médico substituto de verão
A gostosa Julieta.
Aparecem novos pacientes na clínica, dessa vez conheci a jovem Julieta na consulta, uma adolescente gostosa e tive que aplicar uma terapia alternativa que ela precisava para alegria dos dois.
Entram na consulta uma senhora jovem e atraente acompanhada de uma garota adolescente, esta última com cabelo comprido, morena e muito gostosa também.
-Bom dia, podem falar
-Veja Doutor, minha filha Julieta ultimamente não está muito bem, tem dificuldade para dormir, dificuldade para respirar, está sufocada, etc, etc e como faz um ano que ela veio e foi examinada pelo médico anterior, pensamos em ver se o senhor pode ajudar, o senhor sabe, nessa idade as jovens.
-Quantos anos você tem Julieta. Perguntei admirando a beleza que tinha na minha frente.
-18 Doutor.
-Olha Doutor – disse a mãe -, com sua licença vou sair e espero na sala de espera.
-Certo senhora, muito gentil da sua parte, já vamos começar. Disse eu enquanto via a mãe sair, que por sinal tinha uma bunda que estava muito, mas muito boa.
-Bem Julieta, vamos começar, se você for tão gentil, vá para o lado da maca e se despe.
-Sim Doutor, já vou, tudo?
-Sim por favor.
Ela foi para o lado da maca e enquanto eu mexia em papéis em cima da mesa, reparava como ela ia se despindo. A verdade é que conforme tirava cada peça, a visão melhorava. Era uma gostosa com aquela idade e com aqueles olhinhos de safada que tinha, além do resto que não tinha desperdício.
Quando ela estava totalmente nua, me aproximei com o estetoscópio para começar a auscultar.
-A última vez que vim, o médico anterior mal me olhou.
-Fica tranquila Julieta, que por mim você não vai reclamar, se não fizermos o exame direito não vamos resolver seus problemas, sente na maca e vamos começar.
-O senhor tem razão Doutor, o senhor inspira confiança
Fui perguntando umas coisinhas sobre os hábitos dela enquanto a examinava e além das rotinas da idade dela, eu percebia que a garota era muito desinibida e soltinha.
—Vamos, Julieta, não vejo nenhuma anormalidade aparente. Vou examinar seus peitos pra ver o desenvolvimento, você sabe que nessa idade de crescimento é normal.
Comecei a acariciar os peitos dela, que eram uma maravilha, não muito grandes, mas durinhos como pedra e macios como um pudim. Apertava, pesava e passava os dedos suavemente; logo os bicos endureceram.
—Vou pressionar os bicos, Julieta, pra ver a reação. Me diz se dói.
—Não, Doutor, de jeito nenhum. Muito pelo contrário... dá uma espécie de cócega, mas mais pra baixo.
—Mais pra baixo?
—Sim, bem, entre as pernas. Tô um pouquinho molhada.
—Molhada? Já entendi, são os hormônios da idade — falei, passando um dedo pelos lábios da buceta dela. Realmente, tava molhada. E sem parar de acariciar um bico com a outra mão, passava o dedo de leve pela frestinha.
—Sim, Julieta, é verdade, tá bem úmida.
—Acho que meus bicos são muito sensíveis, ficam durinhos na hora. E quando meu tio vem em casa, isso deixa ele doido.
—Seu tio? Me conta com confiança, que pra isso sou seu médico.
—Sim, o irmão do meu falecido pai. Quando ele vem em casa, não tem outra obsessão senão me olhar e pegar nos meus bicos, que geralmente ficam bem marcados na roupa. Ele brinca com eles, até me manda não usar sutiã quando ele vem, pra ficar mais à vontade. É meio sem-vergonha, mas sempre me dá muitos presentes, e bem caros.
—E você obedece? — perguntei enquanto acariciava os peitos dela agora com as duas mãos.
—Bom, por que não? Ele fica vermelho que nem tomate e sobra um volume na calça dele, mas não para. E já peguei ele passando a mão na minha mãe também, quando ela tava distraída. É um abusado, isso sim. Mas sempre vem sozinho, sem a minha tia.
—Então na sua mãe também.
—Sim, mas minha mãe não deixa igual eu... bom, pelo que eu sei.
A garota já tava ficando toda molhada rapidinho, os bicos apontando pra mim. Rosto vermelho, respiração meio ofegante e ainda passando a língua nos lábios. Que tesão ela tava sentindo, e tava feliz pra caralho.
