A despedida da Helenita gostosa

A viagem de Helena era um grande acontecimento na casa dela. Era um momento que ela esperava há muito tempo. O entusiasmo e a excitação que transbordavam daquela garota eram contagiantes, e por isso todos em casa estavam com a mesma energia. Todos, exceto o pai dela, Andrés. Ele estava extremamente preocupado com a filha deixando o país. As más notícias com que era bombardeado dia e noite pelos jornais faziam com que, sempre que ela se ausentava, ele pensasse no pior. Por outro lado, também não confiava muito no bom senso da filha. Além disso, por mais que doesse, ele tinha que admitir que sua amada Helenita era uma mulher mais que apetecível para qualquer homem.

Sua menina era toda uma mulher e tinha um corpo extremamente voluptuoso. Peitos enormes que pareciam operados e uma bunda firme e empinada que era o final de ouro de suas pernas longas e carnudas. Tinha um detalhe: ele não tolerava que ela tivesse cortado seu cabelo loiro, longo e sedoso. Ela tinha adotado um novo visual, com o cabelo bem curto nas laterais e penteado de lado. Segundo ele, ela fazia isso para se parecer com as cantoras da moda, mas ela sempre fazia o que queria. Como aquela viagem para o Leste Europeu que tanto a empolgava.

Depois de longas discussões, a mulher de Andrés conseguiu convencê-lo a ceder, e ele mesmo comprou as passagens. Tinha que fazer algumas conexões para chegar ao destino, mas para Helena isso era parte da aventura. Na Espanha, ela encontraria a amiga Samanta, que era a mentora de tudo, e de lá seguiriam juntas.

Assim, chegaram ao dia anterior com um grau de adrenalina que logo iria aumentar.
- Bom, amanhã, quando você for com sua mãe, tem que chegar com muita antecedência por causa do trânsito e do pré-embarque - Andrés instruía a filha.
- Sim, óbvio, pai. Não é a primeira vez que viajo. Fica tranquilo. Mas amanhã a mãe tem a aula de teatro nesse horário. Combinamos com o Lucho - respondeu Helena.
- Lucio, o vizinho?! Você não tem família, não?! - Andrés levantou a voz.
- Você não sabe dirigir e a mãe... Não está. Além disso, o Lucho é quase da família. Conhecemos ele desde que eu era pequena, qual o problema? — ela acalmou ele
— Muito problema, senhorita. O que vão pensar as pessoas se te veem saindo sozinha com um homem que poderia ser seu pai? — ele recriminou e acrescentou — Eu vou com vocês, se for assim.
A garota deu de ombros e sorriu, tirando a importância.
— Tá bom, se quiser. Melhor assim — encerrou a discussão

Finalmente chegou o dia. Enquanto carregavam as coisas no porta-malas do carro, começaram as provocações por parte do vizinho.
— Então você vem no final? Tá virando marica porque a Helenita vai embora, né? ha. Não vai ficar babando em público, hein — dizia Lúcio, conhecido pelo humor que beirava o pesado
— Essa viagem não me agrada nada, mas sou o único sensato em casa — disse André
— Qual é, deixa ela crescer, não é mais uma menina. Quantos anos você tem mesmo? — perguntou para Helena
— Eu? 19, por quê? — respondeu enquanto conferia a bolsa de mão pela décima vez.
— Olha! Já tem 19! Como o tempo passa! Lembra quando ela caiu da bicicleta com rodinhas e eu trouxe ela no colo por duas quadras? Olha como tá grande agora

André concordou, mas notou que os olhos do colega estavam mais tempo no decote da filha do que nos olhos dela. Mesmo assim, supôs que era algo involuntário. Afinal, o visual da sua Heleninha não era para menos. Ela usava uma regata vermelha, bem apertada, que mal conseguia conter aquele peitão enorme. Para variar, tinha uma calça não menos apertada. A bunda redonda da Helena colocava à prova qualquer homem que passasse por ali. Enquanto pensava nisso, a jovem se abaixou para fechar a bolsinha e André desviou o olhar, mas no caminho cruzou com o olhar de Lúcio, de novo com aquele brilho de desejo, dessa vez na raba. Já eram duas vezes. Lá no fundo, se sentiu satisfeito com a decisão de acompanhá-los. Não quis pensar além dessa reflexão suave. Afinal, era a sua princesinha.

