Valeu, galera, pelos pontos e pelos comentários!!!!!
Essa história terminou com a minha esposa me botando pra fora de casa de novo.....
Já contei que nas sextas eu me encontro com uns caras da minha idade pra jogar bola e matar a saudade do futebol, a gente fica tomando umas cervejas e falando de futebol, trabalho e mulher. Acontece que um par desses caras tava trabalhando no clube, são técnico e coordenador dos meninos no futebol. Meu filho começou a me encher o saco que queria começar a jogar e acabei levando ele. Depois de um tempo, eu já tava comendo treinos e jogos, indo pro fim do mundo aguentando horas intermináveis de trampo. Os caras vieram me perguntar se eu podia dar uma mão com os treinos e a coordenação dos times. A verdade é que não queria saber de nada, mas meu amigo pediu e não consegui falar não.
Depois disso, comecei a me misturar com pais e mães, focando mais nas mães. Era costume pedir os dados, tipo telefone, endereço e essas coisas pra avisar ou confirmar quem podia de vez em quando levar os meninos quando jogava fora de casa. Rapidinho fiz amizade com as mães, mas em especial tinha duas: uma, o filho era da categoria 2003, morena, cabelo preto azulado, uns 105 de peito, baixinha e caderona, bunda gordinha; a outra, o filho era da categoria 1998, magra, cabelo loiro (pintado), alta, sem peito e uma bunda linda, redonda, perfeita.
Às vezes, quando os mais novos jogam, de 4, 5 ou 6 anos, complica pra trocar eles, então pedem pra algum pai daquela categoria ajudar. É aí que entra a primeira mãe que descrevi, a baixinha morena (Isabel).
Ela: — Oi, tudo bem? Sou a Isabel, mãe do... e queria me oferecer pra dar uma mão pra trocar os meninos.
Eu: — Beleza, me chamo Ricardo, mas pode me chamar de Ricky, sou o coordenador e ajudante dos meninos (os outros dois que eram os técnicos) e aceito sua proposta. O horário vai aparecer no quadro e, quando chegar a hora do jogo da sua categoria, a gente entra depois que começar o segundo tempo da categoria. anterior........(foi quando ela me interrompeu)
Ela:.- Sim, Ricky, posso te chamar assim? Já sei toda a história, não esquenta, já tive caras jogando antes....-.
Eu:.- Sim, por favor, me chama de Ricky....ok, se você já sabe como é, não temos mais nada pra conversar -.
Ela:.- Beleza, então, cê tem meu telefone? Ou te passo?-. (ela me olha e sorri)
Eu:.- Deixa eu ver (olho a ficha) sim, é esse 156485......?-.
Ela:.- Sim, sim, é esse, qualquer coisa que você quiser pedir ou precisar de uma ajuda, pode contar comigo, sim!!-.
A gente se cumprimentou e cada um foi pro seu lado, chegou o sábado, que é quando eles jogam, a jornada foi bem chata, ganhamos alguns, perdemos outros, e foi quando chegou minha vez de vestir os moleques no vestiário e começou o problema, começamos a trocar eles (não todos, alguns se viram sozinhos) e foram saindo um por um do vestiário, umas duas vezes me fiz de desentendido e levantei a vista pra ver o que ela tava fazendo, e sempre pegava ela me olhando e rindo, já tava enchendo o saco, isso foi num sábado, no outro sábado de novo, no terceiro sábado a mesma coisa, aí já tinha quase um mês nessa, e num jogo fora de casa
Eu:.- Isabel, posso te perguntar uma coisa, sem você ficar brava?-.
Isabel:.- Fala, Rickyyyyy.....-. (ela falou enquanto se aproximava com um olhar bem felino)
Eu:.- Qual é, te vejo, você me olha, eu te olho e você ri.....-. (ela chegou do meu lado e deu uma olhada de esguelha pra baixo)
Isabel:.- Te olho e fico com tesão, mas parece que não sou a única que sente a mesma coisa.....-. (pegando na minha piroca que tava dura que nem um cacete e não dava pra disfarçar com a porra da calça de moletom)
Eu:.- Não!! Eu, para!!! eu sou casado, você também, e se não quisermos arrumar problema em casa, não vamos passar do limite.....-. (enquanto engolia seco)
Isabel:.- Não, sério!!! Já sei da sua fama e fiquei curiosa, me falaram que você se faz de bobo, mas te tendo aqui, percebo que você é um gênio.....hahaha!!!-.
