Pidiendo ayuda ( mi mama y mi hermana ) capitulo 2

Capítulo 2:

Voltamos do colégio e a Mayra vai tomar banho, pergunto pra Susy se ela precisa de ajuda e ela me pede pra descascar as batatas pra fazer batata frita, fico do lado dela e começo a descascar batatas, ela faz os filés à milanesa e a gente conversa, - filho, tão doendo suas bolas? - como você sabe se eu não te falei nada? - é normal, Cris, te acontecer isso se você não gozar, acontece com os homens -, e que no dia que eu gozar não vai doer mais, perguntei. Sem ela perceber, comecei a olhar pra ela de novo, ela tá tão gostosa, vestiu a camisola que usa sempre pra dormir depois do banho, já se preparando pra noite, comecei a olhar bem e dava pra ver a ponta do mamilo marcando e alguma coisa transparente na calcinha fio dental que ela tava usando, e de novo senti a pica dura, tentei apoiar ela na pia pra ela não perceber e não consegui.
- Cris, de novo, filho? Assim não dá, não consegue se controlar, amor. - não, mãe, não sei o que acontece comigo, sobe sozinha sem querer. - vai pro sofá e fica quieto, eu termino aqui. - ela falou e eu fui ver TV enquanto ela terminava, nisso aparece a Mayra saindo do banho já pronta pra dormir também, com um short bem apertado e a camisetinha que ela usa pra dormir, curtinha, deixando a barriguinha de fora,

é gostoso ver ela assim, qualquer um ficaria de pau duro só de olhar, com 19 anos tem um corpo perfeito, uma bunda pequena, dura e empinada, e com esses peitos bem formados e redondos, olhei ela passar pra cozinha pra ajudar a mãe na comida, eu sozinho no sofá sentado podia ver as duas de onde tava, fui tomar banho antes de jantar e no chão vejo a calcinha fio dental branca da minha mãe jogada, peguei ela e vi que tinha aquela mancha de hoje à tarde e não sei por que mas cheirei ela e tinha um cheiro estranho e sentia aquela parte úmida, morria de vontade de passar a língua mas não tive coragem, então tomei banho rápido e saí, vejo elas conversando mas não escuto nada e elas riem entre si, e nisso me chamam pra jantar.

Comemos tranquilos, conversando sobre coisas, como logo a gente ia viajar de férias e os dias pareciam que iam ser muito lindos na praia, me tocou lavar a louça naquela noite. Susy e Mayra foram assistir TV enquanto eu limpava, quando terminei fui com elas e sentei do lado da Mayra, minha mãe sempre senta no sofá dela sozinha, elas estavam vendo um filme meio romântico então só sentei pra ver porque era meio chato pra mim, mas numa cena aparece duas minas peladas e isso me agradou então me acomodei melhor e prestei mais atenção quando entra uma terceira e elas começam a se beijar, uh de novo sinto meu pau duro e dessa vez dava pra perceber um pouco mais porque depois do banho nunca uso cueca, assim durmo melhor, só tava com um short de futebol que uso pra dormir.

Susy sentada na minha frente me olhou e falou de novo Cris é tipo a quinta vez que você fica duro hoje, controla esse boneco, disse e caiu na risada, Mayra do meu lado olhou de repente pro meu volume e também riu e me deu um tapa bem na ponta do pau que doeu pra caralho e eu agarrei o membro e quase chorei de dor.
— Não Mayra, como você vai bater bem aí, ainda mais do jeito que ele tá, pode machucar. — disse a mãe.
— Desculpa Cris, me deu vontade hahaha vi e não resisti, foi uma brincadeira, me perdoa se te machuquei. — falou Mayra.

Já foi, falei, já passa, não é nada.
— Mayra apaga a luz, deixa só a do abajur pra ficar mais escuro na sala e ver melhor a TV. — pediu minha mãe pra minha irmã, eu não entendi por que ela pediu, mas depois sim.

