Tava saindo quando ouvi me chamarem
— Valéria, tem um minuto?
Me virei e lá estava o Fábio com o sorriso de sempre.
— Tô com pressa, Fábio.
— Só dois minutinhos, Vale, vem comigo — ele disse, pegando na minha mão e me levando pro escritório dele.
Entramos e ele me convidou pra sentar num sofá, sentando na poltrona da frente.
— Faz uns dias que queria falar com você. Tô sentindo falta da gente conversar.
— É verdade, Fábio. Já nem lembro quanto tempo faz.
— Me diz, Vale, como é que tá seu casamento?
— Normal, Fábio. Imagino que nem todo mundo. A gente tem dias bons e outros nem tanto.
— Nossa, tô surpreso que vocês duraram tanto — ele disse, sorrindo.
O comentário me pegou de surpresa.
— Por que você diz isso?
— Bom, um pouco por conhecer o Rogério, e outro pouco pelas minhas próprias expectativas.
Fiquei irritada com as palavras do Fábio, mas tentei manter a calma.
— Então me diz, o que você conhece do Rogério que tornava impossível a gente durar? — falei, já puta.
— Não fica brava, Vale, longe de mim te chatear. Acontece que o Rogério sempre gostou de todas as mulheres. Não achei que ele fosse mudar, nem que você fosse tolerar ser enganada.
Um balde de água gelada não teria doído tanto. Era verdade. E agora eu caía na real de que ele provavelmente sempre me traiu.
— As pessoas podem mudar — falei, ofendida. — Aliás, pelo que eu lembro, você era igual — falei, como vingança.
— E continuo sendo. Por isso não casei, Vale. Não quero me comprometer, nem machucar ninguém ao meu redor.
Fiquei muda, mas tentei rebater.
— Mas falta você falar das suas expectativas.
— Não fica mal. Na real, é mais um elogio. A verdade é que sempre te achei gostosa e tive esperança de que, quando você descobrisse como seu marido era, me desse uma chance.
Pronto. Aquele homem tava se insinuando pra mim.
— Não acredito no que tô ouvindo. Achava que o Rogério era seu amigo. Não entendo como você pensa que eu ia me envolver com você.
— Exatamente por isso, Vale. Quando se descobrisse os enganos, você iria querer se vingar, e nada melhor que um bom amigo do seu marido, disse ele se recostando no encosto.
E de repente, a ficha caiu. Olhei para ele de outra perspectiva. Ele tinha razão. Nada melhor que traí-lo com um dos amigos dele. E como por acaso, comecei a ficar excitada de novo. Ali, na minha frente, tinha um prospecto de homem que não tinha nada a ver com o menininho de antes. Esse sabia o que queria e não ia se contentar com uma punheta. Acho que meu olhar denunciou meus pensamentos, porque Fabio, devagar, se levantou e se aproximou da minha poltrona.
Olhei para ele de baixo sem conseguir reagir. Fabio, sem esforço, me pôs de pé e tomou minha boca. O beijo foi tão profundo e possessivo que me deixou sem ar. Nada a ver com os que eu tinha recebido do Leonel, há pouco. Evidentemente, cada homem era diferente.
Sem pensar mais, decidi deixar Fabio conduzir a situação. Com certeza ele tinha experiência em lidar com mulheres casadas e histéricas. Não ia estragar esse momento.
Passaram-se vários minutos onde a língua dele percorreu toda a minha boca. O perfume dele invadia minhas papilas e me deixava tonta. Fechei os olhos para aguçar meus sentidos.
Num momento, ele se afastou de mim, e senti as mãos dele, habilmente, me despirem da cintura para cima. As mãos dele roçaram meus mamilos, e eles endureceram como pedras. Quando ele abaixou minha calça de ginástica, e me sentou de novo na poltrona para tirar meus tênis, as meias e o resto da minha roupa, me deixando completamente nua, só aí abri os olhos e olhei para ele.
Mantendo meu olhar nos olhos dele, ele se levantou e começou devagar a se despir até ficar nu como eu. Aí baixei o olhar e encontrei uma piroca ereta, um pouco mais curta que a do Leonel, mas bem mais grossa que a do jovem e que a do meu marido, que era bem parecida em comprimento.
