La fantasia de Laurita

Laura tem 39 anos, é corpuda, casada e tem dois filhos adolescentes. Trabalha na filial de Pinamar. Faz mais de 7 anos que a gente conversa todo dia. Na última vez que ela veio pra cá, quando foi embora me cumprimentou, mas o olhar dela era outro. Desde aquele dia, nosso papo, seja por telefone ou e-mail, sempre tem um duplo sentido. A ponto de, em certos momentos, um sempre provocar o outro, mas a distância fazia tudo ficar só nisso. Até que um dia ela me provocou de vez, a gente esclareceu as coisas como eram (os dois somos casados e com filhos) e ficou mais que claro como era a parada. As conversas foram ficando cada vez mais quentes, a ponto de trocarmos fotos — geralmente dela, muitas de cantos diferentes do escritório.

Numa ocasião, fiz uma viagem relâmpago e a gente teve nosso primeiro encontro, mas não foi bom. Não dá pra "contar", porque o tempo e uns imprevistos — "vizinhos enche o saco" — jogaram contra. A questão é que, por mais de 5 meses, ficamos nos esquentando feio com mensagens e fotos no WhatsApp. Mas surgiu a chance de ir pra região e talvez esticar a passagem por Pinamar. E foi assim: combinamos tudo pra ela poder ficar um tempinho a mais depois do expediente. Assim que fechou o escritório, as luzes se apagaram e ela esperou minha chegada.

Estacionei o carro a duas quadras, caminhei na boa e, quando passei pela porta, entrei como se fosse normal. Tranquei com chave e, na penumbra, fui pro fundo. A primeira coisa que encontrei foi uma calça e, metros adiante, uma camisa. Depois um sapato e outro, que me guiavam como uma trilha. Subi pro primeiro andar e, na sala de reuniões, vi uma silhueta. Era ela, a gostosona parada atrás da mesa, com as mãos apoiadas de leve, levemente inclinada, uma perna esticada e a outra só um pouco arqueada, combinando com as costas e me oferecendo os peitos. Cabelo preso, sutiã preto e calcinha fio dental combinando, meia e cinta-liga. Dava pra pedir mais? "Fica pelado agora, tudo", ordenei, e eu obedeci. Enquanto tirava a roupa, ela me olhava e se... passava a mão na virilha dela bem sutilmente.

"Senta" ordenei de novo e ela obedeceu. Ela caminhou até mim, virou-se e se agachou como veio, deixando a bunda na minha cara, sentou em cima de mim e esfregou bem a buceta no meu pau que já tava duro, ela passou a mão um pouco, afastou a calcinha fio dental e enfiou naquela buceta quente e molhada que ela tinha, com movimentos super lentos, subia e descia bem devagar, pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela. As mãos dela por cima das minhas começou a mexer como se tivesse me ensinando a tocar, eu não aguentava mais, fazia o possível pra segurar mas o tesão falava mais alto, tinham passado só dois ou três minutos e eu já tava quase jogando a toalha, minha cabeça dizia "segura, dessa vez você não vai falhar" mas não dava, não dava mais e falei que ia gozar, do jeito lento que ela tava me montando, ela levantou, virou e se agachou, colocou o pau na boca dela e bateu uma punheta por uns segundos até eu explodir, senti litros de porra na boca dela, ela continuou até a última gota mas não tinha engolido, se inclinou, me olhou e com a maior cara de puta abriu a boca e deixou cair toda a porra entre os peitos dela, tirou eles do sutiã e espalhou a porra nos mamilos, enquanto brincava chupou de novo até eu ficar duro, ficou assim um tempão até que me perguntou se eu topava fazer algo com ela que tinha passado pela cabeça dela e que só poderia fazer comigo.

Sem hesitar falei que sim e a fantasia dela era "facesitting". Ela me fez deitar no chão (sortudo porque era todo carpetado), ficou de pernas abertas em cima de mim, tirou a calcinha fio dental e se agachou pra colocar a buceta na minha cara, mal passei a língua e ela tirou, me deixando com vontade de mais. Ela esfregou um pouco os mamilos (o sutiã não tinha tirado), apertou eles e colocou minhas mãos junto ao corpo pra me deixar bem imóvel, ela se posicionou e sentou em cima de mim, abriu as nádegas pra Me acomodo e seguro minhas mãos, e ela começa a se mover, esfregando a buceta na minha cara. Do jeito que dava, eu respirava e passava a língua. Eu tava duro, e ela cada vez mais excitada, porque se movia com mais frenesi. Respirar ficava difícil, mas não importava, nunca tinha estado tão tesudo. Ela soltou uma das minhas mãos e, enquanto se esfregava, começou a me bater uma punheta. Por vários minutos foi masturbação e esfregada, de vez em quando parava pra se ajeitar um pouco ou abrir as nádegas, e voltava pra esfregada e pra punheta. Minha cara tava toda lambuzada com a umidade dela, minha respiração tava dificílima, mas não sei como aguentava. O êxtase era supremo, o frenesi dela aumentava, eu sabia que o orgasmo dela tava chegando, e o meu também. Sem avisar, eu explodi. Senti o gozo espirrar pra todo lado, e era muito. Minhas pernas manchadas, minha barriga, as mãos dela, o tapete. E ela continuou puxando por mais alguns segundos até confirmar que não tinha mais nada meu pra oferecer. Aí ela também gozou. Ela tremeu tanto que, sem perceber, apertou as pernas a ponto de eu não respirar, e eu levantei as mãos pedindo socorro. Ela se levantou, virou, sentou no meu pau já mole e passou a língua no meu rosto como um beijo, sorriu e se levantou. Do banheiro, gritou que era hora de eu ir, que ela cuidava da bagunça. Então me lavei, me vesti e voltei pra minha cidade. Tive que parar num posto de gasolina pra lavar o rosto de novo com muito sabão líquido vagabundo pra garantir que não tinha cheiro de sexo. A boa notícia é que cheguei em casa antes dos outros, então deu pra tomar um banho e me barbear, apagando qualquer vestígio daquele crime.

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¿Qué otra cosa puedo hacer?
Si no olvido moriré.
Y otro crimen quedará,
otro crimen quedará...
sin resolver.

Crimen ~ Gustavo Cerati