dois anos convivendo com esse hobby, Mariana me diz que "decidiu parar de usar qualquer tipo de lingerie que não seja utilitária" e que "é uma decisão definitiva e não negociável". Dessa forma simples, de um dia para o outro me vi com três caixas da mais fina lingerie jogadas no esquecimento, com uma frustração enorme e na mais completa confusão, resolvi guardá-las no fundo do sótão, esperando por momentos melhores. Dizem que "a esperança é a última que morre".
Vou contar pra vocês que desde o começo do nosso casamento, uma jovem mulher trabalha como empregada aqui em casa, a Viviana, uns 25 anos, olhos verdes, pele morena, cabelo curto e preto como carvão, 55 quilos, 1,75m de altura, com um corpão de dar inveja: 98-60-98, que ela sempre tentou esconder com roupas largas e pesadas. Nunca tinha prestado muita atenção nela, mas ela teria um papel enorme na minha vida pessoal e no meu casamento, assumindo tarefas extras que, na hora certa, vou contar.
Mas vamos continuar a história.
Uns meses depois de saber da decisão da minha esposa, por causa do trabalho, cheguei mais cedo em casa do que de costume. Minha esposa ainda não tinha voltado do trabalho e, querendo pregar uma peça na Viviana, entrei em casa sem fazer barulho e fui procurando ela, mas não achei na cozinha, nem na lavanderia, nem na sala. Intrigado, subi pro segundo andar, indo em direção aos quartos, quando ouvi barulhos no sótão. Fui investigar, subi e espiei devagar, ficando impressionado com a visão mais incrível que eu poderia imaginar.
A Viviana estava no meio do sótão, completamente pelada. Meus olhos percorreram o corpo escultural dela, que brilhava com a luz fraca que entrava pelos vitrais do teto. Aos pés dela, as três caixas de lingerie estavam abertas, e nas mãos ela segurava um par de meias pretas com renda de laço. Devagar, ela começou a vestir uma delas. Com calma, levantou uma das pernas longas e torneadas e foi colocando bem devagar o tecido delicado de seda, que percorreu toda a extensão da perna dela, terminando na coxa linda, onde a silicone da renda grudou suavemente. Satisfeita. Com o que foi feito. Continua com a outra perna, fazendo do mesmo jeito. Depois de terminar, fica na frente do espelho de corpo inteiro e dá uma revisada final. É agora que eu curto a visão direta da bunda redonda e perfeita dela, assim como da buceta depilada refletida no espelho.
As meias ficaram perfeitas, soltavam reflexos dourados com os raios de sol batendo nelas.
Ela se abaixa e pega um delicado espartilho preto, que começa a colocar em volta da cinturinha fina. O ajuste é perfeito. Os peitos dela são sustentados a duras penas pelas meias taças e levantados pelo efeito push-up. Ela regula as alças para um ajuste perfeito e prende as meias com as ligas, ajustando ao longo das pernas.
Ela se abaixa de novo e pega uma microtanga de renda preta, vestindo bem devagar. É lindo ver como a tirinha de trás se perde entre as duas massas de carne que formam a bunda mais gostosa que já vi. Tem umas marquinhas brancas finas, que combinam perfeitamente com as tiras da tanga, sinal claro da preferência dela por roupas de banho.
A cinturinha dela é abraçada pelas tiras laterais da tanga, que completa o conjunto divinamente.
Fico babando com a visão. Quanto tempo eu tive essa monumenta de mulher por perto e nem percebi. O que me admira ainda mais é o tesão que ela tem pela lingerie que está usando, porque as mãos dela não param de acariciar uma e outra vez todas as peças que está vestindo. Ela se olha de frente e de costas, ajeita coquetamente a tirinha que some entre as nádegas firmes, se agacha pra ver como fica na buceta depilada. Ajeita os peitos dentro das taças, deixando quase pra fora os bicos durinhos. É um espetáculo que fazia tempo que eu não curtia.
Meu pau reagiu, tá durasso como aço. Fazia um bom tempo que não ficava tão duro assim. a excitação.
Não sei o que fazer, desejo me aproximar dela, tocá-la, beijar seu corpo inteiro, percorrê-lo uma e mil vezes com meus dedos e acabar fazendo amor com ela, chupar aquela buceta linda, colocar suas pernas maravilhosas sobre meus ombros e enfiar meu pau até o fundo da sua vagina, mas quando, armado de coragem, me preparo para sair do meu esconderijo, ouço chegar o carro da minha esposa, que pelo visto também adiantou seu retorno. Viviana se assusta com o barulho que ouviu e, com um gesto de surpresa, se vira na minha direção, e é assim que nossos olhares surpresos se encontram, mas o dela vem acompanhado de um pouco de vergonha e raiva, mas não a deixo dizer nada porque, com um gesto da minha mão, indico que ela fique em silêncio e deixe comigo.