Partiram para o aeroporto. Era uma viagem de algumas horas. No caminho, André se aguentar as piadas do Lucho por não saber dirigir na idade dele, mas já tava acostumado porque era a zoação clássica da mulher dele. O que realmente incomodava eram aquelas olhadas de velho tarado do vizinho, que continuavam rolando. Agora o foco era os peitos da Helena, que tinha pedido o banco do carona pra mexer no som e se abaixava toda hora pra trocar de música ou aumentar o volume.
De vez em quando os olhos dos dois se encontravam no retrovisor e uma certa culpa fazia ele focar na estrada e esquecer da vizinha gostosa.

Foi assim o caminho inteiro. Quando chegaram no aeroporto, o entusiasmo da Helena virou raiva. O voo tava com um atraso incerto e até podia ser reprogramado. A incerteza aumentava com o passar das horas. O clima era super desanimador e o resto dos passageiros já tava ficando violento com o pessoal da companhia, o que fez com que os avisos com novidades ficassem cada vez mais raros. Andres olhava pro relógio, Lucho saía toda hora pra fumar e Helena roía as unhas pensando que a aventura tão esperada ia dar merda. Já era noite quando uma das moças da companhia avisou que o voo ia ser reprogramado pra primeira hora da manhã, umas 5 horas.

- Ah, que bosta! A noite inteira presos aqui. Vai indo se quiser. Depois eu pego um táxi - disse Andres pro Lucio.
- Se quiser, levo vocês pra descansar um pouco e trago cedo - falou o vizinho.
- Não, Lucho, entre ir e voltar a gente vai chegar e ter que sair de novo - argumentou Helena, com toda razão. Enquanto Andres falava no telefone com casa pra dar as novidades, Lucho saiu pra fumar mais um cigarro e voltou com outra proposta.
- Falei com umas mulheres que tão na mesma e vão passar a noite num hotelzinho aqui perto, os turistas costumam usar nessas horas. Podemos ir, ver TV, temos onde... Vamos esticar um pouco. O que acham?
Andrés olhou pra filha e ela, com as mãos juntas como se estivesse rezando, balançou a cabeça fazendo que sim. Ele revirou os olhos e aceitou. Além disso, tinha percebido que com a grana que tinha no bolso não ia a lugar nenhum.

Quando chegaram no hotel, Lúcio pediu um quarto e entraram. Enquanto iam pro quarto, Andrés explicava que ia pagar ele por ter dado uma força com toda aquela confusão, e Lucho ria e dizia que não era nada. Mal entraram, Helena deu um pulo e se jogou na cama. Tirou os sapatos e exclamou:

— Ai, obrigada, Lucho! Como eu tava precisando disso! — enquanto mexia os dedos dos pés, aliviada.

— Tudo pela minha vizinha favorita — disse Lúcio, sentando aos pés da outra cama e pegando o controle da TV. Andrés sentou na terceira cama, que dava pra janela, e agradeceu de novo por ele ser tão "gente boa".

— É um forno aqui dentro, esse ventilador de teto parece que tá soprando ar quente — disse a filha, com a camiseta grudada na pele, e perguntou: — Vocês se importam se eu colocar algo mais confortável? Andrés franziu a testa, num sinal de reprovação.

— Ai, pai, qual é! Se o Lucho é quase da família. Te incomoda se eu tirar um pouco?

— Não, mocinha. Fica à vontade, que a gente vai ficar aqui um tempão — disse Lúcio.

Mal tinha terminado de falar isso quando os dois ficaram chocados e sem palavras. Sem aviso, Helena desabotoou a calça numa velocidade e puxou pra baixo. Pra surpresa do pai, por baixo ela usava uma micro fio dental. Lúcio quase caiu da cama quando viu. Andrés não acreditava no que via.

