Segunda-feira, 8 de Abril de 2013O despertador toca, são seis da manhã. Levanto com cuidado pra não acordar ninguém, tomo banho, me visto e pego a bagagem que já deixei pronta na entrada, pra viajar. Sou engenheiro eletrônico e trabalho como representante de uma marca conhecida de sistemas de segurança. Atendo uma área enorme do país, fazendo demonstrações de pré-venda, instalando, supervisionando e fazendo a manutenção dos sistemas em empresas, bancos, órgãos públicos...
Hoje vou pra uma província onde tenho várias reuniões com clientes marcadas pra três dias. Às vezes tenho que ficar com um cliente até tarde, levar pra beber, pra clubes de striptease. E já rolou de ter que pagar uma puta pra acompanhar eles e facilitar o contrato. Pra mim, contato com profissional do sexo me dá nojo. Só tive uma experiência aos dezesseis anos e nunca mais repeti.
Toda semana viajo pra uma região ou outra, de segunda a quarta, e volto na quinta pra casa. Sexta trabalho no escritório. Tô nessa há três anos, é puxado, mas faço com gosto, porque minha família merece.
O negócio foi criado por mim, pelo Fede, um amigo e colega de faculdade, há oito anos, e vai bem. Na real, em casa não falta grana no fim do mês, como acontece com outros.
Antes de sair, entro no quarto dos pequenos e dou um beijo sem acordar eles: Pablo, de 10 anos, e Manuela, de 8, dormem feito anjinhos nas camas deles. Depois passo no quarto da minha menina, Ana, quase uma mulher de 18 anos. Quando chego perto, toco no mouse do notebook dela e a tela acende. A luz fraca me deixa ver o rosto dela. Afasto o cabelo castanho claro que cobre a cara dela e dou um beijo. Ela é uma gostosa.
Pego a bagagem e vou pra garagem, carrego no carro e, antes de subir, faço uma checagem que já virou rotina pra garantir que tô levando tudo. o necessário.
Minha bagagem, mala com amostras, computadores... Bom, parece que está tudo.
Eu.- Poxa! Tô sem o principal, a carteira com os documentos, cartões, dinheiro... Ufa!, ainda bem que percebi antes de sair.
Subo pro apartamento, abro a porta devagar e entro bem quieto, não quero acender a luz, localizo a carteira no móvel à minha esquerda na entrada.
Ouço gente falando no quarto.
Ando pelo corredor até chegar na porta do meu quarto, que tá meio aberta, igual deixei quando saí, me aproximo pelo corredor, se a Lina estiver acordada, vou entrar pra dar um beijo nela.
Quando encosto a mão na maçaneta da porta, ouço ela rir, parece que tá falando com alguém. Tão cedo assim?. Me aproximo e presto atenção...
Lina.- ((Ah, seu bobo, ele já foi, mas você não pode vir agora, vai pra casa dormir que eu tenho que acordar as crianças pra levar na escola. -………- Sim, hoje à noite espero vocês, o Jorge também -….....- kkkkk-…....-tá bom, Manolo, do jeito que você falar, vou te esperar de pernas abertas e sem calcinha. Às onze as crianças já vão estar dormindo,-…….- sim, com certeza, porque eu coloco uma gotinha do sonífero que o médico me receitou pra dormir dissolvido no leite e elas não acordam nem na base do tiro,-…….- Não, a mais velha também não vai atrapalhar, ela já sabe que não pode falar nada,-……..- Tá bom, então espero vocês. Um beijo na pontinha.))
Ouço ela desligar o telefone, tô quase desmaiando, as batidas do coração tão socando meu peito como se fossem marteladas, as têmporas vão explodir, fico tonto e quase caio.
Minhas mãos tão tremendo e sinto formigamento nas costas delas.
Não consigo pensar, tô com calafrios. Me encosto de costas no móvel do corredor.
Viro devagar, tateando, e saio pra entrada, abro a porta principal, saio do apartamento e fecho sem fazer barulho.
Na garagem, entro no carro e sento com a cabeça no volante, tentando tirar da minha mente o que aconteceu.
Não acredito, Lina, a esposa perfeita, que não se deixa ver nua, que nunca me fez um boquete, que já faz anos que tenho que implorar, por favor, pra deixar eu comer ela só uma vez por mês..
Ela tá me traindo? E com dois ao mesmo tempo?
Devo estar enganado, entendi errado o que ouvi, isso deve ter uma explicação simples e depois vou rir de como sou mal pensado...
PORRA! Mas o que eu tô falando..
Eu ouvi minha mulher dizer pra alguém que ia esperar "de pernas abertas e sem calcinha".
Isso deve ser uma piada de mau gosto.
Minha esposa delicada, que só vi nua uma vez desde que casamos, incapaz de falar um palavrão, falando de calcinha, pernas abertas, beijo na pontinha.
Que pontinha? De quem?
Ela mencionou o Manolo e o Jorge.
Quem serão Manolo e Jorge?
Minha cabeça é um turbilhão de ideias confusas. Preciso fazer alguma coisa. Tento me acalmar e pensar friamente. Preciso descobrir o que tá rolando.
Como posso saber o que acontece na minha casa?
CLARO, tenho isso na mão! É o que eu faço!
Trabalho com segurança eletrônica e tenho os meios pra ver, ouvir e gravar tudo que eu quiser, é só instalar as câmeras de demonstração no apartamento e observar de outro lugar.
Mas de onde?
Preciso sair daqui, daqui a pouco a Lina vai vir buscar o carro pra levar as crianças pra escola e não pode me ver.
Saio da garagem e estaciono o carro a duas quadras, num estacionamento pago, foda-se a mala de demonstrações e vou pro bar perto, do outro lado da rua, de onde vejo a entrada do meu prédio.
Peço um café. Mentalmente, faço um esquema da instalação: onde colocar os equipamentos, quantos, quais áreas quero monitorar...
São quase oito horas. Vejo minha filha Ana saindo correndo pra esquina, pegar o ônibus pro instituto.
Minutos depois, vejo Lina saindo com as crianças no carro dela, um Peugeot 205, a caminho da escola.
Lina vai demorar mais de uma hora pra voltar, é o tempo que eu tenho. Pago o café que mal provei. Minha garganta está fechada.
Com a mala, vou pra casa, espero não encontrar nenhum vizinho, embora no andar só tenha o nosso apartamento ocupado e a distribuição dos acessos torne a entrada bem independente, e a gente tem pouca ou nenhuma relação com a vizinhança.
Na verdade, não conheço nenhum vizinho.
Entro na minha casa e o cheiro familiar de café da manhã me atinge, os cheiros matinais dos banheiros.
Estou com quatro câmeras, de última geração e alta definição, conectadas via rádio, com sinal codificado na banda de 2,4 GHz, um concentrador de câmeras conectado via modem móvel à rede de celulares e à internet.
Da porta de entrada, acessa-se o hall; à direita fica a porta do meu escritório, à esquerda um móvel baixo e um espelho, e logo depois a porta da sala.
Em frente à porta de entrada principal, outra porta dá acesso ao corredor, onde, à direita, estão as portas do quarto das crianças e, logo depois, a do quarto da Ana.
No fundo do corredor, na frente, o banheiro pequeno e, à esquerda, a porta do meu quarto, que se chega por um corredor de uns dois metros e meio, com a entrada do banheiro grande à direita.
Meu quarto tem acesso à varanda, assim como a sala e a janela da cozinha.
