Minhas filhas e eu: uma família muito carinhosa (capítulo

Oi! Desculpa a demora e obrigada por todo o apoio com seus pontos e comentários. Trago pra vocês a próxima parte Se quiserem ler o capítulo 1 e 2, aqui estão: Cap 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2765547/Mis-hijas-y-yo-una-familia-muy-carinosa.html?notification#lastCap 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2766483/Mis-hijas-y-yo-una-familia-muy-carinosa-capitulo-2.htmlAgora sim, capítulo 3. Divirtam-se 🙂

Ter me aproximado da Kim usando os assuntos que ela gostava tinha sido a decisão mais acertada. Durante a manhã toda, minha filha mais velha ficou de bom humor, claro que só reclamava do incômodo que sentia na bunda depois de ter sido "perfurada" por aquele garoto.

O que me dava graça era que a Laura ficava corada toda vez que a Kim dizia "Ai! Minha bundinha linda" e logo em seguida "Você também devia experimentar, irmãzinha. Pelo menos quando tiver um namorado". E minha filha mais nova só fulminava ela com o olhar.

— Parece doloroso.

— Não é, né, mãe?

— Kim!

— A mamãe faz?

— Não é verdade — me apressei em dizer —. Laura, por que você não vai tomar um banho? Nosso convidado vai chegar.

— O namorado da Kim!

— Isso! — exclamou Kim com um entusiasmo mal fingido que me fazia pensar se ela realmente queria ver o garoto.

Laura foi tomar banho. Kim sorria enquanto olhava a irmãzinha subir as escadas.

— Ela tem uma bunda bonita.

— Para de perverter sua irmã — eu disse, mal tirando os olhos da revista de moda que estava lendo — mas devo dizer que ela herdou meu corpão.

— Sim, claro — zombou Kim —. Bom, mãe. Vou te falar as regras.

— Regras?

— Não quero que você se comporte como uma mãe superprotetora, tá bom? O Axel é... meio rebelde.

— Deixa eu adivinhar, é um motoqueiro?

— Bom, não. Mas ele tem uma moto. Não se preocupa, ele é um bom garoto. Também não é como se eu fosse casar com ele.

Eu queria protestar. Não gostava que minha própria filha me desse ordens sobre como tratar meus convidados; mas depois lembrei que tinha que ter muito cuidado se não quisesse que o pouco de aproximação da Kim comigo se fosse.

— Tá bom, tá bom. Vou entrar no modo super mãe legal.

— Ele pode subir no meu quarto? — me perguntou como se nada.

— Não — respondi rotundamente. Kim fez uma careta de irritação.

— Bom, também não é como se fosse necessário fazer aqui. Tem outros lugares onde eu posso fazer — depois de dizer isso e me encarando com uma cara fechada, Kim se levantou e foi para o seu quarto.
Soltei um suspiro, pensando que essa coisa de ser um novo tipo de mãe estava ficando difícil. Kim estava com os hormônios à flor da pele e só pensava em pular na cama com qualquer gato que passasse pela cabeça dela. Não a julgava, mas me incomodava que ela não se decidisse por nenhum.

Por volta das sete da noite, o convidado da Kim chegou.
Axel era um rapaz de aparência limpa, bem mais simpático do que eu esperava de um motoqueiro. Ele usava uma jaqueta de jeans com os nomes de várias bandas de heavy metal, tinha o cabelo mais ou menos longo e loiro. O sorriso dele quando abri a porta foi a primeira coisa que me chamou a atenção, e o tom sexy da voz dele fez uma corrente elétrica percorrer minha coluna.

