Olá, pessoal!!, tudo bem??, antes de tudo, muito obrigada pelas mensagens, convites e pela boa energia, nunca pensei que me comunicaria com gente de todo o país e alguns do exterior, de verdade, OBRIGADA!!!
Essa experiência é de uns anos atrás, talvez vocês se interessem...
Acontece que minha filha, naquela época, tinha se separado fazia pouco e, depois de superar o luto, estava morrendo de vontade de sair e ter a chance de conhecer alguém. Uns dias antes, ela tinha ido a um churrasco e lá conheceu o Leonel, segundo ela, rolou uma química boa e trocaram os celulares, e assim ficaram, trocando mensagens, ela cheia de esperança de que ele a chamasse pra sair, assim por umas semanas até que marcaram pra um sábado, ela me contava tudo, passo a passo, as novidades.
Nesse sábado, estando como sempre no meu trabalho, recebo uma mensagem dela:
__"Mãe, você não quer ir jantar hoje à noite?"__
Eu sabia que finalmente ela ia sair com esse tal de Leonel, então pergunto se cancelou o encontro ou algo assim, mas não, nada a ver, ela responde:
__"Sim, a gente sai, mas ele vai com um amigo, a Isa tinha me dito que podia, mas acabou de me ligar falando que a cunhada dela tá prestes a dar à luz, você não quer vir?"__
Bom, a verdade é que não sou de sair com ela, prefiro com minhas amigas, não é por nada, mas nunca me senti à vontade nas poucas vezes que saímos juntas, ela não sente isso, mas eu sinto, enfim... eu tinha saído no dia anterior, não dormi muito e no domingo também tinha que trabalhar... com a melhor das intenções, falei que não dava, que tava cansada, que me desculpasse.
__"Mas vai, mãe!!, é só um tempinho, é um jantar, não posso ir sozinha!!"__
Na noite anterior, eu tinha saído com um amigo, um rolê completo com jantar, sobremesa e tudo mais, tava realmente cansada, além de não me sentir muito confortável em sair com ela... de novo, escrevo que tava muito cansada, que me desculpasse, mas não dava, que procurasse alguma amiga.
__"Já não sei mais quem chamar, sei que você não gosta de sairmos juntas, mas vai, vem?"__
Aí minha resposta foi mais cortante, um não, impossível ou algo assim; já estava de mau humor, lembro que naquele dia, sei lá por quê, o lugar tava uma loucura, muito mais do que qualquer sábado à noite... depois de algumas horas, olhei meu celular e não recebi mais mensagens, então achei que o assunto tinha acabado, mas não.
Ao chegar em casa, já de noite, abro a porta e me deparo com ela, vestida pra sair, sentada no sofá.
__"Que bom, já arrumou tudo pra hoje??, com quem você vai??"__ falei enquanto dava um beijo nela.
__"Sim, mãe, com você"__ ela respondeu com o mesmo sorriso com que me recebeu.
__"Como assim??"__ minha cara deve ter dito tudo (dizem que sou muito expressiva com os gestos), ela repetiu a mesma coisa de novo, dessa vez sem mensagens, que eu tava cansada, que não dava, etc. etc., tentei cortar e fui pra cozinha fazer minha rotina de chimarrão, sempre faço isso depois do trabalho, ela me seguiu e, parada na minha frente, disse:
__"É com você ou nada, ninguém pode me acompanhar, se não for você, tenho que cancelar"__ a expressão dela era séria, não tava brincando, vi os olhos dela brilhando, quase chorando, não consegui me segurar, é minha filha e eu amo ela, enfim.
__"Tá bom, como é isso??"__
Ela me abraçou, um abraço longo enquanto dizia obrigada!!!!, aí pegou o celular e começou a digitar, confirmando que ia sair, que conseguiu com quem ir, me disse de novo que era um jantar, só um tempinho, jantar e a gente ia embora cedo.
__"Olha, eu vou com você, vou de boa, mas só isso, nem sei quem é seu amigo e
muito menos o amigo dele"__
__"Sim, óbvio!!!, você vai me acompanhar, só isso, até que é alguém da sua idade, é um tio dele"__
O jantar era às 23h, não tinha muito tempo, então fui rápido tomar banho e depois fui pro meu quarto me vestir, ela tava vestida com uma mini preta, regata preta e salto, achei engraçado me vestir igual, então foi isso, mãe e filha vestidas iguais, obviamente tinha diferenças, ela morena, eu loira, ela 26 anos, eu quase 50; assim que ela me viu Nós rimos juntas, foi divertido se ver assim.
Já no táxi, ela troca mensagem com o Leonel e avisa que a gente tava a caminho. O lugar era em Ramos Mejía, chegamos um pouco mais tarde, eles já estavam lá. Assim que a gente desceu do carro, eles se aproximaram e a gente se apresentou na hora.
Leonel era magro, cabelo curto, pele branca, tava de camisa branca e jeans, muito simpático e educado. O tio dele se chamava Daniel, à primeira vista parecia ter a minha idade ou um pouco mais, tava vestido formal, calça social, camisa polo e também muito educado e gentil igual o sobrinho.
Depois de nos apresentarmos, entramos no lugar. Era uma balada que naquela hora servia jantar e show, e mais tarde iam tirar as mesas e virar pista de dança. Eu tinha imaginado um jantar mais formal, num restaurante ou numa churrascaria, pensei em reclamar pra minha filha, mas vi ela tão feliz que não falei nada. Já tava lá, já era.
Na mesa, eu sentei do lado dela enquanto os dois sentaram na nossa frente. Claro, Leonel na frente do meu filho e Daniel na minha frente. Antes do jantar, a gente aproveitou pra bater um papo, nada demais, o volume da música tava alto e a gente tinha que se esforçar pra se entender. Mesmo assim, era o básico de sempre, perguntas sobre trabalho, vida e tal. Do mesmo jeito, era mais fácil pra mim, por questão de proximidade, conversar com minha filha do que com qualquer um deles. A mesma coisa pra eles, a gente ficava cochichando muito com quem tava do lado, eles também. De vez em quando a gente conversava de frente, mas obviamente aproximando as cabeças, senão era impossível. Numa dessas conversas – aproximação com o Daniel – o Leonel se inclina pra entrar junto, assim por uns instantes, não lembro direito, mas era uma piada que fez a gente rir os três. Enquanto eu voltava pra minha posição encostada na cadeira, mantive o olhar no Leonel, peguei ele olhando pras tetas da minha filha e depois pras minhas, e em seguida cochichando no ouvido do tio. Imaginei que ele tava dizendo como a gente era gostosa as duas, sei lá, "olha que gostosa a mãe e a filha", algo assim, e me senti bem. Além do mais, minha filha tava com um sorriso no rosto. grande e isso me confortava.
