Como é que vai, minha querida amiga? Por aqui as férias já acabaram, acabamos de chegar de uns dias na praia dos mais excitantes que você pode imaginar. Um dos meus amigos anunciou no chat que tinha alugado uma casa na beira da praia e que a gente podia ir com a família se quisesse, então confirmei rapidinho junto com outro casal de amigos e mais um que não viajava com a parceira.
Chegando, vestimos os trajes de banho. Eva escolheu o de uma peça só, que, mesmo não mostrando muito de frente, por trás era impossível esconder a bunda linda dela. Passamos protetor solar e colocamos o chapéu na bebê e fomos pra piscina.
Minha mulher roubava, como a mais gostosa do lugar, o olhar dos meus amigos e de desconhecidos que não tiravam os olhos da bunda da minha esposa, vários deles pouco se importando que eu estivesse do lado dela. Durante toda aquela tarde na piscina e na praia, passei com uma ereção permanente, e eu, sem falar nada pra ela, provocava situações pros outros verem a bunda dela com calma. Tipo quando eu estava sozinho com ela e nossa bebê na beira do mar, brincando com a areia, construindo montanhas e buracos na mesma velocidade. De repente, Eva vai encher o baldinho da menina com água e, quando se abaixa, abre a bunda pro meu deleite e o de dois amigos que estavam sentados mais atrás, a pouca distância, em linha reta. Assim que ela esvaziou, pedi pra ela trazer toda a água que pudesse e, sem pensar duas vezes, ela voltou pra repetir a mesma ação do mesmo jeito. Antes que ela chegasse na beirada, virei a cabeça pra ver meus amigos, que estavam bem atentos observando tudo, e pra garantir que eles soubessem que eu tinha visto, acenei levantando o braço e sorrindo pra eles. Depois me virei pra não perder nenhum detalhe e deixar eles verem com toda confiança o espetáculo. Eva, de ida e volta, tinha que ajeitar o traje, que aos poucos ia entrando entre as nádegas enquanto ela continuava carregando água. Umas dez vezes mais ou menos. Assim que fez aquilo, resolveu parar e se deitar exausta de barriga pra cima. Eu, com o pau mais duro do mundo, queria me masturbar até gozar, porque só tinha me esfregado de vez em quando por cima da sunga. Quando levantamos pra voltar pra casa, sugeri que ela não se cobrisse, que seria melhor usar o chuveiro na entrada do condomínio antes. Ela topou, talvez sem saber que teríamos que passar na frente dos meus amigos e não teria como evitar que eles vissem de perto a redondeza da bunda dela coberta por uma fina camada de areia.
Entre os amigos que curtiram o show estava o marido da minha amiga, aquela que tinha me dito semanas antes que viu Eva se beijando com outro cara naquele bar. E no fim da tarde, quando as duas mães foram tomar banho e preparar as crianças pra dormir, esse amigo chegou rapidinho e me perguntou como eu tava, enquanto me dava uma cerveja:
— Tudo bem, você sabe, com o trabalho e a menina não sobra muito tempo. Respondi sem fazer mais nada além de devolver a mesma pergunta.
— Igual, tudo certo. E com a Eva, como é que tá? Minha mulher me disse que vocês conversaram há pouco. Quero que você saiba que pode contar comigo se quiser desabafar a qualquer hora.
— Tudo maravilha com a minha esposa, como eu disse pra sua, tá tudo bem.
E depois de uma pausa curta em silêncio, perguntei:
— Você consegue guardar um segredo? Perguntei cheio de nervosismo pelo que ia revelar.
— Claro que sim, você sabe disso.
— É um jogo entre eu e a Eva.
— Algo assim eu já imaginava que podia ser. Sabe que comigo não tem problema nenhum, se é algo combinado entre vocês, respeito. E me conta como é que tá essa parada, se der pra saber.
— Basicamente, eu queria ver a Eva com outro cara e ela quer me agradar.
— Como assim? Ele ficou meio que se perguntando alguma coisa.
Eu só concordei com a cabeça. Levantei e falei em voz alta que ia descansar.
Já no meu quarto, fui deitar ao lado da Eva e, embora ela parecesse ela já estava dormindo, apertei forte uma nádega dela e sussurrei no ouvido que naquela noite deixaria ela descansar, mas que no dia seguinte ela teria que me satisfazer em todas as fantasias que me viessem à cabeça, começando por vestir um biquíni e não usar short cobrindo aquelas bundonas dela, enquanto eu separava as nádegas e passava a mão até onde a posição permitia.
