Don Antonio e a Laurita (2ª parte)

Laura desceu no elevador. Se sentiu completamente desnorteada, surpresa e também envergonhada. Nunca imaginou que poderia trair o namorado, muito menos com um senhor que, pela idade, poderia perfeitamente ser avô dela. No hall, percebeu que tinha uma poça grande de água e restos de sabão no chão. Lembrou-se do mal que tinha passado naquele hall. Olhou o celular e estava desligado. Com certeza o namorado devia estar preocupado com ela. Sentiu raiva. Ele tinha se afastado dela e, por esse mesmo motivo, ela o tinha perdido. Pensou no que diria quando conversassem, daria a desculpa de que tinha perdido o celular e que alguma amiga que ele não conhecia a tinha levado para casa dela dormir. Corou ao lembrar que naquela noite tinha combinado de dormir com o namorado e, no final, tinha dormido com outro homem. Um homem de 64 anos... Não só dormiu, mas transou com ele. Nem sequer tinha a desculpa de que aquele senhor tinha se aproveitado dela, não... Foi ela quem ficou excitada ao abraçá-lo, foi ela quem começou a se masturbar contra o volume da toalha... O rosto ficou vermelho ao pensar que até foi ela quem afastou a toalha... Sentiu uma pequena corrente elétrica na buceta ao lembrar... Pensou que estava louca, ela amava demais o Pedro. Nada do que aconteceu sairia dela, muito menos daquele senhor. Viveria com aquilo em segredo, mas tudo tinha que continuar como antes. Lembrou das palavras que disse ao Antonio quando terminaram de transar. Pensou que falou sem pensar, que ela só queria ficar com o namorado e nunca mais seria infiel.
Entrou no táxi para ir para casa. Queria chegar e poder descansar.
Aquela semana foi insuportável para Laura, tinha que estudar para as provas. O namorado estava bravo com ela por causa do fim de semana. À noite, quando se deitava, geralmente se masturbava pensando no namorado. Estava se acariciando debaixo do lençol. Quando aquela lembrança a atingiu em cheio. Lembrou de quando estava com Antonio. Sentiu a mesma sensação de excitação intensa que quando ele desceu a mão, segurou a toalha e levantou os quadris dela para tirá-la. Ela tremeu de novo ao sentir como ele foi descendo os quadris dela devagar e sentiu a própria buceta encostar naquele pau todo inchado e quente.

Ela se masturbou forte lembrando disso. Teve que apertar a boca contra o travesseiro pra os pais não ouvirem ela gemer. Teve um orgasmo intenso. Ficou pensativa, assustada. Se perguntava o que estava acontecendo com ela. Aquele velho não podia fazer ela sentir essas coisas.

Na quinta-feira, Laura e Pedro fizeram as pazes e transaram. Pedro tava morrendo de vontade dela e, verdade seja dita, tinha agido feito um moleque com ela. A vontade que ele sentia por ela fazia ele ir rápido demais. Ela deixou claro. Desde as primeiras vezes, Laura entendeu que o corpo dela precisava de muitos carinhos e mimos pra ficar estimulado, só assim a buceta dela lubrificava direito. Ela se assustou ao lembrar daquele senhor do fim de semana. Naquela noite, ele não deu um único carinho nela, e a buceta dela começou a molhar abundantemente contra a toalha só de sentir os peitos dela encostados nos dele. Pedro gozou rapidinho. Laura abraçou ele com muito amor. Tava feliz por terem feito as pazes. Abraçada no namorado, sentiu que ela não tinha gozado.

Quis pedir pra ele beijar a buceta dela, mas, como sempre, não teve coragem. Ele nunca tinha beijado entre as pernas dela, e ela sentia uma curiosidade danada de saber como seria, mas nunca se atrevia a pedir por vergonha e medo dele pensar mal dela. Não tinha problema, ela se masturbaria quando chegasse em casa.

