Como comentei no primeiro post, já faz um tempo que me separei da minha ex, mas a gente ainda transa de vez em quando. Com o tempo, experimentamos um monte de coisas que, enquanto éramos um casal, a gente nem tinha conversado.
O que vou contar foi uma das últimas, e talvez uma das mais ousadas até agora.
Eu gostava que a Ana fosse aceitando o que eu propunha, e gostava ainda mais quando ela tomava a iniciativa, mas tinha uma coisa que já fazia um tempo que mexia com a minha cabeça, e eu ainda não tinha coragem de tocar no assunto. Mas chegou um momento em que achei que as condições podiam estar boas pra ela topar. Conheço ela bem, pelo tempo que fomos namorados, e imaginei que seria o mais próximo do ideal pra ela se sentir à vontade.
Concretamente, o que eu queria era dividir ela com outro cara, fazer um menage HMH. E eu sabia que era uma das coisas mais difíceis dela aceitar, embora a gente já tivesse falado sobre isso uma vez, mas só como fantasia, sem nenhuma ideia de botar em prática. Mas, daquela conversa e do conhecimento que tenho dela, achei que talvez ela topasse.
Pra transar, ela precisa ter muita confiança. Em mim ela tem, mas a outra pessoa era importante. Por outro lado, ela se preocupa com privacidade, então é difícil confiar em alguém do nosso círculo. Então eram duas características difíceis de conseguir: confiança e privacidade.
Mas a situação é que um amigo de fora, mais precisamente colombiano, ia visitar Montevidéu, por um congresso da nossa profissão. É alguém de quem já falei muito pra ela, ela sabe que conheço ele bem, e eles não se conhecem pessoalmente. Ele ia embora na semana seguinte, então a privacidade tava garantida.
Faltava pouco tempo pra ele chegar e eu não sabia como tocar no assunto com ela. Com ele, sabia que não teria problema. A gente tinha saído pra jantar e depois ido pra um motel. Os dois morávamos sozinhos, mas às vezes gostávamos de fazer num lugar diferente. Eu tava decidido a tocar no assunto naquela noite, esperando o momento que parecesse mais certo. Geralmente, transar num motel deixava a gente mais solta, conversava mais à vontade.
Depois de um banho juntos, tomar um pouco de champanhe, colocar uma música e ter feito sexo oral um no outro, eu tava comendo ela de quatro — ela adora essa posição, pra mim é difícil achar o ritmo que faça ela gozar sem me fazer gozar rápido demais. A gente tava nessa de mudar o ritmo e se ajeitar quando na TV, que tava passando filme pornô mas no mudo, começou a mostrar um trio HMH, e a mina tava de quatro igual eu tava com ela, só que no chão, e tava chupando o terceiro. Falei pra ela que pra gente se parecer, só faltava mais alguém. Ela sorriu, ficou meio sem graça, e como conheço ela, sabia que isso era um bom sinal. Então não ia deixar passar a oportunidade.
Continuei comendo ela, achei um ritmo que fosse confortável pra mim e que fizesse ela gozar. Peguei no cabelo dela do jeito que eu gosto. Os gemidos dela cada vez mais intensos, lembrei ela que é minha putinha, ela falou que claro que é minha putinha — isso me excita pra caralho, e ela sabe. Quando percebi que ela tava perto do orgasmo, mantive o mesmo ritmo sem soltar o cabelo dela, me aproximei do rosto dela o máximo que pude e falei que ela podia estar chupando uma rola também.
A resposta dela entre os gemidos foi: “Me faz gozar e depois a gente conversa.” Então obedeci, soltei o cabelo dela devagar, voltei pra trás, peguei na cintura dela e acelerei o ritmo. Em poucos segundos, ela teve um orgasmo gostoso e logo depois eu gozei. Ficamos os dois largados na cama, nos beijando e bem cansados.
Depois de descansar, ela foi pro chuveiro e serviu mais champanhe pra gente. Tomei um pouco com ela e fui tomar banho também. Quando voltei, ela tava sentada na cama, vendo outro canal com um trio HMH — dessa vez a mulher montava num dos caras e chupava o outro. Sem dúvida, tava. Ficou interessada.
