Semana passada eu tava gripada. Sexta à noite, depois de chegar da casa de um amigo, comecei a me sentir meio mal.
Sábado eu tava ainda pior, mas tava de pé, e domingo capotei de vez e peguei febre. Resumo: fiquei a semana inteira, de domingo a quinta, de cama.
Na sexta (anteontem) já tinha melhorado e sábado acordei 10 pontos. Como não tinha corrido nem ido à academia nesses dias todos, resolvi sábado de manhã ir treinar. Verdade, tava doida pra fazer algum esporte!
10h chego na academia e cruzo com o namorado de uma colega. Só pra lembrar o que contei outra vez: tenho uma colega com quem fiz alguns trabalhos práticos da faculdade, ela é muito gente boa e tem namorado há vários anos.
Conheci ele uma vez que veio buscá-la depois de um TP, e assim que vi, fiquei com muito tesão. Por isso, em duas ocasiões surgiu a oportunidade de ficar com ele e a gente transou gostoso (em duas a gente comeu, e em outra só chupei ele enquanto a namorada tomava banho — se quiserem ler, éESTE).
Também tinha contado que esse magrelo morava aqui no bairro e fazia uns meses tinha começado na academia, na mesma que eu vou.
- Ei! Delfi, como cê tá?
- Oi! Faz tempo que não te via, pensei que já tinha desistido, haha
- Haha não, mas quase... é que tô vindo pouco e ainda por cima cedo de manhã, tipo umas 8h.
- Ah! Bom, o importante é que cê continua vindo. Como que anda a Nati? [minha parceira, a namorada dele]. Faz um tempão que não vejo ela.
- Tá bem! Focada na facul
Conversa vai, conversa vem (e exatamente como tinha rolado da última vez), a gente ficou batendo papo um bom tempo e aí eu falei que ia começar a treinar.
Meia hora de treino, ele chega perto e me pergunta sobre mim, o que eu tava fazendo, como tava na facul, etc. "Quantas perguntas", pensei. No geral, ele era um cara mais na dele, embora soltasse a língua depois de transar com algumas coisas (mais sobre a namorada), não era de conversar muito.
- E aí, o que cê vai fazer depois daqui? [ele pergunta, minha cara de surpresa total não deu pra segurar]
- Olha, depois de treinar aqui vou correr, porque não corri a semana toda
- Posso ir junto ou te incomoda?
- Não, amor! Nem fodendo me incomoda, já tô terminando, então em 10 min a gente sai
15 minutos depois, saímos da academia rumo a um parque pra correr. Devemos ter corrido uns 45 minutos, o cara aguentava bem porque corria há muito tempo. Quando terminamos, ele me acompanha até a porta do meu prédio e a gente fica batendo papo um pouco.
- Cê tem algo pra fazer agora? Se não, passo um tempo aí
- A gente transa? [perguntei na lata, não ia perder mais tempo com nada como das outras vezes, era ir pro que interessa ou ele vazar]
- Sim
- Não faço há uns dias [tinha contado que tava doente], vou te detonar, meu amor
Entramos no elevador e assim que a porta fecha, eu beijei a boca dele. Ele me espremeu contra um dos cantos do elevador e começou a apertar uma das minhas tetas enquanto a gente se beijava violentamente.
Enquanto o elevador subia... e não parávamos de nos beijar, ele enfia a mão dentro da legging e começa a me tocar a pussy. Ele parecia mais desesperado do que eu! Naquele exato momento, o elevador para num andar (não no meu) e a porta abre.
Uma mulher de uns 40 anos (já tinha cruzado com ela umas vezes) se prepara pra entrar, mas viu bem na hora em que o namorado da minha colega tava tirando a mão de dentro da minha legging. Ela fica paralisada, sem se mexer.
Eu começo a rir e, olhando pra ela, aperto o botão pra fechar a porta enquanto ao mesmo tempo começo a beijar meu cara de língua. A porta fechou e, claro, a mulher não entrou, teve que esperar o elevador voltar de novo.