Ele se ajoelhou de novo e, colocando as mãos debaixo dos meus joelhos, levantou minhas pernas para depois se abaixar e fazer a boca dele trabalhar agora sobre minha buceta molhada e quente. As sensações eram perfeitas. Nunca tinha recebido um tratamento tão experiente. Era óbvio que aquela boca já tinha visitado muitas bucetas e aprendido como enlouquecer as mulheres.
Senti uma verdadeira maré dentro do meu corpo, líquido descendo em busca da minha buceta e, de repente, como se explodisse, um orgasmo avassalador, que me fez ficar tensa como uma corda de violino.
— Ora, ora, Vale. Você tinha energia acumulada, gostosa. Hoje você vai gozar como nunca — disse ele se levantando.
Quando me recuperei do meu clímax, tentei pegar no pau dele, mas ele não deixou.
— Sabe, gostosa. Na sala de massagem tem câmeras, então já sei que você é expert em bater punheta, mas não é nisso que estou pensando. Vira de costas.
Me levantei e subi meus joelhos no sofá, dando as costas pro meu garanhão. Ele se colou em mim, e senti o pau dele esfregando minha virilha de baixo pra cima, me lubrificando com meus próprios fluidos.
De repente, senti a mão dele abrir meus lábios da buceta, e a cabeça do pau dele se posicionou de um jeito impecável. As mãos dele percorreram minhas costas até chegarem aos meus ombros e se agarraram neles.
— Meu sonho vai se realizar agora, Vale. Agora mesmo. Vamos gozar juntos, putinha, juntos — ele dizia enquanto lentamente começava a me preencher com o pau poderoso dele. Até que, finalmente, nossos corpos se fundiram em um só.
— Agora você é minha, putinha. De agora em diante, você não vai conseguir viver sem o meu pau, pode ter certeza — ele disse começando a me bombar.
Segurando com uma mão no encosto do sofá pra não cair pra frente, minha outra mão procurou a perna dele e me agarrei nela. Sentir os músculos tensos dele trabalhando como uma máquina perfeita enquanto me penetrava me enlouqueceu, e em questão de minutos eu estava de novo à beira de outro orgasmo. Fábio percebeu e, pegando um dos meus peitos, começou a brincar com meu mamilo.
— Goza, putinha, goza, me dá esse prazer — ele dizia no meu ouvido e conseguiu me fazer subir mais um degrau no meu tesão, pra terminar caindo num orgasmo mais lento que o anterior, mas igualmente profundo. Fazia anos que não tinha dois orgasmos na mesma cama. Na verdade, muitas vezes eu nem chegava lá com meu marido. O de hoje foi inesquecível.
Quando terminei de gozar, Fabio se afastou e me fez virar. Quando estava ajoelhada no sofá de frente pra ele, ele me pegou pela cintura e, me levantando, colou meu corpo no dele.
— Aponta pra mim, ele ordenou.
Minha mão procurou o pau dele e apontou pro centro da minha buceta. Quando Fabio sentiu que tava na posição, me baixou um pouco pra me enfiar, enquanto eu me agarrava nele com braços e pernas como se fosse uma trepadeira.
Assim, enfiada, Fabio caminhou até me encostar na parede e ali começou de novo a me bombar com gosto. Nossas bocas também se fundiram.
Não podia acreditar que ele tinha tanta resistência. Eu tava ali no ar, sustentada só pelos rins do meu macho, enquanto sentia ele me trabalhando e me perfurando.
Por fim, ele recuou até o sofá e sentou sem deixar de me cravar, pra depois cair pra frente me arrastando junto, os dois deitados no tapete, ele por cima de mim, e minhas pernas pra cima bem abertas pra facilitar a penetração.
— Já não aguento muito mais, ele falou no meu ouvido.
— Me dá tudo, tudo, tudo, eu supliquei, e senti ele se tensar e um jorro quente bater no fundo da minha buceta, seguido de mais vários que me molharam inteira cada canto do meu sexo, enquanto Fabio ia se soltando devagar.
