Noche de pizzas (en familia) capitulo 3

Capítulo 3
Luana e Flor, minhas filhas, me surpreendem com o comentário delas ao dizer que o jogo está na melhor parte e que temos que continuar. Ale pergunta como a gente continua ou a que jogamos. Era muito quente ver todo mundo pelado assim passeando pela sala, se acomodando nos sofás. Aí eu olho pro Pato que estava abraçando a Marialaura, sua irmã mais velha, ambas peladas como estavam, peito contra peito... Decidimos continuar jogando em grupo, três contra três, com prendas de dez minutos e partidas rápidas de truco. O primeiro time a jogar fomos nós: Ale, Lupi e eu contra Pato, Fer e Mari, enquanto Flor e as meninas assistiam sentadas num sofá na nossa frente. Flor quase sentada em cima da Any. Numa jogada rápida, perdemos tão fácil e agora era esperar as prendas. Pato se abraça com as meninas e pensam numa prenda rápido e nos dizem: "Dani, masturba o Ale". E essa prenda me encantou. Ale, sentado como estava, se acomodou melhor. Lupi ao lado dele só olhava. Eu agarrei o pau dele e devagarinho comecei a tocar. Flor controlava os minutos com o celular. Eu apertava ele com as mãos, subindo e descendo, deixando a cabecinha pra fora. As meninas sentadas ao nosso redor observavam tudo. Lupi, ao lado do Ale, mordia o lábio inferior. Eu sei que ela nunca tocou num pau ainda, então peguei a mãozinha dela e levei junto com a minha pra ela tocar suave. Ela apoiou os dedos da mão no tronco, acariciando.

— Toca, bebê, assim devagarinho. Sente como está duro.
— Ai, mamãe, que sensação gostosa. Posso masturbar ele eu? — me disse Lupi.

Alejandro totalmente excitado só de receber uma punheta da gente, ver como todas nos olhavam expectantes me deixava ainda mais excitada, além de escutar aquela filmagem pornô de fundo, que deixava tudo ainda mais intenso.

— Assim, pa, você gosta? Tô fazendo direito?
— Sim, coração, continua assim, gosto do jeito que você faz — dizia Ale entre gemidos.

