Olá, hoje trouxe pra vocês um relato que encontrei rodando pela internet e quis compartilhar.
Olá, vou contar que sou uma viúva de 69 anos. Hesitei muito em me arriscar a contar minha experiência, porque eu mesma sempre fui preconceituosa e cheia de dedos em muitos aspectos da vida, mesmo tendo passado por várias coisas ao longo da vida que já aconteceram com mais de uma pessoa, mas que sempre guardamos tudo em segredo, porque fomos criadas para aguentar e nos foder, fazendo com que nossas filhas se fodam igual, e nossas netas, e assim geração após geração.
Normalmente não sou muito de falar sobre mim, mas preciso fazer isso para que possam me entender. Como muitas mulheres da minha idade, casei muito jovem, aos 16 anos já tinha meu primeiro filho. Casei com um homem machista ao extremo, com quem tive 6 filhos e 2 filhas. Minhas filhas foram educadas como acho que a grande maioria foi, mas vou falar da Isabel, minha filha mais nova, e por sua vez, da filha mais nova dela, ou seja, minha neta. Como era de se esperar, meu marido e eu educamos filhas submissas e filhos misóginos. Agora entendo bem que é estupido querer que as coisas mudem se continuamos educando do mesmo jeito, só com bons desejos de que nossos filhos se deem bem, o que é absurdo. Simplesmente vou dizer que aguentei muitas traições, humilhações e de tudo, porque foi assim que me ensinaram, mas ensinei o mesmo para minhas filhas, embora sempre dissesse para elas não se deixarem. Mas em que cabeça cabe acreditar que elas não se deixariam se viram a vida inteira a mãe se deixando e aguentando? Mas ao longo dos anos aprendi que é pura puta falsidade e hipocrisia essa história de sermos as donas de casa enquanto os homens comem quem aparece, enquanto continuamos educando nossas filhas e netas para serem donas de casa e, no fim das contas, aguentarem qualquer idiota só porque comeu elas. Vejo isso agora que estou mais velha, e não digo velha, hein, porque com meus 69 anos ainda gosto de sexo.
Vou falar então da minha sobrinha, uma mulher muito parecida comigo quando Jovem que morava com a filha na própria casa, e os outros filhos não residiam na cidade.
Como muitas de nós fazemos hoje em dia, eu me reunia com um grupo de mulheres milf e também com outras bem mais jovens que eu, mulheres separadas que vivem dando vazão à putaria, geralmente vivendo das pensões dos respectivos ex-maridos, além de outras que são profissionais e bancam os próprios vícios. Foi assim que, numa festa para a qual fui convidada — deixo claro que, na minha idade, como muitas, também já estava dando vazão à putaria, pra ninguém achar que tô bancando a santinha ou me escandalizando com o que fui conhecendo e vivendo desde que entrei nesses grupos de amizades e, claro, nessa parada das redes sociais —, conheci o Jaime, um homem de 45 anos, que tinha acabado de se separar e ainda estava sem saber que rumo tomar. Obviamente, primeiro pensei que era um filho da puta como muitos outros que conheci durante os 8 anos que já tava dando vazão à putaria, mas fui tratando ele como amigo e percebi que era um homem daqueles que dá pra contar nos dedos de uma mão e ainda sobram dedos, que, infelizmente, as poucas mulheres que conseguem ter um assim acabam desperdiçando, assim como os idiotas que conseguem uma grande mulher e fazem ela sofrer estupidamente. Então, Jaime me agradou, mas não se assustem, não pra mim, e sim pra minha filha, que também era separada e era uma excelente mulher desperdiçada por um idiota que era o ex dela. Então, eu me encarreguei de fazer a alcoviteira pra eles se conhecerem e finalmente consegui. Eles ficaram amigos, mas ele continuava sendo um homem reservado e ainda fiel à ex-mulher, então tive que meter a mão. Mas também percebi que minha neta estava seguindo os maus exemplos da mãe e, com certeza, da avó, porque somos boas pra falar pra elas não se deixarem, mas bem que a gente se deixa humilhar, bem que a gente aguenta de tudo e depois não quer que elas façam o mesmo. O chiste É que entre essas mulheres com quem eu tinha amizade, tinha uma que sempre saía pra festa com a filha e elas não se tratavam como mãe e filha, com toda aquela formalidade e hipocrisia que a gente sempre vê entre mães e filhas. A relação delas era mais de melhores amigas, uma relação de dar inveja. Então, aproveitando a amizade, a confiança e minha recente loucura, perguntei como ela tinha conseguido essa confiança. E a resposta foi simples: Luciana, minha amiga, me confessou que ela tinha entregado a filha pra um homem que considerava ideal pra estrear e instruir ela junto com ela mesma na arte do sexo, pra que a filha não fosse igual a tantas outras. Essa ideia também entrou na minha cabeça e não saía mais, porque fui vendo e lembrando do que vivi e do que conheci. Então pensei em fazer o mesmo com minha filha e minha neta. Organizei tudo pra estarmos juntas. Nunca tinha falado de sexo com minhas filhas, nem pra explicar os períodos, nem gravidez, nem nada. E agora estava ali, propondo pra minha filha que transasse com um desconhecido pra ela. E umas horas depois, combinamos de nos encontrar no sábado à noite, já que ela ia levar a filha, na época com quinze anos, pra um baile. Então uma companhia até a hora de buscá-la seria agradável, enquanto eles se conheceriam e ela veria que minha visão e experiência não estavam erradas.
