Mariela, num momento em que o assunto permitiu, começou a prestar mais atenção numa conversa reservada onde Ana confidenciava, enquanto as duas esperavam a saída dos filhos da escola, um deslize no casamento dela. Pelo inusitado da situação, Mariela seguiu a conversa um pouco depois, na cozinha dela, enquanto os filhos de ambas brincavam no pátio do apartamento.
Era um caso de tipo sexual com um cara, e Ana contava pra Mariela que tinha conhecido ele há mais de dois meses, perto do bairro, um dia quando levou o Coco pra cortar o pelo e dar banho. Coco era o cachorro da família na época.
Foi assim, quando foi na veterinária do doutor Gerardo F…, que tinha inaugurado fazia duas semanas, que essa história começa.
Gerardo, que era o nome do veterinário, a conquistou quase na hora, e a conversa deles se estendeu por mais de duas horas, até que Ana foi embora pra casa desejando ele como nunca desejou ninguém na vida.
Pouco tempo depois, virou amante dele, e com dois anos de se conhecerem, ela foi morar em Salta com ele, abandonando de vez o filho Ariel (que hoje tem uns catorze anos) e o marido, chamado Alejandro C.
Mariela me contou essa história que vou contar faz pouco tempo, e me garantiu que nunca mais viu Ana depois da separação do marido. Dizem até que hoje ela tem dois filhos com Gerardo, mas Mariela jura: "Nunca mais soube dela."
Início da história de Gerardo com Ana
Um dia, Ana começou a me contar — por um motivo que não vale a pena lembrar agora — que levou o Coco, doente, no novo veterinário.
E o veterinário, depois de atender ele na parte de cima do negócio, onde também vendia coisas de pet, disse pro ajudante:
"Gustavo, leva o cachorro pra baixo da loja. Vou ter que operar ele. Então atende quem entrar, mas cancela qualquer tipo de assistência da minha parte."
E, olhando pra Ana, disse:
"Quer me acompanhar? Lá embaixo, ele me espera aqui ou vai pra casa dela e depois: eu ligo pra ela
Fiquei uns segundos pensando, conta pra Ana e pra Mariela que era verdade, o veterinário me atraía e tava me deixando bem excitada, mas não podia trair meu marido, porque não era pra ser que, do jeito que ele tinha me pedido pra descer com ele, alguma coisa ele tava tramando
Mas só de pensar nisso, fiquei ainda mais tesuda.
Antes que eu pudesse responder alguma coisa, Gerardo me disse:
Te espero lá embaixo
O filho da puta tava tão confiante que, enquanto se afastava por um corredor onde ficava a escada, eu falei pra assistente dele que me desculpasse, que ia no banheiro.
Desci pra onde ele chamava de consultórios, comentou Ana atrás de Gerardo.
Quando cheguei lá em cima, vi que Gerardo tava me esperando na porta de um quarto.
Quando cheguei perto dele, ele partiu direto pro ataque, se jogando em cima de mim.
Tentei me soltar, mas foi só um instante, ele começou a me beijar no pescoço, coisa que me deixa louca, e sem saber como, a boca dele encontrou a minha e nossas línguas começaram a se misturar.
Entramos numa sala onde Gerardo trancou a porta com o ferrolho, e fomos pra um sofá que tinha lá sem parar de nos beijar.
Gerardo começou a tirar a parte de cima do meu vestido, ficando de boca aberta quando viu o tamanho das minhas tetas.
Ele afastou o sutiã pro lado e começou a chupá-las desesperadamente, como se nunca tivesse visto peito de mulher na vida.
Enquanto Gerardo mamava minhas tetas igual um louco, eu fui desabotoando a camisa dele, acariciando aquele peito lindo e nu. Aí empurrei Gerardo e fiz ele sentar no sofá.
Terminei de tirar a parte de cima do vestido e me aproximei dele, colocando minha mão no pau dele, acariciando por cima da calça, sentindo ele duro como uma rocha.
Fui abaixando o zíper, meti a mão dentro e agarrei aquele pau, puxando pra fora.
Aquele cara tinha um pau bom, nada exagerado, mas maior que a maioria dos que eu tinha visto na vida, porque pra falar a verdade, virgem pro meu casamento eu nunca cheguei
O Gerardo tinha um pau lindo, grosso e grande, onde dava pra ver uma cabeça vermelha que ia me fazer sentir quando me penetrasse, porque meu marido tinha um bem menos ameaçador que esse bruto comedor
Comecei a masturbar o pau dele bem devagar e depois, sabendo que o Gerardo tava morrendo de vontade, me abaixei e meti o pau dele na boca.
Delicadamente, fui chupando só a ponta do pau do Gerardo. Minha língua lambia toda aquela cabecinha vermelha e brilhante, como se fosse uma gatinha bebendo porra, e fui fazendo o pau dele crescer até um tamanho bem considerável.
Aí fui enfiando mais pau na boca, começando um boquete mais acelerado enquanto masturbava ele.
