Pode acontecer a qualquer momento. Uma coroa carente, comprando lingerie. Um jovem vendedor, de olho em tudo o que aparece.
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Pablo, ou Pablito como os mais próximos ainda o chamam, acabou de fazer 18 anos. Agora, nesses dias de verão, ficou responsável pela loja da mãe. A mãe e a irmã mais velha de Pablito têm um negócio de lingerie.
Pablito não é um bom estudante. Ele tem bastante dificuldade em passar de ano, é meio vagabundo e mulherengo. Ele prefere muito mais a loja da mãe, ficar por lá mostrando sutiãs e calcinhas pras senhoras ou pras novinhas. Tem um bom jeito, é extrovertido, simpático… Cai bem com as clientes e quase sempre vende alguma coisa pra elas.
Normalmente ele ajuda a mãe e a irmã nos fins de semana, arrumando mercadoria, catalogando, fazendo inventário. A loja vai bem, tem bastante estoque tanto pra senhoras, tamanhos grandes, quanto pequenos pras novinhas.
Naquela manhã de agosto, no auge do calor, a cidade está meio vazia por causa das férias. Tem poucas clientes e a mãe e a irmã aproveitam pra ir uma semana pra praia descansar. Pablo fica encantado cuidando do negócio. Falta pouco pra fechar e Pablito está arrumando a mercadoria que acabou de chegar, quando entra a Sra. Lúcia, é cliente habitual e os dois se conhecem bem.
- Bom dia, Sra. Lúcia… Como vai?
- Bem, Pablito, bem. Sua mãe não está?
- Não. Minha mãe e minha irmã foram uns dias pra praia, voltam só na segunda. A senhora queria alguma coisa?
- Sim, bom. Preciso ver um sutiã, você sabe… tamanho grande.
Lúcia é uma senhora de cinquenta e poucos anos. Uma morena ainda gostosa, alta, corpuda. Se arruma bem e gosta de andar elegante. O que mais se destaca nela são dois peitões enormes que sobram desafiadores.
- Qual era o seu tamanho…?
- Agora tô usando 130, com A copa grande. Mesmo tendo ganhado uns quilinhos, já vem tudo se encostando no peito e na bunda… hahaha. Que pena, filho…
- Que tipo de peça eu tiro pra senhora? A senhora sabe que temos muita variedade.
- Bom, por enquanto o sutiã clássico, confortável, aquele de sempre, de senhora de idade… hahaha
- A senhora não é velha, Dona Lúcia, a senhora tá uma gostosa…
- Hahaha… olha como você é puxa-saco, Pablito… como trata bem a clientela.
Pablito escolhe entre o estoque um sutiã pouco sexy, mas confortável. Cor da pele, de copas enormes e reforços grandes.
- Pode ir pro provador, Lúcia, vê como fica.
A senhora entra no provador e Pablo corre a cortina. Espera uns minutos até ela se ajeitar na peça. Depois de um tempo, ele se aproxima e pergunta de fora.
- E aí, Lúcia?
- Bom, não sei… ufffff. Meio apertado, além disso, acho meio feio, pareço uma velha… Anda, entra e me dá sua opinião.
Pablo abre a cortina e entra no provador. A coroa tá só de sutiã, se olhando no espelho. A peça é grande e, mesmo assim, boa parte dos peitos escapa por cima, numa abundância de carne realmente surpreendente.
Pablo observa com olhar de especialista.
- É verdade, Lúcia, não ficou muito sexy. Além disso, tá um pouquinho apertado, marca demais.
- E eu te falei, Pablo, que engordei um pouco. O que mais você tem aí?
- Agora vou pegar algo, um tamanho maior e mais bonito.
- Espera, leva esse daqui já, pra guardar.
Pablito, prudente, se afasta um pouco, mas a mulher tira o sutiã com toda naturalidade, tira e entrega pro garoto, enquanto faz um gesto de cobrir um pouco os peitos com os braços. Mas por todos os lados as tetas da mulher transbordam, pelos lados, por baixo…
- Tá bom, beleza, já volto, Lúcia.
