Uma senhora de 65 anos se torna minha amante, sem se importar que o marido dela esteja bem perto enquanto ela se entrega ao prazer da carne.
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Eu tinha meu pequeno escritório de contabilidade numa rua afastada, onde numa casa velha de dois andares, o dono tinha construído quatro salas pequenas pra alugar — uma era a minha. Lá embaixo, o dono e marido da dona Pilar, junto com a casa dele, tinha uma oficina mecânica que dava bem na janela do meu escritório, onde consertavam carros. Seu Júlio era de caráter sério, bruto, um homem de 70 anos, gordo, mal-humorado, grosseiro, sempre fumando e falando palavrão, muito diferente da mulher recatada dele, a Pilar.
Todo dia, dona Pilar passava em cada uma das salas e recolhia o lixo, varria, deixando pra fazer uma limpeza mais caprichada no fim de semana, e a gente pagava essa diferença. Também vendia sanduíche pra mim e pros meus vizinhos, ou bolos que ela gostava de fazer, ganhando um dinheirinho extra.
Tinha alguma coisa nessa mulher madura que me pegava, que me esquentava. Ela não era bonita, já era uma senhora de idade, uns 65 anos pelo menos, eu acho, talvez mais. Era muito magra, pernas finas, rosto meio enrugado, cabelo preto com alguns fios grisalhos, quase sem bunda, mas com uns peitões que só ela tinha. Um par de tetas incríveis que qualquer um que goste de peitos grandes ia querer. Também não dá pra dizer que eram de modelo, empinadas ou duras, porque depois de amamentar 5 filhos, todos adultos, e com a idade dela, com certeza tirando o sutiã deviam cair até o umbigo, mas vestida e de sutiã, era um espetáculo.
Ela usava sempre um avental azul pra fazer a limpeza dos escritórios, e com meu olho clínico, percebi que por baixo daquele avental, ela só usava a roupa íntima, nada mais. Talvez tenha sido essa peça que me fez fantasiar com ela, imaginando abrir o avental dela e abusar da minha inquilina madura e de suas fabulosas tetas do meu jeito, além disso, pelo olhar dela, pelo jeito que me tratava, dava pra ver que eu também não era indiferente pra ela.
Foram vários meses em que eu conversava casualmente todo dia com a senhora, que sempre com seu avental e seu olhar insinuante, vendia seus sanduíches, varria meu escritório e a gente batia papo sobre a vida, enquanto o marido dela, lá embaixo da minha janela, com outro velho igual a ele, arrumava os motores, todo sujo de graxa.
Meu trabalho não era muito, eu tava começando, tinha muito tempo livre e, sendo tarado como sou, passava o dia vendo pornografia na internet. Até que um desses dias, lá pelas 11 da manhã, chega a dona Pilar, batendo na minha porta como sempre, perguntando se eu queria que ela fizesse a limpeza.
Levantei da minha mesa, deixando ela varrer meu escritório, com um belo volume dentro da minha calça que preferi não esconder, só pra ver qual seria a reação da coroa. Ela conversava animada enquanto varria, e eu, perto da porta, com meu café na mão, imaginando morbidamente a minha caseira pelada, exibindo minha ferramenta, até que ela percebeu meu estado ereto e deu uma olhada furtiva no meu pacote, tentando agir natural. Mas era óbvio que ela tinha notado, e, enquanto conversava, o olhar dela voltava várias vezes pra aquela parte volumosa do meu corpo, e eu não fazia nada pra disfarçar, pelo contrário. Lá embaixo da janela, dava pra ouvir a risada alta do marido gordo dela, soltando altas gargalhadas e falando um monte de besteira como sempre.
Nisso, enquanto ela varria perto da janela, sentindo meu olhar penetrante no peito dela, mostrando talvez um pouco mais de safadeza que o normal, ela me pergunta se eu não queria que fechasse a janela pra não ouvir as barbaridades que o marido dela tava falando. Quando, de repente, de costas pra mim, ela nem percebeu que eu tinha trancado a porta do escritório. Me aproximei rápido por trás, abracei ela e encostei meu pau nela. bunda fina.
Ela se assustou, mas ficou parada, sem tentar fugir. Imediatamente minhas mãos foram para aqueles peitos que por meses me deixaram louco, apertando-os com força, enquanto ela empinava a bunda pra trás, se esfregando no meu corpo, e a única coisa que perguntou foi se a porta estava trancada, o que confirmei, se entregando às minhas carícias.
