Capítulo 2:
Voltamos do colégio e a Mayra vai tomar banho, pergunto pra Susy se precisa de ajuda e ela me pede pra descascar as batatas pra fazer batata frita, fico do lado dela e começo a descascar batatas, ela faz os filés à milanesa e a gente conversa, - filho, tão doendo suas bolas? - como você sabe se eu não te falei nada? - é normal, Cris, te acontecer isso se você não gozar, acontece com os homens -, e que no dia que eu gozar não vai doer mais, perguntei. Sem ela perceber, comecei a olhar pra ela de novo, ela tá tão gostosa, tá com a camisola que ela sempre dorme depois do banho, já se preparando pra noite, comecei a olhar bem e dava pra ver a ponta do mamilo marcando e alguma coisa transparente na calcinha fio dental que ela tava usando, e de novo senti a pica dura, tentei apoiar na pia pra ela não perceber e não consegui.
- Cris, de novo, filho? Assim não dá, não consegue se controlar, amor. - não, mãe, não sei o que acontece, sobe sozinha sem querer. - vai pro sofá e fica quieto, eu termino aqui. - ela falou e eu fui ver TV enquanto ela terminava, nisso aparece a Mayra saindo do banho já pronta pra dormir também, com um short bem apertado e a regatinha que ela dorme, curtinha, deixando a barriguinha de fora,
é gostoso ver ela assim, qualquer um ficaria excitado só de olhar, com 19 anos tem um corpo perfeito, uma bunda pequena, dura e empinada, e com esses peitos bem formados e redondos, olhei ela passar pra cozinha pra ajudar a mãe na comida, eu sozinho no sofá sentado podia ver as duas de onde tava, fui tomar banho antes de jantar e no chão vejo a calcinha fio dental branca da minha mãe jogada, peguei e vi que tinha aquela mancha de hoje à tarde e não sei por que, mas cheirei e tinha um cheiro estranho e tava úmida naquela parte, morria de vontade de passar a língua mas não tive coragem, então tomei banho rápido e saí, vejo elas conversando mas não escuto nada e elas riem juntas, e nisso me chamam pra jantar.
Comemos tranquilos, conversando sobre coisas, como a gente ia viajar de férias logo e os dias pareciam que iam ser muito bonitos na praia, me tocou lavar a louça naquela noite. Susy e Mayra foram ver TV enquanto eu limpava, quando terminei fui com elas e sentei do lado da Mayra, minha mãe sempre senta na poltrona dela sozinha, elas estavam vendo um filme meio romântico, então só sentei pra ver porque era meio chato pra mim, mas numa cena aparecem duas minas peladas e isso me animou, então me ajeitei melhor e prestei mais atenção quando entra uma terceira e elas começam a se beijar, uh de novo sinto meu pau duro e dessa vez dava pra perceber mais porque depois do banho nunca uso cueca, assim durmo melhor, só tava com um short de futebol que uso pra dormir.
Susy sentada na minha frente me olhou e falou de novo, Cris, é tipo a quinta vez que você fica duro hoje, controla esse boneco, disse e caiu na risada. Mayra do meu lado olhou de repente pro meu volume e também riu e me deu um tapa bem na ponta do pau que doeu pra caralho, eu agarrei o membro e quase chorei de dor.
— Não, Mayra, como você vai bater bem aí, ainda mais do jeito que ele tá, pode machucar — disse a mãe.
— Desculpa, Cris, me deu vontade, hahaha, vi e não pensei, foi uma brincadeira, me perdoa se te machuquei — falou Mayra.
— Tá de boa, já passa, não foi nada — respondi.
— Mayra, apaga a luz, deixa só a do abajur pra ficar mais escuro na sala e dar pra ver melhor a TV — pediu minha mãe pra minha irmã. Eu não entendi por que ela pediu, mas depois entendi.
Passaram vários minutos e o filme cada vez ficava mais quente, as cenas não eram só de minas se beijando, mas também tinha sexo de casais ou minas com dois caras, pena que não dava pra ver como metiam, só os peitos das mulheres, mas pra mim era um pornô com a tesão que eu tava. Nisso, minha mãe fala comigo e pergunta se ainda tava doendo o pinto.