- Te espero. Fico assim mesmo, pra provar os outros que você trouxer.
Em poucos minutos Pablo volta, trazendo dois ou três mais sutiãs. Primeiro, entrega um preto pra Lucía, com um design mais bonito e um tecido de florzinhas nas copas que fica muito bem no fundo preto.
- Lucía, vai ver como fica bom em você. É mais elegante, dá pra usar com um vestido decotado. Também é confortável e as copas são um pouquinho maiores.
- Vamos ver, você entende bem. Me ajuda a colocar...
A mulher afasta os braços dos peitos, que ficam totalmente nus à vista. Seios grandes, grossos, cheios, que pendem poderosos.
- Não vai se importar, Pablo... Acho que não vai se assustar de ver uma senhora da minha idade de peitos de fora, né?
- Não, não, fica tranquila, Lucía.
Pablo, que já comeu várias garotas da idade dele, não tem experiência com milf, embora sempre tenha se atraído por elas. Agora devagar, enquanto tira o sutiã da caixa, observa e se delicia com aqueles peitos enormes. O que mais o atrai são as aréolas enormes, que as garotas jovens geralmente não têm. Antes de colocar a peça em Lucía, pensa se seria oportuna alguma ousadia. No fim, decide. Põe a mão num dos peitos, aperta um pouco, levanta como se estivesse pesando.
- Sinceramente, Lucía, são umas tetas descomunais, ufffff.
Fica surpreso e contente ao ver que a mulher não o rejeita de jeito nenhum.
- Kkkkkkk... grandes demais, nem te conto o peso. Mas fazer o quê... Já me acostumei. Com certeza as garotas da sua idade têm peitos mais bonitos e firmes.
- Bom, depende. Eu gosto de peitos assim, grandes... Com esses bicos que nunca vi.
Pablo agora ajuda ela a vestir a peça. Lucía parece outra com o sutiã que o rapaz escolheu.
- É verdade que fica bonito... É uma peça pra mostrar. Pra eu colocar e daqui a pouco um amigo tirar... kkkkk.
- Bom, Lucía, seu marido vai adorar...
- Meu marido?... Ufffffffffff, coitado, não tá pra essas andanças... Faz anos que nem me olha.
Pablo conhece o problema. do marido da Lucía. Um pobre alcoólatra de anos, que já tá pagando o preço com os problemas de saúde.
Pablo continua ajustando o sutiã no corpo da mulher. Abotoa direitinho, coloca e aperta as alças. Até mete as mãos por baixo das taças pra colocar os peitos no lugar. Enquanto faz isso, as mãos acariciam as costas, os ombros e os peitos. Ela se deixa fazer, toda encantada.
— Como esse sutiã fica bem em mim, Pablo… Que bom gosto você tem. E principalmente com seus cuidados, me sinto uma rainha, meu filho.
— Fico feliz, Lucía. Eu também adoro te tratar bem e te acho realmente gostosa…
Já meio descontrolado, Pablo se atreve a abraçar a mulher por trás, segurando ela com os braços. E beija suavemente o pescoço e as orelhas dela. Ela joga a cabeça pra trás, agradecida pelos carinhos.
— Cuidado, Pablito, que pode vir alguém e nos ver.
Pablo olha o relógio.
— Puxa, faltam cinco minutos pra fechar. Espera, vou fechar a porta e colocar a placa.
Pablo volta pro provador depois de fechar a porta da loja. Agora não tem mais perigo. Abraça a mulher de novo por trás, mas agora desabotoa o sutiã e mete as mãos por baixo das taças grandes, apalpando bem os peitos enormes. Continua dando beijinhos nos ombros e no pescoço.
— Pablito… que você tá me esquentando, que uma não é de pedra e ainda tô muito carente…
— É isso que eu quero, Lucía, que você fique excitada, adoro. Além disso, eu também tô. Te desejo.