Durante o jantar, subiu ao palco um humorista, então entre as bocadas e o show, a conversa foi quase nula. Assim que o show terminou, retiraram os pratos, minha filha me faz um sinal e, levantando, diz pra eles que vamos ao banheiro; uma vez lá, ela me fala:
**"Viu que lindo ele é? O que achou?"**
**"Sim, filha, ele é lindo, óbvio!!!"** falei enquanto retocava a maquiagem.
**"Você acha que eu agradei a ele? O que me diz?"**
**"Sim, óbvio!!! Olha só você, tá uma deusa!!"**
Enquanto voltávamos pra mesa, me senti meio mal, lembrava de como ele olhava pros meus peitos. Vi ela tão empolgada que não tive coragem de falar nada, senti que não tinha intimidade suficiente com ela pra essas coisas, com uma amiga com certeza seria diferente (aliás, já aconteceu comigo). Mal sentamos, eles se levantaram e foram juntos ao banheiro, enquanto a segunda parte do show começava. Eu pensava: bom, talvez tenha sido só aquele olhar, os homens costumam se perder olhando pros peitos, não importa se é a mãe deles, talvez tenha sido só isso, também não tinha nada de certo nas minhas suposições, mas...
Pra minha surpresa, assim que voltaram, eles sentaram, mas não nos lugares de antes, inverteram a ordem, pá... isso me fez estranhar. Pensei que talvez estivesse enganada, mas aquilo era esquisito. Mesmo assim, de início o Leonel continuou puxando papo com minha filha, mas aos poucos foi conversando cada vez mais comigo. Eu, sem ser grossa, tentava não dar muita trela, pensava na minha filha e me sentia desconfortável com tudo aquilo; no entanto, ela não fazia o mesmo com o Daniel, as conversas deles eram mais longas, mas sempre que podia, ela dirigia o olhar pro Leonel. Daí a pouco, quase antes de tirarem a mesa, eles pediram um champanhe que a gente acabou bebendo no balcão. As mesas e cadeiras já tinham sido retiradas, então, em pé, formamos um círculo e continuamos a conversa em grupo enquanto bebíamos. A verdade é que os dois eram muito simpáticos, ainda mais com o álcool fazendo efeito.
**"Agora..."** Sim, vou indo, filha" — sussurrei no ouvido dela.
"Não!!! Espera um pouco, com certeza agora ele vai chegar em mim, não seja má, espera!!" —
Eu tentava não olhar para o Leonel, mas toda vez que olhava, os olhos dele estavam fixos em mim. Não sabia nada sobre ele, talvez fosse um histérico e só estivesse brincando comigo. Não tive coragem de falar nada para ela. As pessoas continuavam entrando no lugar, eles pediram outra garrafa de champanhe e a gente continuava rindo das besteiras que o Leonel e o tio dele falavam. Apesar de tudo, meu cansaço estava aparecendo. Olhava para minha filha e para o Leonel e não via nada avançar, e a verdade é que me dava vergonha ir embora naquele momento, me sentia a vilã do filme. Quase sem pensar, peguei minha filha pela mão e, dando alguns passos, comecei a dançar. Ela se surpreendeu, mas na hora seguiu meus movimentos. Era música latina, muito divertida de dançar. Eles nos olhavam, conversavam entre si e riam, talvez achassem estranho ver mãe e filha, vestidas iguais, dançando, sei lá.
Eu só esperava aquele momento em que o Leonel chegasse na minha filha para ficar em paz e poder voltar para casa sem nenhum remorso. Imaginei que dançar na frente dele o animaria um pouco mais, mas nada. A gente continuava dançando sozinhas e eles ali, apoiados no balcão, com uma taça na mão, nos olhando. Daí a pouco começou o reggaeton e não pensei duas vezes, comecei a rebolar. Minha filha primeiro ficou parada me olhando (acho que nunca me viu dançar assim) e depois vi ela tentando imitar meus passos e movimentos. Foi muito divertido, a gente se olhava e ria muito. Por um momento, esqueci dos nossos homens olhando. A dança e os movimentos de quadril eram para eles. De vez em quando eu parava e puxava a minissaia que subia muito fácil. Sem parar de dançar, olhava para minha filha se levantando do chão, mexendo a bunda, quando vejo o Leonel pegá-la por trás e se encaixar no movimento dela. Quase ao mesmo tempo, sinto umas mãos pegando minha cintura. Era o Daniel. Ele me segurava ali e só. Eu continuei... Movendo-me livremente, as mãos dele se encaixaram no meu corpo e seguiam o trajeto tanto pra cima quanto pra baixo. Senti que minha minissaia subiu de novo e, quando ia puxá-la pra baixo, ele gentilmente a abaixou.
__"Valeu"__ falei, virando a cabeça sem parar de dançar.
Ele segurou meus quadris no mesmo lugar e, devagar, encostou a virilha na minha bunda. Foi sutil, mas senti a presença dele. Eu me soltava dali por um tempo e, de vez em quando, voltava pra aquela espécie de base, me esfregava uns segundos nele e voltava a dançar. Enquanto isso, minha filha dançava com o Leonel, não um rebolado, mas algo mais tradicional, de mãos dadas e, de vez em quando, aproximando as cabeças. Eu me senti inspirada, então, soltando suavemente das mãos do Daniel, comecei a dançar sozinha. Me senti muito bem fazendo aqueles movimentos, esqueci da minha filha, do Daniel, do Leonel, de que estava cansada e de todo o resto. Fiquei assim um tempão, de olhos fechados, ouvindo a música e dançando, até que sinto umas mãos me pegarem pela cintura de novo. Pensei que o Daniel tinha se cansado de ficar parado e estava tomando posse do meu corpo de novo, mas não. Dessa vez, as mãos seguravam mais forte e, olhando pro lado, vi minha filha dançando suavemente com o Daniel. Quase me virei, ainda sem entender, e vejo o Leonel atrás de mim.
__"O que cê tá fazendo??"__ falei, parando de dançar.
__"Desculpa!! desculpa!!!... hahaha, de costas vocês duas são iguais!!"__
Ele continuava atrás de mim. Eu virava a cabeça pra falar com ele, enquanto minha filha seguia dançando, parecia não perceber nada.
__"Volta pra minha filha, quer..."__
__"Daqui a pouco, Betty, quero dançar com você!!"__
__"Beleza, dança com ela, eu tô dançando com seu tio"__
__"Mas ela não dança reggaeton!!"__
__"Bom, não importa, dança com ela"__
__"Qual é, só um pouquinho!!... até porque ela me autorizou"__
__"Ela??"__
Ele não respondeu. Pegou minha mão com decisão, sem violência, mas com firmeza, como se eu fosse a mulher dele, a namorada, a parceira. Senti como um malandro guiando a sua mina, sem nenhum rodeio. Duda, ele me levou até onde minha filha estava com o Daniel.
