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Compêndio INormalmente, não escrevo às segundas à noite. Geralmente, nesse horário a gente tá "recuperando o tempo perdido", mas hoje a Marisol ficou puta comigo.
Não foi nada grave nem preocupante, mas também não quero contar o motivo, porque é algo que ela mesma tem que decidir e eu vou aceitar.
Acho que essas são as únicas "desvantagens" de ser casado com uma gata disfarçada de mulher.
São poucas as brigas que a gente tem e eu também amo ela quando se comporta assim, porque é do jeito dela. Só tenho que deixar ela quieta, aguentar "o mau humor" dela uns dias e esperar passar, igual acontece com os gatos.
Mas se a curiosidade te pegar antes, Marisol, quero que saiba que continuo te amando e cada momento contigo, seja bom ou ruim, eu curto, simplesmente porque compartilho com você.
Voltando àqueles dias maravilhosos de setembro, a Marisol me acordou por volta das 8 naquele sábado.
"Você tem que levantar!" ela disse. "Ontem à noite, minha prima ligou e pediu pra 'te emprestar' por umas horas, pra você ajudar ela com um trabalho da faculdade."
Ela deu um sorrisinho safado. Ainda não entendo por que ela gosta tanto de me emprestar como se eu fosse um lápis ou uma carteira, quando uma mina normal ficaria puta se o namorado beijasse ou transasse com a prima.
"Não quero! Tá muito frio!" respondi, me cobrindo com os lençóis.
"Não! Não tá frio! Você tem que levantar, porque ela disse que vinha cedo!" insistiu, achando que eu tava falando sério.
E eu virei pra olhar pra ela.
"Bom... mas quero brincar com você antes."
"O quê?" perguntou surpresa e sorrindo. "Mas se ela vem logo... e faz tempo que você não vê ela."
"Sim, mas quero ficar com você um pouquinho..."
"Sim... mas você fica comigo todo dia..." insistiu sorrindo, mas com um tom leve de melancolia por me desobedecer.
"Tô te pedindo uma vez só!"
"Ué! Tá bom!" aceitou finalmente, abrindo as pernas. "Você é muito guloso!"
Mas eu adoro fazer amor com minha esposa. Amo a Pamela, minha cunhada e minha sogra. Mas fazer amor com a Marisol é diferente.
Acho que minha esposa sempre foi bem sensual, tanto solteira quanto agora. E é isso que me incomoda nesse momento, que voltei do trabalho.
Mas respeito o direito dela de estar puta.
Coitadinha! Deve estar tão tesuda quanto eu!
E a gente fez daquele jeito maravilhoso e perfeito que redescobrimos no nosso antigo quarto.
Eu, segurando aquele rabo firme e enorme que ela tem na retaguarda, e ela, se segurando pra não gemer de prazer.
Os peitinhos dela, balançando e cheinhos, subiam e desciam sem parar, enquanto a cama rangia com os barulhos da madeira e das molas.
Sei que ela daria ênfase ao tipo de barulho, mas pra mim isso não vem. Só lembro dela.
Os bicos dos peitos dela inchados, com aquelas frutinhas pedindo pra provar o gozo dela, e as gotas de suor, que davam um tempero celestial a um anjo tão branquinho e delicado quanto minha esposa.
E os olhinhos dela fechados, enquanto eu metia mais rápido e ela mordia os lábios, pra manter silêncio e as nossas filhas não nos pegarem, foi um daqueles momentos que dificilmente vou esquecer.
Gozei como se tivesse me segurado por décadas, e ela também sentiu, pelo suspiro intenso que deu.
A gente se beijou, porque depois disso, a única coisa que a gente queria era saber que os dois tinham curtido.
Eu sorria, porque em meio dia tinha completado a trinca: tinha aproveitado minha cunhada, minha sogra e minha esposa. E naquele dia, seria a vez da prima da minha esposa.
Marisol, por outro lado, continuava bêbada de prazer, suspirando e enxugando o suor do rosto, como se não conseguisse acreditar.