O quarto da Ana e meu escritório têm saída para a varanda dos fundos, e o das crianças, no meio, tem a janela voltada para a mesma varanda.
Coloco a primeira câmera na sala, na parte interna, sobre a porta, apontando pra área do sofá e da varanda, aproveitando o molde de gesso.
A entrada da cozinha, que fica embaixo da câmera, fica fora do campo e não consigo ver.
No corredor, coloco a câmera sobre a porta pra ver, ao fundo, a porta do banheiro e a da Ana. e a entrada do meu quarto.
O banheiro que fica dentro do meu quarto é comprido, na entrada tem uma pia dupla na frente, depois, virado pra direita, o bidê e o vaso, com a banheira no fundo, separada por um box de acrílico.
Coloco a câmera em cima da porta, no canto de onde pega o bidê, o vaso e a banheira.
No quarto, a cabeceira da cama de um metro e meio de largura fica à direita, vista da entrada, e aos pés, separado por uns setenta centímetros, o armário embutido que ocupa a parede inteira.
Deixo a câmera, escondida, no moldura do teto em cima da porta, no canto que encosta no armário. Dá pra ver a cama toda, os criados-mudos e boa parte do quarto.
Instalo o concentrador num forro de gesso no banheiro que dá pro corredor.
Tive que consertar um vazamento de água e deixei um registro caso acontecesse de novo.
Levo comigo um tablet preparado pra supervisionar toda a instalação.
Faço uns ajustes, reposicionando as câmeras.
Saio depois de recolher tudo e verificar que não deixei nada que possa levantar suspeita do que fiz.
Ao sair, ligo pro Eduardo, um amigo e colega, pra pedir emprestado por uns dias um apartamento que ele tem perto do meu.
Claro que não conto pra quê, mas peço pra ele não comentar nada com ninguém.
Ele fala, rindo, que sou um safado e que passe na casa dele daqui a uma hora pra pegar as chaves. A mulher dele, Amália, tá em casa. Hoje ela não foi trabalhar.
Ligo pro meu sócio no escritório.
Eu.- Fede?
Fede.- Fala, me diz, Juan.
Eu.- Olha, surgiu um problema que agora não posso te contar, só peço que não comente com ninguém. Preciso de uns dias pra resolver. Não vou pra Zamora. Sexta a gente fala. Me cobre. E repito, nada pra ninguém.
Fede.- Merda, Juan, em que enrascada você se meteu?. Tá bom, não pergunto nada, confia na minha discrição, a gente se vê.
Vou pra um bar perto da casa do Eduardo, que mora com a esposa Amália e dois filhos de oito e seis anos, não quero que me vejam, liguei do celular, indiquei onde estou e pedi pra ele trazer as chaves.
A manhã está fria e parece que vai chover.
Dez minutos depois, vejo ele entrar no bar, de moletom e coturno esportivo, alto e magro, meio curvado, com um rosto anguloso.
Trabalha na minha empresa como administrativo, mas faz tudo de casa, home office. A mulher dele é professora de escola e ele cuida das crianças e da casa.
Ele se aproxima com um sorriso cúmplice nos lábios e a gente aperta as mãos. Pedimos umas cervejas e uns petiscos, batemos papo sobre coisas bestas. Na despedida, ele pisca um olho pra mim.
O apartamento era o antigo dele de solteiro, e eu sabia que ele emprestava pra alguns amigos encontrarem suas amantes. Ele devia achar que eu tinha um caso e por isso precisava do lugar. E não tava errado. Tinha um quarto só, uma sala com cozinha americana e banheiro. No móvel da sala, vi umas garrafas de bebida.
Daqui, mesmo perto, não consigo ver meu prédio, mas pra internet não tem barreira. Instalei o equipamento de recepção de dados e, depois de ligar, vejo que tenho uma visão muito boa da sala, do quarto, do banheiro grande que fica no meu quarto e do corredor principal.
E agora é esperar. Acho estranho a Lina não ter voltado de levar as crianças, já tá tarde. Normalmente leva uma hora pra ir e voltar. Umas dez horas ela costuma estar em casa.
São três da tarde. Ouço o barulho da porta da entrada, mas não tenho visão do hall. Ouço a Lina falando com alguém.
Lina: — Carlitos, guarda as compras aqui pra mim.
Carlitos: — Aqui? Aqui vou meter outra coisa em você, olha, pega. E não me chama de Carlitos, que no mercado o pessoal ri de mim.
A tela me mostra a Lina entrando na sala vindo da cozinha.
Alguém vem atrás dela, um moleque aparentando uns dezoito ou vinte anos, corpo atlético, de academia, alto e loiro.
Mas o que é isso? ELA TÁ ABRAÇANDO A Lina POR TRÁS, PEGANDO NOS PEITOS DELA E APERTANDO, ENQUANTO ELA RI E PASSA A MÃO NA BRAGUETA DELE!!.
Passo as mãos no rosto e nos olhos, não acredito no que tô vendo.
O garoto levanta o vestido dela, que é inteiro, e tira pela cabeça, ela ajuda, tira o sutiã, fica só com a meia-calça cor de pele e a tanga. Eu nem sabia que ela usava tanga, ainda mais tão pequena.
Ela se ajoelhou na frente do garoto, abre o cinto e a braguilha, puxa a calça e a cueca dele até os pés, enquanto ele tira a camiseta e se livra dos sapatos, aparece uma pica que ela logo pega pra acariciar com as duas mãos e lamber dos ovos até a cabecinha.
Ele empurra ela e senta no chão tirando a roupa que atrapalha nos pés, arranca a tanga dela de uma puxada e num instante tão os dois pelados se rolando no tapete.
Lina, ajoelhada, empurra ele pra trás deixando ele de barriga pra cima, se posiciona com os joelhos abertos sobre as pernas dele, punheta o pau do moleque com uma mão enquanto a outra massageia os ovo dele, começa a passar a língua ao longo da haste, lambendo as bolas, enfiando o pau na boca e chupando como se fosse um manjar.
É nojento pra caralho!!
O pau dele tá mole mas em segundos endurece e fica de um tamanho considerável.
Ela desliza de joelhos, com as pernas abertas dos lados do quadril do garoto, até encaixar a buceta dela em cima do pau e vai enfiando devagar, se deliciando, subindo e descendo como se uma corda invisível puxasse ela pra cima e pra baixo. Cavalga em cima dele que nem uma amazona. Vejo as costas dela e como por baixo aquele pau entra e sai da buceta dela.
O garoto belisca os bicos dos peitos dela. Amassa os peitos dela.
Que ela tinha me proibido de tocar.
Vejo o corpo lindo dela sendo penetrado por aquele moleque, quinze anos mais novo que ela. Os peitinhos pequenos dela quicando. Pra cima e pra baixo, no ritmo da trepada.
Lágrimas grossas inundam meus olhos, borrando a imagem horrível que a câmera mostra, é revoltante. Não aguento ver o casal. Nunca vejo pornô, não me atrai, e isso é pior, porque é minha mulherzinha delicada que tá ali dando pra um moleque. Sinto minhas entranhas se rasgando.
Cada vez que ela desce no pau, a Lina solta um gemido de gata, rouco.
O garoto estende a mão e enfia um dedo no cu dela enquanto ela acelera o ritmo, ele acompanha empurrando pra cima, ela grita:
— Mais! Mais! Me dá maaaais!
Até gozar e cair, largada no peito do garoto.
Eles se beijam com uma puta vontade, as línguas se enroscam. Ele aperta a bunda dela. Os peitos. Ela se levanta.
