Olá, quero contar minha primeira vez vestidinha de menininha. Não era minha primeira vez porque algo já tinha acontecido antes, em outro momento vou contar como perdi minha virgindade, agora quero contar uma das minhas aventuras mais sexys, rsrs.
Era verão e eu tinha me comprometido com meus tios a cuidar da casa deles enquanto eles passavam um mês no litoral. A tarefa era ir até a casa e fazer de conta que tinha gente, abrir, acender as luzes e essas coisas, até passar a noite lá. A casa era grande, nela moravam meus tios e minhas três primas. Eu não só gostava da ideia de passar um tempo sozinho, já que na minha casa não dava por causa da minha família, mas também teria muita roupinha para experimentar, rsrs.
Saía da escola, passava em casa, comia alguma coisa e ia para a casa dos meus tios, e lá dava asas à imaginação experimentando roupas diferentes das minhas primas e da minha tia. Depois que escolhia o que vestir, arrumava e limpava a casa, via TV e tudo mais. No dia seguinte, me trocava e voltava a ser um menininho para ir à escola.
Uma noite de fim de semana, decidi alisar o cabelo porque ele era comprido e eu tenho cachos. Deixei liso, pintei as unhas e me vesti bem sexy. Coloquei uma saia curta da minha prima, uma diminuta calcinha fio dental vermelha com detalhes de renda, meia-calça com liga, um cinta-liga, uma blusinha transparente com um sutiã armado que enchi, e no cabelo fiz duas maria-chiquinhas. Coloquei uns saltos altos, já que tenho pés pequenos e ainda mais naquela época, rsrs. Aproveitei para praticar andar com eles, rsrs. Decidi me maquiar um pouco. No meio disso tudo, já era tarde da noite, arrumei tudo, era a dona da casa, e fui ver TV na sala. Sem perceber, acabei dormindo.
No dia seguinte, ao acordar, me deparei com uma pessoa parada na minha frente. Me assustei e levei um susto. "Não se assusta, sou o pedreiro, tenho a chave", ele disse. "Não te avisaram que eu vinha?" "Não, nada", respondi. Era o pedreiro dos meus tios, vinha trabalhar o fim de semana inteiro. Ele tinha entrado com a chave dele e eu não tinha ouvido nada, nem fazia ideia de que ele viria. Chegaria. Te vi dormindo e não quis te acordar, você estava tão linda dormindo. Eu tava morrendo de vergonha, não sabia o que fazer. Era a primeira vez que eu tava vestida assim na frente de alguém. "Bom, não sei o que você tem que fazer, eu vou me trocar e vou embora" — falei pra ele. "Não, fica assim, você tá linda desse jeito e não me incomoda, seus tios me disseram que eu ia encontrar o sobrinho deles, não uma sobrinha tão gostosa." Que alívio ele ter dito isso, mas ainda assim queria fugir daquela situação desconfortável. "Não conta pros meus tios que você me viu assim, não conta pra ninguém, por favor" — falei. Ele sorriu, com um sorriso bem safado. "Não se preocupa, linda, não vou contar pra ninguém, vai ser nosso segredinho, mas você tem que fazer algo por mim" — e sorriu ainda mais. "O que é?" — perguntei. "Primeiro, não quero que você se troque porque assim você tá linda, e depois, faz um mate e aí a gente vê" — ele disse. Isso não me acalmou muito, mas foi melhor do que qualquer outra coisa.
Comecei a fazer o mate enquanto ele trabalhava. Quando ficou pronto, fui servindo pra ele, enquanto ele me fazia perguntas. "Há quanto tempo você se veste de menininha? Alguém sabe disso? Qual é seu nome de menininha?" Eu não tinha, então ele disse que ia escolher um pra mim, que ia pensar. Também me perguntou se eu era virgem, falei que não, ele gostou disso. Perguntou há quanto tempo eu tinha perdido, falei que já fazia um tempo, rsrs. Ele me olhava cada vez mais com cara de tarado. Me contou que tinha se separado há um tempo, que não ficava com ninguém há um bom tempo e que eu parecia uma menininha muito linda e gostosa. Disse que já tinha estado com menininhas do meu tipo, mas nunca uma como eu. Isso, por um lado, me agradou e me atraiu, e por outro, me preocupou com o que poderia rolar.