Quando chegou em casa, os pais estavam jantando. Laura disse que já tinha comido algo com Pedro, que ia tomar um banho e dormir. Fechou a porta com o trinco e se despiu na frente do espelho. Ela se sentiu excitada. O que mais chamou a atenção dela foram os mamilos, estavam mais duros e grandes do que nunca. Na mente dela veio a imagem do Antonio acariciando os peitos dela e aproximando a boca dos mamilos. Um arrepio percorreu o corpo dela ao lembrar da boca daquele senhor chupando os mamilos dela. Mesmo sendo quase uma menina, aquele homem chupou eles com muito desejo. Ela se apoiou na pia, as pernas tremendo. Sentiu o fluxo escorrer e percebeu ele deslizando pela parte de dentro da coxa. Levou a mão até a buceta, surpresa, e ao se tocar, ficou vermelha ao sentir que estava encharcada de lubrificação. Se acariciou por alguns segundos e o orgasmo veio forte. A mão livre tampava a boca dela, as pernas tremendo enquanto se recuperava do orgasmo intenso. Tomou banho pensando em tudo que estava acontecendo com ela. Fazendo memória, lembrou que naquela semana tinha se masturbado todos os dias. O corpo dela tinha uma sensação constante de tesão, algo que nunca tinha durado tantos dias seguidos. E não conseguia se livrar dessa sensação, mesmo se masturbando todo santo dia. Se secou na frente do espelho. Amanhã é sexta, pensou. Queria que fosse sábado pra sair com a galera. Nunca tinha saído dois fins de semana seguidos. Assim tudo volta ao normal, pensou Laura.

Antonio estacionou o carro na garagem. Era quinta à noite e já dava pra ouvir o barulho dos jovens na rua. Pensou que o fim de semana já estava chegando de novo. Subiu no elevador. Naquela semana, ele tinha se sentido especialmente nervoso, inquieto. Foi tomar um banho. A imagem daquela garota invadiu a mente dele. Via ela pelada debaixo d'água. Pensou que era uma menina linda, uma gostosa. Lembrou dos peitinhos pequenos dela. Olhou pras próprias mãos, lembrando como tinha acariciado eles, e ao ver a mão direita, sentiu de novo a sensação de ter enfiado a mão entre as coxas daquela jovem. Nunca tinha acariciado uma buceta tão macia e carnuda... Antonio, debaixo d'água, sentiu o pau endurecer. Porra, pensou, não sou nenhum moleque pra Ficar assim. Lembrou do toque daquela buceta contra o pau dele. Gemeu excitado. A mão dele, sem perceber, já tinha envolvido o pau duro e ele estava se masturbando. Pensava naquela novinha, gemeu imaginando que metia nela de novo. É uma menina, pensava, se culpando por estar daquele jeito. Se imaginou por cima dela… Gemeu. Gozou debaixo da água do chuveiro…

Laura estava feliz. Finalmente era sábado e ela tava morrendo de vontade de sair e que tudo voltasse a ser como antes. Ligou pra amiga Mara perguntando se iam sair.

- Claro, combinei com a Clara e a Patrícia - ela disse animada - por quê? Você topa vir?
- Tô afim de sair - ela se surpreendeu por estar falando aquilo.
- Cê acha que seus pais vão deixar? - Marta tava muito feliz que Laura queria sair. Era a melhor amiga dela, mas todo mundo dizia que ela era séria e responsável demais pra idade e que nunca queria sair.
- Sim, eles sabem que me deixam. Além disso, estudei pra caramba a semana toda. A gente se encontra no lugar de sempre?
- Siiim… - Marta respondeu feliz da vida - às onze a gente tá lá
- Beleza, um beijo Marta.
- Um beijo Laura

Depois de desligar, ligou pro Pedro. Queria dar a surpresa de que aquela noite iam sair juntos. Pedro sempre sentia falta de Laura sair um pouco mais à noite. A voz do Pedro a surpreendeu, tava muito rouca e ele respondeu meio estranho.

- Amor, tô na cama, tive febre e tô com a garganta doendo - Pedro disse quando ela perguntou o que tinha.
- Ah, então nada, vou ligar pra Marta e falar que não vou sair
- Amor, mas sai com elas. Por minha causa não fica em casa - Pedro incentivava ela a sair.
- Mas me chateia você estar mal e eu por aí - Laura tinha ficado triste, o dia todo tinha pensado naquela noite.
- Amanhã vou estar melhor e você me conta como foi, tá?
- Tá, vou sair com elas. Te amo muito, amor.
- Eu também te amo muito, Laura.