Senta no chão na frente da câmera, levanta os joelhos e abre as pernas, acaricia a buceta, enche os dedos de melado e leva à boca, se lambendo toda.
Ela aperta os biquinhos, belisca e passa os fluidos da boceta e da saliva neles.
Carlitos: — Fica de “quatro”.
Ela obedece, ajoelha, abre as pernas, se inclina até encostar a cara no tapete, leva os braços pra trás, pega uma nádega com cada mão e abre, oferecendo o cuzinho aberto pro garoto.
Lina: — Me come devagar que dói.
Ele enfia um dedo, devagar, dois, três, lubrifica esfregando o pau no cu dela, pega com os dedos o gozo que escorreu nas costas e passa no reto, mete o pau na buceta e tira ele molhado de melado, volta a acariciar a bunda, cuspi no buraco, se masturba até ficar bem duro, encaixa no cuzinho da minha mulher e vai enfiando aos poucos até a metade no buraco rosado e redondo dela.
Lina: — Quero mais.
O garoto empurra devagar até enterrar tudo no cu dela.
Lina: — Mais, preciso de muito mais. Arrebenta ele!!
O garoto Ele avança com toda a força. O pau dele parece o pistão de um motor entrando e saindo do cilindro, cada vez mais rápido.
Parece que a Lina tá chorando, o Carlitos se assusta.
Carlitos. – O que foi, Lina? Tá chorando?
Lina. – Tô sim, filho da puta, choro de tesão!! Não para não!!
Lina grita, se contorce, mas ele segura ela pela cintura.
São uns minutos intermináveis pra mim.
Lina solta um grito e se estica toda, tirando com o movimento aquele troço do cu dela, no meio de umas convulsões espasmódicas no corpo, com a boca aberta, parece que falta ar, ficou como se tivesse desmaiado, enquanto ele, com o pau na mão, termina batendo uma e derramando o esperma dele nas nádegas e nas costas da minha mulher.
Ele se deixa cair no chão, do lado da minha esposa, se beijam, se acariciam.
Lina levanta com cara de louca.
Lina. – Nossa, que horas são, tenho que buscar as crianças!!
Carlitos, a conta você já sabe.
Carlitos. – Fechou, Lina, já sei. Camuflo, como sempre. Um dia vou ser pego e tô na rua.
Lina. – Relaxa, se te mandarem embora, vem me ver que arrumo trampo pra você. Com esse corpo e essa pica, você tem futuro.
Eles se vestem correndo, sem se limpar, e saem voando do apartamento.
Tô destruído, as imagens gravadas não deixam dúvida, minha mulher é uma puta completa, tá me traindo não sei desde quando, mas tenho que descobrir.
Preciso fazer alguma coisa. Parte do meu trampo é planejamento, análise científica dos problemas, buscar e aplicar soluções. Tenho que usar meus conhecimentos friamente.
A primeira ideia que vem na minha cabeça é entrar hoje à noite no meio da foda e meter uns quatro tiros de escopeta em quem tiver na cama.
Mas e depois?, eu na cadeia, meus filhos largados…
Não, não posso fazer isso. Tenho que descobrir o que rola na minha casa.
Preciso agir com a cabeça e não deixar minhas emoções me cegarem.
Aliás, meus filhos, serão Meus?...
Primeiro tenho que juntar o máximo de informações possível, com cuidado.
Fazer teste de DNA nos meus filhos, isso meu amigo Andrés pode resolver pra mim.
Ele é médico num serviço que trabalha pra polícia, me deve um favor e acho que consegue fazer sem pedir muitas explicações.
Enquanto isso, posso ficar de olho na casa e nos rolês da Lina na rua.
Até os testes de DNA ficarem prontos e eu saber como agir, tenho que disfarçar e fingir que não sei de nada.
Enquanto continuo vigiando a casa, vou ter que instalar mais câmeras, na cozinha, no hall de entrada e nos quartos das crianças, que tão fora do campo de visão.
Também preciso achar outro lugar pra montar o centro de vigilância. Tenho que sair do apartamento do Edu em três dias e a vigilância pode se estender por semanas.
Enquanto bolava o plano, com um nó no estômago e um aperto no peito, sem parar de chorar, me perguntava por quê.
Por que minha amada esposa fez isso comigo.
Será que tenho culpa nisso? O que eu posso ter feito de errado pra empurrar ela a agir assim? Ou será que ela sempre foi assim e eu não vi, não soube enxergar?
As perguntas e as dúvidas corroíam minhas entranhas.
Encontrei uma garrafa de uísque do Eduardo e tomei um gole, que desceu arranhando minha garganta.
Sentado no sofá da sala, não quero pensar, não consigo pensar direito. Tento relaxar.
Algo se mexe na tela, vejo minha mulherzinha entrando com os dois pequenos.
Nada de anormal. Eles lancham e começam a fazer a lição e brincar.
Parei de gravar quando os dois amantes saíram de casa e ligo o gravador quando tiver "ação".
Ana chega e se tranca no quarto dela. Não consigo ver o que ela faz, mas dá pra ouvir a música, "My only chance" do Eminem, que conheço porque ela ouve direto.
Lina chama as crianças pra jantar. Vejo elas indo pro quarto. Lina leva um copo de leite pra cada uma.
Acho que tão levando o sonífero que deixa elas grogues durante a Noite, enquanto ela se diverte.
Ana vai pro quarto dela.
Uma sensação de queimação no estômago me invade. Sinto fogo no peito.
Tento me acalmar.
Imagens do que vi à tarde bombardeiam minha mente.
Lina chupando o pau daquele cara.
Ele metendo no cu dela.
A raiva me corrói.
Lina entra no banheiro, se despe.
Ao ver o corpo dela, um choque de tesão faz meu pau endurecer.
O corpo dela de curvas suaves, peitos pequenos que continuam durinhos, apesar das gestações. Uma bunda empinada linda, macia.
Ela é muito gostosa, me apaixonei desde o primeiro momento que a vi no campus da universidade e a amei desde então. Foi no outono de 97, ela tinha 19 anos, cursava o segundo ano de psicologia e uns amigos em comum me apresentaram ela no bar da minha faculdade.
Alegre, vivaz, me encantou.
Tinha uma elegância natural, uma confiança em si mesma e uma frescura, nada sofisticada. De altura média, olhos escuros e profundos, cabelo castanho preso num coque que realçava a beleza do rosto dela. Falava com paixão dos estudos, enquanto eu olhava feito um idiota nos olhos dela.
Na tela vejo que ela pega algo de um gavetinha do móvel do banheiro, não consigo ver o que é. Entra com isso no chuveiro e o vapor não me deixa ver o que ela faz. Pega a toalha e se seca. Coloca umas meias pretas, sutiã “meia taça” que deixa os peitos dela à mostra e por cima uma camisola que mal chega no quadril, também preta, quase transparente, que contrasta com a brancura da pele dela, realçando e deixando à mostra o corpo delicioso dela, sem calcinha.
Há quinze anos, na noite de núpcias, a vi assim, mas ela já me avisou que era a primeira e a última vez. E foi assim.
Eu respeitei os desejos dela por amor.
Até hoje, em que pude vê-la através de umas câmeras se preparando pra outro ou outros. Me traindo.
Algo que jamais passou pela minha cabeça fazer com ela. E que nem nos piores pesadelos imaginei que ela faria comigo.
São onze e... Algo na noite, o interfone toca.