— Mas o que você tá fazendo?! — foi a única coisa que conseguiu dizer.

— Ai, pai, não exagera. Quando eu tomo sol na laje, meu biquíni é menor.

— Mas você não pode ficar assim num quarto de hotel com homens! Vai botar alguma roupa! — mandou ela pro corredor onde tinham deixado a bolsa, pra afastá-la da vista. Ela pegou a bolsa e entrou no banheiro pra se trocar.

— Não é pra tanto, os jovens são assim. Não se ligam. O vizinho tentou acalmar a situação. O que não o acalmou nada foi ele ter colocado uma almofada no colo. Era certeza que tava escondendo uma ereção.

Uns minutos depois, Helena apareceu só um pouquinho mais vestida. Tinha vestido um short branco que terminava bem na borda da bunda dela e se deitou na cama do meio de bruços. Com aquela raba empinada olhando pro norte, começou a rir e disse:

— Viram a cara do magrinho da recepção? Deve ter pensado qualquer merda quando a gente pediu um quarto pra nós três — e riu safadamente.

— O que ele vai pensar? — falou Andrés olhando pra TV.

— Ai, pai, que vocês me trouxeram aqui pra transar. Você nunca disse que era minha filha.

— Como é que fala essas coisas, filha? — respondeu o pai, assustado, que ao se virar viu a pose da filha e não conseguiu evitar de olhar pra bunda dela.

Então ela se aproximou do vizinho todo trêmulo, que já nem queria olhar pra ela naquela altura, e perguntou quase no ouvido:

— Você não teria pensado nisso? — com um olhar de gata.

— Hummm, não, eu não pensei nada — respondeu ele, olhando ela toda e apertando forte a almofada que tinha no colo.

— Tem certeza? — perguntou de novo, com as mãos apoiadas no colchão, juntando os braços e fazendo os peitos se apertarem e parecerem ainda maiores. Era impossível não olhar. O coitado desviou o olhar por uns segundos e viu que Andrés tava vidrado na TV. Engoliu seco e quando voltou a olhar, Helena tava mordendo os lábios.

Sentiu a mão da jovem por baixo da almofada e uma mistura de tesão e pânico tomou conta dele. A putinha não tinha nenhum pudor com a presença do pai. Passava a mão na pica do coroa por cima da calça. Apertava, acariciava, passava a palma inteira da mão na pica dura daquele homem que não conseguia mais esconder o tesão.

— Não pode ser tão puta, filha — sussurrou no ouvido dela.

— É o que você acha — disse ela com um sorriso malicioso no rosto. Virou por um segundo pra garantir que o pai ainda tava totalmente ausente entre o sono e a tv e decidiu ir mais longe. Ela pôs pra fora a rola dura do vizinho excitado e começou a bater uma punheta pra ele como se nada fosse, com maior cara de pau. O cara não acreditava. Ela não ligou pra nada e segurou a nuca da novinha. A Helenita não resistiu e, com a maior disposição, abriu aqueles lábios quentes e carnudos pra fazer a rola do Lucho desaparecer. Ela era uma expert em boquete. Mexia cada parte da boca com maestria, e isso fez com que logo o vizinho excitado não aguentasse mais e soltasse um gemido profundo de prazer. Um som que chamou a atenção do pai da menina.

- O que você tá fazendo, sua putinha! - gritou Andres horrorizado ao ver a cena pornográfica. Ele tava vermelho que nem um tomate e parecia tremer.
- Eu não tô fazendo nada. Olha! - disse Lucho, com toda razão, levantando as mãos. Enquanto isso, a putinha da Helena continuava chupando como se nada tivesse acontecendo. Ela deu uma olhada de canto pro pai e piscou o olho. O pobre Andres juntou à sua desesperação e raiva uma pitada de confusão. O que a Helenita tava fazendo com aquela atitude? Ele não queria pensar no que tudo indicava. Por algum motivo, ficou paralisado diante da cara de pau da pirralha.

