médico substituto de verão
A gostosa Julieta.
Aparecem novos pacientes na clínica, dessa vez conheci a jovem Julieta na consulta, uma adolescente gostosa e tive que aplicar uma terapia alternativa que ela precisava para alegria dos dois.
Entram na consulta uma senhora jovem e atraente acompanhada de uma garota adolescente, esta última com cabelo comprido, morena e muito gostosa também.
-Bom dia, podem falar.
-Veja Doutor, minha filha Julieta ultimamente não está muito bem, tem dificuldade pra dormir, dificuldade pra respirar, está sufocada, etc, etc e como faz um ano que ela veio e foi examinada pelo médico anterior, pensamos em ver se o senhor pode ajudar, o senhor sabe, nessa idade as jovens.
-Quantos anos você tem Julieta. Perguntei admirando a beleza que tinha na minha frente.
-18 Doutor.
-Olha Doutor – disse a mãe -, com sua licença vou sair e espero na salinha.
-Certo senhora, muito gentil da sua parte, já começamos. Disse eu enquanto via a mãe sair, que por sinal tinha uma bunda que estava muito, mas muito boa.
-Bom Julieta, vamos começar, se você for tão gentil, vá para o lado da maca e se despe.
-Sim Doutor, já vou, tudo?
-Sim por favor.
Ela foi para o lado da maca e enquanto eu mexia em papéis em cima da mesa, reparava como ela ia se despindo. A verdade é que conforme tirava cada peça, a visão melhorava. Era uma gostosa com aquela idade e com aqueles olhinhos de safada que tinha, além do resto que não tinha desperdício.
Quando estava totalmente nua, me aproximei com o estetoscópio para começar a auscultar.
-A última vez que vim, o médico anterior mal me olhou.
-Calma Julieta, que por mim não terá reclamação, se não fizermos o exame direito não resolveremos seus problemas, sente na maca e vamos começar.
-O senhor tem razão Doutor, o senhor inspira confiança.
Fui perguntando coisinhas sobre seus hábitos enquanto a examinava e além das rotinas da idade dela, percebia que a garota era muito desenvolta e atiçada.
—Vamos ver, Julieta, não notei nenhuma anomalia aparente. Vou examinar seus peitos pra ver o desenvolvimento, você sabe que nessa idade de crescimento.
Comecei a acariciar os peitos dela, que eram uma maravilha, não muito grandes, mas duros como pedra e macios como um pudim. Apertava, pesava e passava os dedos suavemente, logo os bicos endureceram.
—Vou pressionar os bicos, Julieta, pra ver a reação. Me diz se dói.
—Não, Doutor, de jeito nenhum, muito pelo contrário. Dá uma espécie de cócega, mas mais pra baixo.
—Mais pra baixo?
—Sim, bem, entre as pernas. Tô meio molhadinha.
—Molhadinha? Já entendi, são os hormônios da idade — falei, passando um dedo pelos lábios da buceta dela. Realmente, tava molhada e, sem parar de acariciar um bico com a outra mão, passava o dedo suavemente pela frestinha.
—Sim, Julieta, é verdade, tá bem úmida.
—Acho que meus bicos são muito sensíveis, ficam duros na hora, e quando meu tio vem em casa, isso deixa ele nervoso.
—Seu tio? Me conta com confiança, que pra isso sou seu médico.
—Sim, o irmão do meu falecido pai. Quando vem em casa, não tem outra obsessão senão me olhar e pegar nos meus bicos, que além disso costumam ficar bem marcados na roupa, e ele brinca com eles. Até me diz pra não usar sutiã quando ele vem, pra ficar mais à vontade. É meio abusado, mas sempre me dá muitos presentes, e bem generosos.
—E você obedece ele? — falei enquanto acariciava os peitos dela agora com as duas mãos.
—Bom, por que não? Ele fica vermelho que nem um tomate e sobra um volume na calça, mas não para. Além disso, já peguei ele passando a mão na minha mãe também, quando ela descuidava. É um abusado, isso sim, sempre que vem sozinho, sem a minha tia.