— Tá doendo onde a Mayra bateu.
— Faz uma coisa, filho, abaixa o short e deixa ele solto, até porque o quarto tá escuro e ninguém vê nada, assim não aperta o short e a dor passa.
— Tem certeza, mãe? Mas aparece e fico com vergonha de vocês estarem aqui.
— Qual é, filho, cê acha que sua mãe nunca viu uma? Já já"—disse Mayra rindo—"e você, mocinha, acho que já viu uma."—disse Susy pra Mayra, falando do namorado que ela teve um ano atrás, e nisso todo mundo caiu na risada, não era segredo que minha irmã já tinha transado com o namorado dela.
Aproveitei aquele momento de risada e levantei, baixei o short quase até o chão, me senti super livre, como nunca. Sentei de novo do lado da Mayra com o pau durasso, mas coloquei a mão na frente como se estivesse me escondendo pra ninguém ver. O filme tava rolando com cenas cada vez mais eróticas e de vez em quando eu passava a mão no comprimento do meu pau, tentando que ninguém percebesse, mas me enganei.
—Mãe, esse aqui tá se masturbando do meu lado—disse minha irmã.—Cris, cuidado com o que você faz, pode sujar a Mayra ou as coisas, filho, se controla, por favor.
Mayra tentou me dar outro tapa, mas dessa vez fui mais rápido e peguei a mão dela bem antes de ela conseguir me bater, e não é que eu deixei a mão dela apoiada no meu pau, com a minha mão por cima da dela, sem deixar ela tirar por causa do movimento.—Ai, neném, você tá com ele duro que nem pedra, Cris. Olha, mãe, ainda faz a puta pegar nele.—Cristian, solta a mão da sua irmã, manda ela te soltar, não se descontrola.—Mãe, ele vai se machucar do jeito que tá, vem, pega nele você.
—Nisso, vejo minha mãe levantar, vir na minha direção, se abaixar quase colocando a cara no meu peito, pegar no meu pau e apertar.—Filho, você tá muito duro, sério, não sabe como se tocar sozinho? Assim você tira essa porra que tá guardada, coração.—Não, mãe, o que eu te falei, nunca me masturbei antes, não sei como se faz, nunca saiu nada também.
Sentir a mão quente da Susy no comprimento do meu pau me causou coisas que nunca senti, uma vontade de foder do caralho.—Por que você não vai se deitar?—ela disse—assim você se acalma e para de pensar besteira. Obedeci, levantei do sofá, vesti o short e fui me deitar, fiquei de bruços tentando a ereção baixar. Daqui a pouco, sinto a porta abrir e sabia que a Mayra vinha dormir.
Fingi que tava dormindo e me virei pra olhar ela de novo. Antes de deitar, ela liga o ventilador e se deita. Olhando pra parede, de costas pra mim, esperei um pouco e levantei pra ir no banheiro. Quando passei pela porta do quarto da mamãe, vi ela arrumando a cama e se abaixando pra guardar os chinelos, e pude ver aquela bunda gostosa do jeito que imaginei, com a tanguinha bem enfiada na racha, quase sumindo entre as nádegas, só dava pra ver uma tirinha preta. Fiquei olhando um pouco, me fiz de besta e segui pro banheiro.
Quando saí, a ereção não baixava. Deitei de novo de barriga pra baixo, tentando dar um jeito, mas era em vão. Olhei pra Mayra, levantei e deitei do lado dela, igual fiz à tarde. Primeiro fiquei de barriga pra cima, meio que vendo como ia ser, quando senti que ela se ajeitou pra me dar espaço, aproveitei e virei, abracei ela pela cintura. Tentei encostar sem acordar ela, e com a mão fui subindo devagar até chegar debaixo dos peitos. Senti onde eles começavam, fiquei doido, nunca tinha tocado uns peitos, ainda mais os da minha irmã, e o tesão me deixou no limite da loucura.