Ela abaixou minha calça junto com a cueca e começou a me chupar (a verdade é que não consegui resistir), filha da Vadia, engolia tudo de uma vez e dava pra ouvir ela engasgando
Isabel: - Ai papai!! adoro chupar pica... hummm que pica gostosa você tem, Ricky...
Eu: - Calma, louca!! alguém pode ver a gente, ssssssh... como você chupa bem...
Isabel: - Cê gosta, promíscua... vou tirar toda a porra de você, buceta...
Quando ela disse isso, começou a me punhetar gostoso e chupar minhas bolas, eu já não aguentava mais, e o medo de sermos pegos só piorava
Eu: - Louca, vou gozar, para, para!!!
Isabel: - É isso que eu quero, docinho!!! quero toda a porra, vai, vai, me dá!!!
Eu: - Nãooooo!!!! para, corta essa...
Isabel: - Sim, sim, sim, promíscua, eu quero, me dá, me dá!!!!
Eu: - Assim, filha de uma vadia!!! já encheu meu saco, agora você vai ver, vadia!!!
Isabel: - Vai, enche minha cara de porra...
Eu: - Vou lambuzar sua cara de porra, vadia!!! toma, toma, toma, aaaaaaahhhhhhhhh!!!!!!
E comecei a soltar toda a porra na cara da filha da puta, vendo como ela ficava com a cara cheia de porra, eu morria de rir, ela continuava chupando até sair a última gota e dizendo
Isabel: - Sim, sim, siiiiiiiim papai!!!! que gostoso, toda a porra na minha cara aaaaaahhh
Assim que terminamos e eu levantei a calça, ela foi para trás, para os chuveiros, aí um dos caras veio me socorrer: - Ei, Ricky, o Cláudio falou que é você quem vai dirigir. Era o Ariel, e saímos correndo para o campo, deixando a Isabel no vestiário...
Passaram uns dias e me perguntaram se eu podia num domingo, porque aquela pelada ia ficar sem técnico e queriam que eu assumisse. Falei que sim, porque meu mano também ia jogar nessa pelada. Foi quando encontrei a loirinha, filha de uma vadia, de legging bem apertada naquela bunda que não deixava nada pra imaginação, era perfeita, redonda, sem celulite, estrias, furinhos, nada (Ana)
Ela: - Oi, Ricky!! finalmente te vejo por aqui...
Eu: - Oi...!!! como cê tá, que surpresa, pensei que seu mano jogava na pelada de sábado?
Ela: - Já esqueceu??? Ana!!!, ela também joga no time dos domingos, mas tá de castigo porque não vai bem na escola...-.
Eu:.-Desculpa aí... Ana, teu moleque é um fenômeno, mas é essencial no time dos sábados, repensa aí porque a gente tem chance de ser campeão... vai pensar, Ana, por favorzinho!!!-.
Ela:.-Olha, não tô nem aí se o time perder o campeonato, se ele vai mal na escola, tá de castigo...-.
Eu:.-Desculpa pelo meu comentário, só tava dizendo...-.
Ela:.-Não seja bobo, não é com você, é que quero o melhor pra ele, meu marido me deixa tão sozinha sempre, é que por causa do trabalho o Eduardo viaja tanto que tenho que ser mãe e pai...-.
