Visitando minhas tias I

Era uma manhã tranquila de um dia qualquer, nada parecia fora do normal. Meu pai tinha me avisado no dia anterior que eu precisava ir na casa da minha tia Elena e da minha tia Isabel pra passar o dia com meus primos, que eu não via há um bom tempo.

Ele me buscou às 9 da manhã, bem pontual pra ser meu pai. Se tem uma coisa que sempre me irritou nas pessoas é a falta de disposição pra ser pontual. Ele me deixou na casa da minha tia Elena, porque eu tinha dito que preferia ficar com meu primo Alberto, que é com quem eu me dou melhor. Dá pra dizer que ele é o mais parecido comigo em termos de gostos e personalidade.

Quando cheguei, meus primos vieram me cumprimentar com um aperto de mão, de um jeito bem amigável, mas mantendo uma certa distância. Normal, já fazia uns 2 anos que eu não falava com eles cara a cara. Tava com um certo medo de não ser bem recebido, porque não fui no enterro do pai deles. Mas parece que não ligaram, ou pelo menos já esqueceram. Quando entrei na casa, minha tia percebeu minha presença. Ela tava usando uma camisa de homem bem grande, que mal cobria a parte de cima das coxas, destacando as pernas longas e dando um toque bem sensual. Ela me deu um abraço forte e vários beijos na bochecha. Enquanto me abraçava, dava pra sentir os peitos dela esbarrando no meu peito, ou seja, ela não tava de sutiã.

— Que bom te ver, Alvarinho — ela disse, piscando um olho pra mim.

Meio sem graça e meio atordoado com a situação, falei: Também tô feliz em te ver, Tita.

Ela riu e completou: Não precisa ser tão formal, querido, fica à vontade, você tá na sua casa.

Alex apareceu na cozinha-sala de jantar e sugeriu que a gente fosse pro porão da casa jogar FIFA, que era o que a gente sempre fazia quando eu vinha visitar.

Começamos a jogar, uma espécie de triangular entre Alberto, Ismael e eu. O primeiro jogo foi bem apertado, tanto que Alex ganhou do Ismael com um gol aos 92 minutos.

Era minha vez, eu tinha que mostrar pra eles que Melhorei desde a última vez, porque sempre fui jogador de PES. Primeiro tempo, 0 a 0 empatando no placar, jogando um futebol espetacular e atropelando meu primo com uma confiança que não era minha no FIFA. No intervalo, o Ismael falou:

- Vou lá em cima ver o que a mamãe está fazendo.

- Beleza, irmão - disse o Alberto, enquanto me olhava fazendo um gesto competitivo com a sobrancelha.

O segundo tempo começou como o primeiro terminou, só que dessa vez eu consegui marcar. O jogo acabou num 3 a 0 bem contundente, fazendo meu primo ficar puto e me pedir uma revanche. Dessa vez o jogo foi mais equilibrado, mas mesmo assim ganhei por 2 gols de diferença.

De repente, o Ismael entra no quarto e fala pro Alberto:

- Alberto, a gente tem que ir. Nossa tia Maria já chegou no aeroporto de Málaga.

- Beleza, vamos.

Eu falei, todo surpreso: Vou com vocês?

O Alberto imediatamente me segurou pelo ombro e disse:

- Álvaro, minha mãe tem medo de ficar sozinha desde que nosso pai morreu, então seria bom pra todo mundo se você ficasse aqui até a gente voltar.

- Relaxa, minha mãe liga a TV e fica lá o dia inteiro - completou o Ismael, numa tentativa desesperada de amenizar a situação e me deixar tranquilo.

- Sem problema, eu fico aqui com ela - falei, pra não queimar meu filme com eles.

Meus primos se arrumaram e foram embora assim que desliguei o videogame e subi pra me despedir, em vão.

Como meu primo Ismael tinha dito, minha tia estava vendo TV na sala da casa enorme que ela tinha. Tava deitada no sofá, com a cabeça apoiada na parede do lado e um travesseiro pra ficar mais confortável. As pernas dela estavam meio abertas e, prestando um pouco de atenção, dava pra ver a calcinha dela. Uma calcinha vermelha bem sensual que combinava perfeitamente com a camisola branca. Fiquei olhando pra ela naquela posição por mais de dois minutos, segurando a vontade de bater uma punheta de tanto tesão que Eu adorava ficar olhando pra minha tia, ou melhor, pra calcinha dela.

Ela mudou de posição, assumindo uma muito mais gostosa do meu ponto de vista. Colocou a perna em cima do encosto de cabeça do sofá, abrindo as pernas e deixando a calcinha dela muito mais visível.

Ela me viu e rapidamente cruzou as pernas, dizendo toda corada: — Desculpa, não sabia que você estava aqui.

— Meus primos falaram pra eu ficar por aqui.

— Entendi, quer que eu prepare alguma coisa pra comer?

— Seria bom, já tá na hora do almoço. Se quiser, posso te ajudar.

— Perfeito!