Do lado da janela do segundo andar, fechada só por uma cortina fina, com o marido dela no primeiro andar rindo, a dona Pilar era apalpada por todo lado pelo inquilino 30 anos mais novo, recebendo beijos no pescoço e a roçada constante da minha pica contra a bunda dela.
Levei a mão dela até a entreperna, apalpando com força, fazendo ela se curvar de tanto prazer que isso causava. Depois, o avental dela com botões na frente foi desabotoado rapidamente até deixá-la, ainda com o avental vestido, mas tudo aberto, mostrando a dona Pilar, exatamente como eu imaginava, de sutiã e calcinha, nada sensual.
Sem tirar o sutiã, só levantando ele, os peitões dela ficaram de fora, que eu amassei à vontade por uns bons minutos, me movendo atrás dela, esfregando a pica com força na bunda dela. Só aí virei ela e comecei a chupar aqueles peitos como um possesso, enquanto ela mesma procurava abrir minha calça em busca da minha pica.
Com minha pica na mão dela, me masturbando ansiosamente, gemendo em silêncio, enquanto eu, sem parar de chupar os peitos dela, com uma das mãos esfreguei a buceta dela por cima da calcinha, encontrando uma umidade incrível. Passei a mão por baixo da peça e encontrei uma buceta peluda e suculenta, muito molhada, onde enfiei dois dedos na hora, que entraram sem dificuldade nenhuma. Os dois de pé, nos masturbando um ao outro, em silêncio, quentes em segredo, a dona Pilar se contorcia de prazer, gemendo baixinho com a boca aberta e os olhos fechados, sentindo a buceta invadida por dois dedos estranhos. que não paravam de entrar e sair, fazendo ela estremecer de prazer.
Sentindo como minha mão já estava completamente molhada com os sucos dela, virei ela, puxei a calcinha pra baixo e apoiei ela de boca contra a escrivaninha. Ela, sabendo o que vinha pela frente, não oferecia resistência à iminente violação. O avental dela sobre a cabeça e eu terminando de soltar minhas calças, que ficaram nos meus tornozelos, de uma só vez enfiei toda a minha pica nela. A pobre dona Pilar, se não estivesse tão quente e molhada, com certeza teria gritado ao sentir meu pau entrando assim de uma vez no corpo dela, mas ela aguentou a estocada, abafando o grito, e começou a aproveitar ser fodida uma vez atrás da outra, selvagemente pelo inquilino dela naquela posição.
Depois de alguns minutos comendo ela, pelos gemidos, pela respiração, pelo jeito que ela se mexia, percebi que ela estava gozando, sem contar como a buceta velha dela chiava com os sucos que escorriam dela, completamente molhada. Não parei, continuei metendo e tirando, brincando com o cuzinho dela nas minhas mãos, enquanto lá fora, a poucos metros, o corno do Dom Julio ria às gargalhadas com o amigo dele, sem saber que na janela de cima, a mulherzinha dele estava sendo enrabada no escritório de cima.
Já não apoiada de boca na escrivaninha, agora só com as mãos, a 90 graus e os peitões dela balançando, decidi que era melhor gozar logo, pra não levantar suspeitas com os vizinhos. Me mexi ainda mais forte, metendo com tudo, até gozar dentro dela.
Fiquei um tempo sobre as costas dela, com meu pau ainda dentro da buceta dela, respirando no ouvido dela e obviamente amassando os peitos dela, apertando uma vez atrás da outra, brincando com eles.
Tirei ele, sentindo todos os meus pelos molhados. Nos vestimos rápido, a dona Pilar ainda ofegante e meio surpresa com o que tinha acontecido tão rápido, mas satisfeita, ria baixinho arrumando a roupa, me dizendo que tinha sido fantástico, que nunca pensou em ser infiel ao O marido dela comigo, embora ele tenha me confessado que já queria isso há um tempão. Que fazia anos que não transava com tanta vontade, que tinha adorado e que quando eu quisesse, a gente repetia.
Naquela mesma tarde, enquanto fumava um cigarro na janela, vi ela lá embaixo conversando com o marido. Quando ele virou as costas pra mim, fiz um sinal pra ela subir. Ela só me olhou e começou a encerrar rápido a conversa com o marido. Me preparei pro que vinha. Em 10 minutos bateram na porta, era ela, sorrindo me perguntou o que precisava. Mandei ela entrar, me levantei e tranquei a porta. Encostei ela nela e fui direto pros peitos dela. Em minutos, a Pilarcita já estava com os peitos de fora e a gente se masturbava mutuamente, desejosos, afobados, tocando nossas bucetas, enquanto a voz do marido dela ecoava pela janela.