Ficou por isso, eu segui com a minha vida e ela torcendo pelo moleque dela, passaram uns dias e o garoto não vinha, o time começou a perder, foi quando os técnicos falaram comigo e perguntaram se eu ia conversar com os pais, pra convencer eles a deixarem ele vir, eu não tava muito convencido, mas fazer o quê, tudo pela causa, falei no telefone com a Ana e ela disse se eu podia passar na sexta depois do treino, falei que sim, já que tava com toda a roupa pra ir jogar bola com o moleque depois. Chega sexta, termina o treino e aviso os caras que vou na casa dessa mulher falar com ela, os caras (enquanto riam) me disseram pra não me preocupar com o jogo, que me esperavam pra tomar umas, eu não entendi, mas beleza, fui embora, cheguei na casa e tava quase tudo apagado, toquei a campainha e esperei, foi quando ela saiu, quando vi ela, na hora o pau subiu, regata sem sutiã que dava pra ver a auréola grande como um hambúrguer, peito pequeno e uma minissaia que parecia que não tava de calcinha, bem curta, dava pra ver aquela bunda de novela.
Ana:.-Oi Ricky, como cê tá, entra!!!-.
Eu:.-Oi, queria falar com você porque a gente precisa do seu filho pra jogar amanhã, queremos ser campeões e com seu moleque no time a gente ganha com certeza...-.
Ana:.-Olha Ricky, vou te falar uma coisa, quando eu digo não, é muito difícil me convencer do contrário...-. contrário...
Eu: — Bom, olha, se eu falar com seu marido pra ele rever a situação...
Ana: — Não, meu marido não tem nada a ver com isso, sou eu quem toma as decisões.
Eu: — Ana, por favor, deixa eu falar com ele pra ver se consigo convencê-lo...
Ana: — NÃO, Ricky!!! Meu marido não está. Estou sozinha com o G..... Eduardo foi viajar a negócios e, como sempre, me deixou sozinha.
Eu: — Desculpa, que idiota eu por insistir...
Ana: — Tá tudo bem, vem me dar uma mão, tenho que subir umas coisas do porão.
Descemos e fomos ao famoso porão, ele era melhor que meu quarto, foi quando as coisas saíram do controle (foi tudo pra merda). Ela se colocou na minha frente, ficou na ponta dos pés procurando numa prateleira e foi aí que eu vi: ela não estava de calcinha. Ao ver aquilo (pensei: essa tá se entregando), me joguei de boca pra beijar aquela bunda e lamber. Foi quando ela me disse algo que me deixou gelado:
Ana: — O que cê tá fazendo, seu idiota...!!!!!
Eu: — Mas, mas...
Ana: — Quem você pensa que eu sou, filho da puta!!!!
Eu: — Bom, eu...
Ana: — Vê uma bunda e acha que é sua, seu otário!!!
Eu: — Perdão?
Ana: — Kkkkkkk!!!! Você devia ver a cara que cê fez...
Eu: — Filha da puta, vai tomar no cu...
Ana: — Vem, docinho, vem chupar minha buceta.
Eu: — Assim, puta, você vai ver a foda que vou te dar...
E eu fui pra cima dela e comecei a chupar a buceta dela gostoso, que cheiro gostoso que tinha, tipo tutti frutti, enquanto mordiscava o clitóris e enfiava a língua. Comecei a meter um, dois, três dedos dentro da buceta, aí ela começou a gemer e gritar:
Ana: — Isso, isso, isso, papai, continua, tira todo o meu suquinho...
Eu: — Mami, vou comer essa sua buceta como nunca... (eu já estava abaixando a calça de moletom junto com a cueca)
Ana: — Não, não, não, para!!! Me comer pela buceta não, a buceta é do Eduardinho, eu não sou infiel. Minha bunda sim, por aí é permitido, não é traição...
Eu olhei pra ela e não sabia se ela estava me zoando ou falando sério.
Eu: — De Sério que você vai me entregar essa bunda de fantasia???-.
Ana:.-Sim, papai, do outro lado não!!!-.
Virei ela e comecei a chupar a bunda dela, abri as nádegas e me deparei com a surpresa, aquele cu tava destruído, bem arrombado, meti língua e saliva, ela rebolava a raba, eu me afundava mais naquele cu começando a ouvir um grito bem peculiar
Ana:.-Assim, assim, viado, mete bem a língua pra dentro, goooooooooooooooooooooooooooooooooo!!-.