- Tem algum problema com a menstruação?
- Não, até agora não, mas se o senhor me permite, já que é tão gentil, eu tenho um pequeno ardor, em... como é que a gente diz... - e se aproximando, falou baixinho - tô com um ardor na bucetinha.
- Fica tranquila, mulher, vamos dar uma olhada. Abaixa e deita na maca de joelhos, estica o braço pra frente, assim sua bunda fica prontinha pra examinar.
Julieta se colocou naquela posição tão provocante e eu, enquanto perguntava, acariciava as nádegas dela, que eram lindas.
- Você tem uma bunda maravilhosa, se me permite o comentário.
- Né mesmo? E olha que é só perguntar pro meu professor de educação física, que sempre que pode pega na minha bunda e me dá uns tapas no ginásio... outro dia ele levou um susto, enfiou a mão dentro da minha calça de esporte como sempre, mas dessa vez eu não tava de calcinha por baixo e a cara de surpresa que ele fez.
- Olha a surpresa hein, imagino que tenha sido uma surpresa agradável pra ele, né? Ele aproveitou a oportunidade?
- Bom, aproveitou bastante, pode crer, e ainda por cima sempre tiro notas boas em educação física, tenho que falar.
Puta que pariu, que gostosa provocante era essa menina. Realmente, examinando, o furinho do cu dela tava irritado, provavelmente por causa de alguma coisa externa, vai saber o que essa garota tinha enfiado lá.
- Tá irritado, Julieta, vou passar um creme e enquanto isso você me conta o que aconteceu.
- Sim, doutor, muito obrigada, vou falar a verdade. Acontece que meu namorado, que é meio bruto, tentou meter no meu cu outro dia. A gente tava brincando e, como sempre, ele goza primeiro e me deixa na mão, aí teve a brilhante ideia de tentar por trás. Já falei pra ele nem pensar, mas o teimoso subiu em cima e foi pra frente, tentou enfiar, ainda bem que só conseguiu a ponta porque tava doendo pra caralho... O senhor não vai contar pra ninguém, né? Minha mãe, né?
Por favor, Julieta, claro que não, isso é sigilo profissional.
Eu ouvia ela enquanto passava, com muito cuidado, uma pomada na bunda dela, de quebra acariciava os lábios da buceta e até as nádegas com a outra mão. Ela tava adorando o tratamento, porque enquanto me contava as coisas, se mexia suavemente pra cima e pra baixo e soltava uns suspiros.
-Haaaaaaaaaaai Doutor, essa pomada que o senhor tá passando tá me fazendo um bem danado.
-Né verdade? – eu dizia sem parar de acariciar os buraquinhos macios dela – o que você precisa é de um pouco de suavidade, quem sabe ensinar seu namorado. Enfiei um dedinho todo lubrificado no cu dela e, ao mesmo tempo, com a outra mão, toquei o botãozinho do clitóris, que tava durinho e todo molhado. Ela começou a respirar fundo e a se mexer cada vez mais.
-Haaaai Doutor........ que maciez..... Huuuuuuuuuuuu! Se meu namorado soubesse passar a pomada assim, que gos........to, Dou.......tor, assim........assim, Haaaaaaaaaaai.
A moça tinha gozado de prazer e se largado em cima da maca, toda relaxada, mas com a puta que ela era, eu ia botar em prática outro método alternativo.
-Bem, Julieta, com você acho que vou usar uma terapia alternativa pra resolver seus problemas hormonais.
-Como o senhor quiser, Doutor, confio total nos seus métodos.
-Bom, então senta na beirada da maca e se inclina pra trás com as mãos, isso, muito bem, com as pernas abertas, e vamos fazer um exame ginecológico.
De novo, ela tava de frente pra mim, dessa vez com as pernas abertas e levemente inclinada pra trás.
Comecei passando um dedinho separando os lábios da buceta e acariciando de leve, ela já tava começando a curtir pelas caras que fazia, depois enfiei devagar um dedinho, depois até dois, ritmado e sem parar.
-Acho que tá tudo em ordem, Julieta, certinho e sem Alterações, estou te machucando?