Desligou o telefone e desceu. dizer aos pais que sairia naquela noite. Eles ficaram surpresos que a menina deles fosse sair de novo. Ficaram até contentes, porque às vezes pensavam que ela deveria se divertir um pouco mais. Laura era uma garota muito responsável, até demais para a idade dela. Laura olhou o relógio e subiu correndo pro quarto. Já tinha a roupa em cima da cama. Ao ver a minissaia, pensou que seria melhor colocar outra coisa, já que o Pedro não estava com ela, ficava com vergonha de usar. Sorriu e decidiu vesti-la mesmo assim. Um dia é um dia, disse pra si mesma. Foi pro chuveiro cantando e dançando. Ao sentir a água escorrer pelo corpo nu, aquela sensação voltou. Durante toda aquela semana, toda vez que tomava banho, aquela sensação de nervosismo tomava conta do corpo dela. Não conseguia evitar lembrar do fim de semana anterior. Aquele senhor aparecia constantemente na cabeça dela. Começou a se ensaboar. A mão dela ensaboou a barriga, desceu entre as pernas. Se arrepiou ao lembrar da mão daquele senhor lavando a buceta dela. Aquela mão tão grande e forte a fez gemer enquanto ensaboava. Ficou vermelha ao notar a buceta dela completamente molhada por dentro. Riscou o clitóris e ele estava inchado. Se olhou entre as pernas e lá estava ele, aparecendo pra fora da capinha. Massageou ele entre os dedos e teve que se apoiar na parede ao se sentir sacudida por um orgasmo. Se assustou com o que estava acontecendo com ela. Se perguntou se o corpo dela tinha mudado naquela semana. Se vestiu rápido, já ia dar onze horas e ainda demoraria um pouco.

Quando chegou na cervejaria onde tinha encontro com a Marta, já tinha muita gente. Os olhares dos caras estudavam ela de cima a baixo, algum cara mais ousado tinha se atrevido a dizer como ela era gostosa e ela ouviu comentários sobre as pernas dela. Viu elas no fundo e ficou feliz. Logo todas abraçaram ela e cumprimentaram. Comentavam como ela estava linda. Laura olhou pra elas e viu que as amigas também estavam muito gatas e ficou feliz em ver que das quatro, duas estavam de minissaia e outras Duas com vestido curto.
- Vamos pedir uma bebida… - disse Marta eufórica - hoje a gente vai se divertir pra caramba. Você ficou com o Pedro?
- Não, hoje ele não sai - respondeu Laura com um pouco de tristeza
- Boa!!! Hoje é noite das garotas solteiras - disse ela, piscando um olho

Elas passaram a noite toda dançando e rindo. Durante a noite, vários caras tentaram chegar nelas, mas elas recusavam entre brincadeiras e risadas. Marta insistia pra Laura beber mais. Ela se lembrou da bebedeira do fim de semana passado e só tomou um cuba-libre. Aos poucos, as amigas foram ficando cada vez mais animadas por causa do álcool. Eram quatro da manhã e decidiram ir pra balada onde sempre terminavam a noite…

Antonio, como toda noite, tinha saído pra caminhar. Já estava chegando em casa. Passou pela balada que ficava perto da casa dele. Odiava aquela rua nos fins de semana. Teve que se desviar várias vezes pra não esbarrar em uns caras bêbados. Pela primeira vez em muitos anos, percebeu que estava reparando nas garotas com quem cruzava. Não que ele se interessasse por aquelas jovens. Percebeu que, inconscientemente, procurava o rosto de Laura no meio da multidão. Chegou em casa e decidiu tomar um banho. Precisava se distrair e serviu uma taça de vinho. Tava afim de ler tranquilamente na sala. Olhou o relógio, eram cinco da manhã…

Laura dançava na balada. Olhou pra Marta e viu ela dançando com aquele cara do bar. Clara e Patricia estavam de flerte com uns jovens. Laura dançava e muitos caras se aproximavam, mas ela recusava, dizendo que tava com o namorado. No balcão do fundo, tinha um senhor de costas e Laura sentiu um arrepio. Aquele senhor se virou pra dançar e ela viu que não era Antonio. Se sentiu muito estranha ao perceber que tinha se decepcionado por não ser ele. Laura olhou o relógio, eram cinco da manhã…