Ao notar isso, a putinha relaxou e continuou muito animada com a mamada magnífica.
- Que rola gostosa! Cê gosta, Luchito? - perguntou em voz alta enquanto lambia ele desde os ovos por todo o comprimento do pau.
- Siiiiim - foi tudo que o Lucio conseguiu falar no maior êxtase.
- Cê gosta, Papai? Olha o que eu faço - disse pro Andres atônito, enquanto se esforçava e engolia inteira a rola comprida do vizinho. Diante dessa pergunta morbosa e provocante, foi que o próprio Andres percebeu a tremenda ereção que tinha formado com a exibição da filha. Ele não acreditava. Tava excitado que nem um adolescente.

Enquanto isso, Lucio, totalmente fora de si, apalpava os peitões enormes da guria. A cabeça, parcialmente raspada da menina, subia e descia, e os olhos dela Cravados no pai, que ainda impactado se tocava no pau quase involuntariamente.

Isso esquentou ainda mais a puta da filha. Com um sorriso brilhante por causa do boquete, ela foi de gatinhas até a cama onde o papai estava e começou a beijar a barriga dele enquanto abria primeiro o cinto e depois a calça do progenitor. Lucho observava de longe a calça do Andres caindo junto com a cueca no chão. Os olhos de Helena e do pai dela se cruzaram quando a grossa pica ficou livre a centímetros do rosto da filha, que a pegou com as mãos, arrancando as primeiras exclamações de prazer do Andres, e disse com voz sensual:

— Buceta, isso é por me deixar ir na viagem — do mesmo jeito que fez com o Lucio, ela enfiou dessa vez a pica do pai entre aqueles lábios lindos e, com toda a habilidade dela, começou um novo e excitante boquete.

— Oohhh, neném — exclamou ele, já quase sem culpa pelo boquete magistral da filhinha nada inocente. A puta animada se levantou e pegou o pai pela pica. Foi andando até a cama do meio e sentou ali para continuar chupando. Enquanto saboreava a pica do papai de todos os lados, convidou o Lucio, que se masturbava vendo aquela cena incestuosa com um tesão incontrolável.

Logo os dois veteranos estavam na frente da jovenzinha recebendo alternadamente os favores da boca dela. O Andres já não ligava mais que fosse a filha dele, e pelo visto o Lucio nem pensava nisso. A regata da Helena voou pelos ares depois dos puxões dos dois homens, e os dois ficaram hipnotizados no momento em que a garota tirou o sutiã, deixando no ar aqueles peitos imponentes.

— Que puta gostosa que você é! — disse o Lucio segundos antes de enfiar a cara entre aqueles peitos e começar a chupá-los como um louco. O pai dela, por outro lado, a fez levantar e foi descendo lentamente o short dela, deixando as nádegas carnudas emolduradas por aquela tanguinha minúscula. A respiração acelerada da garota era música para os dois coroas. que estavam quentes como ferros em brasa.
- Ai, papai! siiiim - disse Helena ao começar a sentir o rosto de Andrés se perder naquela bunda e, quase sem precisar tirar a tanga, ele começou a lamber a doce buceta molhada.
- Que gostosa você está, Helenita! Você é uma putinha toda! - ele dizia enquanto a saboreava.
- E o que são esses peitos de puta! - comentou Lucio, brincando com os bicos duros da gatinha.
- Quero ser a putinha de vocês, garotos! Fiquei toda excitada o dia inteiro com os olhares de vocês, agora quero gozar! - confessou enquanto apertava os dois com as mãos para que continuassem lambendo ela toda.
- Vem pra cá. Se quer pau, vai ter, putinha! - disse o pai, todo excitado, e colocou ela de quatro com as pernas abertas.
Ajeitou o pau entre os lábios daquela buceta tão apertada, e Lucho apresentou o pau inflamado na frente da boca dela. Quase ao mesmo tempo, os dois paus começaram a entrar, e os gemidos de Helena não demoraram.

