Isso é uma bobagem, mas é uma das coisas que eu gosto de contar.
Há algumas noites, eu estava na casa da Pau (minha colega da faculdade que é lésbica, sério mesmo). Fui jantar na casa dela porque na minha deu um problema, não tinha luz, eu estava entediada e, como não moramos longe, fui pra lá.
Pedimos umas empanadas, terminamos de comer, nos levantamos para levar as coisas pra cozinha, até que, em um momento, ela me vira, me faz encostar na parede, passando as mãos pelo meu corpo, começa a enfiar as mãos por baixo da blusa e a tocar nos meus peitos (eu sabia que algo ia acontecer, porque quando estou na casa dela, sempre tem alguma coisa, ela faz isso).
Uma das mãos dela começa a descer, ela desabotoa meu jeans, e eu gosto disso, me deixo levar, me entrego, começo a empinar a bunda pra trás, ela começa a abaixar minha calça e, por cima da calcinha, a acariciar minha buceta, que quando estou com ela, fica molhada na hora!
Ela continua me acariciando, até que enfia a mão por baixo da calcinha, eu lá, agarrada na parede, curtindo aqueles dedos que acariciavam os lábios do meu clitóris e me deixavam louca! Mas a coisa mudou de rumo, eu pensei que ela ia me comer ali, mas não!
Ela se aproxima e, sussurrando no meu ouvido, me diz — por causa do tesão que eu estava, não lembro exatamente, mas foi algo assim:
Pau: Lesbianinha, quero fazer uma coisa com você faz tempo.
Eu: O quê? Me fala, você me deixou com muito tesão, faz o que quiser comigo (eu sem saber o que mais ela queria fazer, porque até a bunda ela já tinha feito).
Pau: Quero que a gente brinque de ser lésbicas, mas de verdade.
Eu: Não tô entendendo.
Pau: Quero que a gente seja lésbicas, mas na rua!
Não sei, naquele momento, fiquei surpresa com o que ela disse, não entendi. Me virei, ela tirou a mão da minha buceta, é como se de repente tudo tivesse esfriado um pouco!
Eu: Não tô te entendendo, Pau!
Pau: Quero que a gente saia pra dar uma volta como duas lésbicas, é uma fantasia que tenho com você faz tempo, que a gente se beije no meio da rua, você vai... gostar!!!! Eu: tá bêbada, gata? Nem fodendo, além do mais aqui perto moram uns conhecidos meus, eu morro se me veem!!!! Naquele momento, pela primeira vez, meio que discutimos, porque ela falava que eu só ia na casa dela pra ela me fazer gozar, porra (o que é verdade) e quando ela me pede alguma coisa eu digo não, e tudo mais… Ficamos um tempinho meio brigando, até que a Pau me diz: “Vamos fazer uma aposta. Se você ganhar, você decide. E se eu ganhar, eu decido, mas a gente faz do jeito que eu quiser.” Óbvio, não tinha outra opção a não ser dizer sim. E, na real, eu não sabia se queria ganhar ou perder a aposta. Porque se ela ganhasse, eu ia ter que me submeter ao que ela pedisse, e essas coisas me esquentam, eu gosto de ser submissa, me excita. E se eu ganhasse, provavelmente diria pra não fazermos nada, mas ia ficar com vontade de uma experiência nova, e a verdade é que eu não gosto de ficar com vontade dessas coisas. Bom, a questão é: a Pau vai buscar um baralho e me fala: “Quem tirar o número mais alto ganha.” Ela espalha as cartas na mesa, me manda escolher. Eu tiro um dez (pelas que contei antes, no fundo pensei: que merda!!). A Pau tira a carta dela e sai um ÁS!!!! E ela me diz: “Vamos fazer o que eu mandar, putinha. Você vai realizar uma fantasia que eu tenho com você faz tempo!!!! Mas não seja cuzona, vamos fazer direito.” Eu digo sim… São daqueles momentos que só de pensar no que vai acontecer eu já fico excitada, essa intriga me deixa muito tesuda!!! Ela vai até o guarda-roupa, pega uma saia, curta mas larga (eu tava de jeans e umas botinhas curtas). Ela também coloca uma saia. Eu, nervosa, saímos juntas do apartamento. Na rua, ela me agarra pela mão e andamos assim algumas quadras. Depois, ela me pega pela cintura e eu faço o mesmo. Em um momento (e eu sei que foi de propósito), tinha um casal vindo na nossa direção. Ela vira e me dá um beijo, um beijo suave, mas só pra mostrar o que ela queria: “que fôssemos duas lésbicas”. Ela mora perto do Jardim Botânico. (para quem não conhece, é um lugar enorme (vários quarteirões) mas um dos lados, que deve ter umas cinco quadras seguntas, dá para uma rua bem tranquila.