—Então na sua mãe também.
—Sim, mas minha mãe não deixa igual eu... bom, pelo que eu sei.
A garota tava esquentando rapidinho, os bicos apontando pra mim, a Rosto vermelho, respiração meio ofegante e ainda passando a língua nos lábios. Que tesão ela tava sentindo, e tava feliz pra caralho.
- Tem algum problema com a menstruação?
- Não, até agora não, mas se o senhor me permite, já que é tão gentil, até que tenho um pequeno ardor, em... como diríamos... - e se aproximando, falou baixinho - tenho um ardor na bucetinha.
- Fica tranquila, mulher, vamos dar uma olhada. Desce e deita na maca de joelhos, estica o braço pra frente, assim seu cu fica preparado pra examinar.
Julieta se colocou naquela posição tão provocante e eu, enquanto perguntava, acariciava as nádegas dela, que eram lindas.
- Você tem uma bunda maravilhosa, se me permite o comentário.
- Né verdade? E olha que é só perguntar pro meu professor de educação física, que sempre que pode pega na minha bunda e me dá uns tapas no ginásio... outro dia ele levou um baita susto, enfiou a mão dentro da minha calça de esporte como sempre, mas dessa vez eu não tava de calcinha por baixo e ele ficou com uma cara de surpresa.
- Olha a surpresa hein, imagino que tenha sido uma surpresa agradável pra ele, não? Ele aproveitou a oportunidade?
- Bom, aproveitou bastante, pode crer, e ainda por cima sempre tiro notas boas em educação física, tenho que falar.
Essa mina era uma puta provocadora mesmo. Examinando, o furinho do cu dela tava irritado, provavelmente por alguma coisa externa, vai saber o que essa garota tinha enfiado lá.
- Tá irritado, Julieta, vou passar um creme e enquanto isso você me conta o que aconteceu.
- Sim, Doutor, muito obrigada, vou falar a verdade. Acontece que meu namorado, que é meio bruto, tentou meter no meu cu outro dia. A gente tava brincando e como sempre ele goza antes e me deixa na mão, aí ele teve a ideia de tentar por trás. Já falei pra ele nem pensar, mas o teimoso subiu em cima e foi pra frente, tentou enfiar, ainda bem que só conseguiu colocar a ponta porque tava doendo pra caralho... O senhor não vai contar pra ele, vai? Minha mãe, né?
Por favor, Julieta, claro que não, isso é segredo profissional.
Eu a ouvia enquanto passava com muito cuidado uma pomada na bunda dela, de quebra acariciava os lábios da buceta e até as nádegas com a outra mão. Ela tava gostando do tratamento porque, enquanto me contava umas coisas, se mexia suavemente pra cima e pra baixo e soltava uns suspiros.
-Haaaaaaaaaaai Doutor, essa pomada que o senhor tá passando tá me fazendo muito bem.
-Né verdade – eu dizia sem parar de acariciar os buraquinhos macios dela – o que você precisa é de um pouco de suavidade, vê se ensina pro seu namorado. Enfiei um dedinho todo lubrificado no cu dela e, ao mesmo tempo, com a outra mão, toquei o botãozinho do clitóris, que tava durinho e todo molhado. Ela começou a respirar fundo e a se mexer cada vez mais.
-Haaaai Doutor........ que suavidade..... Huuuuuuuuuuu! Se meu namorado soubesse passar a pomada assim, que gos........to, Doutor........ assim........assim, Haaaaaaaaaaai.
A moça tinha gozado de tanto prazer e se largado em cima da maca, toda relaxada, mas, com a safada que ela era, eu ia botar em prática outro método alternativo.
-Bem, Julieta, com você acho que vou usar uma terapia alternativa pra resolver seus problemas hormonais.
-Como o senhor quiser, Doutor, confio total nos seus métodos.