Ele não era um cara muito atraente, pra ser sincera. Devia ter uns quarenta e poucos anos, cabelo ralo, alto, uns 1,90 mais ou menos, corpo grande, uma barriguinha e muito pelo no corpo. Traços grandes e mãos grandes. Quanto mais eu olhava pra ele e mais ele falava, mais eu ia gostando.
Fui servindo o mate pra ele. Fiquei variando os mates, até que ele me disse que queria que eu fizesse alguma comida pra ele, que eu desse uma olhada no que tinha. Aí fui pra cozinha, não tinha muita coisa, então comecei a preparar uns sanduíches quando sinto ele atrás de mim, colado no meu corpo, e ele fala no meu ouvido: "O que você vai fazer de gostoso pra mim, linda?" Isso arrepiou minha pele toda e me fez tremer. "Uns sanduíches, não tem mais nada pra comer", falei. "Tem coisa mais gostosa pra comer, sim", ele disse, enquanto me segurava pela cintura e me puxava mais pra perto dele. Eu fiquei parada, e ele passou as mãos pelos meus quadris até me abraçar. Me virou e me colocou de frente pra ele. Me olhou e me beijou, devagar, suave, lindo, enquanto as mãos dele lentamente deslizavam pelas minhas costas em direção à minha bundinha. Eu me deixei levar, me entreguei pra aproveitar. Devolvi o beijo.
Ele me levantou e me sentou na bancada, empurrando as coisas que estavam em cima. Na época eu era bem menina, nunca fui muito alta, tinha uns 1,65 mais ou menos, cintura fina e uma raba redondinha, empinada porque fazia patinação e ginástica artística, jiji.
Continuou me beijando, mordeu meu pescoço, minhas orelhas, acariciava minhas pernas, minha cintura, minha bunda. Eu comecei a suspirar e alguns gemidos escapavam. Ele disse: "Vamos pro quarto". Me levantou e me carregou no colo até o quarto dos meus tios, me deitou na cama, me beijou um pouco mais e se levantou. Começou a tirar a roupa até ficar só de cueca. Disse: "Isso é você quem vai tirar". Me aproximei dele sentada na cama enquanto ele ainda estava de pé. Tirei a cueca dele, deixando o pau dele duro e bem ereto no ar. Olhei e não resisti a tocar, estava quente e pulsando. Já estava molhada, melada na ponta. "Coloca na sua boquinha, amor", ele disse, e eu fiz. Mmmmm, que gosto e sabor gostoso, o cheiro era forte mas eu adorava, endureceu ainda mais na minha boquinha. Chupei e lambi com muita vontade, não era a primeira vez que chupava um, mas era um dos mais gostosos. Ele não demorou a segurar minha cabeça, colocando as mãos na minha nuca, marcando o ritmo. A profundidade do boquete. Ela gemia cada vez mais e, cada vez mais fundo na minha bocetinha, entrava, cada vez mais rápido até parecer que tava fodendo minha bocetinha. Ela mandou eu parar porque senão ia gozar, mandou eu deitar de barriga pra baixo, eu obedeci. Ela ficou atrás de mim, levantou minha saia e puxou a calcinha fio dental vermelha que eu tava, começou a beijar minha bunda e, abrindo com as mãos, lambeu meu buraquinho, Aff, isso me deixou a mil. Quanto mais lambia, mais eu gemia, meu buraquinho foi dilatando enquanto a língua dela entrava mais, babou o dedo e, devagarzinho, enfiou em mim, eu gemi, era um dedo grande e grosso. Depois tentou enfiar outro dedo, mas não entrou, aí ela se levantou e saiu do quarto pra voltar uns minutos depois com um pote na mão, que abriu e passou na minha bunda, tava frio e viscoso, era vaselina. Tentou de novo e os dois dedos entraram, ela masturbava minha bundinha com os dedos enquanto eu gemia de prazer, ela mordia minha bunda e penetrava minha bundinha gostoso. Depois subiu em cima de mim, pegou o pau duro dela, passou vaselina e passou mais em mim, e começou a tentar enfiar, não era um pau grande, mas era grosso e com uma cabeça bem grande, custou a entrar e doeu, mas a excitação não deixou eu recusar e ela não parou de pressionar até enfiar a cabeça toda, aí parou uns segundos enquanto beijava meu pescoço e falava como minha bunda tava linda e gostosa. Continuou enfiando até colocar tudo, sempre devagar e lento, parando pra morder ou me beijar.