Desço e vou ao encontro da minha esposa, ajudo-a a descer as coisas que trouxe, puxo conversa e a levo para os fundos, distraindo-a o suficiente para que Viviana possa se trocar e retomar suas tarefas.
Ao voltar para casa, a encontramos em plena lida terminando de cozinhar o almoço, seus olhos travessos fogem dos meus, mas seu tratamento continua o mesmo.
Os dias passam e não há oportunidade de conversar, mas no sábado seguinte minha esposa precisa viajar cedo para uma reunião de trabalho e me avisa que estará chegando possivelmente no domingo de manhã, dependendo de como o trabalho se desenrolar. Peço que ela não se apresse e que, se a reunião se estender muito, durma na casa da irmã e viaje mais tranquila no domingo cedo. Ela concorda e me garante que me avisará o que decidir.
No sábado bem cedo, me despeço de Mariana e, assim que ela some de vista, começo a desenvolver meu plano.
Depois de me banhar e já sentado à mesa da cozinha, Viviana me serve o café da manhã de sempre, só que desta vez ela o faz vestida com seu robe. Nos cumprimentamos como todos os dias, mas desta vez a convido para que me acompanha na mesa, ela não quer no começo, mas insisto e ela aceita.
Tomamos café da manhã comentando as notícias que passam na TV, eu tô com um olho na tela e outro no corpo dela, porque a leveza do robe não deixa nada pra imaginação.
Percebo fácil que ela usa só um fio dental minúsculo como pijama, os peitos dela, durinhos e nus por baixo do robe, aparecem claramente. Os bicos dela tão eretos, rodeados pelas auréolas marrons. Quando ela ficou de pé, pude ver como o fio dental é curto, por trás é só uma tirinha, que vira na frente um triângulo minúsculo, cobrindo o mínimo da buceta depilada dela.
Conversando besteiras, terminamos o café e ajudo ela a levantar a mesa, tô nisso quando vejo ela de costas pra mim, não consigo me segurar mais e fico atrás dela, pego as mãos dela e seguro elas sobre a mesa, separadas, e encostando minha boca no ouvido dela, falo com doçura:
- Vivi, como você tá gostosa, sente o efeito que você causa em mim. - enquanto falo isso, coloco meu pau duro entre as nádegas dela, ao mesmo tempo que passo meus lábios pelo pescoço nu dela.
Sinto uma resistênciazinha, que some rápido, ela relaxa e se deixa levar pelas sensações, agora ela cola ainda mais no meu pau, empinando a bunda linda dela.
Esse é o sinal que eu tava esperando.
Tiro o robe dela devagar, que cai nos pés dela, enquanto isso passo meus lábios pelas costas delicadas dela e me delicio com o corpo gostoso dela, só interrompido pelas tiras finas do fio dental, que agora que olho de perto, me parece conhecido.
- Eu conheço esse fio dental - sussurro no ouvido dela.
- Peguei de uma das caixas, me dá muita pena do desperdício - ela sussurra com um tom de pena.
- Concordo com você. Além disso, você usa ele muito melhor. Na sua bunda fica fabuloso - falo isso enquanto acaricio com a ponta dos dedos as nádegas redondas dela.
- Valeu. Mas para de falar e continua com o que você estava fazendo.
Volto a encostar meu pau nas nádegas dela e minhas mãos começam a percorrer o corpo dela.
Acaricio suavemente as costas dela com meus dedos, pressionando de leve, vou dando um massagem gostosa, ela se delicia com as sensações e com movimentos sabidos de quadril encaixa meu pau duro e pelado entre as nádegas dela, onde desaparece de vista.
Meus dedos, que não pararam de percorrer as costas deliciosas dela, descem até chegar no ponto onde nasce aquele rabo incrível.
Pressiono com mais força no cóccix, e seguindo a linha dos quadris faço ela gozar no primeiro orgasmo, que ela acompanha com gritos de prazer.
Depois que acaba, viro ela e tiro com todo carinho aquele fio dental pequenininho.
Faço ela sentar na mesa e me delicio com a visão daquela buceta linda, completamente depilada, o clitóris dela tá duro, e desafiador mostra a cabecinha dele pra cima, me chamando pra beijar e brincar um pouco com ele.
