O dia de piscina rende muito mais. Minha irmã sempre sabe como tirar proveito de tudo. O preto quer agito. E minha mãe só pode seguir eles. Qual tabu ainda vai ficar de pé depois desse dia?
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O preto não tirava os olhos da minha irmã, passou o dia todo comendo ela com os olhos. Agora a tinha totalmente nua, acabada de foder pelo irmão, se cobrindo como podia. O braço esquerdo tapando os peitos, apertando eles contra si mesma, a mão direita sobre a buceta, enquanto cruzava as pernas o máximo que o equilíbrio permitia. Tentava privar o preto da visão da sua nudez total.
A vontade de sair pra quebrar a cara do Abduh sumiu de repente. Pensava que minha mãe não tinha conseguido resistir a ele. Além disso, eu não intervim nenhuma das vezes que pude pará-los, sem saber por quê. Mas agora era diferente, minha irmã tinha me jurado que o preto não a excitava, que nunca ia dar pra ele. Surgiu a oportunidade de ver se ela dizia a verdade, e depois do que a gente tinha feito, parecia ainda mais importante. Ficava me perguntando se ela seria capaz de resistir a ele, e se não fosse, o espetáculo valeria a pena.
- Abduh, o que você está fazendo aqui? Eu estava me trocando. - Minha irmã tentou não gritar. Queria parecer calma.
- Eu ver na janela... - Ele olhava pra ela com desejo. - Você olhar Sofia e eu. - Quando minha irmã se inclinou, o preto devia ter visto. - Sem roupa você. Gosta do que vê. - Com certeza ele gostava do que via.
- Não, não... Eu... Sai do meu quarto! - Minha irmã apontou pra porta com a mão que cobria os peitos. Quando ficaram à vista, o preto lambeu os lábios.
Minha irmã se cobriu de novo no segundo seguinte. Abduh não se mexeu nem um centímetro. Liz olhou pro armário, esperando que eu fizesse alguma coisa. A decepção dela ao perceber que eu não ia fazer nada foi clara. O preto não se mexeu nem um centímetro, e o que veio depois me pegou de surpresa. Liz se descobriu completamente. Foi um gesto. de rebeldia dedicado a mim, e possivelmente algo mais.
- É isso que você quer?
- Tive a impressão de que a pergunta era pra mim. Abduh assentiu.
- Você quer isso?
- O preto não demorou pra puxar o pauzão pra fora, comparações são odiosas. Embora minha irmã já tivesse visto o suficiente.
- Não. - Respondeu minha irmã. Pegou tanto eu quanto Abduh de surpresa. - Agora não. - A ressalva agradou o outro. - Eu não sou igual minha mãe, por mais cock que você tenha, não vou me jogar aos seus pés igual uma louca. - Ela retomou o controle da situação com aquela altivez que eu odiava e amava igualmente.
O preto, perplexo, tentou continuar o jogo dele. Avançou balançando o rabo, deixando ele duro. Minha irmã o parou:
- Eu falei que não. Quer o quê, que eu grite e minha mãe suba, ou que meu irmão apareça e conte tudo o que eu vi você fazer com a nossa mãe? - Abduh acompanhava o raciocínio de Liz. - E depois meu pai vai ficar sabendo, e aí sim vai ser bom. - Ela conseguiu deixar o preto congelado. - Agora que você já me viu pelada, bate uma punheta se quiser, mas não vai me foder assim tão fácil. Vai ser quando eu mandar.
Eu tava empolgado com a reação da minha irmã. Ela tinha cortado o barato dele, e ainda me senti reconfortado com aquela pequena prova de fidelidade. Mas o preto era muito preto, e fez o que Liz disse. Começou a se masturbar com gosto na frente dela. Me perguntei por que minha mãe não tava procurando ele, e quanto tempo ele ia ficar ali. Me surpreendi quando ele gozou em dois minutos, quando queria, sabia se apressar. As porradas de leite caíram no chão, aos pés da minha irmã, ele não parou de olhar pra ela. Pegou a calcinha do biquíni que tava perto, usou pra se limpar e saiu em silêncio. Voltaria pra perto da minha mãe, uma ausência mais longa faria ela procurar por ele. Saiu sem se despedir, mas dava pra ver um certo ar de triunfo.
Saí do armário, fui até minha irmã. Ela me ignorou. Pegou umas roupas e começou a me vestí, hice lo mismo. El olvido tomó cuenta de mi mirada, tuve que preguntar:
- O que foi?
- Como assim o que foi. - Ela estava vestida. - Você não fez nada. - Ela me afastou com um empurrão, evitei pisar na gozada do negão.
- Mas não aconteceu nada, ele não te tocou. - Respondi tentando encontrar o olhar dela.
- E se tivesse tocado? - Não tive resposta. - Você teria ficado aí dentro e visto tudo calado, pra depois xingar pra todo lado, pra me chamar de puta igual chama a mamãe. - Precisava dizer algo.
- Não, você tinha dito que não gostava dele, que não ia dar pra ele, e eu queria saber... - Meti os pés pelas mãos.
- Saber se era verdade. - Assenti. - Você acha que é meu namorado depois do que a gente fez, que tem direito de testar minha fidelidade. - Ela sempre sabia o que eu pensava, era um pouco irritante.
- Alguma coisa eu sou, porque sou seu irmão, mas há um segundo eu era muito mais... - Ela conseguiu me irritar e eu não sabia o que dizer.
- Então se comporte como homem, ou será que te excita ver as mulheres que você ama sendo fodidas por outro? - Doeu ela dizer aquilo, mas meu rosto mostrou que eu mesmo me perguntava isso. - Sério. - Ela me olhava com certa incredulidade. - Isso te excita. - Ela pegou a calcinha do biquíni, com a qual o negão tinha se limpado, e a aproximou do meu rosto. Recuei.
Ela estava curtindo aquilo, como quando me provocava na infância. Tinha descoberto um segredo com o qual poderia me torturar pra sempre. O que ela fez em seguida me deixou muito excitado, dissipando as poucas dúvidas que restavam sobre minha parafilia. Com cara de puta, ela lambeu os restos de porra da calcinha.
- Quer ser meu namorado? Me beija. - Ela passou a língua nos lábios, umedecendo-os com a mistura da saliva dela e da gozada do outro.
- Por favor, não faz isso. - Respondi mostrando certa repulsa.
- Se não fizer, isso nunca mais vai se repetir. - Ela me colocou entre a espada e a parede.
A ideia de que aquilo me tocasse me dava nojo, mas o desejo tomou conta de mim. Nos beijamos, dessa vez a boca dela O sabor era mais salgado que antes. Fiquei excitado, como uma mola, tive uma ereção. Me senti envergonhado, mas não conseguia esconder que tava gostando. Liz segurou o volume por um segundo e se afastou de mim.
- Limpa isso. - Apontou pro chão. - Ia falar pra usar a língua, mas não quero abusar.
- Valeu. - Falei sarcástico. - E a gente faz o quê com o meu? - Tentei a sorte de me divertir de novo com ela.
- Vira você. Vamos tirar proveito desse seu vício, acho que também tô ficando com tesão. - Que família a nossa. - E além disso, você tinha razão, o negrão realmente me dá tesão, um pouco. - Ela falou aquilo e me deu um sorriso debochado. - Tenho algo em mente que vai agradar todo mundo.
- O quê? - Perguntei, mas ela me ignorou completamente.
Ela saiu, se certificando de que o corredor tava vazio. Olhei pra gozada do negrão. Limpei com um lenço de papel e joguei no lixo que a minha irmã tinha no quarto. Espiei de novo pela janela. Minha mãe tava tomando sol e o negrão nadando. Pelo que minha irmã me disse, eles tinham se esfregado na espreguiçadeira, além da piscina e sabe Deus o que mais fizeram antes de chegar em casa. Depois que Liz expôs meu fetiche que eu negava, fiquei com vontade de ver mais ação. Por sorte, o dia ainda ia render.
Minha irmã apareceu na piscina, tinha passado um tempo no banheiro, tava arrumada. Trocou umas palavras com minha mãe, também deu um sorriso pro negrão, que retribuiu do mesmo jeito. Ouvi Liz saindo de carro. Fiquei sem reação, não sabia o que ela pretendia. A saída dela ficou clara pros amantes, eles se olharam com cumplicidade. De volta ao quarto, peguei o celular pra falar com minha irmã. Já tinha uma mensagem dela: "Se esconde" "Eles acham que tão sozinhos". Ela fez aquilo pra eles pensarem que tinham a casa toda pra eles. A próxima mensagem me surpreendeu. "Grava um vídeo, tenho uma ideia". Minha parte racional queria recusar essa encenação, mas por outro lado já tava começando a me excitar. tudo.
Voltei pro quarto da minha irmã e espiei pela janela. Minha mãe e o negão não estavam no jardim. As risadas que vieram do corredor me deixaram alerta. Depois veio a voz da minha mãe:
- Estibaliz? Carlos? - Não respondi.
O barulho dos passos ia em direção ao quarto da minha irmã. Preso de novo ali, me enfiei de volta no armário dela. Foi o impulso certo, porque a porta se abriu e minha mãe entrou. O negão veio atrás, um passo atrás, segurou ela pela cintura e começou a chupar o pescoço dela. Minha mãe se virou e eles se beijaram.
- Vamos, vamos pro meu quarto, já tá na hora de você me foder numa cama de verdade. - Minha mãe puxou o negão de volta pra porta.
Abduh não se mexeu, ficou examinando o quarto, reparou no chão onde ela tinha gozado há pouco mais de meia hora. Quando finalmente avançou, não foi pra porta, e sim pra cama da Liz. Minha mãe se deixou levar, dando passos pequenos, insegura.
- Aqui. - O negão sentou na cama.