__"Sua mãe não acredita em mim, Silvia"__
__"Como??"__ ela não entendia nada, ele fez a pergunta de novo na minha frente, assim aos gritos, e ela aos risos me disse:
__"Óbvio, mãe!!! Vai, anda, que você dança pra caralho, não me faz passar vergonha!!"__
Ela tava feliz, mas já meio bêbada a essa altura. Vi ela voltar a dançar com o Daniel, agora recostada no ombro dele, enquanto o Leonel, sem soltar minha mão e com a mesma determinação, me levou pro mesmo lugar de antes. Por trás, ele segurou minha cintura e fez movimentos pra eu começar a dançar; eu comecei timidamente a rebolar, as mãos firmes dele deixavam eu me mexer à vontade. Fechei os olhos de novo e me deixei levar pela música. Tudo parecia igual com o Daniel, mas não. Quando encostei minha bunda na virilha dele, senti um volume duro roçando. Longe de me intimidar, comecei a esfregar de leve, sentia uma ponta apontando pra minha nádega, me afastava e me aproximava à vontade. Senti as mãos dele me segurarem mais forte e aí sim, senti aquele volume deslizar pro meu meio e finalmente estacionar bem ali, no meio da minha bunda. Abaixei ainda mais minhas costas e senti aquela pressão ainda mais dentro de mim, foi como se o carro estacionasse mais pra dentro da garagem. Ele empurrava o corpo dele com força contra o meu, uma das mãos já acariciava minha bunda por cima da minha bunda. Me senti nua e, sim, de fato, parte da minha bunda tava no ar. Sem me desgrudar, abaixei minha mini de novo pro lugar. As mãos dele acariciavam minhas costas. Procurei minha filha, mas não vi ela. Congelei, pensei que talvez ela estivesse me olhando de algum lugar. Endireitei as costas e empurrei o peito dele. Já de pé, procurei minha filha, mas não via ela. Ele adivinhou minha intenção e, apontando pra uns sofás, nos aproximamos devagar. Lá estava ela, quase dormindo, nos braços do Daniel. Segundo ele, estavam se beijando e ela dormiu.
__"Bom, pronto... vou pedir um Uber e a gente vai"__
__"Não, Betty, nada de Uber, deixa que a gente leva vocês"__ Leonel disse:
__"Não, obrigado, mas moramos longe, deixa eu pedir um remis e pronto"__
__"De jeito nenhum, vem comigo até o carro pra eu estacionar na frente e a gente leva ela"_ disse Leonel.
__"É, pode ir, vão buscar o carro, eu fico aqui cuidando dela"_ disse Daniel.
Cara, pensei que a melhor opção era a do remis e pronto, mas beleza, ele pegou minha mão de novo com decisão e a gente foi pra porta. Já fora do bar, começamos a andar, ele soltou minha mão e passou o braço nas minhas costas, me segurando pela cintura. Eu tava com um pouco de frio, então fui cruzando os braços, meio que escondendo meus peitos; andamos umas quadras pela avenida e depois viramos numa rua, uma espécie de beco pouco movimentado.
__"Muito obrigada mesmo, hein, não precisava"__ falei sem olhar pra ele.
__"Não, de nada!!"_ ele respondeu enquanto apontava pro carro dele, uma Renault Kangoo verde.
Ele abriu as portas e a gente entrou.
__"Fica tranquila, ela não tem nada"_ ele me disse.
__"É, eu sei, óbvio... é que, bom, não tô acostumada a ver ela assim, haha"__
__"Vocês nunca saem juntas?"__
__"Não, não, de jeito nenhum, hoje eu acompanhei ela porque não tinha com quem vir"__
__"Sério?"__
__"É, sério, ela tava morrendo de vontade de te ver, sabe"__
__"Bom, eu também, gosto muito da Silvia"__
__"Ok, então chama ela pra sair outra noite, ela se separou faz um tempo e, bom, precisa conhecer alguém, você entende..."__
__"Se eu não conhecesse a mãe, com certeza faria isso, hahaha"__
__"Você é um!!!"__
__"Quando vi vocês dançando de costas, falei pro meu tio: não acredito que a mãe é mais gostosa que ela!!"__
__"Não seja mau!!! Ela teve um filho há pouco tempo, o corpo dela precisa se recuperar!"__
__"Eu sei, eu sei, ela é muito bonita, mas você tem um rabo, Bety!! E uma bunda!!"__
O comentário dele não me incomodou, me senti à vontade com ele. A mão dele tava acariciando meu cabelo, massageando minha cabeça, me relaxava pra caralho. Minha música chegou de repente, fechei... meus olhos e comecei a sentir um sono profundo, pensei na minha filha, talvez não fosse nada para me alarmar, dentro da balada ela estaria segura.
__"Vem, descansa um pouco"__ ele me disse e acomodou minha cabeça nas pernas dele, minha bochecha apoiou na virilha dele, meus olhos fechados, senti um perfume gostoso vindo do peito dele, com a mão ele acariciava meu cabelo e tirava do meu rosto, depois passou a mão para minhas costas, assim por um tempo, ia e vinha bem devagar, me sentia muito à vontade e relaxada, quis responder com minha mão no peito dele, mas a camisa não deixava, então desabotoei os botões e, livre do tecido, comecei a acariciar o peito dele (cheio de pelos, do jeito que eu gosto), de baixo pra cima, tocava os mamilos e descia de novo, ouvi os primeiros suspiros dele e enquanto com uma mão acariciava docemente minha bochecha, a outra mão desceu até meus quadris, acariciava à vontade minha bunda, senti que ele enfiou por baixo da minissaia e puxou por uns segundos a tira da minha calcinha fio dental.
__"O que é? Tanga ou fio dental?"__
Sem pensar, levantei com a mão a minissaia até a cintura e, virando meu corpo para ele, esperei o comentário dele.
__"Que lindo que fica em você, Betty!!, que bunda gostosa você tem!!"__
Era uma calcinha fio dental preta, com o triângulo bem pequeno e as tiras bem finas.
Ele levantou ainda mais a minissaia e apalpou sem vergonha minhas nádegas, às vezes com o dedo percorria minha racha, brincava que era um homem passeando por um vale, indo das minhas coxas até o ponto mais íntimo do meu ser, onde fazia uma pressão suave, sempre por cima do tecido da calcinha fio dental.
Enquanto o volume dele crescia de dureza, enquanto eu continuava massageando o peito dele, usava minha bochecha para roçar na virilha dele, fazia círculos nele, a mão direita dele já não percorria tanto, só rondava minha buceta.....ele suspirou de novo e, com decisão, afastou meu rosto para trás e, abaixando rapidamente o zíper, não sem esforço, tirou o pau dele totalmente ereto, aí me pegou pela nuca e me aproximou da virilha dele, estiquei minha língua e pegando ele com minha mão, tentei saborear desde o tronco, tinha um perfume gostoso, tão rico quanto o peito dela, então passar minha língua foi um prazer pra mim, a virilha dela também não estava depilada, o que fazia o perfume concentrar mais o sabor, enquanto eu continuava lambendo docemente, senti os dedos dela se enfiarem na minha buceta, eu estava prestes a colocar os testículos dele na minha boca, mas não aguentei mais, então sem tirar a língua, subi até a ponta e ali sim, cobri com minha boca, o perfume tão gostoso já se misturava com o cheiro do gozo, percebi que ele tinha gozado um pouco ou estava prestes a gozar tudo, então pegando o pau dele com minha mão, comecei a chupar o pau dele, sentia que minha boca a qualquer momento receberia o sêmen dele, minha saliva cada vez mais grossa se misturava com o gozo dele.
