(Deixo claro que sou homem, mas esse relato me excitou tanto que não pude deixar passar.. O relato não é meu!)
Olá, antes de tudo quero agradecer pelos comentários do meu primeiro relato, uma orgia não planejada, a todos e todas, muito obrigado.
Vou começar dizendo que este relato não é meu, é de uma amiga que me contatou depois de ler meu relato e me pediu para publicar por ela o que aconteceu. No entanto, como comentário pessoal, posso dizer que ler isso me agradou pra caralho e me deu muito prazer.
Por questões óbvias, o nome real da minha amiga não será divulgado, assim como o de nenhum dos mencionados neste relato.
Olá a todos, quero contar uma das minhas experiências, uma que nunca pensei que pudesse acontecer comigo. A aventura que estou prestes a relatar aconteceu há um ano.
Sou Gisela, uma mulher de 36 anos com um corpo bem gostoso (96-68-103), tenho um filho de 18 anos e, há 6 anos, sou mulher solteira, não porque meu marido morreu ou algo assim, mas porque ele abandonou a mim e ao meu filho.
Aos 17 anos, ainda quando estávamos estudando no ensino médio, engravidei e me casei com Javier, o pai do meu filho.
Naquela idade, não pensávamos em como seria difícil manter um bebê, nem o quanto custaria. Embora tivéssemos o apoio dos nossos pais, as coisas começaram a ficar difíceis quando descobrimos os gastos que tínhamos. Apesar de tudo, nossos pais nos ajudaram pra caramba com as despesas e conseguimos terminar o ensino médio.
Depois de sair do ensino médio, pensar em faculdade era só um sonho. Eu não podia trabalhar porque tinha que cuidar do bebê, e Javier, na época já meu marido, trabalhava com o que podia, vendia tudo o que lhe viesse à cabeça para nos sustentar.
A verdade é que foram dias muito difíceis, com pouco dinheiro e, principalmente, poucas coisas para o nosso bebê. Assim se passaram dois anos, até que um dia um parente do meu marido, que trabalhava na secretaria de educação, o ajudou a conseguir um emprego em uma escola, num... Vila perto de onde a gente morava, e ele conseguiu um trampo pra mim numa creche, onde eu ainda podia levar meu bebê e cuidar dele lá mesmo. Pouco tempo depois de começar a trabalhar, conseguimos alugar uma casa perto dos nossos empregos e parar de pagar passagem e viajar todo dia. Assim se passaram vários anos, e tudo ia muito melhor pra gente. Meu marido virou diretor da escola por causa de umas mudanças na região toda, e eu também já tava trabalhando na mesma escola que ele. Nosso salário dava pra comprar a casa onde a gente morava — uma casa pequenininha, mas muito bonitinha, num lugar bem sossegado, onde só passava os vizinhos, porque era uma rua sem saída. A verdade é que os dias eram mais tranquilos financeiramente, e a gente se sentia muito feliz com o que tinha conquistado, mesmo sendo tão jovens. Não nos dávamos luxos, mas vivíamos em paz. Quando meu filho fez 7 anos, já deixávamos ele sair pra brincar com os amiguinhos da rua, então sobrava um tempinho de intimidade pra gente, que a gente curtia pra caramba. A verdade é que não tínhamos muito mais o que desejar, porque tudo estava dando super certo.
Um dia, por causa do trabalho, meu marido teve que ir pra capital entregar os relatórios de fim de ano, e eu não fui porque ainda tinha aula pra dar. Depois de terminar meu turno, passei pra buscar meu filho e fomos pra casa esperar ele. O tempo foi passando, até que deu 5 horas da tarde e ele não chegava. Eu já tava começando a me preocupar, quando recebi uma ligação. Era ele. Perguntei se tava bem e por que tava demorando tanto. Ele respondeu que tava com muita vergonha de ter que me dizer aquilo, e que não conseguia falar cara a cara, mas que não voltaria mais. Disse que tinha se apaixonado por outra pessoa e que ia deixar eu e meu filho. Falou que tava deixando dinheiro suficiente pra gente não passar aperto por um bom tempo, que ele sentia muito, e simplesmente desligou.
Foi muito difícil pra mim explicar pro meu filho que o pai dele não ia voltar. Chorei pra caramba e liguei pros meus pais, que me apoiaram muito de novo.
O cargo de diretor que meu marido também abandonou foi dado a mim, graças novamente ao parente do meu marido, que, muito arrependido pelo que Javier me fez, me deu todo o apoio.
Os meses passaram e consegui o apoio de todos os professores e professoras da escola, que no começo não estavam muito contentes com meu novo cargo.
Meu filho aprendeu a viver sem a presença do pai, e eu tentava levar isso da melhor forma, sendo mãe e pai ao mesmo tempo. De vez em quando, eu realizava um ou outro capricho dele, e até conversava sobre as amiguinhas, de quem ele gostava, e claro, dava uma educação sexual básica para ele não comprometer o futuro dele como aconteceu comigo.
Por minha parte, minha vida sentimental e amorosa parou quase completamente, e até o sexo deixou de existir. Só me preocupava com meu filho e em fazê-lo se sentir o melhor possível.
Meu filho, como eu disse antes, saía para jogar com os amigos, que por sinal eram 12 e formaram o time de futebol deles. Todo fim de semana eles jogavam partidas, e eu adorava ir assistir, porque me distraía um pouco, além de conversar com as mães dos amigos do meu filho.
As férias estavam chegando, e o time do meu filho foi convidado para um jogo numa cidade que fica a umas quatro horas de estrada. Então, pensamos que depois do jogo, ficaríamos numa lagoa perto desse lugar, onde faríamos um piquenique, só para nos divertir um pouco e voltar antes de escurecer. Convidamos os outros pais, mas por motivos diferentes, ninguém aceitou, então meu filho e os amigos ficaram um pouco decepcionados. Vendo a recusa dos outros pais, ofereci aos meninos e aos outros pais que eu os levaria, só que precisávamos de um veículo grande para ir. Então, propus a um dos pais dos amigos do meu filho que eu deixava meu carro com ele e ele me emprestava a caminhonete familiar que tinha para cabermos todos. Ele aceitou sem problemas.
Faltando uma semana para nossa viagem, em O jogo de futebol, meu filho se machucou numa jogada com outro menino do time adversário. Na consulta com o médico, ele disse que precisaria de repouso total por pelo menos 20 dias, então a viagem seria cancelada. Todos os amigos dele deram apoio e decidiram que não iriam viajar, mas meu filho não aceitou e pediu que eu levasse eles e que ele ficaria o fim de semana com os avós (ou seja, com meus pais). Esse foi um gesto de amizade que me deixou muito orgulhosa do meu filho, porque ele não deixaria os amigos perderem essa viagem por causa da lesão dele.
Passou a semana e no sábado bem cedo meus pais chegaram pra levar meu filho pra casa deles, enquanto eu preparava a caminhonete com meu vizinho e colocava as coisas que íamos levar, enquanto os amigos do meu filho, que mal formavam o time de futebol, iam chegando. Me despedi do meu filho, ele foi com meus pais e eu subi na caminhonete junto com os meninos pra levá-los pro jogo.
Vale dizer que, como os dias estavam muito quentes, eu tava usando uma blusinha de alcinha decotada que deixava ver um pouco o formato dos meus peitos (de 96 cm) e uma saia tipo escocesa um pouco acima dos joelhos. Os outros meninos já estavam preparados com o uniforme do time. A conversa no caminho foi bem normal, e na verdade eu só fazia alguns comentários sobre o que os garotos falavam, porque eles são muito divertidos e eu curtia mais ouvir as coisas que eles diziam.
Chegamos no lugar, eles jogaram a partida, que infelizmente não conseguiram ganhar, e depois fomos pra lagoa onde queríamos fazer o churrasco. Quando cheguei no local, fiquei maravilhada, porque era tudo muito lindo. Tinham cabanas rodeadas pela mata, o que deixava o lugar muito gostoso pra passar com a família ou com o(a) parceiro(a), no caso dos namorados, e no meu caso, com os meninos.
