Um momento na sala de espera, passando o tempo fazendo besteira... eu me encontro rebatendo entre brancos e edifícios de processos.
Uma manhã qualquer, apinhada de histórias tristes... o conde, vocifera minha voz e emenda uma missão... vou por ela, que supõe passar um longo corredor branco, como se fosse do hospital, mas com mais movimentação...
Começo a caminhar. Olhando para os meus pés... para não perder o fio da paranoia do estreito. Alzo a vista para dar o giro e o vejo.....
Um redondo bunda envolvido em jeans, que se morrem... apertado, alcançando uma definição única, uma voluptuosidade colossal, um envolvimento, uma cintura com cabelo brilhante quase de chuva...
Com a intensidade que me provoca essa modernidade ansiedade, as ações porko rock não se me escapam se me provocam, digo, um pescoço pressionado... um puxão no cabelo, um mordisco na orelha... não quero ser brusca, nem falar de um pinçamento na nuca.
Uma bela e espetacular nalgada, essa foi a escolhida.
De um chilazinho, marquei minha presença e impressão.
Ela, ficou cara a cara, se virou, abriu os olhos... Me viu.
Eu, obviamente sorri com a melhor cara de naipes, disse bom dia e segui meu rumo.
Fiquei a mão com formigamento, que linda nalgada... por dúvidas, nem me animo a dar volta, parece que me mandou.
Sigo meu rumo, deixo a emenda, dou a volta e a vejo. Ela esquiva o olhar... giro pelo corredor novamente até meu lugar de origem, passo pelo banheiro, entro e logo que me quero resgatar, ela está dentro do banheiro comigo.
Me empurrou contra uma parede e com seu braço me bloqueou a garganta em forma perpendicular. Cruzou o olhar, a sustentou, abriu bem os olhos e perguntou enquanto me pressionava mais e mais forte o pescoço Então você gosta de se fazer mal?
Não respondo... fiquei congelada.
A louca me pressionou mais, estava fazendo mal... pensei que não era para tanto...
Quando me disponho a reagir, desprendeu meu calção, meteu a mão rápido e com... Toda sua palma me envolveu a usar a palavra: vagina... uma comissura me delatou, me relaxei... senti e de mais profundo saiu um suspiro... Ela, com seus dedos pressionava em meus lábios, cada pliegue com a palma dava calor.. Eu, começava a derreter. Puro fluir transparente de um desejo que me brotava, abri mais e ela hundiu com mais forças seus dedos, penetrando, tocando cada parede da minha vagina, cada rugosidade... saía e entrava mudando os dedos, o ritmo. Eu, com a boca aberta, lábios em raiva, jadeava... me masturbava com uma energia, com suas unhas, em círculos, apertava meu clitóris, podia sentir o calor de seus dedos dentro de mim.. Eu, incendiada, suada, estremecida... reventada pela ideia de que estávamos no trabalho... Tive um orgasmo. A tipa se deu conta, sacou a mão e desapareceu... Sem ar, voltei ao meu escritório. Atônita, sem nada. Sem a bunda, com o use the word: pussy, sem a palma com minhas mãos na nada.
Uma manhã qualquer, apinhada de histórias tristes... o conde, vocifera minha voz e emenda uma missão... vou por ela, que supõe passar um longo corredor branco, como se fosse do hospital, mas com mais movimentação...
Começo a caminhar. Olhando para os meus pés... para não perder o fio da paranoia do estreito. Alzo a vista para dar o giro e o vejo.....
Um redondo bunda envolvido em jeans, que se morrem... apertado, alcançando uma definição única, uma voluptuosidade colossal, um envolvimento, uma cintura com cabelo brilhante quase de chuva...
Com a intensidade que me provoca essa modernidade ansiedade, as ações porko rock não se me escapam se me provocam, digo, um pescoço pressionado... um puxão no cabelo, um mordisco na orelha... não quero ser brusca, nem falar de um pinçamento na nuca.
Uma bela e espetacular nalgada, essa foi a escolhida.
De um chilazinho, marquei minha presença e impressão.
Ela, ficou cara a cara, se virou, abriu os olhos... Me viu.
Eu, obviamente sorri com a melhor cara de naipes, disse bom dia e segui meu rumo.
Fiquei a mão com formigamento, que linda nalgada... por dúvidas, nem me animo a dar volta, parece que me mandou.
Sigo meu rumo, deixo a emenda, dou a volta e a vejo. Ela esquiva o olhar... giro pelo corredor novamente até meu lugar de origem, passo pelo banheiro, entro e logo que me quero resgatar, ela está dentro do banheiro comigo.
Me empurrou contra uma parede e com seu braço me bloqueou a garganta em forma perpendicular. Cruzou o olhar, a sustentou, abriu bem os olhos e perguntou enquanto me pressionava mais e mais forte o pescoço Então você gosta de se fazer mal?
Não respondo... fiquei congelada.
A louca me pressionou mais, estava fazendo mal... pensei que não era para tanto...
Quando me disponho a reagir, desprendeu meu calção, meteu a mão rápido e com... Toda sua palma me envolveu a usar a palavra: vagina... uma comissura me delatou, me relaxei... senti e de mais profundo saiu um suspiro... Ela, com seus dedos pressionava em meus lábios, cada pliegue com a palma dava calor.. Eu, começava a derreter. Puro fluir transparente de um desejo que me brotava, abri mais e ela hundiu com mais forças seus dedos, penetrando, tocando cada parede da minha vagina, cada rugosidade... saía e entrava mudando os dedos, o ritmo. Eu, com a boca aberta, lábios em raiva, jadeava... me masturbava com uma energia, com suas unhas, em círculos, apertava meu clitóris, podia sentir o calor de seus dedos dentro de mim.. Eu, incendiada, suada, estremecida... reventada pela ideia de que estávamos no trabalho... Tive um orgasmo. A tipa se deu conta, sacou a mão e desapareceu... Sem ar, voltei ao meu escritório. Atônita, sem nada. Sem a bunda, com o use the word: pussy, sem a palma com minhas mãos na nada.
6 comentários - la nalgada!