__"Espera... espera..., quero te foder, Betty"__ ele disse enquanto me afastava do pau dele
excitada.
__"Bom sim, outro dia, dá??, deixa eu continuar que tá gostoso, você me toca toda que eu adoro!"__
Quis continuar, mas ele me parou por uns segundos.
__"Sério, Betty, preciso te foder... não me deixa"__ de novo a mão dele parou meu
movimento.
Pensei uns segundos e olhei pra ele
__"Você não aguenta até a próxima?"__
__"Não, Betty, sério, não aguento, quero te foder, gostosa"__
__"Bom, ok, ok, mas você trouxe alguma coisa?"__
Imediatamente, esticando o braço, ele abriu o porta-luvas e tirou uma caixinha da Tulipan.
__"Não me diga que..."__ eu falei
__"Sim, não vou mentir, ia usar com sua filha"__
__"Viu por que não posso sair com ela??, ela sempre fala que eu ofusco ela e tem razão!!"__
__"Bom sim, ela é bonita também, só que você tem um corpão espetacular... não fica
brava, mas você tem uma bunda linda, nada a ver com ela, te vi dançando reggaeton e me
deixou com muito tesão, se não tivesse te conhecido, com certeza estaria com ela, mas é impossível deixar você passar assim... também não é minha culpa, vocês dançavam uma do lado da outra... como não Comparar?..........péssima maçã, você tem sorte, vai, deixa eu te comer, com o tesão que tô
é só um pouquinho, não vou aguentar muito.....quero ver essa bunda em ação"__
Fiquei olhando pra ele, tava falando demais, o pau dele começava a murchar e pousou no meu rosto.
__"Tá bom, vai, só um pouquinho"__ falei
__"Vai, sem problemas, aqui pela Acceso Oeste tem uns lugares"__
__"Você é louco, minha filha ali dentro e quer ir pra um motel??.... de jeito nenhum, se quiser um pouquinho
mas aqui"__
__"Tá bom, sei lá, pensei num lugar legal"__
__"Aqui ou nada, me fala agora"__ falei firme.
__"Tá bom, vai, vamos atrás"__
Ele mexeu um pouco o banco e me ajudou a passar pros bancos de trás, enquanto eu passava ele me segurou um pouco e, puxando minha calcinha fio dental, chupou um pouco minha buceta e beijou várias vezes meu cu, sentei atrás e logo ele veio junto, fizemos uma espécie de conchinha mas sentados, eu apalpava o pau dele já duro de novo enquanto ele mexia num dos meus peitos e beijava meu pescoço e orelha, masturbei ele um pouco, o gozo dele saía de novo aos poucos, de vez em quando eu levava até minha boceta e roçava nele, ele se afastou um pouco, ouvi o barulho da embalagem da camisinha, isso sempre me excita, comecei a me tocar mas na hora ele puxou minha mão e aproximou o pau já envelopado na minha buceta, senti ele rodeando e adorei, tratei de abrir minha bunda o máximo possível, isso enlouqueceu ele
__"Uhh ....mas que putinha gostosa você é, Betty"__ ele falou enquanto puxava minha calcinha e enfiava o pau em mim. Senti a penetração até o fundo, não era dotado nem nada mas senti mesmo assim, primeiro fiquei com a mão abrindo minha raba pra depois deixar ela ser apertada e sentir a ida e volta, ele me comia bem, mexia meu corpo no ritmo dele, não era o mais confortável mas assim gozamos os dois, olhei pela janela, sentia que tinha algo mas ao sentir a fodida em mim, fechei os olhos de novo, já não ligava pra mais nada, queria gozar, precisava disso..... pouco depois ele parei
__"Já gozou??"__ perguntei olhando para a calçada.
__"Não, cansei, gostosa, não tô acostumado com isso... não quer se mexer agora você?"__
Sem responder, ainda tinha o pau dele dentro, então comecei a me mover pra trás, não era muito confortável, mas tava tentando.
__"Não, Betty, melhor assim... quero te ver em ação"__ ele me segurou pela cintura e me colocou de frente pro encosto do banco traseiro.
__"E aí??"__ falei
__"Assim, linda... se mexe aí... dança com meu pau dentro, vai"__
__"Sem música??... haha. Esquece!!"__
Sem sair de dentro de mim, vi ele esticar o braço pro som do carro, não alcançava, mas encostando o corpo no meu conseguiu. Procurou um pouco até achar uma estação de rádio, reggaeton pesado, aí aumentou o volume e falou:
__"Agora sim, Betty, vai... dança como antes, putinha, vai... rebola com meu pau dentro"__
Eu fechei os olhos, a música batia nos meus ouvidos, não sei se tava muito alta, mas eu sentia assim, penetrando meus ouvidos igual o pau dele penetrava meu ser. Senti uma dupla penetração, ouvidos e buceta... minha dança era limitada, mas já era alguma coisa. Saí do pau dele e, igual tinha feito no baile, comecei a me mexer no ritmo da música, obviamente com bem menos roupa no meio. Era minha bucetinha, o latex e o pau dele, só isso... acariciei com minha bunda o pau dele, assim por um tempo, a música me guiava e quando vinha a parte de rebolado, guiei com a mão o pau dele pra dentro de mim. Juntei meu cabelo com uma mão e, no ritmo da música, assim fodida como tava, me mexi, primeiro em círculos e subindo e descendo devagar, tomando cuidado pra não sair dele... esperava aquela parte, aquela parte da música que faz tudo tremer... e foi assim, quando chegou essa parte, me soltei no rebolado, rápido e forte, minha cintura subia e descia no ritmo frenético, não pensava em parar, mas antes que aquele ritmo acabasse, ele pegou meu cabelo e me puxou pro encosto de cabeça, senti o peito e a virilha dele me apertando firme... foram Dois ou três empurrões até que, dando uns gemidos, finalmente gozo. Ele tira de dentro de mim, mas continua abraçado nas minhas costas, me dando beijinhos no pescoço.
__"Por favor, esquece a minha filha, tá? Não conta nada pra ela, eu te imploro"__, supliquei.
__"Fica tranquila, Betty. Desde que te vi dançar, já esqueci dela"__
Depois de nos ajeitarmos um pouco, fomos de carro até o lugar. Por sorte, ela já estava melhor, então, dormindo do meu lado, nos levou até em casa.