Entramos no meu apê nos apalpando por todo lado. O cara me tocava inteira, mas principalmente a booty, apertava forte uma vez e outra. Eu já tinha enfiado a mão dentro da calça dele e tava segurando o cock, tava durasso igual um porrete.
Em vez de me levar pro quarto, ele me levanta e me coloca em cima da bancada. Tira meu moletom e o top (uso isso pra correr pra segurar minhas lolas, senão ficam balançando demais, haha), e aí mesmo minhas tetas ficam bem na altura da boca dele.
Ele se aproxima e começa a chupar uma, enquanto com uma das mãos apertava a outra. Eu comecei a morder meus lábios de tanto prazer que sentia. Depois fez a mesma coisa com a outra teta, com a língua percorria todo meu mamilo que já tava durinho, depois a lola inteira, depois enfiava a boca o mais fundo que podia e chupava e mordia.
Aí com as duas mãos pegou uma teta e começou a amassar, sem tirar os olhos dela. Eu tava molhadíssima, com uma vontade de ele meter que já não aguentava mais. Fez de novo a mesma coisa com a outra teta, depois com as duas ao mesmo tempo, uma mão em cada uma.
"Mete em mim, não aguento mais"; implorei. Mas ele fez como se não ouvisse. Continuou fazendo aquilo enquanto eu gemia cada vez mais alto.
Em seguida, ele abaixa minha legging e a calcinha, deixando ela caída na altura dos meus tornozelos, eu ainda estava com os tênis calçados. Ele me mandou abrir as pernas (mas com a legging vestida, sabe aquela posição que você abre as pernas mas não consegue separar os pés? Entendeu?) e começou a chupar minha buceta.
A língua dele começou a percorrer toda a minha ppk molhada, que já tava pedindo uma rola aos gritos. Depois ele juntou minhas pernas e fez a mesma coisa, me mordia e apertava o clitóris e eu me contorcia de prazer. Comecei a gemer bem alto, não aguentava mais.
Aí ele para, me tira da bancada e eu baixo a calça dele. De uma vez, sem provar nem lamber, enfiei a rola toda dentro da boca, deixando ela lá por um tempo. "Como você engole tudo", disse o cara que até aquele momento não tinha falado nada.
Comecei então a chupar e lamber bem de lado a lado, de viés, as bolas, enchendo tudo de saliva. Com a mão direita segurava ele e batia uma bem forte enquanto com a língua tocava a ponta do pau.
Eu me levantei e tirei a legging na cara e na coragem, ainda com os tênis calçados. Ou seja, tava pelada mas de tênis. Ele me levou dessa vez pra minha cama, e eu dei uma camisinha pra ele colocar (como eu disse, sempre tenho várias na mesinha de cabeceira).
Ele colocou em menos de 5 segundos e, quando fui ver, já tinha enterrado a rola até o fundo. Não consegui segurar o grito. Na hora ele começou a bombar sem piedade. No começo doeu um pouco, mas me acostumei em um minuto.
O pau dele entrava e saía enquanto com as mãos ele segurava minhas pernas, abrindo cada vez mais. Ele não parava de olhar pra rola dele e pra minha ppk, vendo como entrava e saía.
"O que que houve, Delfi putinha? Não vai me dizer que tá doendo?"
"Não, vai, me come, vai, me come!"
"Tô te comendo putinha, olha como eu meto. Vadia, como você gosta da rola, que puta que você é!"
A gente começou a se xingar pra caralho, eu falando que não tava com tesão, com tudo isso não aguentei mais e em uns 5 ou 10 minutos gozei.
Quando gozei, ele me agarrou minhas pernas e as colocou de lado, fazendo com que, pela posição, minha buceta ficasse bem fechada, e de novo, ele começou a empurrar o pau até entrar até o fundo.
Com a mão, ele agarrou uma das minhas tetas, e enquanto me penetrava, apertava tanto que doía. Mesmo assim, não parei ele. O cara me comia com muita violência, parecia que fazia tempo que não metia.