Passaram vários minutos e o filme cada vez ficava mais quente, as cenas não eram só minas se beijando, mas também tinha sexo de casais ou minas com dois caras, pena que não dava pra ver como metiam, só os peitos das mulheres, mas pra mim era um pornô com a tesão que eu tava. Nisso minha mãe fala comigo e pergunta se ainda tava doendo o pinto.
— Tá doendo onde a Mayra bateu.
— Faz uma coisa filho, abaixa o short e deixa ele solto, total o quarto tá escuro e ninguém vê nada, assim não aperta o short e passa a dor.
— Tem certeza mãe? Mas aparece e fico com vergonha de vocês estarem aqui.
— Qual é filho, cê acha que mãe nunca viu uma? Já já", disse Mayra rindo. "E você, mocinha, acho que já viu uma", disse Susy pra Mayra, se referindo ao namorado que ela teve há um ano. Nisso, todo mundo caiu na risada, não era segredo que minha irmã já tinha transado com o namorado dela.

Aproveitei aquele momento de risada e me levantei, baixei o short quase até o chão, me senti super livre, nunca antes. Sentei de novo do lado da Mayra com o pau durasso, mas coloquei a mão na frente como se estivesse me escondendo pra ninguém ver. O filme tava rolando com cenas cada vez mais eróticas e de vez em quando eu passava a mão no comprimento do meu pau, tentando que ninguém percebesse, mas me enganei.

"Mãe, esse aqui tá se masturbando do meu lado", disse minha irmã. "Cris, cuidado com o que você faz, pode sujar a Mayra ou as coisas, filho, se controla, por favor."

Mayra tentou me dar outro tapa, mas dessa vez fui mais rápido e segurei a mão dela bem antes de ela me acertar, e não é que eu deixei a mão dela apoiada no meu pau, com a minha mão por cima da dela, sem deixar ela tirar por causa do movimento. "Ai, neném, você tá com ele duro que nem pedra, Cris. Olha, mãe, ainda faz a puta pegar nele." "Cristian, solta a mão da sua irmã, manda ela te soltar, não se descontrola." "Mãe, ele vai se machucar do jeito que tá, vem, pega você."

Nisso, vejo minha mãe se levantar, vir na minha direção, se abaixar quase colocando a cara no meu peito e pegar no meu pau, apertando ele. "Filho, você tá muito duro, sério, não sabe como se tocar sozinho? Assim você tira essa porra que tá guardada, coração." "Não, mãe, falei que nunca me masturbei antes, não sei como faz, nunca saiu nada também."

Sentir a mão quente da Susy no comprimento do meu pau me provocou coisas que nunca senti, uma vontade de foder do caralho. "Por que você não vai deitar?", ela disse, "assim você se acalma e para de pensar besteira." Obedeci, levantei do sofá, vesti o short e fui deitar. Deitei de bruços, tentando fazer a ereção baixar. Depois de um tempo, sinto a porta abrir e sabia que a Mayra vinha dormir.

Me fiz de dormido e me virei pra olhar ela de novo. Antes de deitar, ela liga o ventilador e se deita. Olhando pra parede, de costas pra mim, esperei um pouco e levantei pra ir no banheiro. Quando passei pela porta do quarto da mamãe, vi ela arrumando a cama e se abaixando pra guardar os chinelos. Consegui ver aquela bunda linda, do jeito que imaginei, com a fio dental bem enfiada na racha, quase sumindo entre as nádegas. Só dava pra ver uma tirinha preta. Fiquei olhando um pouco, me fiz de besta e segui pro banheiro.

Quando saí, a ereção não baixava. Deitei de novo de barriga pra baixo, tentando dar um jeito, mas era em vão. Olhei pra Mayra, levantei e deitei do lado dela, igual fiz à tarde. Primeiro fiquei de barriga pra cima, meio que avaliando a situação, até que senti ela se mexer pra me dar espaço. Aproveitei, virei e abracei ela pela cintura. Tentei encostar sem acordar ela. Com a mão, fui subindo devagar até chegar debaixo dos peitos. Consegui sentir onde eles começavam. Fiquei doido — nunca tinha tocado uns peitos, muito menos os da minha irmã, e o tesão me levou ao limite.

Fiz tudo sem acordar ela. Quase toquei no biquinho durinho, mas não tive coragem. Esperei mais um pouco e tentei puxar o short dela pra baixo. Vi a tira da calcinha aparecendo e continuei, deixando quase metade da bunda dela de fora. Então encostei ela de novo com mais força, dessa vez tentando alinhar bem na racha, e consegui. Que prazer sentir aquela parte tão quentinha no meu pau. Fiquei assim um tempão, tentando sentir tudo que podia. Quando senti ela se mexer, parei, puxei a calça dela de volta do jeito que dava e abracei ela pra dormir, sem acordar, pra ela não ficar brava. E dormi.