Com o avental totalmente aberto e os peitos no ar, enquanto chupava eles com força, me ajoelhei na frente dela e minha boca foi parar na buceta dela. Ela não acreditava no que tava rolando, com certeza em anos ninguém tinha comido a ppk dela e agora tinha o inquilino dela, ajoelhado na frente dela, puxando a calcinha e enfiando a língua onde pouco antes ela tinha sido fodida. No começo deu uma certa cócega, mas quando sentiu minha língua dentro da ppk dela, não conseguiu evitar soltar um gemido forte de prazer ao se ver invadida na parte íntima por uma língua desconhecida, que dava um prazer quase esquecido.
De pé contra a porta, com as pernas finas abertas, o avental aberto, a Senhora do mecânico recebia sexo oral do inquilino tarado que saboreava o manjar de líquidos que saíam daquela ppk velha, peluda e suculenta.
Já tinha sentido quando passei a mão nela na primeira vez, os longos lábios vaginais dela, mas agora os tinha na minha boca. Eram compridos, bem escuros, que cobriam toda a ppk dela e mais acima um clitóris também longo, Buceta velha, muito usada, por onde tinham saído 5 filhos. Os pelos dela também me excitavam, ela era bem peluda, até tinha uns fios brancos e bem compridos, molhados pelos sucos dela e minha saliva. O que eu gostava na buceta dela era como ela estava sempre molhada, escorria sucos, que eu devorava com paixão. No começo ela só se deixava levar, mas depois que pegou confiança, ela esfregava a buceta na minha cara, sentindo às vezes o osso da pélvis dela contra minha mandíbula, fazendo o contato ser ainda maior. Sabia que se continuasse, a senhora Pilar não aguentaria muito, então me levantei e só pedi pra ela me chupar, a veterana já estava lá embaixo chupando ansiosa.
Ela não fazia muito bem, mas com a vontade que fazia já era mais que suficiente. Meu pau fazia barulho quando eu tirava da boca dela depois de um sorvete forte e enfiava de novo como se estivesse possuída. (Tempo depois, a senhora Pilar me dava umas chupadas até o fim que me deixavam no céu.)
Como a gente tinha que ser rápido, não deixei ela me chupar por muito tempo e, virando ela e apoiando contra a porta, meti de novo, gozando tudo dentro.
Continua...
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Eu tinha meu pequeno escritório de contabilidade numa rua afastada, onde numa casa velha de dois andares, o dono tinha construído quatro salas pequenas pra alugar — uma era a minha. Lá embaixo, o dono e marido da dona Pilar, junto com a casa dele, tinha uma oficina mecânica que dava bem na janela do meu escritório, onde consertavam carros. Seu Júlio era de caráter sério, bruto, um homem de 70 anos, gordo, mal-humorado, grosseiro, sempre fumando e falando palavrão, muito diferente da mulher recatada dele, a Pilar.
Todo dia, dona Pilar passava em cada uma das salas e recolhia o lixo, varria, deixando pra fazer uma limpeza mais caprichada no fim de semana, e a gente pagava essa diferença. Também vendia sanduíche pra mim e pros meus vizinhos, ou bolos que ela gostava de fazer, ganhando um dinheirinho extra.
Tinha alguma coisa nessa mulher madura que me pegava, que me esquentava. Ela não era bonita, já era uma senhora de idade, uns 65 anos pelo menos, eu acho, talvez mais. Era muito magra, pernas finas, rosto meio enrugado, cabelo preto com alguns fios grisalhos, quase sem bunda, mas com uns peitões que só ela tinha. Um par de tetas incríveis que qualquer um que goste de peitos grandes ia querer. Também não dá pra dizer que eram de modelo, empinadas ou duras, porque depois de amamentar 5 filhos, todos adultos, e com a idade dela, com certeza tirando o sutiã deviam cair até o umbigo, mas vestida e de sutiã, era um espetáculo.
Ela usava sempre um avental azul pra fazer a limpeza dos escritórios, e com meu olho clínico, percebi que por baixo daquele avental, ela só usava a roupa íntima, nada mais. Talvez tenha sido essa peça que me fez fantasiar com ela, imaginando abrir o avental dela e abusar da minha inquilina madura e de suas fabulosas tetas do meu jeito, além disso, pelo olhar dela, pelo jeito que me tratava, dava pra ver que eu também não era indiferente pra ela.
Foram vários meses em que eu conversava casualmente todo dia com a senhora, que sempre com seu avental e seu olhar insinuante, vendia seus sanduíches, varria meu escritório e a gente batia papo sobre a vida, enquanto o marido dela, lá embaixo da minha janela, com outro velho igual a ele, arrumava os motores, todo sujo de graxa.