Fazia tudo sem acordar ela, quase toquei no biquinho durinho, mas não tive coragem. Esperei mais um pouco e tentei puxar o short dela pra baixo. Vi a tira da calcinha aparecendo e continuei, deixando quase metade da bunda dela de fora. Aí encostei ela de novo com mais força, dessa vez tentando acertar bem na racha, e consegui. Que prazer sentir aquela parte tão quentinha no meu pau. Fiquei assim um tempão, tentando sentir tudo que podia. Quando senti que ela se mexia, parei, puxei a calça dela de volta do jeito que dava e abracei ela pra dormir sem acordar, pra ela não ficar brava, e acabei dormindo.
Já era de manhã quando acordei com a mamãe me chamando, ela entrou no quarto pra levantar a gente. Me olhou e não disse nada, e aí percebi que tava duro de novo. Levantei, fui no banheiro, lavei o rosto e fui tomar café com a mamãe. Daqui a pouco a Mayra apareceu e a gente tomou café junto, uns mates bem gostosos. Quando terminamos, a Susy tinha que ir fazer as compras, porque à noite a gente já ia pra praia. pra passar as férias, então com a Mayra a gente ia ter que limpar a casa toda pra deixar tudo arrumado antes de ir. Aí eu fiquei com o quarto e a Mayra com o da mãe. Quando terminei, fui até onde ela tava pra falar que ia limpar a cozinha, entrei e vi ela de costas — que lindo que fica aquele short tão enfiado na bunda dela. Tava morrendo de vontade de chegar e encostar tudo. Chamei ela e me aproximei mais, aí vi que ela tava com uma coisa na mão.
— Olha, Cris, o que achei na gaveta da mamãe.
Olhei e era um consolo vermelho de silicone — sei porque já vi tanta página pornô, haha.
— É bem grande — Mayra falou, e levou a ponta do consolo na boca, deu um beijo e enfiou um pouco, como se tivesse chupando. Ah, vendo aquilo, meu pau subiu na hora. Sentei na beira da cama e falei:
— Não é tão grande não, é do tamanho do meu.
— Haha, é sim, irmãozinho, conta outra piada.
Levantei e segurei meu pau por cima do short. Como não tava de cueca, marcava o comprimento inteiro.
— Não sei, teria que ver se é igual a isso que eu tenho na mão.
Levantei e baixei o short de uma vez, deixando meu pau no ar pra ela ver. Aquilo me deixava louco, mostrar ele pra Mayra. Ela sentou na cama, pegou o consolo e colocou bem do lado do meu pau, como se tivesse medindo.
— Tá bem, Cris, é do mesmo tamanho. Não mentiu, mas o seu é mais grosso, acho.
— Você teria que colocar ele na boca, igual fez com aquele, pra medir direito — falei.
— Haha, menino, seria teu sonho uma mina te chupar, haha.
— Não seria meu sonho se você me chupasse, que é diferente.
Quando ouviu isso, Mayra levantou, guardou o consolo na gaveta onde tava e disse pra gente ir limpar a sala e a cozinha. Fui atrás dela, ainda com o pau duro.
Já terminei de limpar o que era minha parte, então fui pro sofá ver TV. Nisso, a Susy chega das compras, larga tudo, tira os sapatos e vai pro quarto dela. Quando volta, só tava vestindo uma regatinha meio comprida que batia na bunda, tapando bem onde termina. Ela começa a guardar as coisas que comprou e, de vez em quando, se abaixava. e eu do sofão não parei de olhar pra ela, de vez em quando via aquela tanga vermelha enfiada até no meio da racha, use a palavra: pussy, então fui devagarzinho com ela e quando ela se abaixa pra pegar alguma coisa, me coloquei bem atrás dela encostando, quase peguei na cintura dela pra encaixar melhor, mas não tive coragem e fiz como se tivesse abraçando ela.
Susy se levantou e deixou eu abraçar ela melhor por trás, passei minhas mãos pela barriguinha dela deixando elas ali, ela deixou, mas tirou rápido e se separou de mim, se virou e olhou pro meu volume duro. — Filho, não dá pra andar com o pau duro o dia inteiro, por que não faz o que eu te falei? Assim você se acalma um pouco. — Vai pra sala e fala pra Mayra te dar uns exercícios pra praticar. — Ok, não te incomodo mais, desculpa. — falei me fazendo de ofendido. — Não me incomoda, filho, só que me dá agonia te ver com o membro assim duro toda hora. Vai com a Mayra e aprende pra render bem. — Falei pra mamãe que você me desse uns exercícios pra praticar enquanto termina de limpar. — Senta aí, já te passo uns pra fazer e depois corrijo.