Pra não deixar dúvida, Pablo se aperta bem contra a bunda da mulher por trás. O pau dele já tá bem duro e pressiona através da roupa entre as grandes nádegas femininas. Ela ao mesmo tempo joga o corpo pra trás, pra aumentar a pressão. Dá pra ver que a senhora esquentou. Agora respira ofegante, de forma entrecortada, vira a cabeça o máximo que pode pra trás, procurando a boca de Pablo. O jovem entende o recado e, sem parar de apertá-la se fundem num longo beijo. As mãos do garoto agarram os peitos com força, apertando de forma quase dolorosa, mas ela aguenta bem.
Depois de um bom tempo, ela consegue se livrar do abraço do garoto e o faz sentar num banquinho de madeira em forma de tamborete que tem no provador. Mas antes, agitada, nervosa, abaixa a calça e a cueca do garoto, que se acomoda no tamborete com o pau totalmente ereto, vertical, duro como pedra. A visão do membro masculino enardece de vez a mulher, que está disposta a aproveitar a ocasião e não sair dali sem foder o jovem.
- Quieto, quieto aí, Pablo, espera...
A senhora Lúcia está usando uma saia ampla. Enfia as mãos por baixo e tira a calcinha, uma calcinha também generosa e larga, preta, que Pablo ajuda a tirar pelos pés. Com olhar de entendido, faz um comentário:
- Essa calcinha também é daqui, né?
- Sim, sim... - Lúcia ofega, descomposta. - A sua mãe me vendeu mês passado. Quem diria que o filho dela ia tirar ela de mim...
A mulher fica de pé e de pernas abertas sobre o garoto. Deixa cair o sutiã, que já estava meio solto. Os peitos ficam agora na altura do rosto de Pablo, que também sua diante da situação inesperada. O garoto levanta a saia dela até a cintura, pra observar bem as coxas poderosas e os quadris largos, tão perto, tão em cima. Nunca teria imaginado, a doce surpresa da Sra. Lúcia. Já tinha batido uma mais de uma vez pensando na boa senhora, mas isso nunca teria imaginado.
Agora o que mais surpreende ele é a tremenda moita de pelos na buceta. Ela é morena, então bem peluda. É um pelo grosso, bem comprido, sem aparar. Nas laterais da moita espessa da buceta madura, o pelo já é mais ralo, mas se espalha vários centímetros pela parte interna das coxas e pra cima, uma trilha estreita sobe até o umbigo.
- Caralho, Lucía, que matagal você tem, que loucura…
- Desculpa, Pablo. Eu sei que suas amiguinhas jovens agora depilam tudo, mas eu, como ninguém costuma ver, não me preocupo e deixo crescer selvagem.
- Sem problema, eu gosto, é uma novidade pra mim essa buceta tão peluda.
Pablo continua empolgado com tudo que tem à vista e à disposição. Peitos e rabo enormes, muita pele, ainda bem firme. A mulher cheira muito bem, dá pra ver que é bem limpinha. Cada momento aumenta a dureza do pau, que já começa a doer de tanta pressão.
Ela agora bem aberta, de pé na frente do garoto, começa a descer devagar.
- Pablo, cuidado, amor… você tem ele muito grosso e eu estou meio desacostumada.
Pablo só solta um leve grunhido e levanta a saia de novo pra agarrar a bunda gostosa da senhora. As partes dos dois se encostam. O pau, duro, reto. A abertura da mulher ainda não está bem preparada e no começo tem um atrito meio desconfortável. Ela toma cuidado.
- Cuidado, querido, tá doendo um pouco, devagar… Chupa meus mamilos, que eu adoro.
Pablito chupa as aréolas enormes, dedicando um tempo a cada uma. Não para de apertar bem as nádegas da mulher.
Agora sim. Aos poucos a mulher continua descendo. Já está mais molhada e o pauzão jovem no fim entra completamente, ficando bem encaixados. Ela se deixa cair com todo o peso sobre Pablo. Depois de uns instantes parada, começa a se mexer pra trás e pra frente, se esfregando bem.
- Que gostoso, que gostoso, amor… aiiiiiiiiiiiiii, como eu tava precisando. Você não vai acreditar, mas faz quase dez anos que não transava. Pensei que tinha esquecido… Mas que delícia, que maravilha, assim, assim, me empurra um pouquinho pra cima, enfia fundo… issooooo, isso… Ufffffffffff, se sua mãe visse a gente… a putaria que eu tava armando…
Pablo não responde e continua comendo a coroa, bem concentrado.