Preparamos a comida, e a verdade é que a gente tava se divertindo, mas eu sentia falta do meu filho. Tudo correu normal até umas 6 da tarde, quando começou a... escureceu e decidimos guardar as coisas na caminhonete pra voltar. Mas qual não foi nossa surpresa que, enquanto subíamos as coisas, um dos caras percebeu que dois pneus da caminhonete estavam furados. Rapidamente fui com dois deles procurar alguém que pudesse nos ajudar, mas como estávamos a 40 minutos de caminho do povoado, não teríamos muita sorte pedindo ajuda. Então fomos até a casa mais próxima pra ver o que dava pra fazer. O senhor que nos atendeu disse que seria impossível conseguir alguém pra consertar os pneus, porque não tinha ninguém perto que fizesse isso, só lá na cidade, e ele não tinha nenhum veículo pra nos levar até lá pra arrumar os pneus. A única coisa que podia fazer por nós era alugar uma das cabanas pra ficarmos e, no dia seguinte, quando amanhecesse, ir até a cidade pedir ajuda. Aceitamos e só avançamos um pouco mais pra pegar sinal nos celulares e avisar as famílias dos caras e meu filho que chegaríamos no dia seguinte por causa do problema com a caminhonete, e informar que íamos ficar nas cabanas do lugar. Voltamos com o senhor que alugou a cabana pra ele nos vender uns fósforos, um pouco de café e nos emprestar algum recipiente pra preparar. Quando voltamos pros outros caras, avisamos que íamos ficar numa das cabanas. Logicamente não estávamos preparados com mais roupa além da que estávamos vestindo, o que não era grande problema porque, mesmo sem sol, o calor que ainda fazia era suficiente pra ficar com a roupa que tínhamos sem passar frio. Na hora, decidimos fazer uma fogueira e tipo um luau, aproveitando que já estávamos lá e não íamos embora até o dia seguinte. Tudo estava rolando tranquilo até que um dos caras sugeriu fazer algum jogo, tipo girar a garrafa ou algo assim, e aplicar castigos ou revelar segredos. A verdade é que todo mundo achou uma boa ideia, já que eu era a única mulher. E além disso, a mãe do amigo dele achou que eu não ia querer jogar, mas quando viram que eu topava, ficaram mais animados e o jogo começou. No começo, eram só castigos ou confissões de adolescente que não incomodavam ninguém, mas aos poucos a vergonha de jogar comigo foi sumindo, e as perguntas entre eles começaram a subir de tom, com coisas tipo: "Com que idade você se masturbou pela primeira vez?" ou "Em quem você pensou quando bateu sua primeira punheta?". Logicamente, naquele momento comecei a vê-los realmente como homens em crescimento e percebi que na idade deles eu já tinha tido meu filho, algo que nem algumas horas antes eu tinha imaginado, porque ainda os via como crianças. As perguntas iam e vinham entre eles até que chegou minha vez, e ninguém se animava a perguntar nada. Então dei confiança e falei pra não se preocuparem, que eu não era mais uma mocinha e não me assustava com o que pudessem perguntar. Aí um deles me perguntou com que idade tive meu primeiro sonho molhado e como foi. Comecei a me lembrar e contei que uma das primeiras vezes que sonhei algo sexual foi com um cantor muito famoso que conheci depois de um show dele, e que tinha tipo um amasso com ele, e depois, deitada, ele me fazia amor e com isso já dava pra me molhar toda e molhar minha cama. Eles ficaram mudos por uns segundos e disseram: "Bom, que legal". Pela reação deles, acho que não esperavam que eu realmente respondesse ou que dissesse que nunca tinha tido um sonho assim. As perguntas continuaram, e a risada e os rubores subiam cada vez mais em mim ao ouvir as confissões dos garotos, coisa que eles notavam na minha blusa, porque meus bicos cresciam de tamanho e apareciam muito fácil com a luz e a sombra da fogueira. Nisso, chegou minha vez de responder de novo e me perguntaram como tinha sido minha primeira relação sexual. Contei que, quando tinha 16 anos, numa festa do meu namorado, nos mandaram buscar mais refrigerante para as cubas e em... Naquele momento, vimos nossa chance de ter um amasso, então num terreno que tava sendo construído do lado da casa do meu namorado, a gente se escondeu e começou o amasso. Meu namorado ficou acariciando minha bunda até que enfiou a mão por baixo da minha saia e da minha calcinha, e começou a amassar minhas nádegas bem gostoso, e tocou pela primeira vez na minha buceta. Eu respondi beijando ele com paixão e abrindo um pouco as pernas pra ele me tocar melhor, e aí com as carícias dele tive meu primeiro orgasmo, coisa que adorei, mas meu namorado ainda tava com o pau duro, então só me deixei levar pelo instinto. Me ajoelhei, tirei o pau dele da calça e, meio sem jeito, comecei a chupar o pau e as bolas dele. Lembro que tava adorando chupar ele e, pra ser sincera, ele não demorou muito pra gozar. Quando ele tava quase lá, falou que ia gozar, se afastou um pouco, apontou o pau pra minha cara e começou a espirrar jorros grossos de porra na minha carinha.
Naquele momento da minha confissão, eu já tava muito excitada, não só por lembrar e contar minha primeira experiência sexual, mas também porque já tinha ouvido as experiências de vários deles.
Fez-se um silêncio depois disso, e notei que o olhar deles já não era mais o dos amigos crianças do meu filho, mas sim de homens com vontade de mulher. Eles estavam de pau duro, uns se escondiam, outros nem tentavam disfarçar a excitação. O jogo continuou, e alguém sugeriu: "Já que tamo à vontade, vamos jogar de prendas em vez de confissões". Aí eu falei: "Beleza, então vamos continuar o jogo".
Pra ser sincera, meu raciocínio já não tava lá essas coisas, só conseguia pensar nos paus deles, e não parava de olhar. A verdade é que já fazia um tempão que eu não pensava em sexo, e aquele momento me deixou muito tesuda. Aos poucos, vários dos caras foram perdendo as roupas, alguns já estavam só de cueca quando chegou minha vez. E eu não tinha muita coisa pra perder, só minha blusa, minha saia e minha roupa íntima. interior (que por sinal era de renda e a tanga era tipo brasileira, daquelas que só cobrem metade da bunda). Então tirei a blusa e eles já não conseguiam disfarçar a excitação, e eu também não, com 11 moleques de 18 e 19 anos na minha frente, quase pelados, com os bagos bem duros pedindo mulher pra saciar eles.
Aos poucos foram tirando as roupas até chegar minha vez. Tirei a saia, deixando eles verem minha calcinha, e de pé me virei de costas pra mostrar minha bunda com metade da pompa aparecendo. Me inclinei pra deixar a saia pra trás, e um deles falou: "Uau, que bunda enorme, senhora". Quando virei, agradeci. Na rodada seguinte, perdi de novo e dessa vez tirei o sutiã, deixando meus peitos à mostra. Senti os olhares devorando meus seios, o que me excitava cada vez mais.
Depois de algumas rodadas, só eu ainda estava de calcinha brasileira, e os outros caras já não tinham mais nada pra perder. Então começaram a pagar fazendo coisas, e chegou minha vez de dar um castigo pra um deles. Falei que ele tinha que dançar na minha frente. Ele aceitou de boa e começou a rebolar, chegando o pau e a bunda perto de mim, me deliciando com a dança até que não aguentei mais. Quando ele deu uma volta, o pau ficou na altura do meu rosto. Me inclinei um pouco pra frente, passei as duas mãos na bunda dele e comecei a beijar o pau devagar, dando pequenas lambidas. Os outros se aproximaram pra ver de perto como eu chupava, e aos poucos foram chegando os paus deles pra eu também dar minha boca de presente.