Depois disso, ele me vira e me coloca de bruços, e subindo em cima de mim, mete o pau de novo. Aí me fez levantar e me colocou de quatro. Eu, que tenho o cabelo bem comprido e uma bundinha pequena, ele agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás, enquanto não parava de enfiar o pau uma vez atrás da outra.
Depois solta meu cabelo, que de tão comprido que era, chegava na minha bunda, quase passando dela.
"Que puta você fica com o cabelo assim comprido."
"Não fico como puta, sou puta, por algo você tá metendo em mim", falei enquanto não parava de gemer.
A gente tava os dois no ápice, falávamos de tudo.
Depois ele me vira e me coloca de barriga pra cima, ele sobe em cima de mim e na posição de missionário me faz gozar mais uma vez. Eu sentia todo o peso do corpo dele em cima de mim, e como o pau entrava até o fundo, até bater nas bolas dele.
Quando gozei pela segunda vez, vi que não aguentava mais. Falei pra ele levantar e tirei a camisinha. Mandei ele sentar na cama, e eu, ajoelhada do lado, chupei ele de uma vez, igual no começo.
Queria fazê-lo sofrer um pouco, mantê-lo no limite do orgasmo sem deixar gozar (um jogo que adoro fazer). Comecei a bater uma pra ele, mas devagar, e quando via que ele tava quase gozando, diminuía um pouco. Depois brinquei com minha língua, passava a língua na ponta do pau, de novo até quase fazê-lo gozar.
"Vai, puta, me faz gozar, não aguento mais"
"Shhh, cala a boca"
Continuei brincando com ele por um tempo, pegando o pau dele com as duas mãos e chupando a ponta do pau como se fosse um sorvete.
Finalmente, agarrei o pau dele com uma mão e abri minha boca. Comecei a bater uma mais rápido até que aos 3 ou 4 segundos, um jato de porra foi direto pra dentro da minha boca. Fechei a boca na hora com a porra dentro, pra que o resto caísse na minha cara.
Mais três jatos de porra saíram do pau dele, enchendo minha cara de sêmen. Caiu perto do olho, na testa e no cabelo, e mais um pouco nos meus lábios. Foram quatro jatos de leite no total, embora o último já tivesse pouquinho.
Abro minha boca, e enquanto parte da porra ia caindo no chão do meu quarto, estico a língua e mostro pra ele que ainda tinha tudo na minha boca. Comecei a brincar com a porra dele e o pau dele, até que, olhando fixo pra ele, engoli.
Fui pro banheiro e limpei a cara. Do cabelo, tirei a porra que consegui. Precisava tomar um banho pra me limpar direito.
- Você me encheu de porra, nunca vi sair tanto assim de você
- Haha, porque faz uma semana que não como ninguém
- Por quê? E a Nati?
- A Nati tá naqueles dias e não conseguimos fazer.
- Ah! Que merda. E paciência, quando é pra ser é pra ser. Não vão fazer a semana da Booty? Haha
- Nah! Muito chato.
- Bom, na próxima eu te dou, já que você já me arrombou uma vez
- Uf! Lembro perfeitamente. Toda vez que tô com ela, penso na sua Booty. Hoje você não me deu.
- Outro dia
Eu me troquei assim mesmo e desci pra abrir pra ele. No elevador, o celular tocou. Era um WhatsApp da Vane:
"Puta, já se recuperou? Essa noite tô com a casa livre. Chamei uns amigos. Vai encarar??"
"Já tô bem. Pode contar comigo!!! Hoje é pra detonar.
Sábado eu tava ainda pior, mas tava de pé, e domingo capotei de vez e peguei febre. Resumo: fiquei a semana inteira, de domingo a quinta, de cama.
Na sexta (anteontem) já tinha melhorado e sábado acordei 10 pontos. Como não tinha corrido nem ido à academia nesses dias todos, resolvi sábado de manhã ir treinar. Verdade, tava doida pra fazer algum esporte!