Naquele sábado, ficamos quase cinco horas na frente de umas xícaras de café, no que foi o começo dessa relação.
Foi assim que, um par de semanas depois, após vários encontros com umas indiretas bem afiadas, eles acabaram num hotel enquanto a filha curtia outra festa cuidada por mim, a avó dela. Enquanto isso, minha filha começava a aproveitar o sexo daquele homem que eu também queria pra mim, pelo menos por uma noite.
Sei que no começo ela se mostrava retraída, quase virginal, igual aquelas meninas de novela que nunca transaram. Mas com o passar das noites, foi soltando uma paixão e uma luxúria. que não pareciam ter limites, o que me excitava e também me fazia sentir feliz porque finalmente minha filha estava gozando como toda uma mulher, como uma foxy, que é o que todas nós mulheres deveríamos ser na cama.
Lembro daquela noite, quando depois de algumas semanas em que ela tinha se comportado como uma mulher meio tímida, ela concordou em sair com eles, mas dessa vez não iríamos sozinhos, estaria minha neta, que eu já tinha percebido estar no auge da efervescência sexual. Pude ver nas duas festas que a acompanhei como muitas garotas de menos de quinze anos eram tiradas das festas pra serem comidas, e minha neta estava se salvando porque eu estava acompanhando ela, mas quanto tempo mais eu conseguiria afastá-la disso? A mãe dela, como acho que todas as mães acreditam que nossas filhas não vão transar com ninguém porque damos um sermão e um rosário completo de conselhos e broncas, não fazia ideia de que ela já não era mais uma menina, mas sim uma mulherzinha faminta de sexo. Então tomei a decisão de seguir o exemplo da minha amiga pra que a relação fosse perfeita e a vida pintasse muito melhor pra minha neta do que pintou pra todas nós, as mais velhas.
Saímos os três, fomos pra um restaurante bar e lá comecei a fazer todo mundo beber porque não queria que ninguém voltasse atrás. Pedi uma garrafa de tequila e servi copos pra todos, caprichando na dose pra minha filha e minha neta, porque meu plano estava nas minhas mãos e só eu sabia realmente o que queria, já que não contei pra ele o que desejava que acontecesse porque imaginei que ele ia se assustar, ainda mais com essa história de processo por estar com uma menor de idade. Mas se algo a vida e a experiência me ensinaram é que as mulheres podem perdoar qualquer abuso sexual se for prazeroso pra gente, e eu sabia que minha neta ia adorar ser comida junto com a mãe dela.
Depois de vários tequilas, as coisas estavam no lugar, então saímos de lá e primeiro pensei em ir pra casa da minha filha e fazer tudo lá, mas depois pensei que o povo é muito fofoqueiro Ela se assusta e se intromete em tudo, então no último minuto optei por um hotel. Falei pra Jamie a gente continuar a festa num hotel e passamos pra comprar outra garrafa de tequila, gelo e petiscos pra manter o clima. Cês já sabem que minha filha, mesmo meio bêbada, deu um berro, mas eu mandei ela calar a boca e fazer só o que eu tava pedindo.