Depois, um deles disse: "Pô, pensei que minha fantasia nunca ia se realizar". Outro completou: "Não, isso é mil vezes melhor que sua fantasia". E todos riram. Perguntei qual era a fantasia, enquanto alternava os paus pra chupar. Eles disseram que todos queriam me comer, mas nunca acreditaram que fosse acontecer porque eu era mãe do amigo deles, e também por causa do que eu tinha contado sobre minha primeira vez, eles desejavam ter sido meu ex-namorado naquela época. derramar o semen deles na minha cara, exatamente como eu tinha imaginado. Nisso, me levantaram e começaram a passar a mão no meu corpo todo. Dois deles rasgaram minha calcinha meio bruscamente, porque já estavam loucos pra ver minha bunda e minha racha peladas. Eu já não ligava mais pra nada, só queria ser a mulher dos onze caras e me satisfazer com os corpos deles. Todos me tocavam e enfiavam os dedos na minha racha e no meu cu, era um prazer que eu nunca tinha sentido antes. Com os uniformes deles, fizeram uma espécie de colchão pra eu deitar e eles fazerem de tudo comigo. Um deles deitou e eu sentei no pau dele enquanto chupava os outros um por um. Quando chupei todos, alguém me empurrou pra frente, dando meus peitos na cara do cara que eu estava montando, e o que estava atrás chupou meu cu pra lubrificar e fazer dupla penetração. A verdade é que eu nunca tinha tido dois paus ao mesmo tempo, e isso me deixou muito excitada. Lembrei como meu ex-marido metia no meu cu e como me fazia gozar, então pensei que isso seria muito melhor. Devagar, ele foi enfiando o pau no meu cu e eu comecei a curtir como uma louca. Meu primeiro orgasmo veio como nunca antes, tão forte e explosivo que achei que estava me mijando. Eu gemia e pedia mais, pedia pra me tratarem como uma puta, que eu queria todos os paus. Isso excitava eles ainda mais, e trocavam de posição, me rodavam entre eles e brincavam comigo, ou melhor, com meu corpo. Enfiavam os paus em todos os buracos: minha boca, meu cu e minha buceta se enchiam de prazer. Até um par deles brincou de enfiar nas minhas orelhas, dando picadinhas com os paus nas minhas pobres orelhas, que se pudesse, teria recebido. Já tinha tido vários orgasmos, uns mais intensos que outros, mas todos muito gostosos pra mim. Num momento, um dos caras disse: "Acho que não vou demorar pra gozar, quero encher essa bunda gostosa com meu leite." E outro falou: "Não, espera, vamos gozar na cara dela." E na hora, tiraram os paus e me colocaram de joelhos, eu não conseguia pensar em nada, só queria sentir todo aquele esperma escorrendo no meu rosto, na minha boca, no meu corpo. Os caras me cercaram e começaram a me bombardear com as descargas deles, que caíam do meu cabelo, passando pelo meu rosto até meus peitos. Vários deles tinham aquele esperma grosso e viscoso, sinal de que não tinham muita atividade sexual, mas todos me molhavam o corpo e me deixavam de olhos fechados por causa da quantidade de porra no meu rosto inteiro. Na hora, quis me limpar, mas um deles não deixou, dizendo que queria que eu ficasse coberta de esperma. Só ouvia alguns deles rindo, me agradecendo e pedindo pra eu abrir os olhos e me ver no espelho.
Pediam pra eu limpar só meus olhos com um dos dedos e engolir o esperma que eu tinha tirado, e foi o que fiz. Com a ajuda deles, fui até a caminhonete e, no espelho do passageiro, pude ver como fiquei. Nunca imaginei que um dia estaria tão coberta de porra como naquela vez. Minha pele sumia, coberta pelo elixir dos caras. Quando parei de me admirar, os meninos pediram pra tirar uma foto comigo do jeito que eu estava, e aceitei, ainda com o tesão lá em cima. Eles queriam que eu ficasse toda viscosa com o plasma deles na minha cara e no corpo, e a sensação realmente me agradava. Entramos na cabana e nos acomodamos como deu nas três camas que tinha lá dentro. Dormi como nunca tinha dormido antes, nem sei que horas eram, mas dormi igual um bebê.
Acordei sentindo um cócegas na minha buceta. Era um dos caras me fazendo sexo oral enquanto outro massageava meus peitos e beliscava meus bicos. Pouco depois, comecei a soltar uns gemidinhos porque já estava quase tendo outro orgasmo, e isso acordou os outros caras. Eles se levantaram pra tentar pegar um bom lugar no meu corpo. Meu orgasmo foi igual ao da noite anterior, intenso e explosivo, enchendo a cara do cara que estava na minha buceta. Os outros riam de ver a cara dele. Todo pegajosinho por causa dos meus fluidos, e eu, em agradecimento, beijei ele com muita paixão, sentindo ainda na boca dele o gosto dos meus sucos. Naquele momento, lembrei que não tinha me limpado e queria fazer isso, caso algum estranho estivesse por perto e não me visse naquela situação. Mas os caras não queriam que eu me limpasse; meu rosto parecia que tinha um creme meio ressecado, mas enfim aceitei ficar assim. Eles me pediram para ficar de quatro para me comerem no meu cu ou na minha buceta, e eu só podia obedecer aos pedidos deles. Minha vontade tinha ido embora com a putaria que eu tava sentindo. Notei que os caras me comiam por um tempo, mas não gozavam dentro de mim nem fora, e perguntei por que não faziam isso. Eles disseram que queriam encher meu rosto e cabelo de porra de novo, e na hora falaram: "Beleza, vamos fazer isso agora... mas vamos lá fora." Eu me assustei, porque pensei que alguém poderia nos ver, mas eles não ligaram. Me levaram pra fora e, nos degraus da entrada da cabana, me sentaram e me rodearam de novo. Então, só joguei minha cara pra trás pra receber toda a porra deles no meu rosto.
A cura era maravilhosa, o cheiro do sêmen dos caras era incrível. Eu já tinha esquecido aquele prazer, mas graças a eles, lembrei com força. Eles tiraram mais umas fotos com os celulares, mas pedi pra nunca deixarem essas fotos chegarem nas mãos do meu filho ou de qualquer outra pessoa. Todos aceitaram e me deram a palavra de que ninguém mais veria aquilo.
Pedi pra me deixarem limpar, mas não deixaram. Acho que essa era a verdadeira fantasia deles: me deixar coberta de porra, o que também me agradava. Aquela situação me dava muito tesão, e a ideia de ser vista por alguém naquele estado. Nos vestimos, e três dos caras tiraram os pneus da caminhonete pra levar pra consertar, enquanto o resto esperava na lagoa. Nesses momentos, alguns aproveitaram pra passar a mão em mim à vontade debaixo da minha saia e curtir minha bunda. ao mesmo tempo que me mantinham com os peitos pra fora da minha blusa, tudo isso enquanto a gente tomava café com a comida que sobrou do dia anterior, a sensação do ventinho fresco que eu sentia na minha racha e na bunda era maravilhosa, porque eu só tinha a saia cobrindo a bunda, já que a minha calcinha tinha sido destruída na noite anterior e o meu sutiã também não tava mais comigo, porque um dos caras pegou como troféu e eu não achei em lugar nenhum. Depois de quase 3 horas, os meninos voltaram com os pneus, colocaram eles e a gente foi pra casa do senhor que tinha alugado a cabana pra gente. Quando chegamos, eu falei: "Gurizada... eu não posso descer, o senhor vai perceber o que aconteceu pelas marcas no meu rosto." Então pedi pra eles descerem pra entregar as chaves e o recipiente onde a gente fez o café, e pra pagar pelo tempo extra. Mas nessa hora, saiu uma mina de uns 24 ou no máximo 25 anos pra receber o pagamento e as chaves. Da janela, um dos caras perguntou pelo senhor, e a mina respondeu que ele não tava, que ia demorar pra chegar e que ela ia receber as chaves. Nisso, o mais velho dos caras (um verdadeiro tarado) falou pra mim: "Desce, Gisela, a gente quer ver a cara da mina quando te ver toda gozada." A proposta me surpreendeu pra caralho e eu pensei até onde esses caras são capazes de ir. Com um pouco de vergonha e risada, eu aceitei.