- Aqui? - Ele assentiu. - Mas é muito pequena, vamos, vamos pro meu quarto, lá vamos ficar mais confortáveis.
Abduh tirou a sunga e ficou pelado em cima da cama da minha irmã. Não tinha discussão, minha mãe imitou ele e ficou na frente dele, nua como veio ao mundo. Ela se ajoelhou entre as pernas dele. Dessa vez estavam num lugar bem iluminado, muito mais perto de mim, eu tava a um palmo. O contraste da pele pálida da minha mãe com o Abduh me esquentou na hora. Minha mãe agarrou a pica dele com as duas mãos, devagar, movendo pra cima e pra baixo. Ela tava aproveitando mais o momento do que o negão, esticou a língua e aproximou o pau meio duro da boca dela. Ela lambia como se fosse um sorvete, se deliciando passando a língua em cada centímetro da vara. Desceu até as bolas, com um pouco de pelo, e deu o mesmo tratamento que na pica. Depois de lamber bem, passou a enfiar elas na boca. Segurava a pica na vertical e com a cabeça virada, minha Mãe conseguiu engolir uma das bolas pretas. Abduh mordia o lábio enquanto acariciava a cabeça da minha mãe, como se fosse uma puta. Repetiu o processo até deixar a sacola dos ovos bem chupada.
Minha mãe ia retomar o trabalho com a pica do preto quando meu celular vibrou. A mensagem da minha irmã perguntava se já tinham começado. Respondi que sim. O próximo que ela perguntou foi onde estavam. Falei que no quarto dela. Ela demorou um pouco antes de continuar nossa conversa virtual. Minha mãe chupava o preto com gosto, nessa altura já manobrava o baita pauzão como se tivesse passado a vida inteira com ele na boca. "Tá gravando?" foi a próxima mensagem. Neguei. "Grava, e se prepara pro que vem" encerrou a conversa. Não respondeu quando perguntei o que queria dizer. Coloquei a câmera da parte de trás do celular entre uma das aberturas do armário e comecei a gravação.
A primeira imagem que capturei foi a da minha mãe avançando com os lábios pelo rabo preto. Fez ele desaparecer dentro da boca. Aquele truque ela já dominava, mas não deixava de ser espetacular. Aguentou uns segundos e a pica do preto emergiu. Tomou ar e voltou ao ataque. Repetiu isso mais umas duas vezes, quando a pica brilhava de saliva ela decidiu passar pra outra coisa. Cuspiu nos próprios peitos, pediu pro preto fazer o mesmo, dela quase não devia sobrar saliva. Enrolou o rabo com os peitos e começou a masturbar ele, mantendo o tempo todo contato visual com Abduh. Dava muito tesão como ela cravava aqueles olhos azuis nos do amante, tentei deixar bem focado aquilo. A pica já bem dura aparecia por cima dos peitos da minha mãe, e ela recebia com a língua pra fora e a boca aberta igual uma boneca inflável.
Abduh teve o suficiente e fez minha mãe levantar. Virou ela de costas, de frente pra porta. Pegou ela pelas cadeiras e puxou pra baixo. O pau inteiro afundou de uma só vez. De onde dava pra ver como ela apertava as paredes da buceta da minha mãe. Ela soltou um gemido forte, o primeiro de muitos. Sem soltar os quadris dela, ele a levantou e deixou ela cair de novo. Minha mãe acompanhou o movimento, as nádegas dela batendo nas coxas do negão fazendo um barulho rítmico de carne. Os gemidos dela se encaixaram no ritmo, e a buceta começou a ficar molhada. Revirando os olhos e jogando a cabeça pra trás, ela teve o primeiro orgasmo.
Abduh não parou por aí, com minha mãe enfiada nele, ele se levantou e colocou ela na cama, de bruços, enquanto ela ainda tremia e gemia da gozada recente. Como a cama da minha irmã era bem alta, minha mãe só tocava o chão na ponta dos pés, mas o negão alcançava de boa, na verdade era a altura ideal. Ele metia com força, e minha mãe não parava de gritar desde o orgasmo. Nessa posição, eu mal via a bunda do negão indo pra frente e pra trás, empurrando minha mãe. Agora o som dos corpos se chocando era bem mais alto. Pelas pernas da minha mãe, consegui ver uma linha fina de líquido escorrendo. De novo, me esforcei pra gravar aquele detalhe que me excitava especialmente. Por mim, eu já tava duro de novo, era inegável que eu curtia ver ela sendo comida.
A progressão dos barulhos e das declarações sexualmente explícitas me avisava que eles estavam quase terminando. O negão colocou minha mãe de barriga pra cima na cama, pôs as pernas dela nos ombros dele e continuou comendo ela. A situação tava acelerando, mas ainda consegui pegar uns bons takes. Na nova posição, dava pra ver o corpo da minha mãe perfeitamente, o balanço dos peitos dela com as metidas, ou como eles sumiam nas mãos grandes do negão. Abduh parecia pronto pra gozar, junto com minha mãe, e comigo que já tava me masturbando fazia um tempo. Mas a surpresa da minha irmã pegou todo mundo.
Liz entrou no quarto, de repente. Os amantes viraram a cabeça ao mesmo tempo, quebrando o contato. visual. O negrão já tinha o pau pra fora e gozava na minha mãe deitada. Numa tentativa infantil de se cobrir, minha mãe puxou cada pedaço de pano por perto e se enrolou num novelo com os lençóis. Abduh já tinha ficado pelado na frente da minha irmã, e ela também, então não mostrou o menor pudor. Levei uns segundos pra entender o que tava rolando, até que percebi a expressão exagerada da minha irmã. Ela tava com os olhos e a boca bem abertos, fingindo estar perplexa. Me perguntei se o negrão ia entrar na onda do teatro que ela tava prestes a fazer.
- Não acredito. - Ela falou devagar, com um tom que combinava com a cara dela. - Mãe, meu deus. - Levou a mão à boca.
- Querida, Estibaliz, não é o que parece. - Minha mãe continuava se cobrindo com os lençóis de qualquer jeito, não conseguia se levantar.
- Mãe, parece que você tá dando pro Abduh. É isso que você entende por ajudar? - Se minha mãe não tivesse tão nervosa por ter sido pega, teria percebido que minha irmã tava fingindo. O outro também podia ter aberto a boca, mas só ficava sorrindo pelado, sem o menor pudor.
- Eu, eu... - Minha mãe gaguejava. - É que...
- É que ele é muito gostoso. - Liz calou ela, andou até o negrão e passou o dedo indicador da mão esquerda pelo torso dele, do umbigo até o pescoço.
Minha mãe ficou chocada, vendo ela flertar com o amante. Liz tava vestida com uma saia que deixava metade da bunda de fora, e uma camiseta regata bem apertada, sem sutiã. Liz agora tinha a mão inteira no peito do negrão, e ele colocou as mãos na cintura da minha irmã. De olho, ela olhou pro armário, aquilo era pra mim, sabia como me deixava com tesão e puto ao mesmo tempo. Minha irmã tinha planejado dar pro negrão, isso eu entendia, mas o que não peguei de primeira foi a necessidade de expor nossa mãe.
- A verdade é que eu entendo, mãe. - Ela não se afastava do negrão, minha mãe começava a aparecer de entre os lençóis. os lençóis. — Mas você devia dividir.
— Como assim? — Minha mãe tinha se sentado na cama e cobria os seios com as mãos, ainda tinha esperma do outro cara escorrendo pela barriga dela.
— Ora, o Abduh tem de sobra pra dar e vender. — A mão da Liz começou a descer. Parou na altura da buceta dela. — Que tal, mãe, a gente divide?
— Mas você é minha filha. — Foi a primeira desculpa que ela inventou pra negar que outra mulher pegasse o negão. Embora ele estivesse de boa e a cara da minha mãe mostrasse que ela não tinha gostado nada da ideia. Aí me toquei que a Liz só queria ver quem o Abduh preferia.
— Mãe, ou você divide ou eu conto pro papai. — Ela sempre foi uma dedo-duro desde pequena. Minha irmã tinha a mão na base do pau do Abduh, que pendia mole, mas alguma coisa me dizia que logo ia ficar duro de novo.
Minha mãe hesitou, ficou entre a cruz e a caldeirinha. No fim, ia acabar escolhendo a cruz, ou melhor, deixando que o outro escolhesse por ela.
— O que você quer? — Minha mãe perguntou pro negão, acho que ainda tinha esperança de que ele dissesse que não queria comer minha irmã. Não me surpreendeu que ela se submetesse ao Abduh, minha mãe gostava que outro mandasse nela, talvez assim não se sentisse tão responsável, sabe?
Ele não respondeu, só pegou cada uma pela mão e puxou pra fora. Segui o barulho dos passos e deduzi que tinham ido pro quarto dos meus pais. Continuei gravando. Ouvi minha irmã dizer que não precisava fechar a porta. Era meu sinal, me esgueirei até ficar espiando pela porta. A cena me encantou, o Abduh tava entre minha mãe e minha irmã. As duas loiras, com a pele clara e os olhos azuis, com o negão no meio. Minha irmã se abaixou, ainda vestida. Embora ela tivesse negado antes, agora eu pude ver que o tamanho da pica do negro tinha o mesmo efeito hipnótico nela que na minha mãe. Com cuidado, como se pudesse quebrar, ela segurou. Com a mão fechada em volta do tronco, começou a levantar e levar até a boca. Minha mãe a interrompeu:
— Sabe o que tá fazendo? — perguntou altiva, se abraçava a Abduh, que passava o braço pela cintura dela. Parecia resignada que aquilo fosse rolar, mas marcaria território como uma leoa. — Não parece que você já pegou uma desse tamanho antes.
— É o que você pensa. — Minha irmã tentou parecer segura.