Espero não estar enchendo o saco de vocês. Beijos pra todos!!!!
Essa experiência é de uns anos atrás, talvez vocês se interessem...
Acontece que minha filha, naquela época, tinha se separado fazia pouco e, depois de superar o luto, estava morrendo de vontade de sair e ter a chance de conhecer alguém. Uns dias antes, ela tinha ido a um churrasco e lá conheceu o Leonel, segundo ela, rolou uma química boa e trocaram os celulares, e assim ficaram, trocando mensagens, ela cheia de esperança de que ele a chamasse pra sair, assim por umas semanas até que marcaram pra um sábado, ela me contava tudo, passo a passo, as novidades.
Nesse sábado, estando como sempre no meu trabalho, recebo uma mensagem dela:
__"Mãe, você não quer ir jantar hoje à noite?"__
Eu sabia que finalmente ela ia sair com esse tal de Leonel, então pergunto se cancelou o encontro ou algo assim, mas não, nada a ver, ela responde:
__"Sim, a gente sai, mas ele vai com um amigo, a Isa tinha me dito que podia, mas acabou de me ligar falando que a cunhada dela tá prestes a dar à luz, você não quer vir?"__
Bom, a verdade é que não sou de sair com ela, prefiro com minhas amigas, não é por nada, mas nunca me senti à vontade nas poucas vezes que saímos juntas, ela não sente isso, mas eu sinto, enfim... eu tinha saído no dia anterior, não dormi muito e no domingo também tinha que trabalhar... com a melhor das intenções, falei que não dava, que tava cansada, que me desculpasse.
__"Mas vai, mãe!!, é só um tempinho, é um jantar, não posso ir sozinha!!"__
Na noite anterior, eu tinha saído com um amigo, um rolê completo com jantar, sobremesa e tudo mais, tava realmente cansada, além de não me sentir muito confortável em sair com ela... de novo, escrevo que tava muito cansada, que me desculpasse, mas não dava, que procurasse alguma amiga.
__"Já não sei mais quem chamar, sei que você não gosta de sairmos juntas, mas vai, vem?"__
Aí minha resposta foi mais cortante, um não, impossível ou algo assim; já estava de mau humor, lembro que naquele dia, sei lá por quê, o lugar tava uma loucura, muito mais do que qualquer sábado à noite... depois de algumas horas, olhei meu celular e não recebi mais mensagens, então achei que o assunto tinha acabado, mas não.
Ao chegar em casa, já de noite, abro a porta e me deparo com ela, vestida pra sair, sentada no sofá.
__"Que bom, já arrumou tudo pra hoje??, com quem você vai??"__ falei enquanto dava um beijo nela.
__"Sim, mãe, com você"__ ela respondeu com o mesmo sorriso com que me recebeu.
__"Como assim??"__ minha cara deve ter dito tudo (dizem que sou muito expressiva com os gestos), ela repetiu a mesma coisa de novo, dessa vez sem mensagens, que eu tava cansada, que não dava, etc. etc., tentei cortar e fui pra cozinha fazer minha rotina de chimarrão, sempre faço isso depois do trabalho, ela me seguiu e, parada na minha frente, disse:
__"É com você ou nada, ninguém pode me acompanhar, se não for você, tenho que cancelar"__ a expressão dela era séria, não tava brincando, vi os olhos dela brilhando, quase chorando, não consegui me segurar, é minha filha e eu amo ela, enfim.
__"Tá bom, como é isso??"__
Ela me abraçou, um abraço longo enquanto dizia obrigada!!!!, aí pegou o celular e começou a digitar, confirmando que ia sair, que conseguiu com quem ir, me disse de novo que era um jantar, só um tempinho, jantar e a gente ia embora cedo.
__"Olha, eu vou com você, vou de boa, mas só isso, nem sei quem é seu amigo e
muito menos o amigo dele"__
__"Sim, óbvio!!!, você vai me acompanhar, só isso, até que é alguém da sua idade, é um tio dele"__
O jantar era às 23h, não tinha muito tempo, então fui rápido tomar banho e depois fui pro meu quarto me vestir, ela tava vestida com uma mini preta, regata preta e salto, achei engraçado me vestir igual, então foi isso, mãe e filha vestidas iguais, obviamente tinha diferenças, ela morena, eu loira, ela 26 anos, eu quase 50; assim que ela me viu Nós rimos juntas, foi divertido se ver assim.
Já no táxi, ela troca mensagem com o Leonel e avisa que a gente tava a caminho. O lugar era em Ramos Mejía, chegamos um pouco mais tarde, eles já estavam lá. Assim que a gente desceu do carro, eles se aproximaram e a gente se apresentou na hora.
Leonel era magro, cabelo curto, pele branca, tava de camisa branca e jeans, muito simpático e educado. O tio dele se chamava Daniel, à primeira vista parecia ter a minha idade ou um pouco mais, tava vestido formal, calça social, camisa polo e também muito educado e gentil igual o sobrinho.
Depois de nos apresentarmos, entramos no lugar. Era uma balada que naquela hora servia jantar e show, e mais tarde iam tirar as mesas e virar pista de dança. Eu tinha imaginado um jantar mais formal, num restaurante ou numa churrascaria, pensei em reclamar pra minha filha, mas vi ela tão feliz que não falei nada. Já tava lá, já era.
Na mesa, eu sentei do lado dela enquanto os dois sentaram na nossa frente. Claro, Leonel na frente do meu filho e Daniel na minha frente. Antes do jantar, a gente aproveitou pra bater um papo, nada demais, o volume da música tava alto e a gente tinha que se esforçar pra se entender. Mesmo assim, era o básico de sempre, perguntas sobre trabalho, vida e tal. Do mesmo jeito, era mais fácil pra mim, por questão de proximidade, conversar com minha filha do que com qualquer um deles. A mesma coisa pra eles, a gente ficava cochichando muito com quem tava do lado, eles também. De vez em quando a gente conversava de frente, mas obviamente aproximando as cabeças, senão era impossível. Numa dessas conversas – aproximação com o Daniel – o Leonel se inclina pra entrar junto, assim por uns instantes, não lembro direito, mas era uma piada que fez a gente rir os três. Enquanto eu voltava pra minha posição encostada na cadeira, mantive o olhar no Leonel, peguei ele olhando pras tetas da minha filha e depois pras minhas, e em seguida cochichando no ouvido do tio. Imaginei que ele tava dizendo como a gente era gostosa as duas, sei lá, "olha que gostosa a mãe e a filha", algo assim, e me senti bem. Além do mais, minha filha tava com um sorriso no rosto. grande e isso me confortava.