Quando desci da caminhonete, o vento levantou minha saia, deixando a mina ver que eu não tava de calcinha. Quando ela fixou o olhar na minha cara, desconfiou de algo. Ela me olhou estranho, mas não falou nada, só pediu as chaves. Perguntei quanto que era a mais pelo tempo extra na cabana, e ela disse que na verdade não precisava, que já tava pago. Mesmo assim, quis dar uma gorjeta e falei: "Beleza, muito obrigada, mas deixa eu te dar um trocado pra você." Ela agradeceu, e eu falei: "Vem comigo até a caminhonete." Ficando parada do meu lado na porta, os caras viam a expressão no rosto dela tipo "uau, essa coroa tá toda melada". Porra, dei 200 pila pra ela, agradeci e me despedi com um beijo no rosto, e isso deixou ela meio sem graça, os caras só riam por dentro da cara dela. Fechei a porta, ela deu um passo pra trás, eu baixei o vidro e falei que talvez a gente fizesse uma festa daqui a pouco no mesmo lugar e que, se ela quisesse, podia chamar ela também. Ela só balançou a cabeça que sim e foi andando pra trás da caminhonete. Arrancamos e fomos pra casa, o calor começava a aumentar cada vez mais, e o suor que escorria se misturava com a porra seca no meu corpo, fazendo com que eu exalasse um cheiro tipo de água sanitária. Esse cheiro me deixava molhada enquanto os caras comentavam como tinham se divertido comigo, com a boneca deles, e falavam dos momentos favoritos. Isso me esquentava saber o que mais tinha agradado eles e, principalmente, saber o ponto de vista deles sobre mim. No meio do caminho, o calor tava forte demais, e resolvemos parar num posto. Estacionei a caminhonete de um jeito que o frentista não me visse e dei o dinheiro pra eles pagarem o combustível. Depois, fomos pra lojinha que fica no canto do posto. Quando estacionei perto da loja, pedi pra eles descerem pra comprar água ou refrigerante, mas a putaria deles veio à tona de novo e falaram: "Vai você, Gisela, desce. Só tem o moleque da loja. Queremos ver a cara dele ao te ver toda melada." Eu ri das ideias deles e resolvi entrar na brincadeira. Peguei minha bolsa e desci da caminhonete. Quando entrei na loja, vi o olhar atônito do moleque nos meus peitos. Ele não tirava os olhos deles. Isso me agradava, me sentir desejada pelos homens, coisa que eu tinha esquecido desde que meu marido me largou. Ele me deixou muito mal emocionalmente e com a autoestima lá embaixo, mas agora eu lembrava daquele frio na barriga na minha buceta de me sentir desejada, de ser o centro das atenções. E não era pra menos, meus bicos estavam bem marcados e até dava pra ver um pouco por cima da minha blusa, nessa hora pedi pro rapaz umas águas saborizadas, e foi aí que ele virou o olhar pro meu rosto e ficou petrificado vendo os restos de porra brilhando por causa do suor que eu tava, olhei pra ele com um olhar safado e falei com voz doce: "amor, você pode me dar umas águas saborizadas, por favor, e uns copos descartáveis?" e terminei mordendo o lábio quando falei isso, só de sacanagem pra ver a cara de choque dele. Ele só falou "sim" e virou pra pegar as garrafas e os copos que pedi, e aí me deu na telha arregaçar a saia na cintura pra deixar mais curta e dar uma surpresinha pro rapaz. Olhei pro coitado e ele tava nervoso pra caralho, deixou cair duas das garrafas que tava carregando e, atrapalhado, levantou elas pra me entregar e falou: "só tenho copo pequeno, quer?" Respondi que sim, paguei e agradeci com uma voz bem sensual, peguei as garrafas e virei, dei três passos e deixei cair de propósito os copos e um par de garrafas pra me abaixar e mostrar minha bunda e minha bucetinha peladas. Os caras na caminhonete não paravam de rir vendo o que eu fiz. Deixei tudo no chão e falei: "já volto pra pegar". Fui rápido pra caminhonete, joguei as garrafas lá dentro e voltei, dando as costas de novo pro rapaz da loja e me inclinei mostrando mais uma vez minha bunda e minha bucetinha, que tavam molhadinhas de tesão. Agradeci, subi na caminhonete e arranquei, deixando o rapaz paralisado. Os caras na caminhonete não paravam de gritar animados com o que eu fiz. Um deles falou: "tomara que a gente possa fazer isso mais vezes", e eu respondi: "pode crer, eu adoraria". Com o que eu fiz e meu comentário de aceitação, os paus deles tavam duros de novo, e eles falaram: "para em algum lugar, vamos fazer uma última vez antes de chegar". Falei que não, porque meu filho e meus pais iam chegar e não iam me encontrar, ou talvez já tivessem chegado. e eles me viram assim, um deles disse: "a gente tá com o pau durasso, queremos gozar". aí eu falei: "ok, bate uma e joga o leite num copinho pra eu tomar". essa ideia animou eles, rapidinho pegaram um copo descartável e começaram a bater punheta dentro dele. o tesão foi tanto que um copinho só não deu conta e ainda encheram metade de outro. fiquei surpresa com a quantidade de porra que esses moleques conseguiam produzir, mas era lógico, a energia e a vitalidade deles tão a mil, ainda mais tendo uma mulher gostosa e disposta a ser bem puta e realizar as fantasias deles. quando encheram o primeiro copinho, me passaram achando que eu não ia tomar. reduzi a velocidade e procurei um lugar pra parar, encontrei um espaço onde dava pra estacionar a caminhonete uns 5 metros da estrada, sem risco de outro carro bater na gente, além de que queria saborear meu copo de leite juvenil gostoso. quando comecei a tomar, senti descer pela minha garganta e só ouvia as exclamações dos caras. quando terminei de tomar, fiquei em êxtase com o sabor daquele líquido dos deuses, e me passaram o outro copo com a porra. quando ia tomar, alguém falou: "não, por favor, espera. melhor, derrama tudo na sua cara, você fica maravilhosa com o leite escorrendo pelo rosto". todos me olharam e ficaram em silêncio. eu disse: "escuta, vocês tão fascinados vendo a própria porra na minha cara, né?". eles riram um pouco e disseram que sim, "é excitante e muito doentio ver você toda melada da nossa gozada". ainda falaram que nos filmes pornô uma das partes favoritas deles era quando enchiam a boca e a cara das minas de porra, e confessaram que na minha própria casa, quando eu não tava, eles viam junto com meu filho fotos e vídeos de garotas com leite na cara e no corpo, e que alguns já tinham sonhado em gozar em mim. depois disso, vi os olhares safados deles pra mim, então não pude recusar e comecei a derramar o leite aos poucos desde minhas bochechas passando pelos meus lábios e escorrendo pros meus peitos, molhando minha blusa que já tava úmida e cheirosa do meu suor misturado com o sêmen impregnado no meu corpo. Uns gritos fortes de aprovação os caras deram ao me ver que eu não tava fazendo careta pro gozo deles, e naquele momento eu fiz o esclarecimento: "rapaziada... nos divertimos pra caralho, tudo foi genial, mas isso acaba quando a gente chegar em casa. Não se fala mais no assunto e ninguém pode saber do que rolou, e isso inclui meu filho. Se um dia a gente puder repetir essa experiência, acreditem, eu vou topar, mas só se isso ficar em total segredo." Eles aceitaram, me agradeceram por tudo que viveram e me deram a palavra que aquilo ficava por ali e que pelo meu filho eu não precisava me preocupar, ele nunca saberia de nada. Então a gente arrancou e foi pra nossas casas. Faltando uns 25 minutos pra chegar, liguei pro meu filho no celular e perguntei se ele já tava em casa (pra eu me limpar antes de chegar), mas ele disse que não, e perguntou como eu tava. Eu falei que tava maravilhosa, que a gente tinha se divertido pra caramba, mas que por causa da viagem eu tava muito cansada. E ele disse pra eu não me preocupar, que ele ia ficar com os avós e que eu descansasse, que ele queria passar uns dias com eles e que eu podia me dedicar só pra mim nesses dias. A verdade é que isso fez minha mente voar, e eu só sorri e agradeci meu filho pelo gesto. Falei que amava ele, ele respondeu a mesma coisa e a gente encerrou a ligação. Quando chegamos nas nossas casas, por sorte nenhum dos pais saiu pra nos receber. Eu falei pro filho da minha vizinha avisar o pai dele que a gente já tinha chegado, e que enquanto isso eu ia me limpar pra devolver a caminhonete. Ele respondeu pra eu não me preocupar, que os pais dele tinham ido pra uma festa com um dos tios e que ele ia mais tarde com eles, e que eu não me preocupasse com a caminhonete, que ele dava um jeito de descer as coisas e que entre Ele e os outros caras iam limpar aquilo. Agradeci pra caralho, me despedi deles agradecendo e lembrando da promessa. Eles toparam e também me agradeceram, falando que fariam qualquer coisa por mim, não importava o que eu pedisse. Aceitei o gesto e entrei em casa. Assim que passei pelo portão e fechei, tirei a roupa. Caminhei pelada pelo jardimzinho da entrada (uns 4 metros), sem me preocupar se alguém ia me ver, porque os muros são bem altos. Passei na cozinha pra pegar um copo d'água, comi um pouco de fruta, esquentei um pacote de pizza pré-cozida, comi e só olhei as horas: eram 4:45 da tarde. Deitei pelada, toda cheia de porra seca no corpo, e não soube de mais nada até o dia seguinte, quando acordei com uma sensação de calma e prazer no corpo. Quando me olhei no espelho, vi as marcas do que rolou. Só ri e fui tomar banho, me dando prazer sozinha, lembrando do que aconteceu e planejando o que faria na ausência do meu filho...