Aí vejo que Ale estica a mão e agarra um peitinho da Lupi e eu apertei com dois dedos um mamilo dela e ela geme de prazer. Ao escutar ela, sinto como fico toda molhada e passo um dedinho entre os lábios. Olho pra minha... ao redor e o Pato tinha o dedinho lá dentro mexendo tudo e a Noé tocando os peitos dela devagar, eu peguei na mão dele e fiz com que o Lupi tocasse nas bolas dele, que as acariciasse enquanto o Ale massageava o peito direito dela, e o tempo passou muito rápido. A gente se ajeita de novo e as meninas começam o jogo, ver tantos corpos pelados e tão quentes todos e sem saber o que pode acontecer. A Fer e a turma dela estão ganhando, do meu lado ainda sentados, o Ale com a mão na perna da Lu quase tocando a buceta, bem perto daquele risquinho, eu com as pernas bem abertas assim se quiserem olhar que me vejam como estou de molhada. No final ganha o time do Pato e anunciam a prenda, então elas se sentam uma do lado da outra e têm que se masturbar, cada uma sozinha… elas se ajeitam, a Noé, a Florencia, minha nenê no meio e ao lado dela a Analía, que lindo ver como elas abrem as pernas e começam a tocar o próprio corpo, eu olhava pra Flor, queria ver o que minha filha fazia, como se tocava na frente de todos e na verdade nem vergonha tinha… ela passava dois dedos de cima pra baixo na buceta, molhando eles e levando à boca saboreando o melado, depois enfiava até o fundo, primeiro um, depois dois, até três dedos entravam como se nada, ela gemia como uma louca e a Noelia abria a buceta com uma mão e com a outra apertava o clitóris em círculos e a Any com as pernas bem abertas quase em cima das meninas só tocava os peitos apertando forte e gemendo, mas da buceta dela saía muito melado que escorria até a bunda e molhava o sofá, nisso olho pro Ale e vejo como o Lupi o masturba devagar, o Pato e a Fer se tocam nas pernas olhando como as meninas se masturbam, o tempo acaba e todos paramos de fazer o que estávamos fazendo como se nada. Chegou nossa vez de jogar contra o Pato e o grupo dele… perdemos de novo, acho que foi de propósito para fazer a prenda haha. Ouvimos a prenda e dizem pro Ale me chupar, então sentada abro as pernas para receber essa chupada, ele se ajoelha na minha frente e eu coloco minhas pernas nos ombros, abro meus lábios com as mãos e sinto a língua dele percorrendo minha **buceta**, lambendo meus fluidos, enfiando a língua toda, chupando meu clitóris, eu já estava morrendo de vontade de gozar, mas não queria tão rápido. Gritava como uma louca de prazer, e a Lupi, olhando, pergunta o que ela faz enquanto isso. E a Fernanda ordena que ela chupe o Ale, já que ele estava ajoelhado entre minhas pernas.
– E como eu faço se ele está ajoelhado?
– Vem, amor, deita de costas entre as pernas dele – o Pato diz pra Lu.
Então a Luana se deita assim, de costas, com a cabecinha debaixo das bolas do Ale, e começa a lambê-las. Senti naquele momento como o Ale ficou ainda mais excitado ao saber que sua neném estava chupando suas bolas. Aí vem a Fer, pega o **pau** do Ale e direciona pra boquinha da Lu, e ela enfia a cabecinha do **pau** na boca, envolvendo com os lábios. Eu estava pronta pra gozar como uma louca, ao ver e sentir tanto prazer. A Fer não soltava o **pau** do Ale e o masturbava enquanto a Lu o chupava. O tempo toca e não me deixaram gozar, então estou toda molhada, minha **buceta** e minha bunda…
O Alejandro se levanta e se acomoda de novo no sofá, e a Florencia senta em suas pernas, assim nua como está. Ele a envolve com os braços, tocando seus peitos. Vejo as expressões de prazer da Florencia em suas pernas e percebo que é por causa daquele **pau** duro pressionando as nádegas dela.
Como já era muito tarde, damos fim ao jogo por hoje, infelizmente. Começamos a arrumar tudo enquanto o Pato, a Fer e a Mari se vestem pra ir pra casa, já que amanhã tem escola e precisamos dormir cedo. Nos olhávamos todos e dava pra ver a tesão que ainda estava em nós.
Depois que elas foram embora, com o Ale e as meninas ainda pelados como estávamos, nos preparamos pra dormir. A Lupi e a Flor nos dão um beijo e se retiram pro quarto. Com o Ale, ficamos sozinhos e ele começa a me tocar. Eu, com tanto tesão, me ajoelho e enfio o **pau** dele na boca, começo a chupar como uma louca, ouvindo o Ale gemer, o que me deixa ainda mais excitada. O Ale se senta no sofá e... De costas para ele, vou sentando no pau dele, deixando que ele vá abrindo minha buceta ao entrar. Começo a me mover pra cima e pra baixo, deixando ele entrar com força, do jeito que eu gosto. De costas assim, levanto um pouco, pego o pau dele com a mão e guio até a entrada da minha bunda, sentando de uma vez e deixando entrar tudo. Como já estava tão molhada, não custou nem doeu. Fiquei parada, sentindo ele todo dentro de mim. Ale agarra minhas nádegas e eu me abro mais, dando passagem pro pau duro dele dentro do meu corpo. Sinto ele me enchendo de porra quente no cu todo e vou gozando várias vezes seguidas, enquanto meu melão escorre. Levanto e sinto escorrer entre minhas pernas. Totalmente exaustos, tomamos um banho juntos e vamos pra cama.

Segunda de manhã, mais um começo de semana. Preparo o café da manhã, chimarrão pra Ale e pra mim, e café pras meninas tomarem antes de ir pra escola. Aí vejo elas vindo juntas pra cozinha, peladas como tinham ido na noite passada, sem nenhuma vergonha ao andar. Ale ainda não tinha descido do quarto, mas acho que vai gostar da imagem dessa manhã. Ao descer, Ale vê as três no café da manhã: eu de calcinha e as meninas completamente nuas. Ele cumprimenta cada uma com um beijo na bochecha e se senta como se nada. Sirvo o café da manhã e Alejandro, olhando pras meninas, diz: "Amores, se de agora em diante vai ser assim, isso tem que ficar só entre nós, ninguém mais. A nudez é algo lindo se compartilharmos só dentro dessas paredes da casa."