Ficamos ali, até que Fabio virou e ficou do meu lado.
— Preciso ir, falei, tão me esperando em casa.
— O banheiro é ali, ele indicou.
Fui no banheiro me lavar. Sentei na privada e deixei o sêmen do Fabio escorrer. A quantidade que saiu foi inacreditável. Nada a ver com meu marido, que soltava uns gozos mixurucas.
Quando saí, Fabio ainda tava no tapete, agora apoiado num cotovelo, me olhando me vestir.
— O que não entendo é o que aconteceu com a sua... amigão na sala de massagem.
— É amigo do meu filho, e meu filho é cúmplice do pai nas mentiras dele. Vou usar ele pra dar uma lição.
Fabio sorriu.
— Você é má, Vale.
— Fabio, sobre o de hoje, quero te pedir um favor.
— Já sei, Vale, ninguém vai ficar sabendo, disse ele, condescendente.
— Pelo contrário, quero que você conte pra todo mundo. Preciso que chegue aos ouvidos do meu marido.
Fabio caiu na gargalhada.
— E você vai ter muita coisa pra contar, porque esses encontros vão se repetir direto.
— Pode ser, desde que não peça exclusividade, falei já vestida.
— De jeito nenhum, Vale, muito pelo contrário. Me excita te ver enfiada numa farra com vários homens em homenagem ao seu marido.
Olhei pra ele surpresa. Não tinha passado pela minha cabeça sexo em grupo, mas por que não? Se fossem todos como o Fabio, seria bem interessante.
— Depois a gente conversa, agora vou embora.
— Da próxima vez que você vier, espero que guarde um tempinho pra mim e passe me visitar. Ainda tenho umas coisinhas pra te ensinar, disse com um olhar de luxúria indescritível.
— Na próxima vez, e agora tchau, falei saindo e fechando a porta atrás de mim.
Quando cheguei em casa, tava feliz pra caralho. Fiquei um tempão debaixo do chuveiro lembrando do que tinha rolado e sonhando com o que ia rolar. A vida é linda...
— Valéria, tem um minuto?
Me virei e lá estava o Fábio com o sorriso de sempre.
— Tô com pressa, Fábio.
— Só dois minutinhos, Vale, vem comigo — ele disse, pegando na minha mão e me levando pro escritório dele.
Entramos e ele me convidou pra sentar num sofá, sentando na poltrona da frente.
— Faz uns dias que queria falar com você. Tô sentindo falta da gente conversar.
— É verdade, Fábio. Já nem lembro quanto tempo faz.
— Me diz, Vale, como é que tá seu casamento?
— Normal, Fábio. Imagino que nem todo mundo. A gente tem dias bons e outros nem tanto.
— Nossa, tô surpreso que vocês duraram tanto — ele disse, sorrindo.
O comentário me pegou de surpresa.
— Por que você diz isso?
— Bom, um pouco por conhecer o Rogério, e outro pouco pelas minhas próprias expectativas.
Fiquei irritada com as palavras do Fábio, mas tentei manter a calma.
— Então me diz, o que você conhece do Rogério que tornava impossível a gente durar? — falei, já puta.
— Não fica brava, Vale, longe de mim te chatear. Acontece que o Rogério sempre gostou de todas as mulheres. Não achei que ele fosse mudar, nem que você fosse tolerar ser enganada.
Um balde de água gelada não teria doído tanto. Era verdade. E agora eu caía na real de que ele provavelmente sempre me traiu.
— As pessoas podem mudar — falei, ofendida. — Aliás, pelo que eu lembro, você era igual — falei, como vingança.
— E continuo sendo. Por isso não casei, Vale. Não quero me comprometer, nem machucar ninguém ao meu redor.
Fiquei muda, mas tentei rebater.
— Mas falta você falar das suas expectativas.
— Não fica mal. Na real, é mais um elogio. A verdade é que sempre te achei gostosa e tive esperança de que, quando você descobrisse como seu marido era, me desse uma chance.
Pronto. Aquele homem tava se insinuando pra mim.