Eu:.-Agora vou arrebentar esse cu, puta!!!-.
E enfiei de uma vez até as bolas, não tive pena, comecei a meter forte e dava tapas naquela raba
Ana:.-Sim, sim, sim, goooooooooooooooooooooo!!! uuuuuuuuhhhhhhhhhhhhhhh!!!!-.
Eu:.-Toma, puta, toma-.
Metia mais forte de pé, contra a parede, minhas pernas começaram a tremer, era hora de gozar senão passaria vergonha, pensei comigo
Eu:.-Vou gozar tudo nesse cuzinho, gostosa-.
Ana:.-Sim, sim, sim, papai, uuuuuuuuuuuuuhhhhh!!!!-.
Eu:.-Toma, toma, toma, puta!!!!!-.
Ana:.-Sim, sim, sim, goooooooooooooooooooooo!!!! uuuuuuuuuuuhhhh!!!!-.
Senti os espasmos dela gozando e soltei toda a carga dentro do cu, tirei rápido vendo como meu gozo saía daquela bunda e ela de propósito abriu o cu pra eu ver melhor.
Ana:.-Bom, que gostoso como o gozo sai!!! me convenceu dessa vez, amanhã vai, mas talvez você tenha que vir me convencer mais vezes-.
Eu:.-Espero que o moleque esteja bem na escola pelo meu bem, você deixou minha pika destruída, esse cu tem dentes...-.
Claro que fui umas vezes convencê-la e na outra tivemos sessões de pica no vestiário, até que um dia chegou aos ouvidos da minha esposa, deu merda e ela me botou pra fora de casa, também no clube nos expulsaram na porrada e acabamos em outro lugar que será meu próximo relato.......
Pessoal, valeu por chegar até aqui, ficou longo
Continua....
PS: Depois que a confusão passou, os caras me pegaram e falaram, sabíamos que você ia cair com essa A cabeceadora e perigo de gol, a gente já tinha passado por isso...
Essa história terminou com a minha esposa me botando pra fora de casa de novo.....
Já contei que nas sextas eu me encontro com uns caras da minha idade pra jogar bola e matar a saudade do futebol, a gente fica tomando umas cervejas e falando de futebol, trabalho e mulher. Acontece que um par desses caras tava trabalhando no clube, são técnico e coordenador dos meninos no futebol. Meu filho começou a me encher o saco que queria começar a jogar e acabei levando ele. Depois de um tempo, eu já tava comendo treinos e jogos, indo pro fim do mundo aguentando horas intermináveis de trampo. Os caras vieram me perguntar se eu podia dar uma mão com os treinos e a coordenação dos times. A verdade é que não queria saber de nada, mas meu amigo pediu e não consegui falar não.
Depois disso, comecei a me misturar com pais e mães, focando mais nas mães. Era costume pedir os dados, tipo telefone, endereço e essas coisas pra avisar ou confirmar quem podia de vez em quando levar os meninos quando jogava fora de casa. Rapidinho fiz amizade com as mães, mas em especial tinha duas: uma, o filho era da categoria 2003, morena, cabelo preto azulado, uns 105 de peito, baixinha e caderona, bunda gordinha; a outra, o filho era da categoria 1998, magra, cabelo loiro (pintado), alta, sem peito e uma bunda linda, redonda, perfeita.
Às vezes, quando os mais novos jogam, de 4, 5 ou 6 anos, complica pra trocar eles, então pedem pra algum pai daquela categoria ajudar. É aí que entra a primeira mãe que descrevi, a baixinha morena (Isabel).
Ela: — Oi, tudo bem? Sou a Isabel, mãe do... e queria me oferecer pra dar uma mão pra trocar os meninos.
Eu: — Beleza, me chamo Ricardo, mas pode me chamar de Ricky, sou o coordenador e ajudante dos meninos (os outros dois que eram os técnicos) e aceito sua proposta. O horário vai aparecer no quadro e, quando chegar a hora do jogo da sua categoria, a gente entra depois que começar o segundo tempo da categoria. anterior........(foi quando ela me interrompeu)
Ela:.- Sim, Ricky, posso te chamar assim? Já sei toda a história, não esquenta, já tive caras jogando antes....-.