No dia seguinte, depois de tomar café da manhã todos juntos, fomos para a piscina e, assim que nos acomodamos nas espreguiçadeiras, Eva tirou a camiseta comprida que usava por cima de um biquíni vermelho minúsculo que eu já conhecia. Meu pau subiu pela primeira vez no dia e, pra disfarçar um pouco, entrei na água pra nadar com minha filha, me afastando de onde estava a maioria, junto com minha mulher, que estava praticamente com a bunda toda de fora. Consegui ver de longe que ela não se sentou na toalha na hora, mas ficou de pé de frente pra eles, de costas pra mim, fingindo estar interessada em seguir com o olhar onde eu estava com a bebê.
Depois, ela ficou deitada de barriga pra cima conversando com meus amigos, que pareciam estar muito felizes em poder vê-la com puro cinismo, se escondendo atrás dos óculos escuros deles.
Assim, enquanto as horas passavam, eu procurava qualquer desculpa pra me afastar e deixar ela sozinha com eles. Numa volta que dei em casa, ao voltar, me deparei com a cena linda de vê-la deitada de bruços, se bronzeando, coberta completamente com bronzeador que antes de eu sair ela não tinha.
Quis voltar pra casa e me masturbar, porque fiquei intrigado sobre qual dos dois amigos que continuavam ao lado dela tinha sido tão gentil a ponto de ajudar minha esposa a passar bronzeador onde ela não alcançava.
Naquela tarde, depois da hora do almoço, misteriosamente os animadores do condomínio organizaram um concurso de trajes de banho perto da piscina, sem parecer um evento bem planejado, mas sim organizado de propósito.
Imediatamente, todo mundo começou a incentivar Eva a participar e, embora no começo ela tenha recusado, quando Outras 5 garotas aceitaram, eu me aproximei e disse pra ela fazer aquilo por mim, e que fizesse do jeito mais gostoso que pudesse, porque aquilo ia me deixar louco.
Embora todos soubéssemos que minha linda esposa de 1,80 era a vencedora sem precisar do concurso, a gente esperava ansioso pela vez dela desfilar.
Enquanto todo mundo enlouquecia, assobiando e gritando palavras sensuais quando ela estava no centro, ela decidiu se virar e foi se abaixando devagar, abrindo a bunda o máximo que dava, fazendo o biquíni deslizar entre as nádegas e sumir completamente quando ela se levantou, como se fosse uma tanga fio dental. Pra finalizar, deixando o biquíni como estava, ela voltou andando, deixando todo mundo de boca aberta e a decisão tomada.
Depois disso, voltamos pra casa pra que as mulheres e as crianças colocassem o pijama, enquanto a gente continuava bebendo na piscina privativa da casa.
Antes da Eva sair pra dar a janta pro bebê, eu alcancei ela no quarto e falei que tava muito excitado e que com certeza não era o único. Pedi pra ela sair de pijama sexy ou o que mais se parecesse com isso. Ela então me pediu pra cuidar de colocar o bebê pra dormir depois de dar a janta. E eu aceitei antes mesmo dela terminar de falar.
Voltei pros meus amigos pra continuar bebendo e, bem na hora que a esposa do meu amigo se despede, a Eva aparece recém-tomada banho com um pijama de short de tecido bem leve, tipo seda, acho. Enquanto ela ficava na cozinha dando a janta pro bebê, a gente ficava de olho nela de soslaio da varanda, até que ela apareceu no meio da gente, mostrando aquelas pernas lindas e me pedindo pra eu cuidar de colocar o bebê pra dormir enquanto ela tomava uma cerveja.
Fiquei arrepiado, então virei o copo e fui passar um tempão colocando o bebê pra dormir.
Quando voltei, a Eva já tinha tomado mais de uma cerveja, agora bebia de um copo algo mais parecido com uísque com água mineral.
O estranho é que os quatro Estavam todos molhados de novo, como se tivessem acabado de sair da piscina.
Fiz cara de estranheza e, sem eu perguntar nada, alguém me explicou:
— Melhor nem perguntar o que rolou! E todos caíram na risada.