10h chego na academia e cruzo com o namorado de uma colega. Só pra lembrar o que contei outra vez: tenho uma colega com quem fiz alguns trabalhos práticos da faculdade, ela é muito gente boa e tem namorado há vários anos.
Conheci ele uma vez que veio buscá-la depois de um TP, e assim que vi, fiquei com muito tesão. Por isso, em duas ocasiões surgiu a oportunidade de ficar com ele e a gente transou gostoso (em duas a gente comeu, e em outra só chupei ele enquanto a namorada tomava banho — se quiserem ler, éESTE).
Também tinha contado que esse magrelo morava aqui no bairro e fazia uns meses tinha começado na academia, na mesma que eu vou.
- Ei! Delfi, como cê tá?
- Oi! Faz tempo que não te via, pensei que já tinha desistido, haha
- Haha não, mas quase... é que tô vindo pouco e ainda por cima cedo de manhã, tipo umas 8h.
- Ah! Bom, o importante é que cê continua vindo. Como que anda a Nati? [minha parceira, a namorada dele]. Faz um tempão que não vejo ela.
- Tá bem! Focada na facul
Conversa vai, conversa vem (e exatamente como tinha rolado da última vez), a gente ficou batendo papo um bom tempo e aí eu falei que ia começar a treinar.
Meia hora de treino, ele chega perto e me pergunta sobre mim, o que eu tava fazendo, como tava na facul, etc. "Quantas perguntas", pensei. No geral, ele era um cara mais na dele, embora soltasse a língua depois de transar com algumas coisas (mais sobre a namorada), não era de conversar muito.
- E aí, o que cê vai fazer depois daqui? [ele pergunta, minha cara de surpresa total não deu pra segurar]
- Olha, depois de treinar aqui vou correr, porque não corri a semana toda
- Posso ir junto ou te incomoda?
- Não, amor! Nem fodendo me incomoda, já tô terminando, então em 10 min a gente sai
15 minutos depois, saímos da academia rumo a um parque pra correr. Devemos ter corrido uns 45 minutos, o cara aguentava bem porque corria há muito tempo. Quando terminamos, ele me acompanha até a porta do meu prédio e a gente fica batendo papo um pouco.
- Cê tem algo pra fazer agora? Se não, passo um tempo aí
- A gente transa? [perguntei na lata, não ia perder mais tempo com nada como das outras vezes, era ir pro que interessa ou ele vazar]
- Sim
- Não faço há uns dias [tinha contado que tava doente], vou te detonar, meu amor
Entramos no elevador e assim que a porta fecha, eu beijei a boca dele. Ele me espremeu contra um dos cantos do elevador e começou a apertar uma das minhas tetas enquanto a gente se beijava violentamente.
Enquanto o elevador subia... e não parávamos de nos beijar, ele enfia a mão dentro da legging e começa a me tocar a pussy. Ele parecia mais desesperado do que eu! Naquele exato momento, o elevador para num andar (não no meu) e a porta abre.
Uma mulher de uns 40 anos (já tinha cruzado com ela umas vezes) se prepara pra entrar, mas viu bem na hora em que o namorado da minha colega tava tirando a mão de dentro da minha legging. Ela fica paralisada, sem se mexer.
Eu começo a rir e, olhando pra ela, aperto o botão pra fechar a porta enquanto ao mesmo tempo começo a beijar meu cara de língua. A porta fechou e, claro, a mulher não entrou, teve que esperar o elevador voltar de novo.
Entramos no meu apê nos apalpando por todo lado. O cara me tocava inteira, mas principalmente a booty, apertava forte uma vez e outra. Eu já tinha enfiado a mão dentro da calça dele e tava segurando o cock, tava durasso igual um porrete.
Em vez de me levar pro quarto, ele me levanta e me coloca em cima da bancada. Tira meu moletom e o top (uso isso pra correr pra segurar minhas lolas, senão ficam balançando demais, haha), e aí mesmo minhas tetas ficam bem na altura da boca dele.