— A senhora é a mãe da Kim?
— Ah… sim. Pode entrar. Kim! O Axel está aqui!
Kim desceu quase imediatamente e estava uma gostosa. Tinha colocado uma legging preta por baixo de uma saia branca. Usava uma blusa sem mangas que mostrava a linha de pele do umbigo, e, pela forma como os peitos estavam apertados, percebi que ela estava usando um sutiã menor do que o normal.
Minha filha desceu as escadas correndo e abraçou o Axel. O rapaz a beijou. Senti um pequeno arrepio quando vi, por um instante, a língua da Kim tocando a boca do namorado.
— Bom, Axel, ela é minha mãe, Karen. Mãe, ele é o Axel. Laura, vem cá!
Axel beijou o dorso da minha mão. Os olhos dele eram tão… hipnotizantes.
Laura desceu no segundo chamado da Kim.
— Laura, ele é o Axel. Axel, minha irmãzinha, Laura.
— Ah, a pequena Laura. Sua irmã fala de você. Diz que você é o anjo da casa.
Laura apenas riu de um jeito encantador.

Assim que estávamos todos à mesa, não demorei a perceber que o Axel estava capturando nossos olhares. Laura olhava para o rapaz com olhinhos de surpresa, como se estivesse contemplando algum tipo de príncipe saído dos filmes. Eu via os bíceps dele, grandes e marcados… veias. Kim, por outro lado, parecia alheia aos encantos do namorado. Não me surpreendia. Tinha certeza de que ela já tinha visto cada parte dele.
—Foi uma boa refeição, senhora.
—Ah, obrigada. Kim me ajudou.
—Sério? Não sabia que você sabia cozinhar, Kim.
—Tem muita coisa que você ainda não sabe sobre mim.
—Percebi. Posso usar o banheiro?
—Sim, claro. É lá em cima, porta à direita.

Quando Axel subiu e ouvimos a porta fechar, as duas suspirarmos.
—E aí, mãe?
—Ele é… bonito. Intenso.
—Tem olhos bonitos —observou Laura.
—Sim. É o tipo de pessoa que você não consegue negar nada —comentei, e Kim me lançou um olhar desconfiado.
—Mãe, já vi como você estava devorando ele com os olhos.
—O quê? Não sei do que você está falando.
—A mamãe gosta do namorado da Kim —cantarolou Laurita, divertida com a revelação.
—Não é verdade. Admito que ele é bonito, mas eu prefiro alguém mais velho.
—Hmm… podemos dividir, mãe.
—Kim!
—Bom, então com a Laurita. O que você acha, mana? Vem pra cama com a gente?
—Kim!
—Ha! Só brincando, mãe.
—Não tô com vontade de ter minha bunda arrombada… ainda —disse Laura com total ingenuidade. Kim piscou pra mim e eu ri.

Mais tarde, depois que Axel nos ajudou a lavar a louça do jantar, Kim subiu pro quarto pra se arrumar. Perguntei pra onde diabos ela pensava em ir tão tarde, mas não precisei investigar muito.
—Bom, já que você não deixa a gente ficar aqui, vamos ter que ir pra outro lugar fazer coisas de gente grande.
—Você vai…?
Kim estava amarrando o cabelo num rabo de cavalo e me olhou pelo reflexo do espelho.
—Sim. Algum problema?
Raciocinei rápido. Se eu a impedisse agora, ela não ia falar comigo pelo resto da vida. Iria causar uma má impressão no Axel.
—Tá bom —suspirei e peguei Kim pelos ombros—. Faz no seu quarto.
—O quê?
—Que fuck you permissão.
—Mãe? Você tá bem? Ultimamente você tá meio… permissiva? brincalhona?
—Não. Só que não quero que você saia tão tarde com um garoto que eu mal conheço. Façam no seu quarto, mas coloquem música. Não quero ouvir seus gemidos.
—Mãe! —consegui fazer a Kim corar, e por alguma razão, isso me agradava. Era como dar-lhe um pouco do próprio remédio—. Tem certeza?
—Sim. Pelo menos vai encher você de porra e não de narcóticos. Eu ficarei com Laura assistindo a um filme no meu quarto.