Não me faço de rogado e começo a percorrer com meus lábios a barriga lisa dela, brinco com minha língua no umbigo pequenininho, brinco com os pelinhos pubianos mínimos dela e finalmente desço até o clitóris gostoso dela.
Me delicio com o sabor e curto o cheiro diferente de maçã, ele tá duro e é fácil pegar entre meus lábios e chupar de leve. Minha língua percorre suavemente todo o comprimento dele, pressionando e chupando só o necessário, os suspiros de prazer dela me mostram que tô fazendo certo e continuo.
Minhas mãos percorrem as coxas macias dela e coloco elas nos meus ombros, pra ela ficar mais confortável. Minha mão esquerda, enquanto isso, encontrou a entrada da vagina dela e dois dos meus dedos já tão explorando lá dentro em busca do ponto G dela.
Acho ele e começo a estimular, quase na hora o corpo dela se contorce num segundo e terceiro orgasmos seguidos, ela deitada na mesa se entrega totalmente e me deixa agir do meu jeito.
Aproveitando a pequena morte que acompanha A cada orgasmo, o dedo médio da minha mão direita se posiciona na entrada do cu apertado dela, que ao sentir a leve pressão que faço, relaxa e deixa entrar a primeira falange.
Tiro ele e lubrifico com bastante cuspe e volto pra onde estava, agora entra até o nó e deixo ali por um momento, mas não passa muito tempo até ela começar a apertar ele ritmicamente com o esfíncter, convidando pra ações mais ativas.
Sem esperar mais convite, começo a fazer amor com meu dedo, logo adicionando mais dois. Agora que tem três dentro dela, os movimentos dela viram verdadeiros espasmos de prazer, ela encolhe as pernas contra o peito e, me olhando nos olhos com um desejo profundo, me pede pra meter no cu dela, de frente.
Não faço questão de esperar e direciono minha rola dura pro cu dilatado dela, encaixo e, sem muita cerimônia, enfio até a raiz. Tô vendo o rosto dela se contorcer pela porra enorme que recebe até o fundo do cu, mas logo a careta de dor vira gosto e depois prazer ao sentir meu vai e vem lá dentro.
Fico enfiado na bunda dela por vários minutos, ela se masturba furiosamente com as mãos livres, enquanto eu aperto selvagemente os peitos durinhos dela. Ela vai pro quinto orgasmo e eu consigo segurar minha gozada até dar o sexto pra ela. Não aguento mais e despejo meu leite no fundo do ser dela. Com os últimos gramas de força, levanto ela da mesa e levo até a sala, onde me deito no sofá, mantendo minha rola bem no fundo do ser dela. Ficamos assim deitados por um tempo, curtindo a sensação que vem depois de um bom sexo.
Desde aquele dia, aproveitamos as ausências frequentes da minha esposa pra resgatar do esquecimento as lingeries que ela desprezou.
Viviana se revelou uma manequim perfeita, o corpo dela serve pra usar qualquer tipo de lingerie, desde a mais simples fio dental. desde a mais simples até o mais enfeitado dos corseletes ou bodies.
Começamos a fazer compras, percorrendo meu antigo roteiro de provadores, repetindo as experiências vividas anteriormente com a Mariana.
É uma experiência de arrepiar comprar lingerie pra ela, cada peça é uma nova experiência, que sempre termina numa trepada frenética.
Comecei comprando primeiro lingerie barata, não tão boa quanto as que eram da Mariana, mas ela tá mais do que satisfeita com o que recebe, contanto que depois eu deixe ela desfilar na minha frente e acabe empalando ela pelo cu, boca ou buceta, ou então decore os peitos dela com meus jatos de porra quente.
Ela sugeriu usar lingerie erótica só durante os dias de trabalho em casa, porque prefere deixar as peças aqui no dia de folga dela, até voltar no dia seguinte. Isso pra evitar qualquer mal-entendido na casa dela. Aproveito isso pra curtir o cheiro de mulher no cio que ela deixa impregnado em cada peça, muitas vezes me masturbei em cima das calcinhas, sutiãs e corseletes dela, gozando neles e, depois de decorados com minha porra, fazia ela vestir no dia seguinte. Ela nota os enfeites, mas nunca reclamou, acho que ela curte ainda mais vestir as peças com minhas secreções.
Essa ajudante foi um achado e tanto.
E pensar que eu tava pensando em arrumar uma amante fora. Sem saber a joia que tinha perto de mim.
1 comentários - Tan cerca que no la veia