Então puxei o assunto rápido, fiz uma piada, perguntei se ela estava anotando tudo. Ela riu e ficou meio nervosa de novo. Sentei atrás dela, abracei e fiquei observando os gestos dela por um dos espelhos. Sei que ela se sente mais à vontade pra falar de certos assuntos se eu não olhar na cara dela, mas ao mesmo tempo preciso ver os gestos pra saber como ela reage.
Ela tomou a iniciativa e me perguntou se eu realmente gostaria de compartilhar ela com outra pessoa. Confessei que é algo que passa pela minha cabeça há um tempo e que acho que nós dois poderíamos curtir muito, e que o terceiro ia se divertir pra caralho com uma mulher como ela.
Ela falou dos medos dela, disse que isso era algo que só via como fantasia, mas que não sabia se ia gostar de levar pra realidade. E, entre outras coisas, a dificuldade de encontrar o terceiro.
Aí começamos a falar mais a sério de como poderíamos fazer. Tinha que ser alguém que conhecêssemos, que tivéssemos confiança, mas que ao mesmo tempo não pudesse sair espalhando. Eu já tinha um nome na cabeça, mas não queria soltar tão rápido. Queria que parecesse algo mais natural.
E foi assim, as características foram surgindo sozinhas. Não podia ser amigo ou conhecido próximo dela, porque seria difícil pra ela manter essa amizade, então tinha que ser da minha parte. Também não podia ter contato com o círculo social dela. Num determinado momento, fiz uma pausa e olhei pra ela. Ela me perguntou quem eu tinha em mente. Sorri e falei.
No começo, ela não pareceu gostar da ideia. A primeira coisa que perguntou foi se ele não era muito "velho". Ele é dez anos mais velho que a gente, e ela não curte caras mais velhos, na verdade prefere mais novos. Mas sozinha foi se convencendo de que as outras condições eram quase ideais. Disse que não lembrava como ele era. Ela tinha visto umas fotos, mas fazia muito tempo, então a gente procurou no meu celular. Ela não ficou muito convencida. De vez em quando, ela mesma repetia que era quase ideal.
Num determinado Momento, ela dá uma pausa e me fala: "a gente faz com ele" e termina a taça de champanhe dela.
Ela manda eu deitar, tira a camiseta dela — não tem sutiã, então fica só de fio dental — e começa a me chupar. Ela engole quase tudo, até quase não conseguir respirar. Em certo momento, ela para, tira o fio dental e começa a cavalgar em mim. Ela fala que vai chupar meu amigo assim. Isso excita muito nós dois. Eu seguro nos peitos dela, ela cavalga cada vez mais rápido e depois começa a desacelerar. Ninguém goza. A gente troca de posição: ela cavalga de costas e depois vai pra papai e mamãe. Assim a gente termina, eu um pouco antes dela.
A gente dorme abraçado, estávamos super cansados.
Quando acordo, ela já estava levantada e vestida, saindo do banheiro. Pergunto se já vamos embora e ela diz que sim, que já está quase na hora. Levanto, escovo os dentes e tal. Quando volto, a gente começa a se beijar. Falo que quero uma coisa, ela pergunta o quê, e eu seguro a bunda dela. Ela ri e fala: "já que você quer que o seu amigo me coma, o próximo a comer meu cu é ele" e tira minhas mãos. A gente continua se beijando até o despertador do celular tocar.
Avisamos que vamos embora e saímos. Deixo ela no apartamento dela e vou dormir mais um pouco no meu.
Na mesma tarde, escrevo pro meu amigo, falando que tenho algo especial preparado pra receber ele. Ele começa a fazer perguntas, e quando tudo parecia ser sobre uma mulher, falo que ele está no caminho certo, mas que é uma situação especial. Ele pede pra gente se conectar pelo Skype e eu contar.
Basicamente, conto a verdade, mas sem falar que é minha ex. Digo que é uma amiga, e que a gente queria fazer com ele, mas com as dificuldades reais e tal. Sabia que ele ia aceitar, mas ele pergunta muitos detalhes, e eu respondo.
Uns dias antes de ele chegar, ligo pra Ana pra perguntar se ela podia naquele fim de semana. Ela disse que sim. Combinamos de fazer no meu apartamento e acertamos os outros detalhes.