Não a vi muito convencida, e uma parte de mim ainda estava questionando se era certo deixar que transassem com minha filha na minha própria casa, mas não podia voltar atrás nas minhas palavras. E também não estava disposta a deixar aquele tal de Axel levá-la para um motel ou outra casa onde faria sei lá o quê. Sexo não era ruim. Se Kim queria experimentar, que fizesse de todas as formas possíveis. Era melhor do que vê-la se drogando ou se embebedando.

Eu estava na cozinha preparando pipoca para assistir ao filme com Laura. A razão de ficar com minha filha era que seu quarto ficava ao lado do de Kim, e eu não queria arriscar que meu anjo ficasse traumatizado ao ouvir os gemidos da irmã. Não que ela fosse toda inocente. Era uma questão de princípios. (Embora ultimamente meus princípios estivessem indo para o lixo.)

Ao me dirigir ao meu quarto, passei pelo de Kim e encostei o ouvido para ver se por acaso ouvia algo. Ouvi palavras abafadas e uma música suave. Isso me fez acreditar que pelo menos estavam tendo algum tipo de preliminar. Depois, imaginar Kim sendo comida me fez perceber que eu realmente estava precisando de um homem. Precisava de uma rola logo ou eu ia enferrujar. Considerei sair para um encontro rápido, mas então vi Laura e soube que não podia dar esse exemplo para minha filha. Claro, Laura não precisava saber que eu ia me envolver com um homem.

—Vamos, o filme vai começar —disse Laura.

Entramos no meu quarto e Laura se apressou em ligar o ar-condicionado. Aquela noite estava um calor do inferno e só meu quarto e o de Kim tinham um sistema para transformar o inferno da casa em um precioso paraíso gelado.

Me joguei na cama e Estiquei braços e pernas. Laura saiu por um momento e quando voltou, estava vestindo o roupão de seda que eu havia feito para ela.
Até testemunhar o que acontecia entre Lorena e Holy, não tinha me passado pela cabeça que poderia olhar com olhos de luxúria para minha filha mais nova, mas quando contemplei minha Laura, senti um calorzinho nas bochechas.
O roupão de seda era transparente. Mostrava a totalidade de suas pernas torneadas e sua calcinha preta com bordas de renda. Ela estava com o cabelo molhado, então mechas loiras grudavam em suas bochechas brancas. Suspirei ao notar que seus peitos eram um pouco menores em comparação com os da irmã. Será que Laura teria algum problema de crescimento? Isso explicaria sua baixa estatura, seu rosto ainda inocente como quando estava no ensino médio e a doçura de seu jeito de ser.

Ela subiu na cama e se acomodou ao meu lado. Deus, pensei, tê-la colocado um ano em aulas de vôlei fez bem, pois ela havia adquirido um corpo muito bem proporcionado.
Eu via o filme, mas não prestava atenção. Pensava em Kim, que estava a alguns quartos de distância do meu. Tinha passado quase meia hora desde que a deixei subir, e novamente vieram a mim as imagens de Axel dando de tudo para minha filha.

Essas ideias começaram a me incomodar. Saí do quarto para ir à cozinha, e ao passar pelo quarto de Kim, voltei a colar o ouvido na porta. Esperei alguns momentos enquanto meu ouvido se ajustava e filtrava os sons da música, e foi quando ouvi algo como "Ah, mais, mais!" e uma sequência de gemidos.