Depois que teve tudo lá dentro, começou com um mete e tira lindo, devagar, cada vez mais rápido, me comeu assim por um tempo até me levantar pra ficar de quatro. Ela me segurava pela cintura e metia fundo, falava que eu era a melhor bunda que ela já tinha comido, que era apertada, que não ia durar muito, me comia cada vez mais forte, deu umas palmadas na minha bunda que me excitaram ainda mais. Eu gemia e ela também, falou "vou gozar em você, sua puta, vou encher essa bunda linda de porra", isso me deixou com muito tesão e me fez chegar ao ápice. Comecei gozei sem nem me tocar, isso fez com que minha buceta apertasse o pau dele a cada gozada, fazendo ele gozar. Eu gozo e gozo, tinha muito leite guardado, enquanto gozava gritava e gemia.
Ele caiu em cima de mim, não tirou, saiu sozinho da minha bunda pequena, ficamos os dois deitados na cama, ele me beijou e disse que eu era uma das melhores minas que ele já tinha comido, me disse: você vai se chamar Vanesa. Vanesa, minha putinha. Ele me acariciou, continuou me beijando e ficou duro de novo. A gente fez de novo, mas dessa segunda vez eu fiquei só de fio dental, meia, liga e sutiã, dessa vez durou mais e ele me comeu em várias posições. Eu de barriga pra cima com minhas pernas nos ombros dele, os dois de lado, eu por cima olhando pra ele, e assim gozamos pela segunda vez, e pela segunda vez sem nem me tocar.
Ele foi embora quando a noite chegou, mas voltou no dia seguinte e, claro, eu estava esperando igual uma menininha, rs. Foi um mês bom, ficávamos juntos todo fim de semana e algum dia da semana. A obra atrasou um pouco pros meus tios, hehe, mas eu cuidei bem da casa e tratei muito bem o pedreiro dele.
Espero que tenham gostado, espero que curtam ler tanto quanto eu curti escrever. Se tive erros de ortografia, espero que me desculpem. Beijões.
Era verão e eu tinha me comprometido com meus tios a cuidar da casa deles enquanto eles passavam um mês no litoral. A tarefa era ir até a casa e fazer de conta que tinha gente, abrir, acender as luzes e essas coisas, até passar a noite lá. A casa era grande, nela moravam meus tios e minhas três primas. Eu não só gostava da ideia de passar um tempo sozinho, já que na minha casa não dava por causa da minha família, mas também teria muita roupinha para experimentar, rsrs.
Saía da escola, passava em casa, comia alguma coisa e ia para a casa dos meus tios, e lá dava asas à imaginação experimentando roupas diferentes das minhas primas e da minha tia. Depois que escolhia o que vestir, arrumava e limpava a casa, via TV e tudo mais. No dia seguinte, me trocava e voltava a ser um menininho para ir à escola.
Uma noite de fim de semana, decidi alisar o cabelo porque ele era comprido e eu tenho cachos. Deixei liso, pintei as unhas e me vesti bem sexy. Coloquei uma saia curta da minha prima, uma diminuta calcinha fio dental vermelha com detalhes de renda, meia-calça com liga, um cinta-liga, uma blusinha transparente com um sutiã armado que enchi, e no cabelo fiz duas maria-chiquinhas. Coloquei uns saltos altos, já que tenho pés pequenos e ainda mais naquela época, rsrs. Aproveitei para praticar andar com eles, rsrs. Decidi me maquiar um pouco. No meio disso tudo, já era tarde da noite, arrumei tudo, era a dona da casa, e fui ver TV na sala. Sem perceber, acabei dormindo.
