Primeiro quero pedir desculpas pela demora, a verdade é que lembrei de vocês (e com certeza alguém deve ter lembrado da minha mãe, hehe!), mas entre uns problemas no trabalho, a falta de computador (tentei pelo celular, é impossível escrever mais de um parágrafo!), mas aqui vai a quarta e última parte. Intensa, curta, e me esforcei pra não ser só pra cumprir tabela, dediquei tempo e acho que resumi com o máximo de detalhes minhas sensações do que vivi. Chega de papo furado, com vocês...Te recomendo ler as partes anteriores:
Semana de amantes (1) Esperava essas mordidas há anos
Semana de amantes (2) Tô molhada e queimando...
Semana de amantes (3) Me morde o ombro e goza dentro de mimQualquer dúvida, consulta, xingamento, recomendação, sugestão, crítica, sedução, etc, pode me procurar peloMeu perfil do Poringa: CaríciaTextual
Últimas linhas do relato anterior...- Quero pica...
- Tô nem aí pro que você quer.
- EU PRECISO
- Falei que tô nem aí, escolhe: ou é literal e chupa minhas bolas, ou aguenta.
- Não gosto de chupar bo… - puxei o cabelo dela, virando a cabeça, mordi de leve a boca dela pra provocar e falei com voz firme:
- Não perguntei, isso primeiro. E segundo, você gosta de chupar pica, eu sei, mas dessa vez vai aprender a lamber minhas bolas e meu cu, isso me excita, me faz gozar…Mesmo que você goze só duas gotas, eu quero ela dentro.Enquanto eu segurava o cabelo dela, já sentia com meu movimento calculado de cintura como a cabeça do meu pau roçava entre as pernas dela, e eu tentava me aproximar daquela buceta. Nessa posição, ela tinha ficado bem exposta, além do mais, o calor que emanava era tipo um guia de hormônios, suor e desejo que não precisava de palavras nem de mãos pra ajudar na aproximação.
Senti como, empurrando bem devagar, ela se abria pra mim, se partia ao meio aquela buceta que, pelo molhada e quente que tava, imaginava que estava vermelha e até com alguma gota caindo nos lençóis. Realmente era impossível segurar o desejo por muito mais tempo: não era porque não fosse gostoso fazê-la querer, fazer ela reclamar, pedir pra eu meter até o fundo, o problema era se eu conseguia me conter por muito mais tempo.
Já dura que pulsava, firme que doía, molhada minha cabecinha que com certeza ela conseguia diferenciar quais fluidos eram dela e quais eram os que eu produzia, e aquele roçar na vulva dela, que ia de cima pra baixo sem penetrar, dava um roçar muito gostoso: os lábios dela se entreabriram e corriam meu prepúcio, deixando minha cabeça descoberta, isso expunha minha glande ao contato direto com os lábios internos e externos dela, que ficavam macios e sedosos por causa do fluxo em excesso, que com o calor produzia uma sensação tão gostosa de contato íntimo.
- Mete em mim, por favor, não aguento mais - ela pediu, com uma respiração que mostrava dificuldade pra manter um ritmo normal, onde as coxas começavam a tremer e ela tinha movimentos bruscos de cintura que com certeza eram causados por descargas elétricas de prazer entre as pernas dela.
- Vou te fazer 5 filhos se continuarmos assim! - falei, talvez exagerando um pouco minha voz excitada, e sem esperar resposta, comecei a cutucar ela devagar, só apoiando, pra ela sentir as picadinhas que minha cabeça molhada dava nos lábios dela, o toque suave e a retirada.
- Que sejam 5 pares de gêmeos, não tô nem aí!… CHEGA! que você tá me deixando doida, me Você me faz desesperar de tesão e isso me deixa mal - infelizmente já sua voz, num pedido - me excita tanto, mas preciso dela dentro!