Durante o jantar, subiu ao palco um humorista, então entre as bocadas e o show, a conversa foi quase nula. Assim que o show terminou, retiraram os pratos, minha filha me faz um sinal e, levantando, diz pra eles que vamos ao banheiro; uma vez lá, ela me fala:
**"Viu que lindo ele é? O que achou?"**
**"Sim, filha, ele é lindo, óbvio!!!"** falei enquanto retocava a maquiagem.
**"Você acha que eu agradei a ele? O que me diz?"**
**"Sim, óbvio!!! Olha só você, tá uma deusa!!"**
Enquanto voltávamos pra mesa, me senti meio mal, lembrava de como ele olhava pros meus peitos. Vi ela tão empolgada que não tive coragem de falar nada, senti que não tinha intimidade suficiente com ela pra essas coisas, com uma amiga com certeza seria diferente (aliás, já aconteceu comigo). Mal sentamos, eles se levantaram e foram juntos ao banheiro, enquanto a segunda parte do show começava. Eu pensava: bom, talvez tenha sido só aquele olhar, os homens costumam se perder olhando pros peitos, não importa se é a mãe deles, talvez tenha sido só isso, também não tinha nada de certo nas minhas suposições, mas...
Pra minha surpresa, assim que voltaram, eles sentaram, mas não nos lugares de antes, inverteram a ordem, pá... isso me fez estranhar. Pensei que talvez estivesse enganada, mas aquilo era esquisito. Mesmo assim, de início o Leonel continuou puxando papo com minha filha, mas aos poucos foi conversando cada vez mais comigo. Eu, sem ser grossa, tentava não dar muita trela, pensava na minha filha e me sentia desconfortável com tudo aquilo; no entanto, ela não fazia o mesmo com o Daniel, as conversas deles eram mais longas, mas sempre que podia, ela dirigia o olhar pro Leonel. Daí a pouco, quase antes de tirarem a mesa, eles pediram um champanhe que a gente acabou bebendo no balcão. As mesas e cadeiras já tinham sido retiradas, então, em pé, formamos um círculo e continuamos a conversa em grupo enquanto bebíamos. A verdade é que os dois eram muito simpáticos, ainda mais com o álcool fazendo efeito.
**"Agora..."** Sim, vou indo, filha" — sussurrei no ouvido dela.
"Não!!! Espera um pouco, com certeza agora ele vai chegar em mim, não seja má, espera!!" —
Eu tentava não olhar para o Leonel, mas toda vez que olhava, os olhos dele estavam fixos em mim. Não sabia nada sobre ele, talvez fosse um histérico e só estivesse brincando comigo. Não tive coragem de falar nada para ela. As pessoas continuavam entrando no lugar, eles pediram outra garrafa de champanhe e a gente continuava rindo das besteiras que o Leonel e o tio dele falavam. Apesar de tudo, meu cansaço estava aparecendo. Olhava para minha filha e para o Leonel e não via nada avançar, e a verdade é que me dava vergonha ir embora naquele momento, me sentia a vilã do filme. Quase sem pensar, peguei minha filha pela mão e, dando alguns passos, comecei a dançar. Ela se surpreendeu, mas na hora seguiu meus movimentos. Era música latina, muito divertida de dançar. Eles nos olhavam, conversavam entre si e riam, talvez achassem estranho ver mãe e filha, vestidas iguais, dançando, sei lá.
Eu só esperava aquele momento em que o Leonel chegasse na minha filha para ficar em paz e poder voltar para casa sem nenhum remorso. Imaginei que dançar na frente dele o animaria um pouco mais, mas nada. A gente continuava dançando sozinhas e eles ali, apoiados no balcão, com uma taça na mão, nos olhando. Daí a pouco começou o reggaeton e não pensei duas vezes, comecei a rebolar. Minha filha primeiro ficou parada me olhando (acho que nunca me viu dançar assim) e depois vi ela tentando imitar meus passos e movimentos. Foi muito divertido, a gente se olhava e ria muito. Por um momento, esqueci dos nossos homens olhando. A dança e os movimentos de quadril eram para eles. De vez em quando eu parava e puxava a minissaia que subia muito fácil. Sem parar de dançar, olhava para minha filha se levantando do chão, mexendo a bunda, quando vejo o Leonel pegá-la por trás e se encaixar no movimento dela. Quase ao mesmo tempo, sinto umas mãos pegando minha cintura. Era o Daniel. Ele me segurava ali e só. Eu continuei... Movendo-me livremente, as mãos dele se encaixaram no meu corpo e seguiam o trajeto tanto pra cima quanto pra baixo. Senti que minha minissaia subiu de novo e, quando ia puxá-la pra baixo, ele gentilmente a abaixou.
__"Valeu"__ falei, virando a cabeça sem parar de dançar.
Ele segurou meus quadris no mesmo lugar e, devagar, encostou a virilha na minha bunda. Foi sutil, mas senti a presença dele. Eu me soltava dali por um tempo e, de vez em quando, voltava pra aquela espécie de base, me esfregava uns segundos nele e voltava a dançar. Enquanto isso, minha filha dançava com o Leonel, não um rebolado, mas algo mais tradicional, de mãos dadas e, de vez em quando, aproximando as cabeças. Eu me senti inspirada, então, soltando suavemente das mãos do Daniel, comecei a dançar sozinha. Me senti muito bem fazendo aqueles movimentos, esqueci da minha filha, do Daniel, do Leonel, de que estava cansada e de todo o resto. Fiquei assim um tempão, de olhos fechados, ouvindo a música e dançando, até que sinto umas mãos me pegarem pela cintura de novo. Pensei que o Daniel tinha se cansado de ficar parado e estava tomando posse do meu corpo de novo, mas não. Dessa vez, as mãos seguravam mais forte e, olhando pro lado, vi minha filha dançando suavemente com o Daniel. Quase me virei, ainda sem entender, e vejo o Leonel atrás de mim.
__"O que cê tá fazendo??"__ falei, parando de dançar.
__"Desculpa!! desculpa!!!... hahaha, de costas vocês duas são iguais!!"__
Ele continuava atrás de mim. Eu virava a cabeça pra falar com ele, enquanto minha filha seguia dançando, parecia não perceber nada.
__"Volta pra minha filha, quer..."__
__"Daqui a pouco, Betty, quero dançar com você!!"__
__"Beleza, dança com ela, eu tô dançando com seu tio"__
__"Mas ela não dança reggaeton!!"__
__"Bom, não importa, dança com ela"__
__"Qual é, só um pouquinho!!... até porque ela me autorizou"__
__"Ela??"__
Ele não respondeu. Pegou minha mão com decisão, sem violência, mas com firmeza, como se eu fosse a mulher dele, a namorada, a parceira. Senti como um malandro guiando a sua mina, sem nenhum rodeio. Duda, ele me levou até onde minha filha estava com o Daniel.