Ela abriu a boca e tentou engolir o máximo que conseguia. Mesmo mole, não chegou nem na metade. Minha mãe riu, tinha recuperado a compostura e agora se divertia vendo a filha falhar em satisfazer o amante. Mas Abduh não ia deixar minha irmã desistir tão fácil.
— Mostra. — Ele colocou a mão no ombro da minha mãe e empurrou ela pra baixo.
Minha mãe ficou de joelhos, do lado da minha irmã que ainda tentava enfiar a pica do preto na boca. Minha mãe agarrou ela e praticamente tirou da boca dela. Abduh tinha recuperado uma ereção que crescia a cada instante. Aí minha mãe fez uma exibição de verdade, tapou o nariz com dois dedos e devagar foi engolindo o pau todo, até as bolas baterem no queixo dela. Não era pra ensinar minha irmã, era pra deixar claro que ele era o homem dela, tava marcando território como no começo. Minha irmã pegou o pau de Abduh de volta e tentou de novo, passou da metade, mas um engasgo fez ela recuar. Minha mãe riu, a atitude dela não tava nos planos da minha irmã, que começava a ficar puta, não aguentava não ser a melhor. Enfim, eu já tinha falado várias vezes, com gente na frente minha mãe virava uma puta ainda mais. A raiva da Liz acabou num pedido pro preto:
— Você, aperta minha cabeça. — Ela apontou pra ele e falou com a voz autoritária, a mesma que usou comigo depois da nossa transa.
Outra tentativa, e o preto seguiu as instruções. Agarrou a nuca dela e acompanhou o movimento da minha irmã. Ela tinha passado a marca anterior, minha mãe olhava com desprezo pra filha. A Liz deixou escapar algumas lágrimas e veio uns engasgos, mas não pediu pro outro parar. que aliviasse a tensão. Mais que isso, pediu que aumentasse, Abduh fez isso e minha irmã repetiu o gesto da minha mãe de tapar o nariz e, num último esforço, conseguiu o mesmo resultado que nossa progenitora. Quando atingiu essa marca, ordenou com gestos que o outro a soltasse. Ao recuperar a garganta, cuspiu no chão. Os olhos estavam vermelhos e eu juraria que a mandíbula estava deslocada. Mas ela estava feliz por ter conseguido igualar nossa mãe. Abduh estava pletórico, mas como não estar?
Minha mãe, de novo na defensiva, retomou a luta de boquetes. Enrolou os lábios na pica do preto e agarrou como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. Abduh curtia, mas curtiu ainda mais no momento em que minha irmã juntou a boca na brincadeira. Procurando um lugar livre, a língua dela encontrou a base da pica e as bolas dele. Minha mãe cuidava de chupar da cabeça até mais da metade do tronco, Liz ficou com o resto até as bolas. Garanti que tava gravando as duas mulheres da minha família devorando a entreperna do preto. A pica descomunal dele ficava à mostra, escondida pelas madeixas loiras, a da minha mãe um pouco mais clara. Num certo momento, percebi uma leve cooperação pra dar gosto. Foi minha mãe quem parou primeiro, diante dos bufos do preto.
- Espera. - Disse pra minha irmã. - Que ele vai gozar. - Liz parou e se afastou um pouco. Minha mãe já conhecia cada gesto e barulho do amante dela.
As duas olharam pra cima, na expectativa. Abduh tinha torcido um pouco a cara, devia querer gozar nas duas vadias pálidas que estavam aos pés dele. Minha mãe quebrou o silêncio:
- Se você quer meter, pode fazer. - Ela cedeu, sem dúvida a excitação do momento a arrastava. A cara do preto mudou pra um aspecto de satisfação total.
Levantou primeiro minha mãe e se fundiram num beijo. Minha irmã aproveitou pra me dar uma olhada e mostrar a língua. Ela foi a próxima a ser içada por Abduh. Colocou as mãos nos ombros dele. Ela passou os dedos até o decote leve da camiseta. Agarrou ali e puxou com força, a peça rasgou no meio. Pegou minha irmã de surpresa, ela deu um passo pra trás, minha mãe olhava entretida. O preto não deixou ela recuar, colocou um dedo em forma de gancho na saia dela. Puxou ela pra perto, a mão livre foi direto pra uma das tetas dela e a beijou. O beijo foi o que mais me excitou, era o primeiro entre minha irmã e o preto. A mão no peito dela amassava ele com gosto, beliscou o mamilão deixando ele vermelho e duro. Liz deixou escapar um grito no canto das bocas que se devoravam.
Virando e encarando a cama, o preto empurrou ela, ela caiu de costas com os braços ainda procurando o outro. Puxou a saia e minha irmã ficou totalmente pelada, não tinha nem sinal de calcinha. Abduh mexeu na pica e trocou uns sussurros com minha mãe, ela concordou. A próxima coisa que o preto fez foi se jogar de cabeça na buceta da minha irmã. Ela não demorou a tremer e começar a gemer, fazia isso com mais vontade do que há pouco comigo, em vez de me incomodar, aquilo me deixou mais tarado, se é que era possível. O prazer que ele tava dando chegou ao ponto dela se erguer como se tivesse possuída. Com um movimento como se treinasse a barriga, a cara dela apareceu, boca e olhos bem abertos. Olhou pra minha mãe, ela sorria, satisfeita agora, também se masturbava cada vez com mais vontade. Os gemidos de Liz não paravam de aumentar, as mãos dela passaram da cabeça do preto pra procurar apoio em tudo quanto é lugar. Um tremor nas pernas dela, mais forte do que o que tinha sentido comigo, anunciou o orgasmo que tava chegando.
- Deus, deus... - Ela respirou fundo, enchendo os pulmões. - A língua dele é tão grande quanto a pica. - Me perguntei se tava falando com minha mãe ou comigo.
- Não, querida... você ainda não viu nada. - Minha mãe continuava se dedando, a voz falhava de vez em quando. Realmente a excitava ver a filha sendo comida, a gente tinha mais em comum do que eu pensava.
Ela tinha se sentado numa cadeira de encosto baixo e brega, estofada. O negro se aproximou dela e colocou o pau nos lábios dela, minha mãe recebeu com vontade. Me pareceu que era pra lubrificar o membro do outro antes de foder minha irmã, e ele confirmou:
- Sua filha tem buceta pequena. - Com as mãos, fez um buraco pra ilustrar o que disse. - Igual sua buceta. Depois grande, depois do meu pau. - Ele se referiu à minha mãe, ela concordou com o pau na boca, sem parar de se masturbar.
- Com cuidado. - A voz suplicante da minha irmã me soou estranha. Ela ainda estava na cama, agora mais recuperada.
O negro já voltava pra ela de novo. Me perguntei que horas seriam, olhei o relógio na tela do celular, ainda faltava pra hora do almoço, mal passava do meio-dia. Eu tinha ido dosando a gravação, tinha vários vídeos, mais curtos, não sabia se o aparelho teria memória pra guardar tudo e não queria perder nada do que tinha visto.
Abduh subiu na cama de joelhos, puxou minha irmã pra perto dele. Colocou as pernas dela sobre os ombros dele, o quadril dela encostado na ponta do pau dele. Lá estava o negro, esfregando o rabo nos lábios da buceta da minha irmã, na cama de casal dos meus pais, com minha mãe se masturbando num canto do quarto e eu gravando tudo da porta. Não me vinha nada na cabeça que pudesse melhorar a cena.
Depois de um pouco de brincadeira, Abduh começou a enfiar o pau na minha irmã. Liz se tensionou na hora, a cabeça do pau do negro já apertava ela. Ela não parava de repetir pra ele ir devagar, ter cuidado. Ele fez assim, aos poucos foi abrindo caminho na minha irmã, colocou a mão direita como um limite, igual fez no primeiro dia que comeu minha mãe. Minha irmã já tinha mais da metade pra dentro, mas não parecia aguentar o resto. Devagar, como ela tinha repetido, Abduh mexeu os quadris. A cama acompanhava o balanço lento, minha irmã respirava fundo. Com a mão livre, o negão brincava com os peitos dela, gostava dos mamilos grandes e rosados da minha irmã, beliscou eles até ficarem vermelhos e duros. Acelerou o ritmo e minha irmã mordeu o lábio. Com um gesto, o negão chamou minha mãe para perto, ela obedeceu, chegando ao lado dele. Ele levou a mão livre até a buceta da minha mãe, que o recebeu com vontade, ela chupou a boca dele.
- Cospe. - Disse Abduh quando os lábios dos dois se separaram.
Minha mãe ficou meio tensa, minha irmã nem tanto. Embora tivessem disputado pra chupar o pau, elas não tinham interagido além disso, e o pudor da minha mãe era claro. Por outro lado, minha irmã e eu já tínhamos nos livrado daquilo há um tempo. Abduh repetiu a ordem e finalmente minha mãe obedeceu. Ela se abaixou um pouco, prendeu o cabelo com a mão e dos lábios dela saiu um fio de saliva que caiu na buceta da minha irmã. Caiu bem na junção entre ela e o pau do negão, então com o movimento se espalhou e sumiu. Ele aumentou o ritmo de novo e pediu pra minha mãe facilitar mais um pouco do próprio lubrificante. Abduh fez minha mãe abaixar a cabeça um pouco mais, ela estava a apenas um palmo da ação. Eu via onde aquilo ia dar, não sei como minha mãe e a Liz não perceberam.
A distância que separava a boca da minha mãe da buceta da minha irmã era mínima e o negão aproveitou. Abaixou a cabeça da minha mãe até aquele ponto mágico onde minha irmã e ele se uniam. A Liz demorou um segundo pra sentir o contato dos lábios da nossa mãe na buceta dela. A Liz se ergueu um pouco a tempo de vê-la afastar a cabeça, com mais confusão do que raiva. Com essas mesmas emoções, minha mãe se virou pro Abduh:
- O que você tá fazendo? - Ela tinha se afastado da cama, tremia um pouco, com as costas coladas na parede.