A questão é que chegamos lá, começamos a andar pelo muro daquela rua que falei, e de repente, pum, ela para, me abraça e começa a me beijar, e eu deixei. Naquela hora passa pouca gente por ali, ela me devora na boca, e eu comecei a ficar excitada!!!!! Estar beijando uma mulher na rua, que nem uma sapatão!!!!! Nem eu conseguia acreditar no que estava fazendo, ela continua me beijando, baixa a mão, acaricia minha perna e começa a subir a mão, e continua subindo, já estava passando por baixo da saia (aí eu percebi por que ela tinha pedido para eu usar aquela saia curtinha)
Já tinha as mãos na minha virilha, e sobe, enquanto continuava me beijando, até tocar minha buceta, as mãos dela na minha buceta, o frio que me fazia sentir quase nua, me deixou muito excitada, ela me pergunta: "Você gosta, lesbinha??? Quer que eu continue???", sim, eu disse continua, continua, estava muito excitada, nunca imaginei fazer uma coisa dessas!!!! Via que algumas pessoas e carros passavam e isso me excitava mais, ela enfiou os dedos, e não sei, mas acho que em dois minutos eu gozei, minhas pernas tremiam, fiz tudo em silêncio, MAS UMA AMIGA ME FEZ TER UM ORGASMO NA RUA!!!!!, ela perguntou: "Você gostou?", sim, vadia, você é uma sem vergonha!!!!!, foi a única coisa que consegui dizer.
Já estava tarde, fomos para a casa dela, que não era mais do que três quadras, abraçadas, entramos de mãos dadas, o porteiro já deve pensar que eu sou uma sapatão de verdade, no elevador nos matamos de tanto beijar, entramos no apartamento dela, fomos direto para a cama, nos despimos, mas não com doçura, foi de forma selvagem, estávamos as duas muito excitadas, ela pede para eu chupar a buceta dela, eu obedeço, enfio os dedos, chupo ela, fodo ela com a língua, e faço ela gozar que nem uma puta
Fizemos a famosa tesoura, esfregando uma na outra, as bucetinhas, por um bom tempo, também nos beijando e nos tocando, até que gozamos de novo novo!!!, Depois ela pega o consolo dela, começa a colocar na minha buceta, minhas pernas totalmente abertas, ela coloca e tira, continua me chamando de "lesbianita", isso me deixava ainda mais excitada, me viro, fico de quatro, oferecendo minha bundinha, ela continua metendo na buceta e começa a colocar na bunda, me pergunta “você gosta?” sim, você sabe que sim, é o que eu digo
Ela parou de colocar na buceta e começou a colocar na bunda, eu já estava pronta para qualquer coisa, até que ela me deu o melhor orgasmo da noite.
Ficamos um tempinho, peladinhas, nos acariciando, na cama e eu fui embora, no dia seguinte, tinha que acordar cedo.
Há algumas noites, eu estava na casa da Pau (minha colega da faculdade que é lésbica, sério mesmo). Fui jantar na casa dela porque na minha deu um problema, não tinha luz, eu estava entediada e, como não moramos longe, fui pra lá.