Na hora servi os copos de tequila, botei uma música num canal e mandei o Jaime dançar com minha filha. Eles dançaram, depois pedi pra ele dançar com minha neta e, por fim, comigo. Depois disso, sugeri a gente jogar a garrafa, mas de prendas. Minha filha reclamou de novo, mas eu perguntei se ela não confiava na mãe dela. Antes que minha neta falasse qualquer coisa, disse pra ela confiar, que ela ia se divertir muito mais que as amiguinhas dela que eram comidas em carros, nas ruas ou no banheiro quando saíam pra festa. Os olhos dela brilharam de um jeito incrível, cheios de ilusão e luxúria. Então, sem enrolação, peguei a garrafa de tequila e comecei a girar. Por sorte, a primeira prenda foi minha com o Jaime, então mandei ele tirar as calças. As prendas foram aumentando, até que finalmente tava acontecendo o que eu tanto queria. Todas nós estávamos molhadas e o Jaime, super tesudo, com a pica no talo...
Mas essa história eu termino de contar outra hora, com todos os detalhes. Só posso dizer que minha neta recebeu a tutoria da mãe e da avó pra ser estreada na nossa frente. O prazer que eu senti quando o Jaime estreou ela, quando a pica dele rompeu o hímem e ela chorava de prazer e dor ao sentir aquela rola dentro da bucetinha virgem dela, me deu um orgasmo tão forte que acabei batendo na cômoda porque os espasmos na minha buceta foram tão intensos que não consegui ficar de pé. E posso dizer que o da minha filha não foi menor que o meu. É inacreditável o nível de luxúria e prazer que dá ver isso. como a carne da tua carne é estreia e desflorada por uma piroca que tu também vai comer, então tenho que adiantar que aquela piroca penetrou nós três naquela noite e que hoje em dia, avó, mãe e neta temos uma relação invejável, que obviamente só vocês, que não nos conhecem, sabem qual é a verdadeira razão, mas já falei, da próxima vez vou contar com todos os detalhes como aquela piroca primeiro entrou na minha filha, depois na minha neta e finalmente em mim, e que naquela noite eu tive todos os orgasmos que não tinha tido nos meus 69 anos de idade.
Olá, vou contar que sou uma viúva de 69 anos. Hesitei muito em me arriscar a contar minha experiência, porque eu mesma sempre fui preconceituosa e cheia de dedos em muitos aspectos da vida, mesmo tendo passado por várias coisas ao longo da vida que já aconteceram com mais de uma pessoa, mas que sempre guardamos tudo em segredo, porque fomos criadas para aguentar e nos foder, fazendo com que nossas filhas se fodam igual, e nossas netas, e assim geração após geração.
Normalmente não sou muito de falar sobre mim, mas preciso fazer isso para que possam me entender. Como muitas mulheres da minha idade, casei muito jovem, aos 16 anos já tinha meu primeiro filho. Casei com um homem machista ao extremo, com quem tive 6 filhos e 2 filhas. Minhas filhas foram educadas como acho que a grande maioria foi, mas vou falar da Isabel, minha filha mais nova, e por sua vez, da filha mais nova dela, ou seja, minha neta. Como era de se esperar, meu marido e eu educamos filhas submissas e filhos misóginos. Agora entendo bem que é estupido querer que as coisas mudem se continuamos educando do mesmo jeito, só com bons desejos de que nossos filhos se deem bem, o que é absurdo. Simplesmente vou dizer que aguentei muitas traições, humilhações e de tudo, porque foi assim que me ensinaram, mas ensinei o mesmo para minhas filhas, embora sempre dissesse para elas não se deixarem. Mas em que cabeça cabe acreditar que elas não se deixariam se viram a vida inteira a mãe se deixando e aguentando? Mas ao longo dos anos aprendi que é pura puta falsidade e hipocrisia essa história de sermos as donas de casa enquanto os homens comem quem aparece, enquanto continuamos educando nossas filhas e netas para serem donas de casa e, no fim das contas, aguentarem qualquer idiota só porque comeu elas. Vejo isso agora que estou mais velha, e não digo velha, hein, porque com meus 69 anos ainda gosto de sexo.
Vou falar então da minha sobrinha, uma mulher muito parecida comigo quando Jovem que morava com a filha na própria casa, e os outros filhos não residiam na cidade.