- Assim ajuda a senhorita Estibaliz. - Minha irmã observava tudo em silêncio, com o pau do negão ainda enfiado.
- É minha filha, já é ruim estar vendo isso, mas não vou... - Minha mãe Gesticulava nervosa.
Minha irmã me olhou por um segundo, nossos olhos se cruzaram. Naquele momento, eu poderia ter entrado no quarto e o negão e minha mãe não teriam notado, estavam vidrados no que tinha acabado de acontecer. Minha irmã falou em silêncio me encarando: "O que eu faço?". O desejo e a sacanagem me controlavam. "Continua", respondi do mesmo jeito. Os olhos dela continuavam me perguntando, sem aceitar totalmente minha resposta, ou talvez não tivesse entendido. Eu assenti, mostrando a cabeça inteira pela porta. Minha irmã quebrou o silêncio que tinha se instalado:
- Mãe, não é nada demais. - Minha mãe olhou pra ela do mesmo jeito que tinha olhado pro Abduh. - Eu gostei, e isso torna tudo mais fácil. - Ela tentava ser persuasiva.
- Mas é errado. - Minha mãe tinha se acalmado um pouco.
- Tudo é errado, mãe. Papai te chifrar, nenhuma de nós duas ter sido comida tão bem assim, e não ter mais homens como o Abduh com pica de cavalo. - O discurso me irritou quando ela disse que nunca tinham comido ela direito, mas com minha mãe, teve o efeito que ela queria.
- Você tem razão, em parte. - Ela deu um passo à frente. - Eu nunca fiz isso com uma mulher. É só que você ser minha filha torna um pouco mais difícil. Se não fosse, eu não teria problema. - Minha mãe passava de santa pra puta num piscar de olhos, isso me encantava.
Minha mãe voltou a se juntar ao casal, Abduh recomeçou a bombar, minha irmã gemeu de novo, eu gravava. Minha mãe, timidamente, colocou os lábios na buceta da Liz. Timidamente, esticou a língua, percorreu com cuidado a abertura ocupada pela vara do negão. Ele comia minha irmã cada vez com mais vontade, tinha pegado ela pelo quadril pra fazer mais força. Minha irmã gritou um par de vezes de dor, por causa da força da porrada. Não saberia dizer se esses gritos eram reais ou só um incentivo pra minha mãe se soltar e participar. De qualquer forma, foi isso que aconteceu. Minha mãe brincava com a língua de forma ativa, até levou os dedos até o clitóris. da minha irmã. Não podia ter certeza, mas pelo jeito que Liz começou a gemer, eu diria que minha mãe encontrou o botão do prazer da filha dela. Entre o negro e minha mãe, levaram minha irmã ao segundo orgasmo. Esse terminou com Liz procurando minha mãe com o olhar; quando os olhos delas se encontraram, minha mãe percebeu que tinha feito a filha gozar.
Como Abduh continuava de pau duro, aquilo não estava longe de acabar. Minha irmã e minha mãe trocaram de posição por ordem dele. Sendo minha mãe a que estava sendo fodida, Liz não hesitou um segundo em chupar a buceta dela. Se minha mãe era uma puta, ela era uma rapariga. Minha mãe se assustou com a sensação; eu conhecia aquilo, uma descarga de adrenalina que não era de um simples sexo, era o tesão de ter a filha entre as pernas. Liz se dedicava de verdade, e entre ela e o negro, arrancavam de minha mãe os gemidos mais altos que eu já tinha ouvido até hoje. Com a excitação aumentando, Liz se posicionou completamente sobre nossa mãe. Na posição de 69, minha mãe hesitou um segundo, mas cedeu e deu à minha irmã o que ela queria. Liz só parava de chupar a buceta da mamãe para gemir com o que ela recebia de volta. Eu me masturbei assim que aquilo começou e já tinha outra ereção. Minha mãe gozou de um jeito muito mais barulhento que a filha.
O negro continuava duro, devia ter tomado alguma coisa ou ter priapismo; eu não teria passado da mamada dupla. O garanhão deu uma pausa, mostrando que era humano, respirando pesadamente. Minha irmã e minha mãe na cama mantinham distância, esperando para ver qual ele escolheria para terminar. Tentavam não se olhar, mas não conseguiam tirar os olhos uma da outra; essa sensação eu também conhecia. Abduh fez a escolha, apontou para minha irmã. A posição foi de quatro; daí ele poderia aproveitar a bunda enorme de Liz. Ele também deu instruções para minha mãe, para que se colocasse na frente da minha irmã. Com todos no lugar, começou o que eu esperava ser a última foda do dia; naquele dia, ninguém poderíamos aguentar mais.
Abduh empurrou com força, esquecendo o limite da mão. Quase de uma vez só, enfiou em minha irmã, enquanto ela gritava, ele disse para minha mãe aproximar a buceta da boca da filha dela. O final do grito se afogou nas profundezas da minha mãe e foi respondido pelos gemidos que saíram dela. O negro fodia minha irmã com tanta força quanto fodia minha mãe, embora esta já estivesse acostumada. Liz tirava a cabeça de vez em quando, de entre as pernas da outra, para pedir que fosse mais devagar. Mas era difícil se conter tendo aquele cu perfeito e firme na frente. Abduh tinha dado umas palmadas nela, de nenhuma das quais minha irmã reclamou, deixando o cu dela vermelho. Minha mãe ainda resistia em gozar na boca da filha, mas cada vez ficava mais difícil. Quando não aguentou mais, se afastou, colocando a mão sobre a buceta, mordeu o lábio inferior até sangrar e as pernas tremeram. O negro foi o próximo, agarrou os quadris da minha irmã com força e deixou toda a extensão do pau dentro. Minha mãe, já recuperada, interveio:
- Tira, tira! - Soava meio desesperada, chegou a colocar as mãos nas nádegas da minha irmã e abri-las. Foi a primeira vez que vi o buraco que minha irmã ainda tinha intacto.
- Calma... eu tomo pílula... - A confissão da minha irmã acalmou um pouco minha mãe.
Não parecia errado ela dar pra um negro, ela tinha cedido naquela história de amor filial, mas um netinho inoportuno e de cor parecia demais. Quanto ao Abduh, não sei se entendeu o que estava rolando ou só queria esvaziar os ovos na buceta da minha irmã e pronto. De qualquer forma, quando tirou o pau, ele estava coberto por uma mistura de fluidos dos dois. A buceta da Liz escorreu um pouco da semente dele.
Os três suavam, eu também, e não era por causa do calor. Liz tinha sido bem fodida pela primeira vez. Além disso, naquela mesma manhã, tinha quebrado tabus com a mãe e o irmão, e estava toda tranquila. Minha mãe estava mais Deslocada por ter transado com a filha, mas o prazer daquele momento era único. Depois descobri que ela ficou especialmente satisfeita por ter feito na cama de casal, por causa daquela parada de foder meu pai. Abduh nunca tinha passado por isso, acho eu. Duas loiras, mãe e filha, putas que só elas, babando por ele. Eu tinha comido minha irmã horas antes, descobri que me excitava ser cuck e ver como fazem outros cornos, e tinha um monte de vídeos suculentos, que planejava usar de algum jeito, ainda não sabia como.
A conversa seguinte entre os três mal captei, tava nas nuvens. Minha irmã e Abduh foram pro banheiro do quarto e ouvi o chuveiro ligar. Minha mãe ficou na cama olhando pro teto. Voltei pro meu quarto em silêncio, me troquei e saí pra rua. O resto nem percebeu. Dei uma volta pelo condomínio, sorrindo que nem um idiota, e ficava olhando o celular, revendo os melhores momentos. Tava com uma felicidade estranha, na verdade era tipo um estado de excitação pós-coito prolongado. Não queria que acabasse.
Liz me mandou uma mensagem pra eu passar lá pra almoçar. Minha mãe já tinha ido deixar o Abduh. Liz tava na cozinha, subida na bancada me esperando. Tava com um vestido que devia bater no joelho, mas ali em cima não importava, porque de pernas abertas dava pra ver que continuava sem calcinha.
- Gostou? - Foi o jeito que ela me cumprimentou.
- Devo estar muito louco, adorei. - Ela sorriu safada, parecia tirada de uma revista erótica sentada ali.
- Como o preto fode. - Ela se inclinou pra trás, me dando uma amostra melhor dos encantos dela debaixo do vestido. - Não vejo a hora de repetir. E fica tranquilo, você também vai poder olhar, me excitava saber que você tava ali. - Isso confirmou meu bom humor. - E a mamãe, não é minha primeira mina, mas foi legal. - O comentário me despertou perguntas e fantasias.
- Pra que vou ficar maluco. Hoje meus ovos devem ter ficado vazios. - Não consegui resistir. e acariciava a perna dela, subindo devagar.
- Não me admira, tarado. - Tirou minha mão da perna dela. - Mas vamos, senão não chegamos. - Caminhou em direção à porta.
- Aonde? - Segui ela atrás, vendo ela rebolando a bunda exageradamente.
- Comer com o papai. - Sorriu debochada.
Minha mãe chegou logo depois, me recebeu com um sorriso de orelha a orelha. Estava meio tensa com a Liz, mas nada demais. Me surpreendeu que a ideia de comer com o papai parecesse tão boa pra ela. Minha irmã me explicou depois que o que mais deixava minha mãe excitada era fazer de corno o nosso pai. Durante o almoço, no restaurante do campo de golfe, meu pai se gabou do dia dele. Liz e mamãe foram ficando mais cúmplices e riam dos comentários do meu pai. O coitado achava que tinha a família perfeita, nada mais longe da realidade, embora a gente se divertisse mais do que nunca.
