Continuam meus encontros com minha amante veterana
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Eram quase 10 da noite, do mesmo dia em que finalmente tinha fodido a vovó Carmencita. Tomei banho, me perfumei como se fosse para um encontro qualquer. Sabia que ela esperava minha visita à noite, como havíamos combinado, claro que por descuido não tinha pedido o telefone dela. Apesar de morar tão perto, teria gostado de falar com ela antes de chegar, pra entrar o mais rápido possível, sem que os vizinhos percebessem. Saí na rua e passei caminhando na frente da casa dela, mas segui em frente porque ainda tinha vizinhos na rua e iam achar estranho eu visitar a vovó tão tarde.
Tava com o tesão lá em cima, igual cachorro no cio, morrendo de vontade de ter as tetas da veterana na minha boca de novo. Lá na frente parei, acendi um cigarro e fiquei pacientemente esperando a vizinha do lado, que tava conversando animadamente com outra, entrar. Caminhei um pouco mais pra não levantar suspeitas, aparecendo várias vezes na esquina, até que na quarta ou quinta vez, vejo que a vizinha tinha entrado. Caminhei rápido até a casa, toquei a campainha, rezando pra ela abrir o mais rápido possível. Esperei uns minutos, a porta não abria, quase fui embora, quando a porta abre e Carmencita aparece. Rindo em silêncio, me manda entrar.
Cumprimentei ela como sempre, dizendo que a vizinha do lado não entrava e que não queria despertar suspeitas nos vizinhos. Ela agradeceu, me convidando pra sentar. Sentamos no sofá e na hora nos beijamos. Minha mão foi pra uma das tetas dela, acariciando de leve, enquanto a mão dela foi direto na minha virilha, acariciando a pica que já fazia um volume generoso dentro da minha calça. Apesar de estarmos com vontade um do outro, sabíamos que tínhamos o tempo todo do mundo e os dois queriam que o encontro durasse. por um bom tempo.
Nos beijando e nos tocando calmamente, com a luz acesa, a coroa começou a desabotoar minha calça, onde eu ajudei, ficando com meu pau pra fora, sentindo a mão dela acariciando ele suavemente, enquanto nossos beijos continuavam.
Com as duas mãos esticadas no encosto do sofá, Carmencita conversava calmamente comigo, sem parar um instante de acariciar ele com vontade, elogiando meu porte e dureza, planejando como teriam que ser nossos futuros encontros, pra não levantar suspeita nos vizinhos, tudo isso, com meu pau nas mãos dela. Depois que planejamos o esquema, ela se curvou e meteu ele na boca, me dando um boquete suave, que terminou com minha calça nos tornozelos e Carmencita chupando até minhas bolas.
Com toda calma, ela me diz pra irmos pro quarto pra ficarmos mais confortáveis. Andando atrás dela, admirando aquela bunda enorme que logo seria minha, entramos no quarto e, como se fosse o marido dela, a Sra. Carmencita começa a se despir na minha frente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Uma a uma, as roupas dela foram saindo, enquanto eu, do outro lado da cama, me despia igual a ela. Ficando completamente nua, ela abriu a cama e se meteu debaixo dos lençóis, onde eu já esperava ansioso pra ter os peitos dela de novo na minha boca.
De cabeça, me joguei pra chupar os peitos dela, aqueles peitos que me deixavam louco, devorando eles. Carmencita se acomodou, apoiada num dos braços, como se fosse meu filho, me dando de mamar. Por um bom tempo, me deliciei com os peitões dela, enquanto ela me masturbava suavemente, tomando todo o tempo do mundo.
Me ajoelhei do lado da cara dela e fodi a boca dela por um tempo, depois retribuí o favor e, metido entre as pernas dela, me deliciei comendo a buceta dela, enquanto ela, com as pernas abertas, se deixava fazer tudo que o vizinho gostoso quisesse fazer com ela.