Eu:.- Sim, por favor, me chama de Ricky....ok, se você já sabe como é, não temos mais nada pra conversar -.
Ela:.- Beleza, então, cê tem meu telefone? Ou te passo?-. (ela me olha e sorri)
Eu:.- Deixa eu ver (olho a ficha) sim, é esse 156485......?-.
Ela:.- Sim, sim, é esse, qualquer coisa que você quiser pedir ou precisar de uma ajuda, pode contar comigo, sim!!-.
A gente se cumprimentou e cada um foi pro seu lado, chegou o sábado, que é quando eles jogam, a jornada foi bem chata, ganhamos alguns, perdemos outros, e foi quando chegou minha vez de vestir os moleques no vestiário e começou o problema, começamos a trocar eles (não todos, alguns se viram sozinhos) e foram saindo um por um do vestiário, umas duas vezes me fiz de desentendido e levantei a vista pra ver o que ela tava fazendo, e sempre pegava ela me olhando e rindo, já tava enchendo o saco, isso foi num sábado, no outro sábado de novo, no terceiro sábado a mesma coisa, aí já tinha quase um mês nessa, e num jogo fora de casa
Eu:.- Isabel, posso te perguntar uma coisa, sem você ficar brava?-.
Isabel:.- Fala, Rickyyyyy.....-. (ela falou enquanto se aproximava com um olhar bem felino)
Eu:.- Qual é, te vejo, você me olha, eu te olho e você ri.....-. (ela chegou do meu lado e deu uma olhada de esguelha pra baixo)
Isabel:.- Te olho e fico com tesão, mas parece que não sou a única que sente a mesma coisa.....-. (pegando na minha piroca que tava dura que nem um cacete e não dava pra disfarçar com a porra da calça de moletom)
Eu:.- Não!! Eu, para!!! eu sou casado, você também, e se não quisermos arrumar problema em casa, não vamos passar do limite.....-. (enquanto engolia seco)
Isabel:.- Não, sério!!! Já sei da sua fama e fiquei curiosa, me falaram que você se faz de bobo, mas te tendo aqui, percebo que você é um gênio.....hahaha!!!-.
Ela abaixou minha calça junto com a cueca e começou a me chupar (a verdade é que não consegui resistir), filha da Vadia, engolia tudo de uma vez e dava pra ouvir ela engasgando
Isabel: - Ai papai!! adoro chupar pica... hummm que pica gostosa você tem, Ricky...
Eu: - Calma, louca!! alguém pode ver a gente, ssssssh... como você chupa bem...
Isabel: - Cê gosta, promíscua... vou tirar toda a porra de você, buceta...
Quando ela disse isso, começou a me punhetar gostoso e chupar minhas bolas, eu já não aguentava mais, e o medo de sermos pegos só piorava
Eu: - Louca, vou gozar, para, para!!!
Isabel: - É isso que eu quero, docinho!!! quero toda a porra, vai, vai, me dá!!!
Eu: - Nãooooo!!!! para, corta essa...
Isabel: - Sim, sim, sim, promíscua, eu quero, me dá, me dá!!!!
Eu: - Assim, filha de uma vadia!!! já encheu meu saco, agora você vai ver, vadia!!!
Isabel: - Vai, enche minha cara de porra...
Eu: - Vou lambuzar sua cara de porra, vadia!!! toma, toma, toma, aaaaaaahhhhhhhhh!!!!!!
E comecei a soltar toda a porra na cara da filha da puta, vendo como ela ficava com a cara cheia de porra, eu morria de rir, ela continuava chupando até sair a última gota e dizendo
Isabel: - Sim, sim, siiiiiiiim papai!!!! que gostoso, toda a porra na minha cara aaaaaahhh
Assim que terminamos e eu levantei a calça, ela foi para trás, para os chuveiros, aí um dos caras veio me socorrer: - Ei, Ricky, o Cláudio falou que é você quem vai dirigir. Era o Ariel, e saímos correndo para o campo, deixando a Isabel no vestiário...