— Ah, Maria, que delícia, você é boa demais — ele disse — continua, mulher, continua
Você sabe chupar que nem a puta da sua mãe! — exclamou o Gerardo entre os suspiros que eu tava provocando com a chupada de pau que tava dando pra ele.
Fiquei feliz que o Gerardo gostou do meu jeito de chupar, já fazia mais de sete anos que eu chupava o pau do meu marido.
Me alegrou saber que minhas artes amatórias não tinham diminuído nada, apesar de estar casada e sem putaria por mais de cinco anos.
Simplesmente agora, de só estar com um homem, eu tava ficando com um tesão que nunca pensei, queria ser aquela puta que os homens comentam em toda reunião, e isso me excitava.
E por isso me esforcei pra dar pro Gerardo o melhor boquete que ele já tinha recebido na vida.
Tão divino que eu tava chupando que o Gerardo não aguentou mais, queria me foder.
Rapidamente terminou de se despir, tirou as calças e me convidou pra subir em cima dele.
Eu aproveitei pra também tirar o vestido e, obedecendo, subi no Gerardo enfiando o pau dele na minha buceta o mais rápido que deu.
Assim que enfiou tudo dentro da minha buceta, comecei a rebolar devagar em cima dele enquanto o Gerardo afastava meu sutiã pro lado e chupava meus peitos. tetas, mordendo meus mamilos que estavam durinhos de tanta excitação.
Não me marca, céu, falei, vai com cuidado.
Aos poucos fui aumentando o ritmo da minha cavalgada na piroca do Gerardo até que em questão de segundos comecei a gozar.
Que maravilha.
Tive que gritar com a chegada do meu orgasmo.
Continuei derramando gozo na piroca dele até ficar exausta, mas antes que eu pudesse me recuperar, o Gerardo mandou eu descer de cima dele.
Assim fiz e enquanto ficava de pé esperando as instruções dele, o Gerardo se colocou atrás de mim e enfiou a piroca dele por trás.
Ele me agarrou pela perna, levantando, e assim, facilitando a penetração da piroca dele naquela posição estranha (era a primeira vez que eu transava de pé sem estar apoiada em nada) e fui metendo e tirando a piroca dele da minha buceta.
Cada vez que ele me penetrava, eu achava que ia morrer de prazer, era evidente que aquele solteirão de ouro era um amante experiente, e ele bem que me fez saber disso.
O Gerardo ficou me comendo por uns dois minutos até que o filho da puta conseguiu me fazer gozar de um jeito absolutamente maravilhoso.
Passaram-se meia hora entre abraços e silêncios prolongados…
E aí um grito lá de cima era o funcionário dele dizendo:
Vou embora, fecho, apago a luz e então não coloco o alarme.
Tchau, até amanhã, doutor.
Era lógico que o cara sabia que a gente tava trepando, mas era educadíssimo e a gente continuou.
Céu, ele me disse, que horas seu marido chega?
Não, ele vinha às dez, geralmente já jantado, então ainda temos quase três horas, amor….
Ele mandou eu tirar o sutiã e deitar no sofá.
Assim fiz e quando achei que ele ia meter a piroca de novo, ele começou a chupar meu cu.
A língua dele começou a brincar como se fosse um dedo, embora isso não demorou a acontecer quando o Gerardo, depois de molhar o dedo com os fluidos da minha buceta, enfiou no meu ânus.
Ele continuou chupando meu clitóris enquanto o dedo dele ia abrindo caminho pelo meu cu, a verdade é que foi Ela era divina, e antes que eu percebesse, o filho da puta conseguiu enfiar um segundo dedo dentro de mim. Aí desconfiei das intenções dele. Eu mal tinha dado o cu umas quatro ou cinco vezes, e nem meu marido tinha me comido por lá — não era virgem, mas tava desocupado.
— Cê não vai querer me comer o cu, né? — perguntei.
— Como não, gata? Tá fervendo, pedindo piroca urgentemente! — ele respondeu.
— Então não... nem pro meu marido eu dei ainda — falei.
— Melhor ainda. Esse aí não sabe te fazer direito... deixa comigo, juro que você vai adorar — sentenciou o Gerardo.
Deixei pra lá enquanto ele continuava masturbando meu cu com os dedos e chupando meu clitóris, porque, sinceramente, ele fazia gostoso pra caralho, e deixei ele seguir, achando que quando tentasse meter a piroca, eu ia parar ele. Mas era o que eu pensava.
Gerardo continuou dedando meu cu, os dedos entravam e saíam já fácil e rápido, e me dava tanto tesão que sentia que ia gozar de novo. Sabendo disso, ele tirou os dedos.
— Mas que porra é essa, maluco? Não para agora! — reclamei.
Mas Gerardo, sem me responder, rapidamente colocou a piroca na entrada do meu cu.
— Falei que não, Gerardo.
— Calma, relaxa e aproveita — foi o que ele respondeu.