Mas deixa eu ver a TV porque tão passando os clipes de música que eu gosto. — Ah, mas eu ia ver o jogo agora enquanto estudo. — Não, neném, ou estuda ou vê TV, não dá pra fazer os dois. — Te aposto uma coisa: se eu acertar os problemas, eu vejo; se errar, você vê, quer? — Ok, dale, vou te detonar com os exercícios então, haha. E me deu dois que eu tentei fazer rápido, e quando a Mayra corrige, ela fala que os dois tão errados, então liga a TV e fica vendo os clipes enquanto canta e dança um pouco de vez em quando. Não tava saindo nada, não entendia como fazia, então chamei a Mayra e pedi pra ela explicar como era. Dessa vez tentei fazer outra aposta e falei: se eu acertar, o que eu ganho agora, já que você ganhou a TV de mim? — O que você quer jogar, cara? Se vai perder de novo, haha. — Se eu acertar, você dança assim, mas mais sexy, me rebola pra mim, haha. — Ok, dale, do mesmo jeito você não entende e vai errar, haha. E terminei e pedi pra mamãe corrigir pra Mayra não encher o saco se eu acertasse. fazia direitinho e a Susy me deu um beijo na bochecha me parabenizando que eu tinha feito perfeito, vou com a Mayra e mostro pra ela, e a mamãe da cozinha grita que tavam bem feitos, é tua vez de cumprir irmãzinha haha. -senta e olha porque você ganhou e eu cumpro. -ela aumentou o volume da TV e começou a se mexer igual no vídeo,
e eu comecei a ficar excitado olhando ela mexer a raba e as tetinhas pulando, meu pau endureceu de novo, ela levantava a regatinha deixando a barriga de fora, quase encostava a raba na minha cara sem parar de rebolar, não aguentei e passei a mão bem na bunda, que prazer que me deu. -que que cê tá fazendo, mermão? não mexe no que não é teu, olha mas não toca, sério. -desculpa, me tentei, Mayra, é que você me deixa muito tesudo te vendo assim. -cê acha certo, Cris, que seja sua irmã que te excita? -olha e não toca, hein. -desculpa, continua mais um pouco e não te incomodo mais, mas posso te pedir uma coisa sem você ficar brava? -o que você quer? -enquanto você dança, mostra um pouco da calcinha que você tá usando, só isso, só um pouquinho. -ela aumentou mais o volume e continuou dançando ao ouvir a música tão alta
a Susy veio pra sala e viu a Mayra dançando e eu olhando pra ela, então sentou do meu lado pra curtir os movimentos da Mayra, ela mexia a raba como ninguém, passava a mão pelo corpo todo, eu consegui ver como os biquinhos dos peitos apareciam por baixo da regatinha e ela pegou no short e começou a abaixar devagar, eu não tirava os olhos daquela raba e a Susy só olhava, não entendia o que tava rolando mas não falava nada, e a Mayra continuava na dela, abaixando um pouco mais, quase deixando a bunda no ar, e levantava de novo rápido em cada movimento, como fica bem nela aquela calcinha tão pequenininha, ela abaixou o short todo, quase nos pés deixou, mostrando pra gente a bunda linda dela, eu morria de vontade de passar a mão mas sabia que iam ficar bravas comigo, então só olhei, quando terminou a Susy aplaudiu a dança dela e eu fiz a mesma coisa.
Não conseguia fazer o pau baixar, então disfarcei o máximo que pude e não levantei do sofá, mas me chamaram pra comer, então fui com o volume ali Tava. Mamãe e Mayra já não falavam nada ao me ver assim.
— Cris, abaixa o short, amor, faz mal ficar apertando o pau assim. Até porque a gente tá sentado, não vai aparecer nada.
Aí eu obedeci a mamãe e tirei o short de vez, sentando na cadeira. Dava pra ver como ela e a Mayra me olharam quando eu tirei, e trocaram olhares entre si.