Não disse nada pras amigas quando saiu de lá. Discoteca. Precisava tomar um ar. Começou a andar como na outra noite. Tava muito nervosa enquanto se aproximava daquele portão. Sentou no batente. Achava que era uma loucura o que tava acontecendo com ela. Que não podia ter esses pensamentos. O corpo dela tava agitado lembrando daquela noite. Levantou e olhou pro interfone. Aquele botão era a única coisa que separava ela de sentir de novo como na outra noite. A mão dela se aproximou do botão. Sentia vergonha, mas não conseguia evitar de querer apertar aquele botão. O celular tocou, era uma mensagem. Pegou o celular da bolsa, era do Pedro a mensagem.
“Oi amor, como vocês tão passando a noite? Espero que bem. Acordei e queria te dizer que te amo. Até amanhã.”
Laura se sentiu muito mal, ela também amava ele demais. Pensou que tinha que ir pra casa, pegaria um táxi. Andou dez metros e lembrou do Antonio. Lembrou das mãos dele. Lembrou do sexo daquele senhor…

Antonio tava lendo, inconscientemente escutava o barulho das pessoas na rua. De repente ouviu o som do interfone. Levou um susto. Malditos moleques, já tinham chamado no interfone dele uma vez uma galera de brincalhões que, sob efeito da bebida, ficavam enchendo o saco dos outros. Atendeu irritado…
- Quem é? Vou chamar a polícia!!! - respondeu com raiva.
- Antonio, sou eu, a Laura…
- Laura? - Antonio sentiu um nervosismo que há muitos anos não sentia - desculpa,
- Abre o portão pra mim, por favor.
Antonio não disse nada, só apertou o botão de abrir o portão. Depois de alguns instantes ouviu a campainha do elevador que tinha chegado no andar dele. Abriu a porta de casa e viu ela ali. Caminhava na direção dele devagar. O rosto dela mostrava a vergonha imensa de ter dado aquele passo de ir de novo até aquele senhor. Antonio olhou pra ela com cuidado. Tava uma gostosa. Era quase uma menina, mas aquela minissaia mostrava ela muito sexy. Ele se envergonhou por sentir aquilo. coisas. Ela olhou pra ele, nervosa. Tavam quase juntos. Antonio fez menção de falar, mas ela olhou pra ele e se abraçou…

- Chiii… não fala nada, por favor… - Laura, muito nervosa, colou o rosto no peito de Antonio.