“Agora toma um banho!... A Pamela tá vindo.”
Me vesti de forma casual: Jeans, camisa e um colete. Me barbeie, escovei os dentes e penteie o cabelo, sem me arrumar muito.
Mas, ver a Pamela de novo foi um baita impacto.
Ela é uma daquelas mulheres que foram “a gostosa da escola ou da turma”, mas que nunca dava pra aspirar ou construir uma amizade, porque ela tava num nível totalmente diferente: aquele sotaque espanhol de madrilena que ela se recusa a largar, uma personalidade forte e dominante e um gênio dos infernos.
O que mais chama atenção é o tom da pele dela, que parece um bronzeado permanente, com cabelo preto, curto e com uns cachos, que realçam o ar sensual e exótico dela.
Olhos cor de café; nariz pequeno, mas com o septo longo que corre em todas as mulheres da família da minha esposa (inclusive nas minhas filhas), que dão um toque de elegância e distinção; lábios grossos e tentadores e sobrancelhas finas, que acentuam a personalidade provocante e sedutora dela.
Mas o corpo dela é simplesmente perfeito: uma bunda redondinha e um par de peitos bem empinados e redondos, que competem de igual pra igual em tamanho com o busto cheio de porra da minha esposa.
Resumindo, uma gostosa digna de ser esposa de artista ou jogador famoso.
Mas dessa vez, ela tinha adotado um visual mais universitário e discreto: jeans; uma camisa branca com listras vermelhas e botões, sem gola e com decote moderado, e um corta-vento azul claro.
No entanto, o motivo da minha surpresa foi o carro dela.
“Gostou?” ela perguntou, me vendo olhar com tanto entusiasmo.
“Amei! Um carro assim quero comprar pra Marisol!”
Era um city-car vermelho, de 4 portas: um econômico, de marca japonesa, com boa velocidade e muito elegante.
“E por que você não compra um, Irmã?” perguntou a Amélia, enquanto minha passarinhazinha fazia um biquinho leve.
“Não quero, porque é muito caro!... e ele ia me mandar aprender a dirigir.”
“Mari, você tem que pensar nas pequenas! Se acontecer algo, não dá pra chamar o Marco na banguela…” tentou convencer a Pamela.
“E acredita em mim, o mais difícil nesses carros é estacionar de ré.” disse a Amélia, como a voz da experiência.
“Como você sabe?” perguntei, surpreso com a convicção dela.
“Óbvio, cara! Fui eu que tive que ensinar ela!” respondeu a Pamela, enquanto a Amélia olhava O chão, envergonhada. "Porque o último professor dela dirigia uma caminhonete automática!"
Depois de dar umas risadas, Pamela fez o pedido pra Marisol.
"Bom, Mari... levo ele pra minha casa... me ajuda com o trabalho... dou comida pra ele... dou um banho... e trago ele de volta..."
Foi a primeira vez que vi a Pamela tão nervosa. Mas, pensando melhor, foi como pedir um cachorro emprestado.
"Tá bom, mas me traz ele de volta, por favor! Não quero dormir sozinha hoje!" pediu minha esposa, e Pamela concordou.
Entramos no carro e fomos conversando pelo caminho. A mãe dela tinha dado o carro de presente, como recompensa por passar o primeiro ano da faculdade sem reprovar em nenhuma matéria.
"A propósito... Sua mãe e a Celeste não estão, né?" perguntei, bem preocupado.
A "Amazona espanhola" que mora nos olhos furiosos dela não demorou a aparecer.
"Não! Por quê? Será que você também quer ficar com elas?"
"Claro que não!" respondi, aliviado. "Sinceramente, prefiro ficar só com você."
Embora parecesse uma cantada que fez ela corar e ficar muda por um instante, era a verdade.
A relação que tenho com a Pamela definitivamente vai além do sexo e da beleza dela. Nós dois somos prisioneiros de uma relação que nos faz sentir culpados pelo afeto que temos pela Marisol.