Pedimos umas empanadas, terminamos de comer, nos levantamos para levar as coisas pra cozinha, até que, em um momento, ela me vira, me faz encostar na parede, passando as mãos pelo meu corpo, começa a enfiar as mãos por baixo da blusa e a tocar nos meus peitos (eu sabia que algo ia acontecer, porque quando estou na casa dela, sempre tem alguma coisa, ela faz isso).
Uma das mãos dela começa a descer, ela desabotoa meu jeans, e eu gosto disso, me deixo levar, me entrego, começo a empinar a bunda pra trás, ela começa a abaixar minha calça e, por cima da calcinha, a acariciar minha buceta, que quando estou com ela, fica molhada na hora!
Ela continua me acariciando, até que enfia a mão por baixo da calcinha, eu lá, agarrada na parede, curtindo aqueles dedos que acariciavam os lábios do meu clitóris e me deixavam louca! Mas a coisa mudou de rumo, eu pensei que ela ia me comer ali, mas não!
Ela se aproxima e, sussurrando no meu ouvido, me diz — por causa do tesão que eu estava, não lembro exatamente, mas foi algo assim:
Pau: Lesbianinha, quero fazer uma coisa com você faz tempo.
Eu: O quê? Me fala, você me deixou com muito tesão, faz o que quiser comigo (eu sem saber o que mais ela queria fazer, porque até a bunda ela já tinha feito).
Pau: Quero que a gente brinque de ser lésbicas, mas de verdade.
Eu: Não tô entendendo.
Pau: Quero que a gente seja lésbicas, mas na rua!
Não sei, naquele momento, fiquei surpresa com o que ela disse, não entendi. Me virei, ela tirou a mão da minha buceta, é como se de repente tudo tivesse esfriado um pouco!
Eu: Não tô te entendendo, Pau!
Pau: Quero que a gente saia pra dar uma volta como duas lésbicas, é uma fantasia que tenho com você faz tempo, que a gente se beije no meio da rua, você vai... gostar!!!! Eu: tá bêbada, gata? Nem fodendo, além do mais aqui perto moram uns conhecidos meus, eu morro se me veem!!!! Naquele momento, pela primeira vez, meio que discutimos, porque ela falava que eu só ia na casa dela pra ela me fazer gozar, porra (o que é verdade) e quando ela me pede alguma coisa eu digo não, e tudo mais… Ficamos um tempinho meio brigando, até que a Pau me diz: “Vamos fazer uma aposta. Se você ganhar, você decide. E se eu ganhar, eu decido, mas a gente faz do jeito que eu quiser.” Óbvio, não tinha outra opção a não ser dizer sim. E, na real, eu não sabia se queria ganhar ou perder a aposta. Porque se ela ganhasse, eu ia ter que me submeter ao que ela pedisse, e essas coisas me esquentam, eu gosto de ser submissa, me excita. E se eu ganhasse, provavelmente diria pra não fazermos nada, mas ia ficar com vontade de uma experiência nova, e a verdade é que eu não gosto de ficar com vontade dessas coisas. Bom, a questão é: a Pau vai buscar um baralho e me fala: “Quem tirar o número mais alto ganha.” Ela espalha as cartas na mesa, me manda escolher. Eu tiro um dez (pelas que contei antes, no fundo pensei: que merda!!). A Pau tira a carta dela e sai um ÁS!!!! E ela me diz: “Vamos fazer o que eu mandar, putinha. Você vai realizar uma fantasia que eu tenho com você faz tempo!!!! Mas não seja cuzona, vamos fazer direito.” Eu digo sim… São daqueles momentos que só de pensar no que vai acontecer eu já fico excitada, essa intriga me deixa muito tesuda!!! Ela vai até o guarda-roupa, pega uma saia, curta mas larga (eu tava de jeans e umas botinhas curtas). Ela também coloca uma saia. Eu, nervosa, saímos juntas do apartamento. Na rua, ela me agarra pela mão e andamos assim algumas quadras. Depois, ela me pega pela cintura e eu faço o mesmo. Em um momento (e eu sei que foi de propósito), tinha um casal vindo na nossa direção. Ela vira e me dá um beijo, um beijo suave, mas só pra mostrar o que ela queria: “que fôssemos duas lésbicas”. Ela mora perto do Jardim Botânico. (para quem não conhece, é um lugar enorme (vários quarteirões) mas um dos lados, que deve ter umas cinco quadras seguntas, dá para uma rua bem tranquila.