- "Sim, pai, seria nosso segredo só e das meninas quando vierem", diz Lupi.

- "É algo que gostamos e nos sentimos confortáveis estando assim peladas na frente de vocês. Antes de vir, conversamos com Flor e ela também gosta da ideia de andar assim em casa enquanto der."

Bom, agora vão se trocar que têm escola. Digo que à tarde continuamos conversando sobre todas essas novas regras da casa. Ela vai pro trabalho, a Lupi pro colégio e a Florencia pra faculdade, eu fico sozinha em casa limpando e cozinhando pra quando as meninas voltarem pra almoçar. Já que tô sozinha, decido experimentar como é andar pelada pela casa enquanto limpo. Andando assim nua, vou ficando excitada ao me abaixar pra arrumar as coisas, lembrando do que aconteceu ontem. Sem perceber, estava tocando minha **buceta** lisinha, passando os dedos pelos lábios e já me sentia molhada de novo. Começo a cozinhar antes que as meninas cheguem. Ficar assim me deixa muito quente, com vontade de transar que não aguento mais. Enquanto preparo a comida, vou tocando minhas tetas devagarzinho. Pego uma concha da bancada e vou passando pela minha fenda. Como estou tão molhada, vou enfiando o cabo devagar, de pernas abertas, em pé contra a bancada. Me apoio com os cotovelos pra me ajustar melhor e direciono pra entrada do meu **cu** apertado. Apoio no buraquinho e vou enfiando suave… mmm, já sinto o cabo todo dentro da minha bunda e começo a mover devagar, tirando e metendo tudo enquanto toco o clitóris com os dedos. Adoro gozar pelo **cu** – é o maior prazer que sinto. Tiro e meto na minha **buceta** bem quente e assim volto a enfiar no meu **cu** aberto. Me **fodo** assim por um bom tempo até gozar como uma **vadia**… mm, que prazer me masturbar assim sozinha. Já estava quase na hora da Luana chegar, então vou ao banho e tomo um banho rápido pra ficar limpinha quando ela chegar. De volta na cozinha, esperando a comida ficar pronta, ouço a chave na porta abrindo. Fico com um pouco de medo por estar assim pelada. A porta abre e era só a Lu, sorte minha. Ela vem até mim e me dá um beijo, deixa a mochila na cadeira e pega um copo de suco da geladeira. Me olha e sorri. Devolvo o sorriso e a vejo tão linda, vestida com aquela saia xadrez azul do colégio que fica acima dos joelhos, quase como uma minissaia, uma camisa branca justa pro corpo dela e a gravatinha azul combinando com a saia.
– Mãe, te Gosta de andar assim? Ficou a manhã toda pelada?
– Sim, Lu, haha! Gostou, né? Me animei, haha.
– Incomoda se eu fizer o mesmo? Pelo amor…
– Não, meu amor, se você quiser fazer, pode. Nesta casa mudou muita coisa, agora somos livres de tudo.
– O que tá fazendo de gostoso, mãe?
– Bife à milanesa com batata frita, amor.
– Quer que eu ajude?
– Sim, vamos lá! Falta pouco mesmo, assim você não se suja, te digo…

Do meu lado, como estava, ela começa a desabotoar a blusa, tirando-a por completo e ficando só com um corpete rosa com arara. Tira a saia, baixando-a toda e mostrando uma calcinha fio dental branca, ficando só de calcinha e corpete. Ela se aproxima e me ajuda. Nisso, a gente escuta a porta abrindo e é a Florencia voltando da faculdade. Ela se aproxima da gente e diz:

– Uau, vocês estão bem à vontade, hein, haha! E eu aqui toda vestida e suada da viagem.

A Lu responde:
– Então tira a roupa e vem nos ajudar!