- Não, de jeito nenhum, huuuuuuuuuuu! Muito pelo contrário, tô adorando essa revisão... e aind...a mais vai me fazer muito bem ............... tenho certeza, o médico anterior não tinha esses métodos modernos, huuuuuuuuuuuuuu!
Pois é, ela tava adorando mesmo, era só ver a cara de satisfação e o tesão que ela tava, ofegante, suspirando e com os olhos e a boca abertos. Além disso, mexia a bunda pra frente e pra trás como se tivesse procurando uma penetração mais forte.
- Bom, Julieta, se você me permitir, vou passar pra outra fase da terapia que acho necessária, talvez te pareça estranha, mas é essencial neste momento. É um assunto confidencial e, como ainda não foi aprovado pelo Conselho de Médicos, é melhor ser bem discreto na aplicação. Você precisa guardar segredo sobre isso, ok?
- Sim, claro, Doutor, mas não se distraia com a revisão.
- Acho que você precisa de uma penetração e, como responsável pela sua saúde, tenho a obrigação de realizá-la, sempre com sua permissão, é claro.
- Pode contar comigo, Doutor. Se é pela minha saúde, claro que sim.
- Então vamos nessa.
E, abaixando meu pijama, fiz aparecer a pica que já tava dura há um tempão e morrendo de vontade de entrar em ação. Coloquei uma camisinha que tinha no bolso, por via das dúvidas, e aproximei, passando devagar pelos lábios molhados da buceta, pra cima e pra baixo.
- Doutor, o senhor sabe que confio muito em você, mas toma cuidado, porque desse tamanho nunca entrou nada.
- Fica tranquila, sou um profissional. E, segurando ela com uma mão, comecei a penetrar devagar e suavemente.
- HUUUUUUUYYYYYYY, que delícia, Doutor, tô adorando sua terapia, continua, continua.
Aos poucos, foi entrando por completo e, quando cheguei no fundo, parei e falei:
- Então, Julieta, não doeu nada, né?
- Não, muito pelo contrário.
- Pois agora vou fazer uns movimentos de vai e vem pra verificar se tá tudo bem. funcionamento do duto.
– Ex...pe...ri...men...te, experimente, Doutor................... es...tou nas suas mãos, GUAUUUUUUUUUUU, continue, continue....não.......pa...re.
– Julieta, por favor, não grite, que sua mãe deve estar esperando lá fora.
– Quem dera ela estivesse no meu lugar, com a falta que isso faz pra ela, HUUUUYYYYYYY.
– Tá doendo, Julieta?
– Mmmmm, não, senhor Doutor, aliás, eu tô adorando, melhor dizendo, adorando demais.
Peguei ela pela cintura sem tirar o pau e comecei um vai e vem rítmico pra frente e pra trás, pra frente e pra trás.
– Ooooooooh, é fantástico, senhor Doutor, meu namorado... Oh!... tem muito... Ah! Ah!... que aprender, pode crer.
– Fico feliz que você goste tanto do meu tratamento, eu também gosto de aplicá-lo.
A velocidade das investidas do Doutor, que era lenta no começo, foi aumentando com o tempo até provocar o orgasmo na paciente.
– Ooooh... ooooh, que delícia, não para... não para... não para... Ooooh... é... fantástico... HAAAAAAAAAYYYYYYYYYY... JÁAAAAAAAAA!
– Eu também vou, gostosa! Guauuuuuuuuuuuuuu, finalmente!
Os dois terminaram exaustos. O Doutor arrumou a roupa e, depois de ajudar Julieta a descer da maca, disse:
– Bem, Julieta, acho que você está ótima – falava enquanto ajudava ela a se vestir –, com certeza seus problemas vão desaparecer em breve e você vai sentir uma melhora rápida. De qualquer forma, seria bom repetir o tratamento daqui a alguns dias.
– Acho ótimo, Doutor. Venho no fim de semana?
– Não, mulher, marca hora para daqui a quinze dias. Essa menina ia me deixar moído, pensei enquanto a acompanhava até a porta. Lá fora, a mãe dela nos esperava ansiosa.
– E aí, Julieta?
– Muito bem, mãe. Esse Doutor é muito competente, que diferença do anterior, mas pra garantir, tenho que continuar o tratamento.
– É grave, Doutor?
– Não, mulher, de jeito nenhum, é só uma questão de rotina e controle. – falei. eu olhando o quanto a mãe era gostosa e a revisão completa que eu daria nela, igualzinho na filha.
