Pagar pra transar (história real)
A história é da Romina, 26 anos, vizinha do lado, mãe de uma menina de 8 anos.
A gostosa é casada com um cara que além de corno é um baita vagabundo. Ela costura cintos pra outra vizinha, vende cosméticos e panelas por catálogo e às vezes limpa casas pra ganhar uma grana.
Numa época que eu tava construindo minha casa, ela veio me dar uma mão com a arrumação e pediu pra não contar pro marido porque, como eu moro sozinho, não queria que o otário enchesse o saco. Então ela vinha cedo e ia embora às 9 enquanto o corno dormia...
Até hoje, o marido tá há um ano sem trabalhar, e ela com os gastos da escola da menina, mais os da casinha, tá ferrada.
De casa, forneço internet pro note da filha dela e água quando a bomba delas dá problema.
Semana passada ela me encarou e perguntou se eu não tinha nada pra ela fazer. Falei que não dava pra vir no negócio por causa dos comentários, já que na área somos conhecidos eu e minha mina, e isso daria treta. Mensagem vai, mensagem vem, ela disse que tava apertada e que se eu tivesse algo pra fazer, qualquer coisa, não tinha problema e ninguém ia ficar sabendo.
Na brincadeira, respondi: "Epaa, qualquer coisa posso pedir??" E ela respondeu na hora: "Sim, o que você quiser! Ninguém vai saber."
A verdade é que falei que me vinham muitas coisas na cabeça, mas todas eram moralmente complicadas... Ela respondeu que ia fazer o que eu quisesse sem questionar nada.
O fato é que minha mina vai pra Córdoba por 3 dias e eu tô louco com a ideia.. falei que pagar pra transar com ela a tornava minha propriedade.. Ela respondeu: "Vou ser sua putinha, se é o que você quer, mas preciso de grana e se você me pagar, vou ser o que você quiser."
Então, faltando 4 dias pra minha mina viajar, tô louco com a ideia... Tenho uma questão moral, pra ser sincero, sobre me aproveitar da situação dela. Mas adoro a ideia de pagar pra ela. faz o que eu bem entender...
o que acham?? é sexta e na terça fico sozinho em casa
bom, amigos... talvez pareça incrível o relato, mas deu tudo mais que certo.
na quarta, depois de deixar a filha dela na escola, a gente se encontrou na esquina, eu a coloquei na caminhonete e logo de cara dei o dinheiro que ela precisava, explicando que tinha pensado muito sobre o assunto, e que o dinheiro era de coração, mas que eu tinha fantasiado muito com a ideia de deitar com ela (queria dizer comê-la, mas a vergonha me impediu). ela me agradeceu muito e disse pra gente ir pelo menos tomar algo, já que ela tinha avisado que voltaria tarde e o marido dela provavelmente estaria dormindo.
como não houve aquele estímulo pra levá-la a um motel, decidi ir ao negócio e pedir um café da manhã na lanchonete da frente. ficamos no negócio (obviamente fechado), e ela disse que estava muito nervosa. eu falei pra ela ficar tranquila, que ninguém precisava saber de nada, e ela disse que tinha pensado que ia transar comigo. perguntei o que ela achava disso. e ela começou a morrer de rir (de nervoso, segundo ela). eu disse que estava com tesão na ideia de tê-la à minha disposição, mas que não queria abusar da necessidade dela. a gostosa veio até o banco onde eu estava sentado e, sem dizer nada, começou a apalpar meu pau.
a verdade é que eu já estava duro como quando era adolescente.
a gostosa disse: "já te falei, vou ser o que você quiser".
eu comi ela em menos de um minuto, tirei a calça dela e comecei a foder, assim na lata, puxando a calcinha dela pro lado, primeiro de papo pro ar no chão e depois ela apoiada no balcão e eu por trás, de quatro. a verdade é que durei muito pouco, por tudo que já falei.
talvez o que mais valha destacar é que, quando a deixei a duas quadras de casa, ela me disse, olhando na minha cara: "se você quiser, vou ser sua putinha".
a verdade é que agora só quero que ela seja, e em qualquer hora a gente foge de novo
A história é da Romina, 26 anos, vizinha do lado, mãe de uma menina de 8 anos.