__"Sua mãe não acredita em mim, Silvia"__
__"Como??"__ ela não entendia nada, ele fez a pergunta de novo na minha frente, assim aos gritos, e ela aos risos me disse:
__"Óbvio, mãe!!! Vai, anda, que você dança pra caralho, não me faz passar vergonha!!"__
Ela tava feliz, mas já meio bêbada a essa altura. Vi ela voltar a dançar com o Daniel, agora recostada no ombro dele, enquanto o Leonel, sem soltar minha mão e com a mesma determinação, me levou pro mesmo lugar de antes. Por trás, ele segurou minha cintura e fez movimentos pra eu começar a dançar; eu comecei timidamente a rebolar, as mãos firmes dele deixavam eu me mexer à vontade. Fechei os olhos de novo e me deixei levar pela música. Tudo parecia igual com o Daniel, mas não. Quando encostei minha bunda na virilha dele, senti um volume duro roçando. Longe de me intimidar, comecei a esfregar de leve, sentia uma ponta apontando pra minha nádega, me afastava e me aproximava à vontade. Senti as mãos dele me segurarem mais forte e aí sim, senti aquele volume deslizar pro meu meio e finalmente estacionar bem ali, no meio da minha bunda. Abaixei ainda mais minhas costas e senti aquela pressão ainda mais dentro de mim, foi como se o carro estacionasse mais pra dentro da garagem. Ele empurrava o corpo dele com força contra o meu, uma das mãos já acariciava minha bunda por cima da minha bunda. Me senti nua e, sim, de fato, parte da minha bunda tava no ar. Sem me desgrudar, abaixei minha mini de novo pro lugar. As mãos dele acariciavam minhas costas. Procurei minha filha, mas não vi ela. Congelei, pensei que talvez ela estivesse me olhando de algum lugar. Endireitei as costas e empurrei o peito dele. Já de pé, procurei minha filha, mas não via ela. Ele adivinhou minha intenção e, apontando pra uns sofás, nos aproximamos devagar. Lá estava ela, quase dormindo, nos braços do Daniel. Segundo ele, estavam se beijando e ela dormiu.
__"Bom, pronto... vou pedir um Uber e a gente vai"__
__"Não, Betty, nada de Uber, deixa que a gente leva vocês"__ Leonel disse:
__"Não, obrigado, mas moramos longe, deixa eu pedir um remis e pronto"__
__"De jeito nenhum, vem comigo até o carro pra eu estacionar na frente e a gente leva ela"_ disse Leonel.
__"É, pode ir, vão buscar o carro, eu fico aqui cuidando dela"_ disse Daniel.
Cara, pensei que a melhor opção era a do remis e pronto, mas beleza, ele pegou minha mão de novo com decisão e a gente foi pra porta. Já fora do bar, começamos a andar, ele soltou minha mão e passou o braço nas minhas costas, me segurando pela cintura. Eu tava com um pouco de frio, então fui cruzando os braços, meio que escondendo meus peitos; andamos umas quadras pela avenida e depois viramos numa rua, uma espécie de beco pouco movimentado.
__"Muito obrigada mesmo, hein, não precisava"__ falei sem olhar pra ele.
__"Não, de nada!!"_ ele respondeu enquanto apontava pro carro dele, uma Renault Kangoo verde.
Ele abriu as portas e a gente entrou.
__"Fica tranquila, ela não tem nada"_ ele me disse.
__"É, eu sei, óbvio... é que, bom, não tô acostumada a ver ela assim, haha"__
__"Vocês nunca saem juntas?"__
__"Não, não, de jeito nenhum, hoje eu acompanhei ela porque não tinha com quem vir"__
__"Sério?"__
__"É, sério, ela tava morrendo de vontade de te ver, sabe"__
__"Bom, eu também, gosto muito da Silvia"__
__"Ok, então chama ela pra sair outra noite, ela se separou faz um tempo e, bom, precisa conhecer alguém, você entende..."__
__"Se eu não conhecesse a mãe, com certeza faria isso, hahaha"__
__"Você é um!!!"__
__"Quando vi vocês dançando de costas, falei pro meu tio: não acredito que a mãe é mais gostosa que ela!!"__
__"Não seja mau!!! Ela teve um filho há pouco tempo, o corpo dela precisa se recuperar!"__
__"Eu sei, eu sei, ela é muito bonita, mas você tem um rabo, Bety!! E uma bunda!!"__
O comentário dele não me incomodou, me senti à vontade com ele. A mão dele tava acariciando meu cabelo, massageando minha cabeça, me relaxava pra caralho. Minha música chegou de repente, fechei... meus olhos e comecei a sentir um sono profundo, pensei na minha filha, talvez não fosse nada para me alarmar, dentro da balada ela estaria segura.
__"Vem, descansa um pouco"__ ele me disse e acomodou minha cabeça nas pernas dele, minha bochecha apoiou na virilha dele, meus olhos fechados, senti um perfume gostoso vindo do peito dele, com a mão ele acariciava meu cabelo e tirava do meu rosto, depois passou a mão para minhas costas, assim por um tempo, ia e vinha bem devagar, me sentia muito à vontade e relaxada, quis responder com minha mão no peito dele, mas a camisa não deixava, então desabotoei os botões e, livre do tecido, comecei a acariciar o peito dele (cheio de pelos, do jeito que eu gosto), de baixo pra cima, tocava os mamilos e descia de novo, ouvi os primeiros suspiros dele e enquanto com uma mão acariciava docemente minha bochecha, a outra mão desceu até meus quadris, acariciava à vontade minha bunda, senti que ele enfiou por baixo da minissaia e puxou por uns segundos a tira da minha calcinha fio dental.
__"O que é? Tanga ou fio dental?"__
Sem pensar, levantei com a mão a minissaia até a cintura e, virando meu corpo para ele, esperei o comentário dele.
__"Que lindo que fica em você, Betty!!, que bunda gostosa você tem!!"__
Era uma calcinha fio dental preta, com o triângulo bem pequeno e as tiras bem finas.
Ele levantou ainda mais a minissaia e apalpou sem vergonha minhas nádegas, às vezes com o dedo percorria minha racha, brincava que era um homem passeando por um vale, indo das minhas coxas até o ponto mais íntimo do meu ser, onde fazia uma pressão suave, sempre por cima do tecido da calcinha fio dental.
Enquanto o volume dele crescia de dureza, enquanto eu continuava massageando o peito dele, usava minha bochecha para roçar na virilha dele, fazia círculos nele, a mão direita dele já não percorria tanto, só rondava minha buceta.....ele suspirou de novo e, com decisão, afastou meu rosto para trás e, abaixando rapidamente o zíper, não sem esforço, tirou o pau dele totalmente ereto, aí me pegou pela nuca e me aproximou da virilha dele, estiquei minha língua e pegando ele com minha mão, tentei saborear desde o tronco, tinha um perfume gostoso, tão rico quanto o peito dela, então passar minha língua foi um prazer pra mim, a virilha dela também não estava depilada, o que fazia o perfume concentrar mais o sabor, enquanto eu continuava lambendo docemente, senti os dedos dela se enfiarem na minha buceta, eu estava prestes a colocar os testículos dele na minha boca, mas não aguentei mais, então sem tirar a língua, subi até a ponta e ali sim, cobri com minha boca, o perfume tão gostoso já se misturava com o cheiro do gozo, percebi que ele tinha gozado um pouco ou estava prestes a gozar tudo, então pegando o pau dele com minha mão, comecei a chupar o pau dele, sentia que minha boca a qualquer momento receberia o sêmen dele, minha saliva cada vez mais grossa se misturava com o gozo dele.