Aí ele começou a empurrar pra dentro, e a piroca foi forçando a entrada no meu cu. Tentei impedir, mas foi só um instante, admito, porque Gerardo começou a chupar meus peitos e eu a me esfregar o clitóris enquanto a piroca dele atravessava a entrada apertada do meu cu. E, verdade, não doeu tanto quanto eu pensava — lembrei do bruto que tinha sido um ex. Ele tinha arrombado meu cu no carro, nos bosques de Ezeiza. Saiu um pouco de sangue por um tempo, e depois em casa aliviei a dor com banhos e um creme que minha mãe tinha, não lembro o nome. Por um tempo, sentar doía.
Vamos seguir o relato que me contaram: assim que a ponta da O pau dele tinha conseguido vencer a resistência natural do meu buraco anal, Gerardo esperou uns instantes pra minha bunda se acostumar com a grossura do pau dele.
Quando ele achou que já tinha me dado tempo suficiente, empurrou de novo pra dentro e o pau dele foi entrando no meu cu até enterrar pela metade.
Aí sim que eu senti a dor.
Além disso, poucas vezes eu tinha dado o cu, e nenhuma das picas que tinham me comido tinha o calibre do pau do Gerardo, que realmente tava me machucando.
Para, Gerardo, por favor, para….tá doendo muito, eu implorei
Mas o Gerardo não tava a fim de perder a chance de foder minha bunda.
Vamos, não lutei contra o óbvio, dá pra ver que você adora isso.
Ele tinha um pouco de razão, mesmo doendo, eu gosto de sexo anal, embora não aguente bem a fase inicial da dor, mas depois é maravilhoso sentir uma pica no seu cu.
Devagar, Gerardo foi me comendo e a dor foi passando, dando lugar àquele prazer que só o sexo anal oferece, e comecei a curtir pra caralho.
Gerardo percebeu minha mudança de atitude e começou a acelerar o ritmo, me dando investidas cada vez mais fortes.
Vai, gostosa, chupa seus peitos, Gerardo mandou, e eu obedeci.
Enquanto o filho da puta me fazia gozar como prometeu.
E assim, em uns dois minutos, Gerardo começou a me foder como um touro selvagem, me dando umas pancadas no cu que em outra situação me fariam chorar de dor, mas aquela situação era diferente:
Ele me deixou totalmente excitada, entregue a ele, e como tinha prometido, tava me fazendo um cu delicioso, me dando um prazer que nenhum homem nunca tinha me dado no cu.
Aquilo era maravilhoso, e em poucos segundos comecei a sentir que tava chegando meu segundo orgasmo, o primeiro orgasmo que eu ia sentir dando o cu depois de muito tempo.
Continuei gritando pra ele, falei pro Gerardo, continua, arrebenta meu cu como se eu fosse uma puta.
Que gostoso, que delícia, você manda muito bem, gritei. Depois de um tempo, ouvi ele falar, quase sem voz:
"Você gosta de como eu fodo seu cu, sua putinha?"
"Sim, me come, te dei meu cu, amor, pra você aproveitar e se sentir bem, sou sua puta, amor, sua puta", gritei:
Na mesma hora, quando percebi que ele ia gozar no meu booty:
"Continua, vou gozar, duas gozadas, amor, você me tirou, continua, me machuca, arrebenta meu cu"
"Vai, amor, que eu tô gozando, amor", ouvi ele dizer
E eu, amor, respondi
II
Aquele orgasmo, longo e intenso, me deixou completamente zonza, como já disse, era a primeira vez que eu gozava duas vezes em menos de uma hora.
Amor, falei quando senti o líquido dele escorrendo pelo meu booty, depois de tirar a cock do meu cu:
"Porra, que gozo quente você tem"
Uma besteira dessas só pode ser dita por uma gatinha já entregue de vez, que tinha sentido a foda no cu
E com certeza não seria a última, nem da minha vida, nem daquela tarde-noite.
Passou um tempo, eu tava na vibe de que ele fosse me comer de novo pelo cu
Como o Gerardo tinha previsto, eu gostei tanto de como ele fodeu meu cu, que eu mesma pedi pra ele continuar, mas dessa vez eu montando nele.
Falei pra ele sentar no sofá e subi em cima do Gerardo, de costas pra ele.
Peguei a cock dele e levei até a entrada da minha bunda, e aí fui me deixando cair devagar, aproveitando como aquela yummy cock ia abrindo caminho em mim:
Sentia que meu cu já não tava tão apertado
Depois que enfiei ela toda, comecei a me mexer em cima do Gerardo, primeiro devagar, me deliciando com como aquela pica abria meu cu por completo, como nenhuma cock tinha feito antes.
Aos poucos, fui aumentando o ritmo e a força dos meus quiques na cock do Gerardo.
Em questão de segundos, eu tava trotando na cock dele igual uma louca, igual uma sexy girl desenfreada.