Nós dois fomos pra cozinha preparar o almoço. Minha tia sugeriu fazer algo bem simples e rápido: espaguete à carbonara. Colocamos a massa pra cozinhar, que era bastante na minha opinião, e fomos ver TV num cômodo ao lado da cozinha-sala de jantar. Sentamos no sofá, bem separados, o que eu imaginei que era porque o incidente na sala ainda estava fresco.

De repente, ela disse:

— E o que você tem feito todo esse tempo?

— Estudei o ensino médio.

— Imagino que foi bem, você sempre foi um garoto muito dedicado.

— Graças a Deus, sim, consegui terminar.

Depois dessa conversa rápida, ficamos vendo o jornal até que minha tia sentiu que já era hora de tirar a massa da água. Enquanto fritávamos o espaguete pra pegar o gosto do bacon, minha tia sugeriu que eu ficasse atrás dela pra ajudar segurando o cabo da frigideira enquanto ela colocava o creme de leite sobre a massa. Quando assumimos essa posição meio estranha, senti meu pau roçando suavemente na bunda dela. Sem aviso, minha tia se jogou pra trás, fazendo com que o roçar suave de antes se transformasse num impacto bem forte entre nossos quadris.

— Ai, me queimei!

— Tá bem?

— Sim, foi só um susto.

Depois desse outro incidente, um pouco mais perigoso e ao mesmo tempo mais excitante, colocamos a mesa e começamos a comer. A comida tava bem gostosa, como sempre, lembrei da comida da minha tia. Enquanto eu comia meu prato, dava pra ficar de olho na minha tia comendo o dela. Ela tava com a ponta dos lábios suja de creme. Na minha cabeça, passavam os pensamentos mais sujos que já tive por um parente, e eu percebi que tava começando a sentir uma puta atração pela minha tia.

— Aconteceu alguma coisa, Álvaro? Tô vendo que você mal tá comendo.

— Nada não, é que tô pensando nuns bagulhos meus.

A gente continuou comendo até que minha tia derrubou todo o espaguete em cima da camisa dela (até hoje eu fico na dúvida se foi de propósito ou não), deixando a camisa toda ferrada.

— Puta merda, hoje não é meu dia — ela falou, olhando pra camisa.

Eu olhei pra ela fazendo uma careta pelo tanto de comida desperdiçada, mas minha cara fechada mudou pra uma de completo choque quando vi ela tirando a camisa. Minhas suspeitas que tive quando cheguei na casa se confirmaram: ela não tava de sutiã. Os peitos dela ficaram à mostra, e eu, completamente sem reação, não conseguia parar de olhar. Eram pequenos e não muito firmes, mas mesmo assim, valia a pena admirar aquele espetáculo. Minha tia, porém, não parecia nem um pouco nervosa com a situação, parecia que ela tava querendo chegar naquele momento.

— Vou ter que lavar essa merda — ela disse, olhando pra camisa toda fodida. — Continua comendo, já volto.

Eu concordei com a cabeça enquanto via ela indo pelo corredor. Não conseguia parar de olhar pra bunda firme dela (mesmo tendo 48 anos) no pouco tempo que ela levou pra sumir da minha vista.

Quando ela voltou, ainda tava com os peitos de fora.

— Que merda, agora não tenho comida. Dá pra dividir o teu prato?

— Claro, lógico — falei, enquanto meu coração começava a acelerar.

Minha tia sentou de um jeito que os peitos dela ficaram a menos de um metro da minha cara, fazendo minha mente ferver com todo tipo de pensamento perverso.

— Não tem nenhuma norma que diz "Olha, mas não toca" – disse ela enquanto sorria.

– Hã?

– Vamos, pequenino, não sou cega, sei que você não para de olhar pra minha buceta.

– Não consigo evitar, desculpa.

– Então é isso, você pode tocar se quiser.

– Tocar o quê... seus peitos?

– Claro, ué, por que não?

Ela se levantou e sentou no meu colo, colocando os peitos a menos de 10 centímetros do meu rosto.

– Toca neles, são sua sobremesa.

Mesmo eu não sendo virgem, fiquei completamente travado. Era minha tia, estava prestes a praticar incesto, algo com que nunca tinha me envolvido. Criei coragem e peguei o peito direito dela com a mão, massageando e amassando como se fosse pão cru.

Eu estava tão excitado que comecei a chupar o mamilo do seio esquerdo dela.

Dava pra ver que minha tia fechava os olhos de prazer com aquilo. Apesar de ter sido rápido (menos de 20 segundos), foi a melhor "sobremesa" da minha vida.

– Vamos pro sofá, tô com mais fome – disse minha tia, mordendo os lábios de puro tesão.

– Espera, Tita – falei com remorso – isso é errado, somos parentes e o que vamos fazer é proibido.

– Álvaro, desde que meu marido morreu, não transei com nenhum outro homem. Por favor, deixa eu refazer minha vida te comendo. Fiquei chocado com o jeito direto que minha tia falava, já que ela é de classe alta e muito educada.

– Por favor, me faz mulher de novo.

– Tá bom – falei, me preparando pra algo que nunca ia esquecer.