— Ok. — falei, e fui pegar outra bebida pra voltar com uma nova pra cada um. Como quem quer se exibir por algo, parei no centro e, depois de entregar o copo de cada um, pedi pra brindarmos à minha mulher linda e à amizade. Saúde!
Naquela noite, tinha decidido não beber tanto pra poder aproveitar cada momento, mas agia como se estivesse ficando bêbado junto com todo mundo. Já tinha me oferecido pra servir as bebidas deles, então tava no controle de todos, incluindo a Eva, pra quem eu servia doses menores, mas mesmo assim dava pra ver claramente que ela tava bem alta.
A Eva foi o centro das atenções. Ver ela secando o pijama de short aos poucos foi um deleite pra todo mundo. Eu tinha certeza de que todos tinham percebido que ela não tava de calcinha, e o balanço dos peitos dela por baixo da blusona mostrava que também não usava sutiã. Tenho certeza de que, mais de uma vez, todo mundo pegou o celular fingindo ver a hora ou alguma mensagem pra tirar fotos ou vídeos dela. Quando tive oportunidade, falei pra ela, e ela me disse que já tinha notado, que na verdade tinham feito isso praticamente o dia inteiro.
Minha cabeça tava a mil, conseguia imaginar meus amigos batendo uma pras fotos dela. Pedi pra ela dar uma flirtada no amigo que já sabia do nosso jogo, mas ela não gostou da ideia. Em vez disso, propôs fazer isso com meu amigo que foi na viagem com a esposa e a filha. Ele era o mais tímido, na minha opinião, mas ela insistiu, com um olhar de puta.
O outro amigo, que alugou a casa, apagou num sofá, vítima do meu rum com coca.
Num momento a sós com nosso cúmplice, mostrei umas fotos da Eva, ou melhor, da buceta gostosa dela. Como era de se esperar, ele se ofereceu como candidato pra ficar com ela. Prometi que ele ia... proporia por ser meu melhor amigo, mas que ela era quem decidia com quem e até onde queria ir. Era necessário que guardasse absoluto segredo por razões óbvias.
Quando só restávamos nós quatro, Eva começou a dançar comigo como que para deleite dos outros dois, se movia sensualmente e entre brincadeiras levantava sua blusinha ou acariciava as próprias bundas. Por um momento dançou sozinha, até que meu melhor amigo se levantou para dançar com ela depois que eu o convidei com um gesto. Ele a provocou com sutileza, segurava-a suave pela cintura e, como que por acidente, roçava suas nádegas. Eva parecia contente, mas não muito interessada naquele par de dança, e sim em outro.
Quando vieram as músicas norteñas, Eva foi até o sofá onde estava Fermin para puxá-lo para dançar, e aí a festa animou. Eu, que olhava de um banco do outro lado da bancada da cozinha, podia ver em primeiro plano a pista de dança improvisada e, ao fundo, nosso outro amigo já sentado, que estava mais tesudo do que nunca depois do seu turno.
Como o ritmo de banda se dança colado, desde o início ficaram como grudados um no outro, felizmente Fermin é o amigo mais alto que tenho, não mais do que eu, mas mais próximo de Eva.
Pude ver várias vezes como ela se esfregava contra o pau dele, fazia isso com a pélvis o tempo todo, com o quadril e com a bunda com menos frequência, devia ser uma delícia por causa do tecido tão macio do pijama dela contra o tecido leve da bermuda dele, pois ele continuava de sunga e camiseta de manga curta.
Dançaram durante quatro ou cinco músicas, enquanto eles se esfregavam o corpo todo no ritmo da tambora, eu estava com o pau pra fora, me masturbando coberto pelo móvel da bancada. Terminaram de dançar e, de comum acordo, Eva e eu nos despedimos para ir descansar.
Mal cruzamos a porta, queria comê-la com força! Estava intrigado para saber o que tinha acontecido na piscina quando ela entrou novamente de pijama, queria dizer pra ela o quanto eu tava tesudo de ver ela se bronzeando, durante o desfile e quando dançava com o Fermin.