— Não acredito no que tô ouvindo. Achava que o Rogério era seu amigo. Não entendo como você pensa que eu ia me envolver com você.
— Exatamente por isso, Vale. Quando se descobrisse os enganos, você iria querer se vingar, e nada melhor que um bom amigo do seu marido, disse ele se recostando no encosto.
E de repente, a ficha caiu. Olhei para ele de outra perspectiva. Ele tinha razão. Nada melhor que traí-lo com um dos amigos dele. E como por acaso, comecei a ficar excitada de novo. Ali, na minha frente, tinha um prospecto de homem que não tinha nada a ver com o menininho de antes. Esse sabia o que queria e não ia se contentar com uma punheta. Acho que meu olhar denunciou meus pensamentos, porque Fabio, devagar, se levantou e se aproximou da minha poltrona.
Olhei para ele de baixo sem conseguir reagir. Fabio, sem esforço, me pôs de pé e tomou minha boca. O beijo foi tão profundo e possessivo que me deixou sem ar. Nada a ver com os que eu tinha recebido do Leonel, há pouco. Evidentemente, cada homem era diferente.
Sem pensar mais, decidi deixar Fabio conduzir a situação. Com certeza ele tinha experiência em lidar com mulheres casadas e histéricas. Não ia estragar esse momento.
Passaram-se vários minutos onde a língua dele percorreu toda a minha boca. O perfume dele invadia minhas papilas e me deixava tonta. Fechei os olhos para aguçar meus sentidos.
Num momento, ele se afastou de mim, e senti as mãos dele, habilmente, me despirem da cintura para cima. As mãos dele roçaram meus mamilos, e eles endureceram como pedras. Quando ele abaixou minha calça de ginástica, e me sentou de novo na poltrona para tirar meus tênis, as meias e o resto da minha roupa, me deixando completamente nua, só aí abri os olhos e olhei para ele.
Mantendo meu olhar nos olhos dele, ele se levantou e começou devagar a se despir até ficar nu como eu. Aí baixei o olhar e encontrei uma piroca ereta, um pouco mais curta que a do Leonel, mas bem mais grossa que a do jovem e que a do meu marido, que era bem parecida em comprimento.
Ele se ajoelhou de novo e, colocando as mãos debaixo dos meus joelhos, levantou minhas pernas para depois se abaixar e fazer a boca dele trabalhar agora sobre minha buceta molhada e quente. As sensações eram perfeitas. Nunca tinha recebido um tratamento tão experiente. Era óbvio que aquela boca já tinha visitado muitas bucetas e aprendido como enlouquecer as mulheres.
Senti uma verdadeira maré dentro do meu corpo, líquido descendo em busca da minha buceta e, de repente, como se explodisse, um orgasmo avassalador, que me fez ficar tensa como uma corda de violino.
— Ora, ora, Vale. Você tinha energia acumulada, gostosa. Hoje você vai gozar como nunca — disse ele se levantando.
Quando me recuperei do meu clímax, tentei pegar no pau dele, mas ele não deixou.
— Sabe, gostosa. Na sala de massagem tem câmeras, então já sei que você é expert em bater punheta, mas não é nisso que estou pensando. Vira de costas.
Me levantei e subi meus joelhos no sofá, dando as costas pro meu garanhão. Ele se colou em mim, e senti o pau dele esfregando minha virilha de baixo pra cima, me lubrificando com meus próprios fluidos.
De repente, senti a mão dele abrir meus lábios da buceta, e a cabeça do pau dele se posicionou de um jeito impecável. As mãos dele percorreram minhas costas até chegarem aos meus ombros e se agarraram neles.
— Meu sonho vai se realizar agora, Vale. Agora mesmo. Vamos gozar juntos, putinha, juntos — ele dizia enquanto lentamente começava a me preencher com o pau poderoso dele. Até que, finalmente, nossos corpos se fundiram em um só.
— Agora você é minha, putinha. De agora em diante, você não vai conseguir viver sem o meu pau, pode ter certeza — ele disse começando a me bombar.