A posição e o lugar não são muito confortáveis, e junto com Esse desejo imenso dos dois faz a foda não durar muito.
Ela começa a se mexer. Abraça Pablo com toda a força e enfia os peitos inteiros na cara dele. É uma cena tipo a da tabaqueira do Fellini... Pablo fica meio sufocado com aquelas tetonas, mas feliz. Com toda a força, agarra a bunda da mulher e aperta contra ele, pra meter sem piedade. Sem esperar mais, solta dentro da Sra. Lucía um jorrado de porra. Com a pica meio dolorida pelo esforço e pela gozada, ainda sente as contrações da coroa, que tá tendo um orgasmo sem fim.
- Ahhhhhh, ahhhhhhh, Pablito... Que gostoso que foi, tremendo, longo, potente, nunca pensei que na minha idade ainda podia sentir um desses.
Ficam abraçados por uns instantes. Depois se separam e levantam.
- Preciso ir ao banheiro agora, Pablo. Tenho que dar uma boa lavada no bidê, tô com a buceta toda arrebentada... hahahaha. Menino danado, que potência você tem...!!
Quando ela volta, Pablo já arrumou a roupa e espera com a bolsa dela fora do provador.
- Obrigada, Pablo. Quando você disse que sua mãe vem?
- Segunda-feira, Lucía.
- Ah... Hoje é terça, então acho que vou passar por aqui no resto da semana. Mas lembra, não posso comprar coisas pra você todo dia, hein... Embora a lingerie me agrade muito.
- Não se preocupa, Lucía, vou te dar um presente bem gostoso se você vier.
Foi assim. A Sra. Lucía aparecia na loja de lingerie toda tarde, um pouco antes de fechar. Pablo, depois de baixar a porta, levava ela pra parte de trás, pro depósito, onde ficavam mais à vontade.
Claro, a Sra. Lucía levava cada um desses dias um sutiã novo de presente. A ocasião merecia.
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Pablo, ou Pablito como os mais próximos ainda o chamam, acabou de fazer 18 anos. Agora, nesses dias de verão, ficou responsável pela loja da mãe. A mãe e a irmã mais velha de Pablito têm um negócio de lingerie.
Pablito não é um bom estudante. Ele tem bastante dificuldade em passar de ano, é meio vagabundo e mulherengo. Ele prefere muito mais a loja da mãe, ficar por lá mostrando sutiãs e calcinhas pras senhoras ou pras novinhas. Tem um bom jeito, é extrovertido, simpático… Cai bem com as clientes e quase sempre vende alguma coisa pra elas.
Normalmente ele ajuda a mãe e a irmã nos fins de semana, arrumando mercadoria, catalogando, fazendo inventário. A loja vai bem, tem bastante estoque tanto pra senhoras, tamanhos grandes, quanto pequenos pras novinhas.
Naquela manhã de agosto, no auge do calor, a cidade está meio vazia por causa das férias. Tem poucas clientes e a mãe e a irmã aproveitam pra ir uma semana pra praia descansar. Pablo fica encantado cuidando do negócio. Falta pouco pra fechar e Pablito está arrumando a mercadoria que acabou de chegar, quando entra a Sra. Lúcia, é cliente habitual e os dois se conhecem bem.
- Bom dia, Sra. Lúcia… Como vai?
- Bem, Pablito, bem. Sua mãe não está?
- Não. Minha mãe e minha irmã foram uns dias pra praia, voltam só na segunda. A senhora queria alguma coisa?
- Sim, bom. Preciso ver um sutiã, você sabe… tamanho grande.
Lúcia é uma senhora de cinquenta e poucos anos. Uma morena ainda gostosa, alta, corpuda. Se arruma bem e gosta de andar elegante. O que mais se destaca nela são dois peitões enormes que sobram desafiadores.
- Qual era o seu tamanho…?