Já era de manhã quando acordei com o "bom dia" da mamãe, que entrou no quarto pra nos levantar. Ela me olhou e não disse nada. Aí percebi que tava duro de novo. Levantei, fui no banheiro, lavei o rosto e fui tomar café com a mamãe. Daqui a pouco Mayra apareceu e tomamos café juntos, uns mates bem gostosos. Quando terminamos, a Susy tinha que ir fazer as compras, porque à noite já íamos pra praia. pra passar as férias, então com a Mayra a gente tinha que limpar a casa toda pra deixar tudo arrumado antes de ir. Eu fiquei com o quarto e a Mayra com o da mãe. Quando terminei, fui até onde ela tava pra falar que ia limpar a cozinha, entro e vejo ela de costas, que gostoso que ficava aquele short tão enfiado na bunda dela. Tava morrendo de vontade de chegar e encostar tudo. Chamei ela e me aproximei, aí vi ela com uma coisa na mão.

- Olha, Cris, o que achei na gaveta da mamãe.

Olhei e era um consolo vermelho de silicone, sei porque já vi tanta página porno, haha.

- É bem grande - a Mayra falou, e levou a ponta do consolo na boca, deu um beijo e enfiou um pouco, como se tivesse chupando. Uh, ao ver aquilo, meu pau subiu na hora. Sentei na beirada da cama e falei:

- Não é tão grande, é do tamanho do meu.

- Haha, sim, mano, conta outra piada.

Levantei e segurei meu pau por cima do short, como não tava de cueca, marcava todo o comprimento.

- Não sei, teria que ver se é igual a isso que tô na mão.

Levantei e baixei o short de uma vez, deixando meu pau no ar pra ela ver. Isso me deixava louco, mostrar ele pra Mayra. Ela sentou na cama, pegou o consolo e colocou bem do lado do meu pau, como se tivesse medindo.

- Tá bem, Cris, é do mesmo tamanho, não mentiu, mas o seu é mais grosso, acho.

- Você teria que colocar na boca, igual fez com aquele, pra medir direito - falei.

- Haha, menino, seria teu sonho uma mina te chupar, haha.

- Não seria meu sonho se você me chupasse, que é diferente.

Quando ouviu isso, a Mayra levantou, guardou o consolo na gaveta de onde tinha tirado.

Ela falou pra gente ir limpar a sala e a cozinha, e eu fui atrás dela com o pau ainda todo duro. Terminei de limpar o que era minha parte e fui pro sofá ver TV. Nisso, a Susy chega das compras, larga tudo, tira os sapatos e vai pro quarto dela. Quando volta, só tava com uma regatinha meio comprida que batia na bunda, tapando ela bem onde termina, e começa a guardar as coisas que comprou. De vez em quando, se abaixava. E eu, do sofá, não parei de olhar pra ela. De vez em quando via aquela tanga vermelha enfiada até no meio da racha, usando a palavra: pussy. Então, devagarinho, fui até ela e, quando ela se abaixou pra pegar alguma coisa, fiquei bem atrás dela, encostando nela. Quase peguei na cintura dela pra encaixar melhor, mas não tive coragem e fiz como se fosse abraçá-la.