-Bom, então senta na borda da maca e se inclina pra trás com as mãos, assim, muito bem, com as pernas abertas, e vamos fazer um exame ginecológico.
De novo, ela tava de frente pra mim, dessa vez com as pernas abertas e levemente inclinada pra trás.
Comecei passando um dedinho separando os lábios da buceta e acariciando de leve, ela já tava curtindo pela cara que fazia, depois enfiei devagar um dedinho, depois até dois, ritmado e sem parar.
-Acho que tá tudo em ordem, Julieta, certinho e sem Alterações, tô te machucando?
- Não, de jeito nenhum, huuuuuuuuuuu! Pelo contrário, tô adorando a revisão... e a...inda mais, vai me fazer muito bem ............... tenho certeza, o médico anterior não tinha esses métodos modernos, huuuuuuuuuuuuuu!
Pois é, ela tava adorando, era só ver a cara de satisfação dela e o tesão que tava, ofegante, suspirando, com os olhos e a boca abertos. Além disso, mexia a bunda pra frente e pra trás, como se tivesse buscando uma penetração mais forte.
- Bom, Julieta, se você me permitir, vou passar pra outra fase da terapia que acho necessária, talvez pareça estranha pra você, mas é essencial agora. É um assunto confidencial e, como ainda não foi aprovada pelo Conselho de Médicos, é melhor ser bem discreto na aplicação. Você precisa guardar segredo sobre isso, combinado?
- Sim, claro, Doutor, mas não se distraia com a revisão.
- Acho que você precisa de uma penetração e, como responsável pela sua saúde, tenho a obrigação de fazer, sempre com sua permissão, é claro.
- Pode contar comigo, Doutor, se é pela minha saúde, claro que sim.
- Então, vamos nessa.
E, abaixando meu pijama, fiz aparecer a rola que já tava dura há um tempão e louca pra entrar em ação. Coloquei uma camisinha que tinha no bolso, por via das dúvidas, e aproximei, passando devagar pelos lábios molhados da buceta, pra cima e pra baixo.
- Doutor, o senhor sabe que confio muito em você, mas toma cuidado, porque desse tamanho nunca entrou nada.
- Fica tranquila, sou profissional. E, segurando com uma mão, comecei a penetrar devagar e suavemente.
- HUUUUUUUYYYYYYY, que delícia, Doutor, tô adorando sua terapia, continua, continua.
Aos poucos, foi entrando tudo, e quando cheguei no fundo, fiquei parado e falei:
- Bom, Julieta, não doeu nada, né?
- Não, pelo contrário.
- Então agora vou fazer uns movimentos de vai e vem pra ver se tá tudo bem. funcionamento do duto.
– Ex...pe...ri...men...te, experimente Doutor................... es...tou nas suas mãos, GUAUUUUUUUUUUU, continue, continue....não......pa......re.
– Julieta, por favor não grite que sua mãe deve estar te esperando lá fora.
– Quem dera ela estivesse no meu lugar, com a falta que faz, HUUUUYYYYYYY.
– Tá doendo, Julieta?
– Mmmmm, não senhor Doutor, aliás, tô gostando muito, melhor dizendo, pra caralho.
Peguei ela pela cintura sem tirar o pau e comecei um vai e vem ritmado pra frente e pra trás, pra frente e pra trás.
– Ooooooooh, é fantástico, senhor Doutor, meu namorado... Oh!... tem muito... Ah! Ah!... que aprender, pode crer.
– Fico feliz que você goste tanto do meu tratamento, eu também gosto de aplicá-lo.
A velocidade das investidas do Doutor, que era lenta no começo, foi aumentando com o tempo até levar a paciente ao orgasmo.
– Ooooh... ooooh, que delícia, não para... não para... não para... Ooooh... é... fantástico... HAAAAAAAAAYYYYYYYYYY... JÁÁÁÁÁÁÁÁ!
– Também vou gozar, gostosa! Guauuuuuuuuuuuuuu, finalmente.
