Fala, galera, tudo bem? Sou novato nisso aqui, vou começar a compartilhar umas experiências pra quem quiser ler, sem intenção de desrespeitar ninguém. Dito isso, tô aberto a sugestões.
É um relato meio longo, porque acho melhor detalhar certas sensações exatamente como vivi.
Também, o que vocês vão ler agora é uma introdução ao assunto, tipo um teste. Se curtirem, vou continuar contando mais situações.
Então é isso, fiquem com o relato...
Quero contar minha situação: sou jovem, estudante, nascido e criado num povoado pequeno, onde todo mundo se conhece, e agora moro na cidade pra levar meus estudos.
Nesse povoado, durante minha adolescência, conheci minha primeira namorada (hoje ex), com quem tive um relacionamento de quase 4 anos, que foi interrompido por vários motivos. Um deles foi que, ao escolhermos cidades diferentes pra estudar, ficou complicado se ver e, bom, tudo que isso acarreta.
Durante esses anos de namoro, também rolou uma relação legal entre nossas famílias, e eu, particularmente, criei um vínculo bonito com a mãe dela (daqui pra frente "Lina", nome fictício), porque ela é muito parceira, descolada, topa brincadeiras, conversas, enfim, a gente se dava muito bem.
Nos primeiros anos de namoro, eu não via a Lina como nada além da mãe da minha namorada, embora ela seja muito gostosa fisicamente, eu conseguia me segurar pra não enxergá-la como mulher. Com o tempo, por nos darmos tão bem e passar horas juntos batendo papo sobre qualquer assunto à vontade, senti que a diferença de idade entre a gente foi diminuindo, até que passei a vê-la como uma amiga.
Foi tanto que, quando vim estudar, ela também fazia parte das pessoas que a gente sente falta e fica feliz em ver quando volta pra casa. Costumava ir na casa dela e ficar conversando só com ela até tarde da noite, enquanto minha namorada dormia igual ao resto da família.
A Lina tava passando por uma situação de conflito com o marido, então ela me contava as coisas dela, e eu, alguma briga ou outra que tinha com a filha dela.
Chegou num ponto em que a gente conversava todo dia, seja por telefone ou por chat, além de que, quando eu voltava pro povoado, entre ficar na minha casa, sair com meus amigos, ficar com minha namorada, o fim de semana não dava pra bater um papo cara a cara.
Nessa época, eu já desejava ela como mulher. Por ser tipo um da família, em algumas situações ela andava de lingerie pela casa, e eu, distraidamente, tentava olhar e não acreditava no que via. A figura que ela tem na idade dela (50 hoje), igual acontecia comigo durante o verão, enquanto eu tomava sol ou na piscina.
Normalmente ela se veste com jeans apertados, regatinhas coladas no corpo e saltos altos, o que mostra que ela tem o que precisa pra chamar atenção. O comentário dos meus amigos era "caralho, que gostosa que é tua sogra" e coisas assim.
Além disso, é uma mulher que vive sempre arrumada e com um perfume gostoso, o que é um combo muito agradável.
Durante aqueles verões, notei que ela também me olhava e, quando eu olhava nos olhos dela, pegando ela "no flagra", ela me devolvia um olhar safado, cúmplice, e meus ratos voavam a mil. Quando a gente ficava sozinho, às vezes rolava uma brincadeira de mão que acabava em roçadas, se provocando igual dois adolescentes.
Na frente do resto da família, a coisa mudava totalmente, quase nem se ligavam um no outro, os dois sabiam que tinha algo estranho rolando.
Aos domingos, quando eu ficava pra dormir com minha namorada, ela vinha nos acordar pra almoçar, e entrava em silêncio e sem bater no quarto.
Numa dessas manhãs, acordei e vi que a Lina estava parada na porta nos olhando dormir, destapados, mas de roupa íntima, e não se mexia, como se não quisesse nos acordar e aproveitasse pra me ver. Eu, com uma certa vergonha, era a primeira vez que ela me via assim e me sentia desconfortável, fingi que estava acordando e aí ela entrou no quarto como se tivesse sido espontâneo.
Aquela semana não parei de pensar e pensar no que tinha acontecido, me excitava pra caralho vê-la me observando.