Aquele som excitante de prazer os esquentou ainda mais, e logo começaram a aumentar o ritmo. Lucio apertava a nuca dela, fazendo-a engasgar, enquanto Andrés penetrava com força aquela buceta apertada e se firmava com as duas mãos naquela bunda redonda.
- Que puta enorme, sua garotinha! - exclamou Lucio, sentindo o nariz de Helena tocar sua barriga enquanto ela engolia o pedaço inteiro.
- Tá ouvindo o que o Lucho diz? Ai, que puta você é, menina! - gritou o pai enquanto a comia já com uma velocidade e força que faziam a garota gritar o mais alto que podia com o outro pau na boca.
- Sim, papai, sou sua putinha esta noite, façam o que quiserem comigo! - desafiou com a voz entrecortada.
- Você não pode ser tão safada, garota! - disse enquanto tirava o pau daquela buceta quente e colocava de novo na boca dela. Adorava sentir os movimentos orgásmicos que a filha fazia com a língua por baixo do pau dele. A putinha realmente curtia chupar o pau do pai.
Helena se afogava de pau, mas não queria soltar. Estava decidida a aguentar. Toda a porra que esses dois tinham pra ela.

As gotas de suor já eram constantes e escorriam pelos três corpos igualmente. Os gemidos e gritos de prazer dos três se misturavam, mas a voz fina da Helena se destacava de longe. Essa sinfonia sexual fez o Andres abrir as pernas dela e colocá-la de novo em cima da pica dele. A mina dele não só fazia ele delirar com a buceta apertada dela, como também beijava ele com paixão. As línguas deles dançavam grudadas dentro da boca dela até que a loira voluptuosa interrompeu o beijo pra gritar bem alto. Ela se apertou com o corpo todo no pai dela a ponto de cravar as unhas nas costas dele.

O Andres não conseguia entender o que tava rolando até que viu atrás dela o Lucio com os olhos praticamente virados de prazer. Ele tava metendo na bunda linda da vizinha gostosa dele. A mesma que tinha deixado ele com o pau duro o dia inteiro.

A garota, longe daquela primeira reação de dor, começou a se mexer de novo, curtindo a dupla penetração. Ela abraçou o pescoço do querido Luchito e, virando só a cabeça, se fundiu num beijo com ele.

Ver ela tão puta naquela posição excitou ainda mais o pai dela, que acelerou as estocadas e se agarrou nas tetonas dela pra chupar tudo que podia. Ele brincava com a língua e aqueles pezões deliciosos enquanto a garota, banhada em suor, se mexia entre as duas picas que tavam comendo ela pelos dois buracos. Ela mordeu os lábios e olhou pra cima. Tava tendo uma das melhores noites da vida dela. A melhor despedida que podia ter do país. Sentiu os espasmos que anunciavam os orgasmos dos dois caras e pediu:

— Quero toda a porra na boca, galera! — Os olhos dos dois brilharam. Eles se levantaram no colchão, deixando ela de joelhos entre eles, e o Lucho pegou ela pela cabeça e fez ela abrir a boca pra cima.

— Você vai ser o primeiro, Luchito? — Ela disse, se lambendo, mas antes que a resposta viesse, um jorro grosso e cheio de porra caiu nos lábios dela. Ela se apressou pra abrir a boca e colocar a língua pra fora e mais três foram se precipitando ali
— Ahh engole tudo agora, sua puta! — ele disse vendo ela com a porra grossa na língua.
Como era de se esperar, a jovem obedeceu e fechou a boca, fazendo desaparecer todo aquele branco.
— E você, papai? Precisa de uma ajudinha? — ela disse, saboreando os restos de sêmen que tinha nos lábios. Andres enlouqueceu com aquela imagem e segurou ela com as duas mãos na nuca, fazendo-a engolir o pau dele prestes a explodir.
— Agora você vai engolir tudo, sua puta — ele disse, fora de si, enquanto metia naquela boca a toda velocidade. Naquele momento, ele ficou imóvel e soltou toda a porra na garganta da sua filha sem vergonha. Assim que ele soltou, a garota se afastou alguns centímetros, e um fio branco de porra escorreu dos lábios dela. Os três caíram ofegantes sobre a cama, nus e satisfeitos.