No dia seguinte, ao acordar, me deparei com uma pessoa parada na minha frente. Me assustei e levei um susto. "Não se assusta, sou o pedreiro, tenho a chave", ele disse. "Não te avisaram que eu vinha?" "Não, nada", respondi. Era o pedreiro dos meus tios, vinha trabalhar o fim de semana inteiro. Ele tinha entrado com a chave dele e eu não tinha ouvido nada, nem fazia ideia de que ele viria. Chegaria. Te vi dormindo e não quis te acordar, você estava tão linda dormindo. Eu tava morrendo de vergonha, não sabia o que fazer. Era a primeira vez que eu tava vestida assim na frente de alguém. "Bom, não sei o que você tem que fazer, eu vou me trocar e vou embora" — falei pra ele. "Não, fica assim, você tá linda desse jeito e não me incomoda, seus tios me disseram que eu ia encontrar o sobrinho deles, não uma sobrinha tão gostosa." Que alívio ele ter dito isso, mas ainda assim queria fugir daquela situação desconfortável. "Não conta pros meus tios que você me viu assim, não conta pra ninguém, por favor" — falei. Ele sorriu, com um sorriso bem safado. "Não se preocupa, linda, não vou contar pra ninguém, vai ser nosso segredinho, mas você tem que fazer algo por mim" — e sorriu ainda mais. "O que é?" — perguntei. "Primeiro, não quero que você se troque porque assim você tá linda, e depois, faz um mate e aí a gente vê" — ele disse. Isso não me acalmou muito, mas foi melhor do que qualquer outra coisa.
Comecei a fazer o mate enquanto ele trabalhava. Quando ficou pronto, fui servindo pra ele, enquanto ele me fazia perguntas. "Há quanto tempo você se veste de menininha? Alguém sabe disso? Qual é seu nome de menininha?" Eu não tinha, então ele disse que ia escolher um pra mim, que ia pensar. Também me perguntou se eu era virgem, falei que não, ele gostou disso. Perguntou há quanto tempo eu tinha perdido, falei que já fazia um tempo, rsrs. Ele me olhava cada vez mais com cara de tarado. Me contou que tinha se separado há um tempo, que não ficava com ninguém há um bom tempo e que eu parecia uma menininha muito linda e gostosa. Disse que já tinha estado com menininhas do meu tipo, mas nunca uma como eu. Isso, por um lado, me agradou e me atraiu, e por outro, me preocupou com o que poderia rolar.
Ele não era um cara muito atraente, pra ser sincera. Devia ter uns quarenta e poucos anos, cabelo ralo, alto, uns 1,90 mais ou menos, corpo grande, uma barriguinha e muito pelo no corpo. Traços grandes e mãos grandes. Quanto mais eu olhava pra ele e mais ele falava, mais eu ia gostando.
Fui servindo o mate pra ele. Fiquei variando os mates, até que ele me disse que queria que eu fizesse alguma comida pra ele, que eu desse uma olhada no que tinha. Aí fui pra cozinha, não tinha muita coisa, então comecei a preparar uns sanduíches quando sinto ele atrás de mim, colado no meu corpo, e ele fala no meu ouvido: "O que você vai fazer de gostoso pra mim, linda?" Isso arrepiou minha pele toda e me fez tremer. "Uns sanduíches, não tem mais nada pra comer", falei. "Tem coisa mais gostosa pra comer, sim", ele disse, enquanto me segurava pela cintura e me puxava mais pra perto dele. Eu fiquei parada, e ele passou as mãos pelos meus quadris até me abraçar. Me virou e me colocou de frente pra ele. Me olhou e me beijou, devagar, suave, lindo, enquanto as mãos dele lentamente deslizavam pelas minhas costas em direção à minha bundinha. Eu me deixei levar, me entreguei pra aproveitar. Devolvi o beijo.
Ele me levantou e me sentou na bancada, empurrando as coisas que estavam em cima. Na época eu era bem menina, nunca fui muito alta, tinha uns 1,65 mais ou menos, cintura fina e uma raba redondinha, empinada porque fazia patinação e ginástica artística, jiji.