Ele se aproxima e começa a chupar uma, enquanto com uma das mãos apertava a outra. Eu comecei a morder meus lábios de tanto prazer que sentia. Depois fez a mesma coisa com a outra teta, com a língua percorria todo meu mamilo que já tava durinho, depois a lola inteira, depois enfiava a boca o mais fundo que podia e chupava e mordia.
Aí com as duas mãos pegou uma teta e começou a amassar, sem tirar os olhos dela. Eu tava molhadíssima, com uma vontade de ele meter que já não aguentava mais. Fez de novo a mesma coisa com a outra teta, depois com as duas ao mesmo tempo, uma mão em cada uma.
"Mete em mim, não aguento mais"; implorei. Mas ele fez como se não ouvisse. Continuou fazendo aquilo enquanto eu gemia cada vez mais alto.
Em seguida, ele abaixa minha legging e a calcinha, deixando ela caída na altura dos meus tornozelos, eu ainda estava com os tênis calçados. Ele me mandou abrir as pernas (mas com a legging vestida, sabe aquela posição que você abre as pernas mas não consegue separar os pés? Entendeu?) e começou a chupar minha buceta.
A língua dele começou a percorrer toda a minha ppk molhada, que já tava pedindo uma rola aos gritos. Depois ele juntou minhas pernas e fez a mesma coisa, me mordia e apertava o clitóris e eu me contorcia de prazer. Comecei a gemer bem alto, não aguentava mais.
Aí ele para, me tira da bancada e eu baixo a calça dele. De uma vez, sem provar nem lamber, enfiei a rola toda dentro da boca, deixando ela lá por um tempo. "Como você engole tudo", disse o cara que até aquele momento não tinha falado nada.
Comecei então a chupar e lamber bem de lado a lado, de viés, as bolas, enchendo tudo de saliva. Com a mão direita segurava ele e batia uma bem forte enquanto com a língua tocava a ponta do pau.
Eu me levantei e tirei a legging na cara e na coragem, ainda com os tênis calçados. Ou seja, tava pelada mas de tênis. Ele me levou dessa vez pra minha cama, e eu dei uma camisinha pra ele colocar (como eu disse, sempre tenho várias na mesinha de cabeceira).
Ele colocou em menos de 5 segundos e, quando fui ver, já tinha enterrado a rola até o fundo. Não consegui segurar o grito. Na hora ele começou a bombar sem piedade. No começo doeu um pouco, mas me acostumei em um minuto.
O pau dele entrava e saía enquanto com as mãos ele segurava minhas pernas, abrindo cada vez mais. Ele não parava de olhar pra rola dele e pra minha ppk, vendo como entrava e saía.
"O que que houve, Delfi putinha? Não vai me dizer que tá doendo?"
"Não, vai, me come, vai, me come!"
"Tô te comendo putinha, olha como eu meto. Vadia, como você gosta da rola, que puta que você é!"
A gente começou a se xingar pra caralho, eu falando que não tava com tesão, com tudo isso não aguentei mais e em uns 5 ou 10 minutos gozei.
Quando gozei, ele me agarrou minhas pernas e as colocou de lado, fazendo com que, pela posição, minha buceta ficasse bem fechada, e de novo, ele começou a empurrar o pau até entrar até o fundo.
Com a mão, ele agarrou uma das minhas tetas, e enquanto me penetrava, apertava tanto que doía. Mesmo assim, não parei ele. O cara me comia com muita violência, parecia que fazia tempo que não metia.
Depois disso, ele me vira e me coloca de bruços, e subindo em cima de mim, mete o pau de novo. Aí me fez levantar e me colocou de quatro. Eu, que tenho o cabelo bem comprido e uma bundinha pequena, ele agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás, enquanto não parava de enfiar o pau uma vez atrás da outra.
Depois solta meu cabelo, que de tão comprido que era, chegava na minha bunda, quase passando dela.