Segurei ela pelas clavículas, comi a boca dela e sem que ela percebesse, entre meu movimento cuidadoso e a excitação dela, encaixei a pica e comecei a bombear numa penetração intensa, forte, violenta, realmente rítmica e profunda. Até diria que doíam mais meus ouvidos do que meus ovos, que batiam forte a cada investida, ela gritava, gozava num orgasmo permanente e me molhava todo. Acho que até chegou a mijar um jato de fluidos, não reparei direito, mas eu deixava minha vida em cada penetração, enquanto sentia suas contrações constantes apertando meu pedaço, chupando com os músculos da buceta a porra que se preparava pra entrar de vez no útero, digamos que literalmente, numa estocada profunda que fizesse ela sentir, mais uma vez, calor intenso e prazer.
Não queria me segurar, queria explodir gozo dentro dela, enchê-la mais uma vez, tinha toda intenção de fazer isso sem diminuir o ritmo, mesmo arriscando uma cãibra, mas persistia como na perseguição policial do mais procurado, e a recompensa valia bem a pena, quando ela começou a convulsionar num novo orgasmo: tremia, já não controlava os olhos que reviravam como possessa, o pescoço e peito inteiros floridos de vermelho, os bicos bem marcados e saltando dos peitos brancos dela em cor e formato de melão, a barriga dela se contraía visivelmente num tremor que desceu rítmico pras pernas e terminou sem conseguir gritar... respirava sufocada, de prazer, sorria sem saber, chorava.
Eu continuei o que talvez foi mais um minuto, sentia como fervia a porra, como ardia a pica, como batiam forte as pélvis, os ovos doíam de segurar tanta paixão líquida e ao mesmo tempo no golpe constante, e nisso me aproximando do peito dela, mordendo o pescoço e depois um peito, em duas penetrações onde deixei minha respiração e sanidade mental pra Com a disposição da paixão que compartilhávamos, nós dois, acabamos juntos.
Afogados, ela de novo, eu de intensidade exaustiva, me deixei cair sobre o corpo dela: ambos quentes, suados, o contato da cama e das bocas ardia em nós. Sentíamos aquela formigação característica de excitação e falta de circulação nas mãos e pernas, o coração não sabia se batia, se apaixonava, se saltava do peito ou se punha a descansar. As respirações entrecortadas, o minuto de silêncio, as bocas que se roçavam sem conseguir se beijar, não articulávamos bem o corpo, evidentemente os hormônios estavam fazendo a festa nesse orgasmo.
- Você ainda tá pensando no corno do seu namorado, a mil quilômetros daqui, que acha que você tá passeando tranquilamente por Córdoba? - interrompi pra tirar ela do choque que a gente tava, já um do lado do outro, dedos entrelaçados e olhando pro teto.
- Vivo o momento, vivo com você, te sinto e nada me importa se é tão gostoso a gente estar junto, enquanto durar, dura, enquanto a gente se curte. Sexo é a dois... bom, três, quatro, mas dá pra entender, né? E hoje, tô com você.
Ela subiu em cima de mim agora e me beijou com ternura, com a mão no meu queixo, ainda meio afetados pelas sensações, mas tinha fechado a buceta na minha pergunta que queria incomodar ela, e a verdade é que ela tinha razão.
- Enquanto durar, dura, nesse ritmo, não sei quanto tempo mais vou aguentar.
- Vou te foder enquanto seu pau durar. E se não subir mais, vou fazer você chupar muito meus peitos e meter os dedos na minha buceta, o que for, mas com você - ela enfatizou, e continuou - Com certeza você vai aguentar mais dias, tempo suficiente pra me foder de novo "o outro", o pau de sempre, somos animais de costume. Com amor talvez, mas isso não importa... - começou a mexer a cintura sensual, roçando em mim - Hoje tô com você, te falei, eassim, você goza duas gotinhas, quero elas dentro.
Como é que a gente continua aquela semana de amantes?A verdade é que a gente se divertiu pra caralho, não inovamos muito na parte de brinquedos, mas sim nos ritmos, posições, intensidades, beijos em outras partes do corpo, mas com a mesma paixão que já descrevi. Prometemos, num beijo com mordida de despedida, nos ver de novo, logo… e nessas semanas que demorei por falta de computador (tentei pelo celular, mas é impossível!), parece que tem interesse pra que a recuperação dessas noites de orgasmos, beijos e muita paixão sem love, mas com intensidade e mordidas nas tetas gostosas que ela tem, seja rápida — e minha boca já tá com saudades delas.Presentinho, acho que vocês merecem, uma foto da raba:
Não tão dando mole, não me deixou, mas com certeza deve estar lendo se deixarem comentários.
