Esclarecimento: Todos os personagens envolvidos em atos sexuais são maiores de idade. Quanto aos demais, as informações são reservadas.
* A partir deste capítulo, podem conter linguagem ofensiva e situações milf (além das sexuais).
- Bah, já falam demais de mim.
Eu estava conversando com a Merrian (não transando, surpreendentemente) sobre os boatos (totalmente verdadeiros) que já metade da universidade sabia. Ela não tinha ficado sabendo por mim, foram as amigas dela que perguntaram e, embora ela não tenha confirmado nem negado, não estava furiosa, nem um pouco. Perguntei se ela se importava.
- Óbvio, querido. Mas não me tira o sono. Falam tanto de mim... ou você acha que não sei como todos os caras daqui me chamam? Me chamam de O Corpo.
Olhei pra ela estranho, ela realmente sabia.
- Tá vendo? - ela se calou por um minuto. - Não escuto ninguém. Vem, que tô com vontade de chupar sua pica.
Como eu disse antes, boquetes me entediavam. Em menos de dois minutos, eu já tinha ela enfiada contra a escada, invadindo a intimidade dela da forma mais safada.
- Ai, me dá mais. Não para, já vou gozar...
Ela cumpriu o prometido, chegando ao clímax. Os movimentos involuntários da buceta dela me fizeram gozar também, mais do que o normal. Quando me retirei dela, pude ver minhas gotas escorrendo entre os lábios da buceta d'O Corpo.
Tinha uma coisa que me intrigava, então aproveitei pra perguntar como ela tinha me deixado derramar minha porra dentro dela: a resposta me deixou meio pensativo:
- Desde que perdi a virgindade, tomo injeção: todo mês vou no centro médico.
Perguntei se ela não tinha medo de ficar estéril:
- Não: já vou ter tempo de me preocupar com isso mais pra frente, querido.
Naquela época, eu tinha entrado no laboratório de orquestra de violões (acho que já falei que tinha um dia livre). As duas primeiras sessões foram só leitura de partituras, até que um dia, enquanto eu afinava meu instrumento, senti alguém falando comigo com uma voz no meio do caminho entre o menino e a mulher.
- Oi, tô fazendo uma atividade. Um churrasco. Você pode ir? Vou te passar o endereço onde vai ser.
Olhei pra onde vinha a voz. Era uma garota miúda, de pele morena, magra e com cara de puta de lixão. O cabelo dela era bem liso e usava óculos grandes. Tinha nos olhos um brilho meio ousado. A roupa, mesmo sendo do tamanho dela, ficava folgada.
- Ahhhh, claro - falei, só pra dizer alguma coisa.
- Valeu - disse ela, e saiu.
Aquele encontro me pareceu estranho. Não conhecia ela de nada e aquela mina me pareceu meio feia. Além disso, ela tinha distribuído convites pra todo mundo, e voltou nos dois dias seguintes: imaginei que tava procurando amigos.
No dia seguinte, vi entrar no laboratório uma garota bonita. Era magra, com uma cintura fina e, pelo que percebi nas sessões seguintes, fã de salto alto. Tinha olhos grandes, boca de lábios bem grossos e sensuais que, quando algo não encaixava, ela franzia num biquinho de menina mimada. Pra completar, era uma típica patricinha.
Chegou com um violão mais largo que a dona. Não costumo ser crítico, mas ela lia melhor do que tocava. Não falou com ninguém e foi embora quieta. Reconheço que gostei dela, era gostosa e, embora não fosse exuberante, de rosto era muito mais bonita que a Merrian.
Naquela noite, bati uma pensando nessa garota.
Por esses dias, formei um dos meus alunos com a frase solene que meu único professor de violão me disse: Não tenho mais nada pra te ensinar. Fiquei com 50 dólares a menos no orçamento, quando a mãe do meu recém-formado me deu 100 a mais.
- Tipo uma liquidação, professor - disse ela.
Quase beijei ela, pra não dizer que comeria. Saí da casa onde dei tantas aulas, em Magdalena del Mar. Fiz planos mentais, que iam de um jantar com a Merrian até um cinema (também com ela).
Meus projetos se espatifaram nas recusas da minha não-sei-o-que-era. A proposta de jantar foi respondida por um "tenho lição de casa"; a de ir num show, "não me deixam"; a do cinema, "vou sair com meus amigos"... isso aqui me fez perguntar:
— Podíamos sair em grupo...
Ela reagiu como se eu tivesse chamado ela de puta.
— Cê é louco? Não rola nada — mudou de expressão e falou —: e se a gente for transar?
Não sei por quê, mas eu explodi. A gente tava no quarto dela e não tinha ninguém na casa. Eu tinha chegado fazia poucos minutos, pra fazer minhas propostas pessoalmente, e a mocinha me mandou tomar no cu.
— Dá pra saber por que a gente não pode sair?
Ela tava linda, vestindo uma minissaia que eu nunca tinha visto, uma blusa decotada. Tinha se maquiado muito bem e escovado o cabelo.
— Escuta bem — ela falou, séria —. Você não é meu namorado, nem meu marido, nem meu amante, nem nada. A gente transa e pronto.