Como muitas de nós fazemos hoje em dia, eu me reunia com um grupo de mulheres milf e também com outras bem mais jovens que eu, mulheres separadas que vivem dando vazão à putaria, geralmente vivendo das pensões dos respectivos ex-maridos, além de outras que são profissionais e bancam os próprios vícios. Foi assim que, numa festa para a qual fui convidada — deixo claro que, na minha idade, como muitas, também já estava dando vazão à putaria, pra ninguém achar que tô bancando a santinha ou me escandalizando com o que fui conhecendo e vivendo desde que entrei nesses grupos de amizades e, claro, nessa parada das redes sociais —, conheci o Jaime, um homem de 45 anos, que tinha acabado de se separar e ainda estava sem saber que rumo tomar. Obviamente, primeiro pensei que era um filho da puta como muitos outros que conheci durante os 8 anos que já tava dando vazão à putaria, mas fui tratando ele como amigo e percebi que era um homem daqueles que dá pra contar nos dedos de uma mão e ainda sobram dedos, que, infelizmente, as poucas mulheres que conseguem ter um assim acabam desperdiçando, assim como os idiotas que conseguem uma grande mulher e fazem ela sofrer estupidamente. Então, Jaime me agradou, mas não se assustem, não pra mim, e sim pra minha filha, que também era separada e era uma excelente mulher desperdiçada por um idiota que era o ex dela. Então, eu me encarreguei de fazer a alcoviteira pra eles se conhecerem e finalmente consegui. Eles ficaram amigos, mas ele continuava sendo um homem reservado e ainda fiel à ex-mulher, então tive que meter a mão. Mas também percebi que minha neta estava seguindo os maus exemplos da mãe e, com certeza, da avó, porque somos boas pra falar pra elas não se deixarem, mas bem que a gente se deixa humilhar, bem que a gente aguenta de tudo e depois não quer que elas façam o mesmo. O chiste É que entre essas mulheres com quem eu tinha amizade, tinha uma que sempre saía pra festa com a filha e elas não se tratavam como mãe e filha, com toda aquela formalidade e hipocrisia que a gente sempre vê entre mães e filhas. A relação delas era mais de melhores amigas, uma relação de dar inveja. Então, aproveitando a amizade, a confiança e minha recente loucura, perguntei como ela tinha conseguido essa confiança. E a resposta foi simples: Luciana, minha amiga, me confessou que ela tinha entregado a filha pra um homem que considerava ideal pra estrear e instruir ela junto com ela mesma na arte do sexo, pra que a filha não fosse igual a tantas outras. Essa ideia também entrou na minha cabeça e não saía mais, porque fui vendo e lembrando do que vivi e do que conheci. Então pensei em fazer o mesmo com minha filha e minha neta. Organizei tudo pra estarmos juntas. Nunca tinha falado de sexo com minhas filhas, nem pra explicar os períodos, nem gravidez, nem nada. E agora estava ali, propondo pra minha filha que transasse com um desconhecido pra ela. E umas horas depois, combinamos de nos encontrar no sábado à noite, já que ela ia levar a filha, na época com quinze anos, pra um baile. Então uma companhia até a hora de buscá-la seria agradável, enquanto eles se conheceriam e ela veria que minha visão e experiência não estavam erradas.
Naquele sábado, ficamos quase cinco horas na frente de umas xícaras de café, no que foi o começo dessa relação.
Foi assim que, um par de semanas depois, após vários encontros com umas indiretas bem afiadas, eles acabaram num hotel enquanto a filha curtia outra festa cuidada por mim, a avó dela. Enquanto isso, minha filha começava a aproveitar o sexo daquele homem que eu também queria pra mim, pelo menos por uma noite.
Sei que no começo ela se mostrava retraída, quase virginal, igual aquelas meninas de novela que nunca transaram. Mas com o passar das noites, foi soltando uma paixão e uma luxúria. que não pareciam ter limites, o que me excitava e também me fazia sentir feliz porque finalmente minha filha estava gozando como toda uma mulher, como uma foxy, que é o que todas nós mulheres deveríamos ser na cama.