- Agora tô usando 130, com A copa grande. Mesmo tendo ganhado uns quilinhos, já vem tudo se encostando no peito e na bunda… hahaha. Que pena, filho…
- Que tipo de peça eu tiro pra senhora? A senhora sabe que temos muita variedade.
- Bom, por enquanto o sutiã clássico, confortável, aquele de sempre, de senhora de idade… hahaha
- A senhora não é velha, Dona Lúcia, a senhora tá uma gostosa…
- Hahaha… olha como você é puxa-saco, Pablito… como trata bem a clientela.
Pablito escolhe entre o estoque um sutiã pouco sexy, mas confortável. Cor da pele, de copas enormes e reforços grandes.
- Pode ir pro provador, Lúcia, vê como fica.
A senhora entra no provador e Pablo corre a cortina. Espera uns minutos até ela se ajeitar na peça. Depois de um tempo, ele se aproxima e pergunta de fora.
- E aí, Lúcia?
- Bom, não sei… ufffff. Meio apertado, além disso, acho meio feio, pareço uma velha… Anda, entra e me dá sua opinião.
Pablo abre a cortina e entra no provador. A coroa tá só de sutiã, se olhando no espelho. A peça é grande e, mesmo assim, boa parte dos peitos escapa por cima, numa abundância de carne realmente surpreendente.
Pablo observa com olhar de especialista.
- É verdade, Lúcia, não ficou muito sexy. Além disso, tá um pouquinho apertado, marca demais.
- E eu te falei, Pablo, que engordei um pouco. O que mais você tem aí?
- Agora vou pegar algo, um tamanho maior e mais bonito.
- Espera, leva esse daqui já, pra guardar.
Pablito, prudente, se afasta um pouco, mas a mulher tira o sutiã com toda naturalidade, tira e entrega pro garoto, enquanto faz um gesto de cobrir um pouco os peitos com os braços. Mas por todos os lados as tetas da mulher transbordam, pelos lados, por baixo…
- Tá bom, beleza, já volto, Lúcia.
- Te espero. Fico assim mesmo, pra provar os outros que você trouxer.
Em poucos minutos Pablo volta, trazendo dois ou três mais sutiãs. Primeiro, entrega um preto pra Lucía, com um design mais bonito e um tecido de florzinhas nas copas que fica muito bem no fundo preto.
- Lucía, vai ver como fica bom em você. É mais elegante, dá pra usar com um vestido decotado. Também é confortável e as copas são um pouquinho maiores.
- Vamos ver, você entende bem. Me ajuda a colocar...
A mulher afasta os braços dos peitos, que ficam totalmente nus à vista. Seios grandes, grossos, cheios, que pendem poderosos.
- Não vai se importar, Pablo... Acho que não vai se assustar de ver uma senhora da minha idade de peitos de fora, né?
- Não, não, fica tranquila, Lucía.
Pablo, que já comeu várias garotas da idade dele, não tem experiência com milf, embora sempre tenha se atraído por elas. Agora devagar, enquanto tira o sutiã da caixa, observa e se delicia com aqueles peitos enormes. O que mais o atrai são as aréolas enormes, que as garotas jovens geralmente não têm. Antes de colocar a peça em Lucía, pensa se seria oportuna alguma ousadia. No fim, decide. Põe a mão num dos peitos, aperta um pouco, levanta como se estivesse pesando.
- Sinceramente, Lucía, são umas tetas descomunais, ufffff.
Fica surpreso e contente ao ver que a mulher não o rejeita de jeito nenhum.
- Kkkkkkk... grandes demais, nem te conto o peso. Mas fazer o quê... Já me acostumei. Com certeza as garotas da sua idade têm peitos mais bonitos e firmes.
- Bom, depende. Eu gosto de peitos assim, grandes... Com esses bicos que nunca vi.
Pablo agora ajuda ela a vestir a peça. Lucía parece outra com o sutiã que o rapaz escolheu.
- É verdade que fica bonito... É uma peça pra mostrar. Pra eu colocar e daqui a pouco um amigo tirar... kkkkk.
- Bom, Lucía, seu marido vai adorar...