"Louco, sabe, que delícia, que cock boa você tem e como você usa"
"Você me parte, me parte, amor", gritei pro Gerardo.
"Te falei, putinha, que você ia adorar Lindo, cê gosta de como eu te fodo no cu, né? Enquanto eu berrava de tesão:
Cê tem razão, Gerardo, adoro seu pau no meu cu,
Adoro, sim, amo
Grita, me come, arrebenta esse cu que já é seu, Gerardo, igual uma louca, sem me importar se alguém me ouvisse e nos descobrisse.
Mas pra ele não tava nem aí, só ficava se movendo de baixo pra cima
E eu só berrava de prazer
Tanto fazia pra mim, não pensava no meu marido, no meu filho, nem em nada, só queria aproveitar aquele pau ao máximo.
Continuamos trepando assim naquela posição até que Gerardo pegou minhas pernas por debaixo dos joelhos, puxando pra ele, manobra que fez com que eu ficasse totalmente enterrada no pau dele.
Não tava apoiada em nada, meu corpo inteiro descansava no pau do Gerardo através do meu cu, minhas pernas estavam no ar e meus pés procuravam o sofá pra se apoiar, mas sem achar, então a penetração daquele pau na minha bunda ficou muito mais intensa, chegando até os últimos cantinhos do meu cu.
Gerardo começou a me foder naquela posição, de um jeito absolutamente brutal, sem se importar se doía.
Com certeza tava partindo meu cu no meio.
Enquanto Gerardo continuava martelando meu cu com o pau poderoso dele, não demorei pra sentir que um novo orgasmo tava chegando. O terceiro em menos de uma hora e meia.
Tô gozando de novo, falei pra ele
Que bom, Ana, mas esse foi o mais maravilhoso de todos.
E como Gerardo ainda não tinha gozado, fiquei feliz que ele continuasse fodendo minha bunda com força, algo que fez minha gozada durar mais do que eu podia imaginar.
O tempo pareceu eterno e quando Gerardo parecia que ia gozar, ele mandou eu sair de cima dele.
Fiz isso, ele se levantou do sofá e falou: - Vem, gata, se ajoelha. Então enfiou o pau dele na minha boca e mandou eu chupar. Gerardo também ordenou que eu apalpasse meus peitos, e assim, enquanto eu mamava no pau dele, minhas mãos acariciavam meus Peitões grandes, beliscando meus mamilos, algo que aparentemente excitava o Gerardo de ver.
Comecei a chupar o pau dele com gosto, me maravilhando como ele pulsava na minha boca.
Eu sabia o que o Gerardo queria, alguns dos meus ex-namorados já tinham me pedido: gozar na minha cara, na minha boca ou nos meus peitos. Continuei mamando o pau dele, que parecia querer explodir, até que de repente o Gerardo segurou o próprio pau e começou a gozar na minha boca.
A primeira descarga dele foi até o fundo da minha garganta. Depois ele tirou o pau da minha boca e continuou gozando em cima dos meus peitos. Depois que terminou de jogar todo o semen abundante dele na minha boca e nos meus peitos,
Pouco tempo depois, o Gerardo colocou o pau dele entre meus peitos, apertando com as mãos,
E me disse pra fazer uma punheta pra ele.
Então peguei meus peitos e comecei a esfregar o pau dele entre eles, apertando enquanto ele esquentava mais meus peitos no pau que eu esfregava.
Capítulo III
No outro dia, quando tirei um cochilo rápido na minha cama, me masturbei pensando pela primeira vez na relação que ainda não tinha acontecido com aquele homem.
Eu não queria mais continuar enganando meu marido, mas ansiava saber como o Gerardo ia se virar pra tentar me levar pra cama de novo, já que meu cachorro continuava internado.
E o que ele diria quando eu recusasse.
Nada disso aconteceu entre a gente.
Quando no dia seguinte ele me ligou e eu aceitei ir à clínica veterinária dele de novo às quatro da tarde,
Ele me beijou com toda a paixão do mundo e me levou pro quarto.
Sentei na beirada da cama, esperando que ele continuasse tomando a iniciativa.
Por um momento, ele ficou de pé e começou a se despir.
Fez isso de um jeito tão natural que quase achei erótico.
Não era a primeira vez que eu via ele pelado, mas a forma natural como fez, sem pressão e tão desinibido, ajudou meus pensamentos safados.
Ele tinha um corpo gostoso, quase atlético.
Sem barriguinha por As cervejadas e os churrascos.
Peitorais meio definidos.
E quando finalmente tirou a roupa íntima, fiquei completamente hipnotizada no pau dele.
Em algum filme pornô eu tinha visto algo tão grande.
Mas nunca ao natural.
E admito, adorei e fiquei excitada de ver uma rola assim (é essa a palavra) tão grande ao natural.
É óbvio que não perdi tempo medindo; mas posso garantir que aquela maravilha media mais de dezessete centímetros e tinha uma grossura que me impôs bastante respeito, já que dois dias antes eu tinha enfiado na minha buceta.