CONTINUA.
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O preto não tirava os olhos da minha irmã, passou o dia todo comendo ela com os olhos. Agora a tinha totalmente nua, acabada de foder pelo irmão, se cobrindo como podia. O braço esquerdo tapando os peitos, apertando eles contra si mesma, a mão direita sobre a buceta, enquanto cruzava as pernas o máximo que o equilíbrio permitia. Tentava privar o preto da visão da sua nudez total.
A vontade de sair pra quebrar a cara do Abduh sumiu de repente. Pensava que minha mãe não tinha conseguido resistir a ele. Além disso, eu não intervim nenhuma das vezes que pude pará-los, sem saber por quê. Mas agora era diferente, minha irmã tinha me jurado que o preto não a excitava, que nunca ia dar pra ele. Surgiu a oportunidade de ver se ela dizia a verdade, e depois do que a gente tinha feito, parecia ainda mais importante. Ficava me perguntando se ela seria capaz de resistir a ele, e se não fosse, o espetáculo valeria a pena.
- Abduh, o que você está fazendo aqui? Eu estava me trocando. - Minha irmã tentou não gritar. Queria parecer calma.
- Eu ver na janela... - Ele olhava pra ela com desejo. - Você olhar Sofia e eu. - Quando minha irmã se inclinou, o preto devia ter visto. - Sem roupa você. Gosta do que vê. - Com certeza ele gostava do que via.
- Não, não... Eu... Sai do meu quarto! - Minha irmã apontou pra porta com a mão que cobria os peitos. Quando ficaram à vista, o preto lambeu os lábios.
Minha irmã se cobriu de novo no segundo seguinte. Abduh não se mexeu nem um centímetro. Liz olhou pro armário, esperando que eu fizesse alguma coisa. A decepção dela ao perceber que eu não ia fazer nada foi clara. O preto não se mexeu nem um centímetro, e o que veio depois me pegou de surpresa. Liz se descobriu completamente. Foi um gesto. de rebeldia dedicado a mim, e possivelmente algo mais.
- É isso que você quer?
- Tive a impressão de que a pergunta era pra mim. Abduh assentiu.
- Você quer isso?
- O preto não demorou pra puxar o pauzão pra fora, comparações são odiosas. Embora minha irmã já tivesse visto o suficiente.
- Não. - Respondeu minha irmã. Pegou tanto eu quanto Abduh de surpresa. - Agora não. - A ressalva agradou o outro. - Eu não sou igual minha mãe, por mais cock que você tenha, não vou me jogar aos seus pés igual uma louca. - Ela retomou o controle da situação com aquela altivez que eu odiava e amava igualmente.
O preto, perplexo, tentou continuar o jogo dele. Avançou balançando o rabo, deixando ele duro. Minha irmã o parou:
- Eu falei que não. Quer o quê, que eu grite e minha mãe suba, ou que meu irmão apareça e conte tudo o que eu vi você fazer com a nossa mãe? - Abduh acompanhava o raciocínio de Liz. - E depois meu pai vai ficar sabendo, e aí sim vai ser bom. - Ela conseguiu deixar o preto congelado. - Agora que você já me viu pelada, bate uma punheta se quiser, mas não vai me foder assim tão fácil. Vai ser quando eu mandar.
Eu tava empolgado com a reação da minha irmã. Ela tinha cortado o barato dele, e ainda me senti reconfortado com aquela pequena prova de fidelidade. Mas o preto era muito preto, e fez o que Liz disse. Começou a se masturbar com gosto na frente dela. Me perguntei por que minha mãe não tava procurando ele, e quanto tempo ele ia ficar ali. Me surpreendi quando ele gozou em dois minutos, quando queria, sabia se apressar. As porradas de leite caíram no chão, aos pés da minha irmã, ele não parou de olhar pra ela. Pegou a calcinha do biquíni que tava perto, usou pra se limpar e saiu em silêncio. Voltaria pra perto da minha mãe, uma ausência mais longa faria ela procurar por ele. Saiu sem se despedir, mas dava pra ver um certo ar de triunfo.
Saí do armário, fui até minha irmã. Ela me ignorou. Pegou umas roupas e começou a me vestí, hice lo mismo. El olvido tomó cuenta de mi mirada, tuve que preguntar:
- O que foi?
- Como assim o que foi. - Ela estava vestida. - Você não fez nada. - Ela me afastou com um empurrão, evitei pisar na gozada do negão.
- Mas não aconteceu nada, ele não te tocou. - Respondi tentando encontrar o olhar dela.
- E se tivesse tocado? - Não tive resposta. - Você teria ficado aí dentro e visto tudo calado, pra depois xingar pra todo lado, pra me chamar de puta igual chama a mamãe. - Precisava dizer algo.
- Não, você tinha dito que não gostava dele, que não ia dar pra ele, e eu queria saber... - Meti os pés pelas mãos.
- Saber se era verdade. - Assenti. - Você acha que é meu namorado depois do que a gente fez, que tem direito de testar minha fidelidade. - Ela sempre sabia o que eu pensava, era um pouco irritante.
- Alguma coisa eu sou, porque sou seu irmão, mas há um segundo eu era muito mais... - Ela conseguiu me irritar e eu não sabia o que dizer.
- Então se comporte como homem, ou será que te excita ver as mulheres que você ama sendo fodidas por outro? - Doeu ela dizer aquilo, mas meu rosto mostrou que eu mesmo me perguntava isso. - Sério. - Ela me olhava com certa incredulidade. - Isso te excita. - Ela pegou a calcinha do biquíni, com a qual o negão tinha se limpado, e a aproximou do meu rosto. Recuei.
Ela estava curtindo aquilo, como quando me provocava na infância. Tinha descoberto um segredo com o qual poderia me torturar pra sempre. O que ela fez em seguida me deixou muito excitado, dissipando as poucas dúvidas que restavam sobre minha parafilia. Com cara de puta, ela lambeu os restos de porra da calcinha.
- Quer ser meu namorado? Me beija. - Ela passou a língua nos lábios, umedecendo-os com a mistura da saliva dela e da gozada do outro.
- Por favor, não faz isso. - Respondi mostrando certa repulsa.
- Se não fizer, isso nunca mais vai se repetir. - Ela me colocou entre a espada e a parede.
A ideia de que aquilo me tocasse me dava nojo, mas o desejo tomou conta de mim. Nos beijamos, dessa vez a boca dela O sabor era mais salgado que antes. Fiquei excitado, como uma mola, tive uma ereção. Me senti envergonhado, mas não conseguia esconder que tava gostando. Liz segurou o volume por um segundo e se afastou de mim.
- Limpa isso. - Apontou pro chão. - Ia falar pra usar a língua, mas não quero abusar.
- Valeu. - Falei sarcástico. - E a gente faz o quê com o meu? - Tentei a sorte de me divertir de novo com ela.
- Vira você. Vamos tirar proveito desse seu vício, acho que também tô ficando com tesão. - Que família a nossa. - E além disso, você tinha razão, o negrão realmente me dá tesão, um pouco. - Ela falou aquilo e me deu um sorriso debochado. - Tenho algo em mente que vai agradar todo mundo.
- O quê? - Perguntei, mas ela me ignorou completamente.
Ela saiu, se certificando de que o corredor tava vazio. Olhei pra gozada do negrão. Limpei com um lenço de papel e joguei no lixo que a minha irmã tinha no quarto. Espiei de novo pela janela. Minha mãe tava tomando sol e o negrão nadando. Pelo que minha irmã me disse, eles tinham se esfregado na espreguiçadeira, além da piscina e sabe Deus o que mais fizeram antes de chegar em casa. Depois que Liz expôs meu fetiche que eu negava, fiquei com vontade de ver mais ação. Por sorte, o dia ainda ia render.
Minha irmã apareceu na piscina, tinha passado um tempo no banheiro, tava arrumada. Trocou umas palavras com minha mãe, também deu um sorriso pro negrão, que retribuiu do mesmo jeito. Ouvi Liz saindo de carro. Fiquei sem reação, não sabia o que ela pretendia. A saída dela ficou clara pros amantes, eles se olharam com cumplicidade. De volta ao quarto, peguei o celular pra falar com minha irmã. Já tinha uma mensagem dela: "Se esconde" "Eles acham que tão sozinhos". Ela fez aquilo pra eles pensarem que tinham a casa toda pra eles. A próxima mensagem me surpreendeu. "Grava um vídeo, tenho uma ideia". Minha parte racional queria recusar essa encenação, mas por outro lado já tava começando a me excitar. tudo.
Voltei pro quarto da minha irmã e espiei pela janela. Minha mãe e o negão não estavam no jardim. As risadas que vieram do corredor me deixaram alerta. Depois veio a voz da minha mãe:
- Estibaliz? Carlos? - Não respondi.
O barulho dos passos ia em direção ao quarto da minha irmã. Preso de novo ali, me enfiei de volta no armário dela. Foi o impulso certo, porque a porta se abriu e minha mãe entrou. O negão veio atrás, um passo atrás, segurou ela pela cintura e começou a chupar o pescoço dela. Minha mãe se virou e eles se beijaram.
- Vamos, vamos pro meu quarto, já tá na hora de você me foder numa cama de verdade. - Minha mãe puxou o negão de volta pra porta.
Abduh não se mexeu, ficou examinando o quarto, reparou no chão onde ela tinha gozado há pouco mais de meia hora. Quando finalmente avançou, não foi pra porta, e sim pra cama da Liz. Minha mãe se deixou levar, dando passos pequenos, insegura.
- Aqui. - O negão sentou na cama.
- Aqui? - Ele assentiu. - Mas é muito pequena, vamos, vamos pro meu quarto, lá vamos ficar mais confortáveis.