Voltamos do colégio e a Mayra vai tomar banho, pergunto pra Susy se precisa de ajuda e ela me pede pra descascar as batatas pra fazer batata frita, fico do lado dela e começo a descascar batatas, ela faz os filés à milanesa e a gente conversa, - filho, tão doendo suas bolas? - como você sabe se eu não te falei nada? - é normal, Cris, te acontecer isso se você não gozar, acontece com os homens -, e que no dia que eu gozar não vai doer mais, perguntei. Sem ela perceber, comecei a olhar pra ela de novo, ela tá tão gostosa, tá com a camisola que ela sempre dorme depois do banho, já se preparando pra noite, comecei a olhar bem e dava pra ver a ponta do mamilo marcando e alguma coisa transparente na calcinha fio dental que ela tava usando, e de novo senti a pica dura, tentei apoiar na pia pra ela não perceber e não consegui.
- Cris, de novo, filho? Assim não dá, não consegue se controlar, amor. - não, mãe, não sei o que acontece, sobe sozinha sem querer. - vai pro sofá e fica quieto, eu termino aqui. - ela falou e eu fui ver TV enquanto ela terminava, nisso aparece a Mayra saindo do banho já pronta pra dormir também, com um short bem apertado e a regatinha que ela dorme, curtinha, deixando a barriguinha de fora,
é gostoso ver ela assim, qualquer um ficaria excitado só de olhar, com 19 anos tem um corpo perfeito, uma bunda pequena, dura e empinada, e com esses peitos bem formados e redondos, olhei ela passar pra cozinha pra ajudar a mãe na comida, eu sozinho no sofá sentado podia ver as duas de onde tava, fui tomar banho antes de jantar e no chão vejo a calcinha fio dental branca da minha mãe jogada, peguei e vi que tinha aquela mancha de hoje à tarde e não sei por que, mas cheirei e tinha um cheiro estranho e tava úmida naquela parte, morria de vontade de passar a língua mas não tive coragem, então tomei banho rápido e saí, vejo elas conversando mas não escuto nada e elas riem juntas, e nisso me chamam pra jantar.
Comemos tranquilos, conversando sobre coisas, como a gente ia viajar de férias logo e os dias pareciam que iam ser muito bonitos na praia, me tocou lavar a louça naquela noite. Susy e Mayra foram ver TV enquanto eu limpava, quando terminei fui com elas e sentei do lado da Mayra, minha mãe sempre senta na poltrona dela sozinha, elas estavam vendo um filme meio romântico, então só sentei pra ver porque era meio chato pra mim, mas numa cena aparecem duas minas peladas e isso me animou, então me ajeitei melhor e prestei mais atenção quando entra uma terceira e elas começam a se beijar, uh de novo sinto meu pau duro e dessa vez dava pra perceber mais porque depois do banho nunca uso cueca, assim durmo melhor, só tava com um short de futebol que uso pra dormir.
Susy sentada na minha frente me olhou e falou de novo, Cris, é tipo a quinta vez que você fica duro hoje, controla esse boneco, disse e caiu na risada. Mayra do meu lado olhou de repente pro meu volume e também riu e me deu um tapa bem na ponta do pau que doeu pra caralho, eu agarrei o membro e quase chorei de dor.
— Não, Mayra, como você vai bater bem aí, ainda mais do jeito que ele tá, pode machucar — disse a mãe.
— Desculpa, Cris, me deu vontade, hahaha, vi e não pensei, foi uma brincadeira, me perdoa se te machuquei — falou Mayra.
— Tá de boa, já passa, não foi nada — respondi.
— Mayra, apaga a luz, deixa só a do abajur pra ficar mais escuro na sala e dar pra ver melhor a TV — pediu minha mãe pra minha irmã. Eu não entendi por que ela pediu, mas depois entendi.
Passaram vários minutos e o filme cada vez ficava mais quente, as cenas não eram só de minas se beijando, mas também tinha sexo de casais ou minas com dois caras, pena que não dava pra ver como metiam, só os peitos das mulheres, mas pra mim era um pornô com a tesão que eu tava. Nisso, minha mãe fala comigo e pergunta se ainda tava doendo o pinto.