Cheguei até a exclamar algo assim:
"-Epa, é grande... que grossa que você tem!
Gustavo Gabriel
Almagro
Buenos Aires
Outubro de 2015
Era um caso de tipo sexual com um cara, e Ana contava pra Mariela que tinha conhecido ele há mais de dois meses, perto do bairro, um dia quando levou o Coco pra cortar o pelo e dar banho. Coco era o cachorro da família na época.
Foi assim, quando foi na veterinária do doutor Gerardo F…, que tinha inaugurado fazia duas semanas, que essa história começa.
Gerardo, que era o nome do veterinário, a conquistou quase na hora, e a conversa deles se estendeu por mais de duas horas, até que Ana foi embora pra casa desejando ele como nunca desejou ninguém na vida.
Pouco tempo depois, virou amante dele, e com dois anos de se conhecerem, ela foi morar em Salta com ele, abandonando de vez o filho Ariel (que hoje tem uns catorze anos) e o marido, chamado Alejandro C.
Mariela me contou essa história que vou contar faz pouco tempo, e me garantiu que nunca mais viu Ana depois da separação do marido. Dizem até que hoje ela tem dois filhos com Gerardo, mas Mariela jura: "Nunca mais soube dela."
Início da história de Gerardo com Ana
Um dia, Ana começou a me contar — por um motivo que não vale a pena lembrar agora — que levou o Coco, doente, no novo veterinário.
E o veterinário, depois de atender ele na parte de cima do negócio, onde também vendia coisas de pet, disse pro ajudante:
"Gustavo, leva o cachorro pra baixo da loja. Vou ter que operar ele. Então atende quem entrar, mas cancela qualquer tipo de assistência da minha parte."
E, olhando pra Ana, disse:
"Quer me acompanhar? Lá embaixo, ele me espera aqui ou vai pra casa dela e depois: eu ligo pra ela
Fiquei uns segundos pensando, conta pra Ana e pra Mariela que era verdade, o veterinário me atraía e tava me deixando bem excitada, mas não podia trair meu marido, porque não era pra ser que, do jeito que ele tinha me pedido pra descer com ele, alguma coisa ele tava tramando
Mas só de pensar nisso, fiquei ainda mais tesuda.
Antes que eu pudesse responder alguma coisa, Gerardo me disse:
Te espero lá embaixo
O filho da puta tava tão confiante que, enquanto se afastava por um corredor onde ficava a escada, eu falei pra assistente dele que me desculpasse, que ia no banheiro.
Desci pra onde ele chamava de consultórios, comentou Ana atrás de Gerardo.
Quando cheguei lá em cima, vi que Gerardo tava me esperando na porta de um quarto.
Quando cheguei perto dele, ele partiu direto pro ataque, se jogando em cima de mim.
Tentei me soltar, mas foi só um instante, ele começou a me beijar no pescoço, coisa que me deixa louca, e sem saber como, a boca dele encontrou a minha e nossas línguas começaram a se misturar.
Entramos numa sala onde Gerardo trancou a porta com o ferrolho, e fomos pra um sofá que tinha lá sem parar de nos beijar.
Gerardo começou a tirar a parte de cima do meu vestido, ficando de boca aberta quando viu o tamanho das minhas tetas.
Ele afastou o sutiã pro lado e começou a chupá-las desesperadamente, como se nunca tivesse visto peito de mulher na vida.
Enquanto Gerardo mamava minhas tetas igual um louco, eu fui desabotoando a camisa dele, acariciando aquele peito lindo e nu. Aí empurrei Gerardo e fiz ele sentar no sofá.
Terminei de tirar a parte de cima do vestido e me aproximei dele, colocando minha mão no pau dele, acariciando por cima da calça, sentindo ele duro como uma rocha.
Fui abaixando o zíper, meti a mão dentro e agarrei aquele pau, puxando pra fora.
Aquele cara tinha um pau bom, nada exagerado, mas maior que a maioria dos que eu tinha visto na vida, porque pra falar a verdade, virgem pro meu casamento eu nunca cheguei
O Gerardo tinha um pau lindo, grosso e grande, onde dava pra ver uma cabeça vermelha que ia me fazer sentir quando me penetrasse, porque meu marido tinha um bem menos ameaçador que esse bruto comedor
Comecei a masturbar o pau dele bem devagar e depois, sabendo que o Gerardo tava morrendo de vontade, me abaixei e meti o pau dele na boca.
Delicadamente, fui chupando só a ponta do pau do Gerardo. Minha língua lambia toda aquela cabecinha vermelha e brilhante, como se fosse uma gatinha bebendo porra, e fui fazendo o pau dele crescer até um tamanho bem considerável.
Aí fui enfiando mais pau na boca, começando um boquete mais acelerado enquanto masturbava ele.
— Ah, Maria, que delícia, você é boa demais — ele disse — continua, mulher, continua
Você sabe chupar que nem a puta da sua mãe! — exclamou o Gerardo entre os suspiros que eu tava provocando com a chupada de pau que tava dando pra ele.