- Meu marido?... Ufffffffffff, coitado, não tá pra essas andanças... Faz anos que nem me olha.
Pablo conhece o problema. do marido da Lucía. Um pobre alcoólatra de anos, que já tá pagando o preço com os problemas de saúde.
Pablo continua ajustando o sutiã no corpo da mulher. Abotoa direitinho, coloca e aperta as alças. Até mete as mãos por baixo das taças pra colocar os peitos no lugar. Enquanto faz isso, as mãos acariciam as costas, os ombros e os peitos. Ela se deixa fazer, toda encantada.
— Como esse sutiã fica bem em mim, Pablo… Que bom gosto você tem. E principalmente com seus cuidados, me sinto uma rainha, meu filho.
— Fico feliz, Lucía. Eu também adoro te tratar bem e te acho realmente gostosa…
Já meio descontrolado, Pablo se atreve a abraçar a mulher por trás, segurando ela com os braços. E beija suavemente o pescoço e as orelhas dela. Ela joga a cabeça pra trás, agradecida pelos carinhos.
— Cuidado, Pablito, que pode vir alguém e nos ver.
Pablo olha o relógio.
— Puxa, faltam cinco minutos pra fechar. Espera, vou fechar a porta e colocar a placa.
Pablo volta pro provador depois de fechar a porta da loja. Agora não tem mais perigo. Abraça a mulher de novo por trás, mas agora desabotoa o sutiã e mete as mãos por baixo das taças grandes, apalpando bem os peitos enormes. Continua dando beijinhos nos ombros e no pescoço.
— Pablito… que você tá me esquentando, que uma não é de pedra e ainda tô muito carente…
— É isso que eu quero, Lucía, que você fique excitada, adoro. Além disso, eu também tô. Te desejo.
Pra não deixar dúvida, Pablo se aperta bem contra a bunda da mulher por trás. O pau dele já tá bem duro e pressiona através da roupa entre as grandes nádegas femininas. Ela ao mesmo tempo joga o corpo pra trás, pra aumentar a pressão. Dá pra ver que a senhora esquentou. Agora respira ofegante, de forma entrecortada, vira a cabeça o máximo que pode pra trás, procurando a boca de Pablo. O jovem entende o recado e, sem parar de apertá-la se fundem num longo beijo. As mãos do garoto agarram os peitos com força, apertando de forma quase dolorosa, mas ela aguenta bem.
Depois de um bom tempo, ela consegue se livrar do abraço do garoto e o faz sentar num banquinho de madeira em forma de tamborete que tem no provador. Mas antes, agitada, nervosa, abaixa a calça e a cueca do garoto, que se acomoda no tamborete com o pau totalmente ereto, vertical, duro como pedra. A visão do membro masculino enardece de vez a mulher, que está disposta a aproveitar a ocasião e não sair dali sem foder o jovem.
- Quieto, quieto aí, Pablo, espera...
A senhora Lúcia está usando uma saia ampla. Enfia as mãos por baixo e tira a calcinha, uma calcinha também generosa e larga, preta, que Pablo ajuda a tirar pelos pés. Com olhar de entendido, faz um comentário:
- Essa calcinha também é daqui, né?
- Sim, sim... - Lúcia ofega, descomposta. - A sua mãe me vendeu mês passado. Quem diria que o filho dela ia tirar ela de mim...
A mulher fica de pé e de pernas abertas sobre o garoto. Deixa cair o sutiã, que já estava meio solto. Os peitos ficam agora na altura do rosto de Pablo, que também sua diante da situação inesperada. O garoto levanta a saia dela até a cintura, pra observar bem as coxas poderosas e os quadris largos, tão perto, tão em cima. Nunca teria imaginado, a doce surpresa da Sra. Lúcia. Já tinha batido uma mais de uma vez pensando na boa senhora, mas isso nunca teria imaginado.
Agora o que mais surpreende ele é a tremenda moita de pelos na buceta. Ela é morena, então bem peluda. É um pelo grosso, bem comprido, sem aparar. Nas laterais da moita espessa da buceta madura, o pelo já é mais ralo, mas se espalha vários centímetros pela parte interna das coxas e pra cima, uma trilha estreita sobe até o umbigo.