Olá, antes de tudo quero agradecer pelos comentários do meu primeiro relato, uma orgia não planejada, a todos e todas, muito obrigado.
Vou começar dizendo que este relato não é meu, é de uma amiga que me contatou depois de ler meu relato e me pediu para publicar por ela o que aconteceu. No entanto, como comentário pessoal, posso dizer que ler isso me agradou pra caralho e me deu muito prazer.
Por questões óbvias, o nome real da minha amiga não será divulgado, assim como o de nenhum dos mencionados neste relato.
Olá a todos, quero contar uma das minhas experiências, uma que nunca pensei que pudesse acontecer comigo. A aventura que estou prestes a relatar aconteceu há um ano.
Sou Gisela, uma mulher de 36 anos com um corpo bem gostoso (96-68-103), tenho um filho de 18 anos e, há 6 anos, sou mulher solteira, não porque meu marido morreu ou algo assim, mas porque ele abandonou a mim e ao meu filho.
Aos 17 anos, ainda quando estávamos estudando no ensino médio, engravidei e me casei com Javier, o pai do meu filho.
Naquela idade, não pensávamos em como seria difícil manter um bebê, nem o quanto custaria. Embora tivéssemos o apoio dos nossos pais, as coisas começaram a ficar difíceis quando descobrimos os gastos que tínhamos. Apesar de tudo, nossos pais nos ajudaram pra caramba com as despesas e conseguimos terminar o ensino médio.
Depois de sair do ensino médio, pensar em faculdade era só um sonho. Eu não podia trabalhar porque tinha que cuidar do bebê, e Javier, na época já meu marido, trabalhava com o que podia, vendia tudo o que lhe viesse à cabeça para nos sustentar.
A verdade é que foram dias muito difíceis, com pouco dinheiro e, principalmente, poucas coisas para o nosso bebê. Assim se passaram dois anos, até que um dia um parente do meu marido, que trabalhava na secretaria de educação, o ajudou a conseguir um emprego em uma escola, num... Vila perto de onde a gente morava, e ele conseguiu um trampo pra mim numa creche, onde eu ainda podia levar meu bebê e cuidar dele lá mesmo. Pouco tempo depois de começar a trabalhar, conseguimos alugar uma casa perto dos nossos empregos e parar de pagar passagem e viajar todo dia. Assim se passaram vários anos, e tudo ia muito melhor pra gente. Meu marido virou diretor da escola por causa de umas mudanças na região toda, e eu também já tava trabalhando na mesma escola que ele. Nosso salário dava pra comprar a casa onde a gente morava — uma casa pequenininha, mas muito bonitinha, num lugar bem sossegado, onde só passava os vizinhos, porque era uma rua sem saída. A verdade é que os dias eram mais tranquilos financeiramente, e a gente se sentia muito feliz com o que tinha conquistado, mesmo sendo tão jovens. Não nos dávamos luxos, mas vivíamos em paz. Quando meu filho fez 7 anos, já deixávamos ele sair pra brincar com os amiguinhos da rua, então sobrava um tempinho de intimidade pra gente, que a gente curtia pra caramba. A verdade é que não tínhamos muito mais o que desejar, porque tudo estava dando super certo.
Um dia, por causa do trabalho, meu marido teve que ir pra capital entregar os relatórios de fim de ano, e eu não fui porque ainda tinha aula pra dar. Depois de terminar meu turno, passei pra buscar meu filho e fomos pra casa esperar ele. O tempo foi passando, até que deu 5 horas da tarde e ele não chegava. Eu já tava começando a me preocupar, quando recebi uma ligação. Era ele. Perguntei se tava bem e por que tava demorando tanto. Ele respondeu que tava com muita vergonha de ter que me dizer aquilo, e que não conseguia falar cara a cara, mas que não voltaria mais. Disse que tinha se apaixonado por outra pessoa e que ia deixar eu e meu filho. Falou que tava deixando dinheiro suficiente pra gente não passar aperto por um bom tempo, que ele sentia muito, e simplesmente desligou.
Foi muito difícil pra mim explicar pro meu filho que o pai dele não ia voltar. Chorei pra caramba e liguei pros meus pais, que me apoiaram muito de novo.
O cargo de diretor que meu marido também abandonou foi dado a mim, graças novamente ao parente do meu marido, que, muito arrependido pelo que Javier me fez, me deu todo o apoio.
Os meses passaram e consegui o apoio de todos os professores e professoras da escola, que no começo não estavam muito contentes com meu novo cargo.
Meu filho aprendeu a viver sem a presença do pai, e eu tentava levar isso da melhor forma, sendo mãe e pai ao mesmo tempo. De vez em quando, eu realizava um ou outro capricho dele, e até conversava sobre as amiguinhas, de quem ele gostava, e claro, dava uma educação sexual básica para ele não comprometer o futuro dele como aconteceu comigo.
Por minha parte, minha vida sentimental e amorosa parou quase completamente, e até o sexo deixou de existir. Só me preocupava com meu filho e em fazê-lo se sentir o melhor possível.
Meu filho, como eu disse antes, saía para jogar com os amigos, que por sinal eram 12 e formaram o time de futebol deles. Todo fim de semana eles jogavam partidas, e eu adorava ir assistir, porque me distraía um pouco, além de conversar com as mães dos amigos do meu filho.
As férias estavam chegando, e o time do meu filho foi convidado para um jogo numa cidade que fica a umas quatro horas de estrada. Então, pensamos que depois do jogo, ficaríamos numa lagoa perto desse lugar, onde faríamos um piquenique, só para nos divertir um pouco e voltar antes de escurecer. Convidamos os outros pais, mas por motivos diferentes, ninguém aceitou, então meu filho e os amigos ficaram um pouco decepcionados. Vendo a recusa dos outros pais, ofereci aos meninos e aos outros pais que eu os levaria, só que precisávamos de um veículo grande para ir. Então, propus a um dos pais dos amigos do meu filho que eu deixava meu carro com ele e ele me emprestava a caminhonete familiar que tinha para cabermos todos. Ele aceitou sem problemas.
Faltando uma semana para nossa viagem, em O jogo de futebol, meu filho se machucou numa jogada com outro menino do time adversário. Na consulta com o médico, ele disse que precisaria de repouso total por pelo menos 20 dias, então a viagem seria cancelada. Todos os amigos dele deram apoio e decidiram que não iriam viajar, mas meu filho não aceitou e pediu que eu levasse eles e que ele ficaria o fim de semana com os avós (ou seja, com meus pais). Esse foi um gesto de amizade que me deixou muito orgulhosa do meu filho, porque ele não deixaria os amigos perderem essa viagem por causa da lesão dele.
Passou a semana e no sábado bem cedo meus pais chegaram pra levar meu filho pra casa deles, enquanto eu preparava a caminhonete com meu vizinho e colocava as coisas que íamos levar, enquanto os amigos do meu filho, que mal formavam o time de futebol, iam chegando. Me despedi do meu filho, ele foi com meus pais e eu subi na caminhonete junto com os meninos pra levá-los pro jogo.
Vale dizer que, como os dias estavam muito quentes, eu tava usando uma blusinha de alcinha decotada que deixava ver um pouco o formato dos meus peitos (de 96 cm) e uma saia tipo escocesa um pouco acima dos joelhos. Os outros meninos já estavam preparados com o uniforme do time. A conversa no caminho foi bem normal, e na verdade eu só fazia alguns comentários sobre o que os garotos falavam, porque eles são muito divertidos e eu curtia mais ouvir as coisas que eles diziam.
Chegamos no lugar, eles jogaram a partida, que infelizmente não conseguiram ganhar, e depois fomos pra lagoa onde queríamos fazer o churrasco. Quando cheguei no local, fiquei maravilhada, porque era tudo muito lindo. Tinham cabanas rodeadas pela mata, o que deixava o lugar muito gostoso pra passar com a família ou com o(a) parceiro(a), no caso dos namorados, e no meu caso, com os meninos.