Lina atravessa a sala e atende do hall. Pouco depois, abre a porta e ouve uma pequena algazarra: risadas, palmas, gritinhos… Entram na sala dois caras com Lina no meio, ela pendurada, com um braço no ombro de cada um, as pernas abertas e os joelhos dobrados como se estivesse numa cadeira alta sem assento. Eles batem na bunda dela com a mão livre. Ela se vira para beijar um e outro, eles lambem o rosto dela, a boca, os olhos.
De frente, vejo a buceta dela aberta, brilhando.
Ela tá molhada, a parte de dentro das coxas brilha com o fluxo dela!!
Comigo, ela sempre estava seca!!
Eles colocam ela no sofá, e um deles, o mais baixo, se ajoelha e enfia a cabeça entre as pernas dela, chupando a buceta e o cu com barulho, enquanto o outro, de pé ao lado, aproxima o pau da boca dela. Ela, sem hesitar, engole ele inteiro, com gula, cara de safada, o rosto desfigurado de luxúria. Babando e se engasgando.
Ela tem ânsia, mas continua engolindo, até o fundo da garganta, o pau do alto. A cara dela reflete luxúria, vício.
Eu nunca vi ela assim em quinze anos de casamento e um de namoro.
Quem era Lina? Uma completa desconhecida pra mim!!
Será que ela me amou alguma vez?
E eu, será que ainda consigo amar ela depois de conhecer esse lado perverso dela?
De repente, reparo no mais alto, que tá de pé. Conheço ele: é o Manolo, um dos pais da APM da escola das crianças. O outro não conheço, acho que é o tal de Jorge, também deve ter relação com a escola.
O trio se move num ritmo estranho.
Lina chega ao primeiro orgasmo com uma facilidade impressionante.
Comigo, era raro ela gozar. Eu achava que ela era frígida, agora vejo que não.
Vem na minha cabeça a frase: “Não existe mulher frígida, só homem inexperiente.”
Mas me consola lembrar que eu tentava de tudo, e ela me deixava. fazê-la chegar ao orgasmo, mas só conseguia em raras ocasiões. Será que ela fingia?
Jorge se levanta tentando penetrá-la enquanto ela continua sentada no sofá, mas não consegue.
Manolo senta ao lado de Lina, passa um braço pelas costas dela, levanta-a e ela abre as pernas e se coloca sobre os joelhos dele, de costas.
Com a mão, ela mesma pega no pinto dele e leva até a buceta, sentando-se por cima e enfiando até o fundo, enquanto soltava o ar com um **AAAAHHHH!!**
Jorge continua ajoelhado e enfia o rosto entre as pernas dos dois, lambendo a buceta dela e o pinto do outro quando sai, sendo ele mesmo quem enfia com a mão e coloca de volta. Lina grita ao chegar ao clímax, que coincide com o de Manolo.
O grupo se desfaz, eles se levantam e vão para o quarto, "MEU quarto", ela observou como entravam, trocando piadas, com risadas, com toques no púbis dela, nos peitos, enquanto ela segurava um membro com cada mão e puxava os dois até a cama.
Lina se deixa cair de costas, levantando e abrindo as pernas em V, oferecendo aos dois sortudos a visão da sua buceta aberta e molhada.
Cada um vai para uma perna e tira as meias dela.
Os dois se jogam sobre ela ao mesmo tempo, Jorge consegue se colocar entre as pernas dela e a penetra com violência, com fortes batidas de quadril que fazem um barulho, Chof, Chof, combinação do ar e dos líquidos da vulva dela sendo batidos pelo pinto dele.
Enquanto o outro fode a boca dela, provocando novos engasgos, mas ela não reclama, pelo contrário, tenta fazer com que entre mais e mais fundo na garganta dela.
De repente, ela o empurra, tira o membro da boca para gritar de prazer num orgasmo que a faz levantar os quadris, apoiando os pés na cama, buscando uma penetração mais profunda. Levantando Jorge no ar.
Ela ficou largada na cama, enquanto eles se deitam dos dois lados dela, que acaricia os pintos deles, um em cada mão. Por sua vez, eles repartem os peitos dela, chupando, passando de mão em mão e beliscando, enquanto enfiam os dedos na buceta escorrendo dela.
Manolo tira os dedos da boceta dela, pingando de fluido e porra, e enfia na boca.
Ela saboreia, se lambendo e fechando os olhos com cara de menina safada, chupando eles como se fossem um doce gostoso.
Posso ver hematomas nos peitos dela, claro, era por isso que ela dizia que doía e não deixava eu ver, muito menos tocar. Por isso era tão pudica e recatada, sempre coberta igual uma freira. E eu achando que era por vergonha.
Depois de alguns minutos conversando e rindo, se fazendo cócegas, Manuel, deitado de costas, passa um braço por baixo e puxa ela pra cima, de frente um pro outro. Ela envolve a cintura dele com as pernas, se deixa cair sobre o peito dele, passa a mão entre as barrigas, pega no pau dele e enfia na buceta dela, começando um movimento sensual de quadril pra frente e pra trás.
Lina: — Jorge, fica atrás! Fica atrás!!
Jorge se posiciona atrás dela, acariciando os peitos dela, um em cada mão, esfregando o pau nas costas e na bunda dela.
Lina: — ENFIA NO MEU CU! Seu filho da puta, enfia logo!
Ela se deixa cair sobre o peito de Manuel, deixando o cuzinho à mostra. O outro não precisa ouvir duas vezes, cuspi no cu, passa a mão da buceta até o ânus dela e, de uma vez, enfia, fazendo ela soltar um grito — AAAGGHH!! — e começando um vai e vem que os três acompanham, sendo penetrada pela buceta e pelo cu ao mesmo tempo.
A cama range, parece que vai desabar.
Por isso ela dizia que a cama não aguentava e precisava trocar.
Os gritos dos três ecoam no quarto, os vizinhos devem ouvir tudo.
Depois de vários minutos se movendo, Jorge tira do cu dela e goza nas costas, se arqueando e soltando um rugido rouco.
Lina: — Enfia de novo, seu filho da puta, não tira! AAHHGG! Tô gozando desde que você enfiou no meu cu, seu cuzão, enfia.
Jorge tenta enfiar, mas tá mole e não entra.
Manuel lá embaixo não aguenta mais e goza dentro da buceta dela.
Dentro da buceta dela? Sem camisinha?. E as gravidezes, as doenças, meu Deus.
Eles se deitam na cama e os três dormem espalhados, um de cada lado dela. As mãos deles nos peitos e na buceta dela, as dela segurando os paus deles.
Não apagam a luz e meia hora depois, umas quatro da manhã, os dois amigos levantam, entram no banheiro e tomam banho, lavando um ao outro, suspeitamente.
Ao sair do banheiro, entram no quarto e acordam a Lina batendo com o pau na cara dela.
Vão pra sala onde tiraram a roupa e se vestem, ela sai pelada, beija eles na boca e acompanha até a porta.
Volta pra sala, traz nas mãos o sutiã e a camisola que vestiu depois do banho. Vai pro quarto e deita pelada, sem se lavar, cheira a roupa de cama onde se veem as manchas de fluido e sêmen…
Apaga a luz e pouco depois dorme, pelada, sem se cobrir.
Deve estar com o aquecimento no talo pra não sentir frio assim. Agora entendo por que as contas de luz são tão altas.
A luz infravermelha me deixa vê-la com uma palidez mórbida.
Será que um dia vou conseguir parar de amá-la?.
Apesar dos acontecimentos, me obrigo a descansar, vestido, sem desfazer a cama, me deito e durmo.