Continuou me beijando, mordeu meu pescoço, minhas orelhas, acariciava minhas pernas, minha cintura, minha bunda. Eu comecei a suspirar e alguns gemidos escapavam. Ele disse: "Vamos pro quarto". Me levantou e me carregou no colo até o quarto dos meus tios, me deitou na cama, me beijou um pouco mais e se levantou. Começou a tirar a roupa até ficar só de cueca. Disse: "Isso é você quem vai tirar". Me aproximei dele sentada na cama enquanto ele ainda estava de pé. Tirei a cueca dele, deixando o pau dele duro e bem ereto no ar. Olhei e não resisti a tocar, estava quente e pulsando. Já estava molhada, melada na ponta. "Coloca na sua boquinha, amor", ele disse, e eu fiz. Mmmmm, que gosto e sabor gostoso, o cheiro era forte mas eu adorava, endureceu ainda mais na minha boquinha. Chupei e lambi com muita vontade, não era a primeira vez que chupava um, mas era um dos mais gostosos. Ele não demorou a segurar minha cabeça, colocando as mãos na minha nuca, marcando o ritmo. A profundidade do boquete. Ela gemia cada vez mais e, cada vez mais fundo na minha bocetinha, entrava, cada vez mais rápido até parecer que tava fodendo minha bocetinha. Ela mandou eu parar porque senão ia gozar, mandou eu deitar de barriga pra baixo, eu obedeci. Ela ficou atrás de mim, levantou minha saia e puxou a calcinha fio dental vermelha que eu tava, começou a beijar minha bunda e, abrindo com as mãos, lambeu meu buraquinho, Aff, isso me deixou a mil. Quanto mais lambia, mais eu gemia, meu buraquinho foi dilatando enquanto a língua dela entrava mais, babou o dedo e, devagarzinho, enfiou em mim, eu gemi, era um dedo grande e grosso. Depois tentou enfiar outro dedo, mas não entrou, aí ela se levantou e saiu do quarto pra voltar uns minutos depois com um pote na mão, que abriu e passou na minha bunda, tava frio e viscoso, era vaselina. Tentou de novo e os dois dedos entraram, ela masturbava minha bundinha com os dedos enquanto eu gemia de prazer, ela mordia minha bunda e penetrava minha bundinha gostoso. Depois subiu em cima de mim, pegou o pau duro dela, passou vaselina e passou mais em mim, e começou a tentar enfiar, não era um pau grande, mas era grosso e com uma cabeça bem grande, custou a entrar e doeu, mas a excitação não deixou eu recusar e ela não parou de pressionar até enfiar a cabeça toda, aí parou uns segundos enquanto beijava meu pescoço e falava como minha bunda tava linda e gostosa. Continuou enfiando até colocar tudo, sempre devagar e lento, parando pra morder ou me beijar.
Depois que teve tudo lá dentro, começou com um mete e tira lindo, devagar, cada vez mais rápido, me comeu assim por um tempo até me levantar pra ficar de quatro. Ela me segurava pela cintura e metia fundo, falava que eu era a melhor bunda que ela já tinha comido, que era apertada, que não ia durar muito, me comia cada vez mais forte, deu umas palmadas na minha bunda que me excitaram ainda mais. Eu gemia e ela também, falou "vou gozar em você, sua puta, vou encher essa bunda linda de porra", isso me deixou com muito tesão e me fez chegar ao ápice. Comecei gozei sem nem me tocar, isso fez com que minha buceta apertasse o pau dele a cada gozada, fazendo ele gozar. Eu gozo e gozo, tinha muito leite guardado, enquanto gozava gritava e gemia.
Ele caiu em cima de mim, não tirou, saiu sozinho da minha bunda pequena, ficamos os dois deitados na cama, ele me beijou e disse que eu era uma das melhores minas que ele já tinha comido, me disse: você vai se chamar Vanesa. Vanesa, minha putinha. Ele me acariciou, continuou me beijando e ficou duro de novo. A gente fez de novo, mas dessa segunda vez eu fiquei só de fio dental, meia, liga e sutiã, dessa vez durou mais e ele me comeu em várias posições. Eu de barriga pra cima com minhas pernas nos ombros dele, os dois de lado, eu por cima olhando pra ele, e assim gozamos pela segunda vez, e pela segunda vez sem nem me tocar.
Ele foi embora quando a noite chegou, mas voltou no dia seguinte e, claro, eu estava esperando igual uma menininha, rs. Foi um mês bom, ficávamos juntos todo fim de semana e algum dia da semana. A obra atrasou um pouco pros meus tios, hehe, mas eu cuidei bem da casa e tratei muito bem o pedreiro dele.
Espero que tenham gostado, espero que curtam ler tanto quanto eu curti escrever. Se tive erros de ortografia, espero que me desculpem. Beijões.
23 comentários - Mi primera vez como nenita
La historia es buena, a pesar de las faltas y la mala redacción me hizo calentar.
Por eso y porque es tu debut te voy a dejar algunos puntos de incentivo para que cuentes mas de tus aventuras jiji
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando uno de los míos.