Abduh tirou a sunga e ficou pelado em cima da cama da minha irmã. Não tinha discussão, minha mãe imitou ele e ficou na frente dele, nua como veio ao mundo. Ela se ajoelhou entre as pernas dele. Dessa vez estavam num lugar bem iluminado, muito mais perto de mim, eu tava a um palmo. O contraste da pele pálida da minha mãe com o Abduh me esquentou na hora. Minha mãe agarrou a pica dele com as duas mãos, devagar, movendo pra cima e pra baixo. Ela tava aproveitando mais o momento do que o negão, esticou a língua e aproximou o pau meio duro da boca dela. Ela lambia como se fosse um sorvete, se deliciando passando a língua em cada centímetro da vara. Desceu até as bolas, com um pouco de pelo, e deu o mesmo tratamento que na pica. Depois de lamber bem, passou a enfiar elas na boca. Segurava a pica na vertical e com a cabeça virada, minha Mãe conseguiu engolir uma das bolas pretas. Abduh mordia o lábio enquanto acariciava a cabeça da minha mãe, como se fosse uma puta. Repetiu o processo até deixar a sacola dos ovos bem chupada.
Minha mãe ia retomar o trabalho com a pica do preto quando meu celular vibrou. A mensagem da minha irmã perguntava se já tinham começado. Respondi que sim. O próximo que ela perguntou foi onde estavam. Falei que no quarto dela. Ela demorou um pouco antes de continuar nossa conversa virtual. Minha mãe chupava o preto com gosto, nessa altura já manobrava o baita pauzão como se tivesse passado a vida inteira com ele na boca. "Tá gravando?" foi a próxima mensagem. Neguei. "Grava, e se prepara pro que vem" encerrou a conversa. Não respondeu quando perguntei o que queria dizer. Coloquei a câmera da parte de trás do celular entre uma das aberturas do armário e comecei a gravação.
A primeira imagem que capturei foi a da minha mãe avançando com os lábios pelo rabo preto. Fez ele desaparecer dentro da boca. Aquele truque ela já dominava, mas não deixava de ser espetacular. Aguentou uns segundos e a pica do preto emergiu. Tomou ar e voltou ao ataque. Repetiu isso mais umas duas vezes, quando a pica brilhava de saliva ela decidiu passar pra outra coisa. Cuspiu nos próprios peitos, pediu pro preto fazer o mesmo, dela quase não devia sobrar saliva. Enrolou o rabo com os peitos e começou a masturbar ele, mantendo o tempo todo contato visual com Abduh. Dava muito tesão como ela cravava aqueles olhos azuis nos do amante, tentei deixar bem focado aquilo. A pica já bem dura aparecia por cima dos peitos da minha mãe, e ela recebia com a língua pra fora e a boca aberta igual uma boneca inflável.
Abduh teve o suficiente e fez minha mãe levantar. Virou ela de costas, de frente pra porta. Pegou ela pelas cadeiras e puxou pra baixo. O pau inteiro afundou de uma só vez. De onde dava pra ver como ela apertava as paredes da buceta da minha mãe. Ela soltou um gemido forte, o primeiro de muitos. Sem soltar os quadris dela, ele a levantou e deixou ela cair de novo. Minha mãe acompanhou o movimento, as nádegas dela batendo nas coxas do negão fazendo um barulho rítmico de carne. Os gemidos dela se encaixaram no ritmo, e a buceta começou a ficar molhada. Revirando os olhos e jogando a cabeça pra trás, ela teve o primeiro orgasmo.
Abduh não parou por aí, com minha mãe enfiada nele, ele se levantou e colocou ela na cama, de bruços, enquanto ela ainda tremia e gemia da gozada recente. Como a cama da minha irmã era bem alta, minha mãe só tocava o chão na ponta dos pés, mas o negão alcançava de boa, na verdade era a altura ideal. Ele metia com força, e minha mãe não parava de gritar desde o orgasmo. Nessa posição, eu mal via a bunda do negão indo pra frente e pra trás, empurrando minha mãe. Agora o som dos corpos se chocando era bem mais alto. Pelas pernas da minha mãe, consegui ver uma linha fina de líquido escorrendo. De novo, me esforcei pra gravar aquele detalhe que me excitava especialmente. Por mim, eu já tava duro de novo, era inegável que eu curtia ver ela sendo comida.
A progressão dos barulhos e das declarações sexualmente explícitas me avisava que eles estavam quase terminando. O negão colocou minha mãe de barriga pra cima na cama, pôs as pernas dela nos ombros dele e continuou comendo ela. A situação tava acelerando, mas ainda consegui pegar uns bons takes. Na nova posição, dava pra ver o corpo da minha mãe perfeitamente, o balanço dos peitos dela com as metidas, ou como eles sumiam nas mãos grandes do negão. Abduh parecia pronto pra gozar, junto com minha mãe, e comigo que já tava me masturbando fazia um tempo. Mas a surpresa da minha irmã pegou todo mundo.
Liz entrou no quarto, de repente. Os amantes viraram a cabeça ao mesmo tempo, quebrando o contato. visual. O negrão já tinha o pau pra fora e gozava na minha mãe deitada. Numa tentativa infantil de se cobrir, minha mãe puxou cada pedaço de pano por perto e se enrolou num novelo com os lençóis. Abduh já tinha ficado pelado na frente da minha irmã, e ela também, então não mostrou o menor pudor. Levei uns segundos pra entender o que tava rolando, até que percebi a expressão exagerada da minha irmã. Ela tava com os olhos e a boca bem abertos, fingindo estar perplexa. Me perguntei se o negrão ia entrar na onda do teatro que ela tava prestes a fazer.
- Não acredito. - Ela falou devagar, com um tom que combinava com a cara dela. - Mãe, meu deus. - Levou a mão à boca.
- Querida, Estibaliz, não é o que parece. - Minha mãe continuava se cobrindo com os lençóis de qualquer jeito, não conseguia se levantar.
- Mãe, parece que você tá dando pro Abduh. É isso que você entende por ajudar? - Se minha mãe não tivesse tão nervosa por ter sido pega, teria percebido que minha irmã tava fingindo. O outro também podia ter aberto a boca, mas só ficava sorrindo pelado, sem o menor pudor.
- Eu, eu... - Minha mãe gaguejava. - É que...
- É que ele é muito gostoso. - Liz calou ela, andou até o negrão e passou o dedo indicador da mão esquerda pelo torso dele, do umbigo até o pescoço.
Minha mãe ficou chocada, vendo ela flertar com o amante. Liz tava vestida com uma saia que deixava metade da bunda de fora, e uma camiseta regata bem apertada, sem sutiã. Liz agora tinha a mão inteira no peito do negrão, e ele colocou as mãos na cintura da minha irmã. De olho, ela olhou pro armário, aquilo era pra mim, sabia como me deixava com tesão e puto ao mesmo tempo. Minha irmã tinha planejado dar pro negrão, isso eu entendia, mas o que não peguei de primeira foi a necessidade de expor nossa mãe.
- A verdade é que eu entendo, mãe. - Ela não se afastava do negrão, minha mãe começava a aparecer de entre os lençóis. os lençóis. — Mas você devia dividir.
— Como assim? — Minha mãe tinha se sentado na cama e cobria os seios com as mãos, ainda tinha esperma do outro cara escorrendo pela barriga dela.
— Ora, o Abduh tem de sobra pra dar e vender. — A mão da Liz começou a descer. Parou na altura da buceta dela. — Que tal, mãe, a gente divide?
— Mas você é minha filha. — Foi a primeira desculpa que ela inventou pra negar que outra mulher pegasse o negão. Embora ele estivesse de boa e a cara da minha mãe mostrasse que ela não tinha gostado nada da ideia. Aí me toquei que a Liz só queria ver quem o Abduh preferia.
— Mãe, ou você divide ou eu conto pro papai. — Ela sempre foi uma dedo-duro desde pequena. Minha irmã tinha a mão na base do pau do Abduh, que pendia mole, mas alguma coisa me dizia que logo ia ficar duro de novo.
Minha mãe hesitou, ficou entre a cruz e a caldeirinha. No fim, ia acabar escolhendo a cruz, ou melhor, deixando que o outro escolhesse por ela.
— O que você quer? — Minha mãe perguntou pro negão, acho que ainda tinha esperança de que ele dissesse que não queria comer minha irmã. Não me surpreendeu que ela se submetesse ao Abduh, minha mãe gostava que outro mandasse nela, talvez assim não se sentisse tão responsável, sabe?
Ele não respondeu, só pegou cada uma pela mão e puxou pra fora. Segui o barulho dos passos e deduzi que tinham ido pro quarto dos meus pais. Continuei gravando. Ouvi minha irmã dizer que não precisava fechar a porta. Era meu sinal, me esgueirei até ficar espiando pela porta. A cena me encantou, o Abduh tava entre minha mãe e minha irmã. As duas loiras, com a pele clara e os olhos azuis, com o negão no meio. Minha irmã se abaixou, ainda vestida. Embora ela tivesse negado antes, agora eu pude ver que o tamanho da pica do negro tinha o mesmo efeito hipnótico nela que na minha mãe. Com cuidado, como se pudesse quebrar, ela segurou. Com a mão fechada em volta do tronco, começou a levantar e levar até a boca. Minha mãe a interrompeu:
— Sabe o que tá fazendo? — perguntou altiva, se abraçava a Abduh, que passava o braço pela cintura dela. Parecia resignada que aquilo fosse rolar, mas marcaria território como uma leoa. — Não parece que você já pegou uma desse tamanho antes.
— É o que você pensa. — Minha irmã tentou parecer segura.