Tenho sonhos estranhos, acordo encharcado de suor.
Homens sem rosto arrancaram minha mulher e meus filhos de mim, eu pegava nas mãos deles, mas eles puxavam e puxavam os meus pra levá-los.
Autor: Pablo Andrade
Hoje vou pra uma província onde tenho várias reuniões com clientes marcadas pra três dias. Às vezes tenho que ficar com um cliente até tarde, levar pra beber, pra clubes de striptease. E já rolou de ter que pagar uma puta pra acompanhar eles e facilitar o contrato. Pra mim, contato com profissional do sexo me dá nojo. Só tive uma experiência aos dezesseis anos e nunca mais repeti.
Toda semana viajo pra uma região ou outra, de segunda a quarta, e volto na quinta pra casa. Sexta trabalho no escritório. Tô nessa há três anos, é puxado, mas faço com gosto, porque minha família merece.
O negócio foi criado por mim, pelo Fede, um amigo e colega de faculdade, há oito anos, e vai bem. Na real, em casa não falta grana no fim do mês, como acontece com outros.
Antes de sair, entro no quarto dos pequenos e dou um beijo sem acordar eles: Pablo, de 10 anos, e Manuela, de 8, dormem feito anjinhos nas camas deles. Depois passo no quarto da minha menina, Ana, quase uma mulher de 18 anos. Quando chego perto, toco no mouse do notebook dela e a tela acende. A luz fraca me deixa ver o rosto dela. Afasto o cabelo castanho claro que cobre a cara dela e dou um beijo. Ela é uma gostosa.
Pego a bagagem e vou pra garagem, carrego no carro e, antes de subir, faço uma checagem que já virou rotina pra garantir que tô levando tudo. o necessário.
Minha bagagem, mala com amostras, computadores... Bom, parece que está tudo.
Eu.- Poxa! Tô sem o principal, a carteira com os documentos, cartões, dinheiro... Ufa!, ainda bem que percebi antes de sair.
Subo pro apartamento, abro a porta devagar e entro bem quieto, não quero acender a luz, localizo a carteira no móvel à minha esquerda na entrada.
Ouço gente falando no quarto.
Ando pelo corredor até chegar na porta do meu quarto, que tá meio aberta, igual deixei quando saí, me aproximo pelo corredor, se a Lina estiver acordada, vou entrar pra dar um beijo nela.
Quando encosto a mão na maçaneta da porta, ouço ela rir, parece que tá falando com alguém. Tão cedo assim?. Me aproximo e presto atenção...
Lina.- ((Ah, seu bobo, ele já foi, mas você não pode vir agora, vai pra casa dormir que eu tenho que acordar as crianças pra levar na escola. -………- Sim, hoje à noite espero vocês, o Jorge também -….....- kkkkk-…....-tá bom, Manolo, do jeito que você falar, vou te esperar de pernas abertas e sem calcinha. Às onze as crianças já vão estar dormindo,-…….- sim, com certeza, porque eu coloco uma gotinha do sonífero que o médico me receitou pra dormir dissolvido no leite e elas não acordam nem na base do tiro,-…….- Não, a mais velha também não vai atrapalhar, ela já sabe que não pode falar nada,-……..- Tá bom, então espero vocês. Um beijo na pontinha.))
Ouço ela desligar o telefone, tô quase desmaiando, as batidas do coração tão socando meu peito como se fossem marteladas, as têmporas vão explodir, fico tonto e quase caio.
Minhas mãos tão tremendo e sinto formigamento nas costas delas.
Não consigo pensar, tô com calafrios. Me encosto de costas no móvel do corredor.
Viro devagar, tateando, e saio pra entrada, abro a porta principal, saio do apartamento e fecho sem fazer barulho.
Na garagem, entro no carro e sento com a cabeça no volante, tentando tirar da minha mente o que aconteceu.
Não acredito, Lina, a esposa perfeita, que não se deixa ver nua, que nunca me fez um boquete, que já faz anos que tenho que implorar, por favor, pra deixar eu comer ela só uma vez por mês..
Ela tá me traindo? E com dois ao mesmo tempo?
Devo estar enganado, entendi errado o que ouvi, isso deve ter uma explicação simples e depois vou rir de como sou mal pensado...
PORRA! Mas o que eu tô falando..
Eu ouvi minha mulher dizer pra alguém que ia esperar "de pernas abertas e sem calcinha".
Isso deve ser uma piada de mau gosto.
Minha esposa delicada, que só vi nua uma vez desde que casamos, incapaz de falar um palavrão, falando de calcinha, pernas abertas, beijo na pontinha.
Que pontinha? De quem?
Ela mencionou o Manolo e o Jorge.
Quem serão Manolo e Jorge?
Minha cabeça é um turbilhão de ideias confusas. Preciso fazer alguma coisa. Tento me acalmar e pensar friamente. Preciso descobrir o que tá rolando.
Como posso saber o que acontece na minha casa?
CLARO, tenho isso na mão! É o que eu faço!
Trabalho com segurança eletrônica e tenho os meios pra ver, ouvir e gravar tudo que eu quiser, é só instalar as câmeras de demonstração no apartamento e observar de outro lugar.
Mas de onde?
Preciso sair daqui, daqui a pouco a Lina vai vir buscar o carro pra levar as crianças pra escola e não pode me ver.
Saio da garagem e estaciono o carro a duas quadras, num estacionamento pago, foda-se a mala de demonstrações e vou pro bar perto, do outro lado da rua, de onde vejo a entrada do meu prédio.
Peço um café. Mentalmente, faço um esquema da instalação: onde colocar os equipamentos, quantos, quais áreas quero monitorar...
São quase oito horas. Vejo minha filha Ana saindo correndo pra esquina, pegar o ônibus pro instituto.
Minutos depois, vejo Lina saindo com as crianças no carro dela, um Peugeot 205, a caminho da escola.
Lina vai demorar mais de uma hora pra voltar, é o tempo que eu tenho. Pago o café que mal provei. Minha garganta está fechada.
Com a mala, vou pra casa, espero não encontrar nenhum vizinho, embora no andar só tenha o nosso apartamento ocupado e a distribuição dos acessos torne a entrada bem independente, e a gente tem pouca ou nenhuma relação com a vizinhança.
Na verdade, não conheço nenhum vizinho.
Entro na minha casa e o cheiro familiar de café da manhã me atinge, os cheiros matinais dos banheiros.
Estou com quatro câmeras, de última geração e alta definição, conectadas via rádio, com sinal codificado na banda de 2,4 GHz, um concentrador de câmeras conectado via modem móvel à rede de celulares e à internet.
Da porta de entrada, acessa-se o hall; à direita fica a porta do meu escritório, à esquerda um móvel baixo e um espelho, e logo depois a porta da sala.
Em frente à porta de entrada principal, outra porta dá acesso ao corredor, onde, à direita, estão as portas do quarto das crianças e, logo depois, a do quarto da Ana.
No fundo do corredor, na frente, o banheiro pequeno e, à esquerda, a porta do meu quarto, que se chega por um corredor de uns dois metros e meio, com a entrada do banheiro grande à direita.
Meu quarto tem acesso à varanda, assim como a sala e a janela da cozinha.
O quarto da Ana e meu escritório têm saída para a varanda dos fundos, e o das crianças, no meio, tem a janela voltada para a mesma varanda.
Coloco a primeira câmera na sala, na parte interna, sobre a porta, apontando pra área do sofá e da varanda, aproveitando o molde de gesso.