Com a boca toda molhada dos sucos dela, subi, ficando entre as pernas, enfiando a pica na vovó, que sem problema nenhum engoliu ela inteira na sua buceta molhada, enquanto ela chupava minha língua. Fodi ela por um bom tempo num ritmo tranquilo, sem pressa nenhuma, sentindo minha pica se perder na buceta molhada da Carmencita, que tranquilamente curtia ser fodida, enquanto minhas mãos não soltavam a bunda dela.
Ela virou, ficando de boca na cama. Admirei as grandes nádegas brancas dela, mordi, beijei, chupei, brinquei com elas por um bom tempo, enfiando uns dois dedos na buceta, e depois de uma boa chupada de cu, enfiei o dedo menor que entrou sem problemas. Carmencita tranquilamente se deixava fazer de tudo, não reclamou de nada. Me pediu pra foder ela com a língua no cu, coisa que fiz minuciosamente, com a vovó deitada de barriga pra baixo, com as pernas completamente abertas, separando as nádegas dela e chupando o buraco do cu por um bom tempo, fazendo ela gozar como uma colegial.
Fodi ela assim, sentando em cima dela, conseguindo enfiar a pica só com dificuldade por causa do tamanho das nádegas dela. Fodi ela por um bom tempo, depois coloquei ela de quatro na cama e sem pressa enfiei por um bom tempo, amassando a bunda dela e sempre brincando com a entrada do cu dela, que, como prometido, aquela noite seria meu, mas não tinha pressa pra isso.
Era muito excitante ver a veterana de quatro, com a bunda levantada e as tetas gigantescas balançando, balançando no ritmo das minhas estocadas, arrancando gemidos de prazer dela.
Cansada dessa posição, ela se deitou de lado na cama e eu atrás dela, separando as nádegas e enfiando de novo num ritmo pausado, enquanto brincava com as tetas enormes dela. Só aí, depois de foder ela por um bom tempo, me deu vontade de enfiar no cu dela. Já fazia um tempo que nessa posição, um dos meus dedos já tinha se aberto caminho pelo buraco do cu e enquanto eu tava fodendo ela, ele tinha ficado lá. dilatando o cu dela.
A Carmencita não fez nenhum drama quando pedi pra ela me dar o cu, só pediu pra eu não me mexer até que ela mesma tivesse enfiado. Fiquei atrás dela, enquanto a coroa, com as mãos pra trás, abria as próprias nádegas, enquanto eu apontava minha pica pra racha dela. Achando a melhor posição, ela começou a jogar a bunda pra trás, enterrando ela aos poucos, mas, surpreendentemente, não foi tanto sofrimento quanto eu imaginava, porque logo minha pica já tava dentro do cu da Carmencita, que continuava se mexendo ritmadamente com meus movimentos, curtindo a sentada de cu que o vizinho jovem tava dando. (Depois ela confessou que tinha muita prática, se masturbando sozinha e enfiando coisas nos dois buracos.)
Ela começou a se mover devagar, enquanto eu, parado, deixava a coroa se acostumar antes de começar a rebolar. Depois soltou as nádegas e, bem colado no corpo dela, com a pica toda dentro do cu, deixei ela enfiada sem nos mexermos. Daí a pouco já tava comendo ela gostoso e depois metia com tudo, batendo forte na bunda dela com meu corpo, enquanto ela gemia de prazer e pedia mais e mais.
Totalmente de boca na cama, esmagando os peitos, a Carmencita só abrindo as nádegas, curtia como minha pica entrava e saía do cu dela, dando muito mais prazer do que o plástico frio que, na solidão, ela mesma enfiava. Uma e outra vez minha pica mergulhava na carne da vovó, que, cumprindo a promessa, me dava o cu pra saciar meus desejos tarados.