Fiquei feliz que o Gerardo gostou do meu jeito de chupar, já fazia mais de sete anos que eu chupava o pau do meu marido.
Me alegrou saber que minhas artes amatórias não tinham diminuído nada, apesar de estar casada e sem putaria por mais de cinco anos.
Simplesmente agora, de só estar com um homem, eu tava ficando com um tesão que nunca pensei, queria ser aquela puta que os homens comentam em toda reunião, e isso me excitava.
E por isso me esforcei pra dar pro Gerardo o melhor boquete que ele já tinha recebido na vida.
Tão divino que eu tava chupando que o Gerardo não aguentou mais, queria me foder.
Rapidamente terminou de se despir, tirou as calças e me convidou pra subir em cima dele.
Eu aproveitei pra também tirar o vestido e, obedecendo, subi no Gerardo enfiando o pau dele na minha buceta o mais rápido que deu.
Assim que enfiou tudo dentro da minha buceta, comecei a rebolar devagar em cima dele enquanto o Gerardo afastava meu sutiã pro lado e chupava meus peitos. tetas, mordendo meus mamilos que estavam durinhos de tanta excitação.
Não me marca, céu, falei, vai com cuidado.
Aos poucos fui aumentando o ritmo da minha cavalgada na piroca do Gerardo até que em questão de segundos comecei a gozar.
Que maravilha.
Tive que gritar com a chegada do meu orgasmo.
Continuei derramando gozo na piroca dele até ficar exausta, mas antes que eu pudesse me recuperar, o Gerardo mandou eu descer de cima dele.
Assim fiz e enquanto ficava de pé esperando as instruções dele, o Gerardo se colocou atrás de mim e enfiou a piroca dele por trás.
Ele me agarrou pela perna, levantando, e assim, facilitando a penetração da piroca dele naquela posição estranha (era a primeira vez que eu transava de pé sem estar apoiada em nada) e fui metendo e tirando a piroca dele da minha buceta.
Cada vez que ele me penetrava, eu achava que ia morrer de prazer, era evidente que aquele solteirão de ouro era um amante experiente, e ele bem que me fez saber disso.
O Gerardo ficou me comendo por uns dois minutos até que o filho da puta conseguiu me fazer gozar de um jeito absolutamente maravilhoso.
Passaram-se meia hora entre abraços e silêncios prolongados…
E aí um grito lá de cima era o funcionário dele dizendo:
Vou embora, fecho, apago a luz e então não coloco o alarme.
Tchau, até amanhã, doutor.
Era lógico que o cara sabia que a gente tava trepando, mas era educadíssimo e a gente continuou.
Céu, ele me disse, que horas seu marido chega?
Não, ele vinha às dez, geralmente já jantado, então ainda temos quase três horas, amor….
Ele mandou eu tirar o sutiã e deitar no sofá.
Assim fiz e quando achei que ele ia meter a piroca de novo, ele começou a chupar meu cu.
A língua dele começou a brincar como se fosse um dedo, embora isso não demorou a acontecer quando o Gerardo, depois de molhar o dedo com os fluidos da minha buceta, enfiou no meu ânus.
Ele continuou chupando meu clitóris enquanto o dedo dele ia abrindo caminho pelo meu cu, a verdade é que foi Ela era divina, e antes que eu percebesse, o filho da puta conseguiu enfiar um segundo dedo dentro de mim. Aí desconfiei das intenções dele. Eu mal tinha dado o cu umas quatro ou cinco vezes, e nem meu marido tinha me comido por lá — não era virgem, mas tava desocupado.
— Cê não vai querer me comer o cu, né? — perguntei.
— Como não, gata? Tá fervendo, pedindo piroca urgentemente! — ele respondeu.
— Então não... nem pro meu marido eu dei ainda — falei.
— Melhor ainda. Esse aí não sabe te fazer direito... deixa comigo, juro que você vai adorar — sentenciou o Gerardo.
Deixei pra lá enquanto ele continuava masturbando meu cu com os dedos e chupando meu clitóris, porque, sinceramente, ele fazia gostoso pra caralho, e deixei ele seguir, achando que quando tentasse meter a piroca, eu ia parar ele. Mas era o que eu pensava.
Gerardo continuou dedando meu cu, os dedos entravam e saíam já fácil e rápido, e me dava tanto tesão que sentia que ia gozar de novo. Sabendo disso, ele tirou os dedos.
— Mas que porra é essa, maluco? Não para agora! — reclamei.
Mas Gerardo, sem me responder, rapidamente colocou a piroca na entrada do meu cu.
— Falei que não, Gerardo.
— Calma, relaxa e aproveita — foi o que ele respondeu.