Os dois terminaram exaustos. O Doutor arrumou a roupa e, depois de ajudar Julieta a descer da maca, disse:
– Bem, Julieta, acho que você está ótima – falava enquanto ajudava ela a se vestir –, com certeza seus problemas vão desaparecer em breve e você vai sentir uma melhora rápida. De qualquer forma, seria bom repetir o tratamento daqui a alguns dias.
– Acho ótimo, Doutor. Venho no fim de semana?
– Não, mulher, marca hora para daqui a quinze dias. Essa menina ia me deixar moído, pensei enquanto a acompanhava até a porta. Lá fora, a mãe dela nos esperava ansiosa.
– E aí, Julieta?
– Muito bem, mãe. Esse Doutor é muito competente, que diferença do anterior, mas pra garantir, tenho que continuar o tratamento.
– É grave, Doutor?
– Não, mulher, de jeito nenhum, é só uma questão de rotina e controle. – respondi. Eu aqui de olho na mãe, que gostosa que ela tava, e na revisão completa que eu daria nela, igualzinho na filha.
—Vamos ver, Julieta, não notei nenhuma anomalia aparente. Vou examinar seus peitos pra ver o desenvolvimento, você sabe que nessa idade de crescimento.
Comecei a acariciar os peitos dela, que eram uma maravilha, não muito grandes, mas duros como pedra e macios como um pudim. Apertava, pesava e passava os dedos suavemente, logo os bicos endureceram.
—Vou pressionar os bicos, Julieta, pra ver a reação. Me diz se dói.
—Não, Doutor, de jeito nenhum, muito pelo contrário. Dá uma espécie de cócega, mas mais pra baixo.
—Mais pra baixo?
—Sim, bem, entre as pernas. Tô meio molhadinha.
—Molhadinha? Já entendi, são os hormônios da idade — falei, passando um dedo pelos lábios da buceta dela. Realmente, tava molhada e, sem parar de acariciar um bico com a outra mão, passava o dedo suavemente pela frestinha.
—Sim, Julieta, é verdade, tá bem úmida.
—Acho que meus bicos são muito sensíveis, ficam duros na hora, e quando meu tio vem em casa, isso deixa ele nervoso.
—Seu tio? Me conta com confiança, que pra isso sou seu médico.
—Sim, o irmão do meu falecido pai. Quando vem em casa, não tem outra obsessão senão me olhar e pegar nos meus bicos, que além disso costumam ficar bem marcados na roupa, e ele brinca com eles. Até me diz pra não usar sutiã quando ele vem, pra ficar mais à vontade. É meio abusado, mas sempre me dá muitos presentes, e bem generosos.
—E você obedece ele? — falei enquanto acariciava os peitos dela agora com as duas mãos.
—Bom, por que não? Ele fica vermelho que nem um tomate e sobra um volume na calça, mas não para. Além disso, já peguei ele passando a mão na minha mãe também, quando ela descuidava. É um abusado, isso sim, sempre que vem sozinho, sem a minha tia.
—Então na sua mãe também.
—Sim, mas minha mãe não deixa igual eu... bom, pelo que eu sei.
A garota tava esquentando rapidinho, os bicos apontando pra mim, a Rosto vermelho, respiração meio ofegante e ainda passando a língua nos lábios. Que tesão ela tava sentindo, e tava feliz pra caralho.
- Tem algum problema com a menstruação?
- Não, até agora não, mas se o senhor me permite, já que é tão gentil, até que tenho um pequeno ardor, em... como diríamos... - e se aproximando, falou baixinho - tenho um ardor na bucetinha.
- Fica tranquila, mulher, vamos dar uma olhada. Desce e deita na maca de joelhos, estica o braço pra frente, assim seu cu fica preparado pra examinar.
Julieta se colocou naquela posição tão provocante e eu, enquanto perguntava, acariciava as nádegas dela, que eram lindas.
- Você tem uma bunda maravilhosa, se me permite o comentário.
