A madura do apê 11 (o marido chegou)

Não podia acreditar no que ela tinha me dito, tava confuso e meio nervoso com a situação.

Dona Rosa percebeu meu nervosismo, então chegou perto de mim, beijou meu pescoço e disse:

— Não fica nervoso, meu marido é um amante excelente, ele me deixa comer quem eu quiser, desde que ele me dê permissão. E você, meu amor, meu pedaço de carne, já tem permissão.

Isso não me acalmou nada, mas não posso negar que, depois dessas palavras, meu pau ficou duro de novo e a ideia de comer ela junto com o marido me excitou.

Eram quase meio-dia quando a porta do apartamento 11 se ouviu abrir. Dona Rosa se levantou nua e saiu pra receber o marido. Enquanto ia abrir a porta do quarto, ela rebolava a cintura e com as mãos abria as nádegas, deixando ver o cuzinho redondo.

— Isso vai ser pra você — ela me disse.

De novo meu pau tava duro e pronto. Me enrolei na cama, os nervos me dominaram e pensei em me vestir e vazar dali. Pulei da cama, vesti a cueca, a camiseta e a calça. Abri um pouco a porta do quarto e fui pra sala. Lá estavam eles: Dona Rosa nua, masturbando ele e contando a noite que tinha tido comigo.

Dona Rosa ficou um instante calada, olhou pro marido e disse:

— Acho que nosso convidado vai ficar entediado. Que tal começarmos a segunda parte da minha noite perfeita? As crianças tão dormindo e tenho que aproveitar que tenho dois machos só pra mim. Minha buceta tá pedindo aos berros os dois paus de vocês.

Dito isso, ela enfiou o pau do marido na boca e começou a fazer sexo oral nele.

Dom Israel tava vestido e sentado no sofá, enquanto Dona Rosa, de joelhos no chão, curtia a rola do marido.

— Eu saí do meu esconderijo e parei na frente deles.

— Olha só quem vem vindo — disse Dom Israel. — Vem cá, chega mais.

Eu obedeci, porque me sentia culpado por ter comido a mulher dele.

— Gostou de comer essa puta? — ele perguntou, apontando pra Dona Rosa. — Sim, claro, respondi.

— Que bom que essa puta tá te tratando bem, você é muito gentil com a gente. Deixar você comer ela era o mínimo que eu podia fazer por você. Ela me disse que você tem uma piroca enorme. Vamos ver? Tira ela.

Eu não hesitei, abaixei a calça e a cueca.

— Ele riu um pouco. — Pois é, vejo que minha putinha tinha razão. Essa é uma piroca enorme mesmo.

— Eu ri também, percebi que os nervos tinham sumido com aquele comentário.

O que mais me surpreendeu foi que dona Rosa não parou de chupar o pau de dom Israel em nenhum momento.

Ficaram assim por uns minutos, então dom Israel me olhou e disse:

— O que você está esperando pra entrar na festa? Rosa tá louca pelo seu pau de novo e me disse que quer que você arrebente o cu dela.

Dona Rosa, sem parar de chupar, levantou as mãos e apontou primeiro pra mim, depois tocou as próprias nádegas — aquelas bundinhas redondas que faziam meu pau ficar tão duro e excitado que eu não pensei duas vezes antes de ir.

— Vou preparar ela pra você — disse dom Israel, enquanto segurava dona Rosa pela cintura e a posicionava de modo que a bunda dela ficasse na cara dele. Em seguida, cuspiu um pouco no cu dela e começou a espalhar com a língua por toda a bunda, enfiando e tirando dois dedos da vagina dela enquanto lambia como um louco o cu de dona Rosa.

Dona Rosa soltava pequenos gritos de prazer. Eu tomei a iniciativa, tirei a camiseta e o resto da roupa, fiquei na frente dela e coloquei meu pau na boca dela. Ela nem hesitou, começou a lamber e chupar tão gostoso.

— Dona Rosa começou a ter espasmos no corpo todo, dava pra notar. O corpo inteiro tremia de prazer, o orgasmo estava passando. Quisemos deixar ela descansar um pouco, mas não foi assim. Ela pulou de pé, com os olhos cheios de luxúria, e disse:

— Já chega, vocês dois. Você — apontando pra mim —, arrebenta meu cu. E você — apontando pra dom Israel —, fica aí que eu quero esse pau na minha boca. Quero seu Porra, quero engolir tudo. Nós três fomos pro chão, seu Israel deitou de costas, enquanto dona Rosa ficou de quatro pra eu meter no cu dela e chupar o seu Israel ao mesmo tempo.

Enfiei meu pau na entrada do cu de dona Rosa e apertei, o cu dela resistiu um pouco, mas não o suficiente pra parar meu pau. Dona Rosa deu um gritinho, abafado pelo pau do seu Israel que não parava de chupar.

Eu meti com tudo que tinha, com toda força enfiava e tirava meu pau naquele cu apertado e gostoso. Agüentei uns 10 minutos até que não deu mais, tava gozando e gritei bem alto.

Mal terminei de falar, dona Rosa começou a ter um orgasmo enorme, o maior que vi dela a noite toda. Vi a boca dela se encher de porra do seu Israel e o cu dela com a minha.

Foi épico. Tirei meu pau do cu de dona Rosa, ela engoliu o leite do seu Israel e deitou de costas no chão do lado dele. Seu Israel tava lá de olhos fechados, mas com um sorrisão no rosto.

Sentei no sofá pra descansar, pensando que tinha acabado e que tava seriamente considerando matar aula.

Dona Rosa levantou, olhou pra nós dois e com uma risada safada disse:

"Agora tenho dois paus pra me divertir, vou ser tão feliz." Terminou de falar, olhou pro seu Israel e perguntou: "Amor, como foi com sua secretária? Ela é tão puta quanto eu? Quando é que você traz aquela vadia pra brincar com a gente três? Tô há tempos querendo chupar aquela puta, parece que ela adora.

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