Ela se abriu pra mim enquanto eu enfiava meus dedos, confessou que tava morrendo de vontade de comer o Fermin. Começou me dizendo que ele tinha um pau muito grande e duro. Que de manhã, enquanto eu nadava com a bebê, eles ficaram zoando o tempo todo e era com ele e a esposa dele que ela mais conversava. E sem ela perceber, começaram a trocar olhares e sorrisos, que foi ele quem passou bronzeador nas costas dela inteira, incluindo a bunda, num momento em que a esposa dele foi embora e deixou os dois sozinhos por um instante.
Continuou me falando:
- Ele me disse que ia organizar um concurso de biquíni pra mim.
- Então foi ideia dele.
- Sim, eu não acreditei quando ele falou que já tinha resolvido tudo, ele quase não largava a Paula. A esposa dele.
- E aí, o que aconteceu?
- O concurso inteiro eu fiquei molhada, antes de subir falei pra ele que tava dedicando aquilo a ele, me diverti pra caralho. E mesmo tendo ganhado uma margarita de prêmio, de tarde eu cheguei perto pra agradecer e dizer que queria outro tipo de prêmio. Ele ficou vermelho e eu vi a ereção dele e adivinhei o tamanho do pau.
- O que rolou na piscina?
- Eu tava animada desde cedo e vi a chance de aumentar o tesão com um jogo de verdade ou desafio.
E ela riu de novo e fez cara de putinha. Pedi pra ela continuar enquanto eu passava a língua, lambendo enfiado entre as pernas dela.
E ela seguiu:
- A parada da piscina foi porque eu desafiei ele a entrar na piscina de novo e quando chegou a vez dele, ele me castigou com a mesma coisa. Dentro da piscina, aproveitando a pouca luz daquela área, ele chegou perto e encostou o pau na minha bunda. Eu praticamente sentei no pau dele. Cheguei a pegar com a mão, era muito grande, o que eu daria pra provar. Ele agarrou minha bunda com força, apertou várias vezes até eu sair da piscina, deixando ela bem perto do rosto dele. E durante a dança, bem, você viu tudo. Quase enfiou lá na minha frente de você, eu senti perfeitamente como entrava entre minhas nádegas e empurrava minha calcinha, como se quisesse rasgar a cada tentativa de me penetrar. Eu me mexia mostrando pra ele o quanto desejava aquilo e cheguei a dizer que meu prêmio seria o troféu dele.
Naquela noite ninguém comeu, mas sem dúvida várias gotas foram derramadas em homenagem a Eva. Entre elas, as minhas.
Chegando, vestimos os trajes de banho. Eva escolheu o de uma peça só, que, mesmo não mostrando muito de frente, por trás era impossível esconder a bunda linda dela. Passamos protetor solar e colocamos o chapéu na bebê e fomos pra piscina.
Minha mulher roubava, como a mais gostosa do lugar, o olhar dos meus amigos e de desconhecidos que não tiravam os olhos da bunda da minha esposa, vários deles pouco se importando que eu estivesse do lado dela. Durante toda aquela tarde na piscina e na praia, passei com uma ereção permanente, e eu, sem falar nada pra ela, provocava situações pros outros verem a bunda dela com calma. Tipo quando eu estava sozinho com ela e nossa bebê na beira do mar, brincando com a areia, construindo montanhas e buracos na mesma velocidade. De repente, Eva vai encher o baldinho da menina com água e, quando se abaixa, abre a bunda pro meu deleite e o de dois amigos que estavam sentados mais atrás, a pouca distância, em linha reta. Assim que ela esvaziou, pedi pra ela trazer toda a água que pudesse e, sem pensar duas vezes, ela voltou pra repetir a mesma ação do mesmo jeito. Antes que ela chegasse na beirada, virei a cabeça pra ver meus amigos, que estavam bem atentos observando tudo, e pra garantir que eles soubessem que eu tinha visto, acenei levantando o braço e sorrindo pra eles. Depois me virei pra não perder nenhum detalhe e deixar eles verem com toda confiança o espetáculo. Eva, de ida e volta, tinha que ajeitar o traje, que aos poucos ia entrando entre as nádegas enquanto ela continuava carregando água. Umas dez vezes mais ou menos. Assim que fez aquilo, resolveu parar e se deitar exausta de barriga pra cima. Eu, com o pau mais duro do mundo, queria me masturbar até gozar, porque só tinha me esfregado de vez em quando por cima da sunga. Quando levantamos pra voltar pra casa, sugeri que ela não se cobrisse, que seria melhor usar o chuveiro na entrada do condomínio antes. Ela topou, talvez sem saber que teríamos que passar na frente dos meus amigos e não teria como evitar que eles vissem de perto a redondeza da bunda dela coberta por uma fina camada de areia.