— Tá doendo onde a Mayra bateu.
— Faz uma coisa, filho, abaixa o short e deixa ele solto, até porque o quarto tá escuro e ninguém vê nada, assim não aperta o short e a dor passa.
— Tem certeza, mãe? Mas aparece e fico com vergonha de vocês estarem aqui.
— Qual é, filho, cê acha que sua mãe nunca viu uma? Já já"—disse Mayra rindo—"e você, mocinha, acho que já viu uma."—disse Susy pra Mayra, falando do namorado que ela teve um ano atrás, e nisso todo mundo caiu na risada, não era segredo que minha irmã já tinha transado com o namorado dela.
Aproveitei aquele momento de risada e levantei, baixei o short quase até o chão, me senti super livre, como nunca. Sentei de novo do lado da Mayra com o pau durasso, mas coloquei a mão na frente como se estivesse me escondendo pra ninguém ver. O filme tava rolando com cenas cada vez mais eróticas e de vez em quando eu passava a mão no comprimento do meu pau, tentando que ninguém percebesse, mas me enganei.
—Mãe, esse aqui tá se masturbando do meu lado—disse minha irmã.—Cris, cuidado com o que você faz, pode sujar a Mayra ou as coisas, filho, se controla, por favor.
Mayra tentou me dar outro tapa, mas dessa vez fui mais rápido e peguei a mão dela bem antes de ela conseguir me bater, e não é que eu deixei a mão dela apoiada no meu pau, com a minha mão por cima da dela, sem deixar ela tirar por causa do movimento.—Ai, neném, você tá com ele duro que nem pedra, Cris. Olha, mãe, ainda faz a puta pegar nele.—Cristian, solta a mão da sua irmã, manda ela te soltar, não se descontrola.—Mãe, ele vai se machucar do jeito que tá, vem, pega nele você.
—Nisso, vejo minha mãe levantar, vir na minha direção, se abaixar quase colocando a cara no meu peito, pegar no meu pau e apertar.—Filho, você tá muito duro, sério, não sabe como se tocar sozinho? Assim você tira essa porra que tá guardada, coração.—Não, mãe, o que eu te falei, nunca me masturbei antes, não sei como se faz, nunca saiu nada também.
Sentir a mão quente da Susy no comprimento do meu pau me causou coisas que nunca senti, uma vontade de foder do caralho.—Por que você não vai se deitar?—ela disse—assim você se acalma e para de pensar besteira. Obedeci, levantei do sofá, vesti o short e fui me deitar, fiquei de bruços tentando a ereção baixar. Daqui a pouco, sinto a porta abrir e sabia que a Mayra vinha dormir.
Fingi que tava dormindo e me virei pra olhar ela de novo. Antes de deitar, ela liga o ventilador e se deita. Olhando pra parede, de costas pra mim, esperei um pouco e levantei pra ir no banheiro. Quando passei pela porta do quarto da mamãe, vi ela arrumando a cama e se abaixando pra guardar os chinelos, e pude ver aquela bunda gostosa do jeito que imaginei, com a tanguinha bem enfiada na racha, quase sumindo entre as nádegas, só dava pra ver uma tirinha preta. Fiquei olhando um pouco, me fiz de besta e segui pro banheiro.
Quando saí, a ereção não baixava. Deitei de novo de barriga pra baixo, tentando dar um jeito, mas era em vão. Olhei pra Mayra, levantei e deitei do lado dela, igual fiz à tarde. Primeiro fiquei de barriga pra cima, meio que vendo como ia ser, quando senti que ela se ajeitou pra me dar espaço, aproveitei e virei, abracei ela pela cintura. Tentei encostar sem acordar ela, e com a mão fui subindo devagar até chegar debaixo dos peitos. Senti onde eles começavam, fiquei doido, nunca tinha tocado uns peitos, ainda mais os da minha irmã, e o tesão me deixou no limite da loucura.