Semana de amantes (1) Esperava essas mordidas há anos
Semana de amantes (2) Tô molhada e queimando...
Semana de amantes (3) Me morde o ombro e goza dentro de mimQualquer dúvida, consulta, xingamento, recomendação, sugestão, crítica, sedução, etc, pode me procurar peloMeu perfil do Poringa: CaríciaTextual
Últimas linhas do relato anterior...- Quero pica...
- Tô nem aí pro que você quer.
- EU PRECISO
- Falei que tô nem aí, escolhe: ou é literal e chupa minhas bolas, ou aguenta.
- Não gosto de chupar bo… - puxei o cabelo dela, virando a cabeça, mordi de leve a boca dela pra provocar e falei com voz firme:
- Não perguntei, isso primeiro. E segundo, você gosta de chupar pica, eu sei, mas dessa vez vai aprender a lamber minhas bolas e meu cu, isso me excita, me faz gozar…Mesmo que você goze só duas gotas, eu quero ela dentro.Enquanto eu segurava o cabelo dela, já sentia com meu movimento calculado de cintura como a cabeça do meu pau roçava entre as pernas dela, e eu tentava me aproximar daquela buceta. Nessa posição, ela tinha ficado bem exposta, além do mais, o calor que emanava era tipo um guia de hormônios, suor e desejo que não precisava de palavras nem de mãos pra ajudar na aproximação.
Senti como, empurrando bem devagar, ela se abria pra mim, se partia ao meio aquela buceta que, pelo molhada e quente que tava, imaginava que estava vermelha e até com alguma gota caindo nos lençóis. Realmente era impossível segurar o desejo por muito mais tempo: não era porque não fosse gostoso fazê-la querer, fazer ela reclamar, pedir pra eu meter até o fundo, o problema era se eu conseguia me conter por muito mais tempo.
Já dura que pulsava, firme que doía, molhada minha cabecinha que com certeza ela conseguia diferenciar quais fluidos eram dela e quais eram os que eu produzia, e aquele roçar na vulva dela, que ia de cima pra baixo sem penetrar, dava um roçar muito gostoso: os lábios dela se entreabriram e corriam meu prepúcio, deixando minha cabeça descoberta, isso expunha minha glande ao contato direto com os lábios internos e externos dela, que ficavam macios e sedosos por causa do fluxo em excesso, que com o calor produzia uma sensação tão gostosa de contato íntimo.
- Mete em mim, por favor, não aguento mais - ela pediu, com uma respiração que mostrava dificuldade pra manter um ritmo normal, onde as coxas começavam a tremer e ela tinha movimentos bruscos de cintura que com certeza eram causados por descargas elétricas de prazer entre as pernas dela.
- Vou te fazer 5 filhos se continuarmos assim! - falei, talvez exagerando um pouco minha voz excitada, e sem esperar resposta, comecei a cutucar ela devagar, só apoiando, pra ela sentir as picadinhas que minha cabeça molhada dava nos lábios dela, o toque suave e a retirada.
- Que sejam 5 pares de gêmeos, não tô nem aí!… CHEGA! que você tá me deixando doida, me Você me faz desesperar de tesão e isso me deixa mal - infelizmente já sua voz, num pedido - me excita tanto, mas preciso dela dentro!
Segurei ela pelas clavículas, comi a boca dela e sem que ela percebesse, entre meu movimento cuidadoso e a excitação dela, encaixei a pica e comecei a bombear numa penetração intensa, forte, violenta, realmente rítmica e profunda. Até diria que doíam mais meus ouvidos do que meus ovos, que batiam forte a cada investida, ela gritava, gozava num orgasmo permanente e me molhava todo. Acho que até chegou a mijar um jato de fluidos, não reparei direito, mas eu deixava minha vida em cada penetração, enquanto sentia suas contrações constantes apertando meu pedaço, chupando com os músculos da buceta a porra que se preparava pra entrar de vez no útero, digamos que literalmente, numa estocada profunda que fizesse ela sentir, mais uma vez, calor intenso e prazer.