Aí ele começou a empurrar pra dentro, e a piroca foi forçando a entrada no meu cu. Tentei impedir, mas foi só um instante, admito, porque Gerardo começou a chupar meus peitos e eu a me esfregar o clitóris enquanto a piroca dele atravessava a entrada apertada do meu cu. E, verdade, não doeu tanto quanto eu pensava — lembrei do bruto que tinha sido um ex. Ele tinha arrombado meu cu no carro, nos bosques de Ezeiza. Saiu um pouco de sangue por um tempo, e depois em casa aliviei a dor com banhos e um creme que minha mãe tinha, não lembro o nome. Por um tempo, sentar doía.
Vamos seguir o relato que me contaram: assim que a ponta da O pau dele tinha conseguido vencer a resistência natural do meu buraco anal, Gerardo esperou uns instantes pra minha bunda se acostumar com a grossura do pau dele.
Quando ele achou que já tinha me dado tempo suficiente, empurrou de novo pra dentro e o pau dele foi entrando no meu cu até enterrar pela metade.
Aí sim que eu senti a dor.
Além disso, poucas vezes eu tinha dado o cu, e nenhuma das picas que tinham me comido tinha o calibre do pau do Gerardo, que realmente tava me machucando.
Para, Gerardo, por favor, para….tá doendo muito, eu implorei
Mas o Gerardo não tava a fim de perder a chance de foder minha bunda.
Vamos, não lutei contra o óbvio, dá pra ver que você adora isso.
Ele tinha um pouco de razão, mesmo doendo, eu gosto de sexo anal, embora não aguente bem a fase inicial da dor, mas depois é maravilhoso sentir uma pica no seu cu.
Devagar, Gerardo foi me comendo e a dor foi passando, dando lugar àquele prazer que só o sexo anal oferece, e comecei a curtir pra caralho.
Gerardo percebeu minha mudança de atitude e começou a acelerar o ritmo, me dando investidas cada vez mais fortes.
Vai, gostosa, chupa seus peitos, Gerardo mandou, e eu obedeci.
Enquanto o filho da puta me fazia gozar como prometeu.
E assim, em uns dois minutos, Gerardo começou a me foder como um touro selvagem, me dando umas pancadas no cu que em outra situação me fariam chorar de dor, mas aquela situação era diferente:
Ele me deixou totalmente excitada, entregue a ele, e como tinha prometido, tava me fazendo um cu delicioso, me dando um prazer que nenhum homem nunca tinha me dado no cu.
Aquilo era maravilhoso, e em poucos segundos comecei a sentir que tava chegando meu segundo orgasmo, o primeiro orgasmo que eu ia sentir dando o cu depois de muito tempo.
Continuei gritando pra ele, falei pro Gerardo, continua, arrebenta meu cu como se eu fosse uma puta.
Que gostoso, que delícia, você manda muito bem, gritei. Depois de um tempo, ouvi ele falar, quase sem voz:
"Você gosta de como eu fodo seu cu, sua putinha?"
"Sim, me come, te dei meu cu, amor, pra você aproveitar e se sentir bem, sou sua puta, amor, sua puta", gritei:
Na mesma hora, quando percebi que ele ia gozar no meu booty:
"Continua, vou gozar, duas gozadas, amor, você me tirou, continua, me machuca, arrebenta meu cu"
"Vai, amor, que eu tô gozando, amor", ouvi ele dizer
E eu, amor, respondi
II
Aquele orgasmo, longo e intenso, me deixou completamente zonza, como já disse, era a primeira vez que eu gozava duas vezes em menos de uma hora.
Amor, falei quando senti o líquido dele escorrendo pelo meu booty, depois de tirar a cock do meu cu:
"Porra, que gozo quente você tem"
Uma besteira dessas só pode ser dita por uma gatinha já entregue de vez, que tinha sentido a foda no cu
E com certeza não seria a última, nem da minha vida, nem daquela tarde-noite.
Passou um tempo, eu tava na vibe de que ele fosse me comer de novo pelo cu
Como o Gerardo tinha previsto, eu gostei tanto de como ele fodeu meu cu, que eu mesma pedi pra ele continuar, mas dessa vez eu montando nele.
Falei pra ele sentar no sofá e subi em cima do Gerardo, de costas pra ele.
Peguei a cock dele e levei até a entrada da minha bunda, e aí fui me deixando cair devagar, aproveitando como aquela yummy cock ia abrindo caminho em mim:
Sentia que meu cu já não tava tão apertado
Depois que enfiei ela toda, comecei a me mexer em cima do Gerardo, primeiro devagar, me deliciando com como aquela pica abria meu cu por completo, como nenhuma cock tinha feito antes.
Aos poucos, fui aumentando o ritmo e a força dos meus quiques na cock do Gerardo.
Em questão de segundos, eu tava trotando na cock dele igual uma louca, igual uma sexy girl desenfreada.
"Louco, sabe, que delícia, que cock boa você tem e como você usa"
"Você me parte, me parte, amor", gritei pro Gerardo.