Meu trabalho não era muito, eu tava começando, tinha muito tempo livre e, sendo tarado como sou, passava o dia vendo pornografia na internet. Até que um desses dias, lá pelas 11 da manhã, chega a dona Pilar, batendo na minha porta como sempre, perguntando se eu queria que ela fizesse a limpeza.
Levantei da minha mesa, deixando ela varrer meu escritório, com um belo volume dentro da minha calça que preferi não esconder, só pra ver qual seria a reação da coroa. Ela conversava animada enquanto varria, e eu, perto da porta, com meu café na mão, imaginando morbidamente a minha caseira pelada, exibindo minha ferramenta, até que ela percebeu meu estado ereto e deu uma olhada furtiva no meu pacote, tentando agir natural. Mas era óbvio que ela tinha notado, e, enquanto conversava, o olhar dela voltava várias vezes pra aquela parte volumosa do meu corpo, e eu não fazia nada pra disfarçar, pelo contrário. Lá embaixo da janela, dava pra ouvir a risada alta do marido gordo dela, soltando altas gargalhadas e falando um monte de besteira como sempre.
Nisso, enquanto ela varria perto da janela, sentindo meu olhar penetrante no peito dela, mostrando talvez um pouco mais de safadeza que o normal, ela me pergunta se eu não queria que fechasse a janela pra não ouvir as barbaridades que o marido dela tava falando. Quando, de repente, de costas pra mim, ela nem percebeu que eu tinha trancado a porta do escritório. Me aproximei rápido por trás, abracei ela e encostei meu pau nela. bunda fina.
Ela se assustou, mas ficou parada, sem tentar fugir. Imediatamente minhas mãos foram para aqueles peitos que por meses me deixaram louco, apertando-os com força, enquanto ela empinava a bunda pra trás, se esfregando no meu corpo, e a única coisa que perguntou foi se a porta estava trancada, o que confirmei, se entregando às minhas carícias.
Do lado da janela do segundo andar, fechada só por uma cortina fina, com o marido dela no primeiro andar rindo, a dona Pilar era apalpada por todo lado pelo inquilino 30 anos mais novo, recebendo beijos no pescoço e a roçada constante da minha pica contra a bunda dela.
Levei a mão dela até a entreperna, apalpando com força, fazendo ela se curvar de tanto prazer que isso causava. Depois, o avental dela com botões na frente foi desabotoado rapidamente até deixá-la, ainda com o avental vestido, mas tudo aberto, mostrando a dona Pilar, exatamente como eu imaginava, de sutiã e calcinha, nada sensual.
Sem tirar o sutiã, só levantando ele, os peitões dela ficaram de fora, que eu amassei à vontade por uns bons minutos, me movendo atrás dela, esfregando a pica com força na bunda dela. Só aí virei ela e comecei a chupar aqueles peitos como um possesso, enquanto ela mesma procurava abrir minha calça em busca da minha pica.
Com minha pica na mão dela, me masturbando ansiosamente, gemendo em silêncio, enquanto eu, sem parar de chupar os peitos dela, com uma das mãos esfreguei a buceta dela por cima da calcinha, encontrando uma umidade incrível. Passei a mão por baixo da peça e encontrei uma buceta peluda e suculenta, muito molhada, onde enfiei dois dedos na hora, que entraram sem dificuldade nenhuma. Os dois de pé, nos masturbando um ao outro, em silêncio, quentes em segredo, a dona Pilar se contorcia de prazer, gemendo baixinho com a boca aberta e os olhos fechados, sentindo a buceta invadida por dois dedos estranhos. que não paravam de entrar e sair, fazendo ela estremecer de prazer.
Sentindo como minha mão já estava completamente molhada com os sucos dela, virei ela, puxei a calcinha pra baixo e apoiei ela de boca contra a escrivaninha. Ela, sabendo o que vinha pela frente, não oferecia resistência à iminente violação. O avental dela sobre a cabeça e eu terminando de soltar minhas calças, que ficaram nos meus tornozelos, de uma só vez enfiei toda a minha pica nela. A pobre dona Pilar, se não estivesse tão quente e molhada, com certeza teria gritado ao sentir meu pau entrando assim de uma vez no corpo dela, mas ela aguentou a estocada, abafando o grito, e começou a aproveitar ser fodida uma vez atrás da outra, selvagemente pelo inquilino dela naquela posição.