Imediatamente meu rosto ficou corado. Me agachei e tentei espiar por baixo da porta. Mal conseguia ver o colchão da cama tremendo. Engoli saliva e preferi me afastar dali antes que minha mente desviasse para pensamentos que não eram exatamente saudáveis, e voltei para o quarto.
—O que foi? —me perguntou Laura —. Seu rosto está vermelho.
—Não é nada, amor. Só… mamãe está com calor. Hmm… me espera. Volto já.
Saí e retornei ao quarto de Kim. Me sentia emocionada, uma mistura de perigo e um pouco de excitação. Olhei por baixo da porta. Vi os pés de Axel, que se moviam levemente. Ele estava parado ao lado da cama. Não parecia estar penetrando nada, então eu sabia que o pau daquele cara estava na boca da minha filha.
—Me dá tua porra. Deixa eu engolir —disse Kim claramente.
—Morde minhas bolas… ah, isso… isso. Tá vindo… abre a boca.
Pelos espasmos, concluí que Axel estava enchendo a boca de Kim com seu sêmen. Imaginei aquela porra deliciosa escorrendo pelos cantos da boca da minha filha… Foi o suficiente. Com o peito agitado, corri pro meu quarto.
—Mãe? O que foi? —Laura me perguntou, me vendo pegar uma caixinha debaixo da minha cama.
—Nada, princesa. A mamãe precisa ir ao banheiro. Fica aqui e me conta, tá?
Levei a caixa pro banheiro. Tranquei a porta. Abri a caixa e peguei meu vibrador. Não sabia se o que ia fazer era totalmente errado, mas naquele momento meu corpo pedia prazer aos gritos. Totalmente nua, me deitei na banheira e abri completamente as pernas. Passei uma camada de lubrificante no vibrador e, depois de ligá-lo, decidi deixar minha imaginação fluir com as imagens de Axel comendo minha filha e a mim.
Ótimo. Agora eu estava com sérios problemas…

Na manhã seguinte…

Não consegui olhar nos olhos de Kim, mesmo me esforçando pra me dizer que o que fiz não era tão ruim, né? Eu era uma mulher e tinha minhas necessidades. Todo esse raciocínio era válido até chegar no ponto em que eu lembrava que tinha me masturbado freneticamente pensando em como Axel comia minha filha. Aí a depressão voltava.
—Tá acontecendo alguma coisa? —Lorena me perguntou, se aproximando sorrateira do meu ouvido.
—Não é nada.
—Mas parece que é. Você tá toda corada… será que aprontou alguma no fim de semana?
—Pode-se dizer que sim —olhei nos olhos de Lorena e lembrei da expressão de surpresa dela quando a peguei enfiando coisas na filha dela. Então me perguntei se poderia falar com ela sobre o aconteceu.
— Conta pra mim.
— Bom… acho que preciso de um homem — confessei, evitando a todo custo o assunto da Kim e do namorado dela.
— E isso me surpreende? Deus, mulher, sua tubulação deve estar enferrujada.
— Nada disso. Tenho um bom brinquedo — disse, tentando diminuir a importância do comentário dela.
— Um brinquedo não substitui um bom pedaço de carne, querida. O que você quer? Sexo?
Ela se aproximou e colocou as mãos sobre meus joelhos. Nos olhos dela apareceu um brilho de entusiasmo.
— Só sexo — esclareci.
— Com um homem? Entre nós, Karen, você e eu poderíamos…
— Não, não e não. É a quarta vez que você sugere fazer isso comigo. Por que não pensa no seu marido? Você estaria traindo ele com sua melhor amiga. Embora… pensando bem, vocês transam com a filha de vocês, então não acho que tenha muita diferença.
— Isso é um sim?
— É um não. Você tem alguém pra me apresentar?
— O amigo do meu marido. Eles voltam hoje à noite de uma viagem de negócios. Poderíamos sair em um encontro duplo, o que acha?
— Hoje à noite? Bom, não tenho muito o que fazer.
— Essa voz me agrada. Esquece seus problemas, você vai se divertir muito. Sexo seguro e garantido.
— Só isso, tá bom? Se o galã tentar algo sentimental, eu mando ele pra longe. E só dessa vez.
— Mmm. Você diz isso agora.