No fim de semana seguinte, supondo que podia acontecer a mesma coisa quando eu fosse dormir, acho que acordei ansiosamente antes da hora normal que ela vinha nos chamar, e sabendo que ela podia aparecer, tirei minha cueca e já com o mesmo tesão tive uma ereção instantânea. Ficava prestando atenção em qualquer barulho no corredor pra ver se ela vinha, passaram uns 10 minutos, que pareceram 1000, e ela apareceu na porta, tentando não fazer barulho, e ficou me olhando, eu fingia que tava dormindo, ela Ficou um ou dois minutos e foi embora, e ligou no celular da minha namorada pra gente acordar. Minha cabeça tava a mil, o tesão me consumia, a Lina tinha parado pra me olhar sem roupa e com uma ereção, pensando que eu tava dormindo.
Já tínhamos conversas bem liberais, onde ela me contava das experiências dela antes de casar e de algum amante que teve, enquanto me olhava com aquele olhar típico dela, tipo "sabe o que eu posso te ensinar, né?", os dois se procuravam, sabíamos implicitamente que nos desejávamos, mas também sabíamos que era impossível rolar.
No último ano de namoro, minhas férias de julho não coincidiam com as da minha namorada, então quando voltei pra minha cidade, a Lina me propôs fazer uma surpresa pra visitar minha namorada (Lina não trabalha e tem tempo livre). Fomos pra cidade onde minha namorada estuda. Naquela época, minha namorada tinha arrumado um trabalho de meio período de manhã e ia pra faculdade à tarde, e não ficava o dia todo no apê, então a gente ficava sozinho com a Lina um tempão, que passávamos conversando e dando uns rolês pela cidade.
Uma das manhãs, quando minha namorada saiu cedo pro trabalho, eu fiquei acordado na cama, e uns trinta minutos depois a Lina chegou no quarto e parou na porta me olhando em silêncio, obviamente não tinha perdido o vício. Levantei, fui pro banheiro e deixei a porta meio aberta quando fui tomar banho, e ela não resistiu em ir me espiar no chuveiro, eu continuei me fazendo de besta.
Naquela noite, cego pelo tesão de ficar de sacanagem com a minha sogra, tive uma longa noite de sexo com minha namorada, e no apê, por ser bem menor e os dois quartos serem colados, era óbvio que a Lina devia estar ouvindo, isso me deixava mais excitado ainda.
Na manhã seguinte, o mesmo ritual dela me espiando, inclusive no chuveiro, ela me esperou pra tomar café e, conversa vai, conversa vem, me disse:
Lina - "Vocês se divertiram ontem à noite, hein!?"
Eu - "Você nos ouviu??????? Desculpaaaaaa!!! A gente se excedeu, me perdoa!! Lina.
—Nada, não faz drama, aproveita vocês que têm com quem, haha.
Eu — "Você não tem com quem porque não quer!"
Lina — "Quem vai fazer isso comigo, se sou uma velha?"
Eu — "Qual é, não se faz de sonsa comigo, que já te conheço, além disso, você sabe que tá mais que bem, vive se arrumando e se olhando no espelho."
Lina — "Hahahahaha, é, na minha idade tem que se esforçar, NENINHO."
Eu — "Não me chama de NENINHO, hein, cuidado com esse NENINHO."
Lina — "Hahaha, sim, verdade, você já não é mais um neninho, mas é o namorado da minha filha."
Eu — "Claro, mas cuidado com esse NE NI NHO, hahaha."
A conversa continuou, mas mudando de assunto, minha cabeça não parava um segundo. Assim passou o dia, e à noite repeti o que fiz na noite anterior, e me esforcei pra fazer ainda mais barulho.
Não me troquei como sempre fazia, decidi ficar sem roupa, e quando minha namorada foi embora, sabia que Lina viria a qualquer momento. De novo, o tesão fez o dele, e quando ela veio espiar pela porta, esperei uns segundos e fingi acordar, olhando pra ela me observando da porta. Ela ficou paralisada, reagiu e foi embora. Não veio tomar banho, e quando me troquei e fui tomar café, ela ficou vermelha, tava com vergonha, não tinha aquela cara safada de sempre. Me deu uma ternura, só consegui olhar nos olhos dela, tentando fazer com que me olhasse de volta, e quando consegui, foi uma fração de segundos até eu dar um beijo nela. E, mesmo Lina estando congelada pela situação, ela deixou e respondeu.
Foram uns segundos, mas foi incrível, como uma libertação. Nos soltamos, e o que vem depois, conto se vocês quiserem no próximo relato...