Entre os amigos que curtiram o show estava o marido da minha amiga, aquela que tinha me dito semanas antes que viu Eva se beijando com outro cara naquele bar. E no fim da tarde, quando as duas mães foram tomar banho e preparar as crianças pra dormir, esse amigo chegou rapidinho e me perguntou como eu tava, enquanto me dava uma cerveja:
— Tudo bem, você sabe, com o trabalho e a menina não sobra muito tempo. Respondi sem fazer mais nada além de devolver a mesma pergunta.
— Igual, tudo certo. E com a Eva, como é que tá? Minha mulher me disse que vocês conversaram há pouco. Quero que você saiba que pode contar comigo se quiser desabafar a qualquer hora.
— Tudo maravilha com a minha esposa, como eu disse pra sua, tá tudo bem.
E depois de uma pausa curta em silêncio, perguntei:
— Você consegue guardar um segredo? Perguntei cheio de nervosismo pelo que ia revelar.
— Claro que sim, você sabe disso.
— É um jogo entre eu e a Eva.
— Algo assim eu já imaginava que podia ser. Sabe que comigo não tem problema nenhum, se é algo combinado entre vocês, respeito. E me conta como é que tá essa parada, se der pra saber.
— Basicamente, eu queria ver a Eva com outro cara e ela quer me agradar.
— Como assim? Ele ficou meio que se perguntando alguma coisa.
Eu só concordei com a cabeça. Levantei e falei em voz alta que ia descansar.
Já no meu quarto, fui deitar ao lado da Eva e, embora ela parecesse ela já estava dormindo, apertei forte uma nádega dela e sussurrei no ouvido que naquela noite deixaria ela descansar, mas que no dia seguinte ela teria que me satisfazer em todas as fantasias que me viessem à cabeça, começando por vestir um biquíni e não usar short cobrindo aquelas bundonas dela, enquanto eu separava as nádegas e passava a mão até onde a posição permitia.
No dia seguinte, depois de tomar café da manhã todos juntos, fomos para a piscina e, assim que nos acomodamos nas espreguiçadeiras, Eva tirou a camiseta comprida que usava por cima de um biquíni vermelho minúsculo que eu já conhecia. Meu pau subiu pela primeira vez no dia e, pra disfarçar um pouco, entrei na água pra nadar com minha filha, me afastando de onde estava a maioria, junto com minha mulher, que estava praticamente com a bunda toda de fora. Consegui ver de longe que ela não se sentou na toalha na hora, mas ficou de pé de frente pra eles, de costas pra mim, fingindo estar interessada em seguir com o olhar onde eu estava com a bebê.
Depois, ela ficou deitada de barriga pra cima conversando com meus amigos, que pareciam estar muito felizes em poder vê-la com puro cinismo, se escondendo atrás dos óculos escuros deles.
Assim, enquanto as horas passavam, eu procurava qualquer desculpa pra me afastar e deixar ela sozinha com eles. Numa volta que dei em casa, ao voltar, me deparei com a cena linda de vê-la deitada de bruços, se bronzeando, coberta completamente com bronzeador que antes de eu sair ela não tinha.
Quis voltar pra casa e me masturbar, porque fiquei intrigado sobre qual dos dois amigos que continuavam ao lado dela tinha sido tão gentil a ponto de ajudar minha esposa a passar bronzeador onde ela não alcançava.
Naquela tarde, depois da hora do almoço, misteriosamente os animadores do condomínio organizaram um concurso de trajes de banho perto da piscina, sem parecer um evento bem planejado, mas sim organizado de propósito.
Imediatamente, todo mundo começou a incentivar Eva a participar e, embora no começo ela tenha recusado, quando Outras 5 garotas aceitaram, eu me aproximei e disse pra ela fazer aquilo por mim, e que fizesse do jeito mais gostoso que pudesse, porque aquilo ia me deixar louco.
Embora todos soubéssemos que minha linda esposa de 1,80 era a vencedora sem precisar do concurso, a gente esperava ansioso pela vez dela desfilar.