A gostosa Julieta.
Aparecem novos pacientes na clínica, dessa vez conheci a jovem Julieta na consulta, uma adolescente gostosa e tive que aplicar uma terapia alternativa que ela precisava para alegria dos dois.
Entram na consulta uma senhora jovem e atraente acompanhada de uma garota adolescente, esta última com cabelo comprido, morena e muito gostosa também.
-Bom dia, podem falar
-Veja Doutor, minha filha Julieta ultimamente não está muito bem, tem dificuldade para dormir, dificuldade para respirar, está sufocada, etc, etc e como faz um ano que ela veio e foi examinada pelo médico anterior, pensamos em ver se o senhor pode ajudar, o senhor sabe, nessa idade as jovens.
-Quantos anos você tem Julieta. Perguntei admirando a beleza que tinha na minha frente.
-18 Doutor.
-Olha Doutor – disse a mãe -, com sua licença vou sair e espero na sala de espera.
-Certo senhora, muito gentil da sua parte, já vamos começar. Disse eu enquanto via a mãe sair, que por sinal tinha uma bunda que estava muito, mas muito boa.
-Bem Julieta, vamos começar, se você for tão gentil, vá para o lado da maca e se despe.
-Sim Doutor, já vou, tudo?
-Sim por favor.
Ela foi para o lado da maca e enquanto eu mexia em papéis em cima da mesa, reparava como ela ia se despindo. A verdade é que conforme tirava cada peça, a visão melhorava. Era uma gostosa com aquela idade e com aqueles olhinhos de safada que tinha, além do resto que não tinha desperdício.
Quando ela estava totalmente nua, me aproximei com o estetoscópio para começar a auscultar.
-A última vez que vim, o médico anterior mal me olhou.
-Fica tranquila Julieta, que por mim você não vai reclamar, se não fizermos o exame direito não vamos resolver seus problemas, sente na maca e vamos começar.
-O senhor tem razão Doutor, o senhor inspira confiança
Fui perguntando umas coisinhas sobre os hábitos dela enquanto a examinava e além das rotinas da idade dela, eu percebia que a garota era muito desinibida e soltinha.
—Vamos, Julieta, não vejo nenhuma anormalidade aparente. Vou examinar seus peitos pra ver o desenvolvimento, você sabe que nessa idade de crescimento é normal.
Comecei a acariciar os peitos dela, que eram uma maravilha, não muito grandes, mas durinhos como pedra e macios como um pudim. Apertava, pesava e passava os dedos suavemente; logo os bicos endureceram.
—Vou pressionar os bicos, Julieta, pra ver a reação. Me diz se dói.
—Não, Doutor, de jeito nenhum. Muito pelo contrário... dá uma espécie de cócega, mas mais pra baixo.
—Mais pra baixo?
—Sim, bem, entre as pernas. Tô um pouquinho molhada.
—Molhada? Já entendi, são os hormônios da idade — falei, passando um dedo pelos lábios da buceta dela. Realmente, tava molhada. E sem parar de acariciar um bico com a outra mão, passava o dedo de leve pela frestinha.
—Sim, Julieta, é verdade, tá bem úmida.
—Acho que meus bicos são muito sensíveis, ficam durinhos na hora. E quando meu tio vem em casa, isso deixa ele doido.
—Seu tio? Me conta com confiança, que pra isso sou seu médico.
—Sim, o irmão do meu falecido pai. Quando ele vem em casa, não tem outra obsessão senão me olhar e pegar nos meus bicos, que geralmente ficam bem marcados na roupa. Ele brinca com eles, até me manda não usar sutiã quando ele vem, pra ficar mais à vontade. É meio sem-vergonha, mas sempre me dá muitos presentes, e bem caros.
—E você obedece? — perguntei enquanto acariciava os peitos dela agora com as duas mãos.
—Bom, por que não? Ele fica vermelho que nem tomate e sobra um volume na calça dele, mas não para. E já peguei ele passando a mão na minha mãe também, quando ela tava distraída. É um abusado, isso sim. Mas sempre vem sozinho, sem a minha tia.
—Então na sua mãe também.
—Sim, mas minha mãe não deixa igual eu... bom, pelo que eu sei.
A garota já tava ficando toda molhada rapidinho, os bicos apontando pra mim. Rosto vermelho, respiração meio ofegante e ainda passando a língua nos lábios. Que tesão ela tava sentindo, e tava feliz pra caralho.