Aqui vai a parte II do relato!! http://www.poringa.net/posts/relatos/2747882/La-mama-de-mi-ex-parte-II.html
É um relato meio longo, porque acho melhor detalhar certas sensações exatamente como vivi.
Também, o que vocês vão ler agora é uma introdução ao assunto, tipo um teste. Se curtirem, vou continuar contando mais situações.
Então é isso, fiquem com o relato...
Quero contar minha situação: sou jovem, estudante, nascido e criado num povoado pequeno, onde todo mundo se conhece, e agora moro na cidade pra levar meus estudos.
Nesse povoado, durante minha adolescência, conheci minha primeira namorada (hoje ex), com quem tive um relacionamento de quase 4 anos, que foi interrompido por vários motivos. Um deles foi que, ao escolhermos cidades diferentes pra estudar, ficou complicado se ver e, bom, tudo que isso acarreta.
Durante esses anos de namoro, também rolou uma relação legal entre nossas famílias, e eu, particularmente, criei um vínculo bonito com a mãe dela (daqui pra frente "Lina", nome fictício), porque ela é muito parceira, descolada, topa brincadeiras, conversas, enfim, a gente se dava muito bem.
Nos primeiros anos de namoro, eu não via a Lina como nada além da mãe da minha namorada, embora ela seja muito gostosa fisicamente, eu conseguia me segurar pra não enxergá-la como mulher. Com o tempo, por nos darmos tão bem e passar horas juntos batendo papo sobre qualquer assunto à vontade, senti que a diferença de idade entre a gente foi diminuindo, até que passei a vê-la como uma amiga.
Foi tanto que, quando vim estudar, ela também fazia parte das pessoas que a gente sente falta e fica feliz em ver quando volta pra casa. Costumava ir na casa dela e ficar conversando só com ela até tarde da noite, enquanto minha namorada dormia igual ao resto da família.
A Lina tava passando por uma situação de conflito com o marido, então ela me contava as coisas dela, e eu, alguma briga ou outra que tinha com a filha dela.
Chegou num ponto em que a gente conversava todo dia, seja por telefone ou por chat, além de que, quando eu voltava pro povoado, entre ficar na minha casa, sair com meus amigos, ficar com minha namorada, o fim de semana não dava pra bater um papo cara a cara.
Nessa época, eu já desejava ela como mulher. Por ser tipo um da família, em algumas situações ela andava de lingerie pela casa, e eu, distraidamente, tentava olhar e não acreditava no que via. A figura que ela tem na idade dela (50 hoje), igual acontecia comigo durante o verão, enquanto eu tomava sol ou na piscina.
Normalmente ela se veste com jeans apertados, regatinhas coladas no corpo e saltos altos, o que mostra que ela tem o que precisa pra chamar atenção. O comentário dos meus amigos era "caralho, que gostosa que é tua sogra" e coisas assim.
Além disso, é uma mulher que vive sempre arrumada e com um perfume gostoso, o que é um combo muito agradável.
Durante aqueles verões, notei que ela também me olhava e, quando eu olhava nos olhos dela, pegando ela "no flagra", ela me devolvia um olhar safado, cúmplice, e meus ratos voavam a mil. Quando a gente ficava sozinho, às vezes rolava uma brincadeira de mão que acabava em roçadas, se provocando igual dois adolescentes.
Na frente do resto da família, a coisa mudava totalmente, quase nem se ligavam um no outro, os dois sabiam que tinha algo estranho rolando.
Aos domingos, quando eu ficava pra dormir com minha namorada, ela vinha nos acordar pra almoçar, e entrava em silêncio e sem bater no quarto.
Numa dessas manhãs, acordei e vi que a Lina estava parada na porta nos olhando dormir, destapados, mas de roupa íntima, e não se mexia, como se não quisesse nos acordar e aproveitasse pra me ver. Eu, com uma certa vergonha, era a primeira vez que ela me via assim e me sentia desconfortável, fingi que estava acordando e aí ela entrou no quarto como se tivesse sido espontâneo.
Aquela semana não parei de pensar e pensar no que tinha acontecido, me excitava pra caralho vê-la me observando.