Minha tia e eu fomos em direção ao sofá enquanto nos beijávamos e ela tentava tirar minha camiseta. Quando finalmente chegamos, ela completou a missão e tirou minha peça de cima, jogando no chão da sala. Ela me empurrou pro sofá, onde caí numa postura relaxada, sabendo o que minha tia queria fazer.

Ela se ajoelhou e começou a desabotoar meu short bem devagar, evitando tocar meu pau o tempo todo. Quando conseguiu, tirou meu short e, como fez com a camiseta, também joga ele à própria sorte. Ela nota meu pau duro se destacando pela cueca que eu vestia e me olha enquanto ri e morde a língua:

- Chegou a hora da minha comida de verdade.

Sem aviso prévio, ela tira minha cueca e agarra meu pau com a mão quentinha enquanto começa a me masturbar devagar, me olhando com a cara mais perversa que eu já vi.

- Primeiro tenho que me acostumar de novo a fazer isso, faz 2 anos que não faço - disse enquanto ria de um jeito sensual.

Depois de quase um minuto assim, ela respirou fundo e começou a chupar meu pau, primeiro devagar, usando só a língua, depois acelerando e usando a boca toda. Naquele momento eu estava no céu, pedindo perdão a todo ancestral meu que pudesse estar vendo aquela cena digna do melhor filme pornô de todos os tempos. Minha tia continuou o boquete por 5 minutos até dizer:

- Não aguento mais, me fode.

Ela se levantou sem soltar meu pau e se posicionou para a posição de missionário. Comecei esfregando meu pau contra os lábios da buceta dela, molhadinhos de tesão. Com as mãos, eu tocava os peitos dela e beliscava os biquinhos pra aumentar o fogo dela. Naquele momento, eu pensava em como gostava da minha tia. Era uma mulher bem alta, loira, com um rostinho lindo e um corpo bem equilibrado.

- Mete logo, pelo amor de Deus, para de me fazer sofrer.

Depois de ouvir essas palavras, enfiei a ponta do meu pau na buceta molhada e bem apertada dela. Era verdade mesmo que ela não tinha ficado com nenhum homem em 2 anos. Era como uma nova virgindade, que eu estava prestes a tirar.

Enfiei a cabeça inteira e pude ouvir minha tia gemer de prazer, não tanto pela penetração, já que eu não tinha enfiado nem um quarto do meu pau, mas pela situação tão louca que estava rolando. Tia e sobrinho estavam transando.

Comecei num ritmo lento pra não machucar ela, já que A buceta dela tava bem apertadinha. Depois de ver que já tava molhada o suficiente pra começar o sexo de verdade, acelerei o ritmo da penetração. Minha tia tapava a boca pra não gritar, porque os vizinhos podiam ouvir que ela tava transando sendo viúva, algo que na minha cidade é bem pecaminoso.

Notei algo lá fora, tipo um barulho de portão, mas não dei muita importância e continuei metendo nela. Ficamos uns 7 minutos assim até que sugeri pra minha tia trocar de posição.

— Fica de quatro, agora sim você vai aproveitar o melhor sexo da sua vida.

— Já é a melhor foda que já me deram, meu bem, a gente devia ter feito isso há anos.

Minha tia não demorou pra ficar de quatro e comecei a meter nela de um jeito selvagem. Tava totalmente fora de mim, completamente focado em fazer minha tia gritar de prazer. Percebi que ela gozou depois de uns minutos transando com ela com força.

— Quero ficar por cima de você, vamos pro chão.

— Quer dominar, hein?

— Adoraria te montar e olhar nos olhos do meu sobrinho favorito.

Assim que me deitei no chão, continuamos no nosso rolê. Ela subia e descia de um jeito alucinante, fazendo ela gozar de novo e cair em cima de mim.

— Nunca aproveitei tanto na vida — disse entre respirações pesadas.

— Eu ainda não gozei...

— Tô indo nessa, quero meu "sobremesa".

Ela me sentou numa cadeira e começou de novo a chupar meu pau de um jeito muito mais habilidoso. Tinha despertado uma puta que ela guardava dentro de si. Depois de uns minutos chupando e masturbando com a boca, chegou minha hora de gozar.

— Tô quase.

— Onde você prefere gozar, na minha boca ou na minha cara?

— Tanto faz... aaaaahhh — Gozei sem conseguir dizer onde queria deixar meu leite, então ela escolheu o que parecia ser a opção favorita dela: A cara.

Enquanto eu terminava de me masturbar, ela procurava com a língua o leite que conseguia pegar. —Essa. Depois usou os dedos pra pegar o resto de porra e beber, fazendo sons de prazer.

—O melhor creme que já provei. Gostou?

—Demais, com certeza a gente devia ter feito isso bem antes.

—Calma, já vamos recuperar o tempo perdido. Vamos nos vestir, temos que visitar sua tia Isabel.

Se eu ver que vocês tão curtindo a série, vou continuar postando 😃. Não esqueçam de avaliar e comentar. Muito obrigada. :3

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