A questão é que chegamos lá, começamos a andar pelo muro daquela rua que falei, e de repente, pum, ela para, me abraça e começa a me beijar, e eu deixei. Naquela hora passa pouca gente por ali, ela me devora na boca, e eu comecei a ficar excitada!!!!! Estar beijando uma mulher na rua, que nem uma sapatão!!!!! Nem eu conseguia acreditar no que estava fazendo, ela continua me beijando, baixa a mão, acaricia minha perna e começa a subir a mão, e continua subindo, já estava passando por baixo da saia (aí eu percebi por que ela tinha pedido para eu usar aquela saia curtinha)
Já tinha as mãos na minha virilha, e sobe, enquanto continuava me beijando, até tocar minha buceta, as mãos dela na minha buceta, o frio que me fazia sentir quase nua, me deixou muito excitada, ela me pergunta: "Você gosta, lesbinha??? Quer que eu continue???", sim, eu disse continua, continua, estava muito excitada, nunca imaginei fazer uma coisa dessas!!!! Via que algumas pessoas e carros passavam e isso me excitava mais, ela enfiou os dedos, e não sei, mas acho que em dois minutos eu gozei, minhas pernas tremiam, fiz tudo em silêncio, MAS UMA AMIGA ME FEZ TER UM ORGASMO NA RUA!!!!!, ela perguntou: "Você gostou?", sim, vadia, você é uma sem vergonha!!!!!, foi a única coisa que consegui dizer.
Já estava tarde, fomos para a casa dela, que não era mais do que três quadras, abraçadas, entramos de mãos dadas, o porteiro já deve pensar que eu sou uma sapatão de verdade, no elevador nos matamos de tanto beijar, entramos no apartamento dela, fomos direto para a cama, nos despimos, mas não com doçura, foi de forma selvagem, estávamos as duas muito excitadas, ela pede para eu chupar a buceta dela, eu obedeço, enfio os dedos, chupo ela, fodo ela com a língua, e faço ela gozar que nem uma puta
Fizemos a famosa tesoura, esfregando uma na outra, as bucetinhas, por um bom tempo, também nos beijando e nos tocando, até que gozamos de novo novo!!!, Depois ela pega o consolo dela, começa a colocar na minha buceta, minhas pernas totalmente abertas, ela coloca e tira, continua me chamando de "lesbianita", isso me deixava ainda mais excitada, me viro, fico de quatro, oferecendo minha bundinha, ela continua metendo na buceta e começa a colocar na bunda, me pergunta “você gosta?” sim, você sabe que sim, é o que eu digo
Ela parou de colocar na buceta e começou a colocar na bunda, eu já estava pronta para qualquer coisa, até que ela me deu o melhor orgasmo da noite.
Ficamos um tempinho, peladinhas, nos acariciando, na cama e eu fui embora, no dia seguinte, tinha que acordar cedo.
18 comentários - Les cuento mi vida....Fui una lesbiana
Y hablando de adrenalina ¿alguna vez probaste deportes de riesto? Paracaidismo, puenting o similares
Pd, van 9 puntos
Dejo puntitos.
No crees que algun dia podrias tener una relacion con una mujer
Es que esta sociedad esta cada vez mas desinhibida y creo que no te juzgarian osea que la chupen
Creo que tus viejos lo aceptarian
Ademas de que es tu vida
Como sea el tiempo dira, pero si fuera vos no descartaria la idea
Algun dia lo sabras
Eso me gusta