Fazia tudo sem acordar ela, quase toquei no biquinho durinho, mas não tive coragem. Esperei mais um pouco e tentei puxar o short dela pra baixo. Vi a tira da calcinha aparecendo e continuei, deixando quase metade da bunda dela de fora. Aí encostei ela de novo com mais força, dessa vez tentando acertar bem na racha, e consegui. Que prazer sentir aquela parte tão quentinha no meu pau. Fiquei assim um tempão, tentando sentir tudo que podia. Quando senti que ela se mexia, parei, puxei a calça dela de volta do jeito que dava e abracei ela pra dormir sem acordar, pra ela não ficar brava, e acabei dormindo.
Já era de manhã quando acordei com a mamãe me chamando, ela entrou no quarto pra levantar a gente. Me olhou e não disse nada, e aí percebi que tava duro de novo. Levantei, fui no banheiro, lavei o rosto e fui tomar café com a mamãe. Daqui a pouco a Mayra apareceu e a gente tomou café junto, uns mates bem gostosos. Quando terminamos, a Susy tinha que ir fazer as compras, porque à noite a gente já ia pra praia. pra passar as férias, então com a Mayra a gente ia ter que limpar a casa toda pra deixar tudo arrumado antes de ir. Aí eu fiquei com o quarto e a Mayra com o da mãe. Quando terminei, fui até onde ela tava pra falar que ia limpar a cozinha, entrei e vi ela de costas — que lindo que fica aquele short tão enfiado na bunda dela. Tava morrendo de vontade de chegar e encostar tudo. Chamei ela e me aproximei mais, aí vi que ela tava com uma coisa na mão.
— Olha, Cris, o que achei na gaveta da mamãe.
Olhei e era um consolo vermelho de silicone — sei porque já vi tanta página pornô, haha.
— É bem grande — Mayra falou, e levou a ponta do consolo na boca, deu um beijo e enfiou um pouco, como se tivesse chupando. Ah, vendo aquilo, meu pau subiu na hora. Sentei na beira da cama e falei:
— Não é tão grande não, é do tamanho do meu.
— Haha, é sim, irmãozinho, conta outra piada.
Levantei e segurei meu pau por cima do short. Como não tava de cueca, marcava o comprimento inteiro.
— Não sei, teria que ver se é igual a isso que eu tenho na mão.
Levantei e baixei o short de uma vez, deixando meu pau no ar pra ela ver. Aquilo me deixava louco, mostrar ele pra Mayra. Ela sentou na cama, pegou o consolo e colocou bem do lado do meu pau, como se tivesse medindo.
— Tá bem, Cris, é do mesmo tamanho. Não mentiu, mas o seu é mais grosso, acho.
— Você teria que colocar ele na boca, igual fez com aquele, pra medir direito — falei.
— Haha, menino, seria teu sonho uma mina te chupar, haha.
— Não seria meu sonho se você me chupasse, que é diferente.
Quando ouviu isso, Mayra levantou, guardou o consolo na gaveta onde tava e disse pra gente ir limpar a sala e a cozinha. Fui atrás dela, ainda com o pau duro.
Já terminei de limpar o que era minha parte, então fui pro sofá ver TV. Nisso, a Susy chega das compras, larga tudo, tira os sapatos e vai pro quarto dela. Quando volta, só tava vestindo uma regatinha meio comprida que batia na bunda, tapando bem onde termina. Ela começa a guardar as coisas que comprou e, de vez em quando, se abaixava. e eu do sofão não parei de olhar pra ela, de vez em quando via aquela tanga vermelha enfiada até no meio da racha, use a palavra: pussy, então fui devagarzinho com ela e quando ela se abaixa pra pegar alguma coisa, me coloquei bem atrás dela encostando, quase peguei na cintura dela pra encaixar melhor, mas não tive coragem e fiz como se tivesse abraçando ela.
Susy se levantou e deixou eu abraçar ela melhor por trás, passei minhas mãos pela barriguinha dela deixando elas ali, ela deixou, mas tirou rápido e se separou de mim, se virou e olhou pro meu volume duro. — Filho, não dá pra andar com o pau duro o dia inteiro, por que não faz o que eu te falei? Assim você se acalma um pouco. — Vai pra sala e fala pra Mayra te dar uns exercícios pra praticar. — Ok, não te incomodo mais, desculpa. — falei me fazendo de ofendido. — Não me incomoda, filho, só que me dá agonia te ver com o membro assim duro toda hora. Vai com a Mayra e aprende pra render bem. — Falei pra mamãe que você me desse uns exercícios pra praticar enquanto termina de limpar. — Senta aí, já te passo uns pra fazer e depois corrijo.