- Tem algum problema com a menstruação?
- Não, até agora não, mas se o senhor me permite, já que é tão gentil, eu tenho um pequeno ardor, em... como é que a gente diz... - e se aproximando, falou baixinho - tô com um ardor na bucetinha.
- Fica tranquila, mulher, vamos dar uma olhada. Abaixa e deita na maca de joelhos, estica o braço pra frente, assim sua bunda fica prontinha pra examinar.
Julieta se colocou naquela posição tão provocante e eu, enquanto perguntava, acariciava as nádegas dela, que eram lindas.
- Você tem uma bunda maravilhosa, se me permite o comentário.
- Né mesmo? E olha que é só perguntar pro meu professor de educação física, que sempre que pode pega na minha bunda e me dá uns tapas no ginásio... outro dia ele levou um susto, enfiou a mão dentro da minha calça de esporte como sempre, mas dessa vez eu não tava de calcinha por baixo e a cara de surpresa que ele fez.
- Olha a surpresa hein, imagino que tenha sido uma surpresa agradável pra ele, né? Ele aproveitou a oportunidade?
- Bom, aproveitou bastante, pode crer, e ainda por cima sempre tiro notas boas em educação física, tenho que falar.
Puta que pariu, que gostosa provocante era essa menina. Realmente, examinando, o furinho do cu dela tava irritado, provavelmente por causa de alguma coisa externa, vai saber o que essa garota tinha enfiado lá.
- Tá irritado, Julieta, vou passar um creme e enquanto isso você me conta o que aconteceu.
- Sim, doutor, muito obrigada, vou falar a verdade. Acontece que meu namorado, que é meio bruto, tentou meter no meu cu outro dia. A gente tava brincando e, como sempre, ele goza primeiro e me deixa na mão, aí teve a brilhante ideia de tentar por trás. Já falei pra ele nem pensar, mas o teimoso subiu em cima e foi pra frente, tentou enfiar, ainda bem que só conseguiu a ponta porque tava doendo pra caralho... O senhor não vai contar pra ninguém, né? Minha mãe, né?
Por favor, Julieta, claro que não, isso é sigilo profissional.
Eu ouvia ela enquanto passava, com muito cuidado, uma pomada na bunda dela, de quebra acariciava os lábios da buceta e até as nádegas com a outra mão. Ela tava adorando o tratamento, porque enquanto me contava as coisas, se mexia suavemente pra cima e pra baixo e soltava uns suspiros.
-Haaaaaaaaaaai Doutor, essa pomada que o senhor tá passando tá me fazendo um bem danado.
-Né verdade? – eu dizia sem parar de acariciar os buraquinhos macios dela – o que você precisa é de um pouco de suavidade, quem sabe ensinar seu namorado. Enfiei um dedinho todo lubrificado no cu dela e, ao mesmo tempo, com a outra mão, toquei o botãozinho do clitóris, que tava durinho e todo molhado. Ela começou a respirar fundo e a se mexer cada vez mais.
-Haaaai Doutor........ que maciez..... Huuuuuuuuuuuu! Se meu namorado soubesse passar a pomada assim, que gos........to, Dou.......tor, assim........assim, Haaaaaaaaaaai.
A moça tinha gozado de prazer e se largado em cima da maca, toda relaxada, mas com a puta que ela era, eu ia botar em prática outro método alternativo.
-Bem, Julieta, com você acho que vou usar uma terapia alternativa pra resolver seus problemas hormonais.
-Como o senhor quiser, Doutor, confio total nos seus métodos.
-Bom, então senta na beirada da maca e se inclina pra trás com as mãos, isso, muito bem, com as pernas abertas, e vamos fazer um exame ginecológico.
De novo, ela tava de frente pra mim, dessa vez com as pernas abertas e levemente inclinada pra trás.
Comecei passando um dedinho separando os lábios da buceta e acariciando de leve, ela já tava começando a curtir pelas caras que fazia, depois enfiei devagar um dedinho, depois até dois, ritmado e sem parar.
-Acho que tá tudo em ordem, Julieta, certinho e sem Alterações, estou te machucando?
- Não, de jeito nenhum, huuuuuuuuuuu! Muito pelo contrário, tô adorando essa revisão... e aind...a mais vai me fazer muito bem ............... tenho certeza, o médico anterior não tinha esses métodos modernos, huuuuuuuuuuuuuu!