__"Espera... espera..., quero te foder, Betty"__ ele disse enquanto me afastava do pau dele
excitada.
__"Bom sim, outro dia, dá??, deixa eu continuar que tá gostoso, você me toca toda que eu adoro!"__
Quis continuar, mas ele me parou por uns segundos.
__"Sério, Betty, preciso te foder... não me deixa"__ de novo a mão dele parou meu
movimento.
Pensei uns segundos e olhei pra ele
__"Você não aguenta até a próxima?"__
__"Não, Betty, sério, não aguento, quero te foder, gostosa"__
__"Bom, ok, ok, mas você trouxe alguma coisa?"__
Imediatamente, esticando o braço, ele abriu o porta-luvas e tirou uma caixinha da Tulipan.
__"Não me diga que..."__ eu falei
__"Sim, não vou mentir, ia usar com sua filha"__
__"Viu por que não posso sair com ela??, ela sempre fala que eu ofusco ela e tem razão!!"__
__"Bom sim, ela é bonita também, só que você tem um corpão espetacular... não fica
brava, mas você tem uma bunda linda, nada a ver com ela, te vi dançando reggaeton e me
deixou com muito tesão, se não tivesse te conhecido, com certeza estaria com ela, mas é impossível deixar você passar assim... também não é minha culpa, vocês dançavam uma do lado da outra... como não Comparar?..........péssima maçã, você tem sorte, vai, deixa eu te comer, com o tesão que tô
é só um pouquinho, não vou aguentar muito.....quero ver essa bunda em ação"__
Fiquei olhando pra ele, tava falando demais, o pau dele começava a murchar e pousou no meu rosto.
__"Tá bom, vai, só um pouquinho"__ falei
__"Vai, sem problemas, aqui pela Acceso Oeste tem uns lugares"__
__"Você é louco, minha filha ali dentro e quer ir pra um motel??.... de jeito nenhum, se quiser um pouquinho
mas aqui"__
__"Tá bom, sei lá, pensei num lugar legal"__
__"Aqui ou nada, me fala agora"__ falei firme.
__"Tá bom, vai, vamos atrás"__
Ele mexeu um pouco o banco e me ajudou a passar pros bancos de trás, enquanto eu passava ele me segurou um pouco e, puxando minha calcinha fio dental, chupou um pouco minha buceta e beijou várias vezes meu cu, sentei atrás e logo ele veio junto, fizemos uma espécie de conchinha mas sentados, eu apalpava o pau dele já duro de novo enquanto ele mexia num dos meus peitos e beijava meu pescoço e orelha, masturbei ele um pouco, o gozo dele saía de novo aos poucos, de vez em quando eu levava até minha boceta e roçava nele, ele se afastou um pouco, ouvi o barulho da embalagem da camisinha, isso sempre me excita, comecei a me tocar mas na hora ele puxou minha mão e aproximou o pau já envelopado na minha buceta, senti ele rodeando e adorei, tratei de abrir minha bunda o máximo possível, isso enlouqueceu ele
__"Uhh ....mas que putinha gostosa você é, Betty"__ ele falou enquanto puxava minha calcinha e enfiava o pau em mim. Senti a penetração até o fundo, não era dotado nem nada mas senti mesmo assim, primeiro fiquei com a mão abrindo minha raba pra depois deixar ela ser apertada e sentir a ida e volta, ele me comia bem, mexia meu corpo no ritmo dele, não era o mais confortável mas assim gozamos os dois, olhei pela janela, sentia que tinha algo mas ao sentir a fodida em mim, fechei os olhos de novo, já não ligava pra mais nada, queria gozar, precisava disso..... pouco depois ele parei
__"Já gozou??"__ perguntei olhando para a calçada.
__"Não, cansei, gostosa, não tô acostumado com isso... não quer se mexer agora você?"__
Sem responder, ainda tinha o pau dele dentro, então comecei a me mover pra trás, não era muito confortável, mas tava tentando.
__"Não, Betty, melhor assim... quero te ver em ação"__ ele me segurou pela cintura e me colocou de frente pro encosto do banco traseiro.
__"E aí??"__ falei
__"Assim, linda... se mexe aí... dança com meu pau dentro, vai"__
__"Sem música??... haha. Esquece!!"__
Sem sair de dentro de mim, vi ele esticar o braço pro som do carro, não alcançava, mas encostando o corpo no meu conseguiu. Procurou um pouco até achar uma estação de rádio, reggaeton pesado, aí aumentou o volume e falou:
__"Agora sim, Betty, vai... dança como antes, putinha, vai... rebola com meu pau dentro"__
Eu fechei os olhos, a música batia nos meus ouvidos, não sei se tava muito alta, mas eu sentia assim, penetrando meus ouvidos igual o pau dele penetrava meu ser. Senti uma dupla penetração, ouvidos e buceta... minha dança era limitada, mas já era alguma coisa. Saí do pau dele e, igual tinha feito no baile, comecei a me mexer no ritmo da música, obviamente com bem menos roupa no meio. Era minha bucetinha, o latex e o pau dele, só isso... acariciei com minha bunda o pau dele, assim por um tempo, a música me guiava e quando vinha a parte de rebolado, guiei com a mão o pau dele pra dentro de mim. Juntei meu cabelo com uma mão e, no ritmo da música, assim fodida como tava, me mexi, primeiro em círculos e subindo e descendo devagar, tomando cuidado pra não sair dele... esperava aquela parte, aquela parte da música que faz tudo tremer... e foi assim, quando chegou essa parte, me soltei no rebolado, rápido e forte, minha cintura subia e descia no ritmo frenético, não pensava em parar, mas antes que aquele ritmo acabasse, ele pegou meu cabelo e me puxou pro encosto de cabeça, senti o peito e a virilha dele me apertando firme... foram Dois ou três empurrões até que, dando uns gemidos, finalmente gozo. Ele tira de dentro de mim, mas continua abraçado nas minhas costas, me dando beijinhos no pescoço.
__"Por favor, esquece a minha filha, tá? Não conta nada pra ela, eu te imploro"__, supliquei.
__"Fica tranquila, Betty. Desde que te vi dançar, já esqueci dela"__
Depois de nos ajeitarmos um pouco, fomos de carro até o lugar. Por sorte, ela já estava melhor, então, dormindo do meu lado, nos levou até em casa.
Espero não estar enchendo o saco de vocês. Beijos pra todos!!!!
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