A entrada da cozinha, que fica embaixo da câmera, fica fora do campo e não consigo ver.
No corredor, coloco a câmera sobre a porta pra ver, ao fundo, a porta do banheiro e a da Ana. e a entrada do meu quarto.
O banheiro que fica dentro do meu quarto é comprido, na entrada tem uma pia dupla na frente, depois, virado pra direita, o bidê e o vaso, com a banheira no fundo, separada por um box de acrílico.
Coloco a câmera em cima da porta, no canto de onde pega o bidê, o vaso e a banheira.
No quarto, a cabeceira da cama de um metro e meio de largura fica à direita, vista da entrada, e aos pés, separado por uns setenta centímetros, o armário embutido que ocupa a parede inteira.
Deixo a câmera, escondida, no moldura do teto em cima da porta, no canto que encosta no armário. Dá pra ver a cama toda, os criados-mudos e boa parte do quarto.
Instalo o concentrador num forro de gesso no banheiro que dá pro corredor.
Tive que consertar um vazamento de água e deixei um registro caso acontecesse de novo.
Levo comigo um tablet preparado pra supervisionar toda a instalação.
Faço uns ajustes, reposicionando as câmeras.
Saio depois de recolher tudo e verificar que não deixei nada que possa levantar suspeita do que fiz.
Ao sair, ligo pro Eduardo, um amigo e colega, pra pedir emprestado por uns dias um apartamento que ele tem perto do meu.
Claro que não conto pra quê, mas peço pra ele não comentar nada com ninguém.
Ele fala, rindo, que sou um safado e que passe na casa dele daqui a uma hora pra pegar as chaves. A mulher dele, Amália, tá em casa. Hoje ela não foi trabalhar.
Ligo pro meu sócio no escritório.
Eu.- Fede?
Fede.- Fala, me diz, Juan.
Eu.- Olha, surgiu um problema que agora não posso te contar, só peço que não comente com ninguém. Preciso de uns dias pra resolver. Não vou pra Zamora. Sexta a gente fala. Me cobre. E repito, nada pra ninguém.
Fede.- Merda, Juan, em que enrascada você se meteu?. Tá bom, não pergunto nada, confia na minha discrição, a gente se vê.
Vou pra um bar perto da casa do Eduardo, que mora com a esposa Amália e dois filhos de oito e seis anos, não quero que me vejam, liguei do celular, indiquei onde estou e pedi pra ele trazer as chaves.
A manhã está fria e parece que vai chover.
Dez minutos depois, vejo ele entrar no bar, de moletom e coturno esportivo, alto e magro, meio curvado, com um rosto anguloso.
Trabalha na minha empresa como administrativo, mas faz tudo de casa, home office. A mulher dele é professora de escola e ele cuida das crianças e da casa.
Ele se aproxima com um sorriso cúmplice nos lábios e a gente aperta as mãos. Pedimos umas cervejas e uns petiscos, batemos papo sobre coisas bestas. Na despedida, ele pisca um olho pra mim.
O apartamento era o antigo dele de solteiro, e eu sabia que ele emprestava pra alguns amigos encontrarem suas amantes. Ele devia achar que eu tinha um caso e por isso precisava do lugar. E não tava errado. Tinha um quarto só, uma sala com cozinha americana e banheiro. No móvel da sala, vi umas garrafas de bebida.
Daqui, mesmo perto, não consigo ver meu prédio, mas pra internet não tem barreira. Instalei o equipamento de recepção de dados e, depois de ligar, vejo que tenho uma visão muito boa da sala, do quarto, do banheiro grande que fica no meu quarto e do corredor principal.
E agora é esperar. Acho estranho a Lina não ter voltado de levar as crianças, já tá tarde. Normalmente leva uma hora pra ir e voltar. Umas dez horas ela costuma estar em casa.
São três da tarde. Ouço o barulho da porta da entrada, mas não tenho visão do hall. Ouço a Lina falando com alguém.
Lina: — Carlitos, guarda as compras aqui pra mim.
Carlitos: — Aqui? Aqui vou meter outra coisa em você, olha, pega. E não me chama de Carlitos, que no mercado o pessoal ri de mim.
A tela me mostra a Lina entrando na sala vindo da cozinha.
Alguém vem atrás dela, um moleque aparentando uns dezoito ou vinte anos, corpo atlético, de academia, alto e loiro.
Mas o que é isso? ELA TÁ ABRAÇANDO A Lina POR TRÁS, PEGANDO NOS PEITOS DELA E APERTANDO, ENQUANTO ELA RI E PASSA A MÃO NA BRAGUETA DELE!!.
Passo as mãos no rosto e nos olhos, não acredito no que tô vendo.
O garoto levanta o vestido dela, que é inteiro, e tira pela cabeça, ela ajuda, tira o sutiã, fica só com a meia-calça cor de pele e a tanga. Eu nem sabia que ela usava tanga, ainda mais tão pequena.
Ela se ajoelhou na frente do garoto, abre o cinto e a braguilha, puxa a calça e a cueca dele até os pés, enquanto ele tira a camiseta e se livra dos sapatos, aparece uma pica que ela logo pega pra acariciar com as duas mãos e lamber dos ovos até a cabecinha.
Ele empurra ela e senta no chão tirando a roupa que atrapalha nos pés, arranca a tanga dela de uma puxada e num instante tão os dois pelados se rolando no tapete.
Lina, ajoelhada, empurra ele pra trás deixando ele de barriga pra cima, se posiciona com os joelhos abertos sobre as pernas dele, punheta o pau do moleque com uma mão enquanto a outra massageia os ovo dele, começa a passar a língua ao longo da haste, lambendo as bolas, enfiando o pau na boca e chupando como se fosse um manjar.
É nojento pra caralho!!
O pau dele tá mole mas em segundos endurece e fica de um tamanho considerável.
Ela desliza de joelhos, com as pernas abertas dos lados do quadril do garoto, até encaixar a buceta dela em cima do pau e vai enfiando devagar, se deliciando, subindo e descendo como se uma corda invisível puxasse ela pra cima e pra baixo. Cavalga em cima dele que nem uma amazona. Vejo as costas dela e como por baixo aquele pau entra e sai da buceta dela.
O garoto belisca os bicos dos peitos dela. Amassa os peitos dela.
Que ela tinha me proibido de tocar.
Vejo o corpo lindo dela sendo penetrado por aquele moleque, quinze anos mais novo que ela. Os peitinhos pequenos dela quicando. Pra cima e pra baixo, no ritmo da trepada.
Lágrimas grossas inundam meus olhos, borrando a imagem horrível que a câmera mostra, é revoltante. Não aguento ver o casal. Nunca vejo pornô, não me atrai, e isso é pior, porque é minha mulherzinha delicada que tá ali dando pra um moleque. Sinto minhas entranhas se rasgando.
Cada vez que ela desce no pau, a Lina solta um gemido de gata, rouco.
O garoto estende a mão e enfia um dedo no cu dela enquanto ela acelera o ritmo, ele acompanha empurrando pra cima, ela grita:
— Mais! Mais! Me dá maaaais!
Até gozar e cair, largada no peito do garoto.
Eles se beijam com uma puta vontade, as línguas se enroscam. Ele aperta a bunda dela. Os peitos. Ela se levanta.
Senta no chão na frente da câmera, levanta os joelhos e abre as pernas, acaricia a buceta, enche os dedos de melado e leva à boca, se lambendo toda.
Ela aperta os biquinhos, belisca e passa os fluidos da boceta e da saliva neles.