Ela estava vestida com jeans justo e uma regata, com sapatos de salto alto. Minha filha mais velha é linda. A Lupi se aproxima e dá um beijinho nos lábios dela, cumprimentando. A Flor retribui o beijo e vem até mim, me dando um igual na boca. Sentir os lábios dela nos meus despertou coisas que nunca tinha sentido antes. Então a Luana ajuda ela a tirar a regata – ela usa um corpete azul com bordas pretas, os peitos dela são lindos, parecem que vão estourar dentro do corpete. E em um segundo ela termina de tirar o jeans, girando e nos mostrando uma calcinha vermelha minúscula. Ela vem e me abraça por trás, pelas costas. Sinto o corpete duro dela em mim, e ela me envolve com os braços, pegando um peito nu com a mão. Ela os toca por um bom tempo, até sentir meu mamilo ficar durinho. Ela aperta com dois dedinhos e ri.

Termino de cozinhar e levo as coisas para a mesa de café da manhã, onde sempre almoçamos. A Flor, antes de servir, tira o corpete. Vejo os peitos dela, com aqueles mamilos marrons bem durinhos, e ela os apoia na mesa. A Lupi olha e dá um tapinha suave neles, fazendo-os balançar de um lado para o outro. A Flor dá um gritinho e se aproxima da irmã, puxando de uma vez o corpete dela e deixando-a… peitos também, mas ela se cobre, tem vergonha de quase não ter peitos. Comemos conversando e depois vamos para a sala, onde elas terminam de se despir. Nós três nos sentamos para assistir TV antes do Alejandro chegar do trabalho. Depois de um tempo, ouvimos ele abrir a porta de entrada, deixar a pasta na entrada e se dirigir até onde estávamos assistindo TV. Ele me dá um beijo na boca e cumprimenta as garotas com um beijo na bochecha cada uma. Elas se levantam do sofá, o cercam e começam a tirar a roupa dele: primeiro o paletó, depois a camisa, e a Lu, ajoelhada, tira a calça social, deixando-o de cueca, que não dura muito tempo – ela já a puxa de uma vez até tirá-la completamente, deixando-o nu diante de nós. Eu só observava a cena, o Ale só se deixava fazer pelas garotas. Vou até a cozinha e trago algo para ele beber. Ele parado no meio da sala, nu, sem saber o que fazer. A Flor pega a mão dele e faz com que ele se sente ao meu lado, e ela se senta em uma só perna dele, apoiando a boceta na coxa dele.
— Você está confortável, pa, ou eu peso? — ela pergunta.
— Não, love, pelo contrário, estou mais confortável do que nunca.
— Posso, pa, fazer isso? — diz a Luana. E ela pega o pau mole dele e começa a masturbá-lo. Eu só observava sem fazer nada, deixando que eles aproveitassem o momento. Quando a Lu sente que já está bem duro, ela se ajoelha e passa a linguinha na cabecinha. A Flor, sentada na perna dele, começa a se mover, esfregando a boceta no Alejandro. Ele estica a mão e aperta os peitos da Flor. Eu me levanto, dando lugar para que brinquem, e me posiciono atrás da Lupi. O Ale agarra a cintura da Flor e faz com que ela se levante, traz ela contra ele, assim, de costas, faz a Flor descer devagar sobre o pau dele, desaparecendo todo dentro da boceta da Florencia, e eu a ouço gemer e pedir que ele a coma. A Lupi não parava de chupar o que ficava para fora da boceta da Flor, chupando também a boceta dela. Como estou atrás da Luana, me agacho e passo o dedinho na boceta dela, que está... empapada, não tive coragem de enfiar o dedo nela já que ainda era virgem, então fui em direção à sua bundinha, chupei meu dedo e voltei a tocar no buraquinho da bunda dela. Dessa vez fiz pressão e enfiei. Ela parou de chupar, se virou e me olhou nos olhos com uma cara de prazer e deixou eu enfiar mais. Estava tão lubrificada que era fácil enfiar tudo, primeiro um e depois dois naquele bumbum virginal. Florencia se levanta de cima do Ale e fica de quatro apoiada no sofá, levantando aquela bundinha apertada. Ao vê-la assim não aguentei e me ajoelhei atrás dela e comecei a chupar seu cu já meio molhado, enfiava a língua até onde dava e com meus dedos massageava seu clitóris. Era a primeira vez que chupava uma bunda de mulher e ainda por cima ser a da minha filha me deixou muito excitada. Lupi caminha até a frente da Flor e se senta com as pernas abertas na frente dela, entregando toda sua buceta para que a Flor lamba tudo. Ela passa a língua na buceta enquanto Lupi se masturba. Alejandro, olhando, se aproxima por trás e enfia o pau no meu cu sem dizer nada. Sinto que me parte ao meio de dor, sinto como as bolas dele batem nas minhas nádegas... Lupi me pergunta: "Dói, mamãe?" — "Não, amor, é uma dor prazerosa, sentir como ele me abre o cu", digo, parando de chupar a bunda da Flor.