Segurando com uma mão no encosto do sofá pra não cair pra frente, minha outra mão procurou a perna dele e me agarrei nela. Sentir os músculos tensos dele trabalhando como uma máquina perfeita enquanto me penetrava me enlouqueceu, e em questão de minutos eu estava de novo à beira de outro orgasmo. Fábio percebeu e, pegando um dos meus peitos, começou a brincar com meu mamilo.
— Goza, putinha, goza, me dá esse prazer — ele dizia no meu ouvido e conseguiu me fazer subir mais um degrau no meu tesão, pra terminar caindo num orgasmo mais lento que o anterior, mas igualmente profundo. Fazia anos que não tinha dois orgasmos na mesma cama. Na verdade, muitas vezes eu nem chegava lá com meu marido. O de hoje foi inesquecível.
Quando terminei de gozar, Fabio se afastou e me fez virar. Quando estava ajoelhada no sofá de frente pra ele, ele me pegou pela cintura e, me levantando, colou meu corpo no dele.
— Aponta pra mim, ele ordenou.
Minha mão procurou o pau dele e apontou pro centro da minha buceta. Quando Fabio sentiu que tava na posição, me baixou um pouco pra me enfiar, enquanto eu me agarrava nele com braços e pernas como se fosse uma trepadeira.
Assim, enfiada, Fabio caminhou até me encostar na parede e ali começou de novo a me bombar com gosto. Nossas bocas também se fundiram.
Não podia acreditar que ele tinha tanta resistência. Eu tava ali no ar, sustentada só pelos rins do meu macho, enquanto sentia ele me trabalhando e me perfurando.
Por fim, ele recuou até o sofá e sentou sem deixar de me cravar, pra depois cair pra frente me arrastando junto, os dois deitados no tapete, ele por cima de mim, e minhas pernas pra cima bem abertas pra facilitar a penetração.
— Já não aguento muito mais, ele falou no meu ouvido.
— Me dá tudo, tudo, tudo, eu supliquei, e senti ele se tensar e um jorro quente bater no fundo da minha buceta, seguido de mais vários que me molharam inteira cada canto do meu sexo, enquanto Fabio ia se soltando devagar.
Ficamos ali, até que Fabio virou e ficou do meu lado.
— Preciso ir, falei, tão me esperando em casa.
— O banheiro é ali, ele indicou.
Fui no banheiro me lavar. Sentei na privada e deixei o sêmen do Fabio escorrer. A quantidade que saiu foi inacreditável. Nada a ver com meu marido, que soltava uns gozos mixurucas.
Quando saí, Fabio ainda tava no tapete, agora apoiado num cotovelo, me olhando me vestir.
— O que não entendo é o que aconteceu com a sua... amigão na sala de massagem.
— É amigo do meu filho, e meu filho é cúmplice do pai nas mentiras dele. Vou usar ele pra dar uma lição.
Fabio sorriu.
— Você é má, Vale.
— Fabio, sobre o de hoje, quero te pedir um favor.
— Já sei, Vale, ninguém vai ficar sabendo, disse ele, condescendente.
— Pelo contrário, quero que você conte pra todo mundo. Preciso que chegue aos ouvidos do meu marido.
Fabio caiu na gargalhada.
— E você vai ter muita coisa pra contar, porque esses encontros vão se repetir direto.
— Pode ser, desde que não peça exclusividade, falei já vestida.
— De jeito nenhum, Vale, muito pelo contrário. Me excita te ver enfiada numa farra com vários homens em homenagem ao seu marido.
Olhei pra ele surpresa. Não tinha passado pela minha cabeça sexo em grupo, mas por que não? Se fossem todos como o Fabio, seria bem interessante.
— Depois a gente conversa, agora vou embora.
— Da próxima vez que você vier, espero que guarde um tempinho pra mim e passe me visitar. Ainda tenho umas coisinhas pra te ensinar, disse com um olhar de luxúria indescritível.
— Na próxima vez, e agora tchau, falei saindo e fechando a porta atrás de mim.
Quando cheguei em casa, tava feliz pra caralho. Fiquei um tempão debaixo do chuveiro lembrando do que tinha rolado e sonhando com o que ia rolar. A vida é linda...
3 comentários - Coroando minha família (2ª parte)