Antonio obedeceu, não disse nada. Fechou a porta e acariciou o cabelo da moça. Sentiu quando ela começou a desabotoar a jaqueta do pijama dele. Ela abriu a jaqueta e apoiou o rosto no peito nu daquele senhor. Sentiu no rosto o coração desenfreado de Antonio. Pensou que, se Antonio colocasse o rosto no peito dela, também sentiria o coração jovem dela batendo muito forte. Aquele abraço e sentir de novo aquela jovem nos braços dele o fez ficar excitado. Ela perceberia na hora, porque o pijama não conseguia esconder a ereção dele. Dessa vez, não ligava que a garotinha sentisse que ele a desejava. Laura logo notou a ereção de Antonio pressionando a barriga dela. Se apertou contra ele pra sentir melhor. Laura sentiu que se excitou na hora. Aquele homem tinha o dom de, só de roçar nela ou simplesmente pensar nele, fazer a buceta dela ficar muito molhada. Antonio, excitado, não conseguiu evitar acariciar as costas daquela criatura e descer com as mãos até as nádegas dela. Acariciou elas. Aquela minissaia logo foi subindo, e ele sentia nas mãos a calcinha dela. Queria sentir as nádegas nuas daquela jovem. As mãos dele entraram pelo elástico da calcinha e acariciaram direto a pele dela. Laura sentiu Antonio acariciando as nádegas nuas dela. Sentia como aquelas mãos as agarravam. Eram mãos grandes que quase pegavam cada nádega por inteiro. Laura estremecia e se apertava contra ele. Antonio se afastou dela e se ajoelhou. A minissaia tava presa na cintura dela. Laura ficou envergonhada ao sentir aquele homem de joelhos na frente dela, olhando a calcinha dela. Antonio viu a calcinha dela, uma mancha enorme de umidade mostrava que aquela jovem tava muito excitada. Lembrou daquela bucetinha quando lavou ela, era linda. Desejou voltar. a olhar, tocar, sentir. Antonio levou as mãos até a calcinha de Laura para abaixá-la. Ela estava muito envergonhada…
— Por favor, querido, não tenha medo…
Ela cedeu e, com um gesto afirmativo da cabeça, fez ele entender que aceitava. Ele abaixou a calcinha devagar. Antonio se maravilhou ao ver aquela buceta na sua frente. Laura tremia enquanto sentia que Antonio estava olhando para sua buceta nua. Nunca ninguém, nem mesmo o namorado dela, tinha olhado assim para a buceta dela. Ela observava o rosto daquele senhor e sentiu um tesão ao sentir aquele olhar diretamente na sua buceta. Ela se arrepiou ao sentir a mão de Antonio acariciando-a. Aqueles dedos a acariciavam… Ela fechou os olhos e gemeu…
— Nossa, você tá toda molhada, garota
Antonio falava excitado. Laura abriu os olhos e viu aquele homem olhando para a mão e os dedos molhados de tocá-la. Com muita vergonha, ela viu Antonio cheirar os dedos molhados pela buceta dela e começar a lamber. Ela se arrepiou. Ia dizer que ninguém nunca tinha beijado a buceta dela, mas não teve tempo. Sentiu o hálito daquele senhor e um gemido escapou da garganta dela quando aquela língua lambeu sua buceta. Suas pernas tremeram. Ela queria gritar, gemir, berrar… Aquela boca lambia cada dobra da sua buceta. Chupava seus lábios vaginais, seu clitóris. Ela sentia descargas elétricas na sua buceta, seu clitóris ia explodir de prazer… Estava incrivelmente inchado, sensível… Antonio desejou chupar aquele clitóris e o envolveu com os lábios. Começou a chupá-lo e Laura gritou… Nunca tinha sentido algo assim. Ela gozou por longos segundos, com o corpo sentindo espasmos de prazer. Suas pernas tremiam e ela mal conseguia ficar em pé, caiu de joelhos ao lado de Antonio e o abraçou agradecida, surpresa. Antonio estava maravilhado. Ele corava ao pensar que a buceta daquela garota era a mais deliciosa que já tinha tocado ou provado. Laura se abraçava forte nele. Eles se beijaram com uma paixão parecida com a de um casal apaixonado que Faz meses que não se veem. Laura estava descontrolada. Ainda sentia a buceta pulsando do orgasmo que tinha tido. Acariciou o peito nu de Antonio. Nunca tinha visto um homem com tanto pelo no peito. O pelo dele era muito macio, totalmente grisalho. Isso a fez perceber que estava sendo infiel ao namorado com um senhor 46 anos mais velho que ela. Estremeceu ao sentir que nunca tinha ficado tão excitada e tinha que ser com um homem tão velho assim. Ao baixar o olhar, viu o volume por baixo da pijama. Ele estava totalmente duro. Sentiu curiosidade de como seria. Na semana anterior, tinha sentido aquele pau colado na sua buceta, aquele pau a tinha penetrado. Desceu a mão