Cheguei em casa com os ânimos renovados. Me sentia nerviosa e ansiosa para sair com o amigo da Lorena. Se ele fosse tão incrível quanto ela descrevia, então havia a possibilidade de eu me divertir de verdade. Precisava me livrar de todo o estresse antes que minha cabeça explodisse.
Esperei que Kim e Laura voltassem da escola para contar a novidade.
— … E por isso preciso ter a noite livre, tá bom? Vou sair só para uma reunião de trabalho.
— Claro, mãe. Trabalho — Kim arqueou a sobrancelha porque conseguia intuir claramente o que eu ia fazer. Laura, como sempre, não tinha a menor ideia de que iam comer a mãe dela, e também não precisava saber.
— Vou deixar uma deliciosa salada de verduras para o jantar.
— Não quero salada. — protestou Laura, batendo o pé no chão.
— Sem discussões, Laura. Esse era o acordo. Uma vez por semana fazemos um jantar vegetariano.

Uma hora antes de sair, achei que ia morrer de nervos. Fazia tanto tempo que eu não saía para um encontro que a expectativa de uma noite de sexo me dava arrepios.

— A mamãe vai arrumar um papai pra gente, Laura — Kim disse para Laura quando apareceram no meu quarto — não é?
— Não. É um jantar de negócios, só isso.
— Você vai arrumar marido?
— Não, Laura.
— Não seria ruim se você casasse de novo.
— Kim…
— Eu não botei nenhuma ideia na cabeça dela.

— Bom, não importa. Como estou? — Eu tinha colocado um vestido preto que destacava o loiro do meu cabelo. Me surpreendeu que, mesmo há tanto tempo sem prová-lo, a roupa ainda me caísse perfeitamente. Gostei de ver a cara de surpresa da Kim.
— Uau. Admito que você tá bem. Só não estrague tudo, mãe.
— Não vou estragar nada.
— A Lorena tá lá embaixo.

Respirei fundo. A noite mal tinha começado.



— Kim —

Minha mãe estava animada demais com a ideia de sair. Bom, ela precisava mesmo. Essa coisa de ficar trabalhando todo dia era demais, até pra mim.

Vimos mamãe entrar no carro da Lorena e as duas foram para o encontro duplo delas. Eu realmente esperava que ela não estragasse tudo, porque com essa personalidade desligada, minha mãe era um repelente de homens.

— Acha que ela demora? — me perguntou Laura.
— Pode ser. Bom, pede pizza. Vou chamar uns amigos.
— Mas a mamãe disse que nada de convidados.
— Ah, qual é, Laura. Vai ser uma noite chata.
— Eu conto se você fizer isso.

Se não podia chamar amigos, pelo menos ainda tinha a internet. Entrei no meu quarto com a intenção de fazer uma videochamada para o Axel, mas ao ver a bagunça que meu quarto estava, de repente me deu uma vontade de limpar e organizar tudo. Além disso, tinha ficado ofendida quando o Axel disse que meu quarto era um Chiquero.
—Laura! Quer ganhar vinte paus?
—O que eu tenho que fazer?
—Limpar meu quarto.
—Trinta paus.
—Fechado.

Então, com Laura limpando meu quarto, tive tempo pra tomar um banho morno bem merecido, e enquanto penteava o cabelo, vi que ao lado da banheira tinha um frasquinho de lubrificante. Sorri, pensando que a mamãe tinha tido um banho divertido em algum momento. Isso, ou a Laura já estava deixando de ser freira.

Saí enrolada numa toalha.
—Laura, espero que você ainda esteja…
—Eu devia cobrar mais por jogar isso fora? —minha irmã me perguntou. Ela tinha na mão a embalagem de uma camisinha.
—Ah, é uma camisinha. Deixa aí e continua limpando.
—Camisinha?
—Hmm? —respondi sem muito interesse enquanto procurava uma roupa pra trocar —Os homens colocam no pau. Evita que você engravide.
—Eu sei o que é uma camisinha. Se a mamãe descobrir que você fez alguma coisa com…
—Ei, ei. Só porque você nunca tem ação não quer dizer que eu não posso ter. Aposto que você nem sabe como colocar uma camisinha num homem.
—Bom… não.