Lembro daquela noite, quando depois de algumas semanas em que ela tinha se comportado como uma mulher meio tímida, ela concordou em sair com eles, mas dessa vez não iríamos sozinhos, estaria minha neta, que eu já tinha percebido estar no auge da efervescência sexual. Pude ver nas duas festas que a acompanhei como muitas garotas de menos de quinze anos eram tiradas das festas pra serem comidas, e minha neta estava se salvando porque eu estava acompanhando ela, mas quanto tempo mais eu conseguiria afastá-la disso? A mãe dela, como acho que todas as mães acreditam que nossas filhas não vão transar com ninguém porque damos um sermão e um rosário completo de conselhos e broncas, não fazia ideia de que ela já não era mais uma menina, mas sim uma mulherzinha faminta de sexo. Então tomei a decisão de seguir o exemplo da minha amiga pra que a relação fosse perfeita e a vida pintasse muito melhor pra minha neta do que pintou pra todas nós, as mais velhas.
Saímos os três, fomos pra um restaurante bar e lá comecei a fazer todo mundo beber porque não queria que ninguém voltasse atrás. Pedi uma garrafa de tequila e servi copos pra todos, caprichando na dose pra minha filha e minha neta, porque meu plano estava nas minhas mãos e só eu sabia realmente o que queria, já que não contei pra ele o que desejava que acontecesse porque imaginei que ele ia se assustar, ainda mais com essa história de processo por estar com uma menor de idade. Mas se algo a vida e a experiência me ensinaram é que as mulheres podem perdoar qualquer abuso sexual se for prazeroso pra gente, e eu sabia que minha neta ia adorar ser comida junto com a mãe dela.
Depois de vários tequilas, as coisas estavam no lugar, então saímos de lá e primeiro pensei em ir pra casa da minha filha e fazer tudo lá, mas depois pensei que o povo é muito fofoqueiro Ela se assusta e se intromete em tudo, então no último minuto optei por um hotel. Falei pra Jamie a gente continuar a festa num hotel e passamos pra comprar outra garrafa de tequila, gelo e petiscos pra manter o clima. Cês já sabem que minha filha, mesmo meio bêbada, deu um berro, mas eu mandei ela calar a boca e fazer só o que eu tava pedindo.
Na hora servi os copos de tequila, botei uma música num canal e mandei o Jaime dançar com minha filha. Eles dançaram, depois pedi pra ele dançar com minha neta e, por fim, comigo. Depois disso, sugeri a gente jogar a garrafa, mas de prendas. Minha filha reclamou de novo, mas eu perguntei se ela não confiava na mãe dela. Antes que minha neta falasse qualquer coisa, disse pra ela confiar, que ela ia se divertir muito mais que as amiguinhas dela que eram comidas em carros, nas ruas ou no banheiro quando saíam pra festa. Os olhos dela brilharam de um jeito incrível, cheios de ilusão e luxúria. Então, sem enrolação, peguei a garrafa de tequila e comecei a girar. Por sorte, a primeira prenda foi minha com o Jaime, então mandei ele tirar as calças. As prendas foram aumentando, até que finalmente tava acontecendo o que eu tanto queria. Todas nós estávamos molhadas e o Jaime, super tesudo, com a pica no talo...
Mas essa história eu termino de contar outra hora, com todos os detalhes. Só posso dizer que minha neta recebeu a tutoria da mãe e da avó pra ser estreada na nossa frente. O prazer que eu senti quando o Jaime estreou ela, quando a pica dele rompeu o hímem e ela chorava de prazer e dor ao sentir aquela rola dentro da bucetinha virgem dela, me deu um orgasmo tão forte que acabei batendo na cômoda porque os espasmos na minha buceta foram tão intensos que não consegui ficar de pé. E posso dizer que o da minha filha não foi menor que o meu. É inacreditável o nível de luxúria e prazer que dá ver isso. como a carne da tua carne é estreia e desflorada por uma piroca que tu também vai comer, então tenho que adiantar que aquela piroca penetrou nós três naquela noite e que hoje em dia, avó, mãe e neta temos uma relação invejável, que obviamente só vocês, que não nos conhecem, sabem qual é a verdadeira razão, mas já falei, da próxima vez vou contar com todos os detalhes como aquela piroca primeiro entrou na minha filha, depois na minha neta e finalmente em mim, e que naquela noite eu tive todos os orgasmos que não tinha tido nos meus 69 anos de idade.
1 comentários - A melhor herança que pude deixar pra minha neta