Preparamos a comida, e a verdade é que a gente tava se divertindo, mas eu sentia falta do meu filho. Tudo correu normal até umas 6 da tarde, quando começou a... escureceu e decidimos guardar as coisas na caminhonete pra voltar. Mas qual não foi nossa surpresa que, enquanto subíamos as coisas, um dos caras percebeu que dois pneus da caminhonete estavam furados. Rapidamente fui com dois deles procurar alguém que pudesse nos ajudar, mas como estávamos a 40 minutos de caminho do povoado, não teríamos muita sorte pedindo ajuda. Então fomos até a casa mais próxima pra ver o que dava pra fazer. O senhor que nos atendeu disse que seria impossível conseguir alguém pra consertar os pneus, porque não tinha ninguém perto que fizesse isso, só lá na cidade, e ele não tinha nenhum veículo pra nos levar até lá pra arrumar os pneus. A única coisa que podia fazer por nós era alugar uma das cabanas pra ficarmos e, no dia seguinte, quando amanhecesse, ir até a cidade pedir ajuda. Aceitamos e só avançamos um pouco mais pra pegar sinal nos celulares e avisar as famílias dos caras e meu filho que chegaríamos no dia seguinte por causa do problema com a caminhonete, e informar que íamos ficar nas cabanas do lugar. Voltamos com o senhor que alugou a cabana pra ele nos vender uns fósforos, um pouco de café e nos emprestar algum recipiente pra preparar. Quando voltamos pros outros caras, avisamos que íamos ficar numa das cabanas. Logicamente não estávamos preparados com mais roupa além da que estávamos vestindo, o que não era grande problema porque, mesmo sem sol, o calor que ainda fazia era suficiente pra ficar com a roupa que tínhamos sem passar frio. Na hora, decidimos fazer uma fogueira e tipo um luau, aproveitando que já estávamos lá e não íamos embora até o dia seguinte. Tudo estava rolando tranquilo até que um dos caras sugeriu fazer algum jogo, tipo girar a garrafa ou algo assim, e aplicar castigos ou revelar segredos. A verdade é que todo mundo achou uma boa ideia, já que eu era a única mulher. E além disso, a mãe do amigo dele achou que eu não ia querer jogar, mas quando viram que eu topava, ficaram mais animados e o jogo começou. No começo, eram só castigos ou confissões de adolescente que não incomodavam ninguém, mas aos poucos a vergonha de jogar comigo foi sumindo, e as perguntas entre eles começaram a subir de tom, com coisas tipo: "Com que idade você se masturbou pela primeira vez?" ou "Em quem você pensou quando bateu sua primeira punheta?". Logicamente, naquele momento comecei a vê-los realmente como homens em crescimento e percebi que na idade deles eu já tinha tido meu filho, algo que nem algumas horas antes eu tinha imaginado, porque ainda os via como crianças. As perguntas iam e vinham entre eles até que chegou minha vez, e ninguém se animava a perguntar nada. Então dei confiança e falei pra não se preocuparem, que eu não era mais uma mocinha e não me assustava com o que pudessem perguntar. Aí um deles me perguntou com que idade tive meu primeiro sonho molhado e como foi. Comecei a me lembrar e contei que uma das primeiras vezes que sonhei algo sexual foi com um cantor muito famoso que conheci depois de um show dele, e que tinha tipo um amasso com ele, e depois, deitada, ele me fazia amor e com isso já dava pra me molhar toda e molhar minha cama. Eles ficaram mudos por uns segundos e disseram: "Bom, que legal". Pela reação deles, acho que não esperavam que eu realmente respondesse ou que dissesse que nunca tinha tido um sonho assim. As perguntas continuaram, e a risada e os rubores subiam cada vez mais em mim ao ouvir as confissões dos garotos, coisa que eles notavam na minha blusa, porque meus bicos cresciam de tamanho e apareciam muito fácil com a luz e a sombra da fogueira. Nisso, chegou minha vez de responder de novo e me perguntaram como tinha sido minha primeira relação sexual. Contei que, quando tinha 16 anos, numa festa do meu namorado, nos mandaram buscar mais refrigerante para as cubas e em... Naquele momento, vimos nossa chance de ter um amasso, então num terreno que tava sendo construído do lado da casa do meu namorado, a gente se escondeu e começou o amasso. Meu namorado ficou acariciando minha bunda até que enfiou a mão por baixo da minha saia e da minha calcinha, e começou a amassar minhas nádegas bem gostoso, e tocou pela primeira vez na minha buceta. Eu respondi beijando ele com paixão e abrindo um pouco as pernas pra ele me tocar melhor, e aí com as carícias dele tive meu primeiro orgasmo, coisa que adorei, mas meu namorado ainda tava com o pau duro, então só me deixei levar pelo instinto. Me ajoelhei, tirei o pau dele da calça e, meio sem jeito, comecei a chupar o pau e as bolas dele. Lembro que tava adorando chupar ele e, pra ser sincera, ele não demorou muito pra gozar. Quando ele tava quase lá, falou que ia gozar, se afastou um pouco, apontou o pau pra minha cara e começou a espirrar jorros grossos de porra na minha carinha.
Naquele momento da minha confissão, eu já tava muito excitada, não só por lembrar e contar minha primeira experiência sexual, mas também porque já tinha ouvido as experiências de vários deles.
Fez-se um silêncio depois disso, e notei que o olhar deles já não era mais o dos amigos crianças do meu filho, mas sim de homens com vontade de mulher. Eles estavam de pau duro, uns se escondiam, outros nem tentavam disfarçar a excitação. O jogo continuou, e alguém sugeriu: "Já que tamo à vontade, vamos jogar de prendas em vez de confissões". Aí eu falei: "Beleza, então vamos continuar o jogo".
Pra ser sincera, meu raciocínio já não tava lá essas coisas, só conseguia pensar nos paus deles, e não parava de olhar. A verdade é que já fazia um tempão que eu não pensava em sexo, e aquele momento me deixou muito tesuda. Aos poucos, vários dos caras foram perdendo as roupas, alguns já estavam só de cueca quando chegou minha vez. E eu não tinha muita coisa pra perder, só minha blusa, minha saia e minha roupa íntima. interior (que por sinal era de renda e a tanga era tipo brasileira, daquelas que só cobrem metade da bunda). Então tirei a blusa e eles já não conseguiam disfarçar a excitação, e eu também não, com 11 moleques de 18 e 19 anos na minha frente, quase pelados, com os bagos bem duros pedindo mulher pra saciar eles.
Aos poucos foram tirando as roupas até chegar minha vez. Tirei a saia, deixando eles verem minha calcinha, e de pé me virei de costas pra mostrar minha bunda com metade da pompa aparecendo. Me inclinei pra deixar a saia pra trás, e um deles falou: "Uau, que bunda enorme, senhora". Quando virei, agradeci. Na rodada seguinte, perdi de novo e dessa vez tirei o sutiã, deixando meus peitos à mostra. Senti os olhares devorando meus seios, o que me excitava cada vez mais.
Depois de algumas rodadas, só eu ainda estava de calcinha brasileira, e os outros caras já não tinham mais nada pra perder. Então começaram a pagar fazendo coisas, e chegou minha vez de dar um castigo pra um deles. Falei que ele tinha que dançar na minha frente. Ele aceitou de boa e começou a rebolar, chegando o pau e a bunda perto de mim, me deliciando com a dança até que não aguentei mais. Quando ele deu uma volta, o pau ficou na altura do meu rosto. Me inclinei um pouco pra frente, passei as duas mãos na bunda dele e comecei a beijar o pau devagar, dando pequenas lambidas. Os outros se aproximaram pra ver de perto como eu chupava, e aos poucos foram chegando os paus deles pra eu também dar minha boca de presente.