- Né verdade? E olha que é só perguntar pro meu professor de educação física, que sempre que pode pega na minha bunda e me dá uns tapas no ginásio... outro dia ele levou um baita susto, enfiou a mão dentro da minha calça de esporte como sempre, mas dessa vez eu não tava de calcinha por baixo e ele ficou com uma cara de surpresa.
- Olha a surpresa hein, imagino que tenha sido uma surpresa agradável pra ele, não? Ele aproveitou a oportunidade?
- Bom, aproveitou bastante, pode crer, e ainda por cima sempre tiro notas boas em educação física, tenho que falar.
Essa mina era uma puta provocadora mesmo. Examinando, o furinho do cu dela tava irritado, provavelmente por alguma coisa externa, vai saber o que essa garota tinha enfiado lá.
- Tá irritado, Julieta, vou passar um creme e enquanto isso você me conta o que aconteceu.
- Sim, Doutor, muito obrigada, vou falar a verdade. Acontece que meu namorado, que é meio bruto, tentou meter no meu cu outro dia. A gente tava brincando e como sempre ele goza antes e me deixa na mão, aí ele teve a ideia de tentar por trás. Já falei pra ele nem pensar, mas o teimoso subiu em cima e foi pra frente, tentou enfiar, ainda bem que só conseguiu colocar a ponta porque tava doendo pra caralho... O senhor não vai contar pra ele, vai? Minha mãe, né?
Por favor, Julieta, claro que não, isso é segredo profissional.
Eu a ouvia enquanto passava com muito cuidado uma pomada na bunda dela, de quebra acariciava os lábios da buceta e até as nádegas com a outra mão. Ela tava gostando do tratamento porque, enquanto me contava umas coisas, se mexia suavemente pra cima e pra baixo e soltava uns suspiros.
-Haaaaaaaaaaai Doutor, essa pomada que o senhor tá passando tá me fazendo muito bem.
-Né verdade – eu dizia sem parar de acariciar os buraquinhos macios dela – o que você precisa é de um pouco de suavidade, vê se ensina pro seu namorado. Enfiei um dedinho todo lubrificado no cu dela e, ao mesmo tempo, com a outra mão, toquei o botãozinho do clitóris, que tava durinho e todo molhado. Ela começou a respirar fundo e a se mexer cada vez mais.
-Haaaai Doutor........ que suavidade..... Huuuuuuuuuuu! Se meu namorado soubesse passar a pomada assim, que gos........to, Doutor........ assim........assim, Haaaaaaaaaaai.
A moça tinha gozado de tanto prazer e se largado em cima da maca, toda relaxada, mas, com a safada que ela era, eu ia botar em prática outro método alternativo.
-Bem, Julieta, com você acho que vou usar uma terapia alternativa pra resolver seus problemas hormonais.
-Como o senhor quiser, Doutor, confio total nos seus métodos.
-Bom, então senta na borda da maca e se inclina pra trás com as mãos, assim, muito bem, com as pernas abertas, e vamos fazer um exame ginecológico.
De novo, ela tava de frente pra mim, dessa vez com as pernas abertas e levemente inclinada pra trás.
Comecei passando um dedinho separando os lábios da buceta e acariciando de leve, ela já tava curtindo pela cara que fazia, depois enfiei devagar um dedinho, depois até dois, ritmado e sem parar.
-Acho que tá tudo em ordem, Julieta, certinho e sem Alterações, tô te machucando?
- Não, de jeito nenhum, huuuuuuuuuuu! Pelo contrário, tô adorando a revisão... e a...inda mais, vai me fazer muito bem ............... tenho certeza, o médico anterior não tinha esses métodos modernos, huuuuuuuuuuuuuu!
Pois é, ela tava adorando, era só ver a cara de satisfação dela e o tesão que tava, ofegante, suspirando, com os olhos e a boca abertos. Além disso, mexia a bunda pra frente e pra trás, como se tivesse buscando uma penetração mais forte.