A Lúcia, mãe dela, estava em Milão desde meados de agosto e só voltaria ao país nesta semana. Já a Celeste ganhou férias pagas, já que a Pamela é independente e não precisava da ajuda da empregada.
Mas eu ainda estava pasmo com a desenvoltura da Pamela dirigindo com uma mão e passando as marchas com a maior facilidade com a outra.
"Ainda se surpreende que eu dirija assim? Você, mais do que ninguém, sabe como sou boa com alavancas!" exclamou, ao perceber que eu a observava com tanta atenção.
Chegamos nos arredores da casa dela e ela estacionou sem dificuldade. Enquanto tirava as chaves pra abrir a porta, a tensão entre nós crescia a níveis críticos. Só que, quando ela fechou a porta, deixamos vazar todos os sentimentos que a gente reprimiu por tantos meses, do nosso jeito particular.
"Por favor!... Não pense que sou um tarado, obcecado pelos seus peitos, por levantar sua camiseta!" me desculpei, enquanto devorava seus lábios carnudos e sensuais, apertando ela contra a porta e descobrindo sua frente maravilhosa.
"Tá de boa, tio!... Só não me julga como uma puta promíscua... por tirar seu cinto!" ela respondeu, enquanto as mãos dela apalpavam minha virilha com impaciência e brigavam sem dó com minha calça e cueca.
"Claro que não, Pamela! Você sabe bem que eu te amo!" exclamei, enquanto soltava o fecho do sutiã preto dela.
"Claro, tio! Isso é só tesão acumulado de não nos vermos por tantos meses!" ela dizia, enquanto desabotoava minha camisa.
O "tio isso" e "tio aquilo" dela me enlouquecia. É um dos poucos vícios de linguagem que sobraram da época em que ela não confiava em mim por eu ser namorado da Marisol, e é um lembrete constante de quanto ela me desprezava.
Mas agora, aquela deusa era minha e, enquanto a gente se despia como um redemoinho imparável de prazer, a única coisa que a gente queria era uma superfície pra aliviar aquele tesão ardente.
"Você ainda dorme no mesmo quarto?" perguntei nos breves segundos em que consegui me segurar.
"Siiiiim!" respondeu, com um suspiro intenso de desejo e um sorriso ansioso pra gente ir.
Acho que nós dois corremos feito loucos de impaciência. Nem tirei os lençóis, só me deitei na hora.
E ela, como uma Afrodite gostosa, abriu as pernas e foi se colocando em cima de mim de um jeito suave e delicado.
Só de sentir minha cabecinha roçando a bucetinha dela, ela já tremeu e teve o primeiro orgasmo direto daquele dia.
Ela continuava super sensível naquela área, e a umidade era tanta que não precisava de mais lubrificação.
Mas, apesar de minha esposa ser lindíssima e eu amar Montar ela quando a gente faz o love, Pamela é daquelas mulheres que têm que ficar por cima no começo, porque a gente não merece elas.
Eu tinha que contemplar aqueles peitos perfeitos, aquela cintura de pilão e aquelas coxas largas e maravilhosas em cima de mim, pra saber que não tava sonhando.
É que a personalidade complexa e altiva da Pamela não permite insubordinações pra alguém como eu conseguir seduzir ela e fazer o love, coisa que não rola com a Marisol ou o resto das mulheres da casa dela.
A Pamela, por outro lado, curtia pra caralho e dava pra perceber só pela língua dela e pelo olhar agradecido.
“Faz tempo que eu queria isso!” ela me confessou, bem aliviada.
“Eu também!”
Ela deitou em cima de mim e a gente se beijou, se movendo devagar. Mulheres como ela têm que ser aproveitadas, e eu me perdia no perfume dela, que meu corpo sentia falta há tantos meses, e na doçura dos beijos dela.
“Você ficou com muitas?” ela perguntou, com um olhar meigo que queria minha honestidade, mas que saberia perdoar.