Carlitos: — Fica de “quatro”.
Ela obedece, ajoelha, abre as pernas, se inclina até encostar a cara no tapete, leva os braços pra trás, pega uma nádega com cada mão e abre, oferecendo o cuzinho aberto pro garoto.
Lina: — Me come devagar que dói.
Ele enfia um dedo, devagar, dois, três, lubrifica esfregando o pau no cu dela, pega com os dedos o gozo que escorreu nas costas e passa no reto, mete o pau na buceta e tira ele molhado de melado, volta a acariciar a bunda, cuspi no buraco, se masturba até ficar bem duro, encaixa no cuzinho da minha mulher e vai enfiando aos poucos até a metade no buraco rosado e redondo dela.
Lina: — Quero mais.
O garoto empurra devagar até enterrar tudo no cu dela.
Lina: — Mais, preciso de muito mais. Arrebenta ele!!
O garoto Ele avança com toda a força. O pau dele parece o pistão de um motor entrando e saindo do cilindro, cada vez mais rápido.
Parece que a Lina tá chorando, o Carlitos se assusta.
Carlitos. – O que foi, Lina? Tá chorando?
Lina. – Tô sim, filho da puta, choro de tesão!! Não para não!!
Lina grita, se contorce, mas ele segura ela pela cintura.
São uns minutos intermináveis pra mim.
Lina solta um grito e se estica toda, tirando com o movimento aquele troço do cu dela, no meio de umas convulsões espasmódicas no corpo, com a boca aberta, parece que falta ar, ficou como se tivesse desmaiado, enquanto ele, com o pau na mão, termina batendo uma e derramando o esperma dele nas nádegas e nas costas da minha mulher.
Ele se deixa cair no chão, do lado da minha esposa, se beijam, se acariciam.
Lina levanta com cara de louca.
Lina. – Nossa, que horas são, tenho que buscar as crianças!!
Carlitos, a conta você já sabe.
Carlitos. – Fechou, Lina, já sei. Camuflo, como sempre. Um dia vou ser pego e tô na rua.
Lina. – Relaxa, se te mandarem embora, vem me ver que arrumo trampo pra você. Com esse corpo e essa pica, você tem futuro.
Eles se vestem correndo, sem se limpar, e saem voando do apartamento.
Tô destruído, as imagens gravadas não deixam dúvida, minha mulher é uma puta completa, tá me traindo não sei desde quando, mas tenho que descobrir.
Preciso fazer alguma coisa. Parte do meu trampo é planejamento, análise científica dos problemas, buscar e aplicar soluções. Tenho que usar meus conhecimentos friamente.
A primeira ideia que vem na minha cabeça é entrar hoje à noite no meio da foda e meter uns quatro tiros de escopeta em quem tiver na cama.
Mas e depois?, eu na cadeia, meus filhos largados…
Não, não posso fazer isso. Tenho que descobrir o que rola na minha casa.
Preciso agir com a cabeça e não deixar minhas emoções me cegarem.
Aliás, meus filhos, serão Meus?...
Primeiro tenho que juntar o máximo de informações possível, com cuidado.
Fazer teste de DNA nos meus filhos, isso meu amigo Andrés pode resolver pra mim.
Ele é médico num serviço que trabalha pra polícia, me deve um favor e acho que consegue fazer sem pedir muitas explicações.
Enquanto isso, posso ficar de olho na casa e nos rolês da Lina na rua.
Até os testes de DNA ficarem prontos e eu saber como agir, tenho que disfarçar e fingir que não sei de nada.
Enquanto continuo vigiando a casa, vou ter que instalar mais câmeras, na cozinha, no hall de entrada e nos quartos das crianças, que tão fora do campo de visão.
Também preciso achar outro lugar pra montar o centro de vigilância. Tenho que sair do apartamento do Edu em três dias e a vigilância pode se estender por semanas.
Enquanto bolava o plano, com um nó no estômago e um aperto no peito, sem parar de chorar, me perguntava por quê.
Por que minha amada esposa fez isso comigo.
Será que tenho culpa nisso? O que eu posso ter feito de errado pra empurrar ela a agir assim? Ou será que ela sempre foi assim e eu não vi, não soube enxergar?
As perguntas e as dúvidas corroíam minhas entranhas.
Encontrei uma garrafa de uísque do Eduardo e tomei um gole, que desceu arranhando minha garganta.
Sentado no sofá da sala, não quero pensar, não consigo pensar direito. Tento relaxar.
Algo se mexe na tela, vejo minha mulherzinha entrando com os dois pequenos.
Nada de anormal. Eles lancham e começam a fazer a lição e brincar.
Parei de gravar quando os dois amantes saíram de casa e ligo o gravador quando tiver "ação".
Ana chega e se tranca no quarto dela. Não consigo ver o que ela faz, mas dá pra ouvir a música, "My only chance" do Eminem, que conheço porque ela ouve direto.
Lina chama as crianças pra jantar. Vejo elas indo pro quarto. Lina leva um copo de leite pra cada uma.
Acho que tão levando o sonífero que deixa elas grogues durante a Noite, enquanto ela se diverte.
Ana vai pro quarto dela.
Uma sensação de queimação no estômago me invade. Sinto fogo no peito.
Tento me acalmar.
Imagens do que vi à tarde bombardeiam minha mente.
Lina chupando o pau daquele cara.
Ele metendo no cu dela.
A raiva me corrói.
Lina entra no banheiro, se despe.
Ao ver o corpo dela, um choque de tesão faz meu pau endurecer.
O corpo dela de curvas suaves, peitos pequenos que continuam durinhos, apesar das gestações. Uma bunda empinada linda, macia.
Ela é muito gostosa, me apaixonei desde o primeiro momento que a vi no campus da universidade e a amei desde então. Foi no outono de 97, ela tinha 19 anos, cursava o segundo ano de psicologia e uns amigos em comum me apresentaram ela no bar da minha faculdade.
Alegre, vivaz, me encantou.
Tinha uma elegância natural, uma confiança em si mesma e uma frescura, nada sofisticada. De altura média, olhos escuros e profundos, cabelo castanho preso num coque que realçava a beleza do rosto dela. Falava com paixão dos estudos, enquanto eu olhava feito um idiota nos olhos dela.
Na tela vejo que ela pega algo de um gavetinha do móvel do banheiro, não consigo ver o que é. Entra com isso no chuveiro e o vapor não me deixa ver o que ela faz. Pega a toalha e se seca. Coloca umas meias pretas, sutiã “meia taça” que deixa os peitos dela à mostra e por cima uma camisola que mal chega no quadril, também preta, quase transparente, que contrasta com a brancura da pele dela, realçando e deixando à mostra o corpo delicioso dela, sem calcinha.
Há quinze anos, na noite de núpcias, a vi assim, mas ela já me avisou que era a primeira e a última vez. E foi assim.
Eu respeitei os desejos dela por amor.
Até hoje, em que pude vê-la através de umas câmeras se preparando pra outro ou outros. Me traindo.
Algo que jamais passou pela minha cabeça fazer com ela. E que nem nos piores pesadelos imaginei que ela faria comigo.
São onze e... Algo na noite, o interfone toca.
Lina atravessa a sala e atende do hall. Pouco depois, abre a porta e ouve uma pequena algazarra: risadas, palmas, gritinhos… Entram na sala dois caras com Lina no meio, ela pendurada, com um braço no ombro de cada um, as pernas abertas e os joelhos dobrados como se estivesse numa cadeira alta sem assento. Eles batem na bunda dela com a mão livre. Ela se vira para beijar um e outro, eles lambem o rosto dela, a boca, os olhos.