- Bom, Julieta, se você me permitir, vou passar pra outra fase da terapia que acho necessária, talvez pareça estranha pra você, mas é essencial agora. É um assunto confidencial e, como ainda não foi aprovada pelo Conselho de Médicos, é melhor ser bem discreto na aplicação. Você precisa guardar segredo sobre isso, combinado?
- Sim, claro, Doutor, mas não se distraia com a revisão.
- Acho que você precisa de uma penetração e, como responsável pela sua saúde, tenho a obrigação de fazer, sempre com sua permissão, é claro.
- Pode contar comigo, Doutor, se é pela minha saúde, claro que sim.
- Então, vamos nessa.
E, abaixando meu pijama, fiz aparecer a rola que já tava dura há um tempão e louca pra entrar em ação. Coloquei uma camisinha que tinha no bolso, por via das dúvidas, e aproximei, passando devagar pelos lábios molhados da buceta, pra cima e pra baixo.
- Doutor, o senhor sabe que confio muito em você, mas toma cuidado, porque desse tamanho nunca entrou nada.
- Fica tranquila, sou profissional. E, segurando com uma mão, comecei a penetrar devagar e suavemente.
- HUUUUUUUYYYYYYY, que delícia, Doutor, tô adorando sua terapia, continua, continua.
Aos poucos, foi entrando tudo, e quando cheguei no fundo, fiquei parado e falei:
- Bom, Julieta, não doeu nada, né?
- Não, pelo contrário.
- Então agora vou fazer uns movimentos de vai e vem pra ver se tá tudo bem. funcionamento do duto.
– Ex...pe...ri...men...te, experimente Doutor................... es...tou nas suas mãos, GUAUUUUUUUUUUU, continue, continue....não......pa......re.
– Julieta, por favor não grite que sua mãe deve estar te esperando lá fora.
– Quem dera ela estivesse no meu lugar, com a falta que faz, HUUUUYYYYYYY.
– Tá doendo, Julieta?
– Mmmmm, não senhor Doutor, aliás, tô gostando muito, melhor dizendo, pra caralho.
Peguei ela pela cintura sem tirar o pau e comecei um vai e vem ritmado pra frente e pra trás, pra frente e pra trás.
– Ooooooooh, é fantástico, senhor Doutor, meu namorado... Oh!... tem muito... Ah! Ah!... que aprender, pode crer.
– Fico feliz que você goste tanto do meu tratamento, eu também gosto de aplicá-lo.
A velocidade das investidas do Doutor, que era lenta no começo, foi aumentando com o tempo até levar a paciente ao orgasmo.
– Ooooh... ooooh, que delícia, não para... não para... não para... Ooooh... é... fantástico... HAAAAAAAAAYYYYYYYYYY... JÁÁÁÁÁÁÁÁ!
– Também vou gozar, gostosa! Guauuuuuuuuuuuuuu, finalmente.
Os dois terminaram exaustos. O Doutor arrumou a roupa e, depois de ajudar Julieta a descer da maca, disse:
– Bem, Julieta, acho que você está ótima – falava enquanto ajudava ela a se vestir –, com certeza seus problemas vão desaparecer em breve e você vai sentir uma melhora rápida. De qualquer forma, seria bom repetir o tratamento daqui a alguns dias.
– Acho ótimo, Doutor. Venho no fim de semana?
– Não, mulher, marca hora para daqui a quinze dias. Essa menina ia me deixar moído, pensei enquanto a acompanhava até a porta. Lá fora, a mãe dela nos esperava ansiosa.
– E aí, Julieta?
– Muito bem, mãe. Esse Doutor é muito competente, que diferença do anterior, mas pra garantir, tenho que continuar o tratamento.
– É grave, Doutor?
– Não, mulher, de jeito nenhum, é só uma questão de rotina e controle. – respondi. Eu aqui de olho na mãe, que gostosa que ela tava, e na revisão completa que eu daria nela, igualzinho na filha.
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