Enquanto todo mundo enlouquecia, assobiando e gritando palavras sensuais quando ela estava no centro, ela decidiu se virar e foi se abaixando devagar, abrindo a bunda o máximo que dava, fazendo o biquíni deslizar entre as nádegas e sumir completamente quando ela se levantou, como se fosse uma tanga fio dental. Pra finalizar, deixando o biquíni como estava, ela voltou andando, deixando todo mundo de boca aberta e a decisão tomada.
Depois disso, voltamos pra casa pra que as mulheres e as crianças colocassem o pijama, enquanto a gente continuava bebendo na piscina privativa da casa.
Antes da Eva sair pra dar a janta pro bebê, eu alcancei ela no quarto e falei que tava muito excitado e que com certeza não era o único. Pedi pra ela sair de pijama sexy ou o que mais se parecesse com isso. Ela então me pediu pra cuidar de colocar o bebê pra dormir depois de dar a janta. E eu aceitei antes mesmo dela terminar de falar.
Voltei pros meus amigos pra continuar bebendo e, bem na hora que a esposa do meu amigo se despede, a Eva aparece recém-tomada banho com um pijama de short de tecido bem leve, tipo seda, acho. Enquanto ela ficava na cozinha dando a janta pro bebê, a gente ficava de olho nela de soslaio da varanda, até que ela apareceu no meio da gente, mostrando aquelas pernas lindas e me pedindo pra eu cuidar de colocar o bebê pra dormir enquanto ela tomava uma cerveja.
Fiquei arrepiado, então virei o copo e fui passar um tempão colocando o bebê pra dormir.
Quando voltei, a Eva já tinha tomado mais de uma cerveja, agora bebia de um copo algo mais parecido com uísque com água mineral.
O estranho é que os quatro Estavam todos molhados de novo, como se tivessem acabado de sair da piscina.
Fiz cara de estranheza e, sem eu perguntar nada, alguém me explicou:
— Melhor nem perguntar o que rolou! E todos caíram na risada.
— Ok. — falei, e fui pegar outra bebida pra voltar com uma nova pra cada um. Como quem quer se exibir por algo, parei no centro e, depois de entregar o copo de cada um, pedi pra brindarmos à minha mulher linda e à amizade. Saúde!
Naquela noite, tinha decidido não beber tanto pra poder aproveitar cada momento, mas agia como se estivesse ficando bêbado junto com todo mundo. Já tinha me oferecido pra servir as bebidas deles, então tava no controle de todos, incluindo a Eva, pra quem eu servia doses menores, mas mesmo assim dava pra ver claramente que ela tava bem alta.
A Eva foi o centro das atenções. Ver ela secando o pijama de short aos poucos foi um deleite pra todo mundo. Eu tinha certeza de que todos tinham percebido que ela não tava de calcinha, e o balanço dos peitos dela por baixo da blusona mostrava que também não usava sutiã. Tenho certeza de que, mais de uma vez, todo mundo pegou o celular fingindo ver a hora ou alguma mensagem pra tirar fotos ou vídeos dela. Quando tive oportunidade, falei pra ela, e ela me disse que já tinha notado, que na verdade tinham feito isso praticamente o dia inteiro.
Minha cabeça tava a mil, conseguia imaginar meus amigos batendo uma pras fotos dela. Pedi pra ela dar uma flirtada no amigo que já sabia do nosso jogo, mas ela não gostou da ideia. Em vez disso, propôs fazer isso com meu amigo que foi na viagem com a esposa e a filha. Ele era o mais tímido, na minha opinião, mas ela insistiu, com um olhar de puta.
O outro amigo, que alugou a casa, apagou num sofá, vítima do meu rum com coca.
Num momento a sós com nosso cúmplice, mostrei umas fotos da Eva, ou melhor, da buceta gostosa dela. Como era de se esperar, ele se ofereceu como candidato pra ficar com ela. Prometi que ele ia... proporia por ser meu melhor amigo, mas que ela era quem decidia com quem e até onde queria ir. Era necessário que guardasse absoluto segredo por razões óbvias.
Quando só restávamos nós quatro, Eva começou a dançar comigo como que para deleite dos outros dois, se movia sensualmente e entre brincadeiras levantava sua blusinha ou acariciava as próprias bundas. Por um momento dançou sozinha, até que meu melhor amigo se levantou para dançar com ela depois que eu o convidei com um gesto. Ele a provocou com sutileza, segurava-a suave pela cintura e, como que por acidente, roçava suas nádegas. Eva parecia contente, mas não muito interessada naquele par de dança, e sim em outro.