De frente, vejo a buceta dela aberta, brilhando.
Ela tá molhada, a parte de dentro das coxas brilha com o fluxo dela!!
Comigo, ela sempre estava seca!!
Eles colocam ela no sofá, e um deles, o mais baixo, se ajoelha e enfia a cabeça entre as pernas dela, chupando a buceta e o cu com barulho, enquanto o outro, de pé ao lado, aproxima o pau da boca dela. Ela, sem hesitar, engole ele inteiro, com gula, cara de safada, o rosto desfigurado de luxúria. Babando e se engasgando.
Ela tem ânsia, mas continua engolindo, até o fundo da garganta, o pau do alto. A cara dela reflete luxúria, vício.
Eu nunca vi ela assim em quinze anos de casamento e um de namoro.
Quem era Lina? Uma completa desconhecida pra mim!!
Será que ela me amou alguma vez?
E eu, será que ainda consigo amar ela depois de conhecer esse lado perverso dela?
De repente, reparo no mais alto, que tá de pé. Conheço ele: é o Manolo, um dos pais da APM da escola das crianças. O outro não conheço, acho que é o tal de Jorge, também deve ter relação com a escola.
O trio se move num ritmo estranho.
Lina chega ao primeiro orgasmo com uma facilidade impressionante.
Comigo, era raro ela gozar. Eu achava que ela era frígida, agora vejo que não.
Vem na minha cabeça a frase: “Não existe mulher frígida, só homem inexperiente.”
Mas me consola lembrar que eu tentava de tudo, e ela me deixava. fazê-la chegar ao orgasmo, mas só conseguia em raras ocasiões. Será que ela fingia?
Jorge se levanta tentando penetrá-la enquanto ela continua sentada no sofá, mas não consegue.
Manolo senta ao lado de Lina, passa um braço pelas costas dela, levanta-a e ela abre as pernas e se coloca sobre os joelhos dele, de costas.
Com a mão, ela mesma pega no pinto dele e leva até a buceta, sentando-se por cima e enfiando até o fundo, enquanto soltava o ar com um **AAAAHHHH!!**
Jorge continua ajoelhado e enfia o rosto entre as pernas dos dois, lambendo a buceta dela e o pinto do outro quando sai, sendo ele mesmo quem enfia com a mão e coloca de volta. Lina grita ao chegar ao clímax, que coincide com o de Manolo.
O grupo se desfaz, eles se levantam e vão para o quarto, "MEU quarto", ela observou como entravam, trocando piadas, com risadas, com toques no púbis dela, nos peitos, enquanto ela segurava um membro com cada mão e puxava os dois até a cama.
Lina se deixa cair de costas, levantando e abrindo as pernas em V, oferecendo aos dois sortudos a visão da sua buceta aberta e molhada.
Cada um vai para uma perna e tira as meias dela.
Os dois se jogam sobre ela ao mesmo tempo, Jorge consegue se colocar entre as pernas dela e a penetra com violência, com fortes batidas de quadril que fazem um barulho, Chof, Chof, combinação do ar e dos líquidos da vulva dela sendo batidos pelo pinto dele.
Enquanto o outro fode a boca dela, provocando novos engasgos, mas ela não reclama, pelo contrário, tenta fazer com que entre mais e mais fundo na garganta dela.
De repente, ela o empurra, tira o membro da boca para gritar de prazer num orgasmo que a faz levantar os quadris, apoiando os pés na cama, buscando uma penetração mais profunda. Levantando Jorge no ar.
Ela ficou largada na cama, enquanto eles se deitam dos dois lados dela, que acaricia os pintos deles, um em cada mão. Por sua vez, eles repartem os peitos dela, chupando, passando de mão em mão e beliscando, enquanto enfiam os dedos na buceta escorrendo dela.
Manolo tira os dedos da boceta dela, pingando de fluido e porra, e enfia na boca.
Ela saboreia, se lambendo e fechando os olhos com cara de menina safada, chupando eles como se fossem um doce gostoso.
Posso ver hematomas nos peitos dela, claro, era por isso que ela dizia que doía e não deixava eu ver, muito menos tocar. Por isso era tão pudica e recatada, sempre coberta igual uma freira. E eu achando que era por vergonha.
Depois de alguns minutos conversando e rindo, se fazendo cócegas, Manuel, deitado de costas, passa um braço por baixo e puxa ela pra cima, de frente um pro outro. Ela envolve a cintura dele com as pernas, se deixa cair sobre o peito dele, passa a mão entre as barrigas, pega no pau dele e enfia na buceta dela, começando um movimento sensual de quadril pra frente e pra trás.
Lina: — Jorge, fica atrás! Fica atrás!!
Jorge se posiciona atrás dela, acariciando os peitos dela, um em cada mão, esfregando o pau nas costas e na bunda dela.
Lina: — ENFIA NO MEU CU! Seu filho da puta, enfia logo!
Ela se deixa cair sobre o peito de Manuel, deixando o cuzinho à mostra. O outro não precisa ouvir duas vezes, cuspi no cu, passa a mão da buceta até o ânus dela e, de uma vez, enfia, fazendo ela soltar um grito — AAAGGHH!! — e começando um vai e vem que os três acompanham, sendo penetrada pela buceta e pelo cu ao mesmo tempo.
A cama range, parece que vai desabar.
Por isso ela dizia que a cama não aguentava e precisava trocar.
Os gritos dos três ecoam no quarto, os vizinhos devem ouvir tudo.
Depois de vários minutos se movendo, Jorge tira do cu dela e goza nas costas, se arqueando e soltando um rugido rouco.
Lina: — Enfia de novo, seu filho da puta, não tira! AAHHGG! Tô gozando desde que você enfiou no meu cu, seu cuzão, enfia.
Jorge tenta enfiar, mas tá mole e não entra.
Manuel lá embaixo não aguenta mais e goza dentro da buceta dela.
Dentro da buceta dela? Sem camisinha?. E as gravidezes, as doenças, meu Deus.
Eles se deitam na cama e os três dormem espalhados, um de cada lado dela. As mãos deles nos peitos e na buceta dela, as dela segurando os paus deles.
Não apagam a luz e meia hora depois, umas quatro da manhã, os dois amigos levantam, entram no banheiro e tomam banho, lavando um ao outro, suspeitamente.
Ao sair do banheiro, entram no quarto e acordam a Lina batendo com o pau na cara dela.
Vão pra sala onde tiraram a roupa e se vestem, ela sai pelada, beija eles na boca e acompanha até a porta.
Volta pra sala, traz nas mãos o sutiã e a camisola que vestiu depois do banho. Vai pro quarto e deita pelada, sem se lavar, cheira a roupa de cama onde se veem as manchas de fluido e sêmen…
Apaga a luz e pouco depois dorme, pelada, sem se cobrir.
Deve estar com o aquecimento no talo pra não sentir frio assim. Agora entendo por que as contas de luz são tão altas.
A luz infravermelha me deixa vê-la com uma palidez mórbida.
Será que um dia vou conseguir parar de amá-la?.
Apesar dos acontecimentos, me obrigo a descansar, vestido, sem desfazer a cama, me deito e durmo.
Tenho sonhos estranhos, acordo encharcado de suor.
Homens sem rosto arrancaram minha mulher e meus filhos de mim, eu pegava nas mãos deles, mas eles puxavam e puxavam os meus pra levá-los.
Autor: Pablo Andrade
Continuará?
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