Sem piedade, minha pica não parava de furar o cu da Carmencita, que soltava gritos de prazer que enchiam o quarto inteiro, curtindo a trepada profissional que eu tava dando, até que eu quis encher o cu dela de porra, perguntando se ela queria leite. Ela disse que sim, que a gente gozasse junto, e, enchendo o quarto de gemidos e berros, comecei a meter mais forte. Força, até que a Carmencita, gritando como se estivessem matando ela, me gritava que estava gozando. Com toda a minha força, eu metia mais e mais pau, avisando entre gemidos que eu também ia gozar, até que entre berros e gemidos, nós dois chegamos a um delicioso orgasmo.
Com o pau ainda enfiado no cu da Carmencita, tentava controlar minha respiração, enquanto ela fazia o mesmo, me dizendo como aquele orgasmo tinha sido maravilhoso, que há anos não sentia algo assim.
Desci dela, deitando ao seu lado, acariciando a bunda dela com carinho. Pedi desculpa se tinha passado da mão na foda, mas ela disse que não, que pelo contrário, que era assim que gostava de foder, que um pouco de dor junto com prazer só aumentava a sensação.
Ela se levantou, andando nua pelo quarto, sem nenhum pudor, como se tivesse o corpo de uma novinha, com as tetonas balançando e aquela bunda colossal, que tinha sido minha. Foi pro banheiro, ouvi a água correndo, com certeza pra se lavar. Depois voltou, e fui eu quem foi se lavar. A Carmencita tinha ligado a TV, deitados como qualquer casal, cobertos só com o lençol, vendo o programa que a gente assistia junto. A gente tinha passado quase uma hora transando, precisávamos de um descanso merecido.
Depois disso, quase uma hora depois, eu meti nela de novo, terminando com a Carmencita montada em cima de mim, com as tetas na minha cara, gozando dentro dela. Não foi tão violenta quanto a outra, nem tão longa, mas não menos que 25 minutos de puro prazer no corpo da minha vizinha coroa, com bastante sexo oral dos dois lados, mas deixando a bunda dela descansar pra outra oportunidade.
Acabei pegando no sono, e perto das 2 da manhã, levantei, me vesti e fui embora, deixando minha querida e voluptuosa amante Carmencita, nua na cama dela.
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Eram quase 10 da noite, do mesmo dia em que finalmente tinha fodido a vovó Carmencita. Tomei banho, me perfumei como se fosse para um encontro qualquer. Sabia que ela esperava minha visita à noite, como havíamos combinado, claro que por descuido não tinha pedido o telefone dela. Apesar de morar tão perto, teria gostado de falar com ela antes de chegar, pra entrar o mais rápido possível, sem que os vizinhos percebessem. Saí na rua e passei caminhando na frente da casa dela, mas segui em frente porque ainda tinha vizinhos na rua e iam achar estranho eu visitar a vovó tão tarde.
Tava com o tesão lá em cima, igual cachorro no cio, morrendo de vontade de ter as tetas da veterana na minha boca de novo. Lá na frente parei, acendi um cigarro e fiquei pacientemente esperando a vizinha do lado, que tava conversando animadamente com outra, entrar. Caminhei um pouco mais pra não levantar suspeitas, aparecendo várias vezes na esquina, até que na quarta ou quinta vez, vejo que a vizinha tinha entrado. Caminhei rápido até a casa, toquei a campainha, rezando pra ela abrir o mais rápido possível. Esperei uns minutos, a porta não abria, quase fui embora, quando a porta abre e Carmencita aparece. Rindo em silêncio, me manda entrar.
Cumprimentei ela como sempre, dizendo que a vizinha do lado não entrava e que não queria despertar suspeitas nos vizinhos. Ela agradeceu, me convidando pra sentar. Sentamos no sofá e na hora nos beijamos. Minha mão foi pra uma das tetas dela, acariciando de leve, enquanto a mão dela foi direto na minha virilha, acariciando a pica que já fazia um volume generoso dentro da minha calça. Apesar de estarmos com vontade um do outro, sabíamos que tínhamos o tempo todo do mundo e os dois queriam que o encontro durasse. por um bom tempo.