Depois, um deles disse: "Pô, pensei que minha fantasia nunca ia se realizar". Outro completou: "Não, isso é mil vezes melhor que sua fantasia". E todos riram. Perguntei qual era a fantasia, enquanto alternava os paus pra chupar. Eles disseram que todos queriam me comer, mas nunca acreditaram que fosse acontecer porque eu era mãe do amigo deles, e também por causa do que eu tinha contado sobre minha primeira vez, eles desejavam ter sido meu ex-namorado naquela época. derramar o semen deles na minha cara, exatamente como eu tinha imaginado. Nisso, me levantaram e começaram a passar a mão no meu corpo todo. Dois deles rasgaram minha calcinha meio bruscamente, porque já estavam loucos pra ver minha bunda e minha racha peladas. Eu já não ligava mais pra nada, só queria ser a mulher dos onze caras e me satisfazer com os corpos deles. Todos me tocavam e enfiavam os dedos na minha racha e no meu cu, era um prazer que eu nunca tinha sentido antes. Com os uniformes deles, fizeram uma espécie de colchão pra eu deitar e eles fazerem de tudo comigo. Um deles deitou e eu sentei no pau dele enquanto chupava os outros um por um. Quando chupei todos, alguém me empurrou pra frente, dando meus peitos na cara do cara que eu estava montando, e o que estava atrás chupou meu cu pra lubrificar e fazer dupla penetração. A verdade é que eu nunca tinha tido dois paus ao mesmo tempo, e isso me deixou muito excitada. Lembrei como meu ex-marido metia no meu cu e como me fazia gozar, então pensei que isso seria muito melhor. Devagar, ele foi enfiando o pau no meu cu e eu comecei a curtir como uma louca. Meu primeiro orgasmo veio como nunca antes, tão forte e explosivo que achei que estava me mijando. Eu gemia e pedia mais, pedia pra me tratarem como uma puta, que eu queria todos os paus. Isso excitava eles ainda mais, e trocavam de posição, me rodavam entre eles e brincavam comigo, ou melhor, com meu corpo. Enfiavam os paus em todos os buracos: minha boca, meu cu e minha buceta se enchiam de prazer. Até um par deles brincou de enfiar nas minhas orelhas, dando picadinhas com os paus nas minhas pobres orelhas, que se pudesse, teria recebido. Já tinha tido vários orgasmos, uns mais intensos que outros, mas todos muito gostosos pra mim. Num momento, um dos caras disse: "Acho que não vou demorar pra gozar, quero encher essa bunda gostosa com meu leite." E outro falou: "Não, espera, vamos gozar na cara dela." E na hora, tiraram os paus e me colocaram de joelhos, eu não conseguia pensar em nada, só queria sentir todo aquele esperma escorrendo no meu rosto, na minha boca, no meu corpo. Os caras me cercaram e começaram a me bombardear com as descargas deles, que caíam do meu cabelo, passando pelo meu rosto até meus peitos. Vários deles tinham aquele esperma grosso e viscoso, sinal de que não tinham muita atividade sexual, mas todos me molhavam o corpo e me deixavam de olhos fechados por causa da quantidade de porra no meu rosto inteiro. Na hora, quis me limpar, mas um deles não deixou, dizendo que queria que eu ficasse coberta de esperma. Só ouvia alguns deles rindo, me agradecendo e pedindo pra eu abrir os olhos e me ver no espelho.
Pediam pra eu limpar só meus olhos com um dos dedos e engolir o esperma que eu tinha tirado, e foi o que fiz. Com a ajuda deles, fui até a caminhonete e, no espelho do passageiro, pude ver como fiquei. Nunca imaginei que um dia estaria tão coberta de porra como naquela vez. Minha pele sumia, coberta pelo elixir dos caras. Quando parei de me admirar, os meninos pediram pra tirar uma foto comigo do jeito que eu estava, e aceitei, ainda com o tesão lá em cima. Eles queriam que eu ficasse toda viscosa com o plasma deles na minha cara e no corpo, e a sensação realmente me agradava. Entramos na cabana e nos acomodamos como deu nas três camas que tinha lá dentro. Dormi como nunca tinha dormido antes, nem sei que horas eram, mas dormi igual um bebê.
Acordei sentindo um cócegas na minha buceta. Era um dos caras me fazendo sexo oral enquanto outro massageava meus peitos e beliscava meus bicos. Pouco depois, comecei a soltar uns gemidinhos porque já estava quase tendo outro orgasmo, e isso acordou os outros caras. Eles se levantaram pra tentar pegar um bom lugar no meu corpo. Meu orgasmo foi igual ao da noite anterior, intenso e explosivo, enchendo a cara do cara que estava na minha buceta. Os outros riam de ver a cara dele. Todo pegajosinho por causa dos meus fluidos, e eu, em agradecimento, beijei ele com muita paixão, sentindo ainda na boca dele o gosto dos meus sucos. Naquele momento, lembrei que não tinha me limpado e queria fazer isso, caso algum estranho estivesse por perto e não me visse naquela situação. Mas os caras não queriam que eu me limpasse; meu rosto parecia que tinha um creme meio ressecado, mas enfim aceitei ficar assim. Eles me pediram para ficar de quatro para me comerem no meu cu ou na minha buceta, e eu só podia obedecer aos pedidos deles. Minha vontade tinha ido embora com a putaria que eu tava sentindo. Notei que os caras me comiam por um tempo, mas não gozavam dentro de mim nem fora, e perguntei por que não faziam isso. Eles disseram que queriam encher meu rosto e cabelo de porra de novo, e na hora falaram: "Beleza, vamos fazer isso agora... mas vamos lá fora." Eu me assustei, porque pensei que alguém poderia nos ver, mas eles não ligaram. Me levaram pra fora e, nos degraus da entrada da cabana, me sentaram e me rodearam de novo. Então, só joguei minha cara pra trás pra receber toda a porra deles no meu rosto.
A cura era maravilhosa, o cheiro do sêmen dos caras era incrível. Eu já tinha esquecido aquele prazer, mas graças a eles, lembrei com força. Eles tiraram mais umas fotos com os celulares, mas pedi pra nunca deixarem essas fotos chegarem nas mãos do meu filho ou de qualquer outra pessoa. Todos aceitaram e me deram a palavra de que ninguém mais veria aquilo.
Pedi pra me deixarem limpar, mas não deixaram. Acho que essa era a verdadeira fantasia deles: me deixar coberta de porra, o que também me agradava. Aquela situação me dava muito tesão, e a ideia de ser vista por alguém naquele estado. Nos vestimos, e três dos caras tiraram os pneus da caminhonete pra levar pra consertar, enquanto o resto esperava na lagoa. Nesses momentos, alguns aproveitaram pra passar a mão em mim à vontade debaixo da minha saia e curtir minha bunda. ao mesmo tempo que me mantinham com os peitos pra fora da minha blusa, tudo isso enquanto a gente tomava café com a comida que sobrou do dia anterior, a sensação do ventinho fresco que eu sentia na minha racha e na bunda era maravilhosa, porque eu só tinha a saia cobrindo a bunda, já que a minha calcinha tinha sido destruída na noite anterior e o meu sutiã também não tava mais comigo, porque um dos caras pegou como troféu e eu não achei em lugar nenhum. Depois de quase 3 horas, os meninos voltaram com os pneus, colocaram eles e a gente foi pra casa do senhor que tinha alugado a cabana pra gente. Quando chegamos, eu falei: "Gurizada... eu não posso descer, o senhor vai perceber o que aconteceu pelas marcas no meu rosto." Então pedi pra eles descerem pra entregar as chaves e o recipiente onde a gente fez o café, e pra pagar pelo tempo extra. Mas nessa hora, saiu uma mina de uns 24 ou no máximo 25 anos pra receber o pagamento e as chaves. Da janela, um dos caras perguntou pelo senhor, e a mina respondeu que ele não tava, que ia demorar pra chegar e que ela ia receber as chaves. Nisso, o mais velho dos caras (um verdadeiro tarado) falou pra mim: "Desce, Gisela, a gente quer ver a cara da mina quando te ver toda gozada." A proposta me surpreendeu pra caralho e eu pensei até onde esses caras são capazes de ir. Com um pouco de vergonha e risada, eu aceitei.