O que vou contar foi uma das últimas, e talvez uma das mais ousadas até agora.
Eu gostava que a Ana fosse aceitando o que eu propunha, e gostava ainda mais quando ela tomava a iniciativa, mas tinha uma coisa que já fazia um tempo que mexia com a minha cabeça, e eu ainda não tinha coragem de tocar no assunto. Mas chegou um momento em que achei que as condições podiam estar boas pra ela topar. Conheço ela bem, pelo tempo que fomos namorados, e imaginei que seria o mais próximo do ideal pra ela se sentir à vontade.
Concretamente, o que eu queria era dividir ela com outro cara, fazer um menage HMH. E eu sabia que era uma das coisas mais difíceis dela aceitar, embora a gente já tivesse falado sobre isso uma vez, mas só como fantasia, sem nenhuma ideia de botar em prática. Mas, daquela conversa e do conhecimento que tenho dela, achei que talvez ela topasse.
Pra transar, ela precisa ter muita confiança. Em mim ela tem, mas a outra pessoa era importante. Por outro lado, ela se preocupa com privacidade, então é difícil confiar em alguém do nosso círculo. Então eram duas características difíceis de conseguir: confiança e privacidade.
Mas a situação é que um amigo de fora, mais precisamente colombiano, ia visitar Montevidéu, por um congresso da nossa profissão. É alguém de quem já falei muito pra ela, ela sabe que conheço ele bem, e eles não se conhecem pessoalmente. Ele ia embora na semana seguinte, então a privacidade tava garantida.
Faltava pouco tempo pra ele chegar e eu não sabia como tocar no assunto com ela. Com ele, sabia que não teria problema. A gente tinha saído pra jantar e depois ido pra um motel. Os dois morávamos sozinhos, mas às vezes gostávamos de fazer num lugar diferente. Eu tava decidido a tocar no assunto naquela noite, esperando o momento que parecesse mais certo. Geralmente, transar num motel deixava a gente mais solta, conversava mais à vontade.
Depois de um banho juntos, tomar um pouco de champanhe, colocar uma música e ter feito sexo oral um no outro, eu tava comendo ela de quatro — ela adora essa posição, pra mim é difícil achar o ritmo que faça ela gozar sem me fazer gozar rápido demais. A gente tava nessa de mudar o ritmo e se ajeitar quando na TV, que tava passando filme pornô mas no mudo, começou a mostrar um trio HMH, e a mina tava de quatro igual eu tava com ela, só que no chão, e tava chupando o terceiro. Falei pra ela que pra gente se parecer, só faltava mais alguém. Ela sorriu, ficou meio sem graça, e como conheço ela, sabia que isso era um bom sinal. Então não ia deixar passar a oportunidade.
Continuei comendo ela, achei um ritmo que fosse confortável pra mim e que fizesse ela gozar. Peguei no cabelo dela do jeito que eu gosto. Os gemidos dela cada vez mais intensos, lembrei ela que é minha putinha, ela falou que claro que é minha putinha — isso me excita pra caralho, e ela sabe. Quando percebi que ela tava perto do orgasmo, mantive o mesmo ritmo sem soltar o cabelo dela, me aproximei do rosto dela o máximo que pude e falei que ela podia estar chupando uma rola também.
A resposta dela entre os gemidos foi: “Me faz gozar e depois a gente conversa.” Então obedeci, soltei o cabelo dela devagar, voltei pra trás, peguei na cintura dela e acelerei o ritmo. Em poucos segundos, ela teve um orgasmo gostoso e logo depois eu gozei. Ficamos os dois largados na cama, nos beijando e bem cansados.
Depois de descansar, ela foi pro chuveiro e serviu mais champanhe pra gente. Tomei um pouco com ela e fui tomar banho também. Quando voltei, ela tava sentada na cama, vendo outro canal com um trio HMH — dessa vez a mulher montava num dos caras e chupava o outro. Sem dúvida, tava. Ficou interessada.