Pois é, ela tava adorando mesmo, era só ver a cara de satisfação e o tesão que ela tava, ofegante, suspirando e com os olhos e a boca abertos. Além disso, mexia a bunda pra frente e pra trás como se tivesse procurando uma penetração mais forte.
- Bom, Julieta, se você me permitir, vou passar pra outra fase da terapia que acho necessária, talvez te pareça estranha, mas é essencial neste momento. É um assunto confidencial e, como ainda não foi aprovado pelo Conselho de Médicos, é melhor ser bem discreto na aplicação. Você precisa guardar segredo sobre isso, ok?
- Sim, claro, Doutor, mas não se distraia com a revisão.
- Acho que você precisa de uma penetração e, como responsável pela sua saúde, tenho a obrigação de realizá-la, sempre com sua permissão, é claro.
- Pode contar comigo, Doutor. Se é pela minha saúde, claro que sim.
- Então vamos nessa.
E, abaixando meu pijama, fiz aparecer a pica que já tava dura há um tempão e morrendo de vontade de entrar em ação. Coloquei uma camisinha que tinha no bolso, por via das dúvidas, e aproximei, passando devagar pelos lábios molhados da buceta, pra cima e pra baixo.
- Doutor, o senhor sabe que confio muito em você, mas toma cuidado, porque desse tamanho nunca entrou nada.
- Fica tranquila, sou um profissional. E, segurando ela com uma mão, comecei a penetrar devagar e suavemente.
- HUUUUUUUYYYYYYY, que delícia, Doutor, tô adorando sua terapia, continua, continua.
Aos poucos, foi entrando por completo e, quando cheguei no fundo, parei e falei:
- Então, Julieta, não doeu nada, né?
- Não, muito pelo contrário.
- Pois agora vou fazer uns movimentos de vai e vem pra verificar se tá tudo bem. funcionamento do duto.
– Ex...pe...ri...men...te, experimente, Doutor................... es...tou nas suas mãos, GUAUUUUUUUUUUU, continue, continue....não.......pa...re.
– Julieta, por favor, não grite, que sua mãe deve estar esperando lá fora.
– Quem dera ela estivesse no meu lugar, com a falta que isso faz pra ela, HUUUUYYYYYYY.
– Tá doendo, Julieta?
– Mmmmm, não, senhor Doutor, aliás, eu tô adorando, melhor dizendo, adorando demais.
Peguei ela pela cintura sem tirar o pau e comecei um vai e vem rítmico pra frente e pra trás, pra frente e pra trás.
– Ooooooooh, é fantástico, senhor Doutor, meu namorado... Oh!... tem muito... Ah! Ah!... que aprender, pode crer.
– Fico feliz que você goste tanto do meu tratamento, eu também gosto de aplicá-lo.
A velocidade das investidas do Doutor, que era lenta no começo, foi aumentando com o tempo até provocar o orgasmo na paciente.
– Ooooh... ooooh, que delícia, não para... não para... não para... Ooooh... é... fantástico... HAAAAAAAAAYYYYYYYYYY... JÁAAAAAAAAA!
– Eu também vou, gostosa! Guauuuuuuuuuuuuuu, finalmente!
Os dois terminaram exaustos. O Doutor arrumou a roupa e, depois de ajudar Julieta a descer da maca, disse:
– Bem, Julieta, acho que você está ótima – falava enquanto ajudava ela a se vestir –, com certeza seus problemas vão desaparecer em breve e você vai sentir uma melhora rápida. De qualquer forma, seria bom repetir o tratamento daqui a alguns dias.
– Acho ótimo, Doutor. Venho no fim de semana?
– Não, mulher, marca hora para daqui a quinze dias. Essa menina ia me deixar moído, pensei enquanto a acompanhava até a porta. Lá fora, a mãe dela nos esperava ansiosa.
– E aí, Julieta?
– Muito bem, mãe. Esse Doutor é muito competente, que diferença do anterior, mas pra garantir, tenho que continuar o tratamento.
– É grave, Doutor?
– Não, mulher, de jeito nenhum, é só uma questão de rotina e controle. – falei. eu olhando o quanto a mãe era gostosa e a revisão completa que eu daria nela, igualzinho na filha.
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