Quando desci da caminhonete, o vento levantou minha saia, deixando a mina ver que eu não tava de calcinha. Quando ela fixou o olhar na minha cara, desconfiou de algo. Ela me olhou estranho, mas não falou nada, só pediu as chaves. Perguntei quanto que era a mais pelo tempo extra na cabana, e ela disse que na verdade não precisava, que já tava pago. Mesmo assim, quis dar uma gorjeta e falei: "Beleza, muito obrigada, mas deixa eu te dar um trocado pra você." Ela agradeceu, e eu falei: "Vem comigo até a caminhonete." Ficando parada do meu lado na porta, os caras viam a expressão no rosto dela tipo "uau, essa coroa tá toda melada". Porra, dei 200 pila pra ela, agradeci e me despedi com um beijo no rosto, e isso deixou ela meio sem graça, os caras só riam por dentro da cara dela. Fechei a porta, ela deu um passo pra trás, eu baixei o vidro e falei que talvez a gente fizesse uma festa daqui a pouco no mesmo lugar e que, se ela quisesse, podia chamar ela também. Ela só balançou a cabeça que sim e foi andando pra trás da caminhonete. Arrancamos e fomos pra casa, o calor começava a aumentar cada vez mais, e o suor que escorria se misturava com a porra seca no meu corpo, fazendo com que eu exalasse um cheiro tipo de água sanitária. Esse cheiro me deixava molhada enquanto os caras comentavam como tinham se divertido comigo, com a boneca deles, e falavam dos momentos favoritos. Isso me esquentava saber o que mais tinha agradado eles e, principalmente, saber o ponto de vista deles sobre mim. No meio do caminho, o calor tava forte demais, e resolvemos parar num posto. Estacionei a caminhonete de um jeito que o frentista não me visse e dei o dinheiro pra eles pagarem o combustível. Depois, fomos pra lojinha que fica no canto do posto. Quando estacionei perto da loja, pedi pra eles descerem pra comprar água ou refrigerante, mas a putaria deles veio à tona de novo e falaram: "Vai você, Gisela, desce. Só tem o moleque da loja. Queremos ver a cara dele ao te ver toda melada." Eu ri das ideias deles e resolvi entrar na brincadeira. Peguei minha bolsa e desci da caminhonete. Quando entrei na loja, vi o olhar atônito do moleque nos meus peitos. Ele não tirava os olhos deles. Isso me agradava, me sentir desejada pelos homens, coisa que eu tinha esquecido desde que meu marido me largou. Ele me deixou muito mal emocionalmente e com a autoestima lá embaixo, mas agora eu lembrava daquele frio na barriga na minha buceta de me sentir desejada, de ser o centro das atenções. E não era pra menos, meus bicos estavam bem marcados e até dava pra ver um pouco por cima da minha blusa, nessa hora pedi pro rapaz umas águas saborizadas, e foi aí que ele virou o olhar pro meu rosto e ficou petrificado vendo os restos de porra brilhando por causa do suor que eu tava, olhei pra ele com um olhar safado e falei com voz doce: "amor, você pode me dar umas águas saborizadas, por favor, e uns copos descartáveis?" e terminei mordendo o lábio quando falei isso, só de sacanagem pra ver a cara de choque dele. Ele só falou "sim" e virou pra pegar as garrafas e os copos que pedi, e aí me deu na telha arregaçar a saia na cintura pra deixar mais curta e dar uma surpresinha pro rapaz. Olhei pro coitado e ele tava nervoso pra caralho, deixou cair duas das garrafas que tava carregando e, atrapalhado, levantou elas pra me entregar e falou: "só tenho copo pequeno, quer?" Respondi que sim, paguei e agradeci com uma voz bem sensual, peguei as garrafas e virei, dei três passos e deixei cair de propósito os copos e um par de garrafas pra me abaixar e mostrar minha bunda e minha bucetinha peladas. Os caras na caminhonete não paravam de rir vendo o que eu fiz. Deixei tudo no chão e falei: "já volto pra pegar". Fui rápido pra caminhonete, joguei as garrafas lá dentro e voltei, dando as costas de novo pro rapaz da loja e me inclinei mostrando mais uma vez minha bunda e minha bucetinha, que tavam molhadinhas de tesão. Agradeci, subi na caminhonete e arranquei, deixando o rapaz paralisado. Os caras na caminhonete não paravam de gritar animados com o que eu fiz. Um deles falou: "tomara que a gente possa fazer isso mais vezes", e eu respondi: "pode crer, eu adoraria". Com o que eu fiz e meu comentário de aceitação, os paus deles tavam duros de novo, e eles falaram: "para em algum lugar, vamos fazer uma última vez antes de chegar". Falei que não, porque meu filho e meus pais iam chegar e não iam me encontrar, ou talvez já tivessem chegado. e eles me viram assim, um deles disse: "a gente tá com o pau durasso, queremos gozar". aí eu falei: "ok, bate uma e joga o leite num copinho pra eu tomar". essa ideia animou eles, rapidinho pegaram um copo descartável e começaram a bater punheta dentro dele. o tesão foi tanto que um copinho só não deu conta e ainda encheram metade de outro. fiquei surpresa com a quantidade de porra que esses moleques conseguiam produzir, mas era lógico, a energia e a vitalidade deles tão a mil, ainda mais tendo uma mulher gostosa e disposta a ser bem puta e realizar as fantasias deles. quando encheram o primeiro copinho, me passaram achando que eu não ia tomar. reduzi a velocidade e procurei um lugar pra parar, encontrei um espaço onde dava pra estacionar a caminhonete uns 5 metros da estrada, sem risco de outro carro bater na gente, além de que queria saborear meu copo de leite juvenil gostoso. quando comecei a tomar, senti descer pela minha garganta e só ouvia as exclamações dos caras. quando terminei de tomar, fiquei em êxtase com o sabor daquele líquido dos deuses, e me passaram o outro copo com a porra. quando ia tomar, alguém falou: "não, por favor, espera. melhor, derrama tudo na sua cara, você fica maravilhosa com o leite escorrendo pelo rosto". todos me olharam e ficaram em silêncio. eu disse: "escuta, vocês tão fascinados vendo a própria porra na minha cara, né?". eles riram um pouco e disseram que sim, "é excitante e muito doentio ver você toda melada da nossa gozada". ainda falaram que nos filmes pornô uma das partes favoritas deles era quando enchiam a boca e a cara das minas de porra, e confessaram que na minha própria casa, quando eu não tava, eles viam junto com meu filho fotos e vídeos de garotas com leite na cara e no corpo, e que alguns já tinham sonhado em gozar em mim. depois disso, vi os olhares safados deles pra mim, então não pude recusar e comecei a derramar o leite aos poucos desde minhas bochechas passando pelos meus lábios e escorrendo pros meus peitos, molhando minha blusa que já tava úmida e cheirosa do meu suor misturado com o sêmen impregnado no meu corpo. Uns gritos fortes de aprovação os caras deram ao me ver que eu não tava fazendo careta pro gozo deles, e naquele momento eu fiz o esclarecimento: "rapaziada... nos divertimos pra caralho, tudo foi genial, mas isso acaba quando a gente chegar em casa. Não se fala mais no assunto e ninguém pode saber do que rolou, e isso inclui meu filho. Se um dia a gente puder repetir essa experiência, acreditem, eu vou topar, mas só se isso ficar em total segredo." Eles aceitaram, me agradeceram por tudo que viveram e me deram a palavra que aquilo ficava por ali e que pelo meu filho eu não precisava me preocupar, ele nunca saberia de nada. Então a gente arrancou e foi pra nossas casas. Faltando uns 25 minutos pra chegar, liguei pro meu filho no celular e perguntei se ele já tava em casa (pra eu me limpar antes de chegar), mas ele disse que não, e perguntou como eu tava. Eu falei que tava maravilhosa, que a gente tinha se divertido pra caramba, mas que por causa da viagem eu tava muito cansada. E ele disse pra eu não me preocupar, que ele ia ficar com os avós e que eu descansasse, que ele queria passar uns dias com eles e que eu podia me dedicar só pra mim nesses dias. A verdade é que isso fez minha mente voar, e eu só sorri e agradeci meu filho pelo gesto. Falei que amava ele, ele respondeu a mesma coisa e a gente encerrou a ligação. Quando chegamos nas nossas casas, por sorte nenhum dos pais saiu pra nos receber. Eu falei pro filho da minha vizinha avisar o pai dele que a gente já tinha chegado, e que enquanto isso eu ia me limpar pra devolver a caminhonete. Ele respondeu pra eu não me preocupar, que os pais dele tinham ido pra uma festa com um dos tios e que ele ia mais tarde com eles, e que eu não me preocupasse com a caminhonete, que ele dava um jeito de descer as coisas e que entre Ele e os outros caras iam limpar aquilo. Agradeci pra caralho, me despedi deles agradecendo e lembrando da promessa. Eles toparam e também me agradeceram, falando que fariam qualquer coisa por mim, não importava o que eu pedisse. Aceitei o gesto e entrei em casa. Assim que passei pelo portão e fechei, tirei a roupa. Caminhei pelada pelo jardimzinho da entrada (uns 4 metros), sem me preocupar se alguém ia me ver, porque os muros são bem altos. Passei na cozinha pra pegar um copo d'água, comi um pouco de fruta, esquentei um pacote de pizza pré-cozida, comi e só olhei as horas: eram 4:45 da tarde. Deitei pelada, toda cheia de porra seca no corpo, e não soube de mais nada até o dia seguinte, quando acordei com uma sensação de calma e prazer no corpo. Quando me olhei no espelho, vi as marcas do que rolou. Só ri e fui tomar banho, me dando prazer sozinha, lembrando do que aconteceu e planejando o que faria na ausência do meu filho...
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