Deixei a toalha cair. O olhar que a Laura me deu foi tão engraçado.
—Que foi? Nunca viu peitos tão grandes?
—Não —ela riu de um jeito encantador —. São maiores que os da mamãe.

Laura perdeu o interesse em mim e abriu a camisinha.
—Sempre achei que parece chiclete.

Foi aí que tive uma ideia boa. E ainda por cima, bem educativa.
—Vai na cozinha pegar uma banana. Vou te ensinar a usar uma camisinha.

Minha irmãzinha foi e voltou rápido com a banana maior que encontrou. Eu me sentei, pelada, ao lado dela na cama.
—Segura a banana.
—Assim?
—Isso. Quando o pau de um homem estiver duro assim, é só colocar a camisinha desse jeito.

Deslizei o preservativo até cobrir toda a fruta. Laura estava com os olhos fixos em cada movimento, igual uma aprendiz inocente descobrindo coisas novas.
—É só isso?
—Agora você pode brincar com ele.

Me surpreendia que pra idade dela, Laura não soubesse colocar uma camisinha. Bom, nunca tinha precisado, já que não tinha namorado. E a verdade é que eu me perguntava por que estava tão sozinha, se não era nada feia. Era esbelta na cintura, mas com pernas muito bonitas e um rosto angelical, inocente, como uma princesa virgem que mal conhece o mundo real à sua frente. Suas bochechas pálidas estavam coradas, e depois de olhar para a camisinha, ela me olhou.

— Ei, para de olhar pros meus peitos — falei com vergonha fingida. A verdade é que eu estava gostando que minha irmã visse meus peitos.

— E… você já chupou um pau?

A pergunta me surpreendeu por um momento. Vi nela um brilho malicioso e sorri.

— Sim, quer ver como é?

— Tá bom.

— Assim. Coloca na minha boca. Ahh…

Laura, obedientemente, colocou a banana na minha boca, mas fez de um jeito que chegou até a campainha da garganta e me deu um engasgo. Tirei a fruta e ri.

— Dá cócegas?

— Dá. Tenta. Abre a boca.

Ela separou seus lábios pequenos e eu coloquei a ponta da banana na boca dela. A camisinha tinha um gosto delicioso de uva, e Laura adorava uvas, então não me surpreendeu quando, num movimento que era quase instinto feminino, ela começou a dar uma boa chupada na banana.

— Abre mais… assim.

Parei até ela engasgar, e depois ela riu. Balancei meu cabelo e coloquei a banana na boca, passando minha língua da base até a ponta, e aproveitando o sabor de uva que aos poucos começava a sumir.

Por quase dez minutos, minha irmãzinha e eu trocamos a banana, simulando que estávamos fazendo sexo oral. A garganta de Laura rapidamente se acostumou ao tamanho. Enquanto ela tinha uma parte dentro da boca, eu chupava a outra ponta. Era tão divertido para ela que quando dava um engasgo, ela ria e rapidamente voltava ao seu trabalho bucal.

— É melhor quando é um pau de verdade — eu disse, e então tive uma ideia melhor — Ei, Laura, quer ver o que mais a gente pode fazer com ele?

— O quê?

Deitei e abri minhas pernas.

— Me dá a banana. entregou. Dei uma chupada rápida e depois, devagar, comecei a aproximá-lo da entrada. Laura observava com um sorriso disfarçado. Pedi para ela chegar mais perto e ela obedeceu. Colocou uma de suas mãozinhas na minha perna e isso me deu um arrepio gostoso. Uma parte de mim estava convencida de que o que eu fazia com Laura era algo sujo e errado, mas era só uma parte pequena.

Com cuidado, enfiei a banana na minha buceta e uma onda de prazer me inundou. Era uma sensação diferente de todas as outras vezes, e eu sabia que era porque, dessa vez, minha irmãzinha estava me observando.