“Não tantas quanto você pode pensar!” respondi, agora incapaz de mentir pra ela. “Desde que você foi embora, só a babá que veio comigo, minha colega do trabalho e umas duas minas durante as férias.”
Ela riu baixinho.
“Então… você foi fiel pra mim.”
Ela deu um beijo suave e doce nos meus lábios, enquanto a gente se movia devagar.
“Se você não tivesse ido embora… eu teria sido mais.” falei, aumentando um pouco a intensidade.
“Eu não podia ficar, Marco, e você bem sabe!… Te amo demais e me dói ter que te dividir com a Mari!”
A buceta dela tava pegando fogo e me envolvia numa sensação molhada e maravilhosa, que me fazia viajar na fantasia.
“Bom… a Mari não se importa de me dividir.” confessei. “Pamela, você também me conhece!… e sabe que sou homem de uma mulher só.”
A gente riu da puta mentira que eu tinha dito, porque justamente tava mostrando o contrário com ela.
Mas a Pamela me entendia. Apesar das várias oportunidades que a gente teve pra ter um rolo pelas costas da Marisol, eu sempre Escapuli e tentei resistir.
Só caí quando a Pamela se mudou pra gente e porque a Marisol facilitou o espaço e as oportunidades pra essa relação nascer.
“Sabe?... ainda lembro daquelas tardes… quando eu só queria dançar contigo… e você chamava a Mari pra te resgatar…” exclamava, rebolando mais forte e fechando os olhos ao me sentir dentro.
De fato, nessas ocasiões, a Pamela nos convidava pra festas e a Marisol aceitava em nosso nome, mas demorava horas e horas pra chegar.
E a única razão pela qual eu resistia era porque intuía que a Pamela faria alguma sacanagem com o namorado da prima dela.
“Você me enlouquecia!... E te odiava… porque você me ignorava… enquanto os outros caras seguiam minhas tetas… e minha bunda… e você…”
Ela rebolava freneticamente e eu dei um beijo nela pra acalmar.
“Mas agora… são outros tempos!”
“É, mano!... mas a única coisa que eu queria… era te comer… e você…”
Interrompi ela de novo, abraçando e beijando com mais paixão.
“Mas eu nunca te comi. Sempre te fiz amor.”
E lágrimas começaram a brotar dos olhinhos castanhos dela.
“Por isso que eu não podia ficar, Marco!... Você é o cara mais lindo que já encontrei!... e agora te vejo com a Mari, as pequenas… e…”
Não precisava continuar. Eu também muitas vezes fantasiei ter filhos com a Pamela.
Daí em diante, só deixamos nossos corpos falarem. As cadeiras quentes e suadas dela se moviam com uma violência impetuosa, me fazendo afundar mais e mais no fundo do ser dela.
Eu apertava os peitos maravilhosos dela, como se fossem pãezinhos de massa, e saboreava os biquinhos firmes e inchados, que ansiavam por amamentar um filho igualzinho faz meu rouxinol, que agora dorme.
Finalmente, atingimos o êxtase, com ela se erguendo reta como a deusa guerreira maravilhosa que sempre vi, curtindo a humilde lança que este miserável mortal podia oferecer.
Ela soluçava, exausta pelo cansaço e pela infinidade dos orgasmos que ela teve naqueles momentos.
“Senti sua falta, tio!... Senti falta de sentir você duro e preso dentro de mim!” ela dizia, se apoiando no meu peito.
“Eu também senti sua falta! Porque você me ciúmes.” Respondi.
Pamela sorriu divertida.
“Vocês são tão estranhos, tio!... Se fosse outro cara, você teria me largado na primeira noite por ser ciumenta e chata.”
“É porque eles não te amam como eu te amo…”
E ali, começamos de novo: aquela brincadeira que a gente se ama, mas não pode se amar porque também nos preocupamos com a Marisol.
Virei ela para ficar por cima. A Pamela também adora quando faço desse jeito, porque além de penetrar mais fundo, igual acontece com a Marisol, ela gosta que eu a envolva com meu corpo.