Ela abriu a boca e tentou engolir o máximo que conseguia. Mesmo mole, não chegou nem na metade. Minha mãe riu, tinha recuperado a compostura e agora se divertia vendo a filha falhar em satisfazer o amante. Mas Abduh não ia deixar minha irmã desistir tão fácil.
— Mostra. — Ele colocou a mão no ombro da minha mãe e empurrou ela pra baixo.
Minha mãe ficou de joelhos, do lado da minha irmã que ainda tentava enfiar a pica do preto na boca. Minha mãe agarrou ela e praticamente tirou da boca dela. Abduh tinha recuperado uma ereção que crescia a cada instante. Aí minha mãe fez uma exibição de verdade, tapou o nariz com dois dedos e devagar foi engolindo o pau todo, até as bolas baterem no queixo dela. Não era pra ensinar minha irmã, era pra deixar claro que ele era o homem dela, tava marcando território como no começo. Minha irmã pegou o pau de Abduh de volta e tentou de novo, passou da metade, mas um engasgo fez ela recuar. Minha mãe riu, a atitude dela não tava nos planos da minha irmã, que começava a ficar puta, não aguentava não ser a melhor. Enfim, eu já tinha falado várias vezes, com gente na frente minha mãe virava uma puta ainda mais. A raiva da Liz acabou num pedido pro preto:
— Você, aperta minha cabeça. — Ela apontou pra ele e falou com a voz autoritária, a mesma que usou comigo depois da nossa transa.
Outra tentativa, e o preto seguiu as instruções. Agarrou a nuca dela e acompanhou o movimento da minha irmã. Ela tinha passado a marca anterior, minha mãe olhava com desprezo pra filha. A Liz deixou escapar algumas lágrimas e veio uns engasgos, mas não pediu pro outro parar. que aliviasse a tensão. Mais que isso, pediu que aumentasse, Abduh fez isso e minha irmã repetiu o gesto da minha mãe de tapar o nariz e, num último esforço, conseguiu o mesmo resultado que nossa progenitora. Quando atingiu essa marca, ordenou com gestos que o outro a soltasse. Ao recuperar a garganta, cuspiu no chão. Os olhos estavam vermelhos e eu juraria que a mandíbula estava deslocada. Mas ela estava feliz por ter conseguido igualar nossa mãe. Abduh estava pletórico, mas como não estar?
Minha mãe, de novo na defensiva, retomou a luta de boquetes. Enrolou os lábios na pica do preto e agarrou como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. Abduh curtia, mas curtiu ainda mais no momento em que minha irmã juntou a boca na brincadeira. Procurando um lugar livre, a língua dela encontrou a base da pica e as bolas dele. Minha mãe cuidava de chupar da cabeça até mais da metade do tronco, Liz ficou com o resto até as bolas. Garanti que tava gravando as duas mulheres da minha família devorando a entreperna do preto. A pica descomunal dele ficava à mostra, escondida pelas madeixas loiras, a da minha mãe um pouco mais clara. Num certo momento, percebi uma leve cooperação pra dar gosto. Foi minha mãe quem parou primeiro, diante dos bufos do preto.
- Espera. - Disse pra minha irmã. - Que ele vai gozar. - Liz parou e se afastou um pouco. Minha mãe já conhecia cada gesto e barulho do amante dela.
As duas olharam pra cima, na expectativa. Abduh tinha torcido um pouco a cara, devia querer gozar nas duas vadias pálidas que estavam aos pés dele. Minha mãe quebrou o silêncio:
- Se você quer meter, pode fazer. - Ela cedeu, sem dúvida a excitação do momento a arrastava. A cara do preto mudou pra um aspecto de satisfação total.
Levantou primeiro minha mãe e se fundiram num beijo. Minha irmã aproveitou pra me dar uma olhada e mostrar a língua. Ela foi a próxima a ser içada por Abduh. Colocou as mãos nos ombros dele. Ela passou os dedos até o decote leve da camiseta. Agarrou ali e puxou com força, a peça rasgou no meio. Pegou minha irmã de surpresa, ela deu um passo pra trás, minha mãe olhava entretida. O preto não deixou ela recuar, colocou um dedo em forma de gancho na saia dela. Puxou ela pra perto, a mão livre foi direto pra uma das tetas dela e a beijou. O beijo foi o que mais me excitou, era o primeiro entre minha irmã e o preto. A mão no peito dela amassava ele com gosto, beliscou o mamilão deixando ele vermelho e duro. Liz deixou escapar um grito no canto das bocas que se devoravam.
Virando e encarando a cama, o preto empurrou ela, ela caiu de costas com os braços ainda procurando o outro. Puxou a saia e minha irmã ficou totalmente pelada, não tinha nem sinal de calcinha. Abduh mexeu na pica e trocou uns sussurros com minha mãe, ela concordou. A próxima coisa que o preto fez foi se jogar de cabeça na buceta da minha irmã. Ela não demorou a tremer e começar a gemer, fazia isso com mais vontade do que há pouco comigo, em vez de me incomodar, aquilo me deixou mais tarado, se é que era possível. O prazer que ele tava dando chegou ao ponto dela se erguer como se tivesse possuída. Com um movimento como se treinasse a barriga, a cara dela apareceu, boca e olhos bem abertos. Olhou pra minha mãe, ela sorria, satisfeita agora, também se masturbava cada vez com mais vontade. Os gemidos de Liz não paravam de aumentar, as mãos dela passaram da cabeça do preto pra procurar apoio em tudo quanto é lugar. Um tremor nas pernas dela, mais forte do que o que tinha sentido comigo, anunciou o orgasmo que tava chegando.
- Deus, deus... - Ela respirou fundo, enchendo os pulmões. - A língua dele é tão grande quanto a pica. - Me perguntei se tava falando com minha mãe ou comigo.
- Não, querida... você ainda não viu nada. - Minha mãe continuava se dedando, a voz falhava de vez em quando. Realmente a excitava ver a filha sendo comida, a gente tinha mais em comum do que eu pensava.
Ela tinha se sentado numa cadeira de encosto baixo e brega, estofada. O negro se aproximou dela e colocou o pau nos lábios dela, minha mãe recebeu com vontade. Me pareceu que era pra lubrificar o membro do outro antes de foder minha irmã, e ele confirmou:
- Sua filha tem buceta pequena. - Com as mãos, fez um buraco pra ilustrar o que disse. - Igual sua buceta. Depois grande, depois do meu pau. - Ele se referiu à minha mãe, ela concordou com o pau na boca, sem parar de se masturbar.
- Com cuidado. - A voz suplicante da minha irmã me soou estranha. Ela ainda estava na cama, agora mais recuperada.
O negro já voltava pra ela de novo. Me perguntei que horas seriam, olhei o relógio na tela do celular, ainda faltava pra hora do almoço, mal passava do meio-dia. Eu tinha ido dosando a gravação, tinha vários vídeos, mais curtos, não sabia se o aparelho teria memória pra guardar tudo e não queria perder nada do que tinha visto.
Abduh subiu na cama de joelhos, puxou minha irmã pra perto dele. Colocou as pernas dela sobre os ombros dele, o quadril dela encostado na ponta do pau dele. Lá estava o negro, esfregando o rabo nos lábios da buceta da minha irmã, na cama de casal dos meus pais, com minha mãe se masturbando num canto do quarto e eu gravando tudo da porta. Não me vinha nada na cabeça que pudesse melhorar a cena.
Depois de um pouco de brincadeira, Abduh começou a enfiar o pau na minha irmã. Liz se tensionou na hora, a cabeça do pau do negro já apertava ela. Ela não parava de repetir pra ele ir devagar, ter cuidado. Ele fez assim, aos poucos foi abrindo caminho na minha irmã, colocou a mão direita como um limite, igual fez no primeiro dia que comeu minha mãe. Minha irmã já tinha mais da metade pra dentro, mas não parecia aguentar o resto. Devagar, como ela tinha repetido, Abduh mexeu os quadris. A cama acompanhava o balanço lento, minha irmã respirava fundo. Com a mão livre, o negão brincava com os peitos dela, gostava dos mamilos grandes e rosados da minha irmã, beliscou eles até ficarem vermelhos e duros. Acelerou o ritmo e minha irmã mordeu o lábio. Com um gesto, o negão chamou minha mãe para perto, ela obedeceu, chegando ao lado dele. Ele levou a mão livre até a buceta da minha mãe, que o recebeu com vontade, ela chupou a boca dele.
- Cospe. - Disse Abduh quando os lábios dos dois se separaram.
Minha mãe ficou meio tensa, minha irmã nem tanto. Embora tivessem disputado pra chupar o pau, elas não tinham interagido além disso, e o pudor da minha mãe era claro. Por outro lado, minha irmã e eu já tínhamos nos livrado daquilo há um tempo. Abduh repetiu a ordem e finalmente minha mãe obedeceu. Ela se abaixou um pouco, prendeu o cabelo com a mão e dos lábios dela saiu um fio de saliva que caiu na buceta da minha irmã. Caiu bem na junção entre ela e o pau do negão, então com o movimento se espalhou e sumiu. Ele aumentou o ritmo de novo e pediu pra minha mãe facilitar mais um pouco do próprio lubrificante. Abduh fez minha mãe abaixar a cabeça um pouco mais, ela estava a apenas um palmo da ação. Eu via onde aquilo ia dar, não sei como minha mãe e a Liz não perceberam.
A distância que separava a boca da minha mãe da buceta da minha irmã era mínima e o negão aproveitou. Abaixou a cabeça da minha mãe até aquele ponto mágico onde minha irmã e ele se uniam. A Liz demorou um segundo pra sentir o contato dos lábios da nossa mãe na buceta dela. A Liz se ergueu um pouco a tempo de vê-la afastar a cabeça, com mais confusão do que raiva. Com essas mesmas emoções, minha mãe se virou pro Abduh:
- O que você tá fazendo? - Ela tinha se afastado da cama, tremia um pouco, com as costas coladas na parede.