Nos beijando e nos tocando calmamente, com a luz acesa, a coroa começou a desabotoar minha calça, onde eu ajudei, ficando com meu pau pra fora, sentindo a mão dela acariciando ele suavemente, enquanto nossos beijos continuavam.
Com as duas mãos esticadas no encosto do sofá, Carmencita conversava calmamente comigo, sem parar um instante de acariciar ele com vontade, elogiando meu porte e dureza, planejando como teriam que ser nossos futuros encontros, pra não levantar suspeita nos vizinhos, tudo isso, com meu pau nas mãos dela. Depois que planejamos o esquema, ela se curvou e meteu ele na boca, me dando um boquete suave, que terminou com minha calça nos tornozelos e Carmencita chupando até minhas bolas.
Com toda calma, ela me diz pra irmos pro quarto pra ficarmos mais confortáveis. Andando atrás dela, admirando aquela bunda enorme que logo seria minha, entramos no quarto e, como se fosse o marido dela, a Sra. Carmencita começa a se despir na minha frente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Uma a uma, as roupas dela foram saindo, enquanto eu, do outro lado da cama, me despia igual a ela. Ficando completamente nua, ela abriu a cama e se meteu debaixo dos lençóis, onde eu já esperava ansioso pra ter os peitos dela de novo na minha boca.
De cabeça, me joguei pra chupar os peitos dela, aqueles peitos que me deixavam louco, devorando eles. Carmencita se acomodou, apoiada num dos braços, como se fosse meu filho, me dando de mamar. Por um bom tempo, me deliciei com os peitões dela, enquanto ela me masturbava suavemente, tomando todo o tempo do mundo.
Me ajoelhei do lado da cara dela e fodi a boca dela por um tempo, depois retribuí o favor e, metido entre as pernas dela, me deliciei comendo a buceta dela, enquanto ela, com as pernas abertas, se deixava fazer tudo que o vizinho gostoso quisesse fazer com ela.
Com a boca toda molhada dos sucos dela, subi, ficando entre as pernas, enfiando a pica na vovó, que sem problema nenhum engoliu ela inteira na sua buceta molhada, enquanto ela chupava minha língua. Fodi ela por um bom tempo num ritmo tranquilo, sem pressa nenhuma, sentindo minha pica se perder na buceta molhada da Carmencita, que tranquilamente curtia ser fodida, enquanto minhas mãos não soltavam a bunda dela.
Ela virou, ficando de boca na cama. Admirei as grandes nádegas brancas dela, mordi, beijei, chupei, brinquei com elas por um bom tempo, enfiando uns dois dedos na buceta, e depois de uma boa chupada de cu, enfiei o dedo menor que entrou sem problemas. Carmencita tranquilamente se deixava fazer de tudo, não reclamou de nada. Me pediu pra foder ela com a língua no cu, coisa que fiz minuciosamente, com a vovó deitada de barriga pra baixo, com as pernas completamente abertas, separando as nádegas dela e chupando o buraco do cu por um bom tempo, fazendo ela gozar como uma colegial.
Fodi ela assim, sentando em cima dela, conseguindo enfiar a pica só com dificuldade por causa do tamanho das nádegas dela. Fodi ela por um bom tempo, depois coloquei ela de quatro na cama e sem pressa enfiei por um bom tempo, amassando a bunda dela e sempre brincando com a entrada do cu dela, que, como prometido, aquela noite seria meu, mas não tinha pressa pra isso.
Era muito excitante ver a veterana de quatro, com a bunda levantada e as tetas gigantescas balançando, balançando no ritmo das minhas estocadas, arrancando gemidos de prazer dela.
Cansada dessa posição, ela se deitou de lado na cama e eu atrás dela, separando as nádegas e enfiando de novo num ritmo pausado, enquanto brincava com as tetas enormes dela. Só aí, depois de foder ela por um bom tempo, me deu vontade de enfiar no cu dela. Já fazia um tempo que nessa posição, um dos meus dedos já tinha se aberto caminho pelo buraco do cu e enquanto eu tava fodendo ela, ele tinha ficado lá. dilatando o cu dela.