Mas deixa eu ver a TV porque tão passando os clipes de música que eu gosto. — Ah, mas eu ia ver o jogo agora enquanto estudo. — Não, neném, ou estuda ou vê TV, não dá pra fazer os dois. — Te aposto uma coisa: se eu acertar os problemas, eu vejo; se errar, você vê, quer? — Ok, dale, vou te detonar com os exercícios então, haha. E me deu dois que eu tentei fazer rápido, e quando a Mayra corrige, ela fala que os dois tão errados, então liga a TV e fica vendo os clipes enquanto canta e dança um pouco de vez em quando. Não tava saindo nada, não entendia como fazia, então chamei a Mayra e pedi pra ela explicar como era. Dessa vez tentei fazer outra aposta e falei: se eu acertar, o que eu ganho agora, já que você ganhou a TV de mim? — O que você quer jogar, cara? Se vai perder de novo, haha. — Se eu acertar, você dança assim, mas mais sexy, me rebola pra mim, haha. — Ok, dale, do mesmo jeito você não entende e vai errar, haha. E terminei e pedi pra mamãe corrigir pra Mayra não encher o saco se eu acertasse. fazia direitinho e a Susy me deu um beijo na bochecha me parabenizando que eu tinha feito perfeito, vou com a Mayra e mostro pra ela, e a mamãe da cozinha grita que tavam bem feitos, é tua vez de cumprir irmãzinha haha. -senta e olha porque você ganhou e eu cumpro. -ela aumentou o volume da TV e começou a se mexer igual no vídeo,
e eu comecei a ficar excitado olhando ela mexer a raba e as tetinhas pulando, meu pau endureceu de novo, ela levantava a regatinha deixando a barriga de fora, quase encostava a raba na minha cara sem parar de rebolar, não aguentei e passei a mão bem na bunda, que prazer que me deu. -que que cê tá fazendo, mermão? não mexe no que não é teu, olha mas não toca, sério. -desculpa, me tentei, Mayra, é que você me deixa muito tesudo te vendo assim. -cê acha certo, Cris, que seja sua irmã que te excita? -olha e não toca, hein. -desculpa, continua mais um pouco e não te incomodo mais, mas posso te pedir uma coisa sem você ficar brava? -o que você quer? -enquanto você dança, mostra um pouco da calcinha que você tá usando, só isso, só um pouquinho. -ela aumentou mais o volume e continuou dançando ao ouvir a música tão alta
a Susy veio pra sala e viu a Mayra dançando e eu olhando pra ela, então sentou do meu lado pra curtir os movimentos da Mayra, ela mexia a raba como ninguém, passava a mão pelo corpo todo, eu consegui ver como os biquinhos dos peitos apareciam por baixo da regatinha e ela pegou no short e começou a abaixar devagar, eu não tirava os olhos daquela raba e a Susy só olhava, não entendia o que tava rolando mas não falava nada, e a Mayra continuava na dela, abaixando um pouco mais, quase deixando a bunda no ar, e levantava de novo rápido em cada movimento, como fica bem nela aquela calcinha tão pequenininha, ela abaixou o short todo, quase nos pés deixou, mostrando pra gente a bunda linda dela, eu morria de vontade de passar a mão mas sabia que iam ficar bravas comigo, então só olhei, quando terminou a Susy aplaudiu a dança dela e eu fiz a mesma coisa.
Não conseguia fazer o pau baixar, então disfarcei o máximo que pude e não levantei do sofá, mas me chamaram pra comer, então fui com o volume ali Tava. Mamãe e Mayra já não falavam nada ao me ver assim.
— Cris, abaixa o short, amor, faz mal ficar apertando o pau assim. Até porque a gente tá sentado, não vai aparecer nada.
Aí eu obedeci a mamãe e tirei o short de vez, sentando na cadeira. Dava pra ver como ela e a Mayra me olharam quando eu tirei, e trocaram olhares entre si.
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