"Enfia o dedo na Flor", diz Luana. — "Não, mãe, nunca fiz isso pela bunda, mãe, nunca deixei ninguém fazer nada em mim."

Eu sabia que a Florencia não era virgem da buceta, mas da bunda nunca pensei que ela não tivesse feito ainda. Ao ouvir isso, o Ale parou de me penetrar e me disse para deixar, que ele ia continuar na bunda da Florencia. Então me levantei e deixei ele continuar chupando. Ele enfiava tanta língua que o buraquinho já estava quase dilatado e coloca a ponta do dedo na entrada e enfia devagar quase até a metade, movendo para dentro cada vez mais. Me aproximo, chupo meu dedo indicador e o enfio junto com o dedo do Ale no cu da Flor. Ela grita, parando de chupar a buceta da Lupi. Enfiamos e sacamos. juntos, ao tirá-lo, vemos como deixamos ela aberta e ela se fecha na hora, eu beijo a boca da Ale e digo pra ela apoiar o pau na entrada da bunda. A Ale fica atrás, eu seguro as nádegas dela e as abro, deixando aquele cu aberto para ele. A Lupi se levanta do sofá e vem atrás para ver o que íamos fazer. A Flor só se deixava, não dizia nada, mas intuía que o Ale queria arrombar o cu dela. Agora, com o pau na mão, o Ale se aproxima e apoia a cabecinha na entrada, e o buraquinho se abre um pouquinho, como se soubesse o que vinha depois. Devagarinho, a cabeça do pau ia desaparecendo, muito suave. A Florencia só geme ao sentir. Em um movimento, ele mete cada vez mais, vemos como a bunda da minha bebê vai se abrindo.

— O que você sente, Flor? — pergunta a Luana.

— Eu adoro, Lu. Não sabe como eu sinto ele dentro do meu corpo, arde, mas eu gosto muito… Sim, pai, mete tudo, eu adoro, sim. Mmm… Você gosta do pau do papai, bebê? Olha que ainda falta meter mais.

— Mete tudo, vai, eu não aguento, mete mais, mais, vai, pai.

— Dani, abre mais a bunda com as mãos — me diz o Ale —, assim eu enfio até as bolas.

— Me dá, papai, me dá pau, me dá mais, mais, mmm.

— Como você gosta, putinha. Vou arrombar seu cu, você não vai mais conseguir sentar.

— Sim, abre meu cu, desvirga tudo, quero essa porra dentro de mim.

O Ale se move muito forte, metendo cada vez mais. A Flor só grita e geme de prazer. Eu não paro de olhar como o cu da minha filha vai ficando. A Luana, ao meu lado, toca os peitinhos e a boceta sem parar de olhar como estão fodendo a irmã dela. Nisso, a gente vê que o Alejandro estava gozando. Cada vez que ele tirava um pouco o pau, saía porra do buraquinho da Flor. Ela pedia mais e mais. Quando ele termina, ele tira, deixando a bunda toda aberta e com a porra saindo e escorrendo até a boceta… Eu passo o dedinho, juntando um pouco, e enfio os dedos na boca, saboreando. Junto mais um pouquinho e dou para a Lupi provar, que não parava de se tocar. Aproximo meu dedo dos lábios dela, ela abre a boca e chupa meu dedo, saboreando a porra do Ale, que está muito gostosa. ela experimenta e gosta, se levanta e começa a chupar o cu da flor, bebendo a porra que sai do buraco.
Depois de um dia tão intenso e prazeroso, nos despedimos pela noite antes de dormir...

11 comentários - Noche de pizzas (en familia) capitulo 3

Muuuuuyyyyy buenooooooo!!!!! Espero que sigan tus aportes asi de calientes y excitantes como estos 3 relatos. Dejo puntos y a favoritos.
La paja que me calve con estos relatos, increible. no se si te deje 3 o 10 puntos jaja, me encanto! hay mas??