"Te falei, putinha, que você ia adorar Lindo, cê gosta de como eu te fodo no cu, né? Enquanto eu berrava de tesão:
Cê tem razão, Gerardo, adoro seu pau no meu cu,
Adoro, sim, amo
Grita, me come, arrebenta esse cu que já é seu, Gerardo, igual uma louca, sem me importar se alguém me ouvisse e nos descobrisse.
Mas pra ele não tava nem aí, só ficava se movendo de baixo pra cima
E eu só berrava de prazer
Tanto fazia pra mim, não pensava no meu marido, no meu filho, nem em nada, só queria aproveitar aquele pau ao máximo.
Continuamos trepando assim naquela posição até que Gerardo pegou minhas pernas por debaixo dos joelhos, puxando pra ele, manobra que fez com que eu ficasse totalmente enterrada no pau dele.
Não tava apoiada em nada, meu corpo inteiro descansava no pau do Gerardo através do meu cu, minhas pernas estavam no ar e meus pés procuravam o sofá pra se apoiar, mas sem achar, então a penetração daquele pau na minha bunda ficou muito mais intensa, chegando até os últimos cantinhos do meu cu.
Gerardo começou a me foder naquela posição, de um jeito absolutamente brutal, sem se importar se doía.
Com certeza tava partindo meu cu no meio.
Enquanto Gerardo continuava martelando meu cu com o pau poderoso dele, não demorei pra sentir que um novo orgasmo tava chegando. O terceiro em menos de uma hora e meia.
Tô gozando de novo, falei pra ele
Que bom, Ana, mas esse foi o mais maravilhoso de todos.
E como Gerardo ainda não tinha gozado, fiquei feliz que ele continuasse fodendo minha bunda com força, algo que fez minha gozada durar mais do que eu podia imaginar.
O tempo pareceu eterno e quando Gerardo parecia que ia gozar, ele mandou eu sair de cima dele.
Fiz isso, ele se levantou do sofá e falou: - Vem, gata, se ajoelha. Então enfiou o pau dele na minha boca e mandou eu chupar. Gerardo também ordenou que eu apalpasse meus peitos, e assim, enquanto eu mamava no pau dele, minhas mãos acariciavam meus Peitões grandes, beliscando meus mamilos, algo que aparentemente excitava o Gerardo de ver.
Comecei a chupar o pau dele com gosto, me maravilhando como ele pulsava na minha boca.
Eu sabia o que o Gerardo queria, alguns dos meus ex-namorados já tinham me pedido: gozar na minha cara, na minha boca ou nos meus peitos. Continuei mamando o pau dele, que parecia querer explodir, até que de repente o Gerardo segurou o próprio pau e começou a gozar na minha boca.
A primeira descarga dele foi até o fundo da minha garganta. Depois ele tirou o pau da minha boca e continuou gozando em cima dos meus peitos. Depois que terminou de jogar todo o semen abundante dele na minha boca e nos meus peitos,
Pouco tempo depois, o Gerardo colocou o pau dele entre meus peitos, apertando com as mãos,
E me disse pra fazer uma punheta pra ele.
Então peguei meus peitos e comecei a esfregar o pau dele entre eles, apertando enquanto ele esquentava mais meus peitos no pau que eu esfregava.
Capítulo III
No outro dia, quando tirei um cochilo rápido na minha cama, me masturbei pensando pela primeira vez na relação que ainda não tinha acontecido com aquele homem.
Eu não queria mais continuar enganando meu marido, mas ansiava saber como o Gerardo ia se virar pra tentar me levar pra cama de novo, já que meu cachorro continuava internado.
E o que ele diria quando eu recusasse.
Nada disso aconteceu entre a gente.
Quando no dia seguinte ele me ligou e eu aceitei ir à clínica veterinária dele de novo às quatro da tarde,
Ele me beijou com toda a paixão do mundo e me levou pro quarto.
Sentei na beirada da cama, esperando que ele continuasse tomando a iniciativa.
Por um momento, ele ficou de pé e começou a se despir.
Fez isso de um jeito tão natural que quase achei erótico.
Não era a primeira vez que eu via ele pelado, mas a forma natural como fez, sem pressão e tão desinibido, ajudou meus pensamentos safados.
Ele tinha um corpo gostoso, quase atlético.
Sem barriguinha por As cervejadas e os churrascos.
Peitorais meio definidos.
E quando finalmente tirou a roupa íntima, fiquei completamente hipnotizada no pau dele.
Em algum filme pornô eu tinha visto algo tão grande.
Mas nunca ao natural.
E admito, adorei e fiquei excitada de ver uma rola assim (é essa a palavra) tão grande ao natural.
É óbvio que não perdi tempo medindo; mas posso garantir que aquela maravilha media mais de dezessete centímetros e tinha uma grossura que me impôs bastante respeito, já que dois dias antes eu tinha enfiado na minha buceta.
Cheguei até a exclamar algo assim:
"-Epa, é grande... que grossa que você tem!
Gustavo Gabriel
Almagro
Buenos Aires
Outubro de 2015
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