Passaram uns dias e me perguntaram se eu podia num domingo, porque aquela pelada ia ficar sem técnico e queriam que eu assumisse. Falei que sim, porque meu mano também ia jogar nessa pelada. Foi quando encontrei a loirinha, filha de uma vadia, de legging bem apertada naquela bunda que não deixava nada pra imaginação, era perfeita, redonda, sem celulite, estrias, furinhos, nada (Ana)
Ela: - Oi, Ricky!! finalmente te vejo por aqui...
Eu: - Oi...!!! como cê tá, que surpresa, pensei que seu mano jogava na pelada de sábado?
Ela: - Já esqueceu??? Ana!!!, ela também joga no time dos domingos, mas tá de castigo porque não vai bem na escola...-.
Eu:.-Desculpa aí... Ana, teu moleque é um fenômeno, mas é essencial no time dos sábados, repensa aí porque a gente tem chance de ser campeão... vai pensar, Ana, por favorzinho!!!-.
Ela:.-Olha, não tô nem aí se o time perder o campeonato, se ele vai mal na escola, tá de castigo...-.
Eu:.-Desculpa pelo meu comentário, só tava dizendo...-.
Ela:.-Não seja bobo, não é com você, é que quero o melhor pra ele, meu marido me deixa tão sozinha sempre, é que por causa do trabalho o Eduardo viaja tanto que tenho que ser mãe e pai...-.
Ficou por isso, eu segui com a minha vida e ela torcendo pelo moleque dela, passaram uns dias e o garoto não vinha, o time começou a perder, foi quando os técnicos falaram comigo e perguntaram se eu ia conversar com os pais, pra convencer eles a deixarem ele vir, eu não tava muito convencido, mas fazer o quê, tudo pela causa, falei no telefone com a Ana e ela disse se eu podia passar na sexta depois do treino, falei que sim, já que tava com toda a roupa pra ir jogar bola com o moleque depois. Chega sexta, termina o treino e aviso os caras que vou na casa dessa mulher falar com ela, os caras (enquanto riam) me disseram pra não me preocupar com o jogo, que me esperavam pra tomar umas, eu não entendi, mas beleza, fui embora, cheguei na casa e tava quase tudo apagado, toquei a campainha e esperei, foi quando ela saiu, quando vi ela, na hora o pau subiu, regata sem sutiã que dava pra ver a auréola grande como um hambúrguer, peito pequeno e uma minissaia que parecia que não tava de calcinha, bem curta, dava pra ver aquela bunda de novela.
Ana:.-Oi Ricky, como cê tá, entra!!!-.
Eu:.-Oi, queria falar com você porque a gente precisa do seu filho pra jogar amanhã, queremos ser campeões e com seu moleque no time a gente ganha com certeza...-.
Ana:.-Olha Ricky, vou te falar uma coisa, quando eu digo não, é muito difícil me convencer do contrário...-. contrário...
Eu: — Bom, olha, se eu falar com seu marido pra ele rever a situação...
Ana: — Não, meu marido não tem nada a ver com isso, sou eu quem toma as decisões.
Eu: — Ana, por favor, deixa eu falar com ele pra ver se consigo convencê-lo...
Ana: — NÃO, Ricky!!! Meu marido não está. Estou sozinha com o G..... Eduardo foi viajar a negócios e, como sempre, me deixou sozinha.
Eu: — Desculpa, que idiota eu por insistir...
Ana: — Tá tudo bem, vem me dar uma mão, tenho que subir umas coisas do porão.
Descemos e fomos ao famoso porão, ele era melhor que meu quarto, foi quando as coisas saíram do controle (foi tudo pra merda). Ela se colocou na minha frente, ficou na ponta dos pés procurando numa prateleira e foi aí que eu vi: ela não estava de calcinha. Ao ver aquilo (pensei: essa tá se entregando), me joguei de boca pra beijar aquela bunda e lamber. Foi quando ela me disse algo que me deixou gelado:
Ana: — O que cê tá fazendo, seu idiota...!!!!!