Depois de alguns minutos comendo ela, pelos gemidos, pela respiração, pelo jeito que ela se mexia, percebi que ela estava gozando, sem contar como a buceta velha dela chiava com os sucos que escorriam dela, completamente molhada. Não parei, continuei metendo e tirando, brincando com o cuzinho dela nas minhas mãos, enquanto lá fora, a poucos metros, o corno do Dom Julio ria às gargalhadas com o amigo dele, sem saber que na janela de cima, a mulherzinha dele estava sendo enrabada no escritório de cima.
Já não apoiada de boca na escrivaninha, agora só com as mãos, a 90 graus e os peitões dela balançando, decidi que era melhor gozar logo, pra não levantar suspeitas com os vizinhos. Me mexi ainda mais forte, metendo com tudo, até gozar dentro dela.
Fiquei um tempo sobre as costas dela, com meu pau ainda dentro da buceta dela, respirando no ouvido dela e obviamente amassando os peitos dela, apertando uma vez atrás da outra, brincando com eles.
Tirei ele, sentindo todos os meus pelos molhados. Nos vestimos rápido, a dona Pilar ainda ofegante e meio surpresa com o que tinha acontecido tão rápido, mas satisfeita, ria baixinho arrumando a roupa, me dizendo que tinha sido fantástico, que nunca pensou em ser infiel ao O marido dela comigo, embora ele tenha me confessado que já queria isso há um tempão. Que fazia anos que não transava com tanta vontade, que tinha adorado e que quando eu quisesse, a gente repetia.
Naquela mesma tarde, enquanto fumava um cigarro na janela, vi ela lá embaixo conversando com o marido. Quando ele virou as costas pra mim, fiz um sinal pra ela subir. Ela só me olhou e começou a encerrar rápido a conversa com o marido. Me preparei pro que vinha. Em 10 minutos bateram na porta, era ela, sorrindo me perguntou o que precisava. Mandei ela entrar, me levantei e tranquei a porta. Encostei ela nela e fui direto pros peitos dela. Em minutos, a Pilarcita já estava com os peitos de fora e a gente se masturbava mutuamente, desejosos, afobados, tocando nossas bucetas, enquanto a voz do marido dela ecoava pela janela.
Com o avental totalmente aberto e os peitos no ar, enquanto chupava eles com força, me ajoelhei na frente dela e minha boca foi parar na buceta dela. Ela não acreditava no que tava rolando, com certeza em anos ninguém tinha comido a ppk dela e agora tinha o inquilino dela, ajoelhado na frente dela, puxando a calcinha e enfiando a língua onde pouco antes ela tinha sido fodida. No começo deu uma certa cócega, mas quando sentiu minha língua dentro da ppk dela, não conseguiu evitar soltar um gemido forte de prazer ao se ver invadida na parte íntima por uma língua desconhecida, que dava um prazer quase esquecido.
De pé contra a porta, com as pernas finas abertas, o avental aberto, a Senhora do mecânico recebia sexo oral do inquilino tarado que saboreava o manjar de líquidos que saíam daquela ppk velha, peluda e suculenta.
Já tinha sentido quando passei a mão nela na primeira vez, os longos lábios vaginais dela, mas agora os tinha na minha boca. Eram compridos, bem escuros, que cobriam toda a ppk dela e mais acima um clitóris também longo, Buceta velha, muito usada, por onde tinham saído 5 filhos. Os pelos dela também me excitavam, ela era bem peluda, até tinha uns fios brancos e bem compridos, molhados pelos sucos dela e minha saliva. O que eu gostava na buceta dela era como ela estava sempre molhada, escorria sucos, que eu devorava com paixão. No começo ela só se deixava levar, mas depois que pegou confiança, ela esfregava a buceta na minha cara, sentindo às vezes o osso da pélvis dela contra minha mandíbula, fazendo o contato ser ainda maior. Sabia que se continuasse, a senhora Pilar não aguentaria muito, então me levantei e só pedi pra ela me chupar, a veterana já estava lá embaixo chupando ansiosa.
Ela não fazia muito bem, mas com a vontade que fazia já era mais que suficiente. Meu pau fazia barulho quando eu tirava da boca dela depois de um sorvete forte e enfiava de novo como se estivesse possuída. (Tempo depois, a senhora Pilar me dava umas chupadas até o fim que me deixavam no céu.)
Como a gente tinha que ser rápido, não deixei ela me chupar por muito tempo e, virando ela e apoiando contra a porta, meti de novo, gozando tudo dentro.
Continua...
1 comentários - A esposa do mecânico (Parte 1)