A gostosa é casada com um cara que além de corno é um baita vagabundo. Ela costura cintos pra outra vizinha, vende cosméticos e panelas por catálogo e às vezes limpa casas pra ganhar uma grana.
Numa época que eu tava construindo minha casa, ela veio me dar uma mão com a arrumação e pediu pra não contar pro marido porque, como eu moro sozinho, não queria que o otário enchesse o saco. Então ela vinha cedo e ia embora às 9 enquanto o corno dormia...
Até hoje, o marido tá há um ano sem trabalhar, e ela com os gastos da escola da menina, mais os da casinha, tá ferrada.
De casa, forneço internet pro note da filha dela e água quando a bomba delas dá problema.
Semana passada ela me encarou e perguntou se eu não tinha nada pra ela fazer. Falei que não dava pra vir no negócio por causa dos comentários, já que na área somos conhecidos eu e minha mina, e isso daria treta. Mensagem vai, mensagem vem, ela disse que tava apertada e que se eu tivesse algo pra fazer, qualquer coisa, não tinha problema e ninguém ia ficar sabendo.
Na brincadeira, respondi: "Epaa, qualquer coisa posso pedir??" E ela respondeu na hora: "Sim, o que você quiser! Ninguém vai saber."
A verdade é que falei que me vinham muitas coisas na cabeça, mas todas eram moralmente complicadas... Ela respondeu que ia fazer o que eu quisesse sem questionar nada.
O fato é que minha mina vai pra Córdoba por 3 dias e eu tô louco com a ideia.. falei que pagar pra transar com ela a tornava minha propriedade.. Ela respondeu: "Vou ser sua putinha, se é o que você quer, mas preciso de grana e se você me pagar, vou ser o que você quiser."
Então, faltando 4 dias pra minha mina viajar, tô louco com a ideia... Tenho uma questão moral, pra ser sincero, sobre me aproveitar da situação dela. Mas adoro a ideia de pagar pra ela. faz o que eu bem entender...
o que acham?? é sexta e na terça fico sozinho em casa
bom, amigos... talvez pareça incrível o relato, mas deu tudo mais que certo.
na quarta, depois de deixar a filha dela na escola, a gente se encontrou na esquina, eu a coloquei na caminhonete e logo de cara dei o dinheiro que ela precisava, explicando que tinha pensado muito sobre o assunto, e que o dinheiro era de coração, mas que eu tinha fantasiado muito com a ideia de deitar com ela (queria dizer comê-la, mas a vergonha me impediu). ela me agradeceu muito e disse pra gente ir pelo menos tomar algo, já que ela tinha avisado que voltaria tarde e o marido dela provavelmente estaria dormindo.
como não houve aquele estímulo pra levá-la a um motel, decidi ir ao negócio e pedir um café da manhã na lanchonete da frente. ficamos no negócio (obviamente fechado), e ela disse que estava muito nervosa. eu falei pra ela ficar tranquila, que ninguém precisava saber de nada, e ela disse que tinha pensado que ia transar comigo. perguntei o que ela achava disso. e ela começou a morrer de rir (de nervoso, segundo ela). eu disse que estava com tesão na ideia de tê-la à minha disposição, mas que não queria abusar da necessidade dela. a gostosa veio até o banco onde eu estava sentado e, sem dizer nada, começou a apalpar meu pau.
a verdade é que eu já estava duro como quando era adolescente.
a gostosa disse: "já te falei, vou ser o que você quiser".
eu comi ela em menos de um minuto, tirei a calça dela e comecei a foder, assim na lata, puxando a calcinha dela pro lado, primeiro de papo pro ar no chão e depois ela apoiada no balcão e eu por trás, de quatro. a verdade é que durei muito pouco, por tudo que já falei.
talvez o que mais valha destacar é que, quando a deixei a duas quadras de casa, ela me disse, olhando na minha cara: "se você quiser, vou ser sua putinha".
a verdade é que agora só quero que ela seja, e em qualquer hora a gente foge de novo
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