Nenhum dos dois homens se olhava. Era como se, assim que a putaria passou, eles tivessem caído na real, mas isso só durou alguns segundos.
A língua insaciável da Helenita no pau do pai chamou a atenção dele de novo.
— Ainda faltam algumas horas, e depois vocês não vão me ver por uns meses, nenhum dos dois — ela disse, ajoelhada de quatro enquanto batia uma pro Lucio também.
— Claro que sim, minha Helenita, tudo que minha princesa quiser — disse Andres, se acomodando enquanto sentia aquela boca experiente fazendo ele voar.

No meio dessas mamadas intermitentes e cientes de que era uma despedida, os dois vizinhos pensavam em como iam esperar a tão desejada volta da Helenita.

17 comentários - A despedida da Helenita gostosa

Un espectaculo Heleniita,, ojala tuviese un amigo con una hija así!!!!
jijiji o un vecino
mi amor, ya era hora que volvieses! no sabes como se te extrañaba
Gracias amor! quería que me extrañes jijiji
@Mishiand69 siempre te extraño mishi! ¡siempre! 😘
@LobomaggoT nada como mis fieles poringueros 😃
+10 muy buen relato! ! impresionante. relato único o habra alguna continuación?
Gracias amor! No se capaz, vos que decis? jijiji
@Mishiand69 tiene que seguir!! ya sea alguna aventura en su viaje o cuando vuelva con el padre y el vecino:p
@locuravip vamos a ver que tanto gusta este en puntos jijiji
La mas trola Helenita... cuanto de vos hay en ella? jajaj
extrañaba tus relatos bb
Tenemos varias cosas en común jijiji besitos
@Mishiand69 lo putita o lo petera?
@kellcito dije varias
mmmm me encanto... muy caliente el relato.... muy tuyo jejejeje....que putita
gracias amor! besitos
excelente
gracias bombón! siempre presente en mis relatos
10 puntos amor, como calentas con esos relatos... sos una genia, besos hermosa
@Mishiand69 seguiria en tu panzita dandote mas besos mientras mis manos se detienen en tus muslos y en tu culo... llegaria a tus hermosos senos donde les dedicaria una lenta y suave sesion de muchos besos... jugaria con tus hermosos pezones... sigo amor?
@wololocba no deberías preguntar eso a esta altura 😉
@Mishiand69 muy cierto bebe, me comeria muy suave tu boca mientras te hago sentir mi verga..
rososos +1
Nk se donde andabas pero si regresas asi, no hay problema hermosa.
rososos +1
@Mishiand69 esperó con ansias querida... Besos y abrazos
@rososos oki amor. no te voy a defraudar jiji
@Mishiand69 se que no... Nunca no has parado esta pija con lo que contas.
Te iamagino cpjiendo a vos xn cada relato tuyo y m pones a mil. Te dejo puntitos hermosaa. M gustaria un chat caliente cn vos a ver si podes sacarme lechitaa. Besitos
@Mishiand69 mmmmm cuando? Sabes que ya me estas hciendo desearte! Besitos.
@jona-maxi no sé, cuando estemos los dos. no venimos coincidiendo mucho bebé
@Mishiand69 te espero bebota, asi vemos hasta donde llegan nuestras fantasias y calentura, hber que tanto puedo generar en vos.
Que genia la gra. Andreeee sabes que te sigo del principo ge ia...
gracias bebé
uuu hdp como me gustaria cojerte lastima q estas lejos me la pusiste re dura!!!
me encanta ponertela dura
Uuuuuf que jugoso relato. Una delicia de historia. Te dejo besitos y puntos
gracias por las dos cosas bebé! besitos!
Muy bien escrito. Sin necesidad de imágenes y todo librado a la imaginación de la pluma.