— Claro, devia ter imaginado. Mais ainda, podia ter suspeitado. Mas você nem percebe que...
— O quê? — disse, debochando —. Você se apaixonou por mim?
Senti uma raiva danada. Tava pronto pra vazar, e levantei pra fazer isso, mas ela se plantou na minha frente.
— Você não é pra mim, eu não sou pra você. Fica e a gente continua como até agora.
Tentei desviar dela sem sorte, ela se meteu no caminho e eu quase atropelei ela. Ela ficou encurralada contra a parede onde eu me escondi na primeira vez que cheguei no quarto dela.
Ela jogou os braços no meu pescoço e levantou a perna direita. Por puro instinto, segurei a coxa dela. A gente se beijou com paixão desenfreada, minha maldita pica tava dura.
— Mete em mim — ronronou o Corpo.
Eu baixei um pouco a calça. Empurrei a calcinha da Merrian pro lado pra entrar nela. Ela me recebeu com o gemido de sempre, aquele que eu conhecia tão bem. Aproximei meus lábios do ouvido dela.
— Te amo — falei.
Não tive resposta. Meti nela com meu pau 7 vezes, quando meu clímax pegou nós dois de surpresa. Derramei dentro dela tudo o que podia significar o que a gente teve.
Ela cravou as unhas nas minhas costas. Parece que a surpresa do negócio fez ela gozar também. Eu me retirei de onde uma vez fui tão feliz (a buceta dela, não o quarto). Enquanto eu a via se lavando, enfiando os dedos na pussy, tirando o máximo de sêmen que conseguia, se limpando e arrumando a roupa do melhor jeito que podia, entendi que qualquer tentativa de recuperar o que quer que tivéssemos seria em vão, pelo menos da minha parte: a relação tava condenada.
- A gente continua como até agora? - ela disse sem me olhar, falando com o vazio.
Eu me aproximei da porta dela, abri e, antes de sair, me virei pra ela:
- Não, valeu.
Me afastei da casa dela, percorrendo com os olhos a rua que eu nunca mais veria. Quando cheguei na esquina, virei pra ver se ela aparecia na janela. Contei até 3 segundos...
... e fui pegar meu ônibus.
Continua...
Tive um pequeno problema com a postagem no domingo passado. Não conhecia bem as regras e foi deletado. Os capítulos anteriores (caso vocês estejam começando por este) podem ver no meu perfil (até eu aprender a colocar os links sem que me deletem).
Amanhã, de qualquer forma, posto o capítulo 5, que se chama O aspersor humano: vai ter uma nova co-protagonista. Nos vemos no domingo.
* A partir deste capítulo, podem conter linguagem ofensiva e situações milf (além das sexuais).
- Bah, já falam demais de mim.
Eu estava conversando com a Merrian (não transando, surpreendentemente) sobre os boatos (totalmente verdadeiros) que já metade da universidade sabia. Ela não tinha ficado sabendo por mim, foram as amigas dela que perguntaram e, embora ela não tenha confirmado nem negado, não estava furiosa, nem um pouco. Perguntei se ela se importava.
- Óbvio, querido. Mas não me tira o sono. Falam tanto de mim... ou você acha que não sei como todos os caras daqui me chamam? Me chamam de O Corpo.
Olhei pra ela estranho, ela realmente sabia.
- Tá vendo? - ela se calou por um minuto. - Não escuto ninguém. Vem, que tô com vontade de chupar sua pica.
Como eu disse antes, boquetes me entediavam. Em menos de dois minutos, eu já tinha ela enfiada contra a escada, invadindo a intimidade dela da forma mais safada.
- Ai, me dá mais. Não para, já vou gozar...
Ela cumpriu o prometido, chegando ao clímax. Os movimentos involuntários da buceta dela me fizeram gozar também, mais do que o normal. Quando me retirei dela, pude ver minhas gotas escorrendo entre os lábios da buceta d'O Corpo.
Tinha uma coisa que me intrigava, então aproveitei pra perguntar como ela tinha me deixado derramar minha porra dentro dela: a resposta me deixou meio pensativo:
- Desde que perdi a virgindade, tomo injeção: todo mês vou no centro médico.
Perguntei se ela não tinha medo de ficar estéril:
- Não: já vou ter tempo de me preocupar com isso mais pra frente, querido.
Naquela época, eu tinha entrado no laboratório de orquestra de violões (acho que já falei que tinha um dia livre). As duas primeiras sessões foram só leitura de partituras, até que um dia, enquanto eu afinava meu instrumento, senti alguém falando comigo com uma voz no meio do caminho entre o menino e a mulher.
- Oi, tô fazendo uma atividade. Um churrasco. Você pode ir? Vou te passar o endereço onde vai ser.
Olhei pra onde vinha a voz. Era uma garota miúda, de pele morena, magra e com cara de puta de lixão. O cabelo dela era bem liso e usava óculos grandes. Tinha nos olhos um brilho meio ousado. A roupa, mesmo sendo do tamanho dela, ficava folgada.
- Ahhhh, claro - falei, só pra dizer alguma coisa.