nervosa e acariciou a barriga de Antonio. Sua mão agarrou o elástico da cintura da pijama e puxou para baixo, envergonhada. Diante dela apareceu aquele pau. Estava totalmente inchado. Olhou com curiosidade. Percebeu que a cabeça era bem escura e mais grossa que o tronco do pau. As veias eram bem marcadas. Sentia atração em olhar. Era um pau feio, mas a atraía muito. Não conseguiu evitar envolvê-lo com a mão e acariciá-lo. Ficava excitada em masturbar Antonio. Ele gemia. Aquela garota o excitava muito. Queria sentir de novo o pau dele entrando na buceta daquela jovem. Queria tê-la de novo nua na cama dele. Aquela jovem o estava masturbando e dando prazer. Olhava o rosto daquela garota, ela o masturbava e não parava de olhar o pau dele. Pensou que sentiria como ele. Ele também não conseguia parar de olhar a buceta daquela jovem. Laura se deixou despir, pois queria de novo se abraçar naquele homem totalmente nua. Antonio acariciava os peitos dela. Cada toque nos mamilos a fazia gemer. Olhou como eles estavam e se surpreendeu, pois estavam bem escuros e grandes. Antonio a pegou no colo e a levou para a cama dele. Estavam completamente nus. Ele se maravilhava olhando o corpo nu de Laura. Ela olhava excitada o corpo nu de Antonio. Se beijaram e abraçaram. Acariciavam os rostos um do outro, se observando. Ao se abraçarem. O pau do Antonio roçava na buceta da garota. Eles se arrepiaram ao se sentir tanto. Laura sentia a boca do Antonio chupando seus mamilos e ela mexia os quadris esfregando a buceta naquele pau de senhor.
Antonio se colocou sobre ela e a contemplava. Seu pau acariciava a buceta daquela garota. Isso o excitava pra caralho…
- Você é quase uma menina, mas eu gosto de você, Laura…
- Você é um senhor mais velho, mas eu gosto de estar com você
- Sente como você me excita? - ele dizia esfregando o pau inchado contra o clitóris dela
- Sim, eu sinto, Antonio - Laura o abraçou e levantou os quadris para esfregar a buceta no pau do Antonio - Você sente como você me excita?
- SIIIM, minha menina - Antonio sentiu aquela buceta completamente ensopada - meu pau e sua buceta se desejam…
- Siiiim…
O pau do Antonio abriu com delicadeza a buceta de Laura e logo foi deslizando até penetrar até o fundo dela. Laura tremia de prazer. Aquele pau feio de senhor mais velho a deixava louca de prazer, a fazia se sentir completamente preenchida. Ela pedia que ele a penetrasse forte, rápido. Quando aquele homem se movia devagar, ela implorava que ele fosse com tudo. Ele sabia como deixá-la louca. Ao se mover devagar, conseguia que ela levantasse os quadris e se mexesse descontrolada, buscando a penetração intensa. Era como se ela o fodesse por baixo. Ele, ao ver aquela desesperação da garota, morria de tesão e desejo.
- O que você deseja, minha menina?
- Mexa-se rápido, por favor, me penetre com força
- Que eu te foda com força, é isso que você quer dizer? - Antonio estava fora de si de tanto tesão e desejo
- Siiiim… - Laura admitiu com vergonha
- Me fala, amor, me pede…
- Me fode com força, por favor!!! - Laura corou ao dizer isso
Laura, ao dizer isso, começou a gozar nos braços daquele homem. Antonio, ao ouvir essas palavras e sentir que a jovem estava gozando, começou a penetrá-la com força e profundidade. Ele Não demoraria pra gozar também. Laura sentia aquele pau totalmente inchado, duro. Ele se mexia dentro dela muito rápido e forte. Ela sentia que ia fazê-la gozar de novo. Laura abraçou ele e começou a beijá-lo na boca. Antonio começou a gemer e o pau dele explodiu num orgasmo intenso. Laura, ao sentir que Antonio gozava dentro dela, começou a gozar de novo. Gozaram juntos, seus corpos tremiam. Se abraçaram excitados... Se beijaram....

- Posso dormir aqui? - ela queria dormir nos braços daquele senhor.
- Claro que pode, querida... - beijando-a, piscou um olho - mas quero que saiba que adoro acordar e fazer amor...
- Eu também... - disse ela, corando....

Laura apoiou o rosto no peito nu de Antonio e dormiu. Antonio a abraçou e ficou olhando pra ela. É uma gostosa, pensou. Dormiu desejando que o tempo passasse rápido e chegasse a hora de acordar...

6 comentários - Don Antonio e a Laurita (2ª parte)

zvlv
Muy buen relato!...desde el principio al fin!....
que bueno que te gustó!
Leído y disfrutado ye dejé mis 10
pasá cuando quieras, ya está la 3 y 4 parte!
Buenazo con el caballo de las sabanas viejo y cansado que esta con su potranca. Saludos