A Carmencita não fez nenhum drama quando pedi pra ela me dar o cu, só pediu pra eu não me mexer até que ela mesma tivesse enfiado. Fiquei atrás dela, enquanto a coroa, com as mãos pra trás, abria as próprias nádegas, enquanto eu apontava minha pica pra racha dela. Achando a melhor posição, ela começou a jogar a bunda pra trás, enterrando ela aos poucos, mas, surpreendentemente, não foi tanto sofrimento quanto eu imaginava, porque logo minha pica já tava dentro do cu da Carmencita, que continuava se mexendo ritmadamente com meus movimentos, curtindo a sentada de cu que o vizinho jovem tava dando. (Depois ela confessou que tinha muita prática, se masturbando sozinha e enfiando coisas nos dois buracos.)
Ela começou a se mover devagar, enquanto eu, parado, deixava a coroa se acostumar antes de começar a rebolar. Depois soltou as nádegas e, bem colado no corpo dela, com a pica toda dentro do cu, deixei ela enfiada sem nos mexermos. Daí a pouco já tava comendo ela gostoso e depois metia com tudo, batendo forte na bunda dela com meu corpo, enquanto ela gemia de prazer e pedia mais e mais.
Totalmente de boca na cama, esmagando os peitos, a Carmencita só abrindo as nádegas, curtia como minha pica entrava e saía do cu dela, dando muito mais prazer do que o plástico frio que, na solidão, ela mesma enfiava. Uma e outra vez minha pica mergulhava na carne da vovó, que, cumprindo a promessa, me dava o cu pra saciar meus desejos tarados.
Sem piedade, minha pica não parava de furar o cu da Carmencita, que soltava gritos de prazer que enchiam o quarto inteiro, curtindo a trepada profissional que eu tava dando, até que eu quis encher o cu dela de porra, perguntando se ela queria leite. Ela disse que sim, que a gente gozasse junto, e, enchendo o quarto de gemidos e berros, comecei a meter mais forte. Força, até que a Carmencita, gritando como se estivessem matando ela, me gritava que estava gozando. Com toda a minha força, eu metia mais e mais pau, avisando entre gemidos que eu também ia gozar, até que entre berros e gemidos, nós dois chegamos a um delicioso orgasmo.
Com o pau ainda enfiado no cu da Carmencita, tentava controlar minha respiração, enquanto ela fazia o mesmo, me dizendo como aquele orgasmo tinha sido maravilhoso, que há anos não sentia algo assim.
Desci dela, deitando ao seu lado, acariciando a bunda dela com carinho. Pedi desculpa se tinha passado da mão na foda, mas ela disse que não, que pelo contrário, que era assim que gostava de foder, que um pouco de dor junto com prazer só aumentava a sensação.
Ela se levantou, andando nua pelo quarto, sem nenhum pudor, como se tivesse o corpo de uma novinha, com as tetonas balançando e aquela bunda colossal, que tinha sido minha. Foi pro banheiro, ouvi a água correndo, com certeza pra se lavar. Depois voltou, e fui eu quem foi se lavar. A Carmencita tinha ligado a TV, deitados como qualquer casal, cobertos só com o lençol, vendo o programa que a gente assistia junto. A gente tinha passado quase uma hora transando, precisávamos de um descanso merecido.
Depois disso, quase uma hora depois, eu meti nela de novo, terminando com a Carmencita montada em cima de mim, com as tetas na minha cara, gozando dentro dela. Não foi tão violenta quanto a outra, nem tão longa, mas não menos que 25 minutos de puro prazer no corpo da minha vizinha coroa, com bastante sexo oral dos dois lados, mas deixando a bunda dela descansar pra outra oportunidade.
Acabei pegando no sono, e perto das 2 da manhã, levantei, me vesti e fui embora, deixando minha querida e voluptuosa amante Carmencita, nua na cama dela.
4 comentários - Vovó Carmencita (Parte 2)