— Não dói?

— Não. Nada.

Enfiei e tirei a fruta várias vezes. Minha irmã observava tudo com muita atenção e, depois, curiosa, começou a empurrar a banana para entrar mais.

Comecei a gemer e Laura parou porque achou que estava doendo, mas segundos depois retomou a tarefa. Movia a fruta mais rápido dentro de mim até que tive que morder o lábio inferior para não gemer mais alto.

— Tá saindo um líquido.

— É. É porque… eu tô gostando.

Vi Laura tocar uma gota dos meus fluidos com o dedo. Examinou a textura e depois levou à boca.

Ao vê-la fazer aquilo, não consegui me segurar.

— Passa a língua, Laura.

— O quê?

— Faz isso. Lambe todo o líquido que tá saindo. Você vai gostar.

Vi o olhar confuso da minha irmãzinha e pensei que tinha estragado tudo, mas não foi assim. Laura deixou a banana de lado e encostou a boca na minha vagina. Mal senti aquela língua inexperiente percorrendo meus lábios, uma nova onda de prazer me levou a outro nível.

Meus gemidos aumentaram. Apertava meus mamilos e minhas costas se arqueavam. Laura estava concentrada na tarefa, mordiscando delicadamente e passando a língua por todo lado.

— Você gosta? — ela perguntou, e quando vi gotinhas dos meus próprios fluidos escorrendo dos lábios dela, agarrei suas bochechas e a puxei para perto.

Laura entrou no jogo perfeitamente e deitou sobre meus seios.

Beijar minha irmã foi uma experiência nova, e ela correspondeu. muito bem, movendo sua língua dentro da minha boca e me deixando provar sua saliva doce. Minhas mãos timidamente tocaram suas nádegas. Sua pele era tão macia, como seda, e estava quentinha.
Então a temperatura do meu corpo subiu. Uma onda de prazer me inundou e as batidas do meu peito fizeram até a Laura parar. Ela me olhou surpresa. Eu estava ofegante.
— Isso foi… muito… divertido. Gostou, Laura?
— Não foi ruim.
— Que tal se agora eu…?
— Ah! Chegou a pizza! — minha irmãzinha pulou da cama e correu até a porta para receber o jantar.
Eu fiquei na cama, totalmente exausta e com a sensação da boca da minha irmãzinha ainda nos meus lábios. Meu peito mal se acalmava. Ter brincado assim com a Laura foi tão… incrível!

*********

Finalmente algo acontece entre as duas irmãs encantadoras, espero que tenham gostado, nos vemos na próxima, vamos ver como a Karen vai se sair.

Comentarios Destacados

los capítulos 1 y 2 y la mitad de el 3 están narrados por la madre. La mitad de este la narra Kim. una d las hijas

14 comentários - Minhas filhas e eu: uma família muito carinhosa (capítulo

Muy buena historia, pero hay algo que no entiendo....

el titulo es MIS HIJAS y yo....pero resulta que está escrito como si redactara una de las hijas.
Muy muy bueno. Seguí así, redactado a la perfección.
Saludos,
Incestuosito.
Excelente la tercera parte y esperando desde ya la cuarta..
gracias... van puntos.
gauuuuuu, mortal excelenteeee... sigo leyendooooo
Que buenos relatos!! Muy excitantes, van puntos
wow escribis de una manera espectacular. Realmente me calente mucho con tu historia. puntos y a favoritos. saludos!
wauuuu que rico relato cada ves se pone mejor y no puedo negar que calienta cucho y me toca hacerme una buena paja que rico
Exelente tal como me lo esperaba, ya se puede apreciar el sutil morbo que le pones a tus bien redactados relatos, este esta de mas de excitante, me pones muy caliente la polla, gracias por eso (+10)
Muchas gracias Abue jeje qe gusto verte por aquí n.,n