Eu: — Mas, mas...
Ana: — Quem você pensa que eu sou, filho da puta!!!!
Eu: — Bom, eu...
Ana: — Vê uma bunda e acha que é sua, seu otário!!!
Eu: — Perdão?
Ana: — Kkkkkkk!!!! Você devia ver a cara que cê fez...
Eu: — Filha da puta, vai tomar no cu...
Ana: — Vem, docinho, vem chupar minha buceta.
Eu: — Assim, puta, você vai ver a foda que vou te dar...
E eu fui pra cima dela e comecei a chupar a buceta dela gostoso, que cheiro gostoso que tinha, tipo tutti frutti, enquanto mordiscava o clitóris e enfiava a língua. Comecei a meter um, dois, três dedos dentro da buceta, aí ela começou a gemer e gritar:
Ana: — Isso, isso, isso, papai, continua, tira todo o meu suquinho...
Eu: — Mami, vou comer essa sua buceta como nunca... (eu já estava abaixando a calça de moletom junto com a cueca)
Ana: — Não, não, não, para!!! Me comer pela buceta não, a buceta é do Eduardinho, eu não sou infiel. Minha bunda sim, por aí é permitido, não é traição...
Eu olhei pra ela e não sabia se ela estava me zoando ou falando sério.
Eu: — De Sério que você vai me entregar essa bunda de fantasia???-.
Ana:.-Sim, papai, do outro lado não!!!-.
Virei ela e comecei a chupar a bunda dela, abri as nádegas e me deparei com a surpresa, aquele cu tava destruído, bem arrombado, meti língua e saliva, ela rebolava a raba, eu me afundava mais naquele cu começando a ouvir um grito bem peculiar
Ana:.-Assim, assim, viado, mete bem a língua pra dentro, goooooooooooooooooooooooooooooooooo!!-.
Eu:.-Agora vou arrebentar esse cu, puta!!!-.
E enfiei de uma vez até as bolas, não tive pena, comecei a meter forte e dava tapas naquela raba
Ana:.-Sim, sim, sim, goooooooooooooooooooooo!!! uuuuuuuuhhhhhhhhhhhhhhh!!!!-.
Eu:.-Toma, puta, toma-.
Metia mais forte de pé, contra a parede, minhas pernas começaram a tremer, era hora de gozar senão passaria vergonha, pensei comigo
Eu:.-Vou gozar tudo nesse cuzinho, gostosa-.
Ana:.-Sim, sim, sim, papai, uuuuuuuuuuuuuhhhhh!!!!-.
Eu:.-Toma, toma, toma, puta!!!!!-.
Ana:.-Sim, sim, sim, goooooooooooooooooooooo!!!! uuuuuuuuuuuhhhh!!!!-.
Senti os espasmos dela gozando e soltei toda a carga dentro do cu, tirei rápido vendo como meu gozo saía daquela bunda e ela de propósito abriu o cu pra eu ver melhor.
Ana:.-Bom, que gostoso como o gozo sai!!! me convenceu dessa vez, amanhã vai, mas talvez você tenha que vir me convencer mais vezes-.
Eu:.-Espero que o moleque esteja bem na escola pelo meu bem, você deixou minha pika destruída, esse cu tem dentes...-.
Claro que fui umas vezes convencê-la e na outra tivemos sessões de pica no vestiário, até que um dia chegou aos ouvidos da minha esposa, deu merda e ela me botou pra fora de casa, também no clube nos expulsaram na porrada e acabamos em outro lugar que será meu próximo relato.......
Pessoal, valeu por chegar até aqui, ficou longo
Continua....
PS: Depois que a confusão passou, os caras me pegaram e falaram, sabíamos que você ia cair com essa A cabeceadora e perigo de gol, a gente já tinha passado por isso...
13 comentários - El gran DT, jejeje!!!!.....
Excelente relato master, digno del negro y no es una falta de respeto sino un homenaje.
Gracias por compartir
La mejor manera de agradecer es comentando a quien te comenta...