Não queria me segurar, queria explodir gozo dentro dela, enchê-la mais uma vez, tinha toda intenção de fazer isso sem diminuir o ritmo, mesmo arriscando uma cãibra, mas persistia como na perseguição policial do mais procurado, e a recompensa valia bem a pena, quando ela começou a convulsionar num novo orgasmo: tremia, já não controlava os olhos que reviravam como possessa, o pescoço e peito inteiros floridos de vermelho, os bicos bem marcados e saltando dos peitos brancos dela em cor e formato de melão, a barriga dela se contraía visivelmente num tremor que desceu rítmico pras pernas e terminou sem conseguir gritar... respirava sufocada, de prazer, sorria sem saber, chorava.
Eu continuei o que talvez foi mais um minuto, sentia como fervia a porra, como ardia a pica, como batiam forte as pélvis, os ovos doíam de segurar tanta paixão líquida e ao mesmo tempo no golpe constante, e nisso me aproximando do peito dela, mordendo o pescoço e depois um peito, em duas penetrações onde deixei minha respiração e sanidade mental pra Com a disposição da paixão que compartilhávamos, nós dois, acabamos juntos.
Afogados, ela de novo, eu de intensidade exaustiva, me deixei cair sobre o corpo dela: ambos quentes, suados, o contato da cama e das bocas ardia em nós. Sentíamos aquela formigação característica de excitação e falta de circulação nas mãos e pernas, o coração não sabia se batia, se apaixonava, se saltava do peito ou se punha a descansar. As respirações entrecortadas, o minuto de silêncio, as bocas que se roçavam sem conseguir se beijar, não articulávamos bem o corpo, evidentemente os hormônios estavam fazendo a festa nesse orgasmo.
- Você ainda tá pensando no corno do seu namorado, a mil quilômetros daqui, que acha que você tá passeando tranquilamente por Córdoba? - interrompi pra tirar ela do choque que a gente tava, já um do lado do outro, dedos entrelaçados e olhando pro teto.
- Vivo o momento, vivo com você, te sinto e nada me importa se é tão gostoso a gente estar junto, enquanto durar, dura, enquanto a gente se curte. Sexo é a dois... bom, três, quatro, mas dá pra entender, né? E hoje, tô com você.
Ela subiu em cima de mim agora e me beijou com ternura, com a mão no meu queixo, ainda meio afetados pelas sensações, mas tinha fechado a buceta na minha pergunta que queria incomodar ela, e a verdade é que ela tinha razão.
- Enquanto durar, dura, nesse ritmo, não sei quanto tempo mais vou aguentar.
- Vou te foder enquanto seu pau durar. E se não subir mais, vou fazer você chupar muito meus peitos e meter os dedos na minha buceta, o que for, mas com você - ela enfatizou, e continuou - Com certeza você vai aguentar mais dias, tempo suficiente pra me foder de novo "o outro", o pau de sempre, somos animais de costume. Com amor talvez, mas isso não importa... - começou a mexer a cintura sensual, roçando em mim - Hoje tô com você, te falei, eassim, você goza duas gotinhas, quero elas dentro.
* FIM *
Como é que a gente continua aquela semana de amantes?A verdade é que a gente se divertiu pra caralho, não inovamos muito na parte de brinquedos, mas sim nos ritmos, posições, intensidades, beijos em outras partes do corpo, mas com a mesma paixão que já descrevi. Prometemos, num beijo com mordida de despedida, nos ver de novo, logo… e nessas semanas que demorei por falta de computador (tentei pelo celular, mas é impossível!), parece que tem interesse pra que a recuperação dessas noites de orgasmos, beijos e muita paixão sem love, mas com intensidade e mordidas nas tetas gostosas que ela tem, seja rápida — e minha boca já tá com saudades delas.Presentinho, acho que vocês merecem, uma foto da raba:
Não tão dando mole, não me deixou, mas com certeza deve estar lendo se deixarem comentários.
1 comentários - Semana de amantes (4/4) Mesmo que goze 2 gotas, quero dentro