- Caralho, Lucía, que matagal você tem, que loucura…
- Desculpa, Pablo. Eu sei que suas amiguinhas jovens agora depilam tudo, mas eu, como ninguém costuma ver, não me preocupo e deixo crescer selvagem.
- Sem problema, eu gosto, é uma novidade pra mim essa buceta tão peluda.
Pablo continua empolgado com tudo que tem à vista e à disposição. Peitos e rabo enormes, muita pele, ainda bem firme. A mulher cheira muito bem, dá pra ver que é bem limpinha. Cada momento aumenta a dureza do pau, que já começa a doer de tanta pressão.
Ela agora bem aberta, de pé na frente do garoto, começa a descer devagar.
- Pablo, cuidado, amor… você tem ele muito grosso e eu estou meio desacostumada.
Pablo só solta um leve grunhido e levanta a saia de novo pra agarrar a bunda gostosa da senhora. As partes dos dois se encostam. O pau, duro, reto. A abertura da mulher ainda não está bem preparada e no começo tem um atrito meio desconfortável. Ela toma cuidado.
- Cuidado, querido, tá doendo um pouco, devagar… Chupa meus mamilos, que eu adoro.
Pablito chupa as aréolas enormes, dedicando um tempo a cada uma. Não para de apertar bem as nádegas da mulher.
Agora sim. Aos poucos a mulher continua descendo. Já está mais molhada e o pauzão jovem no fim entra completamente, ficando bem encaixados. Ela se deixa cair com todo o peso sobre Pablo. Depois de uns instantes parada, começa a se mexer pra trás e pra frente, se esfregando bem.
- Que gostoso, que gostoso, amor… aiiiiiiiiiiiiii, como eu tava precisando. Você não vai acreditar, mas faz quase dez anos que não transava. Pensei que tinha esquecido… Mas que delícia, que maravilha, assim, assim, me empurra um pouquinho pra cima, enfia fundo… issooooo, isso… Ufffffffffff, se sua mãe visse a gente… a putaria que eu tava armando…
Pablo não responde e continua comendo a coroa, bem concentrado.
A posição e o lugar não são muito confortáveis, e junto com Esse desejo imenso dos dois faz a foda não durar muito.
Ela começa a se mexer. Abraça Pablo com toda a força e enfia os peitos inteiros na cara dele. É uma cena tipo a da tabaqueira do Fellini... Pablo fica meio sufocado com aquelas tetonas, mas feliz. Com toda a força, agarra a bunda da mulher e aperta contra ele, pra meter sem piedade. Sem esperar mais, solta dentro da Sra. Lucía um jorrado de porra. Com a pica meio dolorida pelo esforço e pela gozada, ainda sente as contrações da coroa, que tá tendo um orgasmo sem fim.
- Ahhhhhh, ahhhhhhh, Pablito... Que gostoso que foi, tremendo, longo, potente, nunca pensei que na minha idade ainda podia sentir um desses.
Ficam abraçados por uns instantes. Depois se separam e levantam.
- Preciso ir ao banheiro agora, Pablo. Tenho que dar uma boa lavada no bidê, tô com a buceta toda arrebentada... hahahaha. Menino danado, que potência você tem...!!
Quando ela volta, Pablo já arrumou a roupa e espera com a bolsa dela fora do provador.
- Obrigada, Pablo. Quando você disse que sua mãe vem?
- Segunda-feira, Lucía.
- Ah... Hoje é terça, então acho que vou passar por aqui no resto da semana. Mas lembra, não posso comprar coisas pra você todo dia, hein... Embora a lingerie me agrade muito.
- Não se preocupa, Lucía, vou te dar um presente bem gostoso se você vier.
Foi assim. A Sra. Lucía aparecia na loja de lingerie toda tarde, um pouco antes de fechar. Pablo, depois de baixar a porta, levava ela pra parte de trás, pro depósito, onde ficavam mais à vontade.
Claro, a Sra. Lucía levava cada um desses dias um sutiã novo de presente. A ocasião merecia.
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