- Assim ajuda a senhorita Estibaliz. - Minha irmã observava tudo em silêncio, com o pau do negão ainda enfiado.
- É minha filha, já é ruim estar vendo isso, mas não vou... - Minha mãe Gesticulava nervosa.
Minha irmã me olhou por um segundo, nossos olhos se cruzaram. Naquele momento, eu poderia ter entrado no quarto e o negão e minha mãe não teriam notado, estavam vidrados no que tinha acabado de acontecer. Minha irmã falou em silêncio me encarando: "O que eu faço?". O desejo e a sacanagem me controlavam. "Continua", respondi do mesmo jeito. Os olhos dela continuavam me perguntando, sem aceitar totalmente minha resposta, ou talvez não tivesse entendido. Eu assenti, mostrando a cabeça inteira pela porta. Minha irmã quebrou o silêncio que tinha se instalado:
- Mãe, não é nada demais. - Minha mãe olhou pra ela do mesmo jeito que tinha olhado pro Abduh. - Eu gostei, e isso torna tudo mais fácil. - Ela tentava ser persuasiva.
- Mas é errado. - Minha mãe tinha se acalmado um pouco.
- Tudo é errado, mãe. Papai te chifrar, nenhuma de nós duas ter sido comida tão bem assim, e não ter mais homens como o Abduh com pica de cavalo. - O discurso me irritou quando ela disse que nunca tinham comido ela direito, mas com minha mãe, teve o efeito que ela queria.
- Você tem razão, em parte. - Ela deu um passo à frente. - Eu nunca fiz isso com uma mulher. É só que você ser minha filha torna um pouco mais difícil. Se não fosse, eu não teria problema. - Minha mãe passava de santa pra puta num piscar de olhos, isso me encantava.
Minha mãe voltou a se juntar ao casal, Abduh recomeçou a bombar, minha irmã gemeu de novo, eu gravava. Minha mãe, timidamente, colocou os lábios na buceta da Liz. Timidamente, esticou a língua, percorreu com cuidado a abertura ocupada pela vara do negão. Ele comia minha irmã cada vez com mais vontade, tinha pegado ela pelo quadril pra fazer mais força. Minha irmã gritou um par de vezes de dor, por causa da força da porrada. Não saberia dizer se esses gritos eram reais ou só um incentivo pra minha mãe se soltar e participar. De qualquer forma, foi isso que aconteceu. Minha mãe brincava com a língua de forma ativa, até levou os dedos até o clitóris. da minha irmã. Não podia ter certeza, mas pelo jeito que Liz começou a gemer, eu diria que minha mãe encontrou o botão do prazer da filha dela. Entre o negro e minha mãe, levaram minha irmã ao segundo orgasmo. Esse terminou com Liz procurando minha mãe com o olhar; quando os olhos delas se encontraram, minha mãe percebeu que tinha feito a filha gozar.
Como Abduh continuava de pau duro, aquilo não estava longe de acabar. Minha irmã e minha mãe trocaram de posição por ordem dele. Sendo minha mãe a que estava sendo fodida, Liz não hesitou um segundo em chupar a buceta dela. Se minha mãe era uma puta, ela era uma rapariga. Minha mãe se assustou com a sensação; eu conhecia aquilo, uma descarga de adrenalina que não era de um simples sexo, era o tesão de ter a filha entre as pernas. Liz se dedicava de verdade, e entre ela e o negro, arrancavam de minha mãe os gemidos mais altos que eu já tinha ouvido até hoje. Com a excitação aumentando, Liz se posicionou completamente sobre nossa mãe. Na posição de 69, minha mãe hesitou um segundo, mas cedeu e deu à minha irmã o que ela queria. Liz só parava de chupar a buceta da mamãe para gemir com o que ela recebia de volta. Eu me masturbei assim que aquilo começou e já tinha outra ereção. Minha mãe gozou de um jeito muito mais barulhento que a filha.
O negro continuava duro, devia ter tomado alguma coisa ou ter priapismo; eu não teria passado da mamada dupla. O garanhão deu uma pausa, mostrando que era humano, respirando pesadamente. Minha irmã e minha mãe na cama mantinham distância, esperando para ver qual ele escolheria para terminar. Tentavam não se olhar, mas não conseguiam tirar os olhos uma da outra; essa sensação eu também conhecia. Abduh fez a escolha, apontou para minha irmã. A posição foi de quatro; daí ele poderia aproveitar a bunda enorme de Liz. Ele também deu instruções para minha mãe, para que se colocasse na frente da minha irmã. Com todos no lugar, começou o que eu esperava ser a última foda do dia; naquele dia, ninguém poderíamos aguentar mais.
Abduh empurrou com força, esquecendo o limite da mão. Quase de uma vez só, enfiou em minha irmã, enquanto ela gritava, ele disse para minha mãe aproximar a buceta da boca da filha dela. O final do grito se afogou nas profundezas da minha mãe e foi respondido pelos gemidos que saíram dela. O negro fodia minha irmã com tanta força quanto fodia minha mãe, embora esta já estivesse acostumada. Liz tirava a cabeça de vez em quando, de entre as pernas da outra, para pedir que fosse mais devagar. Mas era difícil se conter tendo aquele cu perfeito e firme na frente. Abduh tinha dado umas palmadas nela, de nenhuma das quais minha irmã reclamou, deixando o cu dela vermelho. Minha mãe ainda resistia em gozar na boca da filha, mas cada vez ficava mais difícil. Quando não aguentou mais, se afastou, colocando a mão sobre a buceta, mordeu o lábio inferior até sangrar e as pernas tremeram. O negro foi o próximo, agarrou os quadris da minha irmã com força e deixou toda a extensão do pau dentro. Minha mãe, já recuperada, interveio:
- Tira, tira! - Soava meio desesperada, chegou a colocar as mãos nas nádegas da minha irmã e abri-las. Foi a primeira vez que vi o buraco que minha irmã ainda tinha intacto.
- Calma... eu tomo pílula... - A confissão da minha irmã acalmou um pouco minha mãe.
Não parecia errado ela dar pra um negro, ela tinha cedido naquela história de amor filial, mas um netinho inoportuno e de cor parecia demais. Quanto ao Abduh, não sei se entendeu o que estava rolando ou só queria esvaziar os ovos na buceta da minha irmã e pronto. De qualquer forma, quando tirou o pau, ele estava coberto por uma mistura de fluidos dos dois. A buceta da Liz escorreu um pouco da semente dele.
Os três suavam, eu também, e não era por causa do calor. Liz tinha sido bem fodida pela primeira vez. Além disso, naquela mesma manhã, tinha quebrado tabus com a mãe e o irmão, e estava toda tranquila. Minha mãe estava mais Deslocada por ter transado com a filha, mas o prazer daquele momento era único. Depois descobri que ela ficou especialmente satisfeita por ter feito na cama de casal, por causa daquela parada de foder meu pai. Abduh nunca tinha passado por isso, acho eu. Duas loiras, mãe e filha, putas que só elas, babando por ele. Eu tinha comido minha irmã horas antes, descobri que me excitava ser cuck e ver como fazem outros cornos, e tinha um monte de vídeos suculentos, que planejava usar de algum jeito, ainda não sabia como.
A conversa seguinte entre os três mal captei, tava nas nuvens. Minha irmã e Abduh foram pro banheiro do quarto e ouvi o chuveiro ligar. Minha mãe ficou na cama olhando pro teto. Voltei pro meu quarto em silêncio, me troquei e saí pra rua. O resto nem percebeu. Dei uma volta pelo condomínio, sorrindo que nem um idiota, e ficava olhando o celular, revendo os melhores momentos. Tava com uma felicidade estranha, na verdade era tipo um estado de excitação pós-coito prolongado. Não queria que acabasse.
Liz me mandou uma mensagem pra eu passar lá pra almoçar. Minha mãe já tinha ido deixar o Abduh. Liz tava na cozinha, subida na bancada me esperando. Tava com um vestido que devia bater no joelho, mas ali em cima não importava, porque de pernas abertas dava pra ver que continuava sem calcinha.
- Gostou? - Foi o jeito que ela me cumprimentou.
- Devo estar muito louco, adorei. - Ela sorriu safada, parecia tirada de uma revista erótica sentada ali.
- Como o preto fode. - Ela se inclinou pra trás, me dando uma amostra melhor dos encantos dela debaixo do vestido. - Não vejo a hora de repetir. E fica tranquilo, você também vai poder olhar, me excitava saber que você tava ali. - Isso confirmou meu bom humor. - E a mamãe, não é minha primeira mina, mas foi legal. - O comentário me despertou perguntas e fantasias.
- Pra que vou ficar maluco. Hoje meus ovos devem ter ficado vazios. - Não consegui resistir. e acariciava a perna dela, subindo devagar.
- Não me admira, tarado. - Tirou minha mão da perna dela. - Mas vamos, senão não chegamos. - Caminhou em direção à porta.
- Aonde? - Segui ela atrás, vendo ela rebolando a bunda exageradamente.
- Comer com o papai. - Sorriu debochada.
Minha mãe chegou logo depois, me recebeu com um sorriso de orelha a orelha. Estava meio tensa com a Liz, mas nada demais. Me surpreendeu que a ideia de comer com o papai parecesse tão boa pra ela. Minha irmã me explicou depois que o que mais deixava minha mãe excitada era fazer de corno o nosso pai. Durante o almoço, no restaurante do campo de golfe, meu pai se gabou do dia dele. Liz e mamãe foram ficando mais cúmplices e riam dos comentários do meu pai. O coitado achava que tinha a família perfeita, nada mais longe da realidade, embora a gente se divertisse mais do que nunca.
CONTINUA.
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