Quando vieram as músicas norteñas, Eva foi até o sofá onde estava Fermin para puxá-lo para dançar, e aí a festa animou. Eu, que olhava de um banco do outro lado da bancada da cozinha, podia ver em primeiro plano a pista de dança improvisada e, ao fundo, nosso outro amigo já sentado, que estava mais tesudo do que nunca depois do seu turno.
Como o ritmo de banda se dança colado, desde o início ficaram como grudados um no outro, felizmente Fermin é o amigo mais alto que tenho, não mais do que eu, mas mais próximo de Eva.
Pude ver várias vezes como ela se esfregava contra o pau dele, fazia isso com a pélvis o tempo todo, com o quadril e com a bunda com menos frequência, devia ser uma delícia por causa do tecido tão macio do pijama dela contra o tecido leve da bermuda dele, pois ele continuava de sunga e camiseta de manga curta.
Dançaram durante quatro ou cinco músicas, enquanto eles se esfregavam o corpo todo no ritmo da tambora, eu estava com o pau pra fora, me masturbando coberto pelo móvel da bancada. Terminaram de dançar e, de comum acordo, Eva e eu nos despedimos para ir descansar.
Mal cruzamos a porta, queria comê-la com força! Estava intrigado para saber o que tinha acontecido na piscina quando ela entrou novamente de pijama, queria dizer pra ela o quanto eu tava tesudo de ver ela se bronzeando, durante o desfile e quando dançava com o Fermin.
Ela se abriu pra mim enquanto eu enfiava meus dedos, confessou que tava morrendo de vontade de comer o Fermin. Começou me dizendo que ele tinha um pau muito grande e duro. Que de manhã, enquanto eu nadava com a bebê, eles ficaram zoando o tempo todo e era com ele e a esposa dele que ela mais conversava. E sem ela perceber, começaram a trocar olhares e sorrisos, que foi ele quem passou bronzeador nas costas dela inteira, incluindo a bunda, num momento em que a esposa dele foi embora e deixou os dois sozinhos por um instante.
Continuou me falando:
- Ele me disse que ia organizar um concurso de biquíni pra mim.
- Então foi ideia dele.
- Sim, eu não acreditei quando ele falou que já tinha resolvido tudo, ele quase não largava a Paula. A esposa dele.
- E aí, o que aconteceu?
- O concurso inteiro eu fiquei molhada, antes de subir falei pra ele que tava dedicando aquilo a ele, me diverti pra caralho. E mesmo tendo ganhado uma margarita de prêmio, de tarde eu cheguei perto pra agradecer e dizer que queria outro tipo de prêmio. Ele ficou vermelho e eu vi a ereção dele e adivinhei o tamanho do pau.
- O que rolou na piscina?
- Eu tava animada desde cedo e vi a chance de aumentar o tesão com um jogo de verdade ou desafio.
E ela riu de novo e fez cara de putinha. Pedi pra ela continuar enquanto eu passava a língua, lambendo enfiado entre as pernas dela.
E ela seguiu:
- A parada da piscina foi porque eu desafiei ele a entrar na piscina de novo e quando chegou a vez dele, ele me castigou com a mesma coisa. Dentro da piscina, aproveitando a pouca luz daquela área, ele chegou perto e encostou o pau na minha bunda. Eu praticamente sentei no pau dele. Cheguei a pegar com a mão, era muito grande, o que eu daria pra provar. Ele agarrou minha bunda com força, apertou várias vezes até eu sair da piscina, deixando ela bem perto do rosto dele. E durante a dança, bem, você viu tudo. Quase enfiou lá na minha frente de você, eu senti perfeitamente como entrava entre minhas nádegas e empurrava minha calcinha, como se quisesse rasgar a cada tentativa de me penetrar. Eu me mexia mostrando pra ele o quanto desejava aquilo e cheguei a dizer que meu prêmio seria o troféu dele.
Naquela noite ninguém comeu, mas sem dúvida várias gotas foram derramadas em homenagem a Eva. Entre elas, as minhas.
14 comentários - Vacaciones con la puta de mi esposa
saludos!