"Que puta você fica com o cabelo assim comprido."
"Não fico como puta, sou puta, por algo você tá metendo em mim", falei enquanto não parava de gemer.
A gente tava os dois no ápice, falávamos de tudo.
Depois ele me vira e me coloca de barriga pra cima, ele sobe em cima de mim e na posição de missionário me faz gozar mais uma vez. Eu sentia todo o peso do corpo dele em cima de mim, e como o pau entrava até o fundo, até bater nas bolas dele.
Quando gozei pela segunda vez, vi que não aguentava mais. Falei pra ele levantar e tirei a camisinha. Mandei ele sentar na cama, e eu, ajoelhada do lado, chupei ele de uma vez, igual no começo.
Queria fazê-lo sofrer um pouco, mantê-lo no limite do orgasmo sem deixar gozar (um jogo que adoro fazer). Comecei a bater uma pra ele, mas devagar, e quando via que ele tava quase gozando, diminuía um pouco. Depois brinquei com minha língua, passava a língua na ponta do pau, de novo até quase fazê-lo gozar.
"Vai, puta, me faz gozar, não aguento mais"
"Shhh, cala a boca"
Continuei brincando com ele por um tempo, pegando o pau dele com as duas mãos e chupando a ponta do pau como se fosse um sorvete.
Finalmente, agarrei o pau dele com uma mão e abri minha boca. Comecei a bater uma mais rápido até que aos 3 ou 4 segundos, um jato de porra foi direto pra dentro da minha boca. Fechei a boca na hora com a porra dentro, pra que o resto caísse na minha cara.
Mais três jatos de porra saíram do pau dele, enchendo minha cara de sêmen. Caiu perto do olho, na testa e no cabelo, e mais um pouco nos meus lábios. Foram quatro jatos de leite no total, embora o último já tivesse pouquinho.
Abro minha boca, e enquanto parte da porra ia caindo no chão do meu quarto, estico a língua e mostro pra ele que ainda tinha tudo na minha boca. Comecei a brincar com a porra dele e o pau dele, até que, olhando fixo pra ele, engoli.
Fui pro banheiro e limpei a cara. Do cabelo, tirei a porra que consegui. Precisava tomar um banho pra me limpar direito.
- Você me encheu de porra, nunca vi sair tanto assim de você
- Haha, porque faz uma semana que não como ninguém
- Por quê? E a Nati?
- A Nati tá naqueles dias e não conseguimos fazer.
- Ah! Que merda. E paciência, quando é pra ser é pra ser. Não vão fazer a semana da Booty? Haha
- Nah! Muito chato.
- Bom, na próxima eu te dou, já que você já me arrombou uma vez
- Uf! Lembro perfeitamente. Toda vez que tô com ela, penso na sua Booty. Hoje você não me deu.
- Outro dia
Eu me troquei assim mesmo e desci pra abrir pra ele. No elevador, o celular tocou. Era um WhatsApp da Vane:
"Puta, já se recuperou? Essa noite tô com a casa livre. Chamei uns amigos. Vai encarar??"
"Já tô bem. Pode contar comigo!!! Hoje é pra detonar.
31 comentários - Sábado de manhã (#41)
Nada como un buen rato de deporte para quitarse del todo la gripe, ese sudor lo limpia todo.
Besitos en tus lolas, pero fuerte, como a ti te gustan.
Un día que tenía a mi novia cabalgando le empezé a dar caña en los pezones para ver hasta donde aguantaba. Y resulto que le gusta que le den caña ahí y no lo sabía, pero yo se lo descubrí jajajajaaj
Pobre vieja seguro cuando los vio le habra dado envidia
Que diran tus vecinos
Buena cogida te pegaron y encima a la noche seguro te darian mas
Segui asi de puta que mw encanta
Van puntos
Habra recordado mejores epocas
Anda a saber si era igual de puta que vos
ya quiero saber que tal se puso con Vane
gracias por compartir
besitos...
Gracias por compartir ..... 👍 👍