Susy se levantou e deixou eu abraçá-la melhor por trás. Passei minhas mãos pela barriguinha dela, deixando elas ali. Ela deixou, mas rapidinho me tirou e se afastou de mim. Virou-se e olhou pro meu volume duro. — Filho, não dá pra andar com o pau duro o dia inteiro. Por que não faz o que te falei, pra se acalmar um pouco? Vai pra sala e fala pra Mayra te passar uns exercícios pra praticar. — Ok, não te incomodo mais, desculpa. — falei, me fazendo de ofendido. — Não me incomoda, filho, só me dá agonia te ver com o membro assim duro toda hora. Vai com a Mayra e aprende, pra render bem. — Falei pra mamãe que você vai me passar uns exercícios pra praticar enquanto termina de limpar. — Senta aí, que já te passo uns pra fazer e depois corrijo. Mas deixa eu ver a TV, porque estão passando os clipes de música que eu gosto. — Ah, mas eu ia ver o jogo, justo enquanto estudo. — Não, neném, ou estuda ou vê TV, não dá pra fazer os dois. — Te aposto uma coisa: se eu acertar os problemas, eu vejo; se errar, você vê, quer? — Ok, fecha. Vou te detonar com os exercícios então, haha. E me passou dois que tentei fazer rápido. Quando a Mayra corrigiu, ela disse que os dois estavam errados. Então ligou a TV e ficou vendo os clipes, cantando e dançando um pouco de vez em quando. Não tava saindo nada, não entendia como fazia. Chamei a Mayra e pedi pra ela me explicar como era. Dessa vez, tentei fazer outra aposta e falei: — Se eu acertar, o que eu ganho agora? Já que você ganhou a TV. — O que você quer apostar, cara? Se vai perder de novo, haha. — Se eu acertar, você dança pra mim assim, mas mais sexy, me rebola. — Ok, fechado. Mesmo assim, você não entende e vai fazer errado, haha. — Terminei e pedi pra mamãe corrigir pra Mayra não encher o saco se eu acertasse. fazia direitinho e a Susy me deu um beijo na bochecha me parabenizando que eu tinha feito perfeito, vou com a Mayra e mostro pra ela, e a mamãe da cozinha grita que estavam bem feitos, é sua vez de cumprir, irmãzinha haha. -senta e olha porque você ganhou e eu cumpro. -ela aumentou o volume da TV e começou a se mexer igual no vídeo,

e eu comecei a ficar excitado olhando ela mexer a raba e as tetinhas pulando, meu pau endureceu de novo, ela levantava a regatinha deixando a barriga de fora, quase encostava a raba na minha cara sem parar de rebolar, não aguentei e passei a mão na bunda, que prazer que me deu. -o que cê tá fazendo, moleque? não mexe no que não é seu, olha mas não toca, sério. -desculpa, me empolguei, Mayra, é que você me deixa muito tesudo te vendo assim. -cê acha certo, Cris, que seja sua irmã te deixar com tesão? -olha e não toca, hein. -desculpa, continua mais um pouco e não vou te incomodar mais, mas posso te pedir uma coisa sem você ficar brava? -o que você quer? -enquanto você dança, me mostra um pouco da calcinha que você tá usando, só um pouquinho. -ela aumentou mais o volume e continuou dançando ao ouvir a música tão alta

a Susy veio pra sala e viu a Mayra dançando e eu olhando pra ela, então sentou do meu lado pra curtir os movimentos da Mayra, ela rebolava a raba como ninguém, passava a mão pelo corpo todo, eu consegui ver os biquinhos dos peitos marcando na regatinha e ela segurou o short e começou a abaixar devagar, eu não tirava os olhos daquela raba e a Susy só olhava, não entendia o que tava rolando mas não falava nada, e a Mayra continuava na dela, abaixando um pouco mais, quase deixando a bunda de fora, e levantava de novo rápido em cada movimento, como fica bem nela aquela calcinha tão pequenininha, ela abaixou o short todo, quase nos pés deixou ele, mostrando pra gente aquela bunda linda, eu morria de vontade de passar a mão mas sabia que iam ficar bravas comigo, então só olhei, quando terminou a Susy aplaudiu a dança dela e eu fiz o mesmo.

Não conseguia fazer o pau baixar, então disfarcei o máximo que pude e não levantei do sofá, mas me chamaram pra comer, então fui com o volume lá Tava. Mamãe e Mayra já não falavam nada ao me ver assim.
— Cris, abaixa o short, amor, faz mal ficar apertando o pau assim. Até porque a gente tá sentado, não vai aparecer nada.
Aí eu obedeci a mamãe e tirei o short de vez, sentando na cadeira. Dava pra ver como ela e a Mayra me olharam quando eu tirei, e trocaram olhares entre si.

16 comentários - Pidiendo ayuda ( mi mama y mi hermana ) capitulo 2

Ahí te dejo los puntos... muy buena la historia pero subí más rápido los post..
y que pasooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!! estoy re manijaaaaaaaaaaaaaaaa
JoyceQ +1
es muy bueno verdad!
aaaaaaaahhhhhhh me desespera como sigue, muy bueno como lo relas
kyf07 +1
espero el tercero, van puntos
nano690 +1
muy bueno excelente!!! manda la tercera parte no mas<!!