Depois de mais uma hora de beijos e carícias, gozei dentro dela de novo, porque essa é outra vantagem de fazer amor com a Pamela: ela é muito responsável com os anticoncepcionais e não preciso me preocupar.
“Vamos, tio!... Já chega!... Você ainda tá duro!” Pamela resmungava, sorrindo de prazer.
“Não consigo evitar, Pamela!... Foram muitos meses sem você!” respondi, me vendo incapaz de perder a ereção.
“Tá bom, tio, tá bom!...” ela aceitou, com um sorrisão. “Não me fizeram amor tantas vezes desde as férias!”
Nos separamos e pedi pra ela levantar a bunda, pra fazer de quatro.
“Achei que você ia me comer o cu!” exclamou, meio decepcionada.
“Desculpa, mas ainda não tô satisfeito!”
Ela ria.
“Você também… é assim… com a pobre Mari?”
“Claro!” respondi, enfiando mais fundo na rachadinha inundada dela. “Por isso… de manhã… ela me deixa com a babá… e de noite… eu como ela.”
“Você é um bárbaro, tio!... ninguém me fodeu tanto… igual você faz.”
“Até agora?”
“Do que você tá falando? …Se agora, eu não tô… com ninguém.”
Ela deu um grito ao sentir meu aumento de vigor.
“Eu quis… eu quis… Ai, calma, tio!... pensar melhor… as coisas sozinha… não me… mhmh… envolvi com ninguém… desde as férias…” eu explicava, enquanto açoitava ela com frenesi.
"Tipo… cê tava se guardando?" perguntei, com um ardor incessante na ponta da minha glande, mas com os quadris bombando a todo vapor.
"Claro… mano!... quando… te comem… assim… ahh… a única coisa… que cê pode fazer… é se tocar… pensando no cara que te fode… Ahhh!"
Só de pensar que uma mulher tão gostosa quanto a Pamela não tinha transado por mais de 8 meses, por pensar em mim, meu vigor voltava e multiplicava por 10.
Quando terminei, a Pamela tava destruída.
"Ai, mano!... Ai, mano!... Pobre Mari!..." ela resmungava, rindo.
Eram 4 da manhã e a gente tava morrendo de fome. Ela perguntou pela gatinha e eu contei o que rolou com o Tom e que ela tava se recuperando, e também mandei um salve pra ele, que foi difícil de entregar porque a Hannah vivia grudada nele.
Depois de comer e ela recuperar as forças (porque a minha se recusava a baixar a guarda), ela fez um pedido doido: que a gente transasse na cama da mãe dela.
Não tive problema, mas o motivo era que a Lúcia ainda lembrava de mim e seria tipo um castigo, por ter ido pra Europa por tanto tempo.
A luxúria de pensar que podia pegar a mãe dela de novo, uma dupla de mãe e filha, ou até a ideia de comer a Verônica e a Lúcia ao mesmo tempo, me fez transbordar de novo.
Depois, vendo que eu não broxava, ela pediu pra eu meter na bunda dela no quarto da Celeste. O clima ainda tinha um cheiro de mulher tropical e, mais uma vez, eu fiz ela transbordar.
Finalmente, como já eram quase 8 e logo ela teria que me levar, ela fez um paizuri com boquete no banheiro e a gente transou uma última vez no chuveiro.
Nessa altura, nenhum dos dois tinha energia pra mais nada e era milagre a gente não dormir de pé.
De volta em casa, minha esposa esperava na porta.
"E aí, a tarefa foi bem? Tudo certo?" perguntou a Marisol, com um sorriso de orelha a orelha. “Sim, Mari! Me ajudou pra caramba!... mas você sabe que sempre ficam uns detalhezinhos pra ajustar.” Respondeu Pamela, com um olhar safado.
“Bom… se precisar, é só pedir que eu empresto de novo.” Disse Marisol, sem nem pensar duas vezes.
Era óbvio que naqueles momentos, meus sentimentos não eram levados em conta.Próximo post
2 comentários - Siete por siete (119): La tarea de Pamela