Então puxei o assunto rápido, fiz uma piada, perguntei se ela estava anotando tudo. Ela riu e ficou meio nervosa de novo. Sentei atrás dela, abracei e fiquei observando os gestos dela por um dos espelhos. Sei que ela se sente mais à vontade pra falar de certos assuntos se eu não olhar na cara dela, mas ao mesmo tempo preciso ver os gestos pra saber como ela reage.
Ela tomou a iniciativa e me perguntou se eu realmente gostaria de compartilhar ela com outra pessoa. Confessei que é algo que passa pela minha cabeça há um tempo e que acho que nós dois poderíamos curtir muito, e que o terceiro ia se divertir pra caralho com uma mulher como ela.
Ela falou dos medos dela, disse que isso era algo que só via como fantasia, mas que não sabia se ia gostar de levar pra realidade. E, entre outras coisas, a dificuldade de encontrar o terceiro.
Aí começamos a falar mais a sério de como poderíamos fazer. Tinha que ser alguém que conhecêssemos, que tivéssemos confiança, mas que ao mesmo tempo não pudesse sair espalhando. Eu já tinha um nome na cabeça, mas não queria soltar tão rápido. Queria que parecesse algo mais natural.
E foi assim, as características foram surgindo sozinhas. Não podia ser amigo ou conhecido próximo dela, porque seria difícil pra ela manter essa amizade, então tinha que ser da minha parte. Também não podia ter contato com o círculo social dela. Num determinado momento, fiz uma pausa e olhei pra ela. Ela me perguntou quem eu tinha em mente. Sorri e falei.
No começo, ela não pareceu gostar da ideia. A primeira coisa que perguntou foi se ele não era muito "velho". Ele é dez anos mais velho que a gente, e ela não curte caras mais velhos, na verdade prefere mais novos. Mas sozinha foi se convencendo de que as outras condições eram quase ideais. Disse que não lembrava como ele era. Ela tinha visto umas fotos, mas fazia muito tempo, então a gente procurou no meu celular. Ela não ficou muito convencida. De vez em quando, ela mesma repetia que era quase ideal.
Num determinado Momento, ela dá uma pausa e me fala: "a gente faz com ele" e termina a taça de champanhe dela.
Ela manda eu deitar, tira a camiseta dela — não tem sutiã, então fica só de fio dental — e começa a me chupar. Ela engole quase tudo, até quase não conseguir respirar. Em certo momento, ela para, tira o fio dental e começa a cavalgar em mim. Ela fala que vai chupar meu amigo assim. Isso excita muito nós dois. Eu seguro nos peitos dela, ela cavalga cada vez mais rápido e depois começa a desacelerar. Ninguém goza. A gente troca de posição: ela cavalga de costas e depois vai pra papai e mamãe. Assim a gente termina, eu um pouco antes dela.
A gente dorme abraçado, estávamos super cansados.
Quando acordo, ela já estava levantada e vestida, saindo do banheiro. Pergunto se já vamos embora e ela diz que sim, que já está quase na hora. Levanto, escovo os dentes e tal. Quando volto, a gente começa a se beijar. Falo que quero uma coisa, ela pergunta o quê, e eu seguro a bunda dela. Ela ri e fala: "já que você quer que o seu amigo me coma, o próximo a comer meu cu é ele" e tira minhas mãos. A gente continua se beijando até o despertador do celular tocar.
Avisamos que vamos embora e saímos. Deixo ela no apartamento dela e vou dormir mais um pouco no meu.
Na mesma tarde, escrevo pro meu amigo, falando que tenho algo especial preparado pra receber ele. Ele começa a fazer perguntas, e quando tudo parecia ser sobre uma mulher, falo que ele está no caminho certo, mas que é uma situação especial. Ele pede pra gente se conectar pelo Skype e eu contar.
Basicamente, conto a verdade, mas sem falar que é minha ex. Digo que é uma amiga, e que a gente queria fazer com ele, mas com as dificuldades reais e tal. Sabia que ele ia aceitar, mas ele pergunta muitos detalhes, e eu respondo.
Uns dias antes de ele chegar, ligo pra Ana pra perguntar se ela podia naquele fim de semana. Ela disse que sim. Combinamos de fazer no meu apartamento e acertamos os outros detalhes.
2 comentários - Segunda história de várias (Parte 1)