- Valeu - disse ela, e saiu.
Aquele encontro me pareceu estranho. Não conhecia ela de nada e aquela mina me pareceu meio feia. Além disso, ela tinha distribuído convites pra todo mundo, e voltou nos dois dias seguintes: imaginei que tava procurando amigos.
No dia seguinte, vi entrar no laboratório uma garota bonita. Era magra, com uma cintura fina e, pelo que percebi nas sessões seguintes, fã de salto alto. Tinha olhos grandes, boca de lábios bem grossos e sensuais que, quando algo não encaixava, ela franzia num biquinho de menina mimada. Pra completar, era uma típica patricinha.
Chegou com um violão mais largo que a dona. Não costumo ser crítico, mas ela lia melhor do que tocava. Não falou com ninguém e foi embora quieta. Reconheço que gostei dela, era gostosa e, embora não fosse exuberante, de rosto era muito mais bonita que a Merrian.
Naquela noite, bati uma pensando nessa garota.
Por esses dias, formei um dos meus alunos com a frase solene que meu único professor de violão me disse: Não tenho mais nada pra te ensinar. Fiquei com 50 dólares a menos no orçamento, quando a mãe do meu recém-formado me deu 100 a mais.
- Tipo uma liquidação, professor - disse ela.
Quase beijei ela, pra não dizer que comeria. Saí da casa onde dei tantas aulas, em Magdalena del Mar. Fiz planos mentais, que iam de um jantar com a Merrian até um cinema (também com ela).
Meus projetos se espatifaram nas recusas da minha não-sei-o-que-era. A proposta de jantar foi respondida por um "tenho lição de casa"; a de ir num show, "não me deixam"; a do cinema, "vou sair com meus amigos"... isso aqui me fez perguntar:
— Podíamos sair em grupo...
Ela reagiu como se eu tivesse chamado ela de puta.
— Cê é louco? Não rola nada — mudou de expressão e falou —: e se a gente for transar?
Não sei por quê, mas eu explodi. A gente tava no quarto dela e não tinha ninguém na casa. Eu tinha chegado fazia poucos minutos, pra fazer minhas propostas pessoalmente, e a mocinha me mandou tomar no cu.
— Dá pra saber por que a gente não pode sair?
Ela tava linda, vestindo uma minissaia que eu nunca tinha visto, uma blusa decotada. Tinha se maquiado muito bem e escovado o cabelo.
— Escuta bem — ela falou, séria —. Você não é meu namorado, nem meu marido, nem meu amante, nem nada. A gente transa e pronto.
— Claro, devia ter imaginado. Mais ainda, podia ter suspeitado. Mas você nem percebe que...
— O quê? — disse, debochando —. Você se apaixonou por mim?
Senti uma raiva danada. Tava pronto pra vazar, e levantei pra fazer isso, mas ela se plantou na minha frente.
— Você não é pra mim, eu não sou pra você. Fica e a gente continua como até agora.
Tentei desviar dela sem sorte, ela se meteu no caminho e eu quase atropelei ela. Ela ficou encurralada contra a parede onde eu me escondi na primeira vez que cheguei no quarto dela.
Ela jogou os braços no meu pescoço e levantou a perna direita. Por puro instinto, segurei a coxa dela. A gente se beijou com paixão desenfreada, minha maldita pica tava dura.
— Mete em mim — ronronou o Corpo.
Eu baixei um pouco a calça. Empurrei a calcinha da Merrian pro lado pra entrar nela. Ela me recebeu com o gemido de sempre, aquele que eu conhecia tão bem. Aproximei meus lábios do ouvido dela.
— Te amo — falei.
Não tive resposta. Meti nela com meu pau 7 vezes, quando meu clímax pegou nós dois de surpresa. Derramei dentro dela tudo o que podia significar o que a gente teve.
Ela cravou as unhas nas minhas costas. Parece que a surpresa do negócio fez ela gozar também. Eu me retirei de onde uma vez fui tão feliz (a buceta dela, não o quarto). Enquanto eu a via se lavando, enfiando os dedos na pussy, tirando o máximo de sêmen que conseguia, se limpando e arrumando a roupa do melhor jeito que podia, entendi que qualquer tentativa de recuperar o que quer que tivéssemos seria em vão, pelo menos da minha parte: a relação tava condenada.
- A gente continua como até agora? - ela disse sem me olhar, falando com o vazio.
Eu me aproximei da porta dela, abri e, antes de sair, me virei pra ela:
- Não, valeu.
Me afastei da casa dela, percorrendo com os olhos a rua que eu nunca mais veria. Quando cheguei na esquina, virei pra ver se ela aparecia na janela. Contei até 3 segundos...
... e fui pegar meu ônibus.
Continua...
Tive um pequeno problema com a postagem no domingo passado. Não conhecia bem as regras e foi deletado. Os capítulos anteriores (caso vocês estejam começando por este) podem ver no meu perfil (até eu aprender a colocar os links sem que me deletem).
Amanhã, de qualquer forma, posto o capítulo 5, que se chama O aspersor humano: vai ter uma nova co-protagonista. Nos vemos no domingo.
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