No fim de semana seguinte, supondo que podia acontecer a mesma coisa quando eu fosse dormir, acho que acordei ansiosamente antes da hora normal que ela vinha nos chamar, e sabendo que ela podia aparecer, tirei minha cueca e já com o mesmo tesão tive uma ereção instantânea. Ficava prestando atenção em qualquer barulho no corredor pra ver se ela vinha, passaram uns 10 minutos, que pareceram 1000, e ela apareceu na porta, tentando não fazer barulho, e ficou me olhando, eu fingia que tava dormindo, ela Ficou um ou dois minutos e foi embora, e ligou no celular da minha namorada pra gente acordar. Minha cabeça tava a mil, o tesão me consumia, a Lina tinha parado pra me olhar sem roupa e com uma ereção, pensando que eu tava dormindo.
Já tínhamos conversas bem liberais, onde ela me contava das experiências dela antes de casar e de algum amante que teve, enquanto me olhava com aquele olhar típico dela, tipo "sabe o que eu posso te ensinar, né?", os dois se procuravam, sabíamos implicitamente que nos desejávamos, mas também sabíamos que era impossível rolar.
No último ano de namoro, minhas férias de julho não coincidiam com as da minha namorada, então quando voltei pra minha cidade, a Lina me propôs fazer uma surpresa pra visitar minha namorada (Lina não trabalha e tem tempo livre). Fomos pra cidade onde minha namorada estuda. Naquela época, minha namorada tinha arrumado um trabalho de meio período de manhã e ia pra faculdade à tarde, e não ficava o dia todo no apê, então a gente ficava sozinho com a Lina um tempão, que passávamos conversando e dando uns rolês pela cidade.
Uma das manhãs, quando minha namorada saiu cedo pro trabalho, eu fiquei acordado na cama, e uns trinta minutos depois a Lina chegou no quarto e parou na porta me olhando em silêncio, obviamente não tinha perdido o vício. Levantei, fui pro banheiro e deixei a porta meio aberta quando fui tomar banho, e ela não resistiu em ir me espiar no chuveiro, eu continuei me fazendo de besta.
Naquela noite, cego pelo tesão de ficar de sacanagem com a minha sogra, tive uma longa noite de sexo com minha namorada, e no apê, por ser bem menor e os dois quartos serem colados, era óbvio que a Lina devia estar ouvindo, isso me deixava mais excitado ainda.
Na manhã seguinte, o mesmo ritual dela me espiando, inclusive no chuveiro, ela me esperou pra tomar café e, conversa vai, conversa vem, me disse:
Lina - "Vocês se divertiram ontem à noite, hein!?"
Eu - "Você nos ouviu??????? Desculpaaaaaa!!! A gente se excedeu, me perdoa!! Lina.
—Nada, não faz drama, aproveita vocês que têm com quem, haha.
Eu — "Você não tem com quem porque não quer!"
Lina — "Quem vai fazer isso comigo, se sou uma velha?"
Eu — "Qual é, não se faz de sonsa comigo, que já te conheço, além disso, você sabe que tá mais que bem, vive se arrumando e se olhando no espelho."
Lina — "Hahahahaha, é, na minha idade tem que se esforçar, NENINHO."
Eu — "Não me chama de NENINHO, hein, cuidado com esse NENINHO."
Lina — "Hahaha, sim, verdade, você já não é mais um neninho, mas é o namorado da minha filha."
Eu — "Claro, mas cuidado com esse NE NI NHO, hahaha."
A conversa continuou, mas mudando de assunto, minha cabeça não parava um segundo. Assim passou o dia, e à noite repeti o que fiz na noite anterior, e me esforcei pra fazer ainda mais barulho.
Não me troquei como sempre fazia, decidi ficar sem roupa, e quando minha namorada foi embora, sabia que Lina viria a qualquer momento. De novo, o tesão fez o dele, e quando ela veio espiar pela porta, esperei uns segundos e fingi acordar, olhando pra ela me observando da porta. Ela ficou paralisada, reagiu e foi embora. Não veio tomar banho, e quando me troquei e fui tomar café, ela ficou vermelha, tava com vergonha, não tinha aquela cara safada de sempre. Me deu uma ternura, só consegui olhar nos olhos dela, tentando fazer com que me olhasse de volta, e quando consegui, foi uma fração de segundos até eu dar um beijo nela. E, mesmo Lina estando congelada pela situação, ela deixou e respondeu.
Foram uns segundos, mas foi incrível, como uma libertação. Nos soltamos, e o que vem depois, conto se vocês quiserem no próximo relato...
Aqui vai a parte II do relato!! http://www.poringa.net/posts/relatos/2747882/La-